pesquisa magos da luz

Pesquisa personalizada
-------------------
Mostrando postagens com marcador 126 Salmo 126. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 126 Salmo 126. Mostrar todas as postagens

27 de abr de 2017

Museu de Ocultismo dos Warren

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Conheça o Museu de Ocultismo dos Warren e sua macabra coleção

Talvez você não saiba, mas existe um (e apenas um, oficialmente “sério”) museu de objetos assombrados e demonologia no mundo, por acaso fundado pelo famoso casal Lorraine e Ed Warren, que têm sua história romantiza e contada no filme “Invocação do Mal” (ou “The Conjuring”, no original). O local, batizado de “The Warrens Occult Museu” – O Museu de Ocultismo dos Warren – foi fundado em 1952 e fica em Connecticut, coletando centenas de objetos amaldiçoados e mal assombrados por décadas. Até hoje, Lorraine está viva – com aproximadamente 90 anos – e cuida do local.
Entre as atrações do local estão a boneca Annabelle, originalmente chamada de “Shadow” (sombra), conhecida pelo filme lançado esse ano e por diversas histórias bizarras que relatam sua movimentação, encarando pessoas e até mesmo atacando um jovem garoto com arranhões no peito.
15114023896288 15114023709287 15114023647286 15114023584285 15113932977282 15113932946281 15113932806280 15113932494279 15113821997275
Também há uma imagem satânica encontrada em um ritual numa floresta, um espelho usado para conjurar espíritos e até mesmo um suposto caixão de vampiro! Além disso, há máscaras usadas em rituais satânicos (fotos) e até mesmo pedras tiradas de crianças sacrificadas em rituais.
Também cabe citar a galeria de itens africanos, em especial os egípcios, que junto com fotografias, livros e bonecos diversos completam o ambiente perturbador e interessante do museu dos Warren.
Cabe citar que lá não é aconselhado (ou permitido, pros mais corajosos) tocar nas peças e nem retirá-las de seus vidros protetores, já tendo sido considerados autores de mortes – por exemplo, um valente e morto jovem que decidiu encostar em Annabelle.

-->

23 de set de 2016

O que significa sonhar com plantas?

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui
 O que significa sonhar com plantas?



Sonho com plantas geralmente se refere a nossa evolução pessoal, a capacidade de sustentar e de continuidade.

Sonhos onde vemos as plantas que não conhecemos devem ser interpretados com base no estado em que nos encontramos. Se elas são verdes, florescendo e saudáveis indica que o desenvolvimento de processos na nossa vida será favorável e benéfico. Se as vemos murchas ou sem folhas indica que vamos a situações complexas, onde a tristeza e frustração pode ocorrer, o que pode colocar em risco a nossa estabilidade emocional e material.

Sonho com plantas medicinais é um sinal de saúde e prosperidade nos projetos que temos em mente.

Algumas plantas têm seus próprios significados, por isso é aconselhável estabelecer se as reconhecemos, pois vamos encontrar as chaves para uma interpretação adequada.

Sonhos em que vemos uma planta germinar diante de nossos olhos indica que podemos realizar com sucesso os projetos que estamos trabalhando. Mas se a planta é uma erva daninha sugere que muitos problemas e obstáculos podem comprometer os nossos objetivos serão apresentados.


Sonhar que estamos em um bosque ou em vegetação de difícil locomoção indica que algumas situações que causam problemas e dificultam os nossos objetivos serão apresentadas. Se estivermos perdidos e logramos sair prevê que, depois de muitos esforços vamos conseguir, mas vai exigir grandes sacrifícios.


Se virmos uma videira seca, prenuncia notícias desagradáveis que nos afetará pessoalmente. Se elas estão em nossa casa é um sinal de relações de amor prosperarão. Arrancá-las significa que as discussões podem ocorrer e problemas conjugais entre amigos.

Sonhar com plantas plantadas em um horto, pomar, horta ou jardim, e se estão em boas condições indica que, possivelmente, receberemos rendimentos inesperados economicamente, também evidenciam ternura e afeto nas relações. Se as vemos em bom estado augura discussões e desentendimentos com a família.

Os sonhos nos quais vemos plantas na floresta ou mata, desde que não gerem sentimentos negativos, indicam que estamos passando por um momento de bem-estar e felicidade, você também pode receber uma excelente notícia profissionalmente.
Sonhar com flores de uma planta demonstra a sensibilidade e a ternura do sonhador. Isso indica que, devido à sua delicadeza tem o prazer e os benefícios de pessoas influentes em seu círculo social. Apesar disso, é necessário estabelecer qual flor da planta com a qual você sonha, então o significado pode variar. (Leia sobre o significado de sonhar com flores).

Sonhos onde podemos irrigar plantas ou bonsai geralmente simbolizam as experiências que temos adquirido. Se as emoções dos sonhos são agradáveis ou há felicidade será um sinal de que estamos satisfeitos com a vida que temos, demos o máximo proveito das experiências de aprendizagem nos deram. Caso o sonho com um bonsai temos sentimentos de tristeza ou desgosto será um sinal de que sentimos muito por algumas oportunidades que perdemos.
-->

15 de fev de 2016

o capeta me agrediu (RELATO)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

 

 Ontem resolvi finalmente contar a minha historia, num tópico que se intitulava "vejo entidades, tenho sonhos e visões...", antes disto não tinha ousado contar isto a mais ninguém para não dizerem que sou doido... Mas esta madrugada tive mais uma surpresa bastante desagradável... tive dificuldade em adormecer, como sempre rezei, li um pouco , enfim tentei esperar pelo sono.Estava ansioso, um pouco nervoso, mas nem sabia bem porque, lá adormeci...
O que senti foi algo sentar-se na minha cama, sentou-se junto aos meus pés e senti a roupa mover-se, não valorizei... pensei "estás a sonhar", então aquela "presença" aproximou-se mais e estava a tentar pôr-se em cima de mim e eu sentia o seu peso e então comecei a ver que não estava a sonhar... Tentei levantar-me mas nao conseguia, estava preso, os músculos não obedeciam era como se estivasse lentificado e sem força.Tentei desesperadamente procurar o interruptor para ligar a luz mas não o encontrava... sempre a sentir aquela coisa em cima de mim, pensei que tinha que me levantar então fiz toda a força que pude mas foi muito difícil porque parecia que não andava, estava como que "perro" lento e sem força, ou aquilo que tentava atacar-me era mt forte... Não sei, isto é o melhor que consigo explicar, dp de tentar e tentar levantar-me da cama la dei um impulso que me fez levantar, primeiro fiquei de joelhos na cama mas sentia que aquela coisa estava agarrada a mim, sentia o seu peso nas minhas costas entre mim e o edredom e tentei abanar-me para ver se ia embora mas aquilo, fosse lá o que fosse não me queria largar, puxou-me de costas para o chão... mas agora vem outra "curiosidade" não caí de repente, como se cai normalmente, caí lentamente como se estivesse a levitar, em "câmara lenta", nessa altura acho que mais alguém interviu,para que eu não caísse e para que aquela coisa me largasse... Enfim tudo muito confuso, o facto é que me lembro de tudo como se tivesse sido à minutos. Estava sozinho em casa, vivo sozinho, as portas estavam trancadas, nao estava bebedo, nem drogado, aliás nunca bebo e nunca me droguei... não faço ideia do que se passou Sad
Mas suspeito que "alguém" não gostasse que eu tenha contado que vejo "entidades", tenho pesadelos horríveis e visões, para não falar da frequente sensação de "deja vu", da premonição de morte, como já contei, estou muito bem e de repente lembro-me de alguém,sinto que precisam de mim e quando chego junto delas estão mortas ou a morrer e já aconteceu mais que uma vez... não estou a gozar,e também sentir presenças e ouvir coisas... ou até aquilo que me disseram aqui no PP "fazer viagens astrais", segundo o que relatei no tópico de ontem.O facto é que fui atacado... quando finalmente estava no chão deixei de sentir aquela coisa agarrada às minhas costas e levantei-me ainda lentificado sem conseguir andar normalmente, ainda senti que aquela coisa me tentou agarrar novamente e puxava-me para trás mas lá me aproximei da porta do quarto a acendi a luz, não vi nada.
Alguém faz ideia do que foi isto? Que se passa comigo? O que sou?
Se pensam que é um "dom" eu tenho a certeza que não... é uma coisa muito má que não quero, nunca quis mas há alturas da minha vida que ando bem sem que nada de estranho aconteça, outras infelizmente acontecem-me coisas bizarras tipo esta Sad
Aceito conselhos Cry
-->

Mestre Raimundo Irineu Serra (RELATO)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui


RELATO: FRANCISCO GRANGEIRO FILHO

 


O Mestre Raimundo Irineu Serra era um homenzarrão de raça negra. Seu pai era o Sr. Sancho Martinho Serra e sua mãe Dª. Joana Assunção Serra. Quando ele tinha cinco anos de idade e sua mãe o surrava (ele nunca falou de seu pai), não tinha medo. Ele tinha medo era da noite quando vinham uns espíritos e o pegavam, levavam para um quarto de arroz – desse arroz agulha, tiravam a roupa dele e bolavam para cá, bolavam para lá.

- Ele fez raiva à mãe dele, vamos embora discipliná-lo.

Em outras ocasiões, quando fazia arte, o que mais ele temia era o quarto de arroz. Lá, o sofrimento era maior. Daí para cá, já vinham doutrinando ele.

Aos 15 anos, o Mestre pensava em casar. Ele tinha uma pretendente. Era sua prima. Ela era um tipo de mulherona. Era tão forte, ele dizia, que parecia que a terra tremia, quando ela andava. "Oh! Tipo de mulher bonita. Vou me casar com essa mulher". Aí a mãe dele, Dª. Joana, ficou sabendo que ele tinha um "quê" com ela. Ela chamou atenção dele:

- Olha, você está querendo casar, namorando a sua prima. Mas deixe isso de mão, porque você é novo e ela nem moça é mais. O povo já fala dela.

- Mamãe, se ela for moça, eu caso com ela. Se não for, eu não caso.

Depois ele se arrependeu dessa má criação que fez com sua mãe.
E contou a história pro tio, a quem ele tinha muita obediência. Seu nome era Paulo. Desde essa época eles tratavam o Mestre com respeito. O tio disse:

- Raimundo, no sábado estou com vontade de fazer uma farinha. Você me ajuda a arrancar a macaxeira?

- Ajudo, sim senhor.

No sábado eles estavam no roçado trabalhando, quando seu tio perguntou:

- Raimundo, você está com vontade de casar?

Ele disse que pensou: "Mamãe foi logo contando essa história pro meu tio. Vou abrir um pau por aqui".

- Tô, meu tio. Por que?

- Por nada. É bom. Porque você se casa tão cedo, tem logo família. O homem pra ser bom mesmo tem que ter uma mulher do lado. Sabe, Raimundo, o homem para se casar, deve primeiro dar uma volta no mundo. Quando volta, já sabe quanto custa 1 kg de sal, quanto custa 1 kg de açúcar, já sabe quanto custa uma anágua para a mulher. Aí já dá para o homem casar...

Foi então que, no dia seguinte, ele viu um navio alistando gente para ir para o Amazonas. Chegou lá, sem dizer nada para sua mãe. Nessa época ele trabalhava no gado e ganhava 500 mil réis por dia. Quando foi pedir a conta pro patrão, o homem disse:

- Eu te dou, mas vou te esperar aqui. Você vai ganhar seus 500 mil réis aqui comigo.

- Nunca mais pisarei aqui, respondeu.

Na viagem, ele pensou em ficar primeiro em Belém. Depois, Manaus.

Estava viajando sozinho, sem destino, com a idade de 15 anos. Até que de Manaus veio para o Acre, do Acre para a Bolívia e da Bolívia para o Peru.

Na Bolívia, encontrou com Antônio Costa e seu irmão André. O Mestre tinha 18 anos. E foi Antônio Costa que lhe deu a ayahuasca. Ele e o irmão convidaram o Mestre para tomar e ele recusou. Até que ele disse:

- Eu vou. Se for uma coisa boa vou levar pro meu Brasil, pois de coisa ruim o Brasil já está cheio. Tomou a primeira vez e não viu nada. Tomou a segunda. Também não. Aí foi cortar seringa. Na mata, ele viu um cipó e viu que era mariri. Ali perto encontrou um pé de folha. Isto sem ninguém dizer. Quando chegou em casa, ele disse:

- Antônio, achei um pé de mariri e outro de chacrona.

- Quem te mostrou?

- Ninguém!

- Vamos lá então para ver.

Antônio Costa confirmou que era verdade. Eles cortaram, bateram e prepararam a bebida. O Mestre tomou e quando tomou é que ele foi ver.

Um tempo depois o Mestre tomou o Daime com um grupo de pessoas. Ele disse que quando começou a sentir a borracheira (hoje se chama fluido), eles apagaram as luzes e, ao invés de chamar "Meu Deus", eles chamavam era pelo cão. Mas apareceu foi um cemitério. Eram dez, eram vinte, eram mil, eram seiscentas mil cruzes. Quanto mais chamavam mais apareciam. "Mas não pode ser, pensou, isso não é nada do cão. O cão não gosta de cruz. Eu chamo por ele e vem a cruz."

Numa outra noite eles tomaram de novo o Daime.

Antônio Costa estava no quarto e ele na sala. Aí o Mestre olhou a lua e abismou-se com ela. Antônio Costa, lá de dentro, disse:

- Raimundo, aqui tem uma senhora que quer falar contigo. Ela está com uma laranja na cabeça para te entregar.

- Mas Antônio, por que ela não dá para ti?

- Mas ela quer dar é para ti.

- Antônio, pergunta o nome dela.

- Ela disse que o nome é Clara. E ela está te acompanhando desde o Maranhão. Ela disse também que na próxima sessão vai te procurar.

Na quarta-feira, ele tomou o Daime outra vez. Era lua nova.

E a senhora no centro da lua perguntou:

- O que você está vendo?

- Estou vendo uma deusa. O que estou vendo, se o mundo inteiro visse, o navio parava no oceano.

- Então, você tem coragem de dizer que a ayahuasca é coisa do diabo? Você disse que é o cão, Satanás? Não é não. O que você está vendo, no mundo nunca ninguém viu. Você está dizendo que sou uma princesa... Eu sou é uma Rainha Universal. Quem diz que a ayahuasca é o diabo não viu o que você está vendo.

Ela estava sentada no meio da lua e trazia na cabeça uma águia, em ponto de vôo:

- Agora você tem 18 anos. Você vai trabalhar e vai ficar com o seu cabresto, assim, bem curtinho. Você é solteiro, mas seu cabresto vai encurtar ainda mais. Você vai fazer uma dieta de oito dias, comendo macaxeira insossa. Não pode nem ouvir, nem ver roupa de mulher. Você vai fazer essa dieta.

Raimundo chamou um companheiro para tomar conta da casa e foi para a mata. Depois de quatro dias de dieta, ele viu aquelas manchas que tem nos paus se transformando em caras de gente. Todos rindo, mangando...
Era aquela gargalhada dentro da mata. Mas o Mestre não teve medo, e quando chegou na curva da estrada... Uma mulher! Ele só viu o rabo da saia, e não entendeu, porque naquela colocação não havia mulher.
No oitavo dia, ela se apresentou e entregou uma laranja, que é o mundo, o globo, dizendo ter sido ela que ele tinha visto na estrada. A Rainha.

Quando o Mestre se estabeleceu na Vila Ivonete, o primeiro homem que se apresentou a ele foi o Zé das Neves. Depois apareceu o Terto. Esses foram os primeiros. Quando ele se mudou para o Alto Santo, em 1945, chegaram o Antônio Roldão e o Chico Martins.
O Mestre teve um sonho que Chico Martins ia morrer no dia 14 de agosto.
Ele preveniu Chico Martins para não trabalhar naquele dia porque estava sujeito a ter um acidente. Mas quem acabou se ferindo foi o próprio Mestre. Ele depois falou pro Chico:

- Essa mata (onde ele se cortou) nunca se broca.

Ele ia cortar paxiúba de açaí, para fechar uma casa e bateu o machado. Era para ser o Chico Martins... Se foi com o Mestre é porque ele sabia como se curar. Ele se cortou calçado, com botas.

Conheci D. Raimunda quando ela era moça. Ela era trabalhadora e tinha grande influência espiritual. Era a segunda pessoa dele. Era a chave de confiança do Mestre. Ele ensinou a ela e ela aprendeu. Ela fazia uma chamada, de chamar e vir mesmo. Ele ensinou os pontos para ela. Ele tomava conta dos homens e ela das mulheres.

O milagre que ocorreu comigo foi em 1952. Eu cortava seringa. Um dia, caiu uma casca na minha vista. Passei seis dias sem dormir e comendo muito pouco. O olho começou a espoucar, foi logo ficando branco. Fui para a casa da mamãe. Era véspera de ano. O Mestre passou por lá com o Zé das Neves e eu lhe mostrei a vista.

- Olha, Chico, isso aí está ruim. Só um médico pode te ajudar. Eu não tenho ferramenta para isso.

- Seu Irineu, se eu tiver que perder o olho é com o senhor. Se eu tiver que ficar bom, é com o senhor.

- Tá bem. Segunda-feira você aparece lá em casa.

Nessa noite eu dormi, sem remédio, sem nada. Segunda-feira fui lá.
Ele estava no roçado e pediu à mulher para me dar um copo de Daime. Eu tomei e fui para casa. No dia seguinte, voltei lá.

- Seu Irineu, recebi um hino, mas não achei futuro não.

- Quarta- feira, vou abrir um trabalho para você.

Ele me deu um copo cheio, mas não senti nada.

- Que tal, seu Francisco?

- Nada, seu Irineu.

- Pois eu mirei. Mirei o seu remédio.

Naquele tempo, chegava um doente e ele geralmente atendia na quarta-feira. O doente tomava um copo que ele tinha, assim grande. No meio do trabalho, ia buscar a dieta, buscar o remédio. Todo mundo concentrado. Quando terminava, ele dizia: "O remédio do senhor é tal e tal". Se fosse Daime era Daime, se não, ele falava.

- Você tem mel de abelha em casa?

- Não senhor.

- Pois aqui tem! Raimunda, vai lá e traz aquele vidrinho com mel de abelha. Você molha no algodão e pega um pedacinho de morim e bote dentro bem limpinho. Pinga no seu olho.

Assim fui curado. Não tenho nenhum defeito.

Eu tinha boa vontade. Eu ia para a mata procurar jagube e foi ele quem me ensinou. Devido a essa minha boa disposição, um dia, de tarde, ele me chamou:

- Chico, você vai ser um general da Rainha. Por que eu vou te dar esse cargo? Porque você chega aqui e diz: "Padrinho, encontrei um jagube, encontrei um folhal". Então, eu vou lhe dar essa patente. Se não bromar, estou lhe preparando para quando eu sair daqui lhe deixar no meu lugar. Chico, a Rainha me entregou o mundo. Quem quiser comigo, é comigo. Quem não quiser, é comigo. O tanto que eu mando em cima da terra, do mesmo jeito eu mando dentro do oceano.

Aos quinze anos, o Mestre pensava em se casar. Ele tinha uma pretendente. Era sua prima. Aí a mãe dele chamou a atenção dele: “Olha, você está querendo casar, namorando a sua prima, mas deixa isso de mão, porque você é moço e ela nem moça é, o povo já fala dela.” “Mamãe, se ela for moça eu caso com ela, se não for, eu não caso.” E contou a história para o tio, a quem ele tinha muita obediência. Eles estavam no roçado trabalhando, quando seu tio perguntou: “Raimundo, você tá com vontade de casar?” “Tô meu tio.” “É bom, porque se casa cedo, tem logo família. Sabe, Raimundo, o homem para se casar deve primeiro dar uma volta no mundo. Quando volta, já sabe quanto custa um quilo de sal, quanto custa um quilo de açúcar. Aí, já dá para o homem casar.”

Foi por lá cortar seringa. Aí ele pôde tomar conhecimento do Antônio Costa que ouviu falar na ayahuasca. “O que é essa ayahuasca?” “É uma bebida que a gente toma e vê as coisas.” “Será que a gente vê mesmo?” “Vê.” “Eu vou tomar essa bebida da ayahuasca, eu pelejei com Deus, até hoje não arrumei nada com Deus, agora eu vou lutar com o diabo, vou ver o que é que o diabo vai me dar. Aí, ele foi. Foi lá com o Antônio Costa e tomou. Aí ele não viu nada. Tomou foi duas, três vezes, aí ele foi e disse: “Sabe de uma coisa, eu não vou tomar mais isso. Aí ninguém na vê nada, não vê nada não.”

Quando foi um dia de quarta feira, ele deu vontade de ir, chegou lá e tomou. Aí sentou-se num assoalho de casa de seringueiro, ás vezes tem uma paredinha. Foi, sentou-se na beira do assoalho, ficou olhando pro tempo, aí, pouco mais, começou o afluído. Não chamava de afluído, quem deu o nome de afluído foi ele. Chamava borracheira. Quando a pessoa tava com a borracheira, aí então se chamava, se chamava pelo diabo. Era um, dois, três, seiscentos. Era o nome que chamava, era o cão, né? Então se apagavam as luzes, ficava tudo no escuro. Alguma vez se acendia um cigarro e fumava, ficava tudo no escuro. Aí quando foi que ele viu, ele começou a chamar, chamar. Cada cão que ele chamava era uma cruz que aparecia. Aí, apareceu um cemitério, cemitério que era só cruz. Diabo, diabo, seiscentos, mil seiscentos diabos. Cada diabo que ele chamava era uma cruz que aparecia pra ele. Aí, diz ele: eu quero o maioral, eu quero o chefe dos diabos, que o chefe venha, que eu quero falar com ele. Apareceu uma cruz grande. Aí ele pode ter na ideia que não era , porque o diabo tem medo de cruz. Cão não gosta de cruz. Aí então ele pôde compreender que não era. Ele dizia: “Não era coisa do diabo.”

Aí nisso ele olhou. Ele viu a lua cheia. Aí dentro da lua representou-se lua nova e no centro da lua, uma princesa no meio da lua nova. Aí ela foi perguntou pra ele e disse: “O que é que tu estás vendo?” Ele disse: “Tô vendo dentro da lua uma princesa, que se o mundo todo visse parava. Até navio no oceano, se visse essa princesa que eu tô vendo, parava no oceano pra olhar. Aí ele começou a ver muita coisa. Ela perguntou pra ele: “Tu tem coragem de dizer que essa bebida é o diabo?” “Não.” E ela disse: “Tu tem coragem de dizer que essa bebida é uma cobra?” “Não. Eu posso dizer que dentro da lua tem uma princesa, não pode ser o diabo, né, tô vendo uma princesa dentro da lua, não posso dizer que é uma cobra. Ela disse: “Tu tá enganado, pois é isso aí que tu tá dizendo.” “Não, não pode ser.” Aí ela disse: “Tu acredita que isso aí que tu tá vendo, nunca no mundo teve quem visse?” Ele disse: “Ah! Essa não. Aí duvidou-se. Aonde tem muitos e muitos chefes da ayahuasca, então eles nunca viram nada?” “Não, vou te prova, se eles vissem o que tu tá vendo, eles diziam que nem tu, então... tu tá vendo uma princesa dentro da lua, pois bem se eles vissem, eles diziam mesmo que nem tu, eles nunca viram.” E tal, e tal, e tal, passou a miração.

Aí ele foi e disse: “Antônio como é esse cipó?” Ele foi dando a dica pra ele como era o cipó, a folha, aí foi cortar, aí, no meio, deu vontade de parar. Ele disse: “É esse o cipó da ayahuasca. Aí, olhou bem pertinho o pé de folha. Quando ele chegou em casa ele disse: “Antônio, encontrei o pé do cipó e encontrei o pé da folha.” Ele disse: “Ah! Não, não acredito, então vamos lá?”
Chegaram lá, estava o cipó e a folha. Aí, foi e tirou. Fez até em uma panela de cozinhar feijão, aí ele foi, tomou, sentou-se lá no mesmo canto da beira da pachiúba, aí o Antônio Costa ficava lá dentro do quarto, né, só os dois aí, o Antônio Costa disse pra ele: “Raimundo, eu tô vendo uma senhora muito bonita, então, ela tá com uma laranja na mão. Pra te entregar a laranja. Aí ele foi e disse: “Antônio, por que ela não entrega pra ti?” “Não, ela não quer entregar pra mim, ela quer entregar pra você e ela tá dizendo aqui que desde que tu saiu do Maranhão, que ela vem te acompanhando.”

Aí ele foi e disse : “Não.” Ele foi se lembrar se tinha na viagem arrajado alguma namorada mas nada. Aí ele se lembrou e disse: “Antônio, pergunta qual é om nome dela? Raimundo, ela tá dizendo que o nome dela é Clara. Aí ele procurava, procurava, e nada, aí ele foi trabalhar. Quando é um dia, ele tomou daime de novo, aí, ela chegou, pegou a laranja e entregou na mão dele. “Tome a laranja, essa laranja, você é o dono dela.” Aí ele olhou na cabeça dela tinha uma lua nova, e em cima da lua tinha uma águia. Aí, como é que pode?

E assim ele veio, foi chegando pra perto, pra compreender depois de muitos e muitos trabalhos que clara é a luz. A águia que ele viu na cabeça dela é a guia. Clara a luz, a guia, a águia, é a guia então, dentro dessa estrela que a gente usa, ele queria que colocasse dentro da lua a águia, assim como o pássaro que quer voar. Mas o pessoal faz abertas as asas. Quando o pássaro tava no ponto de querer voar, então é aquele que ela queria voar, era o ponto que ele tava querendo seguir. Não é difícil pra nós ver e compreender? O camarada vem e quer saber. Isso foi antes aí, passou a duvidar. Com cinco anos, foi que ele veio a deixar de duvidar. Ele ia cortar, aí ela dizia: “Tu vais amanhã cortar a estrada fulano de tal. Quando tu for descer aquela baixinha que tem uma samandira bem dentro da grota, tu olha assim o lado direito. Tem um pé de jarina. Debaixo tem deitado um veado, tu atira e mata e trás aqui pra comer.” Ele dizia: “É conversa.” Aí ele esquecia aquilo. Quando chegou na madeira, ele lembrou-se, quando ele olhou pra lá tava um pé de jarina e o veado deitado debaixo. Aí foi que cinco anos ele passou duvidando que não era verdade aí, ele veio com a bebida, aí, ele fez foi um teste.

Porque nós temos, o nosso direito, de ter a certeza. Ele me deu essa dica, né. Você pode fazer um teste, se não testar, não dá. Então ele dizia: “Só acredito se essa bebida é boa , se eu aprender a ler.” Porque ele não sabia ler, não sabia nada. Nada de leitura. Aí, um dia o patrão dele foi e perguntou pra ele: Raimundo, você sabe ler? Ele disse: “Sei sim senhor.” Mas não sabia não. Aí ele foi pediu lá no regatão: “O senhor me mande, quando for lá pra margem, mande que me traga uma carta de ABC.” Aí, foi o comboio. Aí, o comboeiro chegou lá com a carta de ABC. Com um mês ele escreveu uma nota pro barracão. Agora, como dizia ele: “Escreva quem quiser, leia quem souber.”

Ele veio trilhando, trilhando, trilhando, aí foi colocando nome nas coisas, como a Clara dizia, o nome dela era ayahuasca, ele botou o nome de daime; o nome que era afluído, era borracheira, ele tirou e botou afluído, que tem que a pessoa fluir e assim por diante.
Na mata, ele viu um cipó e viu que era mariri. Aí pertro ele encontrou um pé de folha. Quando chegou em casa , ele disse: Antônio, achei um pé de mariri e outro de chacrona.” “Quem te mostrou?” “Ninguém.” “Vamos então lá pra ver.” Antônio Costa confirmou que era verdade. Eles cortaram, bateram e prepararam a bebida.

Na época da ligação com o Círculo Esotérico, a gente acompanhava ele, não era o Círculo Esotérico. Que o Círculo Esotérico precisava der, e o daime não, tanto faz saber ler como não saber, a pessoa vê sempre. Veja que tem o hinário do Raimundo Gomes, o hinário do Germano, e se mostrasse um “o” pra eles, eles não sabiam o que era, e tem um hinário daquele tamanho, não é? Então, no Círculo precisa a gente ler, e no daime não tem isso. Quem é que ia acompanhar o Círculo? O Mestre Irineu saiu, todo mundo acompanhava ele, saiu todo mundo.

O Trabalho de Abrir Mesa do Mestre começou no tempo que chegou o Círculo Esotérico. Ele apoiou o Círculo Esotérico. E aí, passando mais um ano, ele foi, achou um livro lá, que é um livro de cura, aí ele foi e viu que aquele livro era bom. Era o livro de cura do Círculo Esotérico. A comadre Lourdes tem ele, Peregrina também tem. Depois de encontrar esse trecho do livro, aquilo ali juntou com a força que ele tinha, o poder dele, e classificou em livro de mesa, em abertura de mesa para espantar espírito ruim, ou malefícios com esse livro. Isso aí foi formado por ele. Aí abre a mesa, são nove pessoas com nove cruzes. É o livro Cruz de Caravaca do Círculo Esotérico que ele encontrou. Agora, ele, como diz a história, ele santificou o daime, santificou a cura e o livro de cura, que chama-se mesa, abrir uma mesa.
-->

6 de fev de 2016

O Castelo do Nazista (Castelinho von Peruibe)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

O Castelo do Nazista (Castelinho de Peruíbe)

O Castelo do Nazista (Castelinho de Peruíbe)

Uma aura de mistério ronda o castelo do Alemão, localizado na Prainha, em plena Serra dos Itatins, em Peruíbe. Trata-se de um castelo com estilo medieval, abandonado que, dizem, foi construído por um alemão, membro do governo Nazista, fugido para o Brasil no final da Segunda Grande Guerra. Ninguém confirma isso (mesmo porque, os alemães sofrem com o estigma de que são nazistas, puro preconceito, nem todos cooptaram com o governo de Hittler), mas o castelo é uma visão estranha em meio a Mata Atlântica. Vale a visita.

Dizem que este castelo foi construido , em molde aos castelos litoraneos europeus medievais ,os devotos da instituição cavaleiros templários.

Castelo do Alemão (Nazista) em Peruíbe, em meio à reserva florestal da Jureia.

Conta a lenda que ali morou um nazista, na verdade professor Hardy Lopes Giusti, que mantinha uma mulher prisioneira na torre. O grupo foi pessoalmente ao local e conversou com a caseira que ainda mora ali, ao lado do Castelo, que contou ter trabalhado com ele e que na verdade era a mãe dele que era mantida trancada por ter problemas mentais. Dizem que ele se matou. Várias pessoas relatam conhecer o castelo desde os anos 70 em uma comunidade do Orkut feita para abordar as lendas que circulam aquela praia de Peruíbe.

Estivemos lá pessoalmente e tiramos fotos e fizemos vídeos da visita externa ao Castelo.
Uma das câmeras se estragou misteriosamente, baterias e pilhas tiveram que ser usadas para recuperação de imagens, pois descarregavam sem explicação e as 3 máquinas fotográficas embaçavam as imagens ao mesmo tempo. Ainda assim, conseguimos fazer alguns registros da rápida visita.

O que intriga é procurar saber o por quê o castelo é cheio de armadilhas, ganchos cortantes e cabos elétricos, além de imagens sinistras, como estátuas, brasões, cruzes, um calabouço visivelmente feito para prender e isolar alguém, entre outros mistérios.


 O Castelo está localizado em meio a mata da Prainha em Peruíbe. De difícil acesso, há muitas lendas na região, inclusive com várias ocorrências de luzes noturnas, episódios de mortes estranhas de animais que tiveram seu sangue sugado completamente sem deixar uma marca sequer nos pelos ou no solo, sem qualquer vestígio de tratar-se de outro animal ou ser humano. Tais fatos foram atribuído a ocorrências extraterrestres, mas tenho minhas dúvidas se não se trata de criatura maligna (vampiros ou demônios). Tais ocorrências de forma idêntica foram registradas em outros países da América do Sul e EUA. Trataremos disto mais pra frente.


Observe que ao lado foram construídas outras residências. Nos foi contado que ainda hoje um dos familiares é dono de uma dessas casas e habitualmente vem ao Castelo.  









Chegando na Torre do Castelo


Observe que o Castelo foi construído pedra por pedra.


Visão através da janela para parte interna do Castelo




Visão da Torre


Ganchos e pontas afiadas e cabos elétricos


Ao fundo está o muro com pontas afiadas que separa o Castelo da casa do familiar


Detalhe das pedras que formam o Castelo



Visão interna através de uma das janelas


A idade aproximada do Castelo é de no mínimo 40 anos. 


Impressão de algo lá dentro?
Vista interna da janela
O que chama mais a atenção é a silhueta branca ao fundo ou a sombra preta à esquerda?


Detalhe das "armadilhas" para afastar curiosos e intrusos... Ou impedir a fuga de alguém lá da Torre?



Repare nos ganchos (pontas afiadas) abaixo da janela


Porta da Torre: "Não entre" (escrito em vermelho)





Por que tantas fechaduras? Tanta segurança? Se são apenas ruínas...?


Visão debaixo da porta de entrada.





As muralhas


Ruínas de um gazebo do Castelo

Um dos cômodos da área externa do Castelo hoje usada como moradia por um rapaz solitário





Portão do Castelo com emblemas estranhos




Participaram desta expedição:

Daniel Santana
Maria Helenise Demétrio
Bárbara Caracyoli
Maristela Roman (Mari Rocha)

Assista as filmagens:


______________

Benzzino Gasolini - 26/04/2010 (Fonte: Comunidade sobre o Castelo no Orkut)

Já faz um bom tempo que na comunidade de Peruibe havia um tópico sobre lendas do castelo, e um cara postou uma história bem interessante (porém sem confirmações ainda são boatos, lendas mesmo) sobre o local e seu dono, o Prof. Hardy. Infelizmente algum hacker invadiu a comuna e todos os tópicos foram apagados. Vou escrever algumas coisas que lembro:

- Depois que o Prof. Hardy morreu, a polícia federal entrou no castelo e confiscou dólares, armas, livros, e pinturas acho. Uma delas mostrava uma parte da serra dos Itatins e não lembro se no mesmo quadro ou em outro, havia um ser luminoso.
Meu comentario: acho bem interessante o tal quadro mencionado, já que existe uma lenda em Peruibe sobre um tal Portal de Pedra, um lugar de onde sairiam OVNIs e seres luminosos. Este tal Portal de Pedra fica em um paredão rochoso na estrada que liga Peruibe à Prainha.

- Não sei aonde ele foi enterrado, mas o cara que postou disse que foi no cemitério de Peruibe e que uma noite alguém viu um tipo de demônio perto do túmulo, e este demônio se assemelhava a uma figura que estava na capa de um dos livros confiscados.
Meu comentário: muitos dizem que ele era um nazista, e eu já li em muitos lugares que havia um grande movimento nazista ocultista que perseguia artefatos desconhecidos, cidades perdidas, coisas do gênero. Se isso é mesmo verdade, então ele poderia ter mesmo livros raros ali dentro. Aliás, eu até acho que ele podia estar ali procurando uma entrada para alguma cidade perdida dentro da montanha.

Sei que é tudo muito fantasioso, tudo não passa de boatos. Mas vai que alguém também ja ouviu a mesma coisa... Ou melhor ainda: vai que alguem confirme alguma dessas informações!

Existe uma placa com palavras em um idioma que parece latim. Após ver uma foto da placa, pesquisei um pouco e descobri que se trata do início do Canto 3 - 'Portais do Inferno' da "Divina Comédia" de Dante Allighieri.
A inscrição que existe (embora eu nunca tenha visto pessoalmente a placa) em algum lugar perto do castelo é a seguinte:

"Per me si va ne la città dolente,
per me si va ne l'etterno dolore,
per me si va tra la perduta gente.

Giustizia mosse il mio alto fattore:
fecemi la divina podestate,
la somma sapienza e 'l primo amore.

Dinanzi a me non fuor cose create
se non etterne, e io etterno duro.
Lasciate ogne speranza, voi ch'entrate"

Traduzindo:

"Por mim se vai das dores à morada,
Por mim se vai ao padecer eterno,
Por mim se vai à gente condenada.

Moveu Justiça o Autor meu sempiterno,
Formado fui por divinal possança,
Sabedoria suma e amor supremo.

No existir, ser nenhum a mim se avança,
Não sendo eterno, e eu eternal perduro:
Deixai, ó vós que entrais, toda a esperança!”

Agora, a razão para o Hardy ter deixado registradas essas palavras ali está além do meu conhecimento.
_________________________________________________

Apenas o áudio de conversa com moradora, hoje vizinha da propriedade, que trabalhou como caseira do "nazista". A partir dos 4 minutos de gravação, iniciamos a gravação de imagens e repare como estranhamente a câmera está embaçada. Detalhe: as outras 2 câmeras do grupo também estavam embaçadas no mesmo momento:


Depois de normalizada a situação, registramos nossa visita ao Castelo: E pra encerrar, registro que precisamos de muitas baterias e pilhas, além de várias tentativas pra poder finalizar e colocar essa matéria no ar. Estranhamente, a pilha e baterias acabavam, a câmera usada apareceu trincada internamente no visor (cristal líquido), enfim... coincidências sobrenaturais!
--> ------------------------------------------------------- Das Schloss der Nazi (Castelinho von Peruibe) Das Schloss der Nazi (Castelinho von Peruibe) Eine Aura von Geheimnis rund um die deutsche Burg, befindet sich in Prainha, in der Serra Itatins in Peruibe. Es ist eine Burg mit mittelalterlichen Stil, verlassen sie, sagen sie, von einem deutschen Mitglied der Nazi-Regierung gebaut wurde, floh am Ende des Zweiten Weltkrieges nach Brasilien. Niemand bestätigt dies (wenn auch nur, weil die Deutschen vom Stigma leiden, dass sie Nazis, reines Vorurteil, nicht alle kooptiert mit Hittler Regierung), aber das Schloss ist ein seltsamer Anblick in der Mitte des Atlantiks. Ein Besuch lohnt sich. Sie sagen, dass dieses Schloss in der Form zu mittelalterlichen europäischen Küsten Schlösser, Anhänger der Tempelritter Institution gebaut wurde. Deutsches Schloss (NS) in Peruibe, inmitten des Waldes von Jureia. Die Legende besagt, dass es eine Nazi lebte, der Lehrer Wahrheit Hardy Lopes Giusti, der eine Frau gefangen im Turm gehalten. Die Gruppe war persönlich auf der Bühne und sprach mit der Heimat, die noch dort lebt, direkt neben dem Schloss, das mit ihm habe, war zu beschäftigt und war eigentlich seine Mutter, die mit psychischen Problemen war verschlossen gehalten. Es heißt, er hat sich umgebracht. Mehrere Personen berichteten über die Burg zu wissen, seit den 70er Jahren in einem Orkut-Gemeinschaft die Legenden, dass Peruibe Strand zirkulierenden Adresse gemacht. Wir waren dort in Person und machten Fotos und Videos gemacht externer Besuch im Schloss. Eine der Kameras wurde auf mysteriöse Weise getrübt und Batterien hatte für die Bildwiederherstellung verwendet werden, da ohne Erklärung entladen und drei Kameras Bilder gleichzeitig verschleiert. Dennoch gelang es uns, ein paar schnelle Besuch Aufzeichnungen zu machen. Was fasziniert, ist herauszufinden, warum das Schloss von Fallen voll ist, scharfe Haken und Kabel, und unheilvolle Bilder, wie Statuen, Wappen, durchquert eine sichtbar Kerker jemand zu halten und zu isolieren gemacht, unter anderen Geheimnisse. Das Schloss liegt inmitten des Waldes von Prainha in Peruibe entfernt. Schwer zugänglich, es gibt viele Legenden in der Umgebung, darunter mehrere Vorkommen von Nachtlichter, Episoden von seltsames Tier Todesfälle, die ihr Blut hatte durchgesaugt, ohne eine Spur sogar auf dem Boden zu verlassen oder U-Bahn, ohne jede Spur von ihm ein anderer zu sein Tier oder Mensch. Diese Tatsachen wurden zu außerirdischen Vorkommnisse zugeschrieben, aber ich habe meine Zweifel, ob dies nicht böse Kreaturen (Vampire oder Dämonen). Solche Ereignisse wurden in anderen Ländern von Südamerika und den USA identisch registriert. Wir behandeln sie mehr nach vorne.

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Marcadores

Follow by Email

Recent Posts

Postagens populares

Minha lista de blogs