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31 de mai de 2011

praga de mãe

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Amaldiçoar um filho, jogar praga nele. O que vcs pensam disso?

Quando minha vizinha briga com o filho que já é um homem de seus vinte e poucos anos e que vive as custas dela e é muito" marrendo " ( cheio de argumentos, respondão, abusado e dono da verdade), eu escuto tudo ( infelismente ). A dias ela perdeu 10.000,00 pq ele se recusou ( por pura preguisa) atender-lhe a um pedido para resolver um problema que agilizaria o negocio que estava em andamento e que por esse motivo acabou sendo perdido. O pai dele foi para no hospital com crise grave cardíaca por uma discussão que os dois tiveram. Hoje, depois de passar várias noites no hospital com o marido ela chegou em casa para descançar um pouco e pediu se ele não poderia substituí-la por essa noite para que ela pudesse descassar ele simplesmente disso que não. Quando ela foi usar o seu PC percebeu que sua impressora havia sido levada para sei lá aonde. Ao questiona-lo ele respondeu que havia levado para casa de um amigo para imprimir assuntos de sua banda musical. Ela virou o " ziza" e começo novamente as discuções e então eu a ouvi amaldiçoando o filho varias vezes e rogando-lhe algumas " pragas". Puxa, fiquei mal com tudo isso e por ter ouvido tudo isso e por viver a ouvir sempre as brigas deles eu resolvi que vou me mudar daqui. Vou alugar minha casa e morar em outro lugar bem longe deles.

23 de abr de 2011

Exus e Baras

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Exus e Baras.. vamos saber um pouquinho mais!!

Filho de Oxalá com Iemanjá e irmão gêmeo de Ogum, Elegbará
sempre aprontava para chamar a atenção, devido à seus ciúmes. Destemido, valente e brincalhão, adorava se envolver em tudo o que acontecia na Terra. Devido à sua imensa curiosidade e vontade de viver, ele andou pelos quatro cantos do mundo, buscando descobrir os segredos e mistérios que envolviam o nosso planeta.
Elegbará era um orixá que ao mesmo tempo que era amado,muito temido, pois já intimidava a todos com seus olhos, que eram bolas de fogo. Ao contrário de alguns orixás que ansiavam em ter um reino, fundando nações, ele queria o mundo todo, por isto saía pelas estradas vivendo aventuras e angariando adoradores em todas as tribos que visitava.Elegbará é aquele que vive no plano intermediário entre Ogum e Aiê.
Ele é o protetor dos aventureiros, jogadores e todos aqueles que gostam de viver. Exú (candomblé) ou Bará-Exú (batuque RS), é o senhor dos caminhos, caminhos que levam, trazem e fazem as pessoas se encontrarem ou distanciarem-se. É quem faz com que os ritos sejam cumpridos, principal responsável pela ligação do mundo espiritual e o mundo material, (Ogum Ayê).Entre dois caminhos lá está ele guardando, indicando. Não se faz nada pelo candomblé ou nação, antes de agradar Bará/Exú, pois é o único orixá que faz o elo de ligação entre nós e os demais orixás.
Tanto na passagem, como na comunicação, por isso é considerado o mensageiro. Exú é um orixá tão importante quanto todos os demais orixás. Por ser mais ligado com o mundo terrestre, possui certos costumes e temperamentos parecidos com os dos seres humanos.
Exú é erradamente sincretizado como o diabo cristão. Por ser um orixá que cuida dos caminhos onde percorrem homens, orixás, espíritos, etc. E sendo o elo de ligação entre esses mundos, exú possui múltiplos contraditórios, sendo bom e mal, astuto, grosseiro, indecente, protetor, alegre, brincalhão, violento, etc... Devido a esses aspectos foi sincretizado pelos primeiros missionários com o diabo cristão. 
Existem várias derivações de Exú, Existem Exús/Bará que cuidam dos portões, dos caminhos, dos cruzeiros, dos caminhos ao cemitério, dos caminhos dos orixás, etc. Cada Exú de acordo com sua derivação possui um sobrenome ou segundo nome (entre outros atribuídos secretamente aos seus filhos).
Alguns nomes conhecidos são: Exú Tranca Rua das 7 Cerquinhas, Tata Caveirinha das 7 cruzes, Exú Rei dos Ciganos, Exú Rei dos Ciganos de Estrada, Exú veludo das 7 porteiras, Bará do mar, Exu Tiriri Onãm, Bará Lodê, Bará das Estrelas. Exú mensageiro, é um servidor que para alguns é muito querido, e para outros é muito temido. Comanda no vício, na justiça, nas finanças intercede nas dificuldades humanas e são muito próximo de nós.
Eles são companheiros espirituais que, como nós, estão em busca de evolução, pois são espíritos que esperam, em sua maioria, uma nova oportunidade de reencarnar, e para isso, aprendem a importância da vida através das nossas vidas.

DIA DA SEMANA: Segunda e sexta-feira

CORES: vermelho e preto, (dependendo da nação)

SAUDAÇÃO: Alupô ou Alalupô (batuque), Laroyê Exú (candomblé)

DOMÍNIOS: Caminhos, Encruzilhadas, Portões, etc...

AXÉ: (Força Emanada)> Ligação do material com o espiritual, comunicação, fecundação, etc...

FERRAMENTAS E SÍMBOLOS: Chave, tridente, vulto (Pênis ereto), etc...

METAL: Ferro, bronze e ouro.

PREDOMINÂNCIA: Amor, dinheiro, sexo, caminhos, vícios e luxúria.

Axé Laroyê MojubáEu não sei se misturei alhos com bugalhos, ou se você não soube interpretar o meu texto de forma coerene e correta, afinal todos nos sabemos que Exú está ligado entre o material e o espiritual. Eu não fiz nada mais nada menos do que ir um pouco mais a fundo. Existe muito mais conteudo na histora de Exú e é muito importante sabermos além do que costumamos ouvir. Nós temos que saber qual o fundamento dos Orixás aqui na terra e no que que eles podem ser úteis pra nós. Sabemos que as entidades necessitam de um aprofundamento da vida humana para uma futura reencarnação, por isso eles procuram nos ajudar. Sendo que, cada um tem uma finalidade para ajudar.
A PREDOMINÂNCIA: Amor, dinheiro, sexo, caminhos, vícios e luxúria.


21 de abr de 2011

ESSA ORAÇÂO É PODEROSA, CREIA

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ESSA ORAÇÂO É PODEROSA, CREIA

Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos.
Abrindo portas e portões.
Abrindo casas e corações.
A Mãe vai na frente e os filhos protegidos seguem seus passos.
Maria, passa na frente e resolve tudo aquilo que somos incapazes de resolver.
Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance.
Tu tens poder para isso!
Mãe,vai acalmando, serenando e tranqüilizando os corações.
Termina com o ódio, os rancores, as mágoas e as maldições.
Tira teus filhos da perdição!
Maria, tu és Mãe e também a porteira.
Vai abrindo o coração das pessoas e as portas pelo caminho.
Maria, eu te peço: PASSA NA FRENTE!
Vai conduzindo, ajudando e curando os filhos que necessitam de ti.
Ninguém foi decepcionado por ti depois de ter te invocado e pedido a tua proteção.
Só tu, com o poder de teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis.
Amém,

18 de abr de 2011

CRIMINOSOS do alem

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CRIMINOSOS NUMA ANÁLISE ESPÍRITA


“Deveis amar os desgraçados, os criminosos, como criaturas que são de Deus, às quais o perdão e a misericórdia serão concedidos se se arrependerem” “É tanto vosso próximo {o criminoso}, como o melhor dos homens” (Evangelho Segundo o Espiritismo - XI,14.)

Num tempo em que são apresentadas como novidades as doutrinas sociais da inclusão isto é: inserir aqueles, que são excluídos, ou se auto excluíram por motivos vários, importa refletir à luz da Filosofia Espírita, sobre uma larga faixa daqueles, porque caídos nas malhas do crime, continuam detestados e, quiçá, para a populaça intolerante, melhor seria retirar esses criminosos para sempre do seio da sociedade.
O Espiritismo enquanto bênção dos céus, é a doutrina da modernidade por excelência, ao eleger como seu postulado principal a caridade, deixando o bem expresso no Evangelho Segundo o Espiritismo Capitulo XI na comunicação de Paulo- Paris 1860 que “FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO, propõe assim, a revolução do amor nos corações, para, que ninguém fique de fora da esperança e do amor do Pai, em que Jesus Cristo resumiu toda a sua doutrina, perpetuando no espaço e no tempo esse canto de beleza traduzido no:” Vinde a mim vós que sofreis eu vos aliviarei” ou “justiça quero e não violência” a fim de que, os caídos na desgraça não sejam aniquilados, mas conduzidos ao amor e ao perdão e, mesmo no extremo das suas dores, recebam sempre nova oportunidade de educação.

Léon Denis afirma que:
Todas as almas são perfectíveis e susceptíveis de educação; devem percorrer os mesmos caminhos e chegar da vida inferior à plenitude do conhecimento, da sabedoria e da virtude. Não são todas igualmente adiantadas, mas todas hão-de subir, cedo ou tarde, as árduas encostas que levam às radiosas eminências banhadas da eterna luz”.

Acreditando sempre na educação, não duvidemos nós os espíritas do pensamento de Léon Dennis e perseveremos sempre na busca de maiores conhecimentos que, nos permitirão agir no seio da sociedade como colaboradores das almas, que desta ou daquela forma nos foram confiadas, ou conosco se cruzaram nesta reencarnação, tendo para com toda a compreensão. Quando as Ciências da Educação e o legislador penal estudarem com profundidade os postulados espíritas, serão confrontados com uma realidade que ignoram, o Espiritismo prevê toda uma política educacional e social, essencialmente preventiva.
São estas palavras de Allan Kardec, nos comentários pessoais, a respeito da “Lei do Trabalho”, questão nº 685 do L.E: Considerando-se o aluvião de indivíduos que todos os dias são lançados na torrente da população, sem princípios, sem freio e entregues a seus próprios instintos, serão de espantar as consequências desastrosas que daí decorrem? Quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada (a educação) o homem terá no mundo hábitos de ordem e previdência para consigo mesmo e para com os seus, de respeito a tudo o que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar menos penosamente os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que só uma educação bem entendida pode curar. Esse o ponto de partida, o elemento real do bem estar, o penhor da segurança de todos”.
A Filosofia Espírita, nunca leva a uma visão fatalista, prevê sempre a regeneração do espírito pela reforma moral, pela educação, pelo trabalho, pelo aperfeiçoamento das condições sociais. Daí, que em momento algum os Espíritos apresentaram a violência ou a força como solução para alguma coisa, mas sempre a educação, como fica bem expresso na questão 761. L.E: A lei de conservação dá ao homem o direito de preservar a sua própria vida; não aplica ele esse direito, quando elimina da sociedade um membro perigoso?
- Há outros meios de se preservar o perigo, sem matar. É necessário, aliás, abrir e não fechar ao criminoso a porta do arrependimento. O Espiritismo como corpo doutrinário organizado, propõe em todas as situações soluções modernas e avançadas, ainda não superadas pelas modernas Ciências Criminais, Ciências Sociais e Educacionais, oferecendo a todos os estudiosos sérios, um campo vasto de reflexão, para toda a problemática, que hoje convida à visão holística, ou no dizer do professor José Herculano Pires “cosmovisão”.
Se, os que não estudam o Espiritismo, sabem o, que ele não é nunca é demais dizer o que ele é para isso ninguém melhor que o Codificador Allan Kardec-(55) O que é o Espiritismo.
O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática, ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os espíritos; compreende todas as consequências morais, que dimanam dessas relações. Porque despida a roupagem carnal, o Eu individual não se extingue, e o espírito leva consigo toda a responsabilidade individual, fruto das suas ações nefastas, pela reencarnação, através das vidas sucessivas, volve ao palco educacional, como único meio de aperfeiçoamento espiritual, reencontrando-se com aqueles a quem prejudicou para reparação dos seus males.
“Arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e as suas consequências. O Arrependimento suaviza os travos da expiação, abrindo pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação” (O Céu e o Inferno, 1ª parte, cap. VII, item 16º).
Então, se com a morte do delinquente, o espírito imortal prossegue, o ódio acompanha o odiado e também não se extingue o sentimento de vingança para o futuro: qualquer extinção da vida do delinquente não passará apenas de uma perda de tempo e, de uma violência gratuita do estado para criar mais um revoltado na escola futura. Porque o fuzilamento, a cadeira eléctrica, a injeção letal ou, outras formas de eliminação legal, por mais modernas e poderosas, serão incapazes de destruir o espírito imortal, nunca apagarão, com esses métodos os ódios, as vinganças ou as perversidades.
“Para o criminoso, a presença incessante das vítimas e das circunstâncias do crime é um suplício cruel”. (O Céu e o Inferno, 1ª parte, cap.VII, item 24). Aqueles, que eivados de uma visão materialista da vida e que em pleno século XXI, invocam como solução política de paz pública o saneamento dos criminosos, pela pena de morte ou outras formas de violência, apresentam uma solução negativa à Luz do Espiritismo.
As vinganças de ordem espiritual, que se abatem sobre as famílias, os povos ou as nações, tomando a forma de obsessões individuais ou coletivas, são o resultado das violências legais ou ilegais que, não souberam abrir a porta do amor e da regeneração pela educação do delinquente, que um dia também será anjo. A sociedade tem efetivamente de saber defender-se e preservar-se porque essa é uma condição de progresso individual e coletivo dos Espíritos: “O homem tem que progredir. Isolado não lhe é possível” {LE- Q. 768}“ Quis Deus que por essa forma {os laços sociais e de família} os homens aprendessem a amar-se como irmãos” (LE- Q. 774). Vide ainda {LE-Q.766,767,768}.
A Codificação explica como a organização social se deve defender dos criminosos. –“A Sociedade tem as suas exigências. São-lhe necessárias leis especiais” (LE-Q 794);_ “se {as imperfeições de uma pessoa} podem acarretar prejuízos a terceiros , deve-se atender, de preferência, ao interesse do maior número” (Evangelho Segundo o Espiritismo Capitulo - X, 21)- “Uma sociedade depravada certamente precisa de leis mais severas {…}” (LE –Q 796)- “A vida social outorga direitos e impõe deveres recíprocos” (LE- Q- 877);” Confiante na impunidade, o homem retardaria o seu avanço e, consequentemente, a sua felicidade futura” (EE-V,5).
-“ Com o atrativo de recompensas e temor de castigos, procura-se estimular o homem para o bem e desviá-lo do mal” (LE- Q 1009§ 9). “O castigo só tem por fim a reabilitação, a redenção” (LE- Q1009§ 7); -” as penas por temporárias, constituem concomitantemente castigos e remédios auxiliares à cura do mal” (CI-1º VII, 30)” Toda a imperfeição, assim como toda a falta que dela promana, traz consigo o próprio castigo, nas consequências naturais e inevitáveis “(CI 1ª, VII, 33, 2ª.)
A proposta penal da Filosofia Espírita, não esgota a sua ação na defesa social, não tem por fim último salvaguardar a coletividade, mas organizar-se esta de tal forma para fins superiores, que corrijam as imperfeições, que conduzem ao crime, tratando o delinquente e não o segregando ou eliminando-o, mas cuidando dessas almas doentes. - “Infelizmente essas leis {penais} mais se destinam a punir o mal, do que a lhe secar a fonte” (LE-Q. 796) e em jeito de conclusão e sentença deixa-nos o Mestre de Lyon, discípulo de Pestalozzi. “Só a educação poderá reformar os homens que, então, não precisarão de leis tão rigorosas (LE Q.796”.)
O Espiritismo não nos esclarece somente sobre o transcendente, oferece-nos noções claras a respeito de Deus, a Inteligência Suprema e sobre o Cristo Consolador. Dá-nos a conhecer muitas das leis divinas que já podemos compreender, a evolução contínua, as vidas sucessivas em mundos matérias como o nosso, a lei de causa e efeito, a eternidade do Espírito, leis de esperança que mostram ao ser humano as suas imensas possibilidades de crescimento, na proporção justa do seu esforço, do uso correto da sua inteligência e vontade e da liberdade que goza. Ensina-nos com clarividência que o homem, espírito encarnado neste mundo atrasado, vem ao longo dos milénios, cumprindo o seu fado, aprendendo as coisas rudimentares da vida, mas sempre se aperfeiçoando através das reencarnações, não ficando ninguém, excluído das soberanas leis do amor.
E porque somos ainda imperfeitos e precisamos da caridade dos luzeiros espirituais que nos guiam e nos e convidam permanentemente ao perdão, a sermos mais fraternos e solidários uns com os outros, mesmo sabendo das nossas seculares imperfeições, ou porque sabem que somos doentes e para isso precisamos do lar, adequado à nossa condição evolutiva, da escola ou do hospital mais capazes, jamais nós, espíritas, nos permitamos ser descaridosos para com os nossos semelhantes, nomeadamente, os caídos no vício da criminalidade porque, mesmo com esses podemos aprender onde já não estamos, nunca esquecendo o principio fundamental da doutrina espírita. “FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO” permite Deus que entre vós se achem grandes criminosos, para que vos sirvam de ensinamentos.” (EE-XI, 14,§5.
Que nos Centros Espíritas, escolas fundamentais do Movimento Espírita, contribuamos pela nossa ação ativa a divulgar e exercitar esses e outros saberes, que chegaram até nós pela caridade do Amor infinito de Deus, ampliados pelo Espírito da Verdade, para melhor entendimento de Jesus, através das obras de Kardec, porque este sentimento religioso novo, ou Religião Natural do Amor, contribuirá ao maior respeito por todos os semelhantes, contribuindo para a verdadeira paz social.

José Esteves Teiga
Federação Espírita Portuguesa

Referências bibliográficas:
- Ney Lobo,
- Léon Denis,
- Allan Kardec,
- Céu e Inferno.
- Deolindo Amorim,
- Livro dos Espíritos;
- O Que é o Espiritismo;
- Espiritismo e Criminologia;
- Os Criminosos na visão Espírita;
- Filosofia Espírita da Educação-3.
- Evangelho Segundo O Espiritismo;
- O Porquê do Ser, do Destino e da Dor.
- 2 8 - R e v i s t a d e E s p i r i t i s m o
  29 - R e v i s t a d e E s p i r i t i s m o

7 de fev de 2011

Casa Grande (relato)

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Casa Grande


No caminho da escola havia uma casa que todos conheciam como “A Casa Grande”... Era uma casa diferente, tinha quatro fachadas iguais, como se fossem entradas e saídas, mas só duas fachadas realmente tinham portas para entrar e sair. A casa tinha o formato de uma cruz, janelas e portas grandes e vidros embaçados e alguns rachados, como se fosse mal cuidada. Ali morava apenas um casal de velhinhos que estavam sempre andando de um lado para o outro, a velhinha sempre estava cuidando do jardim, regando um pé de flor (rosa vermelha) e outro de laranjeira e o velhinho sempre cuidando de algumas galinhas,
patos, galinhas de angola e um peru solitário que sempre que passávamos perecia o cachorro da casa, fazia barulho e abria as asas. O casal de velhinhos nos olhava de forma diferente, mas o olhar para Lucy, minha irmã de cinco anos, era amigável e com sorrisos... e Lucy retribuía. O casal tinha um filho e uma filha que não moravam com eles, já estavam casados e moravam em cidades diferentes e quase não os visitavam, era raro quando aparecia um ou outro, geralmente no final de ano ou em período de festas juninas.

Lembro-me que tiramos um período de férias escolar, não sei quanto tempo, mas demorou e quando passamos em frente à "Casa Grande” ela já não era a mesma. A casa parecia sombria, sem vida, as plantas morrendo e secas, não vimos o peru barulhento e as galinhas, tudo estava calmo, seguindo o silêncio e as sombras frias que a casa fazia, apenas o pé de rosa vermelha e o de laranjeira estavam verdes como se fossem regados todos os dias. Na volta da escola, bem de tardezinha, a 
casa aparentava mais sombria e assustadora, mas sabíamos que era o único caminho e tínhamos que passar. Quando estávamos de frente com a casa ela parecia maior que o normal, como se crescesse, parecia ter vida, a noite parecia chegar mais rápido e as sombras em sua volta ficavam cada vez mais negras. Lucy ficou um pouco para trás, talvez pela pressa causada pelo medo que apareceu de repente, apressamos o passo e a esquecemos, quando demos conta e olhamos para trás, Lucy acenava o braço e com um sorriso falava com alguém que não conseguíamos ver, na verdade não havia ninguém na frente da casa. Nesse momento eu, meu irmão e o colega voltamos rápido, pegamos na mão de Lucy e saímos correndo feito doidos para casa com o coração batendo como se o espaço no peito fosse pouco para acomodá-lo.

Meu colega Juarez se despediu e partiu correndo, ele morava mais longe que nós, minha mãe percebeu alguma coisa e começou a nos perguntar o que tinha acontecido, ficamos por um momento calados e Lucy estava como se nada estivesse acontecido. Com a insistência de minha mãe tivemos que comentar o ocorrido, esta apenas nos informou que o casal de velhinhos tinha morrido, o velhinho morreu numa semana e a velhinha logo em seguida, então a casa estava abandonada há vários dias, os filhos só vieram para o enterro e deixaram a casa só. Esta informação nos preocupou mais ainda, e ficamos a pensar um olhando para outro: "Com quem Lucy falou? Para quem ela acenou? Se não havia ninguém..." Combinamos de falar com o nosso colega o que nossa mãe contou. No caminho para a escola começamos a contar para Juarez que os velhinhos tinham morrido, durante nossa conversa Lucy intercedeu e falou: "Mentira de vocês, eles estão lá cuidando da casa. Eu falei com eles ontem"... O medo tomou conta de nós, não sabíamos o que dizer! Passar na frente daquela casa à tarde já fazia medo... E na volta, como seria?... Já meio escuro, com o canto de agouro dos pássaros noturnos.
Para atender uma encomenda de minha mãe tivemos que nos atrasar. A noite vinha e parecia mais escura, a lua não tinha surgido, as estrelas pareciam mais distantes, além do canto dos pássaros noturnos... O medo começou a tomar conta de nós. Lucy parecia indiferente, mas como era o único caminho, tínhamos que ir. Quando estamos diante da cerca que separa “A Casa Grande” da estrada sentimos um frio percorrer a espinha chegando até a ponta dos dedos, a escuridão era intensa, a casa era sombria... De repente Lucy grita: "Tem alguém lá!" e sai correndo... Quando percebemos, Lucy estava na porta da casa tentando entrar. Havia uma pequena luz dentro da casa, como se fosse a luz de um candeeiro, esta luz começa a percorrer as dependências da casa como se alguém realmente a estivesse conduzindo. Mesmo morrendo de medo fomos buscar Lucy, era nossa obrigação e responsabilidade.

Ao entrar na casa não vimos Lucy e a luz tinha sumido, de um momento para outro a luz da lua começou a entrar pelas janelas de vidros embaçados como também os agouros dos pássaros noturnos... Ouvimos uma voz e fomos em direção dela, quando chegamos parecia uma sala de jantar, Lucy estava sentada na mesa como se estivesse para ser servida, aguardando ansiosa, olhando o prato posto e com talheres na mão, chamei por Lucy e esta com tranqüilidade falou: "Vocês também estão convidados para o jantar, a vovó já vem com a comida"... De repente a porta da cozinha começou a se abrir, com a reação do medo pegamos Lucy e saímos correndo da casa o mais rápido possível, não olhamos para trás e corremos tanto que sentíamos os calcanhares tocando nossas cabeças. Desde então começaram muitas histórias sobre a “A Casa Grande”, luzes que apareciam dentro da casa, a galinha cantando e os pintinhos piando, o barulho do peru, as portas que se abrem e se fecham e muitos andantes que diziam ter feito um farto jantar servido por uma velhinha bondosa e um senhor de olhar frio.

2 de fev de 2011

O que tinha no quarto?(relato)

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Alexandre

O que tinha no quarto?

Acampamento (leia-se um fim de semanaem uma chácara enchendo a cara) na chácara que era do avô de um amigo meu.

Beleza, salvo o quarto que dormia o avô dele. Nunca vi nada lá dentro, mas:

* Ninguém conseguia dormir lá dentro (salvo um que tava pra lá de bebum e dormiria até no meio de um espinheiro)

* O pai desse meu amigo só de chegar perto da casa (nem do quarto) passava mal de quase parar no hospital.

* Certa vez um espírita foi dormir lá, passou mal e teve que ser levado pra casa (detalhe: dá uns 10 Km da cidade e tiveram que levar o cara de carro no meio da noite pegando estrada de chão e tudo mais)

* Um ao melhor estilo "não tenho medo de nada" foi deitar nesse quarto. Ficou um minuto e dormiu na cozinha, sobre um banco de madeira estreito ruim até de sentar, imagina passar a noite nele.

Eu nunca vi nada nele, mas só de ficar na porta e olhar começou a me dar um medo do nada, um troço inexplicável, um pavor sem sentido. Tipo uma fobia saca?

Caralho o quarto não têm nada de assustador, é igual aos outros da casa e dormimos amontoados com colchão no chão em um quarto pq ninguém queria dormir naquele.

Informações adquiridas: briga por causa da herança na família era uma constante, o avô do meu amigo não saia de lá de jeito nenhum, a família é brigada (os tios desse meu amigo; muitos nem se falam). Sei lá, ninguém têm alguma explicação?
Esclarecendo alguns fatos:

1. O sítio é nos quintos, interiorzão mesmo. TV lá só pega com parabólica.

2. O que deu de briga por causa desse sítio entre a família. Bom, o pai desse amigo meu vendeu a parte dele pq era muita incomodação.

3. Os avós dele eram muito apegados a esse sítio. De repente é isso mesmo, já que é só o quarto deles que dá medo desse jeito, os demais são tranquilos.

4. Como foi vendido, não dá mais pra acampar lá. Senão eu ia levar uma câmera digital e tirar umas fotos do lcal para mostrar.

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• Angélica

compasso

gente hoje eu brinquei de compasso com os meus amigos e eu desafiei o espirito a escrever o meu nome para mim ver se era verdade!!ele escreveu!!e demorou um poko me deixar q eu saisse da brincadeira!!sera que isso me causara algum mal??? 
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Celo

Sonhos

por favor alguem poderia me dizer o q significar esse sonho q eu tive...eu sonhei q estava no meu banheiro e ai uma imagem se formou na parede atras de mim...eu vir isso como seu eu estivesse fora de mim...bom dps q a imagem se formou...eu vir uma mulher ou um homem nao sei ao certo agora pois o msm usava algo na cabeça q emcobria tudo,usava um vestido longo (por isso axo q era mulher...) e tinha uma cor meio roxa, ela segurava na mao um livro muito muito grosso msm (axo q era esquerda)eu tentei ler o nome do livro mas juro q nao lembro...essa "mulher" me disse uma coisa q me assustou: "seu tempo pode esta acabando..." eu levei um susto e fui pra porta do banheiro...na porta minha amiga monna começou a fala um monte de coisas e dessa forma eu nao puder escuta as outras coisa q a apariçao dizia mas ela falou muito...no fim eu voltei para ouvir o q a apariçao dizia ela me mostrou a imagem de uma amiga e me mandou avisa para ela q: " do jeito q ela estava ela seria imbativel..." bom axo q ela se referia a foto...acordei nesse momento...o motivo de esta perguntando isso e pq nao e o primeiro sonho desse tipo q eu tenho...uma vez sonhei q sao jose falava comigo e ele me disse: "arrumar as coisas ai pq eu estou xegando..." e juro pra vcs q eu pouco sabia sobre sao jose axo q qs nada ainda sei...minha mae fala q a mulher do meu sonho e nossa senhora me avisando dos perigos q eu to correndo (pq eu to xegando muito tarde em casa e a nossa rua e perigosa...) mas enfim eu so keria sabe se alguem consegue interpretar isso...pq ultimamente eu tenho uma serie de dejavu q me deixam cade vez mais cabreiro sobre as minhas crenças...me ajudem plz 
 
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Fabio

ligacao de uma menina

Eu moro em Londres ha 5 anos e isso aconteceu em 2001 fazia alguns meses que eu tinha chegado do Brasil.Eu dividia um flat com mais 3 amigos e numa noite de sabado estavamos bebendo e conversando sobre historias de fantasma.Todos foram dormir e no dia seguinte mais ou menos 10:30 da manha eu recebi uma ligacao de uma menina no meu celular,o numero era de uma outra cidade e ela estava chorando e pedindo ajuda.Desliguei o fone e falei o que ocorreu,meus amigos acharam estranho,e nesse exato momento o telefone toca novamnete,a menina chorando e pedindo ajuda,tentei falar com ela ,ela disse que tinha 11 anos e estava procurando por um garoto e se chamava algo como Morgan,eu falei que nao gostei do trote e desliguei.O fone volta a tocar e um dos meus amigos atende,o mesmo acontece eu pego o fone e pergunto de onde ela estava ligando,ela disse:from hell,comecei a rir e desliguei.Na noite de domingo ligo para o numero que ficou no fone e nao da sinal algum,tentei nos outros dias e nao chamava.Troquei o numero do meu telefone e ate hoje nao sei o que foi isso tudo...trote? fenomenos?nao sei...nao me importo se acreditam ou nao...abraco a todos.
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Julieta

aconteceu comigo, e depois vi em um filme

Gente, uma vez eu estava com meus irmãos em meu quarto rezando porque estavamos sentindo uma coisa muito ruim dentro de casa, aí omeçamos a ouvir um rosnado, ou sei lá o que era, parecia um animal... o barulho vinha de todas as partes, parecia que estava no ar.. ficamos assutados, um olhando pra cara do outro com os olhos arregalados. Depois o barulho passou e notamos que todos nós tinhamos ouvido. Depois eu vi isso em um filme, talvez outras pessoas já tenham passado por isso e a situação acabou indo parar em um filme. E com vc´s já passaram por algo semelhante? 
 
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não ocorreu em cidades antigas nem em casarões mal assombrados, mas é verdadeira.
Quando eu tinha uns 7 ou 8 anos fui em um enterro de um sobrinho de minha avó.
O enterro foi na cidade de Santos em um cemitério vertical...não sei o nome, nem onde fica.
A pessoa que estava sendo velada morreu de câncer e era um jovem, isso eu me lembro, mas não sei precisar sua idade, talvez em torno de 25 anos...
Como a família dele é daqui (são Paulo) poucas pessoas compareceram no enterro, disso eu me lembro bem.
Na hora de enterrar eu e minha irmã (somos gêmeas) ouvimos uma pessoa chorar bem alto. Porém, olhávamos em volta e não víamos a pessoa...até ai tudo bem...poderia ser em outro lugar...foi quando eu comecei a ouvir vozes, então, olhei de novo em volta e ninguém falava...olhei atentamente para o caixão sendo colocado na gaveta e ouvi as seguintes palavras "ai que casa bonita, mas eu quero sair daqui", não fazia sentido essas palavras no cemitério, e apesar da pouca idade compreendi que quem falava era o morto.
A partir dai comecei uma trajetória para conhecer mais a vida espiritual. A história parece boba, mas é verdadeira.

Vivian

Outra história

outra história que ocorreu comigo...porém esta quem me contou foi a minha mãe, pq eu mesmo não lembro...quando eu e minha irmã éramos pequenas, tipo 3 ou 4 anos, costumávamos brincar com uma vizinha da nossa idade. Brincávamos todos os dias...
Em um final de semana ela e os pais morreram em um acidente de trânsito, só que na segunda-feira (conta a minha mãe) eu e a minha irmã estávamos atrás do sofá, brincando e conversando com uma terceira pessoa. A minha mãe perguntou com quem nós estávamos brincando, e nós respondemos que com a menina, só que não sabíamos que a menina havia morrido. Minha mãe ficou assustadíssima. E geralmente ela conta essa história...abraços a todos 
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Nielsen

Tenho uma...

Eu tenho uma tbm...
A uns 2 anos atrás, eu estava na casa de duas amigas(hj namoro uma delas) qdo começou a chover muito, dai elas disseram pra eu dormir la..Até ai bele, 2 minas e eu só alegria hhehe... Durante o sono tive um pesadelo, sonhei q eu era um carrasco e torturava um cara, não me lembro bem o q eu fazia mas ele ja estava sem as pernas e eu gargalhava e pedia pra q ele não morresse, pra q eu pudesse torturar mais..

Mas o cara não aguentou, e no mesmo momento q ele morreu eu ouvi, no sonho, a gargalhada dele, olhei pra cima e a "alma" dele ja estava em cima de mim... Abri meus olhos(na real, eu acho) vi o quarto q eu estava dormindo mas continuei ouvindo a gargalhada. Devia ser umas 7 da manha..
...tentei me virar pra ver o q era mas meu corpo não respondia, nem mesmo meu olho(eu estava deitado de lado e só via um armario na parede da frente) o cara ficava gargalhando e dizendo q iria se vingar..

Eu sentia q estava girando mas não tinha nenhuma sensação de tontura. As gargalhadas parecia q estava dento da minha cabeça e não entrando pelo meu ouvido.. Fiquei assim por uns 3 min. Foi quando eu "apelei" pra reza, não digo q sou ateu mas não acredito muito em religião, mas eu rezei e logo tudo passou, foi como se eu tivesse caido dai meu copo voltou a se mexer... Na época contei pra varias pessoas mas dai esqueci por completo, me lembrei agora lendo relatos aqui nessa comunidade... Foi aguniante...
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Giorgia

eu ja morei em uma casa "assombrada"

Já postei isso em outra comunidade, resolvi copiar e colar aki. Nessa casa aconteceram muito mais coisas.

"Bom a história é longa... nós estavamos procurando casa pra alugar e minha mae achou essa, mt bonita, fomo conhecer e a dona (q ainda estava morando lá) disse q keria sair de lá pq o filho tinha morrido num acidente de moto (tinha 17 anos) havia poucos dias e td ali lembrava ele. Eu tinha 7 e minha irma tinha 3. nós ficamos com o quarto q era dele e dos irmaos dele. tinhamos bonecas de pano q enfeitavam a parede. Daí as coisas começaram a acontecer... eu acordava a noite e as bonecas mexiam os olhos pros lados. eu ficava intrigada, pq eram de pano, estavam colados... qd chamava minha mae elas paravam. Tinha outras q eram como flores, braços e pernas bem compridos de arame. Essas se mexiam toda, e era a mesma coisa, eu chamava minha mae e elas tb paravam. Isso era o minimo que acontecia lá. A gente escutava passo de chinelo na casa inteira. A louça caia toda no chao, mó barulho de prato kebrando e tal, e qd minha mae ia lá, tava td no lugar. Meus caes viviam acuados, com medo. Fora inumeras outras coisas q aconteciam lá, minha mae conta que sempre ouvia a gente gritar a noite, como se alguem estivesse nos atacando. E chegava no nosso quarto e a gente tava dormindo... Até que uma noite dessas de gritos, ela e meu pai viram o moço parado na porta da cozinha. Meu pai disse que a visao era tão perfeita q achou q era ladrao. Qd acendeu a luz ele desapareceu. Bom, moramos 4 anos nessa casa, mas as coisas só aconteceram nos 8 primeiros meses. Até um padre foi lá benzer e disse, q apesar de ser catolico, ali havia um espirito que nao sabia q tinha morrido..." 
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R3N@T0 M1R@B1L1

HISTORIA 1 - NO TRAMPO

é o seguinte: trabalho numa empresa ha 6 anos. a empresa fica num sobrado em um bairro residencial. antes da empresa comprar esse sobrado os antigos donos eram um casal de idosos, q ja faleceram. a senhora faleceu e algum tempo depois o senhor. como ele morava sozinho na casa, os filhos os haviam abandonado, demorou algum tempo ate os vizinhos acharem ele morto dentro da casa. de acordo com informações dos vizinhos, os filhos nem sequer mandaram rezer uma missa para o senhor. na epoca q entrei aqui, a noite ficava um caseiro, com a esposa e o filho tomando conta da casa, eles dormiam num quartinho nos fundos. e sempre contavam sobre barulhos estranhos durante a noite, principalmente no andar de cima da casa, onde eram os quartos. mas o mais estranho q eles contaram foi qnd o filho deles foi tomar banho e a toalha sumiu. instantes mais tarde ela apareceu estendida no banheiro q ficava no andar de cima, banheiro este q era dentro do quarto q dormia o casal. mesmo durante horario de serviço as vezes ouviamos barulhos vindos la de cima, mesmo sem ter ninguem la. de uns dois anos p ca, nao tem mais caseiro aqui, era eu q chegava mais cedo e abria aqui. eu chegava as 7:30 e o resto do pessoal as 9:00. chegava eu e um outro rapaz. mas teve um dia q ele nao veio trabalhar e fiquei sozinho aqui, ai aconteceu uma coisa muito estranha. estava eu na minha sala. atendendo o tel. qnd passou um senhor, no corredor, me cumprimentou e subiu as escadas. eu pensando ser um dos diretores chegando mais cedo cumprimentei de volta. ao desligar o tel fui atras dele, subi as escadas e. tudo escuro. as portas todas trancadas. andei a casa inteira chamando pelo nome dele, achando q tinha alguem la. e nada. qnd fui ate o portao vi q estava trancado. detalhe so eu tinha essa chave. qnd o pessoal chegou as 9 inclusive esse diretor perguntei p ele se ele tinha vindo aqui de manha e ele disse q nao. ai q percebi q algo muito estranho tinha acontecido aqui. e eu tinha presenciado.

R3N@T0 M1R@B1L1

HISTORIA 2 - MEU QUARTO

A historia q vou contar a seguir aconteceu qnd eu tinha aproximadamente 14 anos... bom pra começar tem um tio q mora conosco e ele é espirita, recebe entidades e tal... por isso estou acostumado c esse tipo de coisa... bom voltando a historia... tinha uma tia minha, bom bao era exatamente minha, ela era tia da minha mae, irma de minha avó... e ela estava muito doente essa epoca, estava c cancer... bom o q aconteceu é o seguinte... uma noite, estava eu dormindo, qnd ia me levantar, nao me lembro direito p fazer oq, beber agua, ir ao banheiro, nao importa... qnd acordei, o quarto escuro, so me lembro de ter vista uma claridade num canto do quarto, e com certeza era essa tia, toda de branco, parada ali no meu quarto olhando p mim... foi qnd eu passei a mao no rosto p limpar os remelos do olhos e ver se estava mesmo vendo aquilo e qnd olhei nao havia mais nada no lugar... fiquei pensando aquilo um tempo ate pegar no sono novamente... obvio q fiquei intrigado c aquela imagem...

Acontece q na manha seguinte, bem cedo, era sabado ou domingo nao me lembro, so sei q era dia de acordar um pouco mais tarde, mas minha mae veio ate minha cama bem cedinho e me acordou... ela estava chorando e me disse q a tia havia falecido... qnd ouvi aquilo, ai sim me assustei... lembrei da imagem q havia visto durante a noite... porem ate hj nunca comentei esse fato em casa... num sei pq...

Agora pergunto... ate onde vai a linha q separa nossa imaginação da realidade??? Sera q era essa tia mesmo q estava em meu quarto p se despedir, sei la, dizer alguma coisa... o fato é q foi algo muito estranho q aconteceu...
 
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Rosineidi

APARTAMENTO!

MORAMOS EM UM APARTAMENTO QUE SEMPRE ACONTECIAM COISAS QUE NÃO PODÍAMOS EXPLICAR FACILMENTE.
UM DIA EU ESTAVA NO MEU QUARTO SOZINHA, DE PORTA FECHADA, MINHA MÃE BATEU NA PORTA, TENTOU ENTRAR E EU NÃO OUVI NADA, ENTÃO OUVI ALGUÉM DIZER - ABRA A PORTA! AUTOMATICAMENTE EU

Michelle Franz

li numa revista de coisas sobrenaturais...

Teve uma vez, eu devia ter uns 15/17 anos e achei uma revista na casa de uma amiga q contava histórias sobrenaturais e “comprovavam” com fotos o q diziam... até hj eu num sei se era verdade msm ou não, mas enfim....
Tinha uma menina de uns 16 anos q morava numa cidadezinha do interior, a “diversão” dela era acompanhar da janela da sala de casa os cortejos fúnebres q aconteciam na cidade, pois a casa ficava na rua de entrada do cemitério.
Certa vez, ela estava acompanhando um cortejo bem pequeno, e ela ficou intrigada, mas o q mais chamou a atenção dela foi uma flor sobre o caixão. Uma flor mto bonita, do tipo q ela nunca tinha visto antes....
Seguiu o cortejo, esperou o povo ir embora e chegou perto da lápide.... a flor realmente era mto mais bonita de perto.... resolveu leva-la embora e colocar num vaso q tinha em casa..... a noite, qdo foi dormir, deu boa noite aos pais e deitou-se, não conseguia dormir e de repente começou ouvir uma vozinha bem la no fundo – por favor, devolva-me....., por favor, devolva-me..... Ela achou q era sonho, tal....deixou p/ la.... deu uma olhadinha na flor e saiu p/ rua brincar... ela estranhou q toda noite, qdo ela ia se deitar, akela vozinha ficava martelando na cabeça dela...e ela nem ai.... passaram-se alguns dias, a flor murchou e a mãe jogou fora..... qdo foi pela manhã do outro dia, a menina levantou, tomou o café e foi assistir TV... do nada, uma voz, agora mais forte pedindo – DEVOLVA-ME O Q VC PEGOU DE MIM.... AGORA..... ela estremeceu, olhou pela janela da sala e nada, ninguém por perto... correu pra cozinha e perguntou p/ mãe se ela tinha ouvido alguma coisa, a mãe disse q não, q akilo era coisa da cabeça dela. – É só vc parar de assistir essas besteras na televisão... vai ver q até foi a TV....
A menina sabia q não vinha da TV.... mas não imaginava o q pudesse ser.... ela não tinha emprestado nenhum brinkedo de nenhuma amiga e eskecido de devolver... dinheiro tbm não.... enfim, a mãe devia estar certa, coisa da cabeça dela msm.... qdo foi a tarde, uma “chuva”...
ABRI E MINHA MÃE DISSE: - TU ESTÁS SURDA, FAZ UM TEMPÃO QUE ESTOU BATENDO.
SÓ QUE EU JURO QUE NÃO ESCUTEI NADINHA MESMO.
OUTRA VEZ EU ESTAVA VENDO TV E COMECEI A CHORAR DO NADA. UMA SOMBRA ME TAPOU, COMO SE ESTIVESSE ME OLHANDO POR TRÁS, QUANDO EU OLHEI NÃO HAVIA NINGUÉM, CORRI PARA VER SE PODERIA SER MEU PAI, MAS ELE ESTAVA DORMINDO.
ENTRE OUTRAS HISTÓRIAS DE PASSOS, PORTAS SE ABRINDO EM QUARTOS VAZIOS,PERFUME DE FLORES,ETC.
OUTRO DIA CONTO OUTRAS DE CASAS QUE MORAMOS TB. 
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li numa revista de coisas sobrenaturais...

Teve uma vez, eu devia ter uns 15/17 anos e achei uma revista na casa de uma amiga q contava histórias sobrenaturais e “comprovavam” com fotos o q diziam... até hj eu num sei se era verdade msm ou não, mas enfim....
Tinha uma menina de uns 16 anos q morava numa cidadezinha do interior, a “diversão” dela era acompanhar da janela da sala de casa os cortejos fúnebres q aconteciam na cidade, pois a casa ficava na rua de entrada do cemitério.
Certa vez, ela estava acompanhando um cortejo bem pequeno, e ela ficou intrigada, mas o q mais chamou a atenção dela foi uma flor sobre o caixão. Uma flor mto bonita, do tipo q ela nunca tinha visto antes....
Seguiu o cortejo, esperou o povo ir embora e chegou perto da lápide.... a flor realmente era mto mais bonita de perto.... resolveu leva-la embora e colocar num vaso q tinha em casa..... a noite, qdo foi dormir, deu boa noite aos pais e deitou-se, não conseguia dormir e de repente começou ouvir uma vozinha bem la no fundo – por favor, devolva-me....., por favor, devolva-me..... Ela achou q era sonho, tal....deixou p/ la.... deu uma olhadinha na flor e saiu p/ rua brincar... ela estranhou q toda noite, qdo ela ia se deitar, akela vozinha ficava martelando na cabeça dela...e ela nem ai.... passaram-se alguns dias, a flor murchou e a mãe jogou fora..... qdo foi pela manhã do outro dia, a menina levantou, tomou o café e foi assistir TV... do nada, uma voz, agora mais forte pedindo – DEVOLVA-ME O Q VC PEGOU DE MIM.... AGORA..... ela estremeceu, olhou pela janela da sala e nada, ninguém por perto... correu pra cozinha e perguntou p/ mãe se ela tinha ouvido alguma coisa, a mãe disse q não, q akilo era coisa da cabeça dela. – É só vc parar de assistir essas besteras na televisão... vai ver q até foi a TV....
A menina sabia q não vinha da TV.... mas não imaginava o q pudesse ser.... ela não tinha emprestado nenhum brinkedo de nenhuma amiga e eskecido de devolver... dinheiro tbm não.... enfim, a mãe devia estar
 
certa, coisa da cabeça dela msm.... qdo foi a tarde, uma “chuva”... 
 

Michelle Franz

cont..

de tijolos e pedras começaram a atingir a casa, kebraram vidros das janelas e o mais incrível é, q só acertavam onde a menina estava, tipo, ela estava na sala, as pedras eram atiradas na sala, se corria pro quarto, elas eram atiradas no quarto e paravam na sal..... os pais saíram de casa correndo p/ “meter” bala no idiota q tava fazendo isso, mas não encontraram absolutamente ninguém fora da casa... nenhum vestígio d q alguém tivesse por ali, afinal não havia onde se esconder e ninguém correndo pela rua..... nada.... começaram a ficar preocupados, pois nunca tinha acontecido algo desse gênero nem com eles nem com os vizinhos.... cessaram as pedras, colocaram alguns papéis p/ tapar os buracos nos vidros e foram deitar.... a menina deitou-se e sonhou com a flor do cemitério e novamente ouviu a voz autoritária: DEVOLVA-ME O Q VC PEGOU E MIM........ e começou a sentir os pés ficarem doloridos, como se alguém estivesse pregando coisas nos pés dela, começou a gritar de dor, os pais acordaram e viram uma cena chocante.... os pés da filha estavam perfurados – como se fossem pregos - não sangravam.... apenas buracos nos calcanhares.... correram, chamaram um padre, ele benzeu a casa e ela contou o q tinha sonhado, q o q a voz keria era a flor de volta... no outro dia pela manhã a cidade inteira (q akela altura já estava sabendo da história) correndo atrás p/ ver se achava a tal flor... ninguém achou, o pior é q os parentes do defunto não lembravam seker de terem visto a tal flor sobre o caixão....
Ai entra a Revista q relatou o caso.... foram até a casa da menina, tiraram as fotos da casa apedrejada, dos pés furados e contavam a história dela.... qdo os repórteres foram embora, a menina foi pro quarto e deitou-se...... no outro dia pela manhã, qdo os repórteres voltaram p/ continuar a matéria, os pais foram acordar a menina, ela estava morta e com uma flor bem estranha ao lado dela....... isso a revista relatou ao final da matéria, mas sem fotos da flor ou da menina morta (tbm seria mta morbidez dos caras, né....) 
 

Michelle Franz

cont 2 - ta acabando....

E o pior de tudo é q, mtos anos depois tive q ir no enterro de um amigo meu... infelizmente não tive a oportunidade de me despedir dele, já haviam enterrado qdo chegamos.... fikei um tempo ali, “conversando” com ele, me despedindo e pedindo a Deus q ele estivesse num lugar mto melhor q aki... enfim, pedi pela alma dele, q descansasse em paz Qdo estávamos indo embora eu fui até o jazigo dele me despedir, de repente bateu um vento forte e do nada uma flor caiu bem em cima de mim, uma flor bem bonita por sinal.... senti a presença dele nakela hr.... mas tbm lembrei da porra da história da menina...mew, me deu um arrepio TÃO grande q agradeci a flor (se realmente era ele q tinha colocado ela ali), colokei na berada da lápide (era dakelas gavetas) e me despedi, dizendo q akela flor era dele, q alguém tinha dado p/ ele e q eu não merecia ficar com ela...... na verdade eu fikei é com medo de ficar com akela flor, essa história da menina me impressionou demais (apesar de não saber se era verdade ou não, mas as imagens da menina me vinham a cabeça direto...ui....) até hj, qdo vou em cemitério e vejo akelas flores lembro da história... como q pode né.... 10 anos depois ainda lembro disso...e morro de medo.... credo..... hj fico pensando se meu amigo pode ter ficado chateado comigo por não ter levado a flor embora, mas espero q ele tenha entendido meu lado tbm... sei la... e me sinto tão estranha contando isso p/ vcs, é q na verdade, nunca tinha falado isso p/ ninguém... o povo sempre tira sarro de mim qdo conto as histórias q conheço... mas qdo não sei se é verdade eu sempre aviso... eu ouvi tal coisa... agora qdo acontecem comigo ou com alguém da familia, é outros 500... bom, bjs a todos.... 
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Tania

O casalzinho verde

O casalzinho verde
Um caso, que aconteceu na Espanha no final do século XIX, numa aldeia as crianças brincavam próximas há uma caverna quando houve uma explosão, assustadas viram sair dali uma menina e um menino, o único problema é que a pele era esverdeada e não falavam a língua deles.Foi chamada a polícia e um juiz que ficou com pena das crianças e levou-as para sua casa.Por 4 dias foi tentado alimentá-los , mas não comiam nada no quinto dia , foi servido feijão e as crianças comeram rapidamente. O juiz e sua esposa adotaram as crianças, o menino sobreviveu somente um ano, a menina ficou 5 anos viva e aprendeu espanhol , o mais interessante foi o que ela contou , que houve uma explosão e eles apareceram naquela caverna e que moravam num lugar onde havia uma cúpula, talvez por isso a pele esverdeada, e a menina com o passar dos anos foi ficando com a pele mais branca.
Um Mistério realmente.
Eu li esta história numa das primeiras edições da revista planeta, há uns trinta anos atrás.
Um abraço,
Tânia
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Doc Kim

A noite mais arrepiante da minha vida!!

Eu ja postei essa minha experiência em outra comunidade:

Foi em 2002... eu tinha 20 anos. Era uma noite de rotina... eu me aprontava para dormir... eu iria madrugar no outro dia (como sempre). Apaguei a luz e comecei uma longa espera pelo sono. Meu quarto é bem escuro... em dias com muitas nuvens... não se ve 1 palmo sequer na frente. Depois de uns 30 min... eu tava começando a apagar mas... de repente... sabe qndo alguem senta ao seu lado na cama e puxa o cobertor?? Bom, foi isso que senti de início. La se foi meu sono. Coração a 1000 por hora olho arregalado!! Eu ate falei sem querer: "caralho"!! Depois começei a olhar para todos os lados procurando algo... sabe la o que!! Demorei a me acalmar... rezei um pouco. Mas de repente comecei a sentir o que sempre sinto qndo há entidades malígnas perto de mim: arrepios no braço esquerdo e na nuca... barriga gelada e incapacidade de me mexer. Eu comecei a sentir como se alguem estivesse extremamente perto de mim... senti um calor bem perto... dai alguma coisa começou a tomar forma em cima de mim... flutuando. Era uma pessoa sem rosto... toda amarela. Meu Deus nem sei descrever direito!!! Na hora eu travei a respiração... mas não sei se foi impressão minha mas eu comecei a ouvir a coisa em cima de mim sussurrar!! De alguma forma eu quebrei a minha paralizia e me levantei atrvessando a coisa... corri para a porta dei um tapa no interruptor dando um grito!!! Aaaahh!! Nada.... minha mãe veio correndo assustada... Cara... depois disso eu passei uns 2 meses dormindo com meu irmão no quarto dele..... foi dose. Quem teve um dia desses? 
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Daniel

sentir?

Eu tb já senti coisas ruins!! É muito estranho pq não consigo + ficar no escuro na sala e mexendo no computador durante a noite/madrugada. Começo a ter a impressão de q estou sendo observado, depois começo a ficar arrepiado e depois sinto vontade de chorar, sem ter explicação alguma. Dai rezo e peço p/ os anjos ou socorristas o levarem p/ poder ajuda-lo (eh o q tenho q fazer segundo minha amiga espirita). Fiz isso uma vez e ele foi embora, na 2a vez q aconteceu, foi + forte o contato, ouvia algumas frases desconexas na minha cabeça, as únicas coisas q entendi foram uma frase e os palavrões q ele me xingou. O q eu entendi era assim: "Me ajude, q eu te ajudo!" e depois eu comecei a rezar p/ o levarem e ele começou a me xingar, continuei a rezar e ele sumiu, mas não sei se ele se foi realmente. 
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†Vecna†

nem asusta....

soh sei que aconteceu quando eu tinha menos de oito anos, eu morava em um prehdio, que tinha um grande patio com playground. Esse pahtio eh dividido em 3 areas, com acesso unico pela que fica no meio. Eu estava na ala da esquerda para quem entra, brincando no playbround, quando ouvi a voz da minha mae me chamar do portao de ligassao com a area central. Fui para lah e nao vi ela. Aih fui ver a parte direita e nao vi ninguem tambem.
Saih do pahtio e olhei o corredor dos elevadores e as salas de recepssao (todos visiveis com um balanssar de cabessa da entrada do patio) nao vi ninguem e fui perguntar ao porteiro se tinha alguem me chamando. Ele falou que nao. Subi e fui perguntar pra minha mae se ela me chamou e ela negou. Os apartamentos do primeiro andar que dao acesso a onde eu estava, eram o meu e o da minha vizinha, que estava viajando! De outros andares eu acho que seria muito dificil me chamarem da forma como ocorreu!
Minha mae disse para eu rezar mais...
Soh isso!
eu lembro com tantos detalhes, pq essa historia me impressionou bastante! 
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Mαndα ◕‿‿◕

Oi Papai

Essa historia n aconteceu comigo... (Graças a Deus)
Uma amiga minha tem uma filha, qndo ela era pequena com uns 4 anos o pai dela faleceu, mas a mãe ficou com medo de contar para a filha e resolveu adiar...
Um dia ela ouviu a menina falando sozinha na cozinha. Ela chegou lá e naum havia ninguém... Então ela perguntou:
- Com qm vc estava falando?
- Com o papai... Ele disse que daki a pouco volta, que ele tinha q sair e q qr t ver...
A mãe ficou apavorada! Claro! Mas depois ela sempre via a filha conversando sozinha e resolveu n contar p a filha sobre o pai...
Se ela sabe ou n hj, eu n sei... 
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Giorgia

Criança

Aconteceu comigo em out ou nov de 2004, nao lembro. Postei isso em outra comunidade logo no dia seguinte, eu estava meio apavorada e quis compartilhar.
Bom, era sabado de manha e meu marido tinha acordado e estava na sala. Eu acordei e continuei deitada, devia ja ser umas 8h00. Minha cama é encostada na parede e é nesse lado q eu deito.
Bom, não sei se dormi, se sonhei, se aconteceu de verdade, só sei q pra mim foi muito real...
Surgiu um menininho de cabeça baixa e subiu na cama... eu nao conseguia me mexer, mas eu via que estava no meu quarto mesmo. Ele foi subindo por cima de mim, tinha o cabelo loiro, liso e nao mostrava o rosto. Eu estava com o braço esquerdo com a palma da mao virada pra cima. Ele veio e fez tipo um "carinho" na minha mao, e esfregava a cabeça em mim... O estranho é q eu senti perfeitamente o cabelo dele no meu rosto e a mao dele. Qd consegui gritar, ele sumiu. mas fikei com medo um bom tempo...
 
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Paula Heloisa

Vovô

A minha história pode não ter nada de horripilante ou assustador, mas é que eu fiquei intrigada. Meu avô estava com cirrose hepática e estava internado, mal, havia 2 meses. Antes de ele ser internado pela ultima vez, eu fiquei tres semanas cuidando dele no hospital, pq ele nao conseguia se sentar sozinho, enfim, o ajudando. Quando eu voltava pra casa, o cheiro de hospital com o cheiro dele ficava impregnado nas minhas roupas e eu lembrava bem daquele cheiro. Num domingo eu estava em casa, assistindo um filme com meus amigos e comecei a sentir esse cheiro. Mas não foi simplesmente sentir, parecia que estava me sufocando, eu não consegui respirar direito, meus amigos ficaram meio desesperados porque eu estava sem ar! Aquele cheiro tava me sufocando! Daí passou, tudo certo. No outro dia meu avô faleceu. 
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Elci

A história que vou contar, se passou comigo e minha família, há muitos anos, quando eu era criança. Minha mãe mandou embora uma empregada que havia trabalhado muitos anos em nossa casa. Algum tempo depois, ela morreu do coração. Logo depois, começamos, eu e minhas irmãs a escutar barulhos de madrugada. Era janela de correr que abria e fechava, barulho de talheres, pratos, etc, tudo na sala de jantar. O pior é que só nós, crianças, escutávamos. Não dormíamos a noite toda de medo. Falamos para nossa mãe e ela ficou esperando acordada. Lá pelas tantas, começamos a escutar o barulho e minha mãe foi direto para a sala de jantar e começou a falar; que ela parasse com aquilo, porque não tinha medo, e se tinha alguma coisa a falar, que aparecesse ali e falasse para ela. Depois desse dia, nunca mais escutamos nada. Deus a tenha em bom lugar! 
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Bruno

bem, eu moro num sítio e ontem à noite eu cheguei em casa e fui comer. peguei uma sobrecoxa de frango, desfiei e coloquei no pão e peguei um suco de laranja. no fim eu joguei o osso pro cachorro pela janela da cozinha mesmo sem o ver. fui pro quarto escovar os dentes e voltei na cozinha pra tomar água, aí eu dou de cara com o mesmo osso bem em cima da pia. detalhe: a sobrecoxa era a ultima parte do frango q havia sobrado e a pia já tava limpa qdo saí pra escovar os dentes. como pode? 
 
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Michelle Franz

lembrei d + uma, mas essa aconteceu la em casa...

putz, tava lendo as histórias colocadas e lembrei de uma q aconteceu la em casa ( a msm casa q caiu o santinho q colokei no outro post objetos q caem do nada)...
minha mae tinha um guarda-roupa enorme e keria por q keria mudá-lo de lugar, do nada, simplesmente deu na louca q ia mudar.. mas o bicho era mto grande msm, ele ia do piso ao teto e ficava BEM grudado na parede, nao entrava seker um dedo atrás... então, comecamos a tentar mudar o tal guarda-roupa... virava de um lado, mexia do outro e de repente, simplesmente do nada, aparece EMBAIXO do tal, um sapo seco, parecendo uma pessoa morta, tipo, deitado de costas,com as "maozinhas" juntas sobre o peito e os "pezinhos" um ao lado do outro, exatamente como uma pessoa é enterrada... nosa, qdo lembro disso, foi horrivel... eu entrei num desespero completo, chamamos a tia da minha mae q eh medium e ela fez uma defumacao na casa inteira, disse q akilo era alguma coisa feita pra nossa familia... mas realmente, ateh hj nao entendo como akele sapo foi parar la embaixo... NÃO HAVIA JEITO SEKER DO SAPO ENTRAR DENTRO DE CASA, mto menos entrar embaixo do guarda-roupa q nao passava um dedo, tanto atras qto embaixo dele...
putz, akele dia foi f.. msm... é cada coisa q acontece nessa minha familia, viu? q ta loco... conforme for danado certo, vou colocando outras historias q aconteceram - e acontecem - nela...

Regina Coeli

Minha mãe faleceu com 42 anos, eu e minha irmã continuamos morando na mesma casa,tinhamos 20 e 17 anos respectivamente. Uma semana após a morte dela, minha irmã ficou conversando até tarde com uma vizinha e quando foi dormir, começou a ouvir passos, morávamos numa casa duplex. Resolveu me acordar e também ouvi os passos. resolvemos pedir nossa vizinha que dormisse conosco, ela se recusou. Ficamos sentada na sala, com muito medo do que estava ocorrendo. de repente as luzes começaram a piscar e os passos cada vez mais marcantes. Novamente fomos até a casa da vizinha e pedimos ao pai dela que viesse nos ajudar, ele também ouviu os barulhos e achou que tivesse algum ladrão. Resolveu amarrar todas as maçanetas dos quartos e pendurou panelas na corda. Ligou para polícia e explicou a situação.Enquando aguardávamos a chegada da polícia,ouvimos as panelas caindo, barulho enorme.A extensão do telefone que ficava na sala, começou a fazer barulho como se alguem estivesse discando. Telefonamos para minha casa e telefone só ocupado. Quando policia chegou, ele subiram e verificaram que os quartos que haviam tido as maçanetas amarradas, o único aberto era o que tinha o telefone. Vistoriaram toda casa, nada foi encontrado. Um dos policiais disse para pai da minha amiga que provavelmente era minha mãe que havia estado ali. Anos se passaram e não consigo esquecer aquela cena. sou ma pessoa bem perceptiva e sofro com isso. Talvez um dia conte para vocês a história da gravidez das minhas trigemeas, infelizmente nenhuma delas sobreviveu.
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Mari

Aconteceu mesmo!

Meu avô materno se acidentou de carro com meu tio (que é vivo) no dia 21 de maio de 1993,exatamente no dia que eu nasci,ele faleceu por volta de 10 ou 11 de junho de 1993.Eu naum o conheci e nem ele me conheceu.
Minha tia me contou issu:
Eu nem sabia dele,que ele havia existido e tal.
Quando eu tinha 2 anos de idade eu estava na casa da minha avó materna deitada no colo da minha tia,a porta do quarto ficava na frente do sofá...
Eu comecei a falar com alguém:
eu-vc está bem?
eu-me responde...
Coisas desse tipo,eu nem sabia falar direito!
Entaum minha tia assustada perguntou com quem eu estava falando,eu respondi que estava falando com o vovô,aí ela perguntou qual vovô eu falei qui era u papai da mamãe,no caso o pai da minha tia eque era meu avô.Minha tia treve uma "emoção" muitu grande e até hoje me conta isso.
Eu queria muito falar com meu avô,todos que o conheceram me contam que ele tava muito feliz com a chegada da 2ªneta dele(eu),apesar de minha mãe ter apenas 16 anos(minha mãe engravidou de mim quando tinha 16 anos!).E tbm falam que ele era uma pessoa muito boa e muito humana.

Eu tenho diversas casos pra contar,outra hora qundo eu tiver mais tempo eu passo aki e comto eles.

VALEW PELA ATENÇÃO!
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Rosângela M

Essa aconteceu comigo.

Quando eu tinha 17 anos (hoje tenho 40), meus amigos me chamaram para ir a um baile de Carnaval em Brasília. Minha mãe não estava em casa e eu tive que ficar aguardando ela voltar para poder ir ao baile. Minha amiga me falou que eu iria no carro de um amigo que se chamava Gordo. Enquanto esperava minha mãe fiquei na sala lendo, de repente apareceu na porta do corredor da casa um homem alto, moreno que eu nunca tinha visto antes. Ele só balançava a cabeça dizendo que não. Eu perguntei pra ele que ele era e ele sumiu.
Fiquei apavorada. Quando minha mãe chegou eu estava tão assustada que não conseguia nem falar direito. Minha mãe vivia com meu padrasto. Ela me chamou no quarto e me mostrou uma foto, falando que nunca havia me mostrado aquela foto para não magoar meu padrasto. A foto era do homem que eu vi. Ela disse que ele era meu pai. Eu chorei muito e não quis ir mais ao baile.
No dia seguinte de manhã, minha amiga chegou apavorada na minha casa dizendo que todo mundo que estava no carro do Gordo estava enternado no Hospital em estado grave por causa de um acidente na porta do Baile. Eu agradeci muito ao espírito do meu pai que eu nem conhecia.
 
 
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Olívia

Sonho

Aconteceu há uns 5 ou 6 anos.
Venho de uma família evangélica; meus pais são altamente tradicionais, principalmente meu pai. Não sei muita coisa da vida dele, é tudo um grande mistério pra mim, mas ao longo dos anos fui descobrindo coisas que ele sequer imagina.
Em casa, somos apenas duas filhas; minha irmã, de 34 anos, e eu, de 24. Não sei porque sempre suspeitei que eu tenho um irmão, mas nada nunca me foi confirmado. Até esse dia...
Era uma sexta-feira e resolvi dormir na casa da avó materna quando voltava da escola. Tive um sonho muito cruel. Sonhei que minha cidade havia sido devastada, como se houvesse passado uma guerra por aqui. Eu estava só e ouvia uma criança chorando. Parti meio sem rumo atrás da origem do som. Entrei em um prédio abandonado, que não tinha todas as paredes. Abri cada porta, mas não vi ninguém. No último andar, abri uma porta e havia um menino assistindo TV, sentado numa cadeira de rodas, de costas para mim. Ele se virou e me estendeu os braços, como a pedir ajuda. Dei as costas, fechei a porta e parti. Acordei apavorada.
No sábado de manhã voltei pra casa e não achei meu pai. Minha mãe disse que ele tinha viajado para uma cidade próxima, meio que de repente, mas não contou mais detalhes. Depois de eu muito insistir, no final do dia ela resolveu me contar.
Ele acordou de madrugada, chorando, depois de ter tido um pesadelo, que eu não sei como foi. Então ele viajou de manhã. Na cidade para onde foi, passou a juventude e teve um caso com uma mulher casada, que engravidou dele. O marido assumiu o filho, pensando que fosse dele próprio. Meu pai sumiu. Nessa bendita viagem que fez, soube que a mulher morrera de câncer. O filho deles se mudou para Brasília e virou um próspero comerciante. Uma semana antes de tudo isso sofrera um acidente quando foi mergulhar na piscina de casa. Meu irmão ficou tetraplégico.
Não o conheço, e ele não sabe que é filho de outro. Também ignoro se eu e meu pai tivemos o mesmo sonho naquela sexta-feira.

Olívia

Tem ainda outra!

Um tio meu, por parte de mãe, foi assassinado em 25/12/94, no Rio de Janeiro. Tinha 28 anos, era o caçula de 10 irmãos e, admito, não era boa peça. Não sei com o que esteve envolvido, mas sei que ele não era um anjo de candura. O que me importava, na época, é que ele era um cara muito legal, brincava comigo, me levava pra passear, enfim, era um tio maravilhoso. O meu preferido.
Até hoje a morte dele não ficou esclarecida, mas sabemos que ele tinha seus desafetos. Desde que morreu, em outra cidade completamente diferente e muito distante da minha, não tive mais paz. Eu ouvia barulhos, tinha pesadelos horríveis e até fazia xixi na cama. Tenho minhas opiniões e respeito as outras que são diferentes das minhas. Não acredito em reencarnação e nem em comunicação com os mortos; por isso tudo era muito intrigante pra mim. Alguma coisa estava muito errada. Eu não o via, mas sabia que tudo o que acontecia de sobrenatural referia-se a ele. Só tive sossego quando um pastor e alguns irmãos vieram orar aqui em casa. Parou tudo.
Exatamente dez anos depois, tive um sonho. Sonhei que todos os meus familiares estavam num grande almoço em minha casa (a maioria de meus tios e primos mora no Rio). Eu estava incomodada com alguma coisa e sentia frio, apesar de ser um dia quente. Então, meu tio chegou e todo mundo ficou estupefato. Baixou um silêncio mortal. Ele, todo alegre e sorridente, disse: "Que é isso? Então fazem um almoço em família e nem me convidam?". Eu estava no sofá, deitada, e comecei a tremer. A fisionomia dele mudou, e ele disse: "Nenhum de vocês me tem amor. Nenhum se importa comigo; só minha sobrinha linda". Então ele veio em minha direção e se deitou junto de mim, no sofá, me abraçando. Estava gelado. Olhou nos meus olhos e disse uma coisa que eu nunca mais vou esquecer:
"LIVINHA, QUEM FEZ ISSO COMIGO, FEZ PRA TIRAR DE MIM TUDO O QUE EU TENHO".
Tudo o que ele tinha era um apartamento; era pra ser da minha avó hoje, mas quem está lá é uma ex-namorada. Prefiro ficar com minhas conclusões para mim. 
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Rosineidi

OUTRA DAS MINHAS!

EU ESTAVA EM CASA, AQUI ONDE MORO ATUALMENTE, DANDO BANHO NO MEU FILHO MAISNOVO, NA ÉPOCA ELE ERA BEBE.
DE REPENTE SENTI UM ARREPIO NAS COSTAS, BEM QUANDO IA TIRÁ-LO DO BANHO.NO MESMO INSTANTE ELE GRITOU, OLHANDO POR SOBRE O MEU OMBRO.
DESSE MOMENTO EM DIANTE NÃO CONSEGUI ME VIRAR, COMO SE AKLGUÉM ESTIVESSE ME SEGURANDO.
CHAMEI MEU OUTRO FILHO E COMECEI A REZAR EM COMPANHIA DELES DOIS.
SENTI A PRESENÇA SE AFASTANDO DE MIM, PERDENDO AS FORÇAs.
SÓ ASSIM VOLTEI A ME MEXER. SAÍ DO QUARTO E NUNCA MAIS DEI BANHO NO MEU FILHO ALI.
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Giancarlo

Certo dia meu pai estava na área de casa esperando uma secretária que ele havia contratado de outra cidade, ela chegaria no Domingo à tarde, quando ela chegou, veio acompanhada do irmão e um cunhado, o portão estava fechado e meu pai mandou eles entrarem, eles falaram que não iriam entrar por causa do cachorro, meu pai falou que não tinha cachorro nenhum, então meu pai se levantou e foi abrir o portão para eles e os tres falaram que estavam vendo um cachorro preto sentado ao lado do meu pai cuidando ele, mas naquela época aqui em casa não tinha cachorro nenhum, e os tres falaram que viram, não foi um só..... muito estranho!

11 de jan de 2011

Jogo das Mandalas

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As mandalas estão presentes em todos os lugares: na íris dos olhos, nas conchas do mar, nas sementes do kiwi. E o caminho circular das mandalas (palavra que significa "círculo mágico" em sânscrito) tem o dom de nos levar ao centro da nossa consciência. Planeta na Web apresenta com exclusividade na web o Jogo das Mandalas - um trabalho de Marco Winther e Fany Zatyrko, artistas plásticos brasileiros, autores do livro Mandala, a Arte do Conhecimento.
Mandalas não revelam o futuro, mas apresentam um retrato do seu próprio interior.

9 de jan de 2011

Mimuna

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Mimuna
Ao anoitecer depois do sétimo dia de Pessach, que é um dia sagrado de descanso, os judeus de origem norte africana, especialmente do Marrocos, celebram a mimuna, como parte das festividades de Pessach. A origem da celebração não é clara, mas geralmente é associada com o aniversário de morte do Rabi Maimon Ben Abraham, o pai do grande rabino da idade média, Rabi Moses Maimonides (também conhecido como Rambam).
Na noite da mimuna as pessoas vão de porta em porta, visitando amigos e parentes, e nos bairros onde há uma grande concentração de judeus marroquinos estas visitas vão até as primeiras horas da manhã. O dia seguinte também é dedicado às celebrações familiares, visitar e hospedar, e em muitos lugares públicos centenas de pessoas fazem churrascos nos parques.
Nos últimos anos a mimuna se tornou uma festividade na qual todos querem participar. Nós aconselhamos a tentar encontrar uma família marroquina que esteja festejando a mimuna, para que você possa vivenciar esta festividade popular.
COSTUMES DA FESTA
Alimentos doces - a refeição da festa é composta somente por alimentos doces, enfatizando a esperança por uma vida doce: conservas de frutas, bolos, marzipã e outros doces caseiros. Como estes alimentos são preparados durante o Pessach, eles são todos preparados sem farinha ou qualquer outro ingrediente que não seja casher para Pessach.
Mufleta - este é o alimento tradicional da mimuna marroquina. Assim que termina Pessach, e o chametz volta a ser permitido, as mulheres preparam uma massa feita de farinha e fermento, com o formato de círculos achatados, que são fritos na manteiga e servidos com mel. Este é o primeiro chametz ingerido depois de Pessach, e a farinha é adquirida imediatamente depois do fim da festividade.


mimouna

19 de dez de 2010

foto do diabo

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foto do diabo :)

No dia 27 de setembro de 1998, é encontrado um cadáver, muito bem conservado. A primeira vista uma menina vítima de um estupro, recente, com aproximadamente 12 anos de idade. Após uma primeira análise feita pela polícia técnica da cidade, constatou-se que alguns dos objetos pessoais da menina tinham mais de 30 anos. Isto chamou a atenção de uma Universidade Inglesa, que com uma parceria com a polícia local, foi feita uma exumação do corpo.
Feita a análise de DNA, seguida de minuciosos exames, foi constatado que o corpo havia sido conservado, inexplicavelmente, por mais de 30 anos. Foram averiguados todos os crimes ocorridos nesta época mas nenhum bateu com a fisiologia da menina em questão. Porém descobriu-se que ocorreu neste período um desaparecimento de uma menina de dentro de um colégio de freiras, próximo ao local onde o corpo havia sido encontrado.
Foi então feita uma pesquisa nos arquivos da escola para tentar explicar o estranho acontecimento. A menina chamava-se Marian Melisa Taylor e seus arquivos indicavam a data de seu nascimento no dia 6 de junho 1950. Seu desaparecimento no dia 24 de junho de 1962 . No meio dos arquivos da menina em questão, foi encontrada uma foto com a data no seu verso. Porem esta foto estava em péssimo estado, e foi necessário um espectrografia digitalizada a fim de recuperar a foto.
Para espanto dos que estavam fazendo um trabalho de recuperação nesta foto, a menina apareceu despida, com um vulto inexplicável atrás, como se tivesse puxando-a para dentro de uma sala e ela tentando fugir. Porem na foto original, percebia-se claramente a presença da vestimenta tradicional para uma estudante em um colégio de freiras para a época. Um vestido longo, azul marinho, com a cruz de Cristo no peito. E nenhum sinal de vulto algum. 
Descobriu-se também que na noite do dia em que a foto foi tirada, a menina desapareceu. Após a foto ter tomado seu formato atual, foram extraviadas inexplicavelmente as outras fotos da menina de dentro dos computadores da universidade e da policia, inclusive a foto original que foi scaneada para que pudessem ser feitos os estudos.
Professores e Mestres de computação gráfica que trabalhavam no caso, não souberam explicar como a foto original transformou-se tão drasticamente. Tentou-se em vão retroceder o processo e chegar a foto original.

Curiosidades
Na foto original afirmam que a postura da menina era normal de quem esta posando para uma foto, com os pés juntos e o vestido longo deixando apenas as sapatilhas de fora.
Algumas pessoas não vêem a imagem da menina, mas vêem a imagem do demônio atrás dela
Outras dizem ver a imagem se movimentando, como se tentasse fugir do satanás. (Essas pessoas após verem a foto tiveram algum parente próximo, geralmente uma filha ou irmã, vítima de violência sexual seguida de homicídio ou simples desaparecimento).
Abaixo, a foto em questão:
 
 
Vejam estes dados matemáticos do caso:
A menina foi encontrada 36 anos depois (3+6) = 9
O ano que ela desapareceu foi (1962) = (1+9+6+2) = (1+8) = 9
Numero da Besta (6+6+6) = (1+8) = 9
Agora vamos pegar um número de cada, obteremos o 999
A data cujo ela foi encontrada 27/09/1998 (2+7/9/1+9+9+8) = 9/9/9
Sua foto apareceu misteriosamente com a photopolaridade magnética invertida, ao fazer uma rotação de 180° com os números duplamente encontrados acima “999″ encontraremos o número 666, o numero da Besta
O ano que a menina foi encontrada, 1998 que é igual a 3 vezes o numero da Besta 666
A data de nascimento da menina 6 de junho 1950 (6/6/1+9+5+0) … (6/6/6) … 666
A data que a menina desapareceu foi 24/06/1962 (2+4/6/1+9+6+2) … (6/6/6) … 666
O numero de letras do nome dela Marian(6) Melisa(6) Taylor(6) … Reparem o número novamente!
O dia em que a menina desapareceu 24 subtraído da data de seu nascimento 6 = 18
3 x 6 = 18 ou escrevendo 3 x 6 de outro modo 6+6+6.
Não seria tudo isso muita coincidência?
Esta matéria foi tirada de um site de Satanismo hospedado na Inglaterra, que hoje não existe mais. Dizem que a mulher que o fez, sumiu de circulação da Internet e desde então nunca mais se ouviu falar dela. Alguns afirmam que ela ficou louca e suicidou-se, outros que a menina veio busca-la. Algumas pessoas ligadas fortemente ao espiritismo, não tem duvidas em afirmar que a mulher era a própria menina, vinda em forma de um espírito que utilizou o meio de comunicação mais difundido nos dias de hoje, pois teria feito um pacto com o Satanás para que ninguém mais duvidasse dos poderes de Lúcifer (Nome do Diabo) em troca de que ela pudesse descansar em paz, por isso ela mesma haveria indicado o local do seu cadáver para que pudessem encontrá-la. c

5 de nov de 2010

Casa assombrada (relato)

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Casa assombrada

Experiências sobrenaturais acontecem a todos nós, mesmo quando não as identificamos por esta natureza. No ano de 2001 alugamos uma casa num determinado bairro da cidade de Manaus. À primeira vista nos pareceu agradável, embora o aluguel fosse um pouco salgado decidimos alugá-la.

Os proprietários da casa se mostraram interessados em negociar um valor que agradasse a ambos. Na inexperiência pensamos se tratar da dificuldade que existe em manter um imóvel fechado sem inquilinos. Fechamos contrato de um ano, a partir daquela data. Muito ampla e clara, segura e arejada. Três confortáveis quartos, que logo foram escolhidos por nós. Bom, na verdade, escolheram o meu, o maior de todos. Uma enorme janela em arco de madeira e vidro que ia até o chão, tela contra insetos, adorei. Havia um extenso corredor que à direita dava acesso a uma ampla cozinha e ao banheiro.

No dia marcado nos mudamos. Aos poucos a nova casa foi ganhando nosso perfil. A vida continuava seu rumo. Todas nós sempre trabalhamos, com isto, quase não se parava para observar nada no ambiente. Os donos, apesar de morar ao lado, nunca nos procuraram para saber se estávamos bem instaladas. O meu trabalho era bem próximo da casa, o que me permitia ir e vir a pé. Todos os dias eu era a primeira a chegar, trancava-me no meu quarto e lá esquecia do mundo. Certa noite, ao passar pelo corredor e me dirigir à cozinha tive a nítida impressão de ouvir vozes que me acompanharam como se andassem ao meu lado, pareciam sair da parede e tomar todo o corredor, era a voz de uma mulher que parecia correr e pedir socorro, chorando. Fiquei assustada, parei e procurei orientar-me, pensei que podia ser da casa ao lado que fazia parede com a nossa, mas não havia condição daquele evento vir de outro lugar que não fosse do corredor da minha casa. Este episódio, que durou apenas alguns segundos, não fiz questão de levar ao con hecimento das meninas, achei melhor não falar nada.

Os dias se passaram e pude então observar algumas manifestações de ordem não natural que ocorriam pela casa em qualquer hora do dia ou da noite. Surpreendentemente, elas não me causavam medo, mas sim, curiosidade. O primeiro quarto estava desocupado, e meu irmão passou a morar com a gente, por uns tempos. Finalmente instalado no seu novo quarto, nos recolhemos aos nossos para dormir. Às duas e trinta da madrugada, mais ou menos, acordei ouvindo batidas na minha porta, levantei e a abri. Estava na minha frente o meu irmão só de cuecas, pálido e embaraçado:

- Mana, como vocês conseguem dormir nesta casa? - perguntou-me ele, assustado. Supus se tratar do calor ou mesmo do barulho dos carros na rua, então perguntei a ele se era isso e ele me disse que ao deitar, já quase adormecendo, acordou com vozes ao ouvido que o chamavam com insistência, por isso ele havia me chamado. Procurei acalmá-lo e lhe expliquei que aquelas coisas estavam acontecendo estranhamente, fazia alguns dias.

Outros incidentes como aquele continuaram a acontecer sem maiores proporções e sem que déssemos muita credibilidade a eles. Acontece que por duas noites eu acordei sufocada, como se estivesse asfixiada, pulei da cama, acendi a luz e recobrei o fôlego e minha respiração normalizou, pensei que pudesse ser o início de uma crise de asma. Outros eventos aconteceram no meu quarto ainda sob a luz do dia, como quando a tecla do deck do meu aparelho de som desligou sozinha, várias vezes, de acordo com que eu o ligava para ouvir música. Mas o mais intrigante de todos estes acontecimentos deu-se de madrugada, comigo: Era a terceira vez que eu acordava sem poder respirar, atônita, gelada, mas desta vez sentei-me na cama para poder normalizar minha respiração, e ao tentar levantar da cama para abrir a porta do quarto e pedir ajuda, vendo que eu continuava sufocada, para minha surpresa e total espanto, caí no chão sem poder mover minhas pernas.

Lembro-me de arrastar-me até a porta do quarto com dificuldade e abri-la. Pude imaginar com clareza o que é ser paralítica, pois fiquei naquele estado por alguns minutos, creio que dois ou três, no máximo. Não sentia nada da cintura para baixo, então resolvi bater na porta do quarto da minha irmã, tive que me arrastar pelo corredor escuro até chegar na porta e bater. Quando fui socorrida, automaticamente voltei a sentir minhas pernas, para meu alívio. No outro dia senti dores nas costas e pude identificar um hematoma logo abaixo da coluna devido à queda da cama ao tentar me levantar sem saber que não podia andar.

Alguns meses depois, talvez menos, procuramos por um padre que celebrou uma missa na casa e benzeu todos os cômodos com água benta. Os episódios cessaram, nada mais foi visto, sentido ou mesmo ouvido. Resolvemos desocupar a casa antes do término do contrato, na verdade, aquela casa não nos trouxera bons fluídos. Como os proprietários também alugavam apartamentos, resolvi ficar por lá, aí o contato com eles passou a acontecer, pois morávamos em frente a eles. Tempos depois, num dos dias de pagar o aluguel do apartamento, conversando com a proprietária, comentei sobre os acontecimentos na casa, e não muito surpresa, ela me confessou que sempre teve problemas para alugá-la, pois os inquilinos queixavam-se de assombrações e não ficavam lá mais que dois ou três meses. Disse ela que resolveu não nos falar nada, pois temia que não aceitássemos alugar o imóvel, devido à história um tanto macabra. É evidente que isto teria acontecido, mas ela tinha a obrigação de pelo menos nos preparar.

Fui tomada de um espanto ao ouvi-la contar-me que um inquilino muito querido dela, quase um filho, havia falecido na casa alguns anos atrás, no quarto que eu ocupara. Pedi que ela me contasse tudo como havia acontecido. Ele e o pai foram os primeiros inquilinos da casa e tornaram-se muito amigos dela e de seu marido, o tempo passou e foi descoberto que o rapaz estava com câncer pulmonar em fase terminal.

Ela passou a cuidar dele como se fosse seu filho, o alimentava, fazia companhia para ele quando o pai precisava se ausentar. O estado dele agravou-se causando paralisia irreversível nos membros inferiores, o que o obrigava a permanecer no quarto em tempo integral. Era acometido de crises fortes de falta de ar, e nestas ocasiões ficava sob o balão de oxigênio. O quadro dele agravava-se a cada dia e num domingo à tarde, enquanto o pai tocava para ele uma música no violão, veio a falecer com uma parada cardiorespiratória em conseqüência do câncer pulmonar. Senti que faltava chão nos meus pés ao saber de toda essa história. Os acontecimentos na casa, as vozes, as perturbações, as manifestações físicas vividas por mim... asfixia, a paralisia inexplicável, tudo, tudo fazia sentido agora. Resolvemos nos mudar daquele lugar, não gosto de lembrar daquela época, sinto calafrios. Se o mundo sobrenatural existe, ele, com certeza, veio nos dar uma prova, através das experiências estranhas e incríveis vivenciadas por nós naquela casa.

O Velho Casarão do Bairro

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O Velho Casarão do Bairro

Felippe vive com sua família em um dos bairros mais calmos de sua cidade. Na rua em que Felippe reside, praticamente todos os vizinhos se conhecem e quase sempre viveram tranquilamente.

Apenas uma coisa vem incomodando os moradores. É um casarão que fica no fim da rua e que já está abandonada há muito tempo.

Os moradores mais antigos dizem que a família que lá morava, um dia saiu e nunca mais voltou. Não houve mudança e nenhum outro parente apareceu por lá.

Desde então, pessoas dizem ouvir gritos, outras relatam ver alguém na janela, alguns dizem sentir uma sensação estranha e ruim ao passarem em frente a casa.

Até o parque que se localiza próximo a casa, que as pessoas usam para se exercitar e as crianças para brincar, está sendo evitado. Pois falam que os brinquedos se mexem sozinhos. Até uma pista de corrida que passa ao lado da casa e é cercada por muitas árvores, as pessoas que lá correm, sentem-se perseguidas, mas quando olham para trás, não há ninguém. E assim continua dia após dia.

Certo dia, alguns parentes de Felippe foram visitar sua família. Chico, primo de Felippe, é um garoto que gosta muito de aprontar, e sabendo do que ocorria por lá, esperava uma oportunidade para entrar na casa “assombrada”. E a oportunidade veio. Depois de muita insistência, convenceu Felippe e mais um colega, que na noite do dia seguinte, eles entrariam na casa. Nesse meio tempo, arrumaram lanternas e uma filmadora só para registrar tudo o que ocorreria lá dentro. 
Na madrugada de quinta para sexta-feira, depois que os seus pais foram dormir, Felippe e Chico saíram para se encontrarem com Marcinho, que já os esperava na rua. Marcinho estava acompanhado de seu pai, um homem com certa idade, mas com espírito jovem.

Os quatro se dirigiram até a casa no fim da rua. Nesse horário, como a rua estava deserta, os rapazes, junto com o pai de marcinho, pularam o muro com facilidade.

A grama e as plantas do jardim haviam crescido muito, e haviam também alguns brinquedos e até uma bicicleta largados próximo a porta de entrada da casa.

Ficaram forçando a porta até que ela cedesse e eles pudessem adentrar a casa. Ao entrar, um forte cheiro de mofo foi sentido.

Com as lanternas os garotos iluminavam todo o ambiente, enquanto o pai de marcinho começou a filmar tudo. Todos os móveis e eletrodomésticos estavam no lugar, apenas cobertos por uma densa camada de poeira. Um clima tenso pairava no ar, mas mesmo assim eles não desistiram e continuaram a andar pela casa até chegar em uma escada que leva ao andar de cima.

Quando se preparavam para subir, começaram a ouvir um barulho como se alguém estivesse correndo lá em cima. Todos sentiram um terrível frio na espinha. Ficaram na dúvida se subiriam ou não. O medo foi se misturando com a curiosidade, e com a insistência do pai de marcinho, começaram a subir bem devagar.

No andar de cima havia dois quartos e um banheiro, todos com as portas fechadas.

Os rapazes foram caminhando lentamente pelo corredor onde também havia uma janela em que era possível avistar a rua. Marcinho lembrou que uma vizinha disse ter visto alguém naquela janela enquanto passava pela rua. Isso deixou todos mais assustados ainda.

Na parede ao lado da janela, várias fotos de família, a maioria delas com um casal e três crianças. O pai de marcinho continuava a filmar tudo. Ainda morrendo de medo, Felippe forçou as maçanetas das portas dos quartos e do banheiro, mas não conseguiu abrir nenhuma delas.
E quando eles pensaram que não havia mais nada para ver e já estavam preparados para ir embora, ouviram um leve ranger na porta de um dos quartos.

E quando clarearam a porta com a lanterna, havia uma garota olhando para eles.

Ela tinha uma aparência muito estranha. Tinha a aparência de alguém muito doente. Ela era magra e usava um pijama amarelo contendo algumas manchas escuras que pareciam ser sangue.

A menina fez um olhar de alguém muito triste e fechou a porta batendo-a violentamente.

Os quatro correram e desceram as escadas rapidamente. Felippe que estava por último, tropeçou, caiu e fraturou o braço, mas no seu desespero, conseguiu junto com os outros sair da casa e pular o muro.

O susto foi tão grande que Felippe desmaiou e tiveram que acordar os seus pais no meio da madrugada para levá-lo ao hospital.

Depois do susto, os rapazes contaram tudo o que aconteceu naquela casa, e o pai de marcinho, confirmou toda a história!

Mostraram até a gravação que fizeram lá dentro. No áudio da gravação, os sons de passos no andar de cima foram captados, mas no momento em que a garota apareceu, o pai de marcinho tremeu tanto que só um vulto foi registrado no vídeo.

Chico disse que a garota parecia com uma das crianças que estavam nas fotos na parede da casa.

Ninguém voltou a entrar naquela casa. Também nunca descobriram o que aconteceu com a família que lá morava e quem realmente era aquela garota. Os “fenômenos” não só continuaram a acontecer, mas aumentaram ainda mais.

Será que alguém se habilitaria a ir ao "Ao Velho Casarão do Bairro"???

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