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29 de jun de 2009

michael jackson segundo a astrologia


Aos 50 anos de idade, com uma morte precoce, chega ao fim o reinado de Michael Jackson, o maior ídolo pop de todos os tempos. Tendo vendido 750 milhões de discos e ganhado 25 prêmios Grammy, o cantor também ficou famoso pelos escândalos de abuso sexual de menores e sua transformação física, além de algumas manias bastante excêntricas. A Astrologia pode ser uma importante ferramenta para a compreensão de uma personalidade tão complexa.


Nascido em 29 de agosto de 1958, às 23h57min, em Gary, Indiana, o virginiano Michael Jackson não fugiu à regra dos que pertencem a esse signo: sempre preocupado com a perfeição, em todos os níveis, de uma forma que muitas vezes chega às raias da obsessão.


Contudo, as características astrológicas de uma pessoa dependem diretamente do meio onde ela nasceu e das condições de sua existência, assim como o potencial de uma semente está inerentemente ligado à realidade do solo onde foi plantada. No caso de Michael, temos a família pobre com nove filhos de Joseph e Katherine Jackson, que passou por uma verdadeira revolução após o pai descobrir o talento deles para a música.


Como vimos, o Sol de Michael Jackson está no autocrítico signo de Virgem, mas no seu caso, numa conjunção com o poderoso e radical Plutão.


Este fator astrológico é decisivo para compreendermos muito do universo particular do cantor e dançarino que vendeu mais de 100 milhões de cópias apenas com um álbum. Plutão, na mitologia grega, corresponde a Hades, guardião do reino dos mortos. Curiosamente, o maior de seus sucessos foi Thriller, uma música que fala de mortos-vivos cujo videoclipe foi gravado num cemitério de verdade!Virgem é um signo ligado ao trabalho e, pela presença marcante de Plutão, vemos que desde cedo o menino talentoso se viu numa pesada rotina de ensaios, gravações e shows. Nos ensaios, aliás, Joseph Jackson estava sempre com um cinto nas mãos, evidenciando a violência, o terror psicológico e os abusos a que ele e os irmãos eram submetidos. É interessante observar que na maioria dos Mapas Astrais o Sol representa a figura paterna e o fato de no de Michael este astro estar ao lado de Plutão é um indicativo da natureza opressora do Joseph.


Uma rotina puxada de compromissos profissionais e a violência de seu pai criaram traumas muito profundos no menino sensível que possui a Lua no signo de Peixes.Assim, temos um quadro que aponta para a possibilidade de uma infância suprimida, no caso, pela profissionalização precoce e exigências paternas.


Plutão, entre os seus significados, faz menção à ideia de morte, tanto no plano real como no plano simbólico. Michael Jackson nunca superou a perda da infância, buscando reconstituir a sua meninice ao criar o rancho Nerverland, ao preferir a companhia de crianças à de adultos e ao fechar parques de diversões e lojas de brinquedos para desfrutá-los com exclusividade. Os versos de “We are the World”, uma de suas músicas mais famosas e que fez parte de uma megacampanha contra a fome na África, diziam “We are the world/We are the children”.


Plutão é ainda um planeta ligado a fortes transformações e, como vimos, está associado a processos de morte, mas também de renascimento. Uma das imagens passíveis de serem lembradas é a da lagarta que “morre” para que a borboleta possa vir ao mundo.


A verdadeira metamorfose de Michael Jackson, cuja origem se confunde entre as doenças de pele e as cirurgias plásticas, gerou uma pessoa com uma aparência totalmente diferente da do jovem que começou o seu estrelato nos anos 70. Novamente, aqui, percebemos mais evidências simbólicas de Sol-Plutão.Talvez a palavra mais adequada para definir Michael Jackson seja potência, bem ao estilo de Plutão. No caso, potência avassaladora, tanto no sentido criativo como destrutivo. Michael, compositor e cantor de alguns dos maiores hits de todos os tempos e cujo estilo de dança mereceu elogios do grande Fred Astaire, também parecia destruir a si mesmo, com seus escândalos e metamorfoses físicas. Mas, certamente, ficará para sempre no coração dos fãs.

27 de jun de 2009

Mulheres que atraem energia negativa

Azar, zica, má sorte, urucubaca, infortúnio. Não faltam palavras para designar a tal energia ruim, que, às vezes, vem como um tsunami, derrubando tudo o que encontra pela frente. Entenda por que isso acontece e saiba mandar essa nuvem negra para longe da sua vida

Há algum tempo, a assistente de recursos humanos Celena Bahal, 40 anos, de São Paulo, imaginou que estava sendo vítima de alguma mandinga, tamanha a maré de azar em que se viu envolvida. A tal fase ruim começou de repente, após ela trocar de carro. Durante um mês, foi só alegria. Até que bateram na traseira do veículo, amassando o pára-lama.

O incidente, que parecia corriqueiro, foi o estopim de uma série de contratempos que logo virou a vida dela do avesso. Durante os dois anos seguintes, Celena contabilizou oito batidas no carro, que ficou parecendo uma lata velha. “Cada vez que um novo acidente acontecia, meu medo crescia, juntamente com a convicção de que aquele objeto não me trazia sorte. Cheguei até a benzê-lo”, diz ela. O que ocorreu com Celena não foi coincidência. Segundo estudiosos da neurolingüística, nosso pensamento emite energia capaz de atrair acontecimentos que vibram na mesma freqüência. Essa teoria, conhecida como lei da atração, já é utilizada e propagada há bastante tempo por autores de livros de auto-ajuda e ficou ainda mais popular com os filmes QUEM SOMOS NÓS (mistura de documentário e ficção estrelada por Marlee Matlin e lançada em 2004) e O SEGREDO (produção australiana de 2006, dirigida por Drew Henot e baseada no livro homônimo, de Byrne Rhonda).

De acordo com essa linha de pensamento, nossa interpretação sobre os fatos afeta a realidade à nossa volta. Assim, temos mais ou menos sorte conforme os padrões de pensamento que alimentamos. “E, se nem sempre temos como mudar os fatos, podemos modificar a leitura que fazemos deles e as reações que teremos a partir daí, o que nos torna responsáveis pelo bem ou pelo mal que atraímos”, afirma a psicóloga e terapeuta Margareth dos Reis, do Instituto H. Ellis, de São Paulo.

fonte - revista claudia

21 de jun de 2009

Ingredientes secretos para atrair sua Alma Gêmea

Explore seu coraçãoA ligação com sua alma gêmea já está estabelecida de alguma forma misteriosa em seu coração. Se houver outros fatores em seu coração, eles estarão bloqueando a sinergia que os fará se encontrar. Então deixe de lado a tristeza e os ressentimentos que foram deixados de suas relações anteriores através do perdão. O poder do perdão vai libertar o seu coração para o amor novamente.

Lista de qualidades positivas
Crie uma lista com suas qualidades positivas, as coisas que você imagina que pode oferecer para sua alma gêmea. Isto vai ajudar você a separar as expectativas irreais e estar aberta (o) para a pessoa especial que você deseja encontrar. Você será recompensada (o) quando mudar sua perspectiva de se ver como um coração vazio a ser preenchido para um coração cheio e pronto para se doar.
Identifique seu condicionamento
O que pode ter dado certo no relacionamento dos seus pais ou de outras pessoas que você conhece, pode não funcionar com você. Anote todas as crenças que você herdou, mantenha aquelas que são verdadeiras para você e descarte o resto. O trabalho que você fizer agora vai beneficiar seu relacionamento mais tarde.

Direcione seus objetivos de vida para acima das suas expectativasAlmas gêmeas geralmente tem objetivos e projetos de vida em andamento juntos. Mesmo que elas possam trilhar caminhos paralelos, cada uma estará desenvolvendo seus próprios talentos até chegar à hora de se encontrarem. Então, não seja você a ficar parada (o) esperando para colocar em prática seus planos e projetos somente quando encontrar sua metade, enquanto sua Alma Gêmea está progredindo, assim, ficará difícil vocês se encontrarem.

Honre o plano que existe, mas entenda que ele pode ser mudado

Planos possuem uma maneira particular de causar uma alteração no meio do caminho ou direcionar você para uma rota diferente. Entendendo que o destino é que está no comando e que é necessário que você precise ter a intenção e a ação para fazer as coisas acontecerem, você estará mais propensa (o) a encontrar sua Alma Gêmea.

Reconheça os sinais

Almas gêmeas são unidas através de uma série de inesperados e significativos eventos. Esteja atenta (o) a sua intuição, sabe quando você “sente” que precisa ir passear no parque ou aceitar o convite de amigos para uma viagem? Então, procure fazer aquilo que sua intuição está dizendo, isto pode criar um encontro inesperado que vai parecer que estava previsto de acontecer.

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Reencarnação e Genética

Como o acaso não existe, no vocabulário espírita, tudo na reencarnação, acontece sob a égide de Deus (fig.1 - gráfico anexo), o Senhor da Vida. Sendo esta programada, os Espíritos Superiores atuariam como construtores ou geneticistas, no fluxo da vida (Fig.1, em azul), selecionando o óvulo e o espermatozóide, na formação do ovo, que em última análise, originará aproximadamente os 70 trilhões de células do corpo físico; sempre que possível, o Espírito reencarnante colabora em ação conjunta nessa iniciativa. "Se temos um piloto de fórmula 1, é preciso um carro de fórmula 1"; se a determinação era para pianista ou cirurgião, o corpo físico não deverá apresentar defeito genético nas mãos, por exemplo, e que poderia acontecer se a fecundação fosse aleatória. De "Missionários da Luz" (1 - ver bibliografia no fim deste artigo), extraímos; "(...) passou a examinar os mapas cromossômicos, com a assistência dos construtores presentes. (...) examinando a geografia dos genes nas estruturas cromossômicas a fim de certificar-me até que ponto poderemos colaborar (...), com recursos magnéticos para organização das propriedades hereditárias. (...)" Prossegue o orientador: " - Mentalize os primórdios da condição fetal, formando em sua mente o modelo adequado."
Solicitada a natureza das provas pelo reencarnante, ou estabelecidas as expiações, os Espíritos Superiores a tudo estão atentos, na execução do projeto de recorporificaçã o. Até mesmo nas reencarnações compulsórias, o Espírito reencarnante, mesmo não colaborando no processo, tem conhecimento do programa estabelecido, por mais relutante que esteja, porque "ninguém penetra num educandário, para estágio mais ou menos longo, sem finalidade específica e sem conhecimento dos estatutos a que deve obedecer." , ainda em "Missionários da Luz" (1). "O grau de comando dos Espíritos Superiores, neste processo reencarnatório, é inversamente proporcional ao estágio evolutivo do Espírito."(1)

Ficará este conhecimento, como outros, de posse do Espírito e arquivado no seu perispírito por ocasião da reencarnação, a ser utilizado como intuição.

Estabelecem- se fortíssimos compromissos, talvez os maiores que possam assumir os Espíritos, entre os pais e o Espírito reencarnante e vice-versa, cujo cumprimento é fundamental para que se concretize a reencarnação, revigorando- se assim laços preexistentes, estabelecendo- se novos ou reparando-se outros. A quebra deste protocolo, terá repercussões importantíssimas sobre os compromissados Espíritos envolvidos no processo. Colaboram ainda, os Espíritos simpáticos e às vezes procuram interferir negativamente os Espíritos inferiores, de acordo com a possibilidade das sintonias, na reencarnação que se apresenta redentora para o seu desafeto.

Na realidade nós somos o que fomos, encontrando- se gravados no nosso perispírito, todas as vivências e experiências pregressas, a se transmitir através do modelo organizador biológico, ao novo corpo físico, não como uma fatalidade, mas como um ponto de partida, podendo ser modificada, na decorrência do que realizarmos de positivo ou negativo, na edificação da nossa proposta reencarnatória.

"(...) Essa Energética Espiritual, resultado de vivências e experiências incontáveis, com suas emissões vibratórias, apresentam zonas intermediárias (perispirituais) até desembocarem nos genes... por onde as sugestões, informações, diretrizes, enfim todo o quadro de nossa herança espiritual tivesse possibilidade de expressões nas regiões cromossômicas da herança física." (2)

Nos genes, estão as moléculas de DNA, situando-se particularmente no núcleo das células(99,5% ) e no citoplasma (DNA mitocondrial- 0,5 %), que comandam a síntese das proteínas e a atividade celular, sem as quais não haveria vida, e que são mais importantes componentes plásticos do que energéticos, do corpo físico.

No DNA está implantado o nosso "relógio biológico"(8), gatilho de todas as doenças genéticas (natureza, tempo de surgimento, duração, gravidade, periodicidade) , além dos caracteres e deficiências físicas.

"O Dr. Jorge Andréa chega a admitir que o espírito possa estar presente e influir na seleção do espermatozóide que vai disparar o mecanismo de fecundação e conseqüente gestação. Naturalmente que para isso é necessário que o espírito tenha condições evolutivas e de conhecimentos bastante satisfatórias, pois há renascimentos regidos por leis emergenciais, em cujo processo pouco participa conscientemente o reencarnante. É certo, porém que a presença do espírito ou, pelo menos, sua imantação ao feto é vital ao desenrolar o processo, dado que é seu perispírito que traz as matrizes cármicas que entram como componente decisivo na formação do corpo físico, interagindo com mecanismos puramente genéticos."

Não seríamos coerentes, se admitíssemos que só as células sexuais masculinas fossem selecionáveis, entre os 200 000 000 à 500 000 000 de espermatozóides (por ejaculação), que se propõem a fecundar o óvulo. Entrementes, ao completarem a sua formação os ovários contém de 300 000 à 400 000 folículos, cada um deles contendo um ovócito primário, e durante a vida da mulher, apenas cerca de 300 deles consegue atingir a maturação(4), sendo que os outros vão sofrer involução e regredir, sem progredir para óvulo. Portanto aqueles ovócitos são selecionáveis, no processo de maturação para a ovulação. Aceita a proposição de que os espermatozóides são escolhidos, não há porque negar que os óvulos também o são. Existiria pois um óvulo selecionado que chega, para um espermatozóide também pinçado pela espiritualidade, que irá alcança-lo. Não fora assim e haveria uma seleção para o espermatozóide e um acaso, para o óvulo. Desta maneira se dá a fecundação, formando-se o ovo ou zigoto, e o início da vida física e da ligação espiritual, quando existe um Espírito designado, e já pois fixado por seu cordão fluídico, caminhando o ovo e, o Espírito com seu sonho reencarnatório "dolorosamente conquistado e insistentemente solicitado" (5), em busca da nidificação no útero materno, preparado "carinhosamente" para recebe-lo na sua majestade, intensificndo- se os laços perispiríticos com o corpo físico, (6) quase completamente ao nascimento e finalizando- se até aos sete anos de idade, aproximadamente. "A união começa na concepção, mas só se completa por ocasião do nascimento."(7). "A diferença é sutil, mas interessante de considerar: ele não está encarnado, mas ligado, da concepção ao nascimento." ( 8)

Concomitantemente, os movimentos vibratórios do perispírito vão diminuindo e restringindo ocasionando a obnubilação da memória e "um véu cada vez mais espesso envolve a alma e apaga-lhe as radiações interiores." (6).

Esta maravilhosa construção encarnatória, realizada pelos Espíritos Superiores, é uma concessão da bondade, da misericórdia e da justiça divina, "demonstrando que a vida é uma realidade, antes da nossa organização biológica." (9)

Albert Einstein, ao analisar que a fecundação e o desenvolvimento do ovo, violavam todas as regras da Termodinâmica, assim se pronunciou: "Posso afirmar que o Universo não explica o Universo e a matéria não se explica a si mesma. Fora do Universo e independente dele, existe um poder pensante e atuante, que é responsável pela aglutinação das moléculas, no campo da energia material." , e conclui: "A ciência sem religião é capenga e a religião sem ciência é cega." (9)

O Espiritismo nos mostra a grandeza desse elo entre a genética e a reencarnação, entre a Ciência e a Religião.

(1) XAVIER, Francisco Cândido. Pelo Espírito André Luiz. Missionários da Luz .FEB 28ª edição; pg 187 à 189 e 208.
(2) KÜHL, Eurípides. Genética e Espiritismo, FEB 1 ª edição, 1996; pg 40.

amor X insegurança


A necessidade de segurança nas relações gera inevitavelmente o sofrimento e o medo. Essa busca de segurança, atrai a insegurança. Já encontrastes alguma vez segurança em alguma de vossas relações? Já? A maioria de nós quer a segurança de amar e ser amado, mas existirá amor quando cada um está a buscar a própria segurança, seu caminho próprio? Nós não somos amados porque não sabemos amar.

Que é o amor? Esta palavra está tão carregada e corrompida, que quase não tenho vontade de empregá-la. Todo o mundo fala de amor - toda a revista e jornal e todo missionário discorre interminavelmente sobre o amor. Amo a minha pátria, amo o prazer, amo a minha esposa, amo a Deus. O amor é uma idéia? Se é, pode então ser cultivado, nutrido, conservado com carinho, moldado, torcido de todas as maneiras possíveis. Quando dizeis que amais a Deus, que significa isso ? Significa que amais uma projeção de vossa própria imaginação, uma projeção de vós mesmo, revestida de certas formas de respeitabilidade, conforme o que pensais ser nobre e sagrado; o dizer "Amo a Deus" é puro contra-senso. Quando adorais a Deus, estais adorando a vós mesmo; e isso não é amor.

Incapazes, que somos, de compreender essa coisa humana chamada amor, fugimos para as abstrações. O amor pode ser a solução final de todas as dificuldades, problemas e aflições humanas. Assim, como iremos descobrir o que é o amor? Pela simples definição? A igreja o tem definido de uma maneira, a sociedade de outra, e há também desvios e perversões de toda a espécie. A adoração de uma certa pessoa, o amor carnal, a troca de emoções, o companheirismo - será isso o que se entende por amor? Essa foi sempre a norma, o padrão, que se tornou tão pessoal, sensual, limitado, que as religiões declararam que o amor é muito mais do que isso. Naquilo que denominam "amor humano", vêem elas que existe prazer, competição, ciúme, desejo de possuir, de conservar, de controlar, de influir no pensar de outrem e, sabendo da complexidade dessas coisas, dizem as religiões que deve haver outra espécie de amor - divino, belo, imaculado, incorruptível.

Em todo o mundo, certos homens chamados "santos" sempre sustentaram que olhar para uma mulher é pecaminoso; dizem que não podemos nos aproximar-nos de Deus se nos entregamos ao sexo e, por conseguinte, o negam, embora eles próprios se vejam devorados por ele. Mas, negando o sexo, esses homens arrancam os próprios olhos, decepam a própria língua, uma vez que estão negando toda a beleza da Terra. Deixaram famintos os seus corações e a sua mente; são entes humanos "desidratados"; baniram a beleza, porque a beleza está ligada à mulher.

Pode o amor ser dividido em sagrado e profano, humano e divino, ou só há amor? O amor é para um só e não para muitos? Se digo "Amo-te", isso exclui o amor do outro? O amor é pessoal ou impessoal? Moral ou imoral? Familial ou não familial? Se amais a humanidade, podeis amar o indivíduo? O amor é sentimento? Emoção ? O Amor é prazer e desejo ? Todas essas perguntas indicam - não é verdade? - que temos idéias a respeito do amor, idéias sobre o que ele deve ou não deve ser, um padrão, um código criado pela cultura em que vivemos.

Assim, para examinarmos a questão do amor - o que é o amor - devemos primeiramente libertar-nos das incrustações dos séculos, lançar fora todos os ideais e ideologias sobre o que ele deve ou não deve ser. Dividir qualquer coisa em o que deveria ser e o que é, é a maneira mais ilusória de enfrentar a vida.

Ora, como iremos saber o que é essa chama que denominamos amor - não a maneira de expressá-lo a outrem, porém o que ele próprio significa? Em primeiro lugar rejeitarei tudo o que a igreja, a sociedade, meus pais e amigos, todas as pessoas e todos os livros disseram a seu respeito, porque desejo descobrir por mim mesmo o que ele é. Eis um problema imenso, que interessa a toda humanidade; há milhares de maneiras de defini-lo e eu próprio me vejo todo enredado neste ou naquele padrão, conforme a coisa que, no momento, me dá gosto ou prazer. Por conseguinte, para compreender o amor, não devo em primeiro lugar libertar-me de minhas inclinações e preconceitos? Vejo-me confuso, dilacerado pelos meus próprios desejos e, assim, digo entre mim: "Primeiro, dissipa a tua confusão. Talvez tenhas possibilidade de descobrir o que é amor através do que ele não é".

20 de jun de 2009

mitologia egípcia ,os olhos de bastet adeusa gato

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Os Olhos de Bastet
O CULTO A DEUSA
BASTET, a deusa gata. Protetora dos gatos, das mulheres, da maternidade, da cura. Era guardiã das casas e feroz defensora dos seus filhos, representando o amor maternal.
Deusa Solar , mas como uma felina tem também grande ligação com a Lua, porque a luz e a mágia da Lua influência a todos os felinos.
Representada com uma ninhada de gatinhos a seus pés, simbolizando a Fertilidade.
O Templo de Bastet, era em Bubastis (cidade do Delta do Nilo), cujo nome em egípcio "Per-Bast" (significa "a casa de Bastet"), mantinha gatos sagrados que eram embalsamados em grandes cerimônias quando morriam, porque eram considerados como encarnação da deusa.
Bastet, Bast, Ubasti, Ba-en-Aset ou Ailuros (palavra grega para "gatos").
Bastet é uma das esposas de Rá (deus Sol), com quem foi mãe de Nefertum e Mihos.
É representada como uma Gata Preta, com um brinco e um colar ou uma mulher com cabeça de gato segurando um sistro, instrumento musical sagrado.
Os antigos egípcios representavam os seus deuses com aspecto humanos e com cabeça de animal. Cada deus tem seu animal sagrado associado e digno de adoração, como se fosse a própria divindade. E tal como os humanos os animais eram também mumificados para assim poderem ser preservados no além.
Bastet quando agressiva se transforma na deusa de cabeça de leoa SEKHMET, representada com corpo de mulher e segurando um sistrum. Tem ligação com a Luz Solar.É esposa de Ptah.
Os egípcios tiveram difículdades para dissociar estas duas divindades e dizem que Bastet e Sekhmet são uma única pessoa com personalidades e características diferentes.
Bastet é amável e sossegada e Sekhmet é guerreira implacável, deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias.Sua juba era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha cor de sangue, seu rosto brilhava como o sol, o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria. Era adorada na cidade de Mênfis.
Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. Sekhmet executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana. O que acabou originando a deusa Bastet.
Bastet foi uma das divindades mais veneradas no Antigo Egito. Nas festas dedicadas a Bastet, as ruas enchiam-se de música, de dança, brincadeiras, com muita comida, muitos doces, mel e vinho.
Hoje é consagrada nos dias 15 de abril e 9 de setembro.
O gato doméstico foi trazido para o Egito por volta do ano 2.100 a.c., é considerado um ser divino, ao ponto que quando um deles morriam de morte natural, as pessoas da casa raspavam as sobrancelhas em sinal de luto.
O símbolo do GATO PRETO era utilizado pelos médicos egípcios para anunciar a sua capacidade de cura.
Os gatos eram tão sagrados no antigo Egito, que quem matasse um gato era condenado à pena de morte.
ALTAR PARA DEUSA BASTET
Deusa Bastet protetora dos lares e da família.
Faça um altar dentro de casa e coloque uma imagem da deusa Bastet e em volta coloque fotos de seus gatos e de sua família (também de seus outros bichinhos de estimação), podendo sempre que quiser acender uma vela de cor verde ou branca. Peça sempre a proteção e o amor maternal de Bastet, porque ela pode se transformar em ferocidade quando algum de seus filhos é atacado.
"Eu sou Bastet, a deusa dos mistérios da natureza".
O AMOR NO ANTIGO EGITO...
No antigo Egito, oferendas especiais eram feitas às divindades especialmente a Hathor e Isis, no intuito de conquistar o amor de alguém.
O casamento entre irmãos existia apenas na família real para manter o reinado. Para o povo eram feitos a partir da escolha livre das pessoas e não eram impostos pela família, mas tinha de ser permitido pelos pais dos noivos, que faziam um acordo. Cortejar alguém fazia parte da formalidade.
Bastet partilhava com Hathor serem as deusas da música, alegria e dança e elas presidiam banquetes onde canções de amor eram cantadas e os amantes comiam e bebiam juntos.
O noivo dizia: “Eu te faço minha mulher”.
A noiva respondia: “Fizeste-me tua mulher”.
Com essa forma consagrada ficava selada a união.

DEUSES EGÍPCIOS
A SABEDORIA DOS DEUSES DO NILO
O rio Nilo era principal fonte de nutrição para o antigo Egito e era honrado com muitas divindades.
Em vários locais, ao longo do Nilo, oferendas como bolos, animais, frutas e amuletos eram colocados no rio para encorajar a grande enchente. Estatuetas femininas eram também jogadas no rio para incrementar a fertilidade das águas.
A espiritualidade estava presente em todos os atos da vida cotidiana dos egípcios. Cada Faraó era devoto a um deus e era função dele representá-lo na terra.
A maioria dos templos egípcios eram fechados a todos, menos aos Sacerdotes. As pessoas comuns faziam o culto em família, nas tumbas e ao redor das entradas dos templos.
Existiam os Sacerdotes ou Sacerdotisas que eram responsáveis pelos rituais e manutenção dos templos e possuíam todo tipo de conhecimento: Matemática, Medicina, Astronomia, Filosofia e Alquimia.
Eram muito respeitados e temidos. E muito importantes dentro do reino.
Somente os Iniciados mais elevados podiam entrar nos aposentos onde estavam expostas as estatuas das divindades..

Os Sacerdotes egípcios já conheciam todo tipo de magia.
O Faraó para reverenciar as divindades passava pelo ritual de purificação que incluem o uso de água e também o uso de óleos, através da unção com perfumes.

A ORIGEM
Os Egípcios acreditavam que o seu criador chama-se NUN e era o espirito primogênito, o indefinido ser que tinha o aspecto de barro. Nun é o berço espiritual, a primeira força que se transformou em um novo espirito da Luz, RÁ.
O Sol provedor da vida era representado por e o Faraó era encarnação de Rá na terra, considerado divino, não se podia sequer menciona-lo pelo nome e também porque o nome era considerado uma parte vital que acompanhava o morto ao céu e aos deuses, destruindo-se o nome, pode-se destruir a pessoa, asim referiam-se a ele somente como "Faraó" que significa "Grande Morada" ou "Casa Real".
deus solar, foi cultuado em todas as dinastias. É a principal divindade egípcia. Pai de todos os deuses. É representado como um homem com cabeça de Falcão semelhante à Hórus e encima da cabeça o disco solar. Nas mãos a CRUZ ANSATA (ANK) símbolo da vida eterna.
Todos os deuses importante foram associados a ele: AMON ou AMON RÁ, PTAH, CNUM, ATÓN.
AMON ou AMON RÁ, como era conhecido em seus grandes dias de poder, foi a deidade suprema do antigo Egito, durante séculos. Amon é retratado com uma cabeça de carneiro, tendo na cabeça chifres que sustentam uma pena de avestruz com o disco solar e duas Uraeus (adorno em forma de serpente). Numa mão segura o cetro Uas e na outra a Uraeus.
O FARAÓ
Oração de Akhenaton
"Acrescenta meu amor por Ti Senhor Para que eu possa servir-Te de melhor forma cada dia. Faça com que as palavras de meus lábios, E as meditações de meu coração sejam gratas à Teus Olhos. Ó Senhor , minha força , meu Redentor Quão múltiplas são as tuas obras! Elas estão ocultas aos homens, Ó Deus único, a quem nenhum outro se compara. Criaste a Terra segundo o teu coração.”
ATÓN era o Sol em seu Zenith, a forma mais poderosa. Dizem que ele surgiu no céu em forma de uma ave Fênix. Seu culto foi intensificado pelo Faraó, que mudou seu nome de Amenóphis IV, cujo significado é "Amon está satisfeito", para Akhenaton "aquele onde o Sol está satisfeito". Para alcançar seus objetivos religiosos, ele espoliou os templos de Amon para construir belíssimo templo para Atón.
Atón era o senhor de toda a criação e sustentador de toda a vida. Era onipotente e eterno. As cerimônias em honra de Atón eram alegres, com flores, frutas e outros produtos que eram ofertados sobre altares construídos ao ar livre. Aparentemente, não havia sacrificio de animais.
Atón nunca foi retratado como ídolo, mas tinha a forma de um disco solar com raios terminando em dedos, estendendo-se em direção à terra. Atón oferecia a Cruz Ansata aos humanos, em troca de suas oferendas.

Akhenaton governou apenas 16 anos (1378- 1362 a.c.), foi casado com Nefertari, dona de grande beleza e poder, considerada semi-deusa e seu nome tornou-se quase um sinônimo de mistério feminino.


Ele foi o primeiro Faraó a introduzir o monoteísmo como religião, rompendo assim antigos conceitos de crenças. Mas nem todos aceitavam suas idéias. E quando Akhenaton morreu os egípcios passaram adorar novamente os outros deuses. Logo após seu reinado veio o seu filho, Tutankhaton (a imagem viva do deus Aton), mas que foi convertido ao culto a Amon e torna-se Tutankamon, o jovem faraó sobe ao trono com 9 anos e Tebas volta a ser a capital do Egito, ele morreu aos 18 anos.

OS DEUSES
criou o primeiro casal de deuses, ele engoliu o próprio semem e vomitou, gerando assim SHU (deus ar) e TEFNUT (deusa umidade), deuses andróginos que deram à luz a GEB (deus terra) e NUT (deusa céu).
Deusa NUT é representada com o corpo alongado, coberto por estrelas, o arco celeste que se estende sobre a terra.
Deus GEB é representado por vez com uma coroa de plumas e chifres.
Eles são retratados como grandes amantes. Durante o dia eles eram proibidos de se encontrarem pelo pai Shu, mas a noite Nut descia a terra para fazer amor com Geb. Mas Nut era casada com Rá e ficou com raiva, ele decretou que ela não poderia ter filhos durante os 360 dias do ano. Então Nut pediu ajuda ao deus Thot (deus do tempo) para criar mais 5 dias, fazendo com que o ano passasse a ter 365 dias e foi quando ela deu a luz aos seus quatro filhos.
Os filhos do céu e da terra: OSÍRIS, ÍSIS, NÉFTIS e SETH.
Osíris Senhor da Ressureição da Alma.
OSÍRIS representa a paternidade, foi o rei dos deuses. Deus do Mundo dos Mortos.
Gorvernou ao lado de sua esposa e irmã Ísis que já se amam dentro do ventre da mãe. Primeiro casal soberano sobre a Terra. Osíris era o rei e Ísis era o trono.
Era muito comum tanto na Mitologia como entre os Faraós o casamento entre irmãos porque isto se tratava de legitimar o direito ao trono, através do casamento com uma Princesa. Toda a Faraó era vista como representante direta da deusa Ísis.
Osíris era também deus dos grãos no Egito. Espírito da Fertilidade que promove a germinação e crescimento das plantas e a reprodução dos animais. Ele era a força vital contida na imundação anual do Nilo. Criou a agricultura.
ÍSIS deusa lunar. A deusa mais cultuada. Representa a grande mãe. Senhora da Magia, da cura e proterora das mulheres. O nome Ísis significa "trono" por isso ela é representada sentada em um trono e segurando a CRUZ ANSATA.
Depois de muitos anos, o único nome que Ísis não sabia era o nome secreto de Rá, assim decidiu engana-lo para descobrir.
Rá envelhecia e até já começava a babar. Ísis recolheu sua baba e moldando com terra deu forma a uma serpente que depois colocou no caminho de Rá. Esse foi mordido e caiu no solo agonizando. Ísis disse ao deus que poderia curá-lo, desde que ele revelasse seu nome secreto.
Com este conhecimento secreto, Ísis obteve parte do poder de Rá.
Ísis tornou-se restauradora da vida, usava ervas e palavras de poder. Cujos encantamentos faziam desaparecer as doenças.
A Dança do Ventre surgiu dos antigos rituais de fertilidade para deusa Ísis, onde era proibida aos homens, era segredo das sacerdotisas.
SETH, senhor do submundo, do caos, deus da desordem, da injustiça e da ambição. Deus das Tempestades e dos Trovões, que o permite o atormetar os demais. Inimigos de todos os deuses. Nasceu prematuro e ao nascer rasgou o ventre da mãe. Seth representa a esterilidade e a maldade.
Era casado com sua irmã Neftis, mas Néftis amava o seu outro irmão Osíris.
Seth odiava seu irmão Osíris e travaram a luta do bem contra o mal.
Era inimigo da paz e da properidade e, assim, inimigo do Faraó.
Seth ameaçava as colheitas e rebanhos com sua influência negativa.
Os arqueólogos foram incapazes de determinar a identidade do estranho animal que representa Seth e há uma teoria que este animal era tão odiado como a personificação do diabo, que foi caçado e massacrado até a extinção.
NEFTIS, a Senhora do Oeste, caçadora e guerreira. Deusa do pôr-do-sol. Mãe de Anúbis com Osíris. O hieróglifo de seu nome é um cesto colocado sobre uma coluna, que usa na cabeça, que significa "Senhora da Casa".
Representa as terras áridas e secas do deserto, a morte, a magia escura, coisas ocultas, sonhos e o conhecimento místico. Rege os oráculos e as profecias. Neftis se compadece e compreende as fraquesas humanas.
Ela ajudou Ísis recolher os pedaços de Osíris quando Seth o destruiu.
Como divindade relacionada com o mundo funerário e pelo seu papel na mumificação, as faixas que envolviam o defunto eram consideradas como madeixas do seu cabelo.
SELKET, a deusa escorpião, associada à cura mágica, era desenhada em tumbas como o escorpião sem ferrrão da água, de modo que se sua representação ganhasse vida, através da magia, o morto não seria ferido. A deusa Selket era, algumas vezes, amiga e outras vezes adversária do morto. Segundo alguns textos ela amarrava o morto em correntes, mas, geralmente, ela era uma guardiã amigável, que cuidava de um dos quatro portões do mundo dos mortos. Frequentemente, Selket é mostrada ajudando Isis com o funeral de Osíris, e ela era uma das guardiãs de Horus, ajudando Isis a tratar dele quando um escorpião malvado o picou.
HAPI, deus da fertilidade do Nilo. Era associado ao deus Osíris, outra divindade com caracterísitca relacionada a fecundidade. Enquanto que Hapi personificava as águas do Nilo, Osíris era a força fertilizante destas águas.
Ele vivia na Ilha de Bigeh, na primeira catarata do Nilo, dentro de uma gruta que era guardada pelo deus Khnum (divindade ligada às cataratas do Nilo). Após emergir de dois redemoinhos, nas cavernas da cidade de Elefantina, Hapi subiu do Mundo dos Mortos para o Paraíso e depois conquistar o Egito. Ele era considerado o deus da iluminação do Nilo, o aguador dos campos e provedor do orvalho e da água para o oásis. Muitas pinturas o mostram com barba e com um feixe de lótus ou papiro em sua cabeça e com seios.
OSÍRIS E SETH TRAVARAM A LUTA DO BEM CONTRA O MAL.
Osíris representava o aspecto da fertilidade das enchentes no Nilo, Ísis simbolizava a terra que recebia a inundação. Seth era o deserto que ameaçava a prosperidade e o bem-estar do Egito.
Osíris que era muito sábio resolveu levar seus conhecimentos por todo o Egito e deixou Ísis tomando conta do trono. Durante sua ausência, Seth tentou apossasse do trono, mas não conseguiu. Então Seth resolveu matar Osíris.
Mandou em segredo tirar as medidas do corpo do irmão, enquanto este dormia, e encomendou uma bela arca.
E quando Osíris retornou, Seth realizou uma festa em comemoração ao retorno de Osíris e propôs que presentearia com a arca quem nela entrasse e a ocupasse com o próprio corpo.
Todos os convidados entraram na arca, mas nenhum ficava do tamanho certo da arca.
Chegou à vez de Osíris, cujo corpo era de grande estatura, adaptou perfeitamente ao tamanho da arca.
Seth e seus cúmplices fecharam imediatamente a arca e lacraram e lançaram ao rio Nilo.
Ísis apavorada procurou o marido pelo rio Nilo inteiro, quando encontrou a arca a escondeu no pântano, mas Seth econtrou e ficou furioso e cortou o corpo de Osíris em 14 pedaços (que referem-se aos 14 dias da Lua) e espalhou pelo Egito.
Ísis junto com sua irmã Neftis conseguiram juntar todos os pedaços, com exceção do falo, que foi engolido por um caranguejo, em cada parte que foi encontrada uma parte do corpo de Osíris, Ísis ergue um Templo.
Ísis pediu a Anúbis para mumificar Osíris, criando a primeira múmia.
Osíris desceu ao Mundo dos Mortos, onde permaneceu em estado de sono ou torpor.
Ísis com seu poder de magia, ressuscitou Osíris.
Depois que Osíris ressuscitou, eles tiveram um filho chamado Hórus.

“Tão certo como Osíris vive, tu vives. Tão certo como ele não morre, tu também não morrerás. Assim como ele não pode ser destruído, tu também não o serás”.
Osíris, Hórus e Ísis. A Suprema Trindade Divina.
HÓRUS, deus falcão, filho de Osíris e Ísis.
É representado como um falcão, cujos olhos representam o Sol (olho direito) e a Lua (olho esquerdo).
Hórus foi criado em segredo, para que Seth não descobri-se.
Hórus sofreu muitos infortúnios e doenças em sua infância e foi através da magia de Ísis que ele sobreviveu.
Hórus quando adulto, vingou a morte do pai, lutou com Seth, mas Seth se transformou em um monstro e venceu Hórus arrancando seu olho esquerdo e a Lua deixou de brilhar, causando o eclipse lunar.
Ísis pediu ao filho que colocasse um fim naquela batalha, mas Hórus num ímpeto de ódio por ter sido derrotado na batalha, decepou a cabeça da mãe.
Thot, o deus da sabedoria e advogado de Osíris, curou Ísis colocando nela uma cabeça de vaca e curou o olho de Hórus também, retornando a Lua a brilhar.
A batalha recomeçou sem vencedores ou vencidos. Durou 80 anos, por fim os deuses decidiram que Hórus ficaria como rei do Baixo Egito e Seth como rei do Alto Egito.
Hórus após herdar o reino, desceu ao lugar onde estava o pai e o reavivou, abrindo sua boca, iniciando os rituais de funeral da Abertura da Boca.
Desta forma a alma de Osíris foi reanimada e a energia vital recuperada novamente. Assim Osíris passou a governar o Mundo dos Mortos e o sol da noite, ou o sol morto, enquanto Hórus governou a vida e a força do sol do meio dia.
Hórus é representado com uma coroa.
OLHO DE HÓRUS, símbolo de proteção e de clarividência.
O Olho que tudo vê.
Hórus casou-se com Hathor.
HATHOR deusa-mãe, do amor, da sexualidade, da música, da dança, da alegria e da embriaguez.
A música era usada para acalmar as mulheres durante o parto e em festivais religiosos, para exorcizar maus espíritos e, certamente, para trazer alegrias.
O nome Hathor significa "Casa de Hórus"
É representada com a cabeça de vaca, com chifres ou simplesmente como uma vaca, segura na mão um Sistrum que usa para espantar os maus espíritos.
Hathor é considerada também a deusa das batalhas e sendo identificada com a Estrela Sírius.
Os egípcios acreditavam que a Estrela Sírius detinha o destino do nosso Planeta. E para lá iam às almas dos Faraós e Sacerdotes.
Alguns historiadores dissem que foi desta Estrela que chegaram os deuses que ensinaram toda sabedoria para este povo.
O Ano Novo egípcio deveria ocorrer por volta de 21 de junho, mas atualmente os egíptólogos colocam no início de agosto quando surgia a Estrela Sírius no horizonte antes do sol nascer e quando atingia uma determinada altura no céu marcava o Ano Novo e o início da cheia do rio Nilo.
Deus-chacal da Morte
ANÚBIS o deus com cabeça de chacal, o guia dos mortos. Mediador entre o céu e a terra. Guarda fiel dos túmulos e responsável pelos embalsamentos. Tinha seu centro de culto em Cinópolis.
Filho de Osíris e com Neftis, que era apaixonada pelo irmão e uma noite embebedou Osíris e se fez passar por Ísis, mas Neftis jogou a criança no rio Nilo, por medo de Seth seu marido saber. Isís foi quem salvou a criança e Anúbis passou a ser Guardião de Ísis.
Era o prenunciador da eminência da morte e podia prever o destino. Ele tinha poderes mágicos e divinos. Levava as almas para o outro mundo dentro de uma balsa.
Anúbis era também o deus da Medicina. Ele supervisionava o embalsamento e reconstrução dos corpos, recebia a múmia na tumba e realizava a cerimônia de abertura da boca e punha suas mãos sobre a múmia para protegê-la. Também supervissionava a pesagem da alma com a pena da Verdade. Seu julgamento fiel e imparcial era aceito por Thot, Maat, Horus e Osíris.
Deusa da Verdade e da Justiça
MAAT protege os tribunais. Maat era esposa de Thot e filha de Rá.
Representada com uma pena de avestruz na cabeça.
Ela julgava os mortos, pesando o coração humano perante o Julgamento dos Mortos.
Havia no antigo Egito o importante LIVRO DOS MORTOS que relatava todo a espiritualidade egípcia e o processo do ritual de mumificação.Conta-se que este guia para o falecido, foi escrito por Thot.
Após as experiências do Mundo dos Mortos, o falecido passaria para outra esfera, onde encontraria as pessoas amadas e haveria comunhão com os deuses.
RITUAL DE MUMIFICAÇÃO
(Anúbis mumificando Osíris)
As crenças dos antigos egípcios, mostradas nos papiros e esculpida nas pedras, revelam uma profunda preocupação com a morte. As pirâmides eram enormes tumbas para os reis, refletindo a obsessão da sociedade pela morte.
A mumificação e os rituais funerários obedeciam regras rígidas, estabelecidas por Anúbis e duravam 70 dias.
Após a retirada dos órgãos internos, os embalsamadores colocam as vísceras, o fígado, os pulmões, o estômago e o intestino em vasos sagrados chamados de VASOS CANOPOS, cada um sob a proteção de um dos quatro filhos de Hórus , eram também conhecidos como os quatro Gênios Funerários. Os vasos eram colocados nos túmulos orientados para cada um dos pontos cardeais, sendo cada um deles associados a uma deusa tutelar.
Amset, com cabeça de homem, protege o fígado / Sul / deusa tutelar Ísis.
Hapi, com cabeça de babuíno, protege os pulmões / Leste / deusa tutelar Neit (deusa da caça).
Duamutef, com cabeça de cão (chacal), protege o estômago / Norte / deusa tutelar Néftis.
Kebehsenuef, com cabeça de falcão, protege os intestinos / Oeste / deusa tutelar Serket (deusa escorpião).
O coração era lacrado no próprio corpo. Os egípcios o consideravam como o órgão tanto da inteligência como do sentimento e da personalidade e portanto, seria indispensável na hora do juizo final. Somente à alguém com um coração tão leve quanto a pluma da verdade, o deus Osíris permitiria a entrada na vida eterna.
Os egípcios não davam nenhuma importância ao cérebro. Após extraí-lo através das narinas do morto, os embalsadores o jogavam fora.
Depois de secar o cadáver com sal de natrão, eles o lavavam e besuntavam com óleos e resinas conservadoras e aromáticas, os óleos eram usados para purificar o corpo e para agradar aos deuses. O ritual de aplicação de óleos deixava o corpo perfeito para ser usado na próxima vida. Logo após envolviam o corpo em centenas de metros de tiras de linho, entre essas tiras eram colocados diversos amuletos para ajudar o morto na passagem para vida eterna, que protegiam contra inimigos e dêmonios do mundo subterrâneo.
Antes da múmia ser colocada no túmulo, um sacerdote funerário celebrava a cerimônia da abertura dos olhos e da boca, a fim de devolver à vida todos os sentidos do morto. Este ritual representava tanto o método pelo qual Hórus trazia seu pai Osíris à vida, assim como a abertura simbólica do renascimento da alma. Este ritual capacitava à alma a chegar no Hall do Julgamento no Mundo dos Mortos.
O nome da pessoa era gravado na base de uma estatua esculpida na intenção de criar um ser que teria vida permanente, assegurando a imortalidade, por acreditar-se que a pessoa também vivia através do nome. Esta estatua era colocada na tumba que servia para refúgio, caso a vida não pudesse permanecer na múmia. Nas tumbas esporadicamente eram colocadas oferendas ao morto, onde havia todo conforto que alguém poderia querer.
Havia um esplêndido conjunto de objetos religiosos e funerários: sarcófago, a máscara do morto, as deidades protetoras que guiariam o morto através do Mundo dos Mortos e os textos instrutivos e pinturas com as formulas mágicas e seus significados para o morto poder entrar na vida após a morte. Na tumba de uma pessoa comum poderia ter muitos corpos. Pessoas que não eram ricas frequentemente eram enterradas conjuntamente, na tumba esquecida de um aristocrata. Estes eram simplesmente embrulhados em linho e enterrados na areia.
Jogos eram um passatempo favorito no antigo Egito e muitos tabuleiros foram encontrados na tumba de Tutankhamon.
Para os egípcios era muito importante à vida após morte, eles acreditavam na existência de um outro mundo.
A vida eterna começa no túmulo, com uma viagem pelo mundo subterrâneo. Primeiro o Ka (Força Vital), deixa o corpo acompanhado após o enterro pelo Ba (Alma). Hórus conduz o Ba (Alma) através dos portais de fogo e da serpente até o Julgamento.
Anúbis juntamente com Ísis iam buscar o morto e faziam a travessia do rio Nilo em uma balsa até o O SALÃO DAS DUAS VERDADES, onde havia um tribunal, onde eram julgados os mortos por Osíris, Ísis, Thot, Maat e mais 42 deuses assessores.
Era colocado na balança o coração de um lado e uma pena do outro, o coração não podia ser mais pesado que a pena. Para os egípcios o coração representava a consciência do homem. Todas as ações boas e más ficavam gravadas no coração.
Quem não era condenado o Ka (Força Vital) voltava ao corpo e se fosse condenado era arremessado a Ammut (o mostro crocodilo) que o devorava e não haveria reencarnação.
Se o coração equilibra com a pena da verdade, o Ba e o Ka reúnem-se para formar um Akn, ou espírito, que emerge do mundo dominado pelo Osíris coroado. O Akn encontra a vida eterna.
Thot descreve em seus papiros (fibras sagradas usadas nos textos funerários) toda trajetória da alma no Tribunal dos Deuses.
Senhor da Mágia
"Quem não tem tempo, não merece tê-lo”.
THOT, deus da sabedoria, da palavras escrita, das medidas, do tempo, das artes, das ciências.
Representado algumas vezes com a cabeça de Íbis, que parece uma cegonha segurando uma pena de escrever ou com um babuíno. Como babuíno era associado à lua e à noite. Assim como a lua ilumina a escuridão da noite, Thot dava ao morto fórmulas para guiá-lo de forma segura pelo Mundo dos Mortos.
Criador do ensino e da escrita (hieróglifos) , sua função era ser o escriba dos deuses.
Os hieróglifos eram usados de várias formas: como ideogramas, fonogramas e determinativos.
Ideogramas são figuras estilizadas representando um objeto.
Os fonogramas era simbolos usados para representar o valor sonoro.
O determinativo não era pronunciado ao se dizer a palavra, era uma ajuda visual para facilitar a compreensão do significado.
Os hieróglifos poderiam ser lidos da esquerda para a direita ou vice-versa. Pessoas e animais sempre marcavam o início da palavra.
AS PROFECIAS DE THOT
As profecias de Thot sobre as transformações pelas quais passaria o mundo estão registradas no LIVRO DE THOT, ou seja, um livro em forma de lâminas, o TARÔ ou TAROT.
Conta, ainda, a história que Thot, compreendendo que o tempo não havia chegado para os ensinamentos, colocou o livro (lâminas) em uma caixa de ouro, esta numa de prata depois marfim, bronze, cobre e finalmente numa caixa de ferro depositando no fundo do Nilo.
Há indícios de que entre os "vasos de ouro e prata" que dizem Moisés ter trazido do Egito, por ocasião do êxodo, estavam as lâminas que compunham as paginas do livro, sendo mais tarde um dos fundamentos da Kaballah, acrescida de letras hebraicas, números e astrologia.
Cada lâmina do Livro de Thot é um compêndio de ideogramas, com conceitos universais que abrem a compreensão na busca do autoconhecimento.
Os egípcios tinham várias formas de adivinhar o futuro, através de rituais sendo que as duas mais populares eram as consultas aos oráculos e a interpretação de sonhos.
Na realidade a origem do Tarô é desconhecida. Egípcios, Chineses, Indianos, Hebreus e outros povos foram indicados como os que teriam, em tempos antigos, criado essas 78 lâminas, de forte conteúdo simbólico.
ORAÇÃO PARA DEUSA BASTET
ORAÇÃO DE UMA DEUSA AOS DEUSES EGÍPCIOS
"Em nome de Rá, Ísis, Osíris,
Hórus, Ptah, Thot, Tum,
Nut, Anubis, Hathor,
Eu sou Bastet, a deusa dos mistérios da natureza".
ORAÇÃO A NUT, DEUSA EGÍPCIA DO CÉU
"Ó Nut do largo passo,
quando semeias a esmeralda, a malaquita,
a turquesa como estrelas!
Se tu és verde, eu também sou verde.
Verde como uma planta viva".
ORAÇÃO À GRANDE MÃE
"Eu sou a Deusa, eu sou a bruxa
Eu sou aquela que ilumina e protege
O poder da Grande Mãe está dentro de mim.
Que a Grande Mãe
A Senhora do Norte
Encha de frutos a árvore da minha vida.
Grande Deusa que habita dentro de mim
Santifica cada palavra minha e cada ato meu
Afasta cada sombra de minha vida
Ilumina todas as minhas estações
Torna-me forte na dor
Torna-me bela no amor.
Que teu nome e teu poder
Sejam o meu nome e o meu poder.
Assim sempre foi, assim sempre será".
ORAÇÃO À RÁ
"Senhor dos tronos da Terra. Senhor da Verdade. Pai dos deuses. criador do homem, criador dos animais.Senhor da existência. Iluminador da Terra, que navega tranqüilamente nos céus. Todos os corações se abrandam ao contemplá-lo. Soberano da vida, da sáude e da força! Adoramos teu espírito, o único que nos criou".
ORAÇÃO ÀS FORÇAS CÓSMICAS
"Eu me uno às forças cósmicas
No grande e eterno ciclo
Que tudo pode e tudo é.
Eu sou tudo.
Grandes forças cósmicas, descei sobre minha alma
E torna-me poderosa.
Eu vos agradeço, minhas grandes forças cósmicas,
E vos entrego meu amor e minha força".
(Anúbis)
AMULETOS
São talismãs que eram colocados junto a múmia nas cerimônias funerárias para acompanhar o morto a vida eterna, para os vivos representa a proteção divina.
A proximidade entre o povo e os deuses pode ser vista nos amuletos, que eram disponíveis para quase todos, com suas inscrições. Aforismos e declaração de devoção eram gravadas nos amuletos.
DJED
A palavra Djed significa em egípcio, estável, durável. As colunas Djed indicam que a vida continua e que a alma se erguerá sobre o declínio da morte. Este símbolo representa a coluna vertebral de Osíris decepada por Seth.
FLOR DE LÓTUS
Na cosmologia egípcia, o lótus era a flor da criação primordial, o berço do sol nascente em sua primeira manhã. Conta a mitologia que a flor pediu ao deus-sol Rá que criasse o Universo. A flor agradecida pelo desejo realizado passou a abrigar o deus-sol em suas pétalas durante a noite de onde ele sai ao amanhecer para iluminar a sua criação.
ANKH / CRUZ ANSATA
A CHAVE DA VIDA
O símbolo egípcio da vida eterna, um dos simbolos mais importantes, ela aparece gravada nas colunas do Templo de Karnac, Edfu, Templo de Luxor, Templo Hatshepsut e em outros. E nas paredes dos túmulos e em cenas pintadas nas paredes dos templos representam um deus estendendo o ankh ao Faraó. Na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representa a união entre o reino do céu e a terra.
OLHO DE HÓRUS
"UDJAT"
O olho do deus Falcão Hórus, uma mistura de olho humano com olho animal. Hórus teve seu olho arrancado por Seth e depois restaurado através da magia do deus Thot. É usado contra o mal, para afastar os inimigos.
ESCARAVELHO
O deus-sol também podia ser representado por um escaravelho ou por um homem com um escaravelho no lugar da cabeça. Representa Khepra e sua função era de mover o sol. Simboliza a ressurreição, eram com frenqüência encontrados em ouro nos túmulos egípcios.
Khepra quer dizer transformação. Está escrito no Livro dos Mortos que o morto não será traído por seu coração diante do Tribunal Divino. Ele será declarado justo.
Quanto mais a pessoa fosse importante em vida, mais amuletos de escaravelho ele levava consigo para o túmulo. Também encontramos escaravelhos em numerosas jóias.
OLHO TURCO ou OLHO GREGO, ele é também encontrado em todos os países árabes. É muito comum ver Olhos Gregos ou Turcos pendurados em portas ou como pingentes.
Em turco, o olho é chamado de Nazar Bancugu, a palavra Bancugu quer dizer "contas, rosário", a palavra Nazar, da língua árabe é emprestada pela Turquia, significa "visão".
Acredita-se que quando existe um mau olhado, o olho absorve a energia e se quebra protegendo a pessoa da negatividade. A forma mais comum do amuleto é o olho de vidro azul. Acredita-se que o mau olhado tem a cor azul, portanto o olho de vidro da mesma cor seria o mais eficaz em desviá-lo. Também é conhecido como O OLHO QUE TUDO VÊ assim como o Olho de Hórus.
CHAMSA, ou HAMSA, ou MÃO DE FÁTIMA.
É um talismã usado por alguns muçulmanos que acreditavam que ele pode afastar o mau-olhado.
Mão-de-Fátima: o nome desse talismã muçulmano é uma homenagem à filha do profeta Mohammed (Maomé). Esse símbolo representa também Fé, Oração, Jejum, Caridade, Peregrinação, os 5 pilares do Islã. É a representação da Justiça e Generosidade.

Fonte:
Alguns trechos extraídos da tradução do Livro que acompanha o Tarot Egípcio da Editora Kier, feita por Marly Amorim Palavras.


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