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2 de fev de 2016

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fala língua de Vida Passada.

                   Crédito de imagem: Nikolai Kuznetsov                               

Uma mulher na Índia, de repente começou a falar em uma forma de Bengali que foi usado mais de 150 anos atrás.

Em um caso desconcertante da década de 1970, a reencarnação pesquisador Ian Stevenson de 32 anos de idade investigou o mistério, Uttara Huddar que, do nada, de repente começou a falar fluentemente em uma língua que ela nunca aprendeu ou ouviu. O fenômeno foi ainda mais misterioso pelo fato de que não só era a língua uma forma de Bengali não utilizado por 150 anos, mas a mulher parecia ter simultaneamente desenvolvido uma segunda personalidade chamada Sharada que parecia familiarizado com o presente período de tempo e não foi capaz de falar em qualquer das línguas modernas que Uttara poderia. Sharada tomaria o lugar de Uttara por dias ou semanas de cada vez e não tinha conhecimento da família de Uttara mas poderia distintamente lembrar cinco dos próprios membros de sua família, incluindo seu pai Brajanath Chattopaydhaya que viveu no século 19. Stevenson ficou surpreso quando descobriu que cada um desses indivíduos nomeados tinha realmente existido,tanto na região e período de tempo que Sharada tinha descrito. Não havia nenhuma maneira Uttara jamais poderia ter sabido sobre eles. "A amnésia cada personalidade parece ter tido os eventos que ocorrem para o outro, mesmo que ele não foi total, sugere a síndrome de posse mais de um caso do tipo reencarnação", ele escreveu. "Isto implica que Sharada é uma personalidade desencarnada - isto é, que ela consiste de sobreviventes aspectos de uma pessoa real que viveu e morreu nos primeiros anos do século 19, e que, quase 150 anos depois, passou a dominar e controlar Uttara de corpo. "
Assista um vídeo que explica sobe vidas passadas,lembranças.
                                        Assista o vídeo:
 
 
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17 de nov de 2009

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Os diferentes tipos de ciumentos

Por Rosana Braga
Todo ciumento, em seu estado de sã consciência, sabe muito bem que de nada adianta esbravejar, brigar, discutir e se corroer por dentro por causa de suas fantasias alucinantes, de seus pensamentos devoradores e de suas loucas ‘certezas’, quase sempre infundadas.
Mas de nada lhe adianta saber, porque quando o ciúme chega, toda a razão se esvai. O que impera é uma espécie de lente de aumento, tornando qualquer situação uma grande probabilidade de perda daquilo que se ama.
Quando dá por si, lá está ele... esbravejando, brigando, discutindo e se corroendo por dentro por causa de suas fantasias alucinantes, de seus pensamentos devoradores e de suas loucas certezas, muitas vezes infundadas.
Difícil explicar o ciúme, porque ele não se baseia em fatos reais, mas no modo como o ciumento interpreta tais fatos. O ciumento parece estar constantemente em alerta, pronto para obter, enfim, a prova de que suas suspeitas estavam certas. É um bom exemplo para o ditado que diz que “quem procura, acaba encontrando”. Ele está sempre procurando algo que o valide, que dê a ele a sensação – ainda que seja a mais temida e a mais dolorosa – de que realmente estava certo.
Se o ciúme te incomoda e te faz mal, certamente está na hora de parar de lutar contra ele, tal qual um Don Quixote lutando contra os moinhos de ventos, e descobrir a ponta do fio da meada; somente assim você conseguirá desatar os nós, entende?
Não se trata, portanto, de lutar contra si e seus sentimentos, mas de acolher-se, compreender-se e transformar-se. Afinal, o ciúme nada mais é do que a percepção (ainda que inconsciente) de que não temos garantias e nem controlamos o que o outro sente e pensa. É a certeza de que, por mais que tentemos, nem sempre conseguimos ser o centro dos desejos dele.
Mais do que amar o outro, o ciumento quer possuí-lo, considerando que o desejo da posse pode ser exercido de muitas maneiras diferentes. De acordo com as crenças de cada um, a prática e a expressão do ciúme ocorrerão de formas distintas.
Vamos descrever alguns tipos de ciumentos, até para elucidar algum desavisado de que o seu sentimento é ciúme, embora ele tente - o tempo todo - garantir que não, dando outros nomes ao que está sentindo, tais como cuidado, respeito, educação, atenção, amor, etc.
Ciumento-bicudo: é aquele que, ao ver ou imaginar uma situação em que lhe parece evidente a possibilidade de perder a pessoa amada ou simplesmente deixar de ser o foco de sua total atenção, fecha-se...
Ciumento-vingativo: é aquele que, diante dos sentimentos citados acima, comuns a todos os ciumentos, apressa-se em dar...
Ciumento-barraqueiro: este tipo é o que não pensa duas vezes antes de sair dando...
Ciumento-coitadinho: é o tipo que sempre acredita estar sendo enganado, traído, desconsiderado. Julga o outro e as demais...


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