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15 de mai de 2017

Sonhar com a própria morte


Sonhar com a própria morte

Significado sonhar com A própria morte .
Sonhar com a própria morte simboliza mudanças, transformações, descobertas e desenvolvimento positivo que estão ocorrendo dentro de você ou em sua vida. Embora o sonho com a própria morte possa provocar sentimentos de medo e ansiedade não é nenhuma causa para alarme e é considerado freqüentemente um símbolo positivo.
Sonhar com sua própria morte é sinal de que grandes mudanças estão à sua frente. Você está passando um recomeço e deixando para trás o passado. Estas mudanças serão para melhor.
Este sonho também simboliza a morte de velhos hábitos. Morte, pode não significar uma morte física, mas um fim de ciclo ou período.
Este sonho também ocorre quando você está muito preocupado com alguém acometido por doença grave ou terminal.
Ver alguém morrendo em seu sonho significa que seus sentimentos em relação a ela estão mortos ou que uma perda significante está acontecendo em sua relação com aquela pessoa.
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Sonhar com pessoas

Resultado de imagem para Sonhar com pessoas
Sonhar com pessoas - sejam estas conhecidas, desconhecidas, vivas, mortas ou famosas - é algo comum e frequente em quase todos os sonhos. Assim como cada componente do sonho (cenário, objeto, animal, ação) retrata o sonhador, não é diferente sobre quem sonhamos.

24 de set de 2016

48 Horas no Inferno relato de um homem que esteve lá.

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Como é o Inferno? 48 Horas no Inferno, relato de um homem que esteve lá.

48 Horas no Inferno

Por John W. Reynolds
(Disponibilizado para Download e compilado por Rosaine Dalila Scruff)

Um dos casos mais interessantes de uma pessoa aparentemente morta que tornou a viver, que eu conheço, é de George Lennox, um ladrão de cavalos de notoriedade no condado de Jefferson (EUA). Isto aconteceu enquanto ele estava cumprindo pena pela segunda vez na prisão. A primeira pena que cumpriu foi quando o judiciário do condado de Sedwick o condenara pela mesma ofensa: furto de cavalos.

Sendo que sua sentença condenatória estipulava trabalhos forçados, no inverno de 1887 ele trabalhava nas minas de carvão. Foi obrigado a trabalhar num lugar que lhe parecia bastante perigoso, chegando inclusive, a comunicar este fato ao guarda responsável. Este, após uma investigação disse que não havia perigo, mandando que continuasse trabalhando no mesmo lugar. O detento obedeceu, mas antes de completar uma hora de serviço, o teto desabou, deixando-o totalmente soterrado. Permaneceu assim durante duas horas.

Foi na hora do almoço que deram conta de sua ausência, sendo iniciada, logo em seguida, uma busca. Descobriram-no debaixo de um monte de escombros. Tudo indicava que estava morto. Levado para fora da mina, o médico daquela instituição o examinou, também dando-o por morto. Seu corpo foi retirado para o hospital onde o banharam e vestiram para o enterro. Foi confeccionada uma urna na própria prisão e levada para o hospital.

O capelão chegou para cumprir suas obrigações fúnebres. Um enfermeiro pediu a dois detentos que tirassem o cadáver da maca e o colocassem na urna, que estava no outro lado da sala. Cumpriram a ordem, um deles pegando nos seus pés e o outro nos ombros. Haviam andado mais ou menos a metade da distância quando aquele que lhe segurava pelos ombros tropeçou num cuspidor. Desequilibrou-se, deixando o cadáver cair no chão, e, para a surpresa de todos, ouviu-se um profundo gemido. Logo em seguida seus olhos abriram-se e os demais sinais de vida foram aparecendo. Chamou-se imediatamente o médico, e, quando este chegou, no espaço de uns trinta minutos, o "defunto" estava tomando a água que acabara de pedir.

Foi guardada a urna e utilizada posteriormente para enterrar outro detento. Trocou de roupa, colocando novamente o uniforme de praxe daquela instituição. O exame médico acusou duas fraturas numa de suas pernas e escoriações generalizadas. Permaneceu hospitalizado durante seis meses, para em seguida voltar ao serviço.

Fiquei sabendo através de outro mineiro da experiência inusitada que George tivera enquanto morto. Estimulado pela minha curiosidade, desejei muito conhecê-lo e ouvir de sua boca o ocorrido. Esta oportunidade não se deu durante uns poucos meses, mas finalmente deu certo. Fui transferido das minas para o escritório da prisão onde lavrei uns relatórios de fim de ano. A ressuscitação deste homem estava sendo discutida entre nós, quando, por acaso alguém passou à porta de nossa sala. Disseram-me que era ele. Logo mandei um bilhete a ele, pedindo que viesse ao meu local de trabalho. Foi isso que ele fez e nos conhecemos. Foi de sua boca que ouvi esta história maravilhosa.

Ele é um jovem que não passa dos trinta anos de idade.
Apesar de muito inteligente e bem estudado, tornou-se um criminoso aparentemente incorrigível. A parte que mais gostei da sua história foi o que ocorrera durante sua 'morte'. Sendo taquígrafo, registrei fielmente as suas palavras:

"Naquela manhã toda tive um pressentimento que algo terrível iria acontecer. Isto me incomodou ao ponto de procurar o meu supervisor de minas, Mr. Grason. Disse a ele o que estava sentindo e pedi que vistoriasse o meu local de trabalho onde estava escavando carvão.

Ele veio, e a meu ver, fez uma vistoria bem feita. Mandou que eu voltasse a trabalhar e disse que tudo indicava que eu não estava "regulando bem". Voltei a trabalhar e depois de aproximadamente uma hora, de repente tudo ficou muito escuro. No mesmo instante, parecia que uma grande porta de ferro estava abrindo, onde eu entrei. Logo me veio o pensamento de que eu estava morto e me encontrava no mundo do além.

Não pude ver a ninguém por algum motivo que eu próprio desconheço, comecei a me afastar da porta. Depois de andar bastante, cheguei às margens de um rio bem largo. Não estava escuro e tampouco era de dia. Havia uma luminosidade semelhante à que se vê numa noite estrelada. Estive nas margens do rio pouco tempo quando ouvi o rumor de remos cortando a água. Então foi chegando até onde eu estava uma embarcação, cujo ocupante estava remando.

Perdi a fala. Depois de me olhar durante uns instantes, ele me disse que tinha vindo me buscar. Pediu que eu entrasse na embarcação e remasse até a outra margem do rio. Obedeci. Não trocamos palavra alguma. Queria tanto perguntar quem ele era e onde estávamos. Parecia que minha língua estava grudada ao céu da boca. Não conseguia falar. Ao chegarmos à outra margem, desembarquei e o homem que me conduziu, simplesmente desapareceu.

Novamente sozinho, não sabia o que fazer. Olhando mais adiante, vi dois caminhos por um vale escuro. Um deles era largo e tinha o aspecto de ser bastante utilizado. O outro era estreito e saía para outro rumo. Instintivamente escolhi o caminho mais utilizado. Tinha andado pouco quando percebi que estava ficando cada vez mais escuro.

De quando em quando, bem adiante, via-se uma espécie de relâmpago, através do qual eu conseguia enxergar o caminho.
Andei mais uma certa distância quando me dei com um ser que sou totalmente incapaz de descrever. O máximo que posso fazer é apenas dar uma idéia bem vaga quanto ao seu aspecto aterrorizante. Parecia ligeiramente com um homem, embora muito maior. Devia ter no mínimo três metros de altura. Nas suas costas havia grandes asas. Era preto como o carvão que eu retirava da mina e estava totalmente nu.
Na sua mão havia uma imensa lança de pelo menos cinco metros de comprimento. Seus olhos brilhavam como bolas de fogo. Seus dentes, brancos como pérola, pareciam medir quase três centímetros. Seu nariz, se bem que nem parecia nariz, era enorme, largo e achatado. Seu cabelo era grosso, pesado, e comprido. Descia sobre os ombros maciços. Sua voz parecia mais com o rugir de um leão engaiolado do que com qualquer outra coisa.

Foi durante um destes relâmpagos que primeiramente o vi. Comecei a tremer como uma folha de buriti no vento. A mão que segurava a lança estava erguida como se estivesse na iminência de me traspassar. Parei. Com voz muito mais horripilante do que se pode imaginar, mandou que o seguisse.


Disse que tinha ordens para ser meu guia durante esta viagem. Segui no seu encalço. Que mais eu podia fazer? Depois de andarmos uma certa distância, vi à minha frente uma grande montanha, cuja face parecia ser vertical. Na verdade parecia ter sido cortada no meio e uma metade retirada. Nesta face vertical vi distintamente as palavras: ESTE É O INFERNO.
Meu guia se aproximou da montanha e com sua lança bateu com força três vezes. Abriu-se uma porta enorme e nós entramos. Fui conduzido por uma espécie de corredor dentro da montanha.

Durante algum tempo caminhamos em trevas absolutas. Me orientei pelos passos ruidosos e pesados de meu guia. O tempo todo eu ouvia gemidos angustiantes, como de um moribundo. À medida que andávamos, estes gemidos aumentavam em intensidade, e agora, ouvia-se claramente alguém clamar: "água! água! água!".
Passei por outra porta, e pude ouvir o que parecia ser o clamor de um milhão de vozes que clamavam: água, água... Chegamos à outra porta. Meu guia bateu e esta abriu-se. Vi agora que havíamos transposto a montanha e na minha frente havia uma planície extensa.


Foi aí que meu guia me deixou e voltou para mostrar o caminho para outros espíritos perdidos. Fiquei parado nesta planície durante algum tempo quando um ser,semelhante ao primeiro,se aproximou de mim.

Este, ao invés de carregar uma lança, carregava uma espada enorme. Sua missão era de me comunicar qual seria meu destino eterno. Sua voz encheu a minha alma de terror.

Disse: "Tu estás no inferno! Para ti não há mais esperança! Ao passar pela montanha ouviste os gemidos e gritos dos perdidos que estavam pedindo água para aliviar a sequidão de suas línguas. Naquele corredor há uma porta que dá para um lago de fogo. Este será agora mesmo teu destino. Antes de seres conduzido a este lugar de tormento, de onde nunca mais sairás - pois não há mais esperança para aqueles que entram - tu poderás permanecer nesta planície, onde todos os perdidos têm o privilégio de contemplar os prazeres que gozariam se não estivessem aqui”.

Agora eu estava sozinho. Não sei se foi em conseqüência do grande medo que passei, mas tornei-me insensível às coisas. Meu corpo ficou inerte. Fiquei sem força alguma e minhas pernas não agüentavam mais o peso do meu corpo. Assim, dominado, fui caindo no chão. Uma sonolência apoderou-se de mim. Meio acordado, meio adormecido, parecia sonhar. Olhando para cima, bem distante de mim, vi a Linda Cidade, sobre a qual lemos na Bíblia.

Como eram formosas suas muralhas de jaspe! Olhando além disso, vi vastas planícies cobertas de linda flores. Vi também o Rio da Vida e o Mar de Cristal. Miríades de anjos entravam e saíam pelas portas desta cidade, cantando e oh! Como tudo era maravilhoso!

Entre estes anjos vi minha querida mãe que há poucos anos havia falecido, seu coração esmagado pela minha maldade. Olhou para mim e parecia estar me chamando. Mas não tinha condições de me levantar. Sentia-me como se tivesse um grande peso me imobilizando. Um ventinho trouxe para mim a fragrância daquelas lindas flores, e agora ouvia-se com mais nitidez a doce melodia das vozes angélicas. Eu disse comigo mesmo, 'Oh!Como queria fazer parte daquela multidão'

Enquanto me deliciava com este cálice de gozo tão perfeito, de repente ele foi-me arrebatado dos lábios. Acordei do meu sono. Um dos habitantes deste lugar de trevas me trouxe de volta daquele lindo lugar e me informou que havia chegado a hora de ir para o lugar de meu destino eterno. Ordenou-me que o seguisse. Voltando pelo mesmo caminho, entramos novamente no mesmo corredor. Fui seguindo meu guia durante um tempo até chegar numa porta lateral. Passamos por esta, e logo em seguida por outra. Então vi, na minha frente, um lago de fogo.

Olhei, e até onde meu olho enxergava, vi um lago literal de fogo e enxofre. Grandes vagalhões de fogo se amontoavam por cima um do outro e grandes ondas de chamas se chocavam impetuosamente elevando-se a grandes alturas, como as ondas do mar num imenso furacão. Na crista das ondas viam-se seres humanos lançados para cima, para logo em seguida, se afundarem até as profundezas deste lago medonho de fogo. Ao serem levadas para a crista dos vagalhões, estas almas amaldiçoavam o Deus justo, na mesma hora em que clamavam angustiosamente, pedindo água. Esta imensidão de fogo repercutia os gemidos destas almas perdidas.

Depois de algum tempo olhei para trás e, por cima da porta onde entrara, vi as palavras: "Este é o teu destino! A eternidade não tem fim".

Daí a pouco, senti que o chão debaixo dos meus pés estava começando a ceder em e vi afundando no lago de fogo. Sobreveio-me uma sede que as palavras não são capazes de descrever. Pedi água e neste instante meus olhos abriram no hospital da prisão.

Nunca contei esta experiência para os oficiais da prisão, acreditando que me julgassem louco e me fechassem numa cela especial para os detentos que sofrem das faculdades mentais. Mas vi tudo isso e tenho certeza que o Céu e o Inferno existem, e que este inferno é fogo literal assim como lemos na Bíblia. E tenho certeza de outra coisa: Nunca irei para aquele lugar.

Assim que abri meus olhos no hospital e vi que estava vivo, imediatamente entreguei meu coração a Deus. Vou viver e morrer como Cristão. É verdade que nunca me esquecerei das cenas terríveis do inferno, mas tampouco sairão da minha memória as lindas coisas que vi no Céu. Em breve pretendo me encontrar com minha querida mãe. Irei me sentar nas margens daquele belo rio e passear com os anjos nas planícies que vi. Vou andar pelos vales e pelos montes acarpetados com flores fragrantes, cuja beleza excede qualquer coisa que o ser mortal é capaz de imaginar, e ouvirei as canções dos salvos.

Isto me recompensará muitas vezes pela minha vida aqui sobre a Terra, mesmo tendo que me negar dos muitos prazeres mundanos que faziam parte do meu viver antes de vir para esta prisão. Não quero ter mais intimidade com meus comparsas do mundo vil do crime. Assim que sair deste lugar, quero ficar na companhia de pessoas boas."
Repasso para o leitor esta experiência de George assim como a ouvi. É uma das experiências mais lindas que jamais li. Que Deus abençoe esta mensagem de George, para que através dela muitas almas perdidas ainda despertem da morte espiritual!

Oh, como as pessoas conseguem duvidar da existência de um inferno literal! Diga-me como é possível, quando têm em suas mãos a Palavra de Deus, e mais ainda quando ficamos sabendo de uma revelação dessas. Homens e mulheres, parem! Virem-se! Peçam a Deus que lhes dê uma experiência de salvação que modifique os seus corações. Caso contrário, poderão passar não apenas 48 horas no inferno, mas toda a eternidade!*******
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11 de mar de 2013

A vingança de Nossa Senhora (relato)

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A vingança de Nossa Senhora

Em um sítio no interior do estado de São Paulo, exatamente no município de Olímpia, aconteceu algo que poucos puderam explicar.... Era na parte da tarde, aproximadamente três horas, quando um mascate( Vendedor ambulante ) passou pela cede da fazenda, e pediu ao dono se podia oferecer seus produtos na colônia; o dono da fazenda permitiu que o mascate entrasse na colônia. O mascate consegui vender em uma das casas a imagem de Nossa Senhora; o filho do proprietário da casa foi avisar seu pai que estava na roça, que sua mãe havia comprado uma imagem. Quando o pai do garoto, ficou sabendo do acontecido, começo a xingar a santa, porque sua mulher havia gastado dinheiro com ela. No final da tarde, o pai do garoto retornou para casa, e começo a discutir com sua mulher, pelo fato dela ter gastado dinheiro com uma imagem de santa. Horas mais tarde, aproximadamente vinte e uma horas, o dono da fazenda foi chamado, pois os moradores da casa onde a santa estava, com exceção do garoto, ficaram totalmente loucos.

Este fato está documentado na antiga Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto, ocorrido aproximadamente no ano de 1965. Caso vocês precisem de testemunhas, eu tenho uma testemunha ocular deste fato.

O sítio mencionado acima, pertencia a família Meneghelli.


Qualquer dúvida, por favor, entre em contato.

parece que ela nunca existiu.(relato)

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Quando em minha adolescência, eu era uma garota que não possuía muitos amigos.
Era meu jeito. Eu não gostava muito de sair, e ficava mais em casa lendo, assistindo filmes e estudando.
Muitos achavam estranho minha atitude, mas eu não fazia por mal, eu gostava de ser assim.
Tudo começou quando certo dia na escola no horário do intervalo uma garota se aproximou de mim e começou a puxar conversa.
Ela era muito simpática e se mostrou muito amiga. Ela disse que se chamava Luiza.
Conversando, descobri que tínhamos muitas coisas em comum. Ela dizia que também não gostava muito de sair,e ficava mais em casa fazendo atividades, como ler livros e assistir filmes.
Devido à isso, e também à assuntos em comum, ficamos amigas, e começamos a nos encontrar na escola e conversar quando possível.
Apesar de construirmos uma bela amizade, ela se esquivava em me dizer onde morava. Sempre mudava de assunto.
Dizia apenas que morava perto de uma Igreja em outro bairro.
Talvez pela idade que eu tinha na época, não ligava muito para as coisas, e nem liguei em descobrir os detalhes de onde ela morava.

Uma coisa que eu notava, é que a Luiza só conversava comigo.
Nunca a vi conversando com outras pessoas na escola, mas como eu também era um tanto retraída, não dei muita importância para esse comportamento dela.

O tempo foi passando, e chegaram as férias.
No último dia de aula nós nos despedimos, e nesse momento senti uma tristeza muito grande nela.
Eu disse à ela que eu iria viajar, mas no retorno das férias nós nos veríamos novamente e então teríamos muito o que conversar.
Então ela apenas me olhou com um olhar de despedida e foi embora de cabeça baixa.

Eu fiquei muito triste com aquela cena. Não entendi muito bem o porque que ela se comportou daquela forma.
Fiquei até alguns dias com aquela imagem triste da minha amiga.
Naquele tempo nem todas as pessoas possuiam telefone, e os celulares nem existiam no Brasil, motivo pelo qual era mais difícil as pessoas se comunicarem, então não conversei mais com minha amiga especial durante as férias.

Alguns dias após o início das férias, viajei com meus pais, sendo que fomos passar algum tempo no sítio do meu avô no interior.
Lá era um lugar muito lindo e gostoso, o que fez com que o tempo passasse rápido.
Quando menos percebi as férias já estavam acabando.
Retornamos então para casa, onde passei o restante das férias, como sempre, lendo e assistindo alguns filmes.
Passaram-se alguns dias, e finalmente chegou o dia do reinício das aulas. E eu não via hora de rever minha grande amiga.
Quando cheguei na escola, procurei por ela, mas não à vi na entrada. Chegando o intervalo, também não à vi.
Então pensei que, como nem todos voltam no primeiro dia de aula, ela poderia também ter faltado.
Mas eu também não a encontrei no segundo dia de aula, e nem no terceiro.
Fiquei então preocupada e fui pesquisar nas salas de aula próximas. Mas não à encontrei.
Perguntei para os outros alunos sobre minha amiga, e perguntei se alguém à tinha visto, mas todos disseram que não conheciam ninguém com aquela descrição.
Eu fiquei preocupada e assustada ao mesmo tempo. Então recorri à secretaria da escola e perguntei sobre ela.
Na secretaria me perguntaram como era minha amiga.
E eu a descrevi com detalhes: "cabelos castanhos, olhos castanhos, pele branca, etc...."
E perguntaram seu nome, e eu disse que ela se chamava Luiza.
As pessoas da secretaria perguntaram se eu tinha certeza sobre o nome e descrição da minha amiga, e eu disse que sim.
Então eles me disseram que a única Luiza que estudava na escola, era uma garota da 5ª série.
Eu disse que não podia ser, pois a minha amiga disse que estudava na 7ª séria.
Fui então até a 5ª série e verifiquei eu mesma que a Luiza de lá não era minha amiga.
Procurei, pesquisei, perguntei, mas ninguém conhecia Luiza, minha amiga.
Eu fiquei confusa, em pânico e assustada, pois tudo indicava que a minha amiga Luiza nunca esteve na minha escola.
Eu nunca mais vi, encontrei ou tive notícias da minha amiga, e até hoje fico imaginando o que aconteceu, pois parece que ela nunca existiu.
Eu evito comentar isso com muitas pessoas, pois nem todos acreditam, mas foi real e aconteceu comigo.
O que será que foi aquilo? De onde veio minha amiga Luiza e para onde ela foi?
Hoje, com mais conhecimento e consciência, eu fico imaginando:
Será que a minha amiga veio de outra dimensão ou de outra época, e quando nos separamos nas férias ela voltou para o seu lugar de origem?
Acredito que nunca saberei a resposta.
Só sei que foi algo que me marcou profundamente, fazendo com que esse fato fosse uma experiência sobrenatural em minha vida, tendo sonhos com isso até hoje. Foi algo, conforme o site diz: "Além da Imaginação"!

9 de jan de 2011

criatura me fez ficar paralisado (relato)

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Isso aconteceu comigo há uns sete anos atrás na época fiquei muito assustado e não tive coragem de contar pra ninguém.
Numa noite de segunda feira fui deitar mais cedo, pois tinha prova no dia seguinte. Quando cheguei no meu quarto senti um clima meio estranho, como se tivesse alguém me observando. Fiquei meio cismado, mas não dei muita importância para aquilo.
Logo depois que me deitei senti algo estranho como se meu corpo estivesse ficando paralisado e na mesma hora senti que alguém entrou no meu quarto, quando tentei abrir os olhos não consegui, aquilo ia rodeando minha cama e dizendo palavras que eu não entendia, me esforcei para abrir os olhos até que cansei e adormeci.
No dia seguinte, quando fui dormir, senti a mesma coisa e quando tentei abrir os olhos novamente não consegui. No dia seguinte acordei muito fraco e amarelo, como se estivesse muito doente, tomei um soro e alguns remédios, mas não adiantou nada.
Na noite seguinte quando fui dormir, me concentrei e quando comecei a sentir meu corpo dormente consegui deixar o olho um pouco aberto o suficiente para ver o que estava acontecendo ao meu redor... Percebi uma pessoa entrando no meu quarto, era um senhor muito velho, parecia que tinha pelo menos uns cem anos de idade, vestia uma roupa como se fosse a de um papa e tinha orelhas pontudas e um cajado dourado nas mãos, seus olhos eram completamente negros, não havia nenhuma parte branca neles e seus dentes estavam podres e horríveis! Ele começou a me rodear e falar palavras estranhas, como se estivesse rezando em outra língua, daí começou a passar o cajado sobre meu corpo... foi quando comecei a sentir uma fraqueza intensa, no mesmo momento comecei a rezar e pedir para Deus que me ajudasse e que não me abandonasse naquele momento, pois estava com muito medo e minha vida parecia que estava indo aos poucos.
Depois de rezar bastante a criatura percebeu que eu a estava observando e deu uma risada macabra e como num passe de mágica sumiu no ar.
Não sei o que era aquilo, mas sei que foi a experiência mais assustadora que tive na minha vida e graças a Deus aquilo nunca mais se repetiu.

29 de jul de 2010

Declaração Post Mortem (relato)

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Há muitos anos atrás, quando eu tinha 15 anos, eu me apaixonei por um garoto. A paixão foi o que chamam "amor platônico", pois apesar do clima que existia entre nós, nunca houve por parte de nenhum dos dois uma declaração de sentimento.
Sempre havia desencontros, coisas estranhas... nunca davam certo as tentativas de qualquer coisa no sentido da minha declaração se efetivar.
Éramos de cidades diferentes. Conhecemo-nos num curso pré-vestibular. Após concluído o cursinho, cada um foi para um lado e nunca foi possível eu dizer nada o que sentia por ele...
Não sei explicar, mas esse garoto era tão lindo, tão meigo, que parecia um anjo. Tinha uma aura dourada que nunca vi em ninguém mais nessa vida.
Passaram-se anos. E vivi muitas coisas na vida. Conheci muitos outros amores e desamores. A vida seguiu o rumo comum.
E numa certa noite, eu já adulta, sonhei com esse garoto da minha adolescência. Não sei exatamente o sonho, sei apenas que o vi no meu sonho.
Então de manhã, por ocasião do sonho, eu reabri uma memória esquecida. Senti vontade de saber onde é que ele andava, o que fazia. E como na internet tudo é possível encontrar, pela primeira vez eu fiz uma pesquisa básica no google procurando pelo nome inteiro dele.
Eis que eu encontrei. Infelizmente más notícias... Na verdade o nome dele estava num site, num convite de missa de sétimo ano de seu falecimento. Dramático, mas real. No convite tinha a foto dele e um poema, dessas coisas bem tristes, sabem? E eu nem lembrava mais do rosto dele exatamente como era... fui rever justamente naquela situação!
Confesso que fiquei muito triste, muito triste mesmo. Era estranho... pois não havia nenhum vínculo entre nós, porém aquela notícia me deixou muito estarrecida. Fiquei pensando no fato de nunca eu ter dito nada, e agora... nunca mais iria mesmo dizer. E que importância tinha? Não sei... Apenas achei triste saber que deixamos de fazer certas coisas por bobagens e a vida é tão curta...
Não sei explicar...
Então quando eu voltava do trabalho eu passava sempre perto de uma igreja, e resolvi entrar e rezar para a alma dele (Sempre que havia tempo eu dava jeito de entrar lá e rezar, ou por algum motivo especial, como foi o caso).
E me concentrei, pedi muito onde quer que ele estivesse que soubesse que eu tinha gostado muito dele, e contei tudo e como soube da notícia da morte.
No outro dia, durante a noite aconteceu algo estranho que eu acabei conectando com essa oração que eu fiz.
Durante a noite, quando eu fui dormir, de repente eu senti algo se mexer debaixo do meu corpo. Despertei pensando que era um bicho, sei lá... Foi como se existisse alguém entre eu e o colchão, logo abaixo do lençol.
Eu acordei, continuei sentindo o movimento e não consegui mexer um músculo sequer, a não ser meus olhos abertos. Fiquei paralisada. Eu senti uma angústia, pois estava muito acordada, de forma que eu ouvia tudo que acontecia na rua (tem vários bares aqui perto, música tocando, pessoas conversando...) e não conseguia me mexer.
Foi então que com um esforço eu me livrei da paralisia e olhei para minha cama: nada de errado. Acendi a luz, não havia nada diferente. Nem debaixo da cama, nem sobre ela, nem nada estranho no quarto. Imaginei: Deve ser algum pesadelo "lúcido", sei lá o que... E voltei para cama.
Na hora, eu achei muito estranho, mas não liguei com a história da minha oração que falei.
Só me dei conta disso, quando eu, voltando a deitar, senti nitidamente uma mão suave acariciar meus cabelos. Novamente eu não consegui me mexer. Apenas, como da outra vez, apenas conseguira abrir os olhos. Só que não senti nenhuma aflição. Senti uma paz.
Foi então que eu imediatamente concluí: "Foi 'ele' que veio agradecer a oração e dizer que estava sabendo da minha confissão tanto tempo depois e daquela forma."
Parece uma história de filme... mas é real. Confesso que é triste, mas não de todo...
O mundo é poético, basta prestarmos a atenção.
Apenas deixo meu relato para que pensem um pouco sobre isso... se há algo a dizer para alguém, pedir desculpas, qualquer coisa, faça-o logo... enquanto puder.
Acredito que é uma boa oportunidade para propor isso a vocês! ;)

10 de mai de 2010

homenagem às mamães da net

homenagem às mamães da net e dos membros





Desejamos a todas as mamães da comunidade um Feliz Dia das mães e que essa data não seja apenas uma data consumista e sim uma data para troca de afetos


Parabens mamãessssssssssssssssss


http://www.youtube.com/watch?v=8a7Zf6Z_kls

26 de mar de 2010

pense bem

User-agent: Mediapartners-Google*
Disallow:Durante nossa vida, muitas vezes nos defrontamos com certas situações que exigem muita capacidade de raciocínio e muito tirocínio, para que não façamos coisas ou tomemos certas atitudes das quais talvez venhamos a nos arrependerdepois. Aliás, sempre é necessário meditarmos profundamente ante qualquer situação. Nem sempre se pode consertar algo mal feito.

A esse respeito, li um pensamento atribuído a Magda Almodóvar, que considero uma das maiores verdades desta vida, vejam:
,
Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:

a pedra, depois de atirada; a palavra depois de proferida;

a ocasião, depois de perdida e o tempo, depois de passado".

Se atirarmos uma pedra, seja o próprio artefato, ou palavras imponde,radas, sempre será difícil para as recuperarmos. Por essa razão, antes de se dizer coisas que poderão desagradar a alguém, deveremos sempre analisar profundamente a questão, pesarmos na balança o que deve haver de justo ou injusto naquilo que vamos fazer.,

Existem certas palavras ou atitudes que, por serem injustas, magoam muito profundamente a "vítima" de nossas acusações. Daí a necessidade de se pensar bem antes de falarmos certas coisas. Não custa nada perder-se alguns minutos numa análise mais acur,ada da situação, inclusive serve para esfriar-se a cabeça...

Muitas vezes, no calor de uma discussão, dizemos palavras ásperas, e até ofendemos alguém. Depois, ao vermos que nos precipitamos, é tarde demais... o mal já está feito.

Perdem-se boas a,mizades por atitudes irrefletidas. Certas coisas ditas não mais são esquecidas. Há que se refletir antes de agir, antes de dizermos palavras mais ásperas ou ofensivas. Mesmo que as achemos justas.. devem ser pensadas e muito bem pensadas.

Da mesma man,eira, devemos sempre examinar bem certas oportunidades que surgem em nossa vida, antes de jogarmos fora um projeto, antes de desprezarmos uma possibilidade de mudança. Quem sabe não estará lá sua grande chance para uma "virada de mesa"?

Em nossa vida,, muitas vezes deixamos passar grandes oportunidades, por termos medo de encarar uma mudança. Até mesmo na vida sentimental, quando encontramos "aquela" pessoa que irá causar uma modificação muito grande em nossa vida e que preferimos deixá-la partir, por, receio de uma transformação em nosso modus vivendi.

Depois, nos arrependemos por ter desprezado essa oportunidade de ser feliz. Mas a ocasião foi perdida, e o tempo já passou.

Então, dessa linda mensagem de Magda Almodóvar, tiramos um grande ens,inamento que se resume na grande necessidade que existe de sempre usarmos de muita ponderação em nossas atitudes, pois as pedras que atirarmos sobre alguém, poderão ser atiradas de volta. As palavras que dirigirmos a alguém ou sobre alguém, poderão causar, danos irreparáveis, e penso que não existe prazer nenhum em procurar destruir outra pessoa. Que prazer pode existir em ofender-se alguém?

Devemos pensar bem antes de deixar passar uma ocasião em nossa vida. Pode estar nessa viagem, nesse namoro, nes,sa mudança de emprego, nessa proposta maluca, a grande chance.

E, principalmente, não podemos nos esquecer de que o tempo não volta. É inexorável, e por essa razão, devemos viver um dia de cada vez, para não deixarmos passar para amanhã tudo aquilo qu,e podemos fazer hoje, principalmente se for alguma atitude de ajuda. Se pudermos ser úteis, se alguém precisa de nós, não devemos deixar essa ajuda para ama
nhã. Poderá ser tarde demais.

3 de jan de 2010

flores significado das flores


As flores fazem parte da lembrança de bons momentos e das principais celebrações da vida. Elas têm o poder de transformar um dia comum em uma data especial, um ambiente simples em aconchegante e um momento qualquer em inesquecível. Para conferir o significado de algumas delas e poder expressar seus sentimentos da melhor maneira passe o cursor sobre o sinal de +:


Clique no arranjo com seu tipo de flor preferido e conheça mais opções de arranjos:












































































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