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13 de dez de 2011

Sonho Paralisador

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Sonho Paralisador

        Gente eu tava caçano algo para postar hj mais ai eu fui e  lembrei de um pesadelo q eu tive que era um pesadelo paralisidito que agora eu vou explicar para vcs oq e.
       Eu naum sei diz na india um pais asiatico que a maioria das vitimas viram uma criatura pequena vermelha e na china acreditam que aquilo e por culpa de um fantasma.
       E assim quando vc tiver um desses sonhos vc vai ter valta de respirar,em alguns casos naum conseguira abrir os olhos e vc ouvira coisas estranhas talvez ate espiritos,som de carra muitas coisas,e vc pode aproveitar e ter um sonho lucido ai vc controla seu sonho e bom d+++,e vc naum consegui mexer o copo no começo e vc senti uma presença humana.
      Agora vou falar como ter um sonho paralisador facil vc tem q comer  muita coisa forte tipo:ovo frito,salame,queijos muitas coisas depois dormir de barriga para cima(muitas das vezes o sonho acontece quando vc vai tentar dormir ou quando acorda)e vc tem que tapar seus ouvidos com um travisseiro com as mãos ate vc ouvir a batida do seu coração.
     So espero q vc naum sonhe com essa cara aqui em baixo:


24 de jun de 2011

simpatia do mel

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1- Para não perder seu amado(a):
   Você gosta demais de seu(sua) namorado(a)mas tem medo que ele caia fora.
   Mas ele(ela) sempre estará com você e jamais a(o)deixará. É só pegar um pires, caneta com tinta preta, papel branco, um pouco de mel, um copo com água. Coloque o mel no pires. Escreva o nome da pessoa amada no papel e coloque debaixo do pires. Deixe o copo com água ao lado do pires. Não os toque por três dias e nem deixe outra pessoa ver ou tocar. Depois desse tempo, jogue a água do copo no pires para que o mel saia.

2- Para amarrar a namorada: (esta é só pra homens fazer)
   Pegue sete pétalas de rosa amarela e dê um jeito de colocá-las dentro de um livro de sua namorada, sem que ela saiba.
   Firme o pensamento, dizendo a si mesmo que a garota será sempre sua. Se ela perguntar se foi você quem colocou as pétalas no livro, negue pela vida inteira, e só confesse quando já estiverem casados.

3- Para prender o namorado: (só para mulheres)
   a)-Se você quer ter sempre junto de você o seu namorado, toda vez que ele lhe visitar, dê um jeito de vestir uma calcinha em que tenha borrifado um pouco de perfume de alfazema. E, quando ele lhe abraçar, passe as mãos pela sua nuca e faça uma figa. Creia que ele ficará cada vez mais louco por você.

   b)- (para ambos os sexos) - Se você quer ter para sempre a pessoa amada, é só pegar uma fotografia dela e escrever seu nome atrás. Depois coloque a foto dentro de um copo com água bem açucarada, deixando-a ali por 7 dias. Logo a pessoa se entregará totalmente a você e por todo o tempo.
      Atenção: só faça esta se você tiver certeza de que queres a pessoa definitivamente, caso contrário vais te aborrecer quando não mais a quizeres.

4- Para atravessar o caminho de alguém no amor:
   Se você está interessado na garota de alguém, e tem coragem para fazer esta simpatia, vá em frente:
   Pegue três pimentas do reino e enfie-as dentro de uma pimenta vermelha. Dê um jeito de colocar a pimenta no bolso do namorado da garota que você quer para si. Dizem que esta simpatia é infalível.
 
5- Para não perder um namorado(a):
   Se você sentir que seu namorado(a) anda esfriando o relacionamento, já não lhe dando a mesma atenção de antes, pegue um fio de linha vermelha e um sabugo de milho. Amarre o sabugo com a linha, fazendo 3 nós bem apertados e coloque-o dentro de um pote de barro.
   Só o retire dali quando seu namorado voltar ao que era antes.

6- Para arrumar casamento ainda este ano: (para mulheres)
   Adquira uma imagem de Nossa Senhora dos Navegantes, bem pequenina, coloque-a na barra da saia ou dentro de um bolso durante 21 dias.
   Depois disso coloque-a dentro de uma vasilha virgem com água. A Santa deve ficar de cabeça para baixo até arrumar casamento. Vá trocando a água de 7 em 7 dias.

7- Para afastar alguém de seu marido ou de sua mulher:
   Durante três sexta-feiras seguidas, quando o marido estiver dormindo, pegar uma agulha com linha branca e na direção do coração, como se estivesse costurando, dizer três vezes: "Assim como São Jorge dominou o dragão, eu dominarei este coração, que será fechado para todas as mulheres (ou para todos os homens) e ficará aberto só para mim".
   Em seguida, rezar três Pai-Nossos para o anjo da guarda do marido (ou esposa) e também para o da própria pessoa.

8- Para o homem conquistar uma mulher difícil:
   O homem deve conseguir três fios de cabelo da mulher, sem que ela perceba, e amarrar os fios no pênis. Esta simpatia deverá ser feita até que a mulher esteja totalmente dominada, ou seja, repeti-la sempre.

9- Para ter sorte no amor:
   Compre sete rosas brancas no sábado de Aleluia e coloque dentro de um vaso sem água, deixando ali até que as rosas sequem totalmente. Depois faça um pacote com as rosas e deposite na porta de uma igreja que realize bastante casamento.

10-Para curar dor de cotovelo de mulher ou de homem:
   Escreva na areia da praia o nome da pessoa amada 12 vezes, um atrás do outro. Em seguida vá e volte pisando firme sobre os nomes escritos na areia. Depois, dê um mergulho no mar que a dor de cotovelo ficará nas profundezas da água do mar.

5 de mai de 2011

oraculo do amor

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As perguntas referentes ao amor nunca são fáceis de serem respondidas. E mesmo quando a resposta é óbvia e direta, o coração ainda tem a tarefa de compreendê-la... Neste interativo V. poderá fazer uma pergunta sobre seu relacionamento e receber um aconselhamento.

26 de abr de 2011

VIDA DEPOIS DA VIDA

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VIDA DEPOIS DA VIDA

INFORMAÇÕES ESPIRITUALISTAS SOBRE O DESENLACE E PROCEDIMENTOS EM VELÓRIO

“DEUS NÃO NOS CRIOU PARA NOS MATAR. ELE NÃO É DEUS DE MORTOS. É DEUS DE VIVOS”.
“O QUE MORRE É CÉLULA, MATÉRIA FÍSICA. O ESPÍRITO É IMORTAL”.
A MORTE É UM FENOMENO.

Assim, encaremos a desencarnação de ânimo resignado, confiando em Deus que a tudo vê. É uma passagem, viagem para outro plano da vida.

O DESENCARNADO VIVE!
Mas, pelo despreparo, desconhecimento, medo e falta de fé...não pode haver uma dor tão grande na terra, quanto a que experimenta alguém que se despede de outro amado, pela desencarnação.
O espírito em libertação pode ouvir ou receber as impressões das vibrações mentais a ele enviadas. Essas vibrações podem acalmar, consolar ou dificultar a situação nova em que se encontra, dependendo do teor das vibrações.

TEMPO DE ESPERA PARA UM ENTERRO:
No mínimo 24h. No caso da cremação de acordo com Chico Xavier, é legítima para aqueles que a desejem, mas até que se tenha maior informações, será prudente esperar no mínimo 72 h.
O termo “morte” é restrito a matéria e desligamento é para o espírito.
Dependo da situação individual, o rompimento definitivo não se dá de imediato, ou seja, o desenlace do espírito não se dá ao mesmo tempo da morte física. Para ajudar na adaptação da nova condição, os espíritos encarregados do desenlace precisam de um certo tempo para que ocorra da melhor forma possível.

VELÓRIO:
Velório significa AUXILIAR. É um ato de irradiação mental. Ajudar não é difícil, basta manter o pensamento edificante, preces e orações sinceras e desejo verdadeiro de ajudar. Isto resulta em eflúvios, vibrações salutares e balsamizantes, que auxiliarão o desencarnado e também contribuirão com os trabalhadores espirituais, no socorro e auxílio ao espírito em passagem.
Imagens, conversas, palestras contidas nas evocações dos presentes, incidem sobre a mente do desencarnado. POIS O ESPÍRITO É IMORTAL, APENAS A MATÉRIA DENSA MORRE.
A passagem ou a morte não tem a capacidade de mudar imediatamente a índole de quem passa pelo fenômeno. Somos os mesmos só que desligados da matéria densa. MORRER NÃO DÓI o que dói é o peso das nossas ações e a ilusão de nos acreditar ainda na matéria física que sente dor. Nenhum espírito fica sem o amparo do Pai maior e sem auxílio da espiritualidade, mentores, espíritos amigos e familiares. Como nos disse Jesus “A cada um de acordo com suas obras”.
Mas até mesmo nesta hora será respeitado o livre arbítrio.Por isto a importância de conhecermos como proceder e ajudar neste delicado momento.

PREPARAÇÃO DO CORPO:

Como a impressão da vida encarnada ainda é muito forte, convém vestir bem aquele que mudou de plano, inclusive com as peças íntimas.
Em relatos espíritas é comum, depoimentos de pessoas que se incomodaram com flores sobre seu corpo. Recomendamos um lençol até a cintura. É correto manter o caixão fechado, para que fique gravada a imagem em vida física. Em espíritas não colocar crucifixos, objetos de estimação e nem mesmo velas, pois são simbolismos sem utilidade real.

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES:
• colocar músicas clássicas, para abafar ruídos e manter o clima edificante.
• Orações, leituras de textos bíblicos ou espíritas, cânticos religiosos.
• Quardar para o desencarnado todo sentimento de carinho, ternura e tolerância, sublimado pela oração.
• Formar um clima de serenidade através de assuntos elevados.
• Evitar comentários sobre defeitos, deslizes e sobre o que faltou realizar.
• Evitar comentários de lástima pelos familiares.
• Evitar piadas e conversas acerca da forma do desencarne.
• Evitar discursos longos, mesmo que seja homenagem para o espírito que desencarnou, pois aumenta as lembranças e emoções tanto do desencarnante quanto dos familiares. Toda homenagem, oração, conversas e palestras devem ser fOCADAS NA IMORTALIDADE DA VIDA, NA CONTINUAÇÃO DA VIDA APÓS A VIDA, buscando solidificar a fé nos familiares e no próprio desencarnado.
• Evitar comidas, pois não se trata de festa e sim de auxílio.
• A ORAÇÃO cria um ambiente de paz, tranqüilidade e ajuda a todos os envolvidos.
• A repetição mecânica de preces decoradas não ajudam em nada. Mas vale um pensamento sincero de que tudo ficará bem.
• A PRECE EXERCE VIBRAÇÕES SEDATIVAS AO PSIQUISMO PERTURBADO. AQUIETAM DESESPERO E ACALMAM A EMOTIVIDADE DAQUELES QUE CLAMAM POR AJUDA, CORAGEM E SOCORRO, DIANTE DA DOR.
• PELA ORAÇÃO SE ACIONAM FORÇAS DO BEM QUE FAZEM UMA LIMPEZA ESPIRITUAL.

ORAÇÃO SINCERA AQUIETA A ALMA E ELEVA O PADRÃO VIBRATÓRIO. CRIA UM ESTADO INTIMO DE SERENIDADE FACILITANDO O DESPRENDIMENTO E A ENTRADA TRANQUILA NO MUNDO ESPIRITUAL.

AOS FAMILIARES E AMIGOS QUE FICAM:
• Lagrimas de saudade não prejudica quem parte. O que prejudica, dificulta o desligamento, perturba o espírito que parte é a revolta, a blasfêmia contra Deus.
• Evitar roupas escuras, ambientes taciturnos, pois estes comportamentos somente geram medo e maior dor aos envolvidos. Não é a cor da roupa que revela sofrimento, respeito ou ajuda e sim, oração sincera.
• Velas e flores são exteriorizações de sentimentos, Não fazem mal, mas não ajudam o desencarnado. O que ajuda são orações, o amor sincero, bons pensamentos, fé e certeza da continuidade da vida.
• Como cada Ser tem um período de adaptação e um nível de evolução e compreensão do novo estado, convém esperar um tempo após o desencarne, para doar e se desfazer dos pertences pessoais daquele que partiu. Em casos explícitos de pessoas desprendidas da matéria, espiritualizadas, este tempo não é necessário, sendo muitas vezes, a vontade expressa daquele que se foi.
• TODOS OS ESPÍRITOS SÃO AUXILIADOS. NUNHUM FILHO DE DEUS FICA DESAMPARADO. Mesmo os que tiveram uma vida encarnada desregrada, desde que sinceramente busquem auxílio.

VISITA AO TÚMULO:
A visita apenas expressa que lembramos do amado ausente. MAS não é o lugar, objetos, flores e velas que realmente importam. O que importa é a intenção, a lembrança sincera, o amor e a oração. Túmulos suntuosos não importam e não fazem diferença para quem parte.

A VIDA CONTINUA SEMPRE!
NOSSOS AMADOS NÃO ESTÃO MORTOS. APENAS AUSENTES TEMPORARIAMENTE.
O VERDADEIRO AMOR INDEPENDE DA PRESENÇA. POR ISTO É ETERNO E UNE TODAS AS PESSOAS QUE O PARTILHAM.
APRENDAMOS A VIVER. PARA APRENDER A MORRER. TEMOS UM CORPO FÍSICO PARA NOSSA CAMINHADA DE APRENDIZADO NA TERRA. MAS SOMOS MAIS QUE UM COMPACTO DE CARNE. SOMOS ESPÌRITOS ETERNOS, QUE VIVEM PARA SEMPRE!

“CASA DE MEU PAI TEM MUITAS MORADAS”
Jesus Cristo.

LIVROS Recomendados:
Na Hora do Adeus – Irene Pacheco Machado / Espírito Luiz Sérgio
Velório/ Reflexões Espíritas – Autores Diversos
Quem Tem Medo da Morte – Richard Simonetti


22 de dez de 2010

Adonhiramita

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O belo Rito Adonhiramita, hoje só praticado no Brasil e também chamado de Maçonaria Adonhiramita, nasceu de uma controvérsia, na França do século XVIII, em torno de Hiram Abi ("Hiram, meu pai"), chamado de Adon-Hiram ("senhor Hiram"), e Adonhiram, que, segundo os textos bíblicos, era um preposto às corvéias, por ocasião da construção do templo de Jerusalém.

Como guardião das tradições maçônicas esse belo rito pode ser visto como o mais ocultista de todos.

Seja bem vindo A.'.Ir.'. ou apenas curioso sobre esse belo rito maçônico.

José Mendes

Maçonaria Adonhiramita

Queridos, Amados e Fraternos IIr.'.,

Estando na cidade de Ribeirão Preto-SP ou região, venha nos visitar. Nossas sessões são as 5ª feiras, 20:00. Nossa Loja denomina-se ARLS Construtores da Paz, GOB. Endereço temporario: Rua Carlos Gomes, 33 - Brodowsks. venha conhecer a preciosidade do Rito Adonhiramita e seus mistérios.
Um TFA a todos meus Amados IIr.'. 
 

Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita-ECMA

Conhecam o site do Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita-ECMA!
http://www.excelsoconselho.org/

A ordem do dia no ritual Emulação

Olá todos
A ordem do dia no ritual emulação é bem retrada pelo irmão Fabio Mendes, não deixem de ler, visitem esta referência neste link:
http://oeternoaprendiz.wordpress.com/2010/04/20/a-ordem-do-dia-no-ritual-emulacao/
Boa leitura
TFA

29 de jul de 2010

O "Divino" Sonho

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O "Divino" Sonho

Dante Alighieri � considerado um dos maiores poetas da literatura universal, principalmente por conta de A Divina Com�dia, poema que fala da vida ap�s � morte. O que pouco se sabe � que para ser publicada, a obra precisou de uma ajuda vinda do al�m.
Quando morreu, em 1321, Dante n�o havia informado aos seus filhos, Jacopo e Pietro, onde pusera o original da obra. Desesperados, seus filhos reviraram a casa, � procura deste. Certo dia, por�m, Jacopo teve um sonho. No sonho, via seu pai entrar no quarto, vestindo roupas brancas. Jacopo lhe perguntara se ele havia terminado a obra. Dante balan�ou a cabe�a afirmativamente e lhe mostrou o local onde podiam ser encontradas o restante do original.
Jacopo, acompanhado de um advogado amigo de seu pai, procurou no local indicado por ele no sonho, um biombo junto � parede no quarto de Dante, e l� achou as partes faltantes da Divina Com�dia.

17 de mai de 2010

Wicca - Filhas da Deusa - Ritual Samhain

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http://www.youtube.com/watch?v=8V3IgVjeYdo&feature=related

13 de abr de 2010

PLANTAS PSICOATIVAS USADAS EM RITUAIS DE CURA

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PLANTAS PSICOATIVAS USADAS EM RITUAIS DE CURA
Maria Thereza Lemos de Arruda Camargo

 
Palestra proferida no Centro de Estudos do Instituto Fetnandes  Figueira
Rio de Janeiro - 30/9/2004



ntes de tratarmos das plantas psicoativas, propriamente ditas, faremos algumas digressões, as quais nos ajudarão a melhor entender e explicar o papel desta categoria de plantas em rituais religiosos voltados para curas de doenças.
Primeiramente, devemos nos deter naquilo a que chamamos de espiritualidade Confere-se a essa expressão humana, seu caráter de intangibilidade. Na medida em que não se pode dar uma explicação concreta relativa a esse estado de espírito, por tratar-se de um bem imaterial, a mente humana vagueia por um universo sacralizado que ela crê existir, herança cultural de seu grupo familiar e social, para nele buscar os significados da vida, e dar-lhe, então, sentido. 
Paralelamente, nos deparamos com a religiosidade que, embora congênere em alguns aspectos, difere da espiritualidade, visto que a primeira permite ao homem disciplinar suas idéias sobre o intangível universo de seus pensamentos voltados ao sagrado, obedecendo a doutrinas e regras elaboradas por sistemas de crença que congregam adeptos para, unidos pelos mesmos princípios, desempenharem, também, um papel social.
Os ambientes mais propícios para o emprego de plantas psicoativas capazes de proporcionar estados alterados de consciência em seus usuários, estão nos sistemas de crença, onde a espiritualidade e religiosidade são desenvolvidas, somadas à crença nos poderes da mediunidade, a qual permite aos humanos a comunicação com o sobrenatural.
Sabe-se que desde tempos remotos, as plantas psicoativas vem desempenhando o papel de veículo para se alcançar o sobrenatural.  Pode-se, mesmo, admitir que a espiritualidade e os sistemas de crença tenham surgido a partir do momento em que o homem conheceu esta categoria de plantas.  Povos primitivos utilizavam-se de tais plantas em seus rituais religiosos.  O descobrimento da América propiciou aos conquistadores o conhecimento de novas plantas, as quais levavam seus consumidores a estados alterados de consciência.  Foi, então, proibida sua divulgação, visto que a Igreja do século XVI tinha por missão abolir as idolatrias, visando implantar o cristianismo (12).
 

Recente pesquisa entre os índios Kraho, do Tocantins, permitiu um levantamento de 138 espécies botânicas com suposta ação no Sistema Nervoso Central, conforme se deduziu das informações recolhidas.

 

O importante, do ponto de vista médico terapêutico, é que em tais agrupamentos, norteados por princípios religiosos, as idéias sobre doenças e as formas de curá-las, são partilhadas por todos os membros, havendo, pois, um consenso que anima o doente a depositar nos poderes do curador e nas "entidades superiores" que o orienta, a certeza de ver restituída sua saúde.
Nesses ambientes religiosos, as doenças ganham dimensões que diferem dos meios médico-científicos, visto estarem envoltas por idéias presas a um universo sacralizado, de onde parte todo o conhecimento sobre o mal que aflige o doente e as formas de debelá-lo. 
Muitas vezes, são rotuladas de "doenças", estados que decorrem de anomalias físicas de várias origens, as quais fazem desencadear problemas de ordem psíquica e comportamental.  No meio popular, é comum rotular como doença, situações como a dos paralíticos, dos portadores de seqüelas de acidente vascular cerebral, das mulheres grávidas em trabalho de parto, dos cegos e, por outro lado, dos portadores de síndromes como do mau olhado, da espinhela caída, do mal de sete dias, entre outras, as quais, na realidade, podem ser denominadas de síndromes culturais, cujos quadros sintomatológicos variam de uma cultura para outra ou de uma forma ou outra de ver a "doença".  Para cada uma delas, há uma técnica de diagnose e terapêutica.
A fé que alimenta a esperança de cura vem despertando a atenção de estudiosos, no sentindo de procurar interpretar as curas ou pseudo-curas que ocorrem, permitindo aos pacientes,  um profundo sentimento de alívio, o que é extremamente benéfico para o "doente".  Porém, qualquer interpretação que se possa dar às respostas obtidas das terapias aplicadas, vai depender de uma profunda análise de todos os recursos usados pelos curadores para restituir a "saúde" do paciente.
Nos ambientes religiosos, onde as plantas psicoativas são empregadas, seu uso está sempre associado a um ritual e a ritualização é mais marcante no meio indígena, devido ao seu afastamento das influências do meio urbano, apesar de algumas interferências. Na cidade, os ambientes religiosos procuram manter, também, viva a ritualização, cujas práticas, sempre imbuídas de valor sacral, estão sempre ligadas aos mitos, os quais empresta aos ritos a condição  precípua de legitimar o processo de cura, apesar da forte pressão influenciadora oriunda do desenvolvimento tecnológico e científico, a qual procura eliminar da consciência do homem a crença nas forças sobrenaturais, visando à abolição dos rituais imbuídos de simbolismo.
Com relação às plantas psicoativas, também chamadas plantas mágicas, quando presentes em rituais de cura,  podem fazer despertar no homem, sob sua ação, uma verbosidade e fluência oral capaz de induzir o doente a crer em suas palavras e em seus próprios poderes, ditos sobrenaturais, de realizar curas.  Assim, desprezando qualquer idéia sobre patologia, etiologia e terapêutica, o homem, conduzido a uma maneira peculiar de pensar sobre sua doença, é induzido a aceitar as orientações que irá receber durante os rituais de cura, admitindo esta, como uma dádiva divina. 
Quanto a tais plantas, é comum ser o curador quem as consome, preparando-as, geralmente na forma de solução aquosa ou alcoólica ou na forma de cremação em cigarro, charuto ou cachimbo, cujas técnicas de preparo variam segundo a planta a ser utilizada.  Assim, sob a ação da droga, o curador usa um linguajar envolto em forte carga emocional e de convicção quanto aos seus poderes, permitindo que o doente, impregnado de sentimento de fé, admita a cura, mesmo sendo esta, na visão científica, uma pseudo-cura, visto os procedimentos adotados não apresentarem comprovação científica.
 

Para uma interpretação do que se pode admitir como pseudo-cura, basta que a analisemos do ponto de vista de uma resposta placebo, como algo que age por um mecanismo psicológico e não físico(5).
O efeito placebo, quando relacionado ao estado de espiritualidade ou religiosidade,  age como coadjuvante em qualquer terapia a ser aplicada a um doente.  As orações, as penitências e os jejuns propiciatórios que acompanham as medicações, são mecanismos que, por si só, já podem permitir ao indivíduo, por meio do transe místico, uma comunicação com o divino que ele crê existir e que o confortará em todas suas necessidades.  Se nesse processo estiver o consumo de uma droga psicoativa, certamente haverá uma potencialização dos efeitos de ambos recursos adotados, tanto psicológicos como biológicos.  Neste sentido, torna-se importante que, ao analisarmos o que ocorre com o paciente que admite sua cura, não nos detenhamos, somente, na atividade farmacológica própria dos princípios ativos presentes na planta utilizada.
Em se tratando de rituais que envolvem a cura de males físicos e espirituais, é importante que as atenções do pesquisador se voltem para todos os elementos presentes e que fazem parte do processo de cura, de forma a tentarmos compreender a rede de inter-relações e interações que se estabelecem em perfeita coerência com a cosmo-visão médica dos integrantes, tanto pacientes como aqueles envolvidos com o ritual (1).
 

Especialistas vêm investigando os efeitos fisiológicos que interferem no funcionamento do cérebro de indivíduos sob a ação de plantas psicoativas, cujas composições químicas permitem respostas diferentes, convergindo todas para a idéia de cura, alimentando no doente a certeza de estar curado (2). 
Em vista desta palestra ter como enfoque as plantas cujas atividades farmacológicas propiciam alterações comportamentais em seus usuários, é importante que tracemos o perfil daquelas, a fim de que seja possível uma análise da fenomenologia que caracteriza os rituais que as envolve.
Dentro dos rituais de origem africana, as plantas  chegaram a ser classificadas em excitantes, como aquelas que agem sobre as divindades, ou seja, os orixás, de forma a propiciar a possessão, por meio do transe e as tranqüilizantes, como sendo aquelas que abrandam o transe, de forma que o uso delas seria para alcançar o equilíbrio necessário para o momento da possessão (4). 
Entre os índios Kraho do Tocantins, já mencionados, a classificação das  plantas supostamente psicoativas baseia-se em seus indicações terapêuticas, tais como:  plantas empregadas como fortificantes, analgésicos, alucinógenos,  ansiolíticos, assim como plantas empregadas no controle de febre, peso, distúrbios do sono, etc., categorias que remetem a ações/efeitos.  Tais dados foram obtidos em pesquisa junto aos habitantes das aldeias pesquisadas (5).
São deste ambientes religiosos, tanto em meio urbano como em meios indígenas, que se pode resgatar conhecimentos sobre plantas medicinais e incorporá-los ao patrimônio científico, a exemplo da iboga (Tabernanthe iboga Baill. Apocynaceae), planta alucinógena de origem africana, cujo alcalóide ibogaína tem efeito estimulante no SNC.  Estudos pré-clínicos e clínicos com ibogaína indicam seu uso nos tratamentos de dependência por cocaína, heroína e morfina entre humanos (5).
Há, ainda, os clássicos exemplos das plantas ditas beladonadas que contêm os mesmos alcalóides da Atropa belladona L. Solanaceae, ou sejam: atropina, escopolamina e hiosciamina.  Dentre elas estão as plantas do gênero Datura e Brugmansia conhecidas em toda América, onde eram usadas em rituais, as quais apresentam no usuário um quadro toxicológico com destaque para distúrbios neuropsíquicos (6).  Hoje, esses alcalóides representam a base de vários medicamentos.
Dentre outras drogas conhecidas, originárias de uma medicina ancestral, estão os chamados opiáceos. Há 5.000 anos já se conhecia o ópio, obtido do exsudato leitoso da cápsula verde da papoula  (Papaver somniferum L.), sendo que o principal alcalóide é a morfina, nome dado em homenagem a Morfeu, deus grego do sono.  Desta planta, originou a heroína (diacetil derivado da morfina), de duas a quatro vezes mais potente.  Estas drogas são usadas devido às suas propriedades calmantes, com efeito analgésico.
Devem ser lembradas as bebidas rituais, compostas de plantas psicoativas, a exemplo da mais antiga que conhecemos, Soma, à base do cogumelo Amanita muscaria, deificada pelos arianos 2000 aC, na Índia.
                                     

São 3 as famílias de compostos que são fortes alucinógenos visionários que ocorrem em plantas:

1. os compostos das famílias tipo LSD encontradas em sementes dos gêneros Ipomoea violácea e Rivea corimbosa - Convolvulaceae, usadas pelos indígenas mexicanos desde tempos pretérito, para comunicação com seus deuses, em Lophophora williansii, um cacto (peyotl) contendo mescalina e em fungos de cereais como ergot (esporão de centeio), ou seja, o micélio do fungo (Clariceps purpurea), o qual se desenvolve nas espigas de centeio e outros cereais (8) (13),  psilocibina, presente no cogumelo Psylocybe mexicana;

2. os compostos triptaminicos (DMT) encontrados na jurema (Mimosa hostilis Benth.) que, quando administrados, produzem efeitos semelhantes ao LSD.  As alucinações são mais visuais que auditivas (7).

3. as betacarbolinas, como harmina, harmalina, importantes para o xamanismo visionário, presente na ayahuasca (Banisteriopsis caapi -  Malpighiaceae). São esses alcalóides que, associados ao N,N-Dimetiltriptamina (DMT), presente na chacrona (Psychotria viridis -   Rubiaceae),  fazem com este tenha ação oral.  Esta associação, compreende a base da bebida ayahuasca ou iagé, de origem amazônica, difundida pelo país e pelo estrangeiro.
Hoje, há um crescente interesse em resgatar dessa medicina mágico religiosa, os valores que estão inseridos nas práticas adotadas por curandeiros, pais de santo e xamãs, os quais utilizam-se das plantas ditas mágicas, em suas práticas médicas.  E está, exatamente, em sua magia, seu poder de permitir ao doente um estado de alívio, capaz de propiciar-lhe uma carga considerável de benefício de ordem física e espiritual.
Podemos admitir estar nos poderes mágicos das plantas rituais de ação psicoativa, o maior interesse dos estudiosos em captar os valores dessas práticas médicas, as quais envolve a planta psicoativa somada às técnicas de indução à crença na cura, por meio de rituais religiosos.
 

Sabemos que há, hoje, uma tendência de certos grupos de promoverem reuniões, a fim de buscarem pelo uso de plantas psicoativas, as quais  eram usadas em rituais religiosos primitivos, soluções para problemas que interferem em seus estados de saúde mental e física, oriundas de diferentes causas. Neste sentido, seriam terapias que visam buscar  alternativas no tratamento de diferentes distúrbios da saúde, inclusive de dependência de drogas, por meio de sessões, podendo ser entendidas como rituais, desprovidas de influência religiosa.  São experiências que visam um auto-conhecimento que conduzem a uma auto cura.
Citam, ainda experiências buscadas através do uso de tais plantas por psiconautas, indivíduos de formações diversas que defendem o conhecimento direto da vivência pessoal da experiência, entendidos, também, como os experimentalistas, os quais conhecem enorme quantidade de substâncias (9).
Essas experiências, além de reforçarem o psiconautismo, se enquadram no novo contexto de busca mística pós-moderna, também chamada nova religiosidade. E, assim, voltados às mesmas idéias, está a experiência ayahuasqueira reelaborada por indivíduos urbanos contemporâneos,  que vão, desde as experiências místicas e terapêuticas até o psiconautismo, incluindo aí, grupos que, através de uma liberdade inovadora, adotam a juremahuasca, coerente com a nova religiosidade (10).
Nesse caso, trata-se da interação  de duas entidades de caráter distinto, voltadas para os mesmos fins, do ponto de vista religioso e terapêutico, quais sejam: a reunião de plantas até então usadas  em meios religiosos diferentes. Trata-se da jurema, entendida como sendo a espécie botânica Mimosa hostilis Benth. Leguminosae - Mimosoideae, somada à ayahuasca nome dado à espécie botânica Banisteriopsis caapi (Spruce ex Griseb) Norton - Malpighiaceae, assim como, é, também, designação da bebida que leva outras espécies em sua preparação, sendo a mais comum a Psychotria viridis  Ruiz & Pavon -  Rubiaceae.
Quanto à jurema, deve ficar claro que outras espécies botânicas têm sido mencionadas por vários autores, todavia, a classificação  botânica apresentada acima, corresponde àquela que primitivamente era usada por antigos indígenas do Pernambuco, conforme foi identificada por Ducke (11).
As constantes buscas de novas idéias do ponto de vista religioso e terapêutico, denotam as incertezas e dúvidas que sempre  pairaram sobre os homens, em busca dos significados e sentido da vida que transcendem ao tangível. 
Assim, as plantas psicoativas, imbuídas de poderes mágicos, sempre despertaram nos homens a vontade de entendê-las, seja por meio de investigações científicas, seja por meios espiritualistas e religiosos, voltados ao conhecimento do importante papel que sempre exerceram sobre a mente humana, desde épocas pretéritas. 
 
Bibliografia
Camargo, Maria Thereza Lemos de Arruda. Plantas medicinais e de rituais afro-brasileiros: Estudo Etnofarmacobotânico. São Paulo, Ícone, 1998.
Oliveira, Gelson Lapa. Aspectos psicofisiológicos de substâncias psicoativas.[on-line] via WWW em http://www.guardiaoportal.hpg.com.br/gelson.htm+da+jurema&hl=pt&ie=UTF-8 capturado em 16/07/2002.

3. Rodrigues, Eliana & Carlini E.A. Levantamento etnofarmacológico realizado entre um grupo de quilombolas do Brasil. In: Arquivos brasileiros de fitomedicina científica vol 1(2) agosto de 2003.

Verger, P.F. The tradictional background to medical practice in Nigéria. Paper. Seminar on tranquilizers and stimulants in Yoruba pharmaceutics. University of Ibadan. Inst. of  African Studies in collaboration with University College Hospital (mim.), 1966.

Rodrigues, Eliana. Usos rituais de plantas que indicam ações sobre o Sistema Nervoso Central pelos Índios Krahô, com ênfase nas psicoativas. Tese doutorado pela Universidade Federal - Escola Paulista de Medicina, 2001.

Scavone, Orestes & Panizza, Sylvio. Plantas tóxicas. São Paulo, CODAC/USP, 1981.

Zanini A.C. & Oga, Seizi. Farmacologia aplicada. 3ª ed., São Paulo, Atheneu , 1985.

Lewis, Walter H. &-Lewis, Memory P.F. Medical Botany. USA, Wiley-Interscience, 1977.

Labate, B.C. A reinvenção do uso da ayahuasca nos centros urbanos. Dissertação de mestrado, UNICAMP, 2000

Grünewald, Rodrigo de Azeredo.  Sujeitos da jurema e o resgate da "ciência do índio" In: Labate, Beatriz & Goulart, Sandra (orgs) O uso ritual das plantas de poder. Campinas, Ed. Mercado de Letras (no prelo).

.Ducke, A. Plantas da cultura pré-colombiana na Amazônia, espontâneas que supostamente lhes teriam dada origem. In: Boletim do Instituto Agronômico do Norte (8) 29 de junho, Belém, Pará, 1946.

.Carneiro, Henrique. Amores e sonhos da flora  - Afrodisíacos e alucinógenos na Botânica e na Farmácia. São Paulo, Xamã, 2002.

.Mingoia, Quintino. Química farmacêutica. São Paulo, EDUSP/Melhoramentos, 1965.

14 de set de 2009

Magia de amor, feitiços de amor, amarrações, amarrar amor, feitiços dinheiro, magias dinheiro, feitiços afastamento, magias afastamento

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Magias e feitiços de amor: o que é?

Feitiço é um processo realizado atraves de feitiçaria, ou seja, de uma arte magica, ou seja: de magia.

Normalmente, os feitiços são materializados na forma de uma poção, ou de um filtro preparado através de processos msiticos e religiosos.

O termo feitiço, advem do latim «facticiu», que significa «artificial».

Na verdade, assim se chamam os feitiços, pois eles tem por objectivo produzir eventos, estados de espírito ou alterações no rumos dos eventos, que não são normais, sendo por isso «artificialmente» gerados por meios espirituais.

Os feitiços podem tambem ser realizados através de encantamentos, ou seja: por processos de oração que visam conjurar a intervenção de forças espirituais neste mundo. Quando assim sucede, a feitiçaria resulta num «sortilégio». O termo «sortilégio» advem do latim «sortilegiu», que significa:«escolha de sortes». Assim é chamado o sortilégio, pois por ele se escolhe a sorte de uma pessoa, evento ou instituição, através de processos místicos.

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Para fazer voltar a pessoa amada:

ás 24h00 de numa noite de sexta feira, quando a lua estiver em Touro, (sob a magnânime regência de Vénus), ou em Escorpião, (sob a poderosíssima regência de Plutão), consagre uma vela vermelha com mel e óleo liturgico. Deverá depois gravar na vela o seu nome e o nome da pessoa amada. Faça-o com uma agulha previamente mergulhada numa taça de vinho tinto, ao qual foi misturado uma pequeníssima pitada de valeriana. Enquanto grava na vela os nomes com agulha molhada pelo vinho, diga a seguinte oração: «Poderosa e irresistível Vénus, sublime Senhora do amor, este vinho é sangue e nele reside o meu amor, este vinho é meu desejo e também minha dor. Com sangue gravei nossos nomes, e que assim no sangue de, ( nome da pessoa amada), corra meu sentimento para que de mim não tires o teu pensamento.» Assim dito, a agulha deve ser espetada na vela, de forma a cruzar ambos os nomes, e a vela deve ser acesa. Com a vela já ardendo, assim orar: «Força de Vénus, toda poderosa senhora da luz do amor, como arde esta vela, assim arda o coração de ( nome da pessoa amada), por mim. Pelo Teu poder, força de Vénus, regresse ele para mim. Assim seja.» Beba o vinho, ele actuará como forte poção de apelo ás forças espirituais de Vénus.Conserve todos os elementos do ritual em local secreto. Se necessário, repetir nas sextas em que a conjunção lunar for favorável. Aguardar os fortes resultados, não forçando eventos, deixando o caminho livre para que a Deusa abra os seus caminhos.

Para atrair o amor:

numa sexta feira á noite, ( depois das 21h00), coloque uma pétala de rosa vermelha numa taça de vinho tinto. Tape o cálice com um pano de ceda vermelho. Deixe a taça na sua mesa de cabeceira, e ao deitar pense: «Poderosa Vénus, senhora do amor, senhora dos meus destinos: aceitai visitar-me, aceitai minha adoração, aceitai meu puro coração. Vinde a mim e partilhai deste divino vinho que Vos oferendo, e trazei para mim quem eu amo, inflamado pela poderosa chama do irresistível amor de que sois imperatriz. Assim seja» Durma tranquilamente. De manha, ao acordar, bebei o vinho e agradecei á Deusa. A pétala de rosa vermelha deve ser colocada num pequeno saquinho, que deverá andar sempre junto ao seu corpo: será um fortíssimo chamamento ao amor.

Talismã do amor:

O diamante é a pedra sagrada da Deusa do amor, a eterna representação do inigualável brilho do planeta Vénus. Numa sexta feira, ás 24h00, faça oferendas de mal vinho licoroso e incenso á Deusa Vénus. Deixe que o diamente permaneça no altar dedicado vénus por toda essa noite. De manha, quando o sol estiver nascendo, colocai o diamante num saquinho. Usai-o sempre junto do corpo e toda a sexta feira repita o ritual de Vénus. Será poderoso talismã desblqueador de caminhos e protector do amor.

Afastamento de pessoas:

Retirai o espinho de uma rosa negra. Num sábado ás 24h00, com o espinho gravai o nome da pessoa indesejada numa vela negra. Depois cravai o espinho na vela. Acendei a vela e dizei: «Poderoso e temível Saturno, força devastadora e de desolação: apartai do meu caminho , ( nome da pessoa), para que ela jamais regresse; que a Tua força de catástrofe e desolação recaia sobre ( nome da pessoa), se a mim retornar. Assim seja, Ò poderoso e temível Saturno.» Deixai a vela arder. Os restos de cera, assim como o espinho, devem ser depositados em terra.

Para negócios, dinheiro e projectos:

Quinta feira, ás 12h00, encher um cálice com incenso em pó. Arder o incenso, defumando-o fortemente em fogo. Depositar 5 moedas no fogo do incenso, dizendo a seguinte oração: «Poderoso e justo Júpiter, Sol e luz do mundo, fazei-me prosperar em todos os meus passos, amparai-me e conservai-me. Assim seja pelo poder de Júpiter». Depois acendei uma vela vermelha, e sob a chama da vela colocai um faca de ritual, e dizei: «Magnânime Marte, imparável força das conquistas, favorecei os meus empreendimentos. Assim seja, pela conquista de Marte». A faca de ritual, a taça com o incenso onde estão as 5 moedas, devem ser guardadas secretamente. Este ritual deverá ser realizado sempre que se for necessário atrair as imparáveis forças espirituais e astrológicas que favorecem as conquistas e os empreendimentos.

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