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7 de mar de 2013

Corpo Astral em Ataques Ocultos

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Uso do Corpo Astral em Ataques Ocultos

A expressão “corpo astral” vem da idade média, e foi originalmente empregada pelo astrólogos da época, numa tentativa de explicar de que maneira a influência dos astros agia sobre a substância física. Segundo eles, o corpo físico mantinha dentro de si uma duplicata de matéria astral, isto é; de matéria sutil do mesmo tipo das influências irradiadas pela esfera celeste (da qual a Terra, naturalmente, era considerada o centro), e era através do impacto destas influências transmitido pelo corpo astral ao corpo mais grosseiro que os astros influenciavam a vida humana.

A astrologia caiu em descrédito durante o Século dezenove, que foi o século de grande avanço do pensamento materialista; mas o desenvolvimento da física e da química tem levado os cientistas modernos a aceitarem a possibilidade de radiações muito sutis serem transmitidas continuamente através do espaço sideral. As experiências com fotografia áurica, iniciadas pelos russos, indicam que todo corpo vivo está rodeado de uma aura de energia, de uma gama vibratória visível ao olho físico; e modernos biólogos começam a admitir a influência do movimento aparente do sol, e do movimento real da lua, sobre a vida na superfície do nosso planeta, inclusive a vida humana.

Os iniciados, entretanto, nunca tiveram dúvidas quanto à existência do “corpo astral”; apenas, eles vão mais além: o assim chamado corpo astral compõe-se de diversas estruturas, cada qual de uma determinada gama vibratória, e cada qual com uma determinada função. Os hindus, e principalmente os budistas, tem feito uma análise muito aprofundada dos veículos de que se compõe o “corpo astral” dos místicos medievais do ocidente.

Certas pessoas tem um “corpo astral” mais desenvolvido que o normal, seja devido ao treino deliberado, seja devido a herança genética, seja às influências magnéticas do local onde vivem ou das pessoas com as quais entram em contato. Por exemplo: iniciados treinados, principalmente se são de um alto grau, mas não de um grau suficientemente elevado para terem aniquilado o Ego,[1] possuem personalidades intensamente magnéticas, perturbadoras para pessoas sensíveis que não estão acostumadas à presença de força psíquicas em estado de tensão. Em circunstâncias nas quais aspirantes já de certo desenvolvimento ampliam a consciência dos veículos internos mais facilmente, aqueles que não estão preparados podem ser extremamente perturbados pela vizinhança constante de um iniciado. Portanto, ocultistas avançados que, sem terem ainda alcançado total equilíbrio e aniquilação de seus poderes, permitem a profanos a entrada em seu círculos, e estão sendo imprudentes e até indiscretos; mas não podem, com justiça, serem acusados de abusarem de suas faculdades. Eles emanam força involuntariamente, devido à sua alta carga interna. Os iniciados de maior adiantamento[2] sempre vivem afastados da multidão, pois eles não apenas precisam de isolamento para seu trabalho, como sua influência produz uma reação psíquica violenta em profanos.

Faz algum tempo, aquela colega nossa a quem já nos referimos, tendo alcançado o trabalho correspondente ao Grau de Philosophus da A\A\, estabeleceu uma Abadia de Thelema num local que não especificaremos, onde seus discípulos imediatos podiam ir para retiros e treinos mágicko. Um de seus Neófitos, muito bem intencionado, tendo conhecido um homem que se dizia interessado em psiquismo, solicitou permissão para trazê-lo em sua companhia para uma visita. Como já dissemos antes, nossa colega é extremamente confiante, e consentiu na visita de um profano. As condições eram especiais, pois segundo o Neófito, seu conhecido estava a beira de um colapso nervoso, e talvez a atmosfera da Abadia o auxiliasse a se recuperar.

O profano era uma pessoa extremamente sensível, escrupulosamente limpa, e com uma acentuada repugnância por sujidade de qualquer tipo. Suas simpatias especiais em psiquismo eram teosofia e as obras de Max Heindel. Ele seguia uma dieta estritamente vegetariana e era extremamente meticuloso em seus hábitos. Sua obsessão pela limpeza pessoal e a de seu meio ambiente, seu vegetarianismo, que ele declarava decorrer de uma profunda repugnância pela violência e pelo sangue, e seu incessante interesse por misticismo haviam impressionado o Neófito como sintomas de espiritualidade. Infelizmente, quando nossa colega consentiu na visita, ela ainda não sabia destas características do visitante, que teria reconhecido imediatamente como sintomas de um temperamento sadomasoquista extremamente reprimido.

Quando o visitante, a quem chamaremos de Sr. N., chegou à Abadia, ocorreu um curioso incidente. A Abadia possuía um jardineiro, o qual por sua vez possuía um cachorro, viralata extremamente amigável e pachorrento, cuja ocupação favorita além de coças as pulgas era dormitar em frente ao portão. N., tendo saltado do taxi que o trouxera da estação, e pago o preço da viagem, agachou-se ao lado do animal para acariciá-lo.

O cachorro levantou-se de um pulo e saiu ganindo com o rabo entre as pernas para os fundos do quintal, de onde não saiu até a hora do almoço, para grande espanto de seu dono, que nunca vira o animal proceder assim. O Jardineiro declarou mais tarde que desde o primeiro dia desconfiara de N., por causa da reação do seu cão ao contato com o visitante.

Fora este incidente inicial, N. causou excelente impressão ao pessoal da Abadia, inclusive a nossa colega, a qual não estivera presente a sua chegada, e só soube do caso com o cachorro alguns dias depois.

Era um homem quieto, bem comportado, de palavras comedidas, inteligente e culto. Suas opiniões sobre ocultismo, em muitos pontos, diferiam radicalmente daquelas do pessoal da Abadia, mas não houve qualquer atrito durante o dia. O visitante declarou-se encantado com a Abadia e seus habitantes, e expressou desapontamento apenas pelo fato de que lhe haviam reservado um quarto separado: ele supusera que iria dormir no mesmo quarto que o Neófito responsável pela sua vinda. Nossa colega explicou-lhe delicadamente que o Neófito tinha que dormir sozinho, pois estava executando certas práticas que faziam parte de seu programa de treino, e N. pareceu ficar conformado com a explicação.

Naquela noite, o Neófito acordou de um profundo pesadelo, sentindo, como escreveu em seu diário, “um peso que lhe oprimia o peito”. Mesmo depois de acordar e levantar-se, parecia-lhe como se atmosfera do quarto estivesse impregnada de uma influência doentia. Ele executou os rituais de banição próprios do seu grau e voltou a adormecer sem mais incidentes.

Na manhã seguinte, entretanto, durante o café ele mencionou seu pesadelo, e para seu espanto os outros membros da comunidade declararam em peso que eles, também, haviam experimentado pesadelos durante a noite, com exceção de nossa colega. É claro que, nas circunstâncias, começaram a comparar o que havia acontecido com cada um. Os pesadelos tinham sido do mesmo tipo, inclusive a sensação de opressão no peito. No auge da discussão, N. que se havia retorcido irrequieto em sua cadeira desde o primeiro instante em que se mencionara pesadelos, protestou muito nervoso:

- Por favor, não falem dessas coisas tão mórbidas que eu fico com mal-estar!

Em deferência ao visitante, o assunto foi encerrado; mas nossa colega, para quem a paz da comunidade era muito importante, uma vez que estava sob sua responsabilidade, sentiu que a Abadia estava sob alguma forma de ataque; não era normal que todos seus estudantes tivessem tido o mesmo pesadelo, e isto na mesma noite. A única influência nova na casa era a de N., portanto, ela resolveu ficar de olho nele. Conforme ela comentou mais tarde, não lhe ocorrera ainda que os acontecimentos pudessem ser causados por ele; era simplesmente que a entrada de um profano representava uma quebra no círculo.[3]

Naquela noite, uma das Probacionistas da Abadia, sentindo um premonição, percorreu a casa inteira na hora de dormir, experimentando portas e janelas para ver se estavam bem trancadas. Ela encontrou-se com N. (que vinha do banheiro) num corredor, e este perguntou-lhe o que estava fazendo.

- Estou com a impressão de que há uma influência hostil nos rondando – explicou a moça. –Um ladrão, ou alguma coisa assim.

N. deu uma risada.

- Sua bobinha! Não adianta trancar as vias de entrada, o perigo está dentro da casa. Vá para seu quarto e feche a sua porta à chave.

A Probacionista, entretanto, continuou seu trabalho de verificar se estava tudo bem fechado, e ao retirar-se para seu quarto não trancou a porta; isto era coisa que nunca fora necessário na Abadia, onde a privacidade de cada um era respeitada com o máximo de rigor. Apesar disso ela passou uma noite normal, não experimentando qualquer pesadelo.

O mesmo, entretanto, não ocorreu com o Neófito responsável pela vinda de N .. Por volta das duas da madrugada ele experimentou o mais terrível pesadelo que já tivera na sua vida, e acordou suando frio, como se alguém o estivesse forçando a se manter deitado, ou jazesse sobre ele. Ao sentar-se no leito ele viu distintamente a cabeça de N. flutuando no ar aos pés da cama, diminuindo rapidamente de tamanho, e arreganhando os dentes ferozmente como numa ânsia de mordê-lo. “ Foi a coisa mais maligna que já vi até hoje”, ele escreveu mais tarde em seu diário. Em vez de tentar pegar de novo no sono, ou de executar os rituais de banição, o Neófito sentiu-se tão abalado que saiu do quarto e foi bater a porta de sua superiora, nossa colega, que também estava experimentando uma noite inquieta, embora não tão desagradável, e acordou facilmente de seu sono. Ela ouviu com atenção o relato do Neófito e depois fez-lhe diversas perguntas pertinentes. Como resultado, o Neófito revelou que N. tinha recentemente lhe feito uma proposta homossexual, que fora polidamente recusada.

Entre Thelemitas, naturalmente, homossexualidade não é vergonha nem crime, apenas um ato de escolha pessoal. Nossa colega não ficou chocada pela revelação de que N. tinha tais apetites, mas a situação estava agora esclarecida.

- Vá dormir! Disse ela ao seu discípulo – e deixe isso comigo.

O Neófito voltou ao seu quarto, sentindo-se bastante aliviado. Nossa irmã esperou que ele fechasse a porta e traçou astralmente um pentagrama no centro do umbral, apontando para fora. Então retirou-se aos seus aposentos, onde executou uma prolongada adivinhação pelo Taro.

O Neófito passou o resto da noite tranqüilo, com um profundo sono reparador.

Na manhã seguinte, o aspecto de N. à mesa de café era chocante: estava profundamente pálido, suas mãos e lábios tremiam continuamente. Nossa colega, observando-o, perguntou aos circunstantes como haviam passado a noite. Desta vez, constataram que as mulheres, embora com sono inquieto, não haviam tido nenhum pesadelo; mas dois rapazes declararam que haviam novamente experimentado uma sensação de peso e desconforto sobre o peito.

- Apenas sobre o peito – disse nossa colega, não sem malícia – ou também sobre alguma outra parte do corpo?

Neste momento N. levantou-se tão bruscamente que sua cadeira foi arremessada ao chão.

- Parem com isso! – ele gritou, puxando os cabelos. –Parem de me torturar!

Enquanto os circunstantes, com exceção de nossa colega, o contemplavam boquiabertos, ele ejaculou uma série de acusações frenéticas e disparatadas contra a companhia. Eles o estavam perseguindo e insinuando coisas sobre ele. Voltou-se para o Neófito responsável pela sua presença na Abadia e acusou-o de crueldade, frieza e zombaria. Finalmente debulhando-se em lágrimas, saiu correndo da sala e foi trancar-se em seu quarto.

A situação seria cômica se não fosse patética. Os circunstantes se entreolharam consternados. Uma das moças começou a rir, e parou tão subitamente quanto começara. Os olhos se voltaram para a cabeça da comunidade.

- N. está passando por uma Ordália iniciática – disse nossa colega. –Não se preocupem, deixem isso comigo.

Enquanto a congregação terminava o café da manhã com menos conversa e mais gravidade que de costume, nossa irmã foi a cozinha, encheu um vasilhame de água onde dissolveu um pouco de sabão, fez certos sinais e pronunciou certas palavras, e foi até o quarto ocupado por N., onde traçou no centro limiar da porta um pentagrama apontando para dentro.

Normalmente, com a passagem do sol acima ou abaixo do horizonte, a força magnética desses sinais se dissolve e é necessário refazê-los. Mas a sensibilidade de N. era tal que ele não saiu do quarto até a manhã do dia seguinte, quando nossa irmã foi pessoalmente buscá-lo.

É desnecessário dizer que a comunidade dormiu tranqüilamente aquela noite, sem quaisquer incidentes.

Durante o dia seguinte nossa irmã teve uma longa conversa com N.. Este fora educado numa cidadezinha de Minas Gerais como rigoroso católico, sua família sendo fanaticamente religiosa. Na adolescência, havia sido mandado para um seminário, onde, como infelizmente é comum, fora condicionado a homossexualidade por um de seus receptores. Embora a família tivesse desejado que N. seguisse o sacerdócio católico romano, tal não aconteceu porque quando o rapaz tinha dezoito anos foi descoberto em flagrante com seu preceptor em atividade sexual. O preceptor, como acontece, acusou N. de tê-lo tentado e insistido na relação, e o infeliz seminarista foi forçado a sair do estabelecimento em desgraça.

Nossa colega, baseada em suas conversações com N. e na longa adivinhação pelo Taro, chegou as seguintes conclusões:

N. era um temperamento sensível e impressionável, que talvez não tivesse tido tendências ao homossexualismo de berço, mas fora condicionado a este tipo de atividade por um padre devasso. O choque de ser expulso do colégio o antagonizara com a Igreja Romana, pelo que ele se ligara ao tipo de misticismo emocional e elementar que mais se assemelha ao Romanismo, isto é a teosofia de Max Heindel, sem ser exatamente cristão. A atividade homossexual exacerba tendências ao sado-masoquismo e provoca um desenvolvimento anormal do corpo Etérico. Na atmosfera altamente carregada da Abadia, o corpo astral de N. se exteriorizara inconscientemente durante o sono, e procurara satisfazer seus apetites frustrados pela recusa do Neófito em ter relações com ele. Na primeira noite todos haviam sido atacados, com exceção de nossa colega, cuja aura era demasiadamente forte para ser afetada; mas na Segunda noite, tendo feito sua escolha magnética, o astral de N. atacara apenas homens mais jovens, começando pelo Neófito que o atraíra.

Quando a situação foi explicada a N. por nossa colega, ele sentiu-se extremamente consternado por sua conduta. Nossa colega tranqüilizou-o, apontando que ninguém é responsável por seus atos a não ser depois que se torna cônscio deles.

N. ficou a Abadia durante mais uma semana, benquisto por todos; mas toda noite nossa colega tomou a precaução de selar o umbral da porta do visitante com o pentagrama traçado com água e sabão, apontando para dentro, a fim de impedir que o astral de N. se exteriorizasse durante o sono e saísse para “assombrar” o resto dos habitantes.[4]

O exemplo que acabamos de dar, trata-se de um ataque astral inconsciente. É preciso que as pessoas compreendam que cada um dos nossos “veículos” ou planos de consciência, se assim preferimos, tem seu próprio “quartel general” de controle, análogo ao celebro físico. Ponderemos, por exemplo, a maneira como nossas funções fisiológicas são normalmente executadas sem qualquer necessidade de intervenção da mente consciente. O sistema nervoso reflexo se encarrega da manutenção da saúde física, deixando as faculdades volitivas conscientes livres para executarem outro tipo de trabalho. Pensemos, por exemplo, o que seria a nossa vida se tivéssemos de respirar conscientemente para viver! Este, aliás, é um fenômeno que às vezes ocorre na prática de Pranayama.

Há pessoas que tem um corpo astral extremamente desenvolvido, como resultado de herança genética, ou treino involuntário, ou treino deliberado. Se tais pessoas não mantém o corpo astral sob controle, ele tenderá a divagar além do corpo físico, o que é bastante perigoso. Assim como no caso de N. seu corpo astral, estimulado pelas práticas homossexuais, depois dinamizado pela atmosfera magnética carregada da Abadia, exteriorizou-se para procurar satisfazer os apetites reprimidos de seu dono, pode acontecer que o corpo astral, divagando a esmo no astral, seja atacado, e até mesmo capturado, por uma influência hostil. Isto acontece freqüentemente com os praticantes do espiritismo, principalmente os Kardecistas, que não tomam a mínima precaução mágicka para testar ou selecionar as influências às quais permitem acesso a seus veículos e a seus locais de trabalho e moradia. A aura de certos médiuns espíritas, em conseqüência, é um poço de imundície astral. O que é pior, sua influência malsã é infecciosa. Sentimentalismo piegas, negativismo emocional, receptividade mórbida são apenas alguns dos seus efeitos. Doenças nervosas, da pele, lesões do sistema muscular e da espinha dorsal, falta de concentração mental, tendência ao exagero, ou à mentira, e até ao roubo, são outros efeitos da mediunidade imprudente. As exceções são pouquíssimas. Homens e mulheres de um alto grau de verdadeira pureza pessoal e firmeza de caráter tem auras que inibem as entidades mais baixas, principalmente se eles selecionam cuidadosamente seus associados, como ocorre no candomblé legítimo. Mas infelizmente, tais casos são a exceção e não a regra.

Se a aura de um sensitivo faz parte de um corpo astral desenvolvido por herança genética,[5] e a pessoa não exercita nem domina seu veículo sutil, este tenderá a divagar no astral e a freqüentar as correntes magnéticas com que adquiriu afinidade em existências anteriores. Em certos casos, o corpo astral pode estar mais desenvolvido que as faculdades volitivas do corpo físico na existência presente, e fenômenos semelhantes ao de dupla personalidade podem ocorrer. Do ponto de vista iniciático, isto é altamente indesejável, mas alguns médiuns e “psíquicos” se orgulham de uma tal situação.

Em certa ocasião, um indivíduo que desejava adquirir dominação psicológica sobre nós, declarou-nos que conversava freqüentemente com o nosso Ente Mágicko, o qual “lhe dava conselhos”.

- Talvez isso possa ocorrer, nós lhe replicamos, mas se meu Ente Mágicko, lhe disser para fazer coisas que contradigam o que eu lhe digo quando estou em meu corpo físico, você não estará falando com meu “Ente Mágicko” coisa nenhuma, e sim com algum elemental ou demônio tentando me personificar.

O cavalheiro em questão, vendo o tiro lhe saiu pela culatra, afastou-se de nós. Descobrimos mais tarde que se tratava de um hábil vigarista, especializado em explorar a megalomania de pseudo-místicos; usava um nome falso e já extorquira enormes quantias em dinheiro de diversas “sociedades ocultas” brasileiras.

A técnica desta particular vigarice baseia-se em que a maioria dos ocultistas não tem a mínima concepção do que é realmente o caminho Iniciático. Tais infelizes mais que depressa aceitam a idéia de que seus “Entes Mágickos” são capazes de aparecer a “seus discípulos” à sua revelia e sem seu conhecimento consciente. Aí, o “discípulo” começa a dizer ao “mestre” o que este supostamente lhe disse enquanto estava se manifestando magicamente. Antes que o “mestre” perceba, estará atacando as coisas que o “discípulo” lhe diz que ele disse nas “visões”. Desse momento em diante, o verdadeiro “mestre” é o “discípulo”.

O que deve ser claramente compreendido é que as faculdades humanas que representam a Individualidade, à Volição, e a Compreensão espirituais estão completamente acima de qualquer manifestação astral. Elas estão além do Abismo, e o corpo astral não existe além do Abismo.

Como diz O Livro da Lei, cap. I, 8-9:

O Khabs está no Khu, não o Khu no Khabs.

Adorai então o Khabs, e vede minha luz derramar-se sobre vós!

O Khabs é a “Estrela”, isto é, a centelha do Fogo Divino em cada ser humano, seja homem ou mulher. O Khu é o termo que os antigos egípcios usavam para descrever o Ente Mágicko do Iniciado. Este Ente Mágicko, que corresponde ao “Corpo de Glória” do místico cristão, consiste na purificação e harmonização de todos os veículos inferiores. É este Ente Mágicko que é dissolvido voluntariamente pelo Adepto Exempto ao cruzar o Abismo.

Identificando-se com o Khabs, o Iniciado ativa o Ajna Chakra, que corresponde a Hadit no sistema hindu. Como resultado, a Energia Cósmica se concentra no Sahasrara, que corresponde a Nuit, e a Luz das Estrelas se derrama sobre o Iniciado.

Até a etimologia dos termos hindus para os “éteres” mais sutis, Adhi e Anupadaka, se assemelha aos termos egípcios correspondentes, Had e Nu. Isto sugere que ambas as correntes iniciáticas tiveram a mesma origem num passado mais longínquo, talvez na legendária Atlântida ou na legendária Mu

Isto é um assunto que só pode ser de interesse aos historiadores. O que nos concerne, na prática, é a absoluta necessidade de controlar o corpo astral, e mentê-lo sempre sob domínio daquelas faculdades em nós que representam a nossa Verdadeira Vontade.

Iniciados de corpo astral muito desenvolvido, mas de baixa ética, podem ser muito perigosos, não só para os profanos como para outros Iniciados. Os leitores não devem julgar que um corpo astral bem desenvolvido é sinal automático de alta espiritualidade; isto seria o equivalente de supor que um halterofilista de enormes músculos é necessariamente uma pessoa de elevados sentimentos e nobres intenções. Citaremos um caso bastante ilustrativo, da experiência de uma iniciada da antiga Aurora Dourada, atualmente reformulada como a Ordem Externa da A\A\.

No primeiro ano deste século, Aleister Crowley, que subira rápidamente nos Graus da Aurora Dourada, instituiu um exame mágicko da Ordem e seus “chefes” e, tento chegado a conclusão de que a organização perdera seus laços com os planos espirituais destruiu-a ocultamente.[6]

Uma das poucas pessoas de valor que ainda estavam ligadas à Aurora Dourada na ocasião era Violet M. Firth, mais conhecida de ocultistas pelo seu pseudônimo de Dion Fortune. A Sra. Firth escreveu uma série de artigos para uma conceituada revista de ocultismo inglesa, descrevendo as manobras espúrias de falsos iniciados, mas sem se referir diretamente à Aurora Dourada, a qual era seu único contato com Magick e misticismo naquela época.

Infelizmente para a Sra. Firth, seu grau era muito abaixo do de Crowley, e ela começou a experimentar estranhas sensações de ameaça e de pressão oculta. A seguir, começou a ter experiências de clarividência involuntária. Isto era alarmante, pois iniciados treinados não tem experiências psíquicas involuntárias a não ser em circunstâncias muito fora do normal. Um médium kardecista pode se alegrar de ver subitamente a fisionomia de um “falecido” lhe aparecer à frente; um ocultista treinado interpretará o fenômeno como uma quebra naquela separação que sempre deve ser mantida entre os diversos planos de consciência. Como disse a própria Srs. Firth, ao relatar sua experiência: “No método pelo qual eu fui treinada somos ensinados a manter os diversos planos de consciência estritamente separados, e usamos uma técnica específica para abrir e fechar os portais. Em conseqüência, a gente raramente experimenta um psiquismo espontâneo: nossas visões se assemelham às de um cientista usando um microscópio para examinar materiais previamente escolhidos.”

As experiências anormais da Srs. Firth se avolumaram ao ponto em que, no seu estado normal de vigília, ela começou a ver faces demoníacas aparecerem e desaparecerem de relance, a qualquer momento, e quando ocupada com qualquer assunto. Neste ponto, ela já começara a suspeitar que estava sob ataque, e corretamente atribuiu o ataque à série de artigos que havia publicado denunciando abusos em fraternidades pseudo-ocultistas; mas ela não identificara ainda o atacante, e mais tarde escreveu: “Qual a minha surpresa, então, ao receber uma carta de uma pessoa que eu considera minha amiga, e pela qual eu sentia o máximo respeito, uma carta que não me deixou em qualquer dúvida quanto à fonte do ataque que eu estava sofrendo, e quanto àquilo que eu poderia esperar se continuasse a escrever meus artigos!”

A pessoa em questão, cujo nome a Sra. Firth não revelou em seu relato, era a esposa do pretenso “chefe” da Aurora Dourada, denunciado por Crowley, o qual usava, indevidamente, o nome de “MacGregor Mathers” (mencionado em “Liber LXI”, A Lição de História, sob o Mote S.R.M.D.) Moina Mathers, irmã do filósofo francês Henri Bergson, tomara as dores do marido no conflito deste com Crowley. Tanto ela quanto Mathers pouco podiam fazer contra Crowley, um iniciado de grau muitíssimo mais elevado que o deles; [7] mas o caso de Dion Fortune era outro. Como ela mesmo escreveu: “Posso dizer com toda mínima suspeita de que esta pessoa estava envolvida nos escândalos que eu estava denunciando. Evidentemente eu tinha me metido em assuntos bem mais graves do que pensara.”

Muitas críticas podem ser feitas a Dion Fortune, mas coragem de brigar (exceto com Crowley, a quem ela nunca compreendeu, mas cujas obras copiou descaradamente, e a quem ela instintivamente respeitava) nunca lhe faltou. Meditando sobre a situação, ela chegou a conclusão de que a publicação dos seus artigos era necessária, e lhe fora inspirada pelos Vigilantes Invisíveis. A série de artigos já estava completa, mas havia sido apenas parcialmente publicada; ela poderia ter impedido que a publicação continuasse.

Ela decidiu permitir que a série se completasse. [8] Continuando a citar o seu relato:

“O Equinócio de Primavera tinha chegado. Devo explicar que esta é a mais importante época do ano para ocultistas.[9] Grandes marés de forças estão fluindo nos Planos Internos, e são muito difíceis de manipular. Se vai haver perigo astral, usualmente a situação eclode nesta época. Há também certas reuniões que ocorrem no Plano Astral, e muitos ocultistas a elas comparecem fora do corpo físico. A fim de fazer isto, temos de nos colocar numa espécie de transe, e então a mente fica livre para viajar. É costumeiro pedir a alguém que entende destes assuntos para ficar de guarda ao lado de nosso corpo físico enquanto este está vazio, a fim de impedir que ele sofra algum dano.[10]

Continuando ela diz: Em via de regra, quando estamos sofrendo um ataque oculto a gente se conserva a qualquer custo no estado normal de consciência, e dorme durante o dia e permanece desperta e meditando quando o sol está abaixo do horizonte. Mas, como o azar ocasionalmente impõe, eu estava obrigada a sair numa viagem astral nessa ocasião.[11]

Minha atacante sabia disso tão bem quanto eu. Portanto, executei meus preparativos com todas as precauções de que pude lançar mão: reuni um grupo de discípulos cuidadosamente selecionado para formar o círculo de guarda, e selei o local da operação com cerimonial costumeiro. Eu não tinha muita fé nesta ultima precaução nas circunstâncias, pois minha atacante era de um grau mais alto que o meu,[12] e poderia passar por quaisquer selos que eu sabia impor. Mas ao menos, os selos me protegiam contra forças mais baixas.

“O método de executar estas viagens astrais é altamente técnico, [13] e não posso aqui me estender sobre o assunto.

Na linguagem da psicologia, trata-se de auto-hipnose através de um símbolo.[14] De acordo com o símbolo escolhido, nós obtemos acesso a diferentes seções do Invisível. O iniciado treinado, portanto, não vagueia pelo astral como um fantasma perturbado, mas vem e vai através de corredores definidos.

“A tarefa de minha inimiga, portanto, não era difícil, pois ela sabia a que horas eu teria de fazer esta viagem, e o símbolo que eu teria que usar para deixar meu corpo.[15]

Por isto eu sabia que teria que enfrentar oposição, embora não soubesse de que forma esta oposição apareceria.

“Essas viagens astrais são na realidade sonhos lúcidos em que nós retemos todas as nossas faculdades de escolha, poder de vontade, e discernimento. As minhas sempre começam com uma cortina de cor simbólica,Y através de cujas dobras eu passo. Assim que eu passei pela cortina nessa ocasião, vi a minha inimiga esperando por mim, ou se outra terminologia for preferida, comecei a sonhar com ela. Ela me apareceu nas vestimentas completas do seu grau, que são magníficas. Barrando minha entrada, foi logo dizendo que por virtude de sua autoridade ela me proibia de utilizar esse corredores mágickos." Repliquei que não admitia o direito dela me barrar apenas porque estava pessoalmente zangada comigo, e que eu apelava para os Chefes Internos, aos quais tanto ela quanto eu estávamos obrigadas. Então começou uma batalha de vontades na qual experimentei a sensação de ser arremessada pelo ar e de cair de uma grande altura, e me percebi de volta a meu corpo. Mas meu corpo não estava onde eu o havia deixado, e sim num amontoado no canto mais afastado da sala, onde tudo estava derrubado e espalhado como se lá estivesse explodido uma bomba. Através do fenômeno de repercussão, a luta astral aparentemente se comunicara ao meu corpo físico, o qual dera cambalhotas em volta do aposento enquanto o agitado grupo de guardiões retirava a mobília de sua passagem!

A experiência me deixara um pouco intimidada, pois não havia sido agradável. Admiti para mim mesma que fora derrotada, e que havia sido expulsa com sucesso dos caminhos astrais; mas compreendi também que se eu aceitasse esta derrota minha carreira oculta estaria terminada. Assim como uma criança que acaba de cair de um cavalo de ser recolocada imediatamente na sela, ou jamais terá coragem de cavalgar de novo, senti que eu tinha que encetar novamente minha viagem astral a qualquer custo. Assim, disse aos meus discípulos que se acalmassem e reformulassem o círculo, porque nós tínhamos que tentar de novo; invoquei os Chefes Secretos, e exteriorizei-me novamente. Desta feita houve um combate rápido e duro, e atravessei a barreira. Tive a Visão dos Chefes Interno, e regressei.

A luta estava terminada. Nunca mais experimentei qualquer problema. Mas quando tirei minhas roupas a fim de ir dormir naquela noite, minhas costas estavam muito doloridas, e com uma lente examinei a pele num espelho. Do pescoço à cintura eu estava coberta de arranhões, como se estivesse estado nas garras de um gato gigantesco.

Contei esta história a alguns amigos, ocultistas experientes, que no passado haviam estado associados à pessoa com a qual eu tive este problema, e eles me disseram que ela era bem conhecida por este tipo de ataque astral. Um amigo deles, após uma alteração com ela, tivera um experiência exatamente similar; ele ficara coberto de marcas de unhas afiadas. Nesse caso a pessoa ficara doente durante seis meses e tinha se afastado completamente do Ocultismo.”

Dio Fortune, ou Violet M. Firth, prossegui seu relatório desta experiência mencionando a morte misteriosa de uma moça, encontrada nua nos rochedos de uma praia irlandesa em circunstância que indicavam que estivera fazendo uma invocação mágicka. Seu corpo estava coberto de marcas semelhantes, e ela também estivera associada a Moina Mathers.

Mas aí já saímos do terreno do ocultismo para entrar no das fofocas. Tanto a Srs. Mathers quanto a Srs. Firth já morreram faz tempo, e tais marcas continuam a ocorrer. O autor destas linhas já as descobriu sobre seu corpo após ataques mágickos. Elas decorreram da dilatação excessiva, com conseqüente hemorragia, dos vasos capilares periféricos. A hemorragia deixa marcas semelhantes a arranhões. Não precisamos, portanto, atribuir ataques astrais à alma de Moina Mathers, ou à infeliz família dos felinos. As marcas são realmente, o resultado de repercussão de pressão etérica sobre o corpo físico; mas decorrem normalmente de qualquer tipo de luta psíquica, a qual produz o fenômeno de “stress” no organismo carnal.

[1] Um paradoxo aparente do trabalho iniciático é que nós começamos por nos fortificarmos e desenvolvermos ao máximo possível e terminamos por destruir o castelo fortificado que erigimos.

[2] De Dominis Liminis a Adeptus Minor principalmente.

[3] Explique-se: uma comunidade mágica está normalmente defendida, não só pelos rituais de banimento que são feitos diariamente, como também pelos rituais de invocação. A atmosfera psíquica atinge portanto um estado de alta tensão; a defasagem entre a vida anímica da comunidade e a gama vibratória normal fora da comunidade é muito grande. Nestas circunstâncias, uma influência discordante só pode manifestar vinda de fora se tiver algum foco de afinidade dentro do círculo. Esta é a origem da lenda de que um vampiro só pode penetrar numa casa com o consentimento de alguma pessoa que se encontra lá dentro.

[4] A finalidade do sabão era prover um fixador para o magnetismo: a água pura é excelente condutor, e por isso não acumula. Ela poderia ter usado sal, ou alguma outra substância; mas o sabão serve tanto quanto qualquer outra, e é mais barato. Como já dissemos, para que a proteção seja constante, é necessário renová-la após o pôr e nascer do sol, ocasiões em que a atmosfera magnética de qualquer local sofre radicais alterações.

[5] Usamos a expressão “herança genética” onde outros poderiam dizer “trabalho em encarnações passadas”. Não vem ao caso aqui qual das duas expressões descrevem melhor os fatos. Pois na prática o resultado é o mesmo. Não estamos interessados no problema, se é que é problema, da sobrevivência da alma. Estamos bastante interessados, porém, no que a “alma” faz em sua presente existência.

[6] O iniciado que assim proceder, tem de assumir o Karma da organização destruída e criar, no plano físico, uma nova organização que preencha a lacuna deixada pela outra e não sofra dos vícios e defeitos dela.

[7] Embora Mathers se gabasse de ser Adeptus Major, e reclamasse igual dignidade para a esposa, ambos não haviam ultrapassado o Grau de Practicus, enquanto Crowley já era Dominus Liminis, mesmo antes de receber “Liber AL”

[8] Esta decisão, em face de uma ameaça pessoal cuja gravidade ela não subestimava, foi que possibilitou sua passagem ao Grau de Zeladora.

[9] Este tipo de asserção categórica demonstra o pouco desenvolvimento oculto de Dion Fortune, que naquela existência nunca passou à Ordem Interna. Tanto os equinócios quanto os solstícios são importantes. Mas ocorre que as estações do ano são opostas nos dois hemisférios. Exemplo: o dia de “Corpus Christi” do catolicismo romano é um antiquíssimo festival pagão do hemisfério norte, e corresponde a primeira lunação que segue o Equinócio de Primavera naquele hemisfério. Mas no hemisfério sul, o Equinócio de Outono cai na época que corresponde ao Equinócio de Primavera no hemisfério norte, e vice-versa. O “Natal” que corresponde ao Solstício de Inverno, deveria ser celebrado em junho no hemisfério sul, e não em dezembro, e “Corpus Christi” no sul deveria seguir setembro, para que esses festivais pudessem realmente corresponder às forças mágicas que eles deveriam comemorar.

[10] Esta precaução é desnecessária para iniciados que alcançaram o Adeptado, mas é útil nos graus mais baixos, e principalmente aos aspirantes.

[11] Novamente, esta cautela só parece útil nos graus mais baixos. Nos graus mais elevados, a pressão hostil é benvinda, pois depura o astral de seus elementos mais grosseiros; e acima do Abismo, a concepção de “mal” ou “bem” per todo significado. A pessoa que tenta “atacar” um Mestre do Templo, por exemplo, vê sua corrente repercutir sobre si mesma, por motivos que lhe seriam claros se apenas ponderasse o simbolismo qabalístico do Grau.

[12] Esta asserção totalmente errônea comprova o baixo grau de desenvolvimento de Dion Fortune. É simplesmente inconcebível que uma membra do Grau de Adepto, que a Srs. Matheres afirmava (com seu marido) possuir, agisse de forma como a Srs. Matheres agiu nesta ocasião.

Moina Matheres era, como a Srs. Firth, apenas um Neófito: porém mais forte e mais experiente magicamente do que a colega.

Não se deve jamais confundir aptidão mágica com progresso espiritual. Os Graus da A\A\marcam estágios de perspectiva na evolução da raça; poderes mágicos ou místicos são apenas detalhes do processo. É por isto que está declarado que qualquer ser humano pode, a qualquer momento, reclamar o Grau de Magister. Mas quem faz isto imediatamente atrai para si aquele Ordálio que é chamada de Segunda Morte.

Toda esfera da Árvore da Vida dos Qabalístas contém em si uma espécie de projeção da árvore inteira, assim como todo ser humano contém em si o potencial genético da humanidade inteira. O progresso em cada grau, portanto, reflete e amplia o progresso na Árvore inteira. A visão central do Neófito chama-se a Visão do Sagrado Anjo Guardião. A pessoa que experimenta esta Visão, que corresponde a Tiphareth de Malkuth (isto é, reflete a experiência de Tiphareth na Esfera de Malkuth) pode confundi-la, se deixar-se afetar pelo Ego anormalmente estimulado pelas práticas, com a Visão de Tiphareth de Tiphareth, que é chamada de Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião e é tão belamente descrita em Zanoni, de Bulwer-Lytton.

Quem experimenta a Visão Central de Malkuth e se deixa iludir com a idéia de que experimentou a Visão Central de Tiphareth, naturalmente deixa de progredir. Tenta executar as Operações do Adeptado, em vez de se dedicar mais às Operações de Neófito, que levam à passagem do Grau de Zelator. Tal era o caso de Moina Mathers e seu marido; a vaidade egóica levou-os a se perderem nas esferas ilusórias do baixo Astral, onde as Sephiroth estão refletidas em formas demoníacas.

Arriscando sua vida, sua saúde psíquica, e até sua razão humana, para atingir o Centro vibratório da organização a que aspirava, Violet M. Firth, sem saber, estava executando justamente o tipo de operação que a levaria ao Grau de Zelator – com o involuntário auxílio de sua inimiga, e ex-colega.

[13] A realidade, é extremamente simples, e Dion Fortune está apenas se dando ares exotéricos. A única condição sine qua non é que a pessoa obtenha um legítimo contato mágico com a corrente cujos símbolos está manipulando.

[14] Esta asserção errônea é outro fruto do baixo grau iniciático da autora. Hipnose é um fenômeno do Manas Rupa, ou Corpo Mental, e pode ocorrer sem que outros veículos sejam afetados. Esta confusão quanto aos diversos planos de consciência é muito comum em quem nunca praticou Ioga e Magia de forma sistemática. Isto quer dizer que o encontro seria feito através de um símbolo provido por Mathers, e a uma hora determinada por este para “visitar” os Chefes Secretos em um Templo Astral. Ora, já que Mathers não tinha mais acesso aos “Chefes”, tendo-se perdido no astral, as imagens dos “Chefes” presentes a essas reuniões eram apenas imagens astrais formuladas pelo próprio Mathers, com o auxílio inconsciente dos que acreditavam nele.

[15] A formação de imagens astrais é facílima; daí o grande perigo de nos iludirmos nesse plano. Nossos piores inimigos ali são os nossos preconceitos e a nossa vaidade.

Por outro lado, a pureza de intenção e uma aspiração genuína podem elevar uma mera imagem astral à categoria de um laço mágico com os verdadeiros Chefes Secretos. Este foi o caso de Dion Fortune nessa ocasião.

Y Isto é, uma cor magicamente em harmonia com o símbolo invocado.

" Presunção da Neófito. Nada há que proíba uma Estrela humana de ir aonde quiser, a não ser o seu próprio desenvolvimento interno. Em verdadeiro Ocultismo não há “segredos”: há apenas verdades que, por mais simplesmente que sejam explicadas, não podem ser compreendidas sem vivência e preparo.

7 de fev de 2012

Vulto Demoníaco (relato)



De momento fiquei sem reação, não sabia se corria de volta para fora da casa ou ficava ali parado...

Vulto Demoníaco

Este fato aconteceu no ano de 1998, não me recordo o mês e o dia, creio que tenha sido entre março e abril, logo depois do carnaval.
Tinha acabado de escurecer e eu estava na frente de casa sentado na guia (ou meio fio como muitos conhecem) juntamente com dois amigos, Rodrigo e Leonardo. Não tinha ninguém em casa aquele dia, lembro-me que estava tudo escuro, pois minha mãe ainda não havia chegado. Minha casa a noite já é bastante escura por natureza, existem duas árvores na frente que tapa quase toda claridade que vem do poste. Nós estávamos sentados bem na direção da porta da entrada de casa, e sempre tinha um radinho que nos acompanhava. Eram aqueles rádios-gravadores, de fita cassete ainda e estávamos ouvindo uma banda muito boa que gosto até hoje que se chama Deicide.

Enquanto minha mãe não chegava, minha fome aumentava cada vez mais, e minha casa estava fechada. Pensei então em dar a volta na casa e entrar pelos fundos, passei pelos cães, atravessei o quintal, mas a porta do fundo também estava trancada. Desde aquele momento percebi que existia algo estranho, pois senti um calafrio que me arrepiou todos os pelos dos braços, voltei muito mais rápido do que entrei, para onde estavam os amigos.

Aguardei mais uns trinta minutos e minha mãe não chegava, creio que já eram umas nove da noite. Resolvi então seguir até a casa de meu irmão que não ficava muito longe de onde estávamos. Ele tem uma cópia da chave de casa, fui então buscar.
Quando cheguei, tinha algumas coisas pra comer e não resisti, enchi a barriga ali mesmo. Os amigos ficaram lá na frente de casa, pois eu disse que já voltava. Fiquei na casa de meu irmão uns vinte minutos, iria pegar a chave mesmo assim para poder pegar outras fitas em meu quarto. Estávamos somente com a do Deicide pra escutar.
Retornando pra casa eles estavam no mesmo lugar, desta vez bem na frente de meu portão. Só trocaram o lado da rua...

Assim que abri a porta da frente, novamente o mesmo calafrio. Não sei se foi pelo fato de eu sentir algo estranho novamente ou por eu ter lembrado daquela situação minutos antes no fundo de casa. Acredito que a primeira opção seja a mais óbvia para aquela situação.
Passei pela sala em direção a cozinha e fui acendendo todas as luzes, na cozinha acendi as luzes também. Estava de costas para o corredor onde estão os quartos, fui me virando vagarosamente, meu corredor escuro... Bem lá na frente, avistei um vulto parecido com um humano de grande porte, estava virado como se fosse entrar em meu quarto ou seja, eu estava vendo-o pela lateral. Para se ter uma idéia ele era um pouco mais baixo que o batente da porta, não conseguia ver seus traços nem seu rosto porque de fato era todo negro como se fosse um papel recortado e posto ali.

De momento fiquei sem reação, não sabia se corria de volta para fora da casa ou ficava ali parado, se voltasse iria me arrepender depois de curiosidade. Fiquei então ali parado, sem me mexer, após aproximadamente 20 segundos houve uma manifestação da criatura. O vulto se moveu lentamente para dentro de meu quarto passando rente ao batente superior, fiquei mais alguns segundo ali parado sem saber o que fazer. Mesmo tomado pelo medo segui em direção ao quarto, fui acendendo todas as luzes e parei novamente por alguns segundos a 1 metro da porta. Tomei coragem e segui, meu quarto estava todo escuro e sem adentrar, estiquei a mão procurando o interruptor permanecendo com o corpo do lado de fora.
Acendi a luz...
As almofadas ali no canto intactas, a cama arrumada como de costume minha mãe sempre deixa, a janela fechada e minha escrivaninha bagunçada, do mesmo jeito que a deixei da ultima vez...
O calafrio me subiu pela ultima vez aquela noite, vendo meu quarto gelado e vazio...

* Este conto é baseado em um acontecimento verídico, ele preserva os nomes reais dos personagens e fotos tiradas nos dias atuais do local onde tudo se passou.



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20 de jan de 2012

Panico no apartamento (relato)


Panico no apartamento

Era uma quarta feira pla manhã quando fui visitar este apartamento, estavaum dia cinzento, nunca me esqueço disso, quando cheguei na portaria o meu corretor ja ha via avisado que eu estava indo, sendo assim não tive problemas para entrar, mas percebi o olhar estranho do porteiro quando eu disse quem era e o que iria fazer.
De qualquer forma cheguei ao apartamento, assim que abri a porta senti um perfume muito forte de flores, como se alguem tivesse acabado de sair dali, pensei até mesmo que alguem o tivesse visitado antes de mim, encostei a porta e fui fazeer a vistoria, logo de cara gostei muito do apartamento, mas estranhamente o achei muito frio, qual não foi a minha surpresa quando adentrei o quarto principal e dei de cara com uma mulher loira de cabelos ate a metade das costas, pentiando o seu cabelo em frente a um grande espelho que havia no quarto, afinal o partamento aina possuia algumas mobilias que o dono anterior havia deixado, perguntei a ela o que fazia ali, e ela com toda educação disse que morava ali, eu retruquei, não podia ser, afinal o apartamento estava a venda, ela insistiu que havia algum engano, pois não podia estar a venda se ela morava ali, ao que eu respondi: – Como vc poe morar aqui e eu estar em posse das chaves do seu apartamento??? Ela disse que também não entendia o que estava acontencendo. Resolvi ir a portaria e verficar o que estava 
Expliquei o caso ao porteiro o que me afirmou que era impossivel ter acontecido pois faziam exatamento três meses que este apartamento estava vazio, não havia outra chave, e n~~ao havia outras visitas. Resolvemos subir juntos para verificar. Quando entrei na companhia do porteiro percebi que já não havia mais o cheiro daquele perfume de flores, e percebi que não estava sozinho, fui direto ao quarto e novamente me deparei com aquela loira de cabelos frio e longos, e ela continuava a pentiar os seus cabelos, peguntei a ela o que ela fazia ali, e se lembrava de mim, ela respondeu que sim, que eu tentava comprar o apartamento dela, eu disse que não só tentava mas que eu já morava ali a quase duas semanas, foi quando ela disse que me entendia e que eu poderia continuar morando ali, mas que teria que dividir o apartamento com ela, foi quando me aproximei e toquei em seu braço, e senti o quanto ela era gelada, foi ai que entendi que não passava de um fantasma, me subiu um calafrio que tomou conta de todo o meu corpo, sai de lá e nunca mais voltei, cancelei o contrato e tive que pagar uma multa por isso, mas estava decidido a nunca mais voltar aquele lugar. Dias depois já morando em outro local, entrei em contato com o meu corretor para saber se o apartamento já havia sido alugado, ele me contou que alugou para um casal mas que também só ficaram por lá três dias, então entendi que ninguém mais poderia ocupar aquele local….





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3 de jan de 2012

judaísmo

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O JUDAÍSMO
A palavra judeu deriva de Judá, filho de Israel; o mais proeminente das doze tribos. Hoje o povo é chamado judeu; sua língua, hebraico e sua terra, Israel. Os judeus não são raça, religião ou nação, embora tenham essas características. Eles são um povo. O judaísmo é mais do que religião. É um modo de vida, que tem criado normas de conduta para o povo desde a manhã, ao acordar, até à noite, ao dormir. Em Êxodo 19:6 está escrito: "E sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação Santa".

A TESHUVÁ
Esta palavra não se restringe somente ao arrependimento, engloba o retorno a D'us. Enquanto arrependimento envolve apenas os erros cometidos, retorno é uma palavra mais ampla. Aplica-se àqueles que mantiveram uma boa conduta. Sempre é possível voltar ao Criador e praticar boas ações. Fazer Teshuvá requer sinceridade e honestidade perante o Criador. Consiste essencialmente em três partes fundamentais: arrependimento dos pecados cometidos e o desejo de nunca tê-los feito; confissão dos pecados, em particular, do homem para com D'us; compromisso firme e resoluto de não voltar a cometê-los.
A CONVERSÃO
Sabe-se da conversão ed pessoas ao judaísmo desde os tempos bíblicos. Desde a época Talmúdica, os prosélitos não eram aceitos rotineiramente. Se eles desejassem converter-se teriam de provar sua sinceridade. Sabe-se também que, em mais de trinta passagens, a Torah nos lembra o respeito e o amor ao convertido sem restrições.


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18 de ago de 2011

Simpatia de amarração

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Simpatia de amarração


Para ter sempre com você seu namorado, marido ou companheiro, dê um jeito de pegar alguns fios de cabelo dele. Amarre com outros fios de seu próprio cabelo. Coloque dentro de um vidrinho com um restinho de qualquer perfume. Tampe e conserve bem no fundo de uma gaveta. Creia que seu parceiro não deixará de pensar em você!



3 de jan de 2011

Horóscopo Suicída

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Horóscopo Suicída

Áries: Violentos, impulsivos, esportivos, decididos, audaciosos e impacientes, gostam de mortes violentas: Ou se matam de uma moto em auta-velocidade,ou morrem pulando de para quedas sem puxar a cordinha...
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Touro: Tranqüilos, comodistas, vaidosos, gulosos, teimosos, práticos e estáveis. Se matam com veneno na comida (efeito depois de duas horas) ou com muitos remédios para dormir...conforto até na morte...
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Gêmeos: Intelectuais, mentais, versáteis, inconstantes, curiosos, informados, interessados em tudo, comunicativos, expressivos e "TAGARELAS"(Deus, como falam...). Se matam cortando a língua, em um quarto escuro, sem internet, telefone ou qualquer meio de comunicação...morte triste...
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Câncer: Emotivos, instáveis, carentes, maternais, acolhedores, afetuosos e obsessivos. Se suicidam se enforcando e com um bilhete colado na mão dizendo: A culpa foi sua! Câncer adora culpar alguém...
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Leão: Vaidosos, orgulhosos, geniosos, extrovertidos, calorosos, Dramáticos e Egocêntricos. Tomam um veneno na noite de natal, 5 minutos antes da ceia, para causar... Leão gosta de fins dramáticos e inesquecíveis!!!
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Virgem: Perfeccionistas, seletivos, críticos, ordeiros, detalhistas, meticulosos, práticos, simples. Não conseguem se suicidar...eles ficam tanto tempo, fazendo os detalhes, que quando viu, a vida já passou e ele morreu naturalmente....

Libra: Sofisticados, sociáveis, relativistas, ponderados, vaidosos, refinados e elegantes. Ficam super indecisos. Ou ligam o gás e morrem, ou cortam os pulsos...por fim, decide: Contrata alguém para mata-lo com um tiro...
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Escorpião: Intensos, profundos, sensuais, provocadores, radicais, investigadores, determinados, misteriosos, enigmáticos e vingativos. Faz amor com a pessoa odiada, fica com as impressões digitais, se mata com facadas e de luvas...morre, mas ferra quem odeia!
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Sagitário: Aventureiros, desbravadores, destemidos, extrovertidos, otimistas, confiantes, exagerados, extravagantes. Toma 15 calmantes tarja preta e pula de Asa Delta...morre de modo esportista e aventureiro...
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Capricórnio: Sérios, maduros, responsáveis, controlados, tradicionais, confiáveis, econômicos, profissionais, exigentes, disciplinados, práticos, racionais e discretos. Tiro nas bolas! Mas antes,deixa todas as contas pagas,o testamento pronto vestido com um bom terno...capricórnio é responsável!
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Aquário: Independentes, livres, autênticos, ousados, futuristas, racionais, desapegados, indiferentes, surpreendentes, originais, irreverentes. Como é moderno, se mata no orkut, no twitter, no facebook e se muda para a Patagonia... Suicídio social,colega! Tendência...
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Peixes: Sensíveis, imaginativos, sutis, influenciáveis, sonhadores, indefiníveis, meio etéreos, místicos, introspectivos e emotivos. Sofrem da terrível ''síndrome da fuga'' para não sofrerem com a realidade, pois sempre sonham com um mundo perfeito. Bebe muito, sai pelado na rua e tenta ser atropelado...mas como é meio azarado, quebra as pernas e dá trabalho para família...eita signo!

20 de set de 2010

porta se mexe se sozinha (relato)

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Primeira vez que ocorreu uma coisa esquisita comigo e com a minha irmã foi na casa de uma tia minha, eu tinha mais ou menos 8 anos e ela 12 eu não sei direito se ocorria antes mais coisas com ela por que eu não via, mas a primeira vez que vi foi essa. Então eu, ela e um irmão menor estávamos em um quarto era à noite, estava na hora de dormir, só que só nós estávamos postos para dormir, minha mãe e meu pai estavam na sala conversando com minha tia e então minha irmã me perguntou se eu duvidava que a porta se mexe se sozinha e então eu falei pra ele duvido então ela disse o seguinte " porta abra "  e então a porta se mexe " porta feche" e ela se mexeu de novo só que na direção de fechar dai eu desconfiado fui atrás da porta e olhei tudo envolta dai depois eu falei também porta abra porta feche só que não aconteceu nada e ela falou a mesma coisa depois e aconteceu novamente da porta se mexer, meu irmão com medo saio do quarto. depois de alguns anos minha irmã disse que estava ouvindo uma voz em sua cabeça aquele dia e que dizia " quer uma prova que eu existo ?" E minha irmã disse que sim, então a voz mandou minha irmã dizer " porta abra ", "porta feche" e então correu tudo que falei acima . Depois de alguns anos vejo minha mãe comentar com minha tia que é bem religiosa que minha irmã havia dito a ela que estava vendo algumas coisas estranhas e ouvindo também dai logo lembrei do corrido, mais anos se passam e então eu acabo de tomar banho e vou para o meu quarto bem feliz da vida chego nele abro o guarda roupa e então pego a roupa para me trocar me troco e de repente quando acabo de fechar o guarda roupa do meu lado indo para o quarto da minha irmã por reflexo vejo um vulto preto passando para o quarto dela, parecia um plasma não sei explicar a coisa não andava ela passava no chão como se fosse um lençol. Minha irmã depois de uns dias diz para todos que estava dormindo e de repente acorda no meio da noite e vê algo atrás do seu guarda roupa espiando-a, e em outro dia diz que acordou de repente novamente e diz que a televisão que era muito antiga foi ligada sendo que não havia controle remoto para a televisão pois era muito antiga e tinha que apertar dois botões para ligar ela. Eu e meu amigo estávamos jogando vídeo game na sala então meu pai chega do serviço a noite, dai ele falou para mim: filho está na hora de o amigo ir embora neh? então eu fui levar meu amigo para o portão, então quando passamos por um quartinho de livros que tem em casa e nele tinha uma cama e nesta cama quando passamos por lá parecia que tinha uma idosa rezando toda de preto, então eu e meu amigo saímos correndo pra cima avisar meu pai só que então meu pai desceu e não tinha ninguém. Em casa de madrugada na cozinha ouvimos a louça e as cadeiras da mesa se mexerem e todos que vão lá também ouvem. Em casa temos sensores de movimento assim que alguém passa por eles acende a luz e de vez em quando, quando estamos dormindo vemos os sensores  ligando. Nunca vimos ninguém lá,às vezes pode ser defeito do sensor mas não sei direito....a mais recente historia que tenho é na casa da minha avó estava eu e ela conversando na cozinha eu secando a louça e ela lavando, então quando ela para de lavar a louça vai dar comida pro cachorro só que a porta está trancada e então ela a destranca a abre e depois de uns cinco segundos nós vimos um vulto branco semelhante a o que eu vi só que branco e não preto e então ela fica apavorada e joga o pote de ração pro cachorro e pergunta se eu vi também e eu digo que sim! E ela fecha a porta correndo. Essas são experiências que aconteceram comigo e algumas que minha irmã me contou que aconteceu com ela.
Israel – São Paulo

21 de jul de 2010

Estranho Animal? (relato)

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Estranho Animal?

Moro em Fortaleza e certa tarde fui até a Unifor, Universidade de Fortaleza para me inscrever no vestibular. Quando lá cheguei, peguei os formulários de inscrição e fui preencher em um local mais tranqüilo, sob uma árvore enorme (fícus benjamim), próximo de um lago.

Já eram mais ou menos 16h00 e não havia muita gente, quando ouvi um barulho de alguém caminhando sobre as folhas secas. Olhei pra ver quem era e vi uma espécie de cachorro de cor preta, muito magro, esquelético, se esgueirando, vindo do lago, ainda molhado. Vendo aquilo me assustei, pois pensei que podia ser um cão doente de calazar (umas doenças horríveis que ataca os cães e os deixam muito magros).

Levantei-me e me afastei o mais que pude sem tirar os olhos da criatura. Quando olhei mais de perto, vi que ele estava de pé nas patas traseiras, andando como uma pessoa medindo mais ou menos 1.60 de altura. Ele então subiu na árvore agora já parecendo com um macaco.

Com muito medo ainda olhei quando ele subiu muito alto na arvore e se escondeu entre as folhas. Se fosse um cachorro não subiria em arvores daquela maneira, nem andaria em pé. Um macaco de 1.60 de altura seria do conhecimento de todos e aqui no ceará não existem macacos deste porte, muito menos em áreas urbanas. Não sei o que poderia ser. Sei que vi.

Chamei um homem que trabalha na limpeza do campus e relatei a ele o fato e ele disse que nem havia cachorros e muito menos, macacos no campus, pois a direção havia proibido o acesso de animais. Ele disse que eu havia imaginado tudo e até pensou que eu queria passar algum trote. Voltei lá outras vezes para averiguar, mas, nada descobri.

Alguém já viu algo assim?


Newton Silva

16 de nov de 2009

documentário SOMOS AS NOSSAS ESCOLHAS

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documentário SOMOS AS NOSSAS ESCOLHAS

>>TEMPO DE LEITURA: 1 MINUTO PARA SER MAIS E MELHOR!<<
Talvez eu pergunte para você: - Qual o maior edifício da sua cidade, e se não souber a resposta, é por que não pode me dar, mas ele existe. Ou quem sabe eu possa perguntar: - Qual o cara mais bonito do seu círculo de amigos, e talvez você também não saiba me dizer, por que acha um, ou outro ou ainda, TODOS! Quem sabe então eu pergunte: - E qual a gata mais bonita da sua cidade ou do seu círculo de amigos e amiga aqui do Orkut também? E você da mesma poderá não saber, pois uma, ou todas são super gatas para você. Posso seguir em meu questionamento, e querer saber ainda: - Qual o prato ou cozinha você prefere, e você pode me dizer: - São muitos! Você viu como é difícil saber qual é o “mais mais”? Você pode também não querer responder a nenhuma pergunta, pois é seu direito. Mas... Eu posso perguntar para você, o que de melhor pode fazer por uma pessoa, e você poderá me dizer: - Amá-la e construí-la; mas poderá dizer também dizer: - odiá-la e destruí-la; Eu vejo apenas duas opções aqui nesta pergunta. Você vê mais alguma? Com qual delas você fica? Quais outras perguntas têm apenas duas respostas?
DOWNLOAD DO PRIMEIRO CAPÍTULO
http://www.4shared.com/file/6814415/78115b85/Primeiro20Captulo20Grtis20eBook20O20Vigsimo20Nvel.html
Comunidade do Livro O VIGÉSIMO NÍVEL
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7582087
The Twentieth Level ( O Vigésimo Nível em Inglês)
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O PODER DO DOMÍNIO!
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25811138
Hoje JÁ É um dia melhor !®
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25080607
Meu destino: - Sorte ou azar?
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25539503
Amor! Complicado Amor !®
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25572933
CORAGEM PARA MUDAR!
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25582179
100 PRECONCEITOS...
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25863350

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