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16 de mai de 2012

APANHOU SEM VER QUEM BATIA (relato)

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APANHOU SEM VER QUEM BATIA...
Quando criança, eu morava no interior, e nesse interior, perto de
Esmeraldas (MG), praticamente na divisa com Esmeraldas, havia um local muito
sinistro chamado "Morro branco".   Enfim, nessa cidade tinha um tal de Sr. Chico que era
famoso por abusar de tudo, dar uma de ateu, de fodão.  O Morro branco
era e é até hoje mal assombrado, todos que passavam ali a noite viam
coisas, teve um episódio que uma pessoa passava e no momento caiu uma
árvore quase em cima da pessoa.  Então, esse tal Sr. Chico falou que ia
passar lá de madrugada de cavalo para provar que não existia nada.  Lá
vai o Sr. Chico todo aparecido com seu cavalo pelo morro branco, e do
nada, ao passar por uma árvore, algo pulou na garupa do cavalo e começou
a bater no Sr. Chico, o cavalo disparou na hora e foi embora, mas o Sr,
Chico tomou um coro, mas foi um couro e o pior é que foi embora e o
bicho foi correndo atrás dele.  Disseram que quando ele entrou todo
sangrando em casa, algo ficou do lado de fora esmurrando a porta e
arranhando as janelas.  A família dele é desse povo conservador do
interior e jamais inventaria isso, e só sei que depois desse fato, o Sr.
Chico foi a missa TODOS OS DOMINGOS até morrer e ficou uma pessoa
calada, sem graça, parecendo um depressivo.  Gente, alguém pode visitar
meu perfil e ver que eu coloquei que não creio em deus, não obedeço
mandamentos e tudo, porém, acho o início do mundo um mistério e creio eu
que possa sim existir outro plano onde vivem coisas desconhecidas e até
entre nós mesmo aqui na terra tem lá os mistérios, porém, eu sou da
religião satanista e procuro viver minha vida sem regras, porém, sem
debochar igual eu ficava antes porque muita coisa mudou na minha vida. 
Eu sou satanista desde os 14 anos, estou com 36 e aconselho a quem for
ateu, a não debochar e não se achar o "sabe tudo" porque qualquer hora o
jogo vira...  E vira bem virado.

6 de fev de 2012

cores 2012




Confira abaixo mais cores e seus significados:

Laranja
A cor representa vitalidade, força, calor, alegria, intensidade, além de ser estimulante.
Amarelo
Cor alegre, brilhante e forte. Traz ânimo, disposição e otimismo, estimula a criatividade e a inspiração.
Verde
Ligada à natureza, a crescimento, equilíbrio e vida. É uma cor serena e confortante.
Azul
Cor do céu, da divindade, da comunicação e da paz. Costuma ser associada ao masculino e transmite autoridade e credibilidade. É a cor da diplomacia e também da sofisticação, por isso o termo “sangue azul”.
Azul-turquesa
Representa a água, elemento associado aos sentimentos, à intuição e à emoção. Transmite autoconfiança e pensamento independente.


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22 de nov de 2011

Mais um sinal do fim. Urna de Tiago é Legítima

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Mais um sinal do fim.

Urna de Tiago é Legítima



PERITOS FINALMENTE ADMITEM AUTENTICIDADE DE FRASE NA URNA DE TIAGO
Objeto era alvo de divergências no meio acadêmico por causa da inscrição “Tiago, filho de José e irmão de Jesus“
 Durante os últimos oito anos, a urna funerária atribuída ao apóstolo Tiago, irmão de Jesus, que data do primeiro século da Era Cristã, foi alvo de divergências no meio acadêmico por causa da inscrição “Tiago, filho de José e irmão de Jesus“. Especialistas se dividiam em relação à autenticidade da última parte da inscrição (“…e irmão de Jesus“), que, se considerada autêntica, provocaria mais um duro golpe no equivocado ensino mariolátrico do catolicismo romano de que Maria, mãe de Jesus, não tivera outros filhos além do Messias. As discussões se avolumaram tanto que, em janeiro de 2005, foi às raias dos tribunais, com a decisão saindo definitivamente no final de outubro próximo, quase seis anos depois: a inscrição da Urna de Tiago é totalmente autêntica, datada mesmo do primeiro século, isto é, da mesma época da urna.

O juiz Aharon Farkash, responsável pelo processo, foi quem deu o veredicto em favor da autenticidade do artefato, depois de ouvir todos os argumentos levantados pró e contra a autencidade.

A Urna de Tiago foi revelada ao mundo em 2002 pelo engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios. Logo foi reconehcida a datação da urna como sendo do primeiro século. O problema era a inscrição “Tiago, filho de José e irmão de Jesus“. Esses dizeres causaram alvoroço por colocar em xeque o dogma católico da virgindade perpétua de Maria.
 Engenheiro e Judeu Oded Golan

Também engenheiro em Tel Aviv e colecionador de antiguidades de Israel, Golan disse que adquiriu o artefato em meados dos anos 70, de um comerciante de antiguidades de Jerusalém, por cerca de 200 dólares. Mas, em dezembro de 2004, ele foi acusado por peritos céticos de falsificar a inscrição e a Justiça local interferiu no caso, que se arrastou até outubro de 2010, quando, depois de ouvir as objeções à autenticidade, feitas inclusive por membros da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA), o juiz Aharon Farkash chegou à conclusão de que a teoria da falsificação da inscrição era indefensável.
 

8 de nov de 2011

Ave Maria

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Ave Maria
Cheia de Graça
O Senhor é convosco
Bendita sois vós entre as mulheres
Bendito é fruto do vosso ventre, Jesus
Santa Maria
Mãe de Deus
Rogai por nós pecadores
Agora e na hora de nossa morte
Amém!

21 de set de 2011

PAI NOSSO

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PAI NOSSO, que estais nos céus, Santificado seja o Vosso nome,
Venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu.
O PÃO NOSSO de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas ,assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Amém.

Ave Maria, cheia de graça!
O Senhor é convosco!
Bendita sois vós entre as mulheres
E bendito é o fruto do vosso ventre:
Jesus!
Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós, pecadores,
Agora e na hora da nossa morte.
Amém!

Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo.
Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia,
vida, doçura e esperança nossa, salve!
A Vós bradamos, os degredados filhos de Eva.
A Vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois, Advogada nossa,
esses Vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e, depois deste desterro, mostrai-nos a Jesus,
bendito fruto de Vosso ventre,
ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
Rogai por nós, santa Mãe de Deus,
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Amém

11 de set de 2011

Oferenda para Pombagira

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Oferenda para Pombagira Cigana prender um homem ao lado de uma mulher para sempre: Perto da meia-noite, numa encruzilhada em forma de T, depois de pedir licença ao dono supremo de todas as encruzilhadas, exu, recitar ou cantar dois pontos de Pombagira e depois arriar, sobre uma toalha de cores vermelho e preto, um batom, um par de tamancos, um par de brincos, sete velas vermelhas, uma garrafa de cachaça, vinho ou champanhe, sete fitas vermelhas e sete rosas vermelhas. Fazer o pedido e se afastar de costas. (Alkimin, 1993, p. 26)
2) Oferenda a Pombagira Sete Saias para transformar uma inimiga em grande amiga: Preparar uma farofa de farinha de mandioca crua misturada com mel e arrumar no centro de um alguidar (prato de barro). Em volta colocar sete velas brancas, sete fitas de cores diferentes, sete rosas vermelhas, uma garrafa de champanhe e uma cigarrilha. Arriar numa encruzilhada em T, depois de pedir licença a exu, numa noite de sábado ou segunda-feira. (ibidem, p. 34)
3) Trabalho para Pombagira Calunga do Mar para despertar o interesse sexual de um homem: Numa meia-noite de segunda-feira arriar na praia, depois de pedir licença a Ogum Beira-Mar e Iemanjá, um prato de barro contendo um limão, um maço de cigarros, sete contas de porcelana, um pente e um batom. Entrar na água e entregar, uma a uma, doze rosas amarelas. Junto ao prato, acender sete velas vermelhas. (ibidem, p. 42)


Prece de Exu

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Prece de Exu
Sou EXU, Senhor. Pai, permite que assim te chame, pois, na realidade, Tu o és, como és meu criador. Formaste-me da poeira ástrica, mas como tudo que provém de Ti, sou real e eterno.
Permite Senhor, que eu possa servir-Te nas mais humildes e desprezíveis tarefas criadas pelos teus humanos filhos. Os homens me tratam de anjo decaído, de povo traidor, de rei das trevas, de gênio do mal e de tudo o mais em que encontram palavras para exprimir o seu desprezo por mim; no entanto, nem suspeitam que nada mais sou do que o reflexo deles mesmos. Não reclamo, não me queixo porque esta é a Tua Vontade.
Sou escorraçado, sou condenado a habitar as profundezas escuras da terra e trafegar pelas sendas tortuosas da provação.
Sou invocado pela inconsciência dos homens a prejudicar o seu semelhante. Sou usado como instrumento para aniquilar aqueles que são odiados, movido pela covardia e maldade humanas sem contudo poder negar-me ou recorrer.
Pelo pensamento dos inconscientes, sou arrastado à exercer a descrença, a confusão e a ignominia, pois esta é a condição que Tu me impuseste. Não reclamo, Senhor, mas fico triste por ver os teus filhos que criaste à Tua imagem e semelhança, serem envolvidos pelo turbilhão de iniqüidades que eles mesmos criam e, eu, por Tua lei inflexível, delas tenho que participar.
No entanto, Senhor, na minha infinita pequenez e miséria, como me sinto grande e feliz quando encontro nalgum coração, um oásis de amor e sou solicitado a ajudar na prestação de uma caridade.
Aceito , sem queixumes, Senhor, a lei que, na Tua infinita sabedoria e justiça, me impuseste, a de executor das consciências, mas lamento e sofro mais porque os homens até hoje, não conseguiram compreender-me.
Peço-Te, Oh, Pai infinito que lhes perdoe.
Peço-Te, não por mim, pois sei que tenho que completar o ciclo da minha provação, mas por eles, os teus humanos filhos.
Perdoa-os, e torna-os bons, porque somente através da bondade do seu coração, poderei sentir a vibração do Teu amor e a graça do Teu perdão.


7 de fev de 2011

Sanatório de Waverly Hills

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Sanatório de Waverly Hills






Foi considerado o lugar mais “assombrado” de todas as Américas (retirando a liderança do Teatro Municipal do Rio de Janeiro).


O Sanatório de WAVERLY HILLS construído em 1910 para abrigar pessoas com tuberculose. A doença estava começando, era altamente contagiosa então eles construíram o hospital para abrigar umas 50 pessoas, dar descanso a elas e afastá-las do resto da população.

Acontece que a Tuberculose se transformou numa epidemia, e o sanatório ficou superlotado com 150 pessoas. Então eles aumentaram o hospital, em 1926 abriu o hospital da foto acima, com cinco andares e capacidade para receber até 500 pacientes da Praga Branca.

O lugar era perfeito com varandas enormes para os doentes pegarem ar mesmo em dias de chuva, já que a doença ataca o pulmão. Médicos dedicados que arriscavam suas vidas para cuidar dos pacientes. Mas a doença era cruel, não tinha cura e no sanatório morreram mais de 63mil pacientes.
No local se construiu um túnel para levar os médicos e pessoas que trabalhavam no sanatório até o lado de fora por trás dele, onde tinham casas para os médicos ficarem e não voltarem para a cidade com risco de trazer a doença. Mas com no auge da epidemia morriam 3 pessoas por hora, e o túnel foi usado para se levar os corpos dos mortos para suas famílias sem que os outros pacientes vissem... Esse Túnel ficou conhecido como túnel da morte.http://www.youtube.com/watch?v=oLvWC6zHLYw&feature=player_embedded


http://www.youtube.com/watch?v=C5B3jOi-OKQ&feature=player_embedded

2 de fev de 2011

acredito em espíritos (RELATOS)

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Mariana

Homem branco.

Bom, vou tentar resumir minha história.
Há muito tempo, quando eu era menor, por volta de uns 6/7 anos, e minha mãe era separada, eu dormia na mesma cama que ela, na cama de casal. E numa manhã, lá pras dez horas, a gente tinha acabado de acordar, e eu olhei pra porta do quarto e havia um homem, mas era como se ele não tivesse boca, olhos, nariz, ele era totalmente liso, sem traços, e era todo branco (branco mesmo, como papel). E eu não o conseguia enxergar direito, era meio que embaçado aquilo, sabe? Mas continuando.. quando eu o vi parado na porta, comecei a chorar feito doida, e apontar pro tal cara, e nem conseguia falar direito, de tão chocada que tava, mas minha mãe não via nada, e tentava me acalmar, e de repente o homem virou e foi embora, meio que "sumiu".
Eu sei que faz muito tempo (realmente, faz tempo. uhauha) mas eu gostaria de saber o que (mais ou menos) era aquilo, se alguém puder me explicar (ou tentar, né). Mas deixando claro que hoje em dia não vejo mais nada, nem vulto, só ouço vozes de vez enquando, mas nada de muito estranho, e nem acredito em espíritos até eu voltar a ver algum (se é que aquele homem, ou sei lá o que, era um espírito).
Obrigado aí a atenção de quem tá lendo, e de quem responder!


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Guilherme PDT ¹²


Oi,bom e assim ja faz uns 8 anos isso mais e assim,minha irma frequentava centro umbandista todos os sabados a partir das 10:00pm,e ia ate umas 2:00am,uma certa noite quando ela estava vindo sozinha pra casa,um cao parecido com husky siberiano,sabem?e a seguiu a metade do caminho,bom ate ai nada.
Ai quando ela vinha perto de casa a 2 quadras da minha casa ela avistou um homem,muito magro e palido,de terno preto,ai ela dobrou e foi fazer o caminho mais longo pra nao passar por aquele homem,pois quando ela dobrou,o homem veio atras,pelo que ela conta ele vinha com o olhar fixo por que nao se mexia so caminhava,nao respirava,bom,quando ela chegou na porta de casa ela bateu na porta,como o marido dela tava em casa ela esperava que ele abrisse a porta,ai ela olha o homem vindo,vindo,vindo....
ai derepente ele para,olha pra ela e sussurra pra ela.pra que...ai ela se assustou e começou a dar chutes na porta,gritar e chorar.bom ele nao chegou perto dela,ai o meu cunhado abriu a porta e sem saber de nada perguntou por que ela estava naquele estado.
Pois ela respondeu que tinha um homem atras dela com aparencia estranha e suspeita,ele saiu na rua e pra surpresa dele...nao tinha nimguem nem naquela quadra e dai ele saiu correndo até a outra esquina e nada...ruas desertas,nem um barulho,sem vento nada,absolutamente nada...bom e isso e nao sei como explicar conheco outras historias que aconteceram comigo mesmo,mais prefiro nao me manifestar por que nao quero me lembrar,pra mim e assustador mesmo!!!nao gostava desse tipo de coisa,nao sou sensitivo(sempre peço a deus que nao me de esse dom)por que deve ser horrivel!!!!bom e isso.
Vlw por prestar seu tempo lendo, e se tiver outros fatos por favor postem!!!vlw abraço. 
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Ana

Vulto.

A lavanderia aqui de casa e junto com a cozinha.

Uma vez eu e minha mãe entramos na cozinha e vimos um vulto preto passando rápido pela lavandeira. Dai ela gritou "Pode sair Gustavo, eu já te vi" (Gustavo é meu irmão).

Só que quando a gente foi ver não tinha ninguem na lavanderia e meu irmão tava no quarto.

Depois de um tempo eu voltei na cozinha pra tomar agua e vi um vulto na lavanderia denovo. Dai eu falei a mesma coisa que minha mãe: "Gustavo pode sair, eu já te vi". Só que ele tava tomando banho.

Confesso que fiquei um tempo sem entrar na cozinha.. Ou quando entrava era com um cabo de vassora na mão (vai entender..)

Já aconteceu algo do tipo com vcs??

Allan

Pra mim foi assustador...

Tipo Eu sei q num tem muito haver com o tema do blog  deve ter outras comunidades mais apropriadas pra esse tema, mas não as conheço... Então, vou contar aki mesmo. Semana passado um amigo sonhou comigo disse q no sonho eu tinha sido mandado embora, mas antes tinha levado mor esporro do meu chefe.. e meu num é q segunda feira eu fui mandado embora mas é claro não sem antes tomar um esporro do meu ex chefe... Tipo premonição e tal, alguém acha q isso tem haver? Ou foi só uma estranha coincidência??? 
 
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Celo

fatal frame

e uma curiosidade antiga minha...eu keria sabe se alguem aki poderia me dizer se há algum fundo de verdade nakele jogo...principalmente sobre a tal camera obscura q poderia possibilitar uma visao do "outro lado" e se algum dakeles rituias realmente foi executado na vida real...axei q aki seria um bom lugar para fazer essa pergunta, como todos aki tem a mente aberta e sao conhecedores de muitos fatos sobrenaturais...
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Patricia

O site da família Enfield

Gente digitei na google na procura de imagens a palavra poltergeist e encontrei a foto de uma garota comoe que sendo lançada pra fora de sua cama, aí entrei no site da foto e descobri o caso da família Enfield, ta aqui:http://www.zurichmansion.org/ghosts/video3.html
Postem suas opiniões sobre o que vocês acharam do caso, mentira ou verdade 
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Ana

Eu estava no banheiro penteando meu cabelo, ao som de Erva Venenosa, da Rita Lee.

Derepende, do nada, meu cabelo começo a levantar. Arregalei os olhos pra ver direto e eles abaixaram lentamente..

Quase tive um treco.

E não é a primeira vez que acontece algo estranho quando ouço essa musica.

Uma vez eu estava na cozinha fritando batata ouvindo Erva venenosa. Eu senti uma mão sobre a minha cabeça e eu fiquei toda arrepiada.. Detalhe: eu estava sozinha em casa.

Será que tem algo a ver com a musica ou foi só uma serie de acontecimentos estranhos? 
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Alcyone

Homem que se transforma em animal...

Apesar de ser uma história muito fantástica, e não ter aconteciedo comigo, eu acredito nela. Isso porque, aconteceu ao mesmo tempo com três pessoas que conheço muito bem, em que eu confio, e estas pessaos fizeram questão de não falar para não parecerem loucas. Mas esse é o local ideal para se falar, sem identificá-las.

Fazem como que uns dez anos atrás que ocorreu. Esse grupo de pessoas, constituido de três mulheres, voltava para casa, que fica perto de uma encruzilhada.

Perto da meia noite, passa por elas um homem baixinho com uma cartola enorme. Uma das pessoas viu que os olhos do homem pareciam em fogo. Assim que ele passou, resolveram comentar umas com as outras o que haviam visto. Ao olha para trás, havia uma criatura escura, enorme, com chifres (como de elefantes) e os olhos em fogo.

A criatura perseguiu as mulheres por algumas quadras, como se fosse atacar, mas no final não atacava. Quando puderam chamar ajuda do irmão de um delas, ele saiu armado atrás da criatura, que havia dobrado a esquina.

Pouco depois ele voltou, sem nada, e, quando elas perguntaram se ele havia pego a criatura que havia dobrado a esquina ele disse que apenas havia um homem baixinho com uma cartola enorme.

Apesar de haver mais pessoas nas casas em volta, o único que escutou o pedido de socorro foi o irmão da vítima, porque todos dormirame só acordaram depois da meia-noite.

Alguém sabe alguma coisa parecida? Ou o que teria acontecido? 
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Ralf

Visao

aki onde eu estudo...acontece muita coisa estranha...por exemplo, o guarda da escola de artes daqui ja contou varias historias de ele ouvir uma risadinha bem sarcastica o meio da madrugada, ouvir passos de alguem na grama....ja viu as luzes da escola se acenderem sozinhas e depois se apagarem..etc..
mas uma das historias que ultimamente mais contam aki foi de um cara...diz que ele acordou no meio da noite e viu um cara, de pe, que ele nunca tinha visto antes, olhando pra ele..
ai, o cara virou e saiu andando pro outro lado do qto....ele, levantou da cama e foi pro outro lado.qdo ele chegou la, o cara tinsa sumido...e nao tinha nenhum lugar que ele poderia ter se escondido..nao houve barulho de porta batendo nem nada...
ele deve ter se assustado mto mesmo..
fiko me imaginando eu chegando do outro lado do qto....e nao ver ngm...eu acho que eu ia fikar com "o cu na mao" auhauhau 
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J. Cássio

Sempre acontece...

Desde quando eu tinha 9 anos de idade(agora tenho 11, noça)eu sentia vultos, calafrios...Agora exemplo, enquanto uso o pc eu sinto pessoas me observando, as vezes passa sombras correndo atras da porta de vidro do gabinete, as vezes as sombras ficam paradas e quando viro pra ver o que é elas desaparecem, ouço barulhos de coisas de mexendo tambem, alguem pode me dizer o que é isso? 
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Cyrus

estranho,mas real..

bem,eu pelo que percebi ate hoje,sentir presenças aqui em casa e normal,mesmo pra quem não tem mediunidade,ve,sente,e ultimamente eu to me sentindo dolorido demais,tendo sonhos como se foce ameaças,eu cochilando,sonhei com meu gato pendo luchado para todos os lados,pata por pata,fora meus filhotes,semana passada tive um sonho com uma sala q depois q eu quebrei uma vidraça,q era um espelho,os cacos de vidro mostravam meu rosto envelhecido com cabelo chamuscado,e a pele como se eu tivesse ficado em um forno por algumas horas,sentia ate as dores de queimado,mas quando eu olhava para as minhas mãos,eu tava normal ainda.
ontem foi um sonho estranho,eu durmi as 3:35 da manha,e senti como ese eu tivesse sendo levantado da cama,meu corpo deitado
com algumas coisas na janela dolado da cama(a janela entre meu quarto e a cozinha),coisas como seres escondendo o rosto,e mãos com dedos pontiagudos,assim q eu me aproximei,senti a dor no lugar aonde eu estava vendo ele com a mão no meu corpo,uma dor forte na cabeça,e atras de mim um corredor de energia entre lilás,roxo e cores mais escuras,ao tentar passarpor ele,eu sentia q me empurrava,e senti uma mão em meu ombro e uma voz confortante gritando:voce consegue conter isso.
bem,acordei no meio do corredor com um fedor a quimado,e to aki pensando em o q fazer ainda,se alguem tiver alguma dica,ou alguma maneira de selar essa casa...
mesmo assim to disposto a enfrentar qualquer coisa q esteja tentando ferrar a minha familia(mesmo não estando muito feliz com ela ultimamente..)
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Robson Ѳ

A Menina da Luz do Sol - aconteceu c/ minha mãe

quando minha mãe era pequena, ela foi convidada para passar uns dias na casa d campo da tia dela (aqui no RS nós chamamos d "casa da colônia", devido ao povo d origem italiana q mora lá), e minha mãe aceitou o convite...

chegando lá, como a casa não contava com 1 quarto d hóspedes, minha mãe foi alojada no sótão, não 1 sótão daqueles estilo filmes d terror, empoeirados com entulhos e teias d aranha. não. era 1 sótão muito limpo e aconchegante, bem próprio da hospitalidade d gente humilde.

minha mãe passou sem problemas a primeira noite d sono neste sótão... o problema aconteceu ao amanhecer...

a casa era d madeira, e havia muitos vãos nas telhas do telhado, d modo q o sol invadia o sótão através destes vãos e das frestas das paredes. o sótão ficava banhado d sol, num ambiente morno.

minha mãe acordou cedo. achou muito bonito o modo como o sótão era iluminado pelo sol. prestando atenção aos sons do amanhecer no campo, bem diferentes dos da cidade, ela escutou vozes alegres d crianças brincando lá fora. animada com a idéia d fazer amigos naquele lugar novo, ela afastou as cobertas para levantar da cama. aí ela lançou 1 olhar à sua volta e foi aí q ela viu a menina...

a menina vinha caminhando em sua direção, saindo d 1 facho dourado d luz do sol. minha mãe não conseguiu ver a expressão da menina por causa d tanta claridade, e mergulhou debaixo das cobertas, onde ficou durante algum tempo.

depois, minha mãe, receosa, levantou-se e desceu para tomar o café da manhã. imediatamente perguntou à sua tia por q as crianças das proximidades saiam para brincar nos gramados tão cedo.

e a tia respondeu: "crianças? os vizinhos não têm filhos pequenos..."

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eu gostaria d ter mais informações para ilustrar esta história, informações tipo como a menina estava vestida, como era sua aparência, como eram os sons das crianças brincando, mas mnha mãe não toca mais neste assunto. 
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éeF ᴸᴼᵀᴬᴰᴼ

[red]S I N A L

NOSSA esses dia s aconteceu uma coisa muito estranha eu tinha brinkadu d compassu ne ,mas pega nada é so uma brinkadeira mais nesse dia eu fikei comedo nu dio do jogo corinthins e river q deçepçao eu fugi daquela tentativa de invasao e fui pra casa na volta era como se varias coisai atrvessa100 minha alma era calafriow toda ora mas quando chegei pertu de casa foi pior alguem paraçia tar me olhando e me seguir eu abria a porta sentia um cheiru de queimadu mais nao via nada!!! ouvia passos com se fossem pedras caindo corri pprraa cacacacacacacmaamamama e começei arezar mais ovia um voz suave do meu lado so q falava ao contrario...uhhhhhhhhhh q arrepio eu nao lembro mais de nada quando eu falei "amen" desmaiei no dia seguinte acordei com a biblia nas maos sera q era um sinal!!! 
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x DSTV

pesadelos

issu aconteceu jah um tempinho
eu tava dormindo na sala e comecei ter pesadelo, era muitos demonios no meu sonho eu me senti muito mal cum Issu, qndo eu acordei na TV estava passando um programa com muitos demonios tb
Vcs acreditam q o q vemos na Tv influencia no clima da casa? 
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x DSTV

sonho estranhu

certa vez eu estava em um sonho normal, ateh q no meu sonho apareceu um ritual mutio estranhu, nele tinha tipow um portal e um homem qndo passava dele se transformava em um cachorro preto e em volta desse portal tinha fogo verde...
eu fiquei muito assustado cum issu, qndo acordei eu vi um desenho q fazia um formato de um tigre, e enqto eu olhava pro tigre eu me sentia muito mal, fikei com muito medo e tremia muito...
eu ateh hoje naum entendi issu
oq vcs axam q poderia ser issu? 
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Mr.White/Larry

No fundo da aula

uma vez na 5ª série uma professora me mando pro fundo mas tinha uma mesa livre atras de mim e eram 2 periodos.Eu comecei a sentir um uma coisa fria no meu ombro ai fiquei parado e desapareceu e mais tarde tive a sensação que tinha uma coisa respirando atras de mim
bah depois disso nunk mais fui pro fundo 
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Sandro

Sonhos são só sonhos? não são?

Sempre mim perguntei isso, pois toda vez que sonho é quase certo que aquilo acontece e de certa forma isso é muito assustador. Não gosto disso e muitas vezes parecem ser avisos ou visões futuras as vezes consigo lembrar e mudo o rumo das coisas, mais na maioria só quando depois que acontece é que mim lembro que sonhei com aquilo. 
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~.^ Lyu ^.~

FATOS REAIS

po ja q essa e um BLOG sobre coisas assutadoras vo conta um poko du q aconteceu cumigo ='(

kndu eu era criança cum ums 6 ou 7 anos de idade, tive um ano de "puro terror" na minha vida =/

tipo...durante esse 1 ano inteiro eu via pelo menus 4 veses por semana vltos e sombras no meu quarto kndu ia dormir e issu me atormentava mtu pois ainda era criança e kndu c e pekenu tudu t da medo =/

depois desse ano essas apariçoes pararam por um tempo mais parece q agora voltaram mais n como para me dar medo e sim como algum tipo de dom sei la

tipo a 1 meis eu e um amigo meu tivemos um sonho mtu parecido, era como c fosse o mundo sobrenatural...era tudo escuro e os demonios e vultos andavam nas ruas fazendo o q bem entendessem...e kndo fui contar para ele esse sonho ele me disse q teve um sonho mto parecido...

depois desse sonho comecei a ver e sentir novamente os vultos
foram varias veses q eu estava na minha cozinha e via passando sombras na parede ou a porta abrindo e fechando sem vento pois n haviam janelas pq esta em reforma,
e como eu disse, isso veiu com um tipo de "dom"
pois kndu algo acontece n e apenas medo ou frio na espinha, e como c eu soubesse q akilo e realmente de verdade pois ngm sente nada kndo uma porta c fecha sozinha mais kndo aconteceu aki foi uma sensaçao horrivel...

isso e so um pouco do q ja aconteceu comigo pois tive uma vida mto "compartilhada" com essas apariçoes e hj ja n tenho mais tanto medo talveis pelo fato de ja ter visto mto disso kndo criança

espero q comentem e me digam o q axa sobre o pouco q eu mostrei da minha vida ok =]
grato 
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Luca

Rosto de belmez

Os rostos de Belmez

Em Belmez de la Moraleda, Espanha, encontra-se a casa da família Pereira, cenário de eventos estranhos que já duram há mais de 30 anos.

Os eventos começaram em 1971, quando Maria Gómez Pereira viu uma formação estranha na lareira de sua cozinha. A imagem parecia ser um rosto humano. O marido de Maria pegou uma enxada e destruiu a lareira, e mais tarde colocou cimento novo. Uma semana depois, a face reapareceu no chão. A família pediu que o Conselho da Cidade investigasse o caso e depois de semanas de escavação eles encontraram uma sepultura contendo ossos humanos exatamente debaixo da lareira. Eles preencheram o poço e uma nova lareira foi construída, mas em apenas algumas semanas, outros rostos começaram a reaparecer.

Não adiantava destruir ou reconstruir a lareira, porque as faces sempre retornavam. Durante 30 anos, as faces foram visitadas por cientistas, pesquisadores e inúmeras TVs. Muitos acreditavam que as faces eram falsas e que haviam sido pintadas. Mas um exame minucioso mostrou que as faces estavam no cimento e não pintadas na superfície. Isso foi o suficiente para provar que as faces eram realmente um fenômeno e um cientista proclamou “sem dúvida alguma, este é o fenômeno paranormal mais importante do século”.

Luca

mais

Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto
de 1971, Maria Gomez Pereir, uma dona de casa espanhola, espantou-se com
o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de cimento. Estaria ela sonhando,
ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de
fato o esboço de uma pintura, um retrato.
Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto
misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de
Córdoba, no sul da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados
com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto;
seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o
chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.
Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no
mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade,
era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois nariz, os
lábios e o queixo.
Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam
fila fora de casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos Rostos".
Os Pereira recortaram cuidadosamente o
retrato e puseram um uma moldura,protegida com vidro, pendurando-o então
ao lado da lareira. Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local
e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade.
Acreditou-se que os rostos retratados no chão seriam mortos e ali enterrados.
Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da
rua fora construida sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira
estava sendo afetada pelos rostos misteriosos.
Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez,
outra imagem apareceu. Um quarto rosto, de mulher, veio duas semanas depois. 
endereço

http://www.discoverybrasil.com/guia_paranormal/paranormal_assombrados/paranormal_belmez/index.shtml

25 de jan de 2011

amarração

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DESFAZER AMARRAÇÕES:oração minha rainha pomba gira maria padilha das sete encruzilhadas vá até onde(ASL) estiver e faça com que ela esqueça que (FAL) existe e desfaça a amarração que (ASL ou qualquer OUTRA PESSOA) fez para ele; poderes da terra, pela presença do fogo, pela inspiração do ar, pelas virtudes da água, invoco as treze almas benditas pela força dos corações sagrados e das lágrimas derramadas por amor, para que se dirija até onde está neste momento (ASL E QUALQUER OUTRA PESSOA QUE FEZ AMARRAÇÃO) e traga o seu espírito até mim, desamarrando-a definitivamente de (FAL), que seu espírito seja limpo e libertado e desamarrado de todos os feitiços que ela OU QUALQUER OUTRA PESSOA fez para amarra-lo que ele fique livre e ela esqueça que ele existe. Que (FAL) se sinta livre para seguir sua vida comigo (MCB), com amor e liberdade... e que assim seja!
salve pomba gira maria padilha rainha das sete encruzilhadas! te peço assim: Agora gira, vai mulher girar ao meu favor, desfazendo esta amarração para mim, pedindo assim... ar move, fogo transforma, ar move, fogo transforma, água forma, terra cura, e a roda vai girando, vai girando, e a roda vai girando, vai libertar (FAL) de (ASL E QUALQUER OUTRA PESSOA QUE TENHA FEITO AMARRAÇÃO) o mais rápido possível. Ar move, fogo transforma, ar move, fogo transforma, água forma, terra cura, e a roda vai girando, vai girando, e a roda vai girando, no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio desfazer o que nunca deveria ter sido feito(FAL) e (ASL) estão livres, o feitiço está desfeito. Que (ASL E TODOS OS INIMIGOS DO NOSSO AMOR) esqueçam que (FAL) existe, procure outras pessoas, não tenha mais pensamento, sentimento, atos, palavra e nem sinta a falta dele nunca mais e nem ele nunca mais pense nela e no mal que ela lhe fez.(ASL) QUE PARE DE SENTIR TESÃO PELO (FAL), QUE VOMITE TODA VEZ QUE VER O (FAL), e não consiga mais pensar no passado. Assim seja e assim será. salve pomba gira! salve sete saias! salve suas irmãs, maria mulambo, maria padilha, arrepiada, e todas as outras da falange! salve sete saias! minha boa amiga, mulher de 7 exus, defensora das mulheres e dos homens! salve sete saias! minha boa e gloriosa princesa! conheço a tua força e o teu poder, te peço que atenda o seguinte pedido: que (ASL E QUALQUER OUTRA PESSOA QUE TENHA FEITO AMARRAÇÃO) durma e acorde esquecendo (FAL) que o corpo de (ASL) esfrie seu desejo por ele; que o desejo de (ASL) por ele acabe que ela não consiga mais vê-lo como homem; que outros homens apareçam na vida dela, fazendo que (ASL) sinta desejos para com eles e prazer, esquecendo (FAL); que (ASL) deixe de vez de ama-lo, Afaste os feitiços e maldades que (ASL E QUALQUER OUTRA PESSOA) tem feito contra (FAL) e contra mim (MCB).Hoje, agora, deseje esquecer que ele existiu em sua vida,não sinta mais saudades que (ASL) esqueça a imagem dele em seu pensamento de todos os momentos que viveu com este que agora está liberto de seus feitiços e sua maldade. Agora, com quem estiver, onde estiver você (ASL) irá parar de pensar nele. Ao deitar, ao acordar, esqueça que isto aconteceu em sua vida assim como que amou esta pessoa durma e acorde sem mais sentir saudades nem falta dele, esqueça sua voz. (ASL) vai deixar de sentir por (FAL) esta obsessão fora do normal como nunca mais sentirá. salve sete saias! minha boa e gloriosa princesa pelos 7 exus que acompanham seus passos, rogo e suplico que desfaça a amarração que(ASL E QUALQUER OUTRA PESSOA) fez para (FAL) nos 7 nós de suas saias e nos 7 guizos desfaça estes nós, desate e liberte para sempre (FAL) para mim (MCB). agradeço por estar trabalhando a meu favor. vou divulgar seu nome em troca deste pedido de afastar (ASL) hoje e sempre longe de nós dois, para que este feitiço se acabe para sempre. Hoje mesmo ela esquecerá e deixará isto de lado, pois não conseguirá nem terá forças ou sentimentos e pensamentos para faze-lo, pois terá medo do castigo da Lei Divina. Está feito! confio nas falanges da pomba gira rainha das 7 encruzilhadas, cada vez que for lida essa oração mais forte ela se fará, por isso vou mandar aos 4 cantos do mundo pedindo ó mãe que me conceda o pedido de desatar (ASL) de (FAL) sei que os espíritos das falanges da pomba gira já estão soprando no ouvido de (ASL) o esquecimento de dia e de noite, (FAL) está livre de todo mau e antes mesmo que se imagine eu MCB e ele FAL voltaremos a ser feliz juntos.

21 de jul de 2010

A foto (relato)

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A foto

Eu morava em Brasília, na cidade satélite de Ceilândia, tinha 10 anos de idade, e como qualquer criança naquele tempo era iniciada a frequentar a igreja, para ver se me mantinha longe de encrencas, coisa que era impossível de ser impedida.

Pois bem, tinha um evento em que as beatas se reuniam para rezar, todas as manhãs. Minha mãe praticamente me obrigava a participar de tal evento para me afastar de problemas. É claro que nunca deu certo! Mas como sempre nesses grupos, existe aquelas pessoas que tem mais sensibilidade espiritual, que servem como instrumento de algo superior, seu nome era Maria (fictício). Ela, numa noite anterior a uma quarta-feira, foi visitada para fazer a seguinte tarefa: pegar uma folha da Bíblia (aquela branca que fica no meio dela) arrancá-la e levá-la a um fotógrafo para que o papiro santo fosse revelado! Isso mesmo: revelado! É claro que ela ficou com receio de ser chamada de louca pelo fotógrafo, por que o papel nem era fotográfico, e temia que quando levasse o papel ele riria dela mandando-a ir embora, que parasse de brincar com o serviço dele, fazendo-o perder tempo. Pois bem, por três semanas ela evitou fazer o que fora pedido. Então, começou a adoecer e ficar fraca, até que tomou coragem e levou o papel. Como temia, foi chacoteada pelo profissional, que só fez o serviço por que ela pagou o equivalente a cem fotos, disse para fazer o mesmo mecanismo que ele fazia para revelar fotos normais... Então, após 3 dias, ela foi buscar a encomenda, e para sua surpresa o profissional a esperava, com uma fisionomia nada agradável. Parecia estar com raiva dela, mas estava era atemorizado. Com o envelope em mãos entregou a ela, dizendo que esta era uma brincadeira muito sem graça, que não se deve brincar com o sobrenatural e nem quis receber o pagamento. Então, chegando em casa, abriu o envelope com temor, pois não sabia o que estava revelado. Seu coração foi tomado de grande temor e desespero, pois o que estava revelado era uma foto panorâmica do dia do Arrebatamento da Igreja de Cristo (ver o filme "Os Esquecidos" com a atriz Julianne Moore)!

Nota:
Este relato é verídico! Pois eu toquei na foto, vi feições humanas aterrorizadas na superfície da terra e corpos transformados no céu, felizes e retumbantes. E o pior: a foto não era um desenho, era como uma cena de filme. Conheço muitos filmes e não poderia, naquele tempo, colar em uma folha de papel uma cena daquelas.


A briga

Este fato ocorreu quando nos mudamos de Ceilândia. A nova casa em que fomos era pitoresca mas dava pra morar e conviver todos juntos. Recordo-me que um dia estávamos na cozinha, eu e meus irmãos, um mais velho e outro mais novo. Conversávamos sobre as tarefas que deveriam ser feitas até o regresso de nossa mãe, pois estava trabalhando. Então, começamos a discutir sem nenhum motivo aparente, nos empurramos e uma fúria começou a tomar conta de mim e do mais novo, enquanto o mais velho pedia para pararmos de brigar, senão íamos acabar nos machucando. Ai, meu irmão mais novo saiu para a rua esbravejando e eu fui para o meu quarto. À noite, meu irmão mais novo me disse que quando estávamos brigando, haviam dois demônios sobre nossas cabeças, atiçando-nos a brigar e nos agredir. Ficavam rindo de nós e quando viram que meu irmão mais velho podia vê-los, foram embora!


grays no meu quarto (relato)

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Vou relatar o que aconteceu comigo a quatro anos atrás...
Sempre durmo tarde vendo TV, moro no sétimo andar, próximo à praia. Adormeci, mas não sei por quanto tempo. Ao acordar com minha TV ligada e a luz do quarto apagada, vi três seres parecidos com os "Grays" ou "Cinzas" na frente da TV, parados, olhando para mim em completo silêncio. Não senti medo algum, e ao tentar sentar na cama, eles praticamente sumiram na minha frente.
Levantei, fui até a janela que dava para a praia e não vi nada. Olhei no relógio, já passava da meia noite. Tomei um pouco de água e bastante calmo pensei: "O que eles queriam? E por que não mantiveram contato comigo?"
Amigos, guardo este fato há muito tempo... Senti a necessidade de divulgar a todos.
Breve contarei outro fato acontecido no mesmo horário, mas em outro dia.
Abraços!

15 de jul de 2010

Teoria do "11"

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O 11 passou a ser um número inquietante.
Podem pensar que é uma casualidade forçada ou simplesmente uma tontice, mas o que está claro é que há coisas interessantes. Senão, vejam...

1- New York City tem 11 letras.
2- Afeganistão tem 11 letras.
3- "The Pentagon" tem 11 letras.
4- George W. Bush tem 11 letras.

Até aqui, meras coincidências ou casualidades forçadas (será Sorridente ?).

Agora começa o interessante.....

1- Nova Iorque é o estado Nº 11 dos EUA.
2- O primeiro dos voos que embateu contra as Torres Gémeas era o Nº 11.
3- O voo Nº 11 levava a bordo 92 passageiros; a soma dos seus algarismos dá: 9+2 = 11.
4- O outro voo que bateu contra as Torres, levava 65 passageiros; a soma dos seus algarismos dá: 6+5 = 11.
5- A tragédia teve lugar a 11 de Setembro, ou seja, 11 do 9; a soma dos seus algarismos dá: 1+1+9 = 11.

E agora o inquietante.....

1- As vítimas totais que faleceram nos aviões eram 254: 2+5+4 = 11.
2- O dia 11 de Setembro, é o dia número 254 do ano: 2+5+4 = 11.
3- A partir do 11 de Setembro sobram 111 dias até ao fim de um ano.
4- Nostradamus (11 letras) profetiza a destruição de Nova Iorque na Centúria número 11 dos seus versos...

Mas o mais chocante de tudo é que, se pensarmos nas Torres Gémeas, damo-nos conta que tinham a forma de um gigantesco número 11.

E, como se não bastasse, o atentado de Madrid aconteceu no dia 11.03.2004 ..
Somando estes algarismos dá: 1+1+0+3+2+0+0+4 = 11.

Intrigante, não acham??

O atentado de Madrid aconteceu 911 dias depois do de New York.
Somando os seus algarismos dá: 9+1+1 = 11


E AGORA o mais arrepiante:

ALVALADE XXI tem 11 letras... .

CONCLUSÃO DE TUDO ISSO: Bin Laden é lagarto !!!!

espelho maldito

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(Bem este e o meu 1º topico,por isso...Bem,mas digam-me o que acham da historia  Fixe! )

Era uma vez uma rapariga que gostava muito de se pintar antas de ir para a escola(era uma patty..)e um dia ela borrotau um bocado por isso virou costas para o espelho mas ouviu um barulho e virou-se de repente para tras e viu uma mulher(a mulher era tipo a rapariga do  cheia de feridas na cara e com uma faca a pingar sangue na mao dentro do espelho a rapariga pega num porta joias que estava em cima da comoda e atirao contra o espelho partindo-o
Mais tarde a rapariga contou todo aos pais e a psicologa.

Atualmente a rapariga esta num  maniconio.

Dizem que quem virar costas a esse espelho o demonio tenta mata-lo,se o demonio conseguir matar alguem essa pessoa fica presa para sempre no espelho....

obs:Nao ha nenhuma prova que esta historia seja verdadeira por isso nao tenham medo... :'(

12 de jul de 2010

vejo a pomba gira padilha (relato)

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Prazer meu nome é Dora Alice tenho 12 anos.

Prazer meu nome é Dora Alice tenho 12 anos,desdos meus 2 aninhos entrei numa religião,com 3 aninhos começei a escutar vozes depois com 4 anos começei a ver duas sombras atras de mim, quando mostrava para minha mãe ficava só uma sombra.
Foi ae que eu fui até minha mãe de Santo,e relatei tudo que estava acontecendo,ela támbem não acreditou em mim.
Com 6 anos começei a ver familiares mortos,foi ae que eu falei pra minha mãe que estava vendo mesmo assim ela não acreditou em mim, minha vida é assim desdos meus 2 aninhos.
Onten dia 11.06.2010
Horas 20:48
Minha mãe estava dormindo meu irmão estava no outro computador la no nosso quarto, quando eu vi meu avó, ele estava abanando sua mão para mim depois ele sentou no nosso sofa e ficou me olhando estava no "MSN" quando falei pro Miller que meu avó estava aqui em casa,e falei para ele que não ia sair da sala porque estava com medo logo depois estava escrito assim "ja volto"falei para o Miller que não tinha sido eu, não sei se eli acreditou.
Logo apos pelas 22:00 minha mãe acorda e eu olho para o sofa e ele não esta mais lá.


Geralmente Vejo parentes mortos,mais ja vi muitos outros espiritos outro espirito que vejo é a Padilha.

Espero vocês terem acreditado em mim porque não e mentira.

28 de jun de 2010

Ritual Romano para Download (para Exorcismo)

Ritual Romano para Download

O livro litúrgico que contém, além de outros rituais, o único ritual formal para Exorcismo sancionado pela Igreja Católica Romana. Interessado(a)? Faça o Download!
estou aqui hoje para postar um dos livros litúrgicos da Igreja Católica: o Ritual Romano.
O que é o Ritual Romano? 
“O Rituale Romanum (Ritual Romano em latim) é um livro litúrgico que contém todos os rituais normalmente administrados por um padre, incluindo o único ritual formal para exorcismo sancionado pela Igreja Católica Romana até finais do século XX. Além do exorcismo de demônios e espíritos, esse manual de serviço para padres também contém instruções para o exorcismo de casas e outros lugares que se acredita estarem infestados por entidades malignas.” (Wikipédia).
Neste livro encontram-se todos os Rituais da Igreja Católica. Rituais que vão desde o Batismo de crianças até o ritual de Exorcismo. Muitos procuram por este livro na internet e ele é realmente difícil de encontrar. Principalmente com essa onda cinematográfica de filmes e seriados como “O Exorcista” e “Supernatural” (exibido no SBT), todo mundo tem interesse em aprender, ou apenas por curiosidade, ver o texto original e até ter um livro desses em casa.
Cena do filme "O Exorcista".
Como tenho certeza que a maioria que vai fazer o download do livro vai querer dar uma de Exorcista por aí, já vou logo esclarecendo alguns pontos:
1º - O Exorcismo, pelo menos na Teologia Católica, só pode ser ministrado pelo Padre com a autorização do Bispo Diocesano. Portanto, sair por aí querendo Exorcizar “todo mundo” não vai dar em nada.
2º - Esse livro não é um livro de magia onde contém palavras mágicas, onde se faz um “demônio” ou algo parecido sair do corpo. Como já foi mencionado, é um livro litúrgico que geralmente é usado por Padres.
Esses são os principais pontos a serem salientados, porém nada impede que use o livro da maneira que quiser, afinal ele é de todos e cada um usa como julgar necessário.
Por que em Latim ?
O livro está em idioma Latino, ou seja, está em Latim. Não é de se estranhar, afinal o Latim é o idioma oficial da Igreja Católica. Agora vocês devem estar se perguntando: “Por que não postou em português?”. È simples. Esse livro, por assim dizer, não foi traduzido completamente para o português, apenas partes dele. Por exemplo: O Ritual de Exorcismo do Ritual Romano em Latim de nome “De Exorcizandis Obsessis A Daemonio” foi traduzido para o português no Brasil em um livro só, cujo nome é “Ritual de Exorcismo e outras Súplicas” que é vendido pela Editora Paulus. No Brasil também existe os “direitos autorais” e um monte de coisinhas a mais, então pegar cada livro desse traduzido para o português e postar na internet, aqui no Brasil, além de ser um pouco de “Loucura”, iria dar cadeia.
O Ritual Romano em 3 volumes: Volume I - Os Sacramentos e Procissões; Volume II - Enterro Cristão e Serviços para os Mortos, Exorcismo, Bênçãos Reservadas aos Religiosos ou Lugares Determinados; Volume III - As Bênçãos.
Continuando, como o latim é o pai do português, algumas palavras se entende, outras são mais difíceis. Na minha opinião o livro em Latim é ainda melhor, porque está do jeito que veio de Roma, sem alterações nem outras modificações que acontecem na tradução de qualquer livro.
"Ritual de Exorcismo e outras Súplicas" da editora Paulus, tradução do Ritual Romano "De Exorcizandis Obsessis A Daemonio"
Chega de conversa e vamos aos downloads.
Downloads
Antes de fazer o download do "Ritual Romano" você vai precisar baixar o Adobe Reader para poder ler o livro, pois ele se encontra no formato PDF. Se já possuir o programa, ótimo. Caso contrário, o link se encontra abaixo:
       http://ardownload.adobe.com/pub/adobe/reader/win/9.x/9.3/ptb/AdbeRdr930_pt_BR.exe
O livro tem 7Mb, possui 518 paginas e se encontra em dois servidores: o Rapidshare e o Mediafire, baixem no que acharem melhor. Eis os links:
       http://rapidshare.com/files/178271085/Rituale.pdf
       http://www.mediafire.com/download.php?owgdn5mwzww
Cena do seriado "Apparitions", da BBC.
Ajuda
Para finalizar, darei uma ajuda para aqueles que não têm muita paciência em procurar as páginas e ficarão meio perdidos. Vamos às dicas:
1º - O Índice do livro se encontra na Página 473 (apenas digite o número da página no programa). As páginas estão na numeração correta.
2º - O Ritual de Exorcismo se encontra na Página 269.
Bom galera, é só isso. Espero que tenham gostado da matéria. Usem com sabedoria e claro, mantenham a curiosidade.


3 de jun de 2010

Anhangá, o protetor das florestas

Depois da publicação de um texto no Blog sobre o Papa João Paulo II e o Angangabaú, recebemos alguns pedidos para falar um pouco mais sobre a entidade do folclore brasileiro, o Anhangá.

Anhangá é um espírito que vive na floresta e que pode tomar a forma do que quiser. Além de boi, peixe, pessoa ou macaco, o mais comum é sua aparição na forma de um veado branco com olhos de fogo.

Os registros de sua presença aparecem em cartas de José de Anchieta, Manuel da Nóbrega e Fernão Cardim no século XVI. Seus relatos tratam Anhangá como um espírito mau, temido pelos povos indígenas. Outros relatos, como o do alemão Hans Staden, comentam do medo dos indígenas ao sair à noite:

"Os indígenas não gostam de sair das cabanas sem luz, tanto medo têm do Diabo, a quem chamam Ingange, o qual freqüentemente lhes aparece."

Para os povos indígenas, Anhangá é considerado o deus da caça e do campo. Ele protege os animais contra caçadores. Algumas lendas contam que caçadores faziam tratos com Anhangá, pedindo ajuda na caça em troca de tabaco.

Já para os jesuítas que chegaram aqui no Brasil, Anhangá era considerada uma figura maligna, comparado demônio da teologia cristã.

Anhangá é muito citado na obra As Aventuras de Tibicurea, de Érico Veríssimo:

"Aos cinco anos fiz minha primeira caçada de tucanos. Mas não me meti fundo no mato, porque tinha medo de encontrar Anhangá, Curupira e os outros espíritos maus."

"O mato todo riu com ele. Riu de mim. Depois o diabo virou três cambalhotas no ar e começou a dançar com toda a velocidade em meu redor. Senti que meus olhos escureciam. Eu mal e mal ouvia a voz de Anhangá, berrando:

- Ninguém pode comigo! Ninguém me vence, nem Tupã!"


Foi dessa figura mitológica que surgiu o nome "rio Anhangabaú" para um ribeirão que corta o estado de São Paulo.

Inicialmente conhecido como Rio das Almas, o rio Anhangabaú era muito temido pelos indígenas da região. Os índios acreditavam que suas águas traziam doenças ao corpo e ao espírito. Essa crença leva a suspeita de que suas águas não eram potáveis.

Teodoro Sampaio, historiador brasileiro, escreveu em uma de suas publicações que o rio era considerado pelos índios como "debedouro das assombrações".

Dizem que você pode ver um Anhangá se andar pela Floresta Amazônica em noite de lua cheia, se você passar por algum lugar mal-assombrado.

A lenda do Anhangá permanece viva até hoje e deve ser mantida para que as futuras gerações conheçam um pouco mais sobre as histórias do nosso país pré-colonização.

O Barril de Amontilado

O Barril de Amontilado

Suportei o melhor que pude as mil e uma injúrias de Fortunato; mas quando começou a entrar pelo insulto, jurei vingança. Vós, que tão bem conheceis a natureza da minha índole, não ireis supor que me limitei a ameaçar. Acabaria por vingar-me; isto era ponto definitivamente assente, e a própria determinação com que o decidi afastava toda e qualquer ideia de risco. Devia não só castigar, mas castigar ficando impune. Um agravo não é vingado quando a vingança surpreende o vingador. E fica igualmente por vingar quando o vingador não consegue fazer-se reconhecer como tal àquele que o ofendeu.

Deve compreender-se que nem por palavras, nem por atos, dei motivos a Fortunato para duvidar da minha afeição. Continuei, como era meu desejo, a rir-me para ele, que não compreendia que o meu sorriso resultava agora da ideia da sua imolação.

Tinha um ponto fraco, este Fortunato sendo embora, sob outros aspectos, homem digno de respeito e mesmo de receio. Orgulhava-se da sua qualidade de entendido em vinhos. Poucos italianos possuem o verdadeiro espírito de virtuosidade. Na sua maior parte, o seu entusiasmo é adaptado às circunstâncias de tempo e de oportunidade para ludibriar milionários britânicos e austríacos. Em pintura e pedras preciosas, Fortunato, à semelhança dos seus concidadãos, era um charlatão, mas na questão de vinhos era entendido. Neste aspecto eu não diferia substancialmente dele: eu próprio era entendido em vinhos de reserva italianos, e comprava-os em grandes quantidades sempre que podia.

Foi ao escurecer, numa tarde de grande loucura pelo carnaval, que encontrei o meu amigo. Acolheu-me com excessivo calor, pois bebera demais. Trajava de bufão; uma roupa justa e parcialmente às tiras, levando na cabeça um barrete cônico com guizos. Fiquei tão contente de o ver que julguei que nunca mais parava de lhe apertar a mão.

- Meu caro Fortunato - disse eu -, ainda bem que o encontro. Você tem hoje uma aparência notável! Saiba que recebi um barril de um vinho que passa por ser Amontilado; mas tenho cá as minhas dúvidas.

- O quê? - disse ele - Amontilado? Um barril? Impossível! E em pleno Carnaval!

- Tenho as minhas dúvidas - respondi -, e estupidamente paguei o verdadeiro preço do Amontilado sem ter consultado o meu amigo. Não o consegui encontrar e tinha receio de perder o negócio!

- Amontilado!

- Tenho as minhas dúvidas - insisti.

- Amontilado!

- E tenho de as resolver.

- Amontilado!

- Como vejo que está ocupado, vou procurar Luchesi. Se existe alguém com espírito crítico, é ele. Ele me dirá.

- Luchesi não distingue Amontilado de xerez.

- No entanto, há muito idiota que acha que o seu gosto desafia o do meu amigo.

- Venha, vamos lá.

- Aonde?

- À sua cave.

- Não, meu amigo, não exigiria tanto da sua bondade. Vejo que tem compromissos. Luchesi...

- Não tenho compromisso nenhum, vamos.

- Não, meu amigo. Não será o compromisso, mas aquele frio terrível que bem sei que o aflige. A cave é insuportavelmente húmida. Está coberta de salitre.

- Mesmo assim, vamos lá. O frio não é nada. Amontilado! Você foi ludibriado. E quanto a Luchesi, não distingue xerez de Amontilado.

Assim falando, Fortunato pegou-me pelo braço. Depois de pôr uma máscara de seda preta e de envergar um roquelaire cingido ao corpo, tive que suportar-lhe a pressa que levava a caminho do meu palacete. Não havia criados em casa; tinham desaparecido todos para festejar aquela quadra. Eu tinha-lhes dito que não voltaria senão de manhã e dera-lhes ordens explícitas para se não afastarem de casa. Ordens essas que foram o suficiente, disso estava eu certo, para assegurar o rápido desaparecimento de todos eles, mal voltara costas.

Retirei das arandelas dois archotes e, dando um a Fortunato, conduzi-o através de diversos compartimentos até à entrada das caves. Desci uma grande escada em caracol e pedi-lhe que se acautelasse enquanto me seguia. Quando chegamos ao fim da descida encontrávamo-nos ambos sobre o chão húmido das catacumbas dos Montresores. O andar do meu amigo era irregular e os guizos da capa tilintavam quando se movia.

- O barril? - perguntou.

- Está lá mais para diante - disse eu -, mas veja a teia branca de aranha que cintila nas paredes da cave.

Voltou-se para mim e pousou nos meus olhos duas órbitas enevoadas pelos fumos da intoxicação.

- Salitre? - perguntou por fim.

- Sim - respondi. - Há quanto tempo tem essa tosse?

- Hâg!, hâg!, hâg! Hâg!, hâg!, hâg!

O meu amigo ficou sem poder responder-me durante bastante tempo.

- Não é nada - acabou por dizer.

- Venha - disse-lhe com decisão. - Retrocedamos, a sua saúde é preciosa. Você é rico, respeitado, admirado, amado; você é feliz como eu já o fui em tempos. Você é um homem cuja falta se sentiria. Quanto a mim, não importa. Retrocedamos. Ainda é capaz de adoecer e não quero assumir tal responsabilidade. Além disso, há Luchesi...

- Basta! - replicou. - A tosse não é nada, não me vai matar. Não vou morrer por causa da tosse.

- Pois decerto que não, pois decerto - respondi -; não é minha intenção alarmá-lo desnecessariamente, mas deve usar de cautela. Um gole deste médoc defender-nos-á da humidade. Quebrei o gargalo de uma garrafa que retirei de uma longa fila de muitas outras iguais que jaziam no bolor.

- Beba - disse, apresentando-lhe o vinho.

Levou-o aos lábios, olhando-me de soslaio. Fez uma pausa e abanou a cabeça significativamente, enquanto os guizos tilintavam.

- Bebo - disse - aos mortos que repousam à nossa volta.

- E eu para que você viva muito.

Novamente me tomou pelo braço e prosseguimos.

- Estas catacumbas são enormes - disse ele.

- Os Montresores - respondi - constituíam uma família grande e numerosa.

- Não me lembro do vosso brasão.

- Um enorme pé humano, de ouro, em campo azul; o pé esmaga uma serpente rampante cujas presas estão ferradas no calcanhar.

- E a divisa?

- Nemo me impune lacessit.

- Ótimo! - disse ele.

O vinho brilhava no seu olhar e os guizos tilintavam. A minha própria disposição melhorara com o médoc. Tinha passado por entre paredes de ossos empilhados, à mistura com pipas e barris, nos mais recônditos escaninhos das catacumbas. Parei novamente e desta vez fiz questão de segurar Fortunato por um braço, acima do cotovelo.

- Salitre! - disse eu -, veja como aumenta. Parece musgo nas abóbadas. Estamos sob o leito do rio. As gotas de humidade escorrem por entre os ossos. Venha, vamo-nos embora que já é muito tarde. A sua tosse...

- Não faz mal - retorquiu -, continuaremos. Antes, porém, mais um trago de médoc. Abri e passei-lhe uma garrafa de De Grâve. Despejou-a de um trago. Os olhos brilharam-lhe com um fulgor feroz. Riu e atirou a garrafa ao ar, com uns gestos que não entendi. Olhei-o surpreso. Repetiu o movimento grotesco.

- Não compreende?

- Não, não compreendo - respondi.

- Então não pertence à irmandade.

- Como?

- Quero eu dizer que não pertence à Maçonaria.

- Sim, sim - disse -, sim, pertenço.

- Você? Impossível! Um maçom?

- Sim, um maçom - respondi.

- Um sinal - disse ele.

- Aqui o tem - retorqui, mostrando uma colher de pedreiro que retirei das dobras do meu roquelaire.

- Está brincando - exclamou, recuando alguns passos. - Mas vamos lá, ao Amontilado.

- Assim seja - disse eu, tornando a colocar a ferramenta sob a capa e tornando a oferecer-lhe o meu braço. Apoiou-se nele pesadamente. Continuamos o nosso caminho à procura do Amontilado. Passamos por uma série de arcos baixos, descemos, atravessamos outros, descemos novamente e chegamos a uma profunda cripta na qual a rarefacção do ar fazia com que os archotes reluzissem em vez de arderem em chama. No ponto mais afastado da cripta havia uma outra cripta menos espaçosa. As paredes tinham sido forradas com despojos humanos, empilhados até à abóbada, à maneira das grandes catacumbas de Paris. Três das paredes desta cripta interior estavam ainda ornamentadas desta maneira. Na quarta parede, os ossos tinham sido derrubados e jaziam promiscuamente no solo, formando num ponto um montículo de certo vulto. Nessa parede assim exposta pela remoção dos ossos, percebia-se um recesso ainda mais recôndito, com um metro e vinte centímetros de fundo, noventa centímetros de largo e um metro e oitenta a dois metros e dez de alto. Parecia não ter sido construído com qualquer fim específico, constituindo apenas o intervalo entre dois dos colossais suportes do teto das catacumbas, e era limitado, ao fundo, por uma das paredes circundantes em granito sólido. Foi em vão que Fortunato, levantando o seu tíbio archote, tentou sondar a profundidade do recesso. A enfraquecida luz não nos permitia ver-lhe o fim.

- Continue - disse eu -, o Amontilado está aí dentro. Quanto a Luchesi...

- É um ignorante - interrompeu o meu amigo, enquanto avançava, vacilante, seguido por mim. Num instante atingira o extremo do nicho, e vendo que não podia continuar por causa da rocha, ficou estupidamente desorientado. Um momento mais e tinha-o agrilhoado ao granito. Havia na parede dois grampos de ferro, distantes um do outro, na horizontal, cerca de sessenta centímetros. De um deles pendia uma pequena corrente e do outro um cadeado. Lançar-lhe a corrente em volta da cintura e fechá-la foi obra de poucos segundos. Ficara demasiado surpreendido para oferecer resistência. Retirei a chave e recuei.

- Passe a mão pela parede - disse eu. - Não deixará de sentir o salitre. Na realidade está muito húmido. Mais uma vez lhe suplico que nos retiremos. Não lhe convém? Nesse caso, tenho realmente de o deixar. Mas, primeiro, quero prestar-lhe todas as pequenas atenções ao meu alcance.

- O Amontilado! - berrou o meu amigo, que se não recompusera ainda do espanto em que se encontrava.

- É verdade - respondi. - O Amontilado.

Ao dizer isto, pus-me a procurar com todo o afã por entre as pilhas de ossos de que já falei. Atirando com eles para o lado, pus a descoberto uma quantidade de pedras e argamassa. Com estes materiais e com a ajuda da minha trolha, comecei a entaipar com todo o vigor a entrada do nicho. Mal tinha colocado a primeira fiada de pedras quando descobri que a embriaguez de Fortunato tinha em grande parte desaparecido. A este respeito, o primeiro indício foi-me dado por um longo gemido vindo da profundidade do recesso. Não era o gemido de um ébrio. Sucedeu-se um prolongado e obstinado silêncio. Pus a segunda fiada de pedras, a terceira e a quarta. Em seguida ouvi as vibrações furiosas da corrente. O ruído prolongou-se por alguns minutos, durante os quais, para me ser possível ouvi-lo com maior satisfação, suspendi a minha tarefa e sentei-me no montículo de ossos. Quando finalmente cessou o tilintar, retomei a trolha e completei sem interrupção a quinta, a sexta e a sétima fiadas. A parede estava agora quase ao nível do meu peito. Parei novamente e, elevando o archote acima do parapeito, fiz incidir alguns raios de luz sobre a figura que lá estava dentro.

Uma sucessão de gritos altos e agudos, irrompendo de súbito da garganta da figura agrilhoada, quase me atirou violentamente para trás. Por um breve momento hesitei, tremi. Desembainhei o florete e com ele comecei a tatear o recesso, mas bastou pensar um momento para voltar a sentir-me seguro. Coloquei a mão sobre a sólida construção das catacumbas e fiquei satisfeito. Tornei a aproximar-me da parede. Respondi aos gritos daquele que clamava. Repeti-os como um eco, juntei-me a eles, ultrapassei-os em volume e força. Depois disto, o outro sossegou.

Era agora meia-noite e a minha tarefa aproximava-se do fim. Completara já a oitava, a nona e a décima fiadas. Tinha acabado uma porção da décima primeira e última; faltava apenas colocar e fixar uma pequena pedra. Lutava com o seu peso; coloquei-a parcialmente na posição que lhe cabia. Soltou-se então do nicho um riso abafado que me arrepiou os cabelos. Seguiu-se uma voz triste que tive dificuldade em reconhecer como sendo a do nobre Fortunato. Dizia aquela voz:

- Ah!, ah!, ah!, eh!, eh!, boa piada, de fato, excelente gracejo. Havemos de rir bastante acerca disto, lá no palácio, eh!, eh!, eh!, acerca do nosso vinho, eh!, eh!, eh!

- O Amontilado? - disse eu.

- Eh!, eh!, eh!, eh!, eh!, eh!, sim, o Amontilado. Mas não estará a fazer-se tarde? Não estarão à nossa espera no palácio lady Fortunato e os convidados? Vamo-nos embora.

- Sim - disse eu -, vamo-nos.

- Pelo amor de Deus, Montresor!

- Sim - disse eu -, pelo amor de Deus!

Em vão esperei uma resposta a estas palavras. Comecei a ficar impaciente. Chamei em voz alta:

- Fortunato!

Não obtive resposta. Chamei novamente:

- Fortunato!

Continuei sem resposta. Meti um archote pela pequena abertura e deixei-o cair lá dentro. Em resposta ouvi apenas um tilintar de guizos. Senti o coração oprimido, dada a forte humidade das catacumbas. Apressei-me a pôr fim à minha tarefa. Forcei a última pedra no buraco, e fixei-a com a argamassa. De encontro a esta nova parede tornei a colocar a velha muralha de ossos. Durante meio século nenhum mortal os perturbou. In pace requiescat!


por Edgar Allan Poe

17 de mai de 2010

Vampiros bebem sangue de vítima na Nova Zelândia

Jovens teriam bebido sangue do rapaz. Um dos acusados afirma ter abocanhado pescoço da vítima.

Um homem foi atacado por três pessoas em Wellington, na Nova Zelândia, e afirma que os acusados beberam seu sangue. Dois homens e uma mulher na faixa dos 20 anos estão envolvidos no caso.

James Phillip Brooks, 22, e Xenia Gregoriana Borichevsky, 19, foram interrogados nesta semana em Wellington, onde deram o nome de mais comparsa, James Eric Orr, também de 19 anos.

Brooks confessou ter abocanhado o pescoço da vítima, que teve seu nome mantido em sigilo pela polícia. O trio alegou estar voltando de uma festa quando encontrou o homem e o atacou.

No entanto, Brooks negou ser um vampiro. "Eu me pareço com um vampiro? Eu ando sob a luz do dia", argumentou o rapaz em entrevista ao jornal "The Dominion Post". "Não o mordi para tirar sangue, apenas porque estava bravo com ele".

Os três acusados podem passar 14 anos na prisão.
James Phillip Brooks James Phillip Brooks
Xenia Gregoriana Borichevsky Xenia Gregoriana Borichevsky

Paralisia do Sono (relatos)

Estava navegando nas comunidades do site e vi uma que fala da paralisia do sono. Me surpreendi em ver que mais alguém sofre desse mal. Pesquisei, e na realidade muita gente tem isso. Li que nessa hora em que a gente fica paralisado não devemos ter medo, pois isso só piora, a gente trava mais, tem alucinações e tal. O melhor é manter a calma e respirar fundo, que assim conseguimos os movimentos de volta. Haha! Espero mesmo que isso nunca mais me ocorra, porque em todas as minhas experiências, assim que eu abro os olhos, já começo a ver e ouvir coisas estranhas, além de pairar um clima assustador no ar. Como não vou ter medo?
Estranho que da última vez eu não me lembro muito bem, só do medo (presente em todas), e de apesar de eu ter lido que essas experiências acontecem quando dormimos de barriga para cima, eu estava de lado, fato que me deixou desesperada por não poder ver o quarto inteiro, principalmente a porta.
É que todas as vezes eu tive impressão de ter alguém na casa (sensação horrível). Em todas as vezes eu podia jurar que não foi sonho, eu estava acordada, era tão real! E bem sinistro! Não recordo com clareza, mas tenho uma lembrança de um som como um zunido.
Na primeira vez me deu uma aflição! Não podia falar, mexer, parecia que eu fazia força para gritar e não conseguia mover um só músculo. Aliás isso aconteceu em todas as vezes, mas como isso nunca tinha ocorrido antes, foi desesperador. Nuca gostei de dormir no escuro, então o abajour estava aceso, e eu vi uma luz forte no espelho, como se saísse de dentro ou estivesse bem na frente dele, uma luz forte e de grande dimensão; não era como reflexo do abajour, que ficava ao lado. Lembro de olhar espantada, com os olhos arregalados para aquilo e de ficar meio sufocada. Foi horrível.
A segunda vez foi a pior de todas. Na época eu deixava alguma luz da casa acesa e a porta aberta, de forma que fazia uma refração na parede do quarto do outro lado da porta. Eu estava virada para essa parede contrária à porta e quando eu abri os olhos (ai... dá até agonia) vi nessa refração uma sombra masculina, prestes a entrar no quarto, ele estava meio encurvado, assim como quem vai se aproximando devagarzinho, me parecia no entanto estar parado nessa posição. Eu ouvia passos também, mas não podia virar a cabeça para a porta. Ai, ai! Eu deitada, vendo, ouvindo, fazendo força para falar, tentando virar a cabeça para ver e não conseguia me mexer! Ufa! Sufocante! Dessa vez eu acordei, mas acho que só depois de adormecer novamente, só me lembro de ter levantado morrendo de medo para checar a casa, mas não sei quanto tempo depois, só sei que me lembrando do ocorrido fui verificar.
É uma sensação estranhíssima, eu sentia como se em nenhuma das vezes eu conseguisse recuperar os movimentos conscientemente, me levantar, acordar de verdade, mas também não entendo como posso ter adormecido aterrorizada do jeito que ficava. Dá impressão que depois de certo tempo nessa angústia eu desmaiava, porque eu nunca me lembrava do momento em que acabavam essas experiências, do momento que eu retomava o controle.
fonte (sobrenatural)

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