Magos da luz significado dos sonhos : Ketsueki Gatá Uranai

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quinta-feira, junho 04, 2026

Ectoplasma: A Ponte Física entre as Dimensões



Ectoplasma: A Ponte Física entre as Dimensões



O termo ectoplasma (do grego ektos, fora, e plasma, substância) não é apenas uma palavra do léxico espiritualista; é o pilar fundamental da fenomenologia de efeitos físicos. Definido originalmente pelo fisiologista e Prêmio Nobel Charles Richet, o ectoplasma é uma substância de natureza proteica, extremamente plástica e sensível, que emana do corpo de médiuns de efeitos físicos para permitir a manifestação do invisível no plano material.

A Natureza da Substância

Diferente do que o senso comum imagina, o ectoplasma não é apenas "fumaça" ou "energia pura". Estudos metapsíquicos clássicos — conduzidos por nomes como William Crookes e Geley — descrevem-na como uma substância semilíquida ou sólida-amorfa, geralmente de cor esbranquiçada ou acinzentada, que possui odor característico de ozônio e é altamente sensível à luz (fotofobia).

No estado de transe, o médium exterioriza essa energia através de seus orifícios naturais. Sob o comando de inteligências extrafísicas, essa massa amorfa é moldada — processo conhecido como ideoplastia — para criar desde formas orgânicas (mãos, rostos) até a materialização completa de entidades.

A Conexão Biopsíquica

Para a ciência esotérica e a apometria moderna, o ectoplasma é o elo entre o corpo vital (duplo etérico) e o corpo físico. Ele é o combustível necessário para:

  1. Materializações: Tornar visível o que é sutil.

  2. Transplantes Espirituais: Agir como veículo de cura em cirurgias espirituais.

  3. Fenômenos Poltergeist: Quando liberado de forma involuntária e descontrolada por mentes sob forte estresse ou obsessão.

O Perigo do Mau Uso

A autoridade no assunto exige o alerta: a manipulação do ectoplasma exige assepsia mental e ambiente controlado. Por ser uma substância que retorna ao corpo do médium após o fenômeno, qualquer impureza vibratória ou choque luminoso brusco durante a sessão pode causar o fenômeno de "refluxo", resultando em lesões físicas graves ao hospedeiro.

Conclusão

O ectoplasma é a prova material de que a consciência não está presa à carne. É a ferramenta pela qual o "Lado de Lá" consegue empurrar as fronteiras da nossa realidade tridimensional, provando que a morte é, na verdade, uma mudança de estado vibratório.



domingo, maio 21, 2023

Vale muito a pena




domingo, julho 17, 2022

Serpente peçonhenta - significado do sonho

Serpente peçonhenta significado dos sonhos 



sexta-feira, julho 15, 2022

Enfeites de cobra significado

Você gosta de enfeites e adornos de cobra saiba aqui o significado colar de cobra - anel de cobra - adornos de cobra - cobra na sua casa 



quinta-feira, julho 14, 2022

Espelho quebrou sozinho ? Tenha medo



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quinta-feira, julho 07, 2022

Sonhar com açúcar - pode começar a rir

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quinta-feira, outubro 31, 2019

Missa Negra

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Missa Negra




Nenhuma simples invenção tem sido tão associada ao satanismo quanto a missa negra. Para dizer que a maior blasfêmia de todas as cerimônias religiosas e nada mais do que uma invenção literária e certamente uma declaração que necessita esclarecimento - mas nada poderia ser mais verdadeiro. O conceito popular da missa negra e assim: um padre depravado permanece em pe diante de um altar consistindo numa mulher nua, seus pernas numa posição de asas de águia e vagina fortemente aberta, em cada uma delas estendidas sôfregas se amoldando uma vela negra feita da gordura de bebes sem batismo, e um cálice contendo a urina de uma prostituta (ou sangue) repousando sobre a sua barriga. Uma cruz invertida suspensa acima do altar e hóstias triangulares de pão de centeio pesado ou nabo manchado de negro eram metodicamente benzidos quando o padre obsequiosamente colocava-os dentro e fora do altar formado pelos lábios genitais da dama.














 Então, como nos narramos, uma invocação de Satã e vários demônios era seguida por um conjunto de rezas e salmos cantados para trás e intercalados com obscenidades... tudo realizado dentro dos limites do desenho de um pentagrama protetor no solo. Se o demônio aparecia era invariavelmente na forma de um homem zeloso com a cabeça de cabra negra sobre os ombros. Então seguia um potpourri de flagelação, da queima
de um livro sagrado, cunilingua, felação, e beijos gerais nas nádegas - tudo feito atrás de recitações chulas da Bíblia Sagrada e cuspições audíveis sobre a cruz! Se um bebe podia ser fragelizado durante o ritual, então muito melhor; como todos sabem, este e o esporte favorito do satanista! Se isto soa repugnante, dai o sucesso das informações da missa negra, em guardar o devoto na igreja, e fácil de entender. Nenhuma pessoa decente podia falhar ao lado dos inquisidores quando eles contavam estas blasfêmias. Os propagandistas da igreja fizeram bem o seu trabalho, informando ao publico uma historia ou outra das heresias e atos abomináveis dos Pagãos,















Cataros, Bogomils, Templarios e outros que, por causa da sua filosofia dualística e algumas lógicas satânicas, tiveram de ser erradicados. A historia de bebes sem batismo sendo seqüestrados por satanistas para uso na missa foram não somente uma propaganda efetiva extensa, mas também supriu uma constante fonte de renda para a Igreja, na forma de pagamento dos batismos. Nenhuma mãe crista poderia, ao ouvir destes diabólicos seqüestradores, deixar de dar o apropriado batismo ao seu filho, rapidamente. Outra faceta da natureza humana foi manifestada no fato de que o escritor ou artista com pensamentos lascivos podia exercitar suas predileções mais obscenas na representação das atividades dos heréticos. O censor que examina toda pornografia na condição de saber o que advertir aos outros e o equivalente moderno do cronista medieval das obras obscenas dos satanistas (e, e claro, de seus modernos jornalistas adversários). Acredita-se que a mais completa livraria de pornografia no mundo esta guardada no Vaticano. O beijo no traseiro do demônio durante a missa negra tradicional e facilmente reconhecida como o precursor do termo moderno usado para descrever alguém que, através do apelo ao outro ego, ganhara materialmente dele. Todas as cerimônias satânicas foram realizadas em direção a muitas metas verdadeiras e materiais,













o oscularam infame (ou beijo da vergonha) foi considerado um requisito simbólico em direção ao sucesso material, antes do que ao espiritual. A suposição usual e que a cerimônia ou ritual satânico e sempre denominado missa negra. Uma missa negra não e a cerimônia mágica praticada pelo satanismo. O satanista poderia empregar o uso de uma missa negra como uma forma de psicodrama. Alem disso, uma missa negra não implica necessariamente que os realizadores são satanistas. Uma missa negra e essencialmente uma parodia dos rituais religiosos da Igreja Romana Católica, mas pode ser livremente aplicada para satirizar qualquer cerimônia religiosa. Para o satanista, a missa negra, em sua blasfêmia dos ritos ortodoxos, nada mais e do que uma redundância. Os ritos de todas as religiões estabelecidas são atualmente parodias de rituais antigos realizados pelos adoradores da terra e da matéria. Na tentativa de assexuar e tirar o aspecto humano dos credos pagãos, mais tarde o homem de fé espiritual ocultou os significados honestos por detrás dos rituais, através de suaves eufemismos agora considerados a "verdadeira missa". Mesmo se o satanista fosse gastar cada noite realizando uma missa negra, ele não estaria realizando uma caricatura mais do que o devoto paroquiano que inconscientemente assiste sua própria "missa negra" - sua trapaça ao honesto e emocionalmente sonoro ritos da antiguidade paga. Qualquer cerimônia considerada missa negra deve efetivamente chocar e ultrajar, pois isto parece ser a medida do seu sucesso. Na Idade Media, blasfemar a santa igreja era terrível. Agora, de qualquer modo, a igreja não apresenta uma imagem inspirando a reverencia feita durante a inquisição. A tradicional missa negra não e mais do que um ultrajante espetáculo para o padre diletante ou renegado que uma vez foi. Se o satanista deseja criar um ritual para blasfemar uma














instituição aceita, para o propósito de psicodrama, ele e cuidadoso em escolher um que não esta em voga para parodiar. Deste modo, ele esta verdadeiramente trilhando a vaca sagrada. Uma missa negra, atualmente, consistiria da blasfêmia de tópicos sagrados como misticismo oriental, psiquiatria, movimentos psicodélicos, ultraliberalismo etc. Patriotismo seria vitorioso, drogas e seus gurus seriam corrompidos, militantes culturais seriam defecados, e a decadência das teologias eclesiásticas poderiam igualmente serem dados ao auxilio satânico. O mágico satânico foi sempre o catalisador da dicotomia necessária para modelar os credos populares e, neste caso, uma cerimônia da natureza da missa negra pode servir como um propósito mágico de alta influência. No ano de 1666, alguns interessantes eventos ocorreram na Franca. Com a morte de François Mansart, o arquiteto do trapezóide, cuja geometria se tornou o protótipo das casas assombradas, o Palácio de Versailles estava sendo construído de acordo com seus planos. A ultima das fascinantes sacerdotisas de Satan, Jeanne-Marie Bouvier (Madame Guyon) estava para ser ofuscada pela oportunista astuta e endurecida mulher de negócios conhecida como Catherine Deshayes, também conhecida por LaVoisin. Neste lugar estava uma embelezadora do passado que, enquanto driblava entre abortos e fornecimento dos mais eficientes venenos para as damas desejosas de eliminar maridos ou amantes indesejados, encontrou nas relatos luxuriosos das "messes noir" uma proverbial solução. E seguro dizer que 1666 foi o ano da primeira missa negra

















comercial! Na região sul de St. Denis, que e chamada agora LaGarenne, uma grande casa murada foi comprada por LaVoisin e adaptada com dispensários, celas, laboratórios e... uma capela. Tão logo se tornou de rigueur para a realeza e diletantes inferiores comparecer e participar de qualquer tipo de ritual mencionado de madrugada na capela. A fraude organizada perpetrada nestas cerimônias se tornou a marca indelével na historia como a "verdadeira missa negra". Quando LaVoisin foi presa em 13 de março de 1679 (na Igreja da Nossa Senhora Abençoadas das Boas Novas, incidentalmente), a morte já tinha sido lançada. As atividades degradadas de LaVoisin suprimiram a majestade do satanismo por muitos anos vindouros. A moda do satanismo para diversão e jogos apareceu na Inglaterra no meio do século dezoito na forma da ordem de Sir Francis Dashwood dos "Medmanham Franciscans", popularmente conhecido como The Hell-Fire Club. Enquanto iluminou o sangue, chifre e velas de gordura de criança das missas dos séculos anteriores, Sir Francis orientou a condução de rituais repletos de diversão bem suja, e certamente o proveu de um colorido e inofensivo psicodrama para muitos guias espirituais do período. Uma interessante peculiaridade de Sir Francis, que emprestou um vestígio de mistério ao clima do Hell-Fire Club, foi um grupo chamado Dilletanti Club, do qual ele foi o fundador. Foi o século dezenove que trouxe confusão ao satanismo, na fraca tentativa de magos brancos tentarem realizar a magia negra. Este foi um período muito paradoxal para o satanismo, com escritores como Baudelaire e Huysmans que, apesar de sua aparente obsessão com o demônio, dando uma boa impressão de seguidores. O demônio desenvolveu sua personalidade luciferiana para o publico ver e, gradualmente, se desenvolveu numa espécie de sala de visitas de cavalheiros.
















Esta era a época dos experts em artes negras, como Eliphas Levi e incontáveis médiuns em transe que, cuidadosamente, delimitava espíritos e demônios, tendo também sucesso em vincular as mentes de muitos que se denominaram parapsicólogos até hoje. Tão longe quanto o satanismo fosse interessante, os sinais mais externos dele foram os ritos neo-pagãos conduzidos por MacGregor Mathers da Hermetic Order of the Golden Dawn e Aleister Crowley na posterior Order of the Silver Star (A. A. - Argentinum Astrum) e Order of Oriental Templars (O. T. O.), que paranoicamente condenou qualquer associação com o satanismo, apesar de Crowley se auto-imposto a imagem da revelação da besta. Ao par de algumas poesias charmosas e conhecimento superficial de antigos objetos mágicos, quando não escalava montanhas Crowley gastava a maior parte do seu tempo como um posado por excelência e trabalhava extraordinariamente em atos pecaminosos. Como seu contemporâneo, Rev. (?) Montague Summers, Crowley obviamente gastou uma grande parte da sua vida com sua língua firmemente enrolada na sua bochecha, mas seus seguidores, hoje, estão de algum modo capazes de ler significados esotéricos dentro de cada palavra. Permanentemente em concorrência com estas sociedades forma os clubes de sexo usando o satanismo como racional - que persiste hoje em dia, para os quais os escritores de jornais populares tem sido gratos. Se parece que a missa negra desenvolvida da invenção literária da igreja, para o comercio depravado da realidade, para um psicodrama de diletantes e iconoclastas, para um ás no buraco da mídia popular... então onde se encontra a verdadeira natureza do satanismo - e quem estava praticando mágica satânica naqueles anos depois de 1666? A resposta deste enigma se assenta em outro. E geralmente a pessoa considerada ser um satanista realmente praticando satanismo em seu verdadeiro senso, ou antes, do ponto de vista tomado pelos















fazedores de opinião da persuasão celestial? Tem sido freqüentemente dito, e certamente e, que todos os livros sobre o demônio tem sido escritos pelos agentes de Deus. E, alem disso, completamente fácil entender como uma certa espécie de adoradores do demônio foi criada através das invenções dos teólogos. O vocábulo equivocado "evil" não e necessariamente pratica do verdadeiro satanismo. Nem e ele a vivida incorporação do elemento do orgulho irrestrito ou majestade de si que lhe deu o mundo pos-pagão a definição sacerdotal de "evil". Ele é o produto pelo qual se elaborou posterior e mais propaganda. O pseudo-satanista sempre dirigiu seu aparecimento através da historia moderna, com missas negras de variados graus de blasfêmia; mas o real satanista não e totalmente fácil de ser reconhecido como um. Seria uma excessiva simplificação dizer que todo homem e mulher cheio de sucesso na terra e, sem saber disto, um satanista praticante; mas a sede do sucesso terreno e a realização do seu objetivo são certamente o terreno para Saint Peter sair do tumulo. Se a entrada do homem rico no céu parece tão difícil quanto o camelo passar pelo olho de uma agulha, então devemos pelo menos assumir que o homem mais poderoso da terra seja o maior satanista. Isto se aplica a financeiros, industriais, papas, poetas, ditadores, e todas os variados fazedores de opinião e marechais de campo das atividades mundiais. Ocasionalmente, através de vazamentos, um destes homens ou mulheres enigmáticos da terra serão encontrados tendo feito artes negras. Estes, e claro, são trazidos à luz como homens misteriosos da historia. Nomes como Rasputin, Zaharoff, Cagliostro, Rosenberg e suas














espécies são elos - indícios, assim dizendo, do verdadeiro legado de Satan... um legado que transcende as diferenças éticas, raciais e econômicas e as ideologias temporais muito bem. O satanista sempre regeu a terra... e sempre o fará, por qualquer nome que ele seja chamado. Uma coisa permanece certa: os padrões, filosofia e praticas assentadas nestas paginas são aquelas empregadas pelos homens mais auto-realizados e poderosos da terra. No segredo do pensamento de cada homem ou mulher, ainda motivado pelas mentes sadias e sem nevoas, reside o potencial do satanista, como sempre tem sido. O sinal dos chifres deve aparecer para muitos, agora, melhor que poucos; e o mágico seguira adiante para que possa ser reconhecido.

quinta-feira, agosto 29, 2019

todos os coraçoes aflitos

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Orção por todos os coraçoes aflitos!!!!




Ave Maria, cheia de graça,
o Senhor é convosco
e bendita sois vós entre as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre,Jesus
Santa Maria, mãe de Deus,
rogai por nós, pecadores,
agora e na hora de nossa morte.Amém 
Oração à Nossa Senhora Desatadora dos Nós:




Virgem Maria, Mãe do belo amor, Mãe que jamais deixa de vir em socorro a um filho
aflito.
Mãe cujas mãos não param nunca de servir seus amados filhos, pois são
movidas pelo amor divino e a imensa misericórdia que existem em teu coração,
volta teu olhar compassivo sobre mim e vê o emaranhado de nós que há em minha vida.
Tu bem conheces o meu desespero, a minha dor e o quanto estou amarrado por causa destes nós.
Maria, Mãe de Deus encarregou de desatar os nós da vida deseus filhos, confio hoje a fita da minha vida em tuas mãos.



Nnguem, nem mesmo o maligno poderá tira-la do teu precioso amparo.
Em tuas mãos não há nó que não poderá ser desfeito.
Mãe poderosa, por tua graça e teu poder intercessor junto a teu filho e meu libertador Jesus , recebe em tuas mãos estes nós (pelos pedidos acima) por todo o sempre.
Vós sois a minha única consolação dada por Deus, a fortaleza das minhas débeis forças a riqueza das minhas miseria , a liberdade, com Cristo, das minhas cadeias.
Ouve minha súplica.
Guarda-me, guia-me, proteje-me.
Ó seguro refugio.




Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco,
bendita sois Vós entre as mulheres,
e bendito é o fruto do Vosso ventre Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores,
agora e na hora da nossa morte. Amém.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.


Maria Desatadora dos Nós, Rogai por todos nós. Amém.

segunda-feira, agosto 12, 2019

Pai Nosso de Abdruschin/Graal na Terra

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Pai Nosso de Abdruschin/Graal na Terra

Pai Nosso de Abdruschin/Graal na Terra
Lendo a doutrina A Luz da Verdade, desenvolvida sob os dogmas do Zoroastrismo, de autoria de abdruschin, encontrei interessantíssima abordagem do Pai Nosso, e de seu significado, afora as austeras e enérgicas chamadas à regulagem que nos é dada, enquanto em espécie em contato com o Criador; a título de conhecimento e aspiração a mais da cristandade, vista de um prisma que ao brasileiro não é convencional, porém idêntico...compensa!



PAI NOSSO (meu e de meu pior inimigo, de todos) que estais NO CÉU (pois a Terra é a escola de teus filhos, morada transitória e não vos comporta) santificado seja teu nome (seja qual nome for, ÉS O QUE ÉS) venha a nós o teu reino (leva-nos em regresso pra casa), seja feita A SUA VONTADE (inda que eu não a entenda) assim na terra como no céu (um é reflexo destorcido e corrompido da perfeição do outro), o pão nosso de cada dia nos dai (alimentando corpo e espírito, através das provações da alma), perdoai as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos ofende(sois nosso pai, a ti cabe a justa correição de cada qual) não nos deixe cair em tentação e livrai-nos do mal(inda que isso nos custe o corpo orgânico)...



Não copiei em íntegra, o livro não está agora a meu alcance, apenas repassando dentro da conceituação proposta. E Abdruschin sai, se desprende da temática piedosa da caridade e nos puxa as orelhas; tipo por qual razão ELE teria de voltar, PQ NÃO NÓS teríamos de nos obrigar a IR DE ENCONTRO A ELE, quem seríamos nós para ficar, "de pirrraça", batendo o pé e insistindo para que ELE regresse a nos buscar...se a obrigação de evoluir é nossa, não dele. Inda assim, ELE SE DISPÕE A VIR...a grandeza do Cristo torna-se então inda maior... É muito interessante a quebra da apatia humana proposta na busca do nosso amado Cristo. Taí uma bela versão do Pai Nosso...

terça-feira, junho 18, 2019

HORÓSCOPO DO SANGUE


HORÓSCOPO DO SANGUE



No Japão perguntar o tipo sangüíneo de uma pessoa é tão comum quanto perguntar qual é o seu signo. Os japoneses acreditam que ter sangue A, B, O ou AB tem tudo a ver com a personalidade da pessoa.

Quer saber como o Ketsueki Gatá Uranai, o Horóscopo do Sangue, funciona? vamos por partes.

Ketsueki Gata: Sua personalidade está no sangue

Por Arashi Fujimiya

A expressão Ketsueki Gata, em japonês, quer dizer literalmente tipo sanguíneo. Nos mangás e animes, essa informação costuma aparecer bastante nas fichas de personagens. Porém, será que esse dado é importante realmente para o caso de alguém precisar de uma transfusão de sangue, como disse Fuu Hooji, em português Anne, em Magic Knight Rayearth?

Na verdade, essa informação tem origem na crença japonesa de que o tipo sanguíneo de uma pessoa influencia sua personalidade e caráter. Para os japoneses, o Ketsueki Gata tem a mesma função do horóscopo zodiacal, e saber o tipo de sangue das pessoas de seu meio social faz parte da cultura popular.

Essa crendice popular já era bastante aceita no Japão, mas no início da década de 70, o Tetsueki Gata Uranai virou moda e passou a fazer parte da cultura popular. Atualmente, existem centenas de publicações sobre o assunto, como o best-seller Ketsueki Gata Wakaru Aisho (O tipo sanguíneo revela afinidades), de Masahiko Nomi. O livro, escrito em 1971, tornou-se referência para os estudiosos do assunto, trazendo desde as descrições das personalidades até situações econômicas e conselhos de como lidar com os diferentes tipos.

Atualmente, têm-se notícias de que algumas empresas japonesas introduziram a análise sanguínea para contratar novos empregados e assim garantir a harmonia no grupo de seus funcionários. Apesar de, nos países do Ocidente, essa superstição é vista com um certo cetismo, mas já é possível distinguir alguns adeptos desse oráculo
Qual o seu tipo sanguíneo?


Tipo A

Tipo mais comum no Japão, é sangue do agricultor. Pessoas com este tipo sanguíneo são ligadas à terra e à natureza e têm tendência a serem calmas, sérias, responsáveis, honestas, leais, disciplinadas, perfeccionistas, introvertidas e reservadas. Costumam ser sensíveis ao meio ao seu redor, podendo ser artistas, e têm criatividade, mas também não se sentem acomodados com as mudanças, sendo consideradas convencionais. Preferem não aparecer, trabalhando nos bastidores ao invés do palco. Como costumam guardar seus sentimentos para si, podem acabar tornando-se inseguros e pessimistas.

Personagens com esse tipo sanguíneo: Aya/Ran Fujimiya (Weiss Kreuz), Sakura Kinomoto (Sakura Card Captor), Shiryu (Saint Seiya/Cavaleiros do Zodíaco)...


Tipo B

Voltado aos próprios sentimentos, o portador do Tipo B tem tendência para ser individualista, mas é aberto para mudanças e está por dentro das novas idéias e assuntos, sendo assim muito curiosos e inquisitivos. É distraído nos temas que não tem interesse, mas o potencial de concentração é grande nos assuntos que gosta. Pessoas com esse tipo de sangue têm tendência a serem atenciosas, energéticas, inconstantes, inconseqüentes, pouco emotivas, otimistas e aventureiras. Detestam que lhe digam o que fazer e muitas vezes podem ser consideradas egoístas e até perversas.

Personagens com esse tipo sanguíneo: Ken Hidaka (Weiss Kreuz), Yusuke Urameshi (Yu Yu Hakusho), Seiya (Saint Seiya/Cavaleiros do Zodíaco)...
Tipo AB



Como combinam material de tipos sanguíneos com características contrastantes, pessoas com esse tipo de sangue têm um grande senso de equilíbrio e uma visão geralmente objetiva dos assuntos, mas também são instáveis e caprichosas, podendo ser vítimas das próprias contradições. Racionais e críticos, se cansam das coisas facilmente, o que faz com que sejam adaptáveis e estejam sempre refletindo sobre algo novo. Têm tendência a serem orgulhosos e diplomáticos, discriminando as pessoas e situações ao seu redor, mas normalmente se dão bem com as pessoas, mas ainda mantêm uma certa distância. Em geral, o seu temperamento é pessimista, irrequieto e atormentado, o que resulta em falta de sentido de responsabilidade.

Personagens com esse tipo sanguíneo: Yohji Kudou (Weiss Kreuz), Kenshin Himura (Rurouni Kenshin/Samurai X), Keitarou Urashima (Love Hina)...




Tipo O

O Tipo O é chamado de sangue do guerreiro, por ser o sangue O o mais antigo dos tipos. Costumam ser pessoas generosas, abertas, otimistas, realistas, emocionais, alegres, bondosas, obstinadas e com auto-controle. São pessoas altamente motivadas, têm senso de liderança nato e odeiam monotonia.

Personagens com esse tipo sanguíneo: Omi Tsukiyono (Weiss Kreuz), Usagi/Serena Tsukino (Sailor Moon), Hikari/Lucy Shindou (Magic Knight Rayearth/Guerreiras Mágicas de Rayearth)...


Ps: Demos aqui exemplos de personagens dos mangás japoneses famosos na atualidade!!!
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Teste da Alma

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Faça aqui o Teste da Alma que está bombando no Twitter e Orkut. Teste de Alma!



Advertência: responda o questionário como você tem sido ultimamente.
Só há 4 perguntas. Se você ver o questionário inteiro antes de terminar,
não obterá resultados honestos.
Vá baixando lentamente e faça cada exercício com consciência.
Não olhe à frente.
Use lápis e papel para escrever suas respostas.
Você precisará disso até o fim.

Este é um questionário honesto que lhe contará muito sobre seu eu.

TESTE DE ALMA
Faça um desejo antes de começar o teste.

1. Ordene os seguintes 5 animais de acordo com sua preferência:

a. Beija-flor
b. Cavalo
c. Borboleta
d.Cachorro
e. Pássaro

2. Escreva uma palavra que descreva cada um dos seguintes elementos:

a. Cachorro
b. Gato
c. Rato
d. Café
e. Mar

3. Pense em alguém que conheça que seja importante para você, e relacione com as cores seguintes (por favor, não repita sua resposta duas vezes, nomeie uma pessoa só para cada cor):

a. Amarelo
b. Laranja
c. Vermelho
d. Branco
e. Verde

4. Finalmente, indique o seu dia favorito da semana.

Terminou?

Veja as interpretações abaixo, mas antes de ver, repita seu desejo

1. Isto definirá suas prioridades na vida:

Beija-flor: significa carreira.
Cavalo: significa orgulho
Borboleta: significa amor.
Cachorro: significa a família
Pássaro: significa dinheiro.

2. Sua descrição de Cachorro insinua sua própria personalidade.
Sua descrição de Gato insinua a personalidade de seu par.
Sua descrição de Rato insinua a personalidade de seus nimigos.
Sua descrição de Café mostra como você interpreta o sexo.
Sua descrição de Mar insinua sua própria vida.


3. Amarelo: alguém que você nunca esquecerá.
Laranja:alguém que você pode considerar seu verdadeiro amigo(a).
Vermelho: alguém a quem realmente amas.
Branco: sua alma gêmea.
Verde: uma pessoa que você se lembrará para o resto de sua vida.
Você tem que enviar esta mensagem a tantas pessoas quanto você PODE e seu desejo será realizado no dia que você indicou.
Não mantenha esta mensagem, o mantra deve deixar suas mãos dentro das próximas 96 horas. Você terá uma surpresa muito agradável.
De agora em diante, sabendo suas prioridades, tudo mudará.
Lute para realizar o que você quer.

boneca-cadáver

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Em 1931 em Key West, na Flórida, o radiologista Carl Von Cosel, 56 anos, tornou-se obcecado por um dos pacientes com tuberculose no sanatório onde ele trabalhava. Seu nome era Maria Elena de Hoyos, e ela tinha 22 anos, uma mulher bonita. Von Cosel esperava se casar com ela, mas antes que pudesse responder a sua atenção, ela enfraqueceu e morreu. Ele pediu à família para não enterrá-la. Temendo a contaminação de seu corpo com águas subterrâneas, ele construiu um mausoléu para ela no cemitério, concervava-a em formol. Em segredo, ele sentava-se e tinha “conversas” com o cadáver. Ele até deixou um telefone no mausoléu, para que ele pudesse falar com ela enquanto estivesse fora. Este homem era claramente obcecado. Um dia ele simplesmente decidiu ilegalmente remover o cadáver dela e levá-lo para sua casa.


Para mantê-la em boa forma, von Cosel trouxe um fornecimento regular de conservantes e perfumes, mas um dia, o cadáver de Maria Elena finalmente começou a se deteriorar. Usando cordas de piano para manter seus ossos juntos, substituindo seus olhos podres por olhos de vidro e cobrindo sua pele decomposta com uma mistura de cera e seda, ele recriou o corpo do cadáver, o transformou em uma espécie de “boneca”. Como o cabelo do cadáver havia caído, ele o usou para fazer uma peruca para colocar em sua cabeça. Encheu o corpo dela com trapos para mantê-la inteira e vesti-a em um vestido de noiva, ele a manteve ao seu lado na cama.Ele havia inserido um tubo no corpo decrépito para servir como uma vagina, para fazer sexo.



Von Cosel e ao lado, sua "boneca-cadáver"

Ele conseguiu esconder isso por sete anos até Hoyos, sua irmã, acidentalmente cair sobre o “cadáver-boneca”, na casa de von Cosel. Horrorizada, ela chamou a polícia. Von Cosel foi preso, mas o prazo prescricional se esgotou, no seu crime do roubo de sepulturas, assim que foi posto em liberdade, Maria Elena foi enterrada em uma área secreta e sem marcação. Von Cosel mudou para a Flórida, onde venderam postais de sua amada. Mesmo quando ela foi tirada dele, ele não conseguia esquecê-la. Quando ele finalmente morreu em 1952, ele foi encontrado em uma sala com uma boneca grande em seus braços, que usava máscara de morte de Elena.


segunda-feira, junho 10, 2019

tipos de médiuns 2

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03.9 - POSSESSÃO:
POSSESSÃO = INCORPORAÇÃO
Muitos confundem obsessão com possessão. Entretanto, é preciso que não se confunda uma situação com a outra. Para o espiritismo tratam-se de coisas diversas e que foram estudadas por Kardec. Segundo o escritor espírita Marcos Milani "Obsessão é a ação persistente que um mau Espírito exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diferentes, desde a simples influência moral sem sinais exteriores sensíveis até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais".
Já a possessão é a ação que um Espírito exerce sobre um indivíduo encarnado, substituindo-o temporariamente em seu próprio corpo material. Esta ação não é permanente, nem integral, considerando-se que a união molecular do perispírito ao corpo opera-se somente no momento da concepção".
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Muitos médiuns incorporam espíritos 'que possuem o corpo para se expressar. Essa posse do corpo pode ser feita por um espírito inferior com objetivos escusos e prejudiciais, como também por um espírito bom e iluminado, que usa o corpo do médium para transmitir ensinamentos e realizar outros atos louváveis.
Segundo Allan Kardec:
"A obsessão sempre é o resultado da atuação de um Espírito malfeitor. A possessão pode ser o feito de um bom Espírito que quer falar e, para dar mais impressão sobre os seus ouvintes, toma emprestado o corpo de um encarnado, que este lhe cede voluntariamente como se empresta uma roupa. Isto se faz sem nenhuma perturbação ou incômodo e, durante este tempo, o Espírito se encontra em liberdade como em um estado de emancipação e freqüentemente se conserva ao lado de seu substituto para o ouvir".
Resumidamente, a possessão pode ser realizada por espíritos bons e maus, ao passo que a obssessão é sempre obra de espíritos inferiores que podem levar o obsediado a situações críticas tanto do ponto de vista físico como mental.

O que é Possessão?
Em a Gênese, Kardec faz referência à obsessão e à possessão. Ele diz que, na obsessão, o espírito atua exteriormente por meio de seu períspirito, que ele identifica com o do en­carnado; este último encontra-se, então, enlaçado como numa teia e é constrangido a agir contra sua vontade.
Na possessão, em lugar de agir exte­riormente, o espírito livre se substitui, por assim dizer, ao espírito encarnado; faz do­micílio em seu corpo, sem que todavia este o deixe definitivamente, o que só pode ter lugar na morte.
A possessão é sempre temporária e in­termitente, esclarece Kardec, pois um es­pírito desencarnado não pode tomar de­finitivamente o lugar de um encarnado, dado que a união molecular do períspirito e do corpo não pode se operar senão no momento da concepção.
O espírito em possessão momentânea do corpo dele se serve como se fosse o seu próprio corpo; fala por sua boca, enxerga pelos seus olhos, age com os seus braços,  como o teria feito se fosse vivo. Já não é mais como na mediunidade falante, na qual o espírito encarnado fala transmitin­do o pensamento de um espírito desencar­nado; é este último mesmo que fala e que se agita.
A possessão pode ser o feito de um bom espírito quê quer falar e, para fazer mais impressão sobre seus ouvintes, toma em­prestado o corpo de um encarnado, que lhe cede voluntariamente, tal como se em­presta uma roupa. Isso se faz sem nenhu­ma perturbação ou incômodo, e durante esse tempo o espírito se encontra em liber­dade, como no estado de emancipação, e com mais frequência se conserva ao lado de seu substituto para ouvir.
Já quando o espírito possessor é mau, as coisas se passam de outro modo; ele não toma emprestado o corpo, mas se apodera dele, caso o titular não tenha força moral para resistir. Ele o faz por maldade diri­gida contra o possesso, a quem tortura e martiriza por todas as maneiras até pre­tender fazê-lo perecer.
Fonte: Espiritismo & Ciência Especial - nº 21 - 30 Questões Essenciais do Espiritismo

03.10 - MEDIUNIDADE NOS ANIMAIS:
Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente ditas. Contudo, têm percepções psíquicas embrionárias, condizentes ao seu estado evolutivo, através das quais podem indiciar as entidades deliberadamente perturbadoras, com fins inferiores, para estabelecer a perplexidade naqueles que os acompanham, em determinadas circunstâncias.
O CONSOLADOR - Emmanuel - 1940
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Dentro da Teosofia, C.W.Leadbeater, em seu livro A Clarividencia, afirma existir em alguns seres primitivos (selvagens), comum na África Central, até na Europa Ocidental,  desenvolvem um tipo de clarividencia a nível etérico, espontânea, passiva e sem controle. Afirmando que a paranormalidade, está de acordo com o desenvolvimento espiritual de cada ser.
Já no caso dos animais, a paranormalidade, é a nível etérico. Um cão, um gato, ou qualquer outro animal irracional, não possui veículo físico, nem espiritual desenvolvido em suas estruturas para perceber as esferas astrais. Podem pressentir, sentir cheiros, até perceber determinados vultos etéricos, mas não enxergam espiritos, a não ser que esses espiritos se materializem. Allan Kardec no O LIVRO DOS MÉDIUNS, no ítem  236 - Capítulo 21, corrobora com essa afirmação.
Beraldo Figueiredo.

Mediunidade nos Animais:
A questão da mediunidade nos animais apareceu no tempo de Kardec e foi objeto de estudos e debates na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Tanto os Espíritos,quanto Kardec e a Sociedade Espírita consideraram o assunto como sem fundamento.
O animal pode ser considerado como o último elo da cadeia evolutiva que culmina no homem. Depois da Humanidade inicia-se um novo ciclo da evolução com a Angelitude (Reino Espiritual). Não há descontinuidade na evolução. Tudo se encadeia no Universo, como acentuou Kardec.
A teoria doutrinária da criação dos seres, isto é, a Ontogênese Espírita (do grego: onto é ser; logia é estudo) revela o processo evolutivo a partir do reino mineral até o reino hominal.

Léon Denis a divulgou numa sequência poética e naturalista: “A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e acorda no homem“. Entre cada uma dessas fases existem faixas intermediárias , nas quais o ser guarda características da fase que está deixando, incorporando-se à próxima, sem que esteja plenamente caracterizado. Assim, a teoria espírita da evolução considera o homem como um todo formado de espírito e matéria. A própria evolução á apresentada como um processo de interação entre esses dois elementos.
Cada fase, definida num dos reinos da Natureza, caracteriza-se por condições próprias, como resultantes do desenvolvimento de potencialidades dos reinos anteriores. Só nas zonas intermediárias, que marcam a passagem de uma fase para a outra, existe misturas das características anteriores com as posteriores.

Por exemplo: entre o reino vegetal e o reino animal, há a zona dos vegetais carnívoros; entre o reino animal e o reino hominal, há a zona dos antropóides. A teoria da evolução se confirma na pesquisa científica por dados evidentes e significativos.
A caracterização específica de cada reino define as possibilidades de cada um deles e limita-os em áreas de desenvolvimento próprio. A pedra não apresenta sinais de vida, embora em seu núcleo estrutural intensa atividade esteja se processando nas forças de atração; o vegetal tem vida e sensibilidade, o animal acrescenta às características da planta a mobilidade e os órgãos sensoriais específicos, com inteligência em processo de desenvolvimento. Somente no homem todas essas características dos reinos naturais se apresentam numa síntese perfeita e equilibrada, com inteligência desenvolvida, razão e pensamento contínuo e criador. Mas a mais refinada conquista da evolução, que marca o homem com o endereço do plano angélico (Reino Espiritual) é a Mediunidade. Função sem órgão, resultante de todas as funções orgânicas e psíquicas da espécie, a Mediunidade é a síntese por excelência, que consubstancia todo o processo evolutivo da Natureza. Querer atribuí-la a outras espécies que não a humana é absurdo, uma vez que mediunidade requer processo de sintonia impossível de acontecer no pensamento fragmentado do animal. Por isso, todos os que querem encontrá-la nos animais a reduzem a um sistema comum de comunicação animal, desconhecendo-lhe a essência para só encará-la através dos efeitos.
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O ponto de máximo absurdo nessa teoria da mediunidade nos animais é a aceitação de “incorporação” de espíritos humanos em animais.
As comunicações mediúnicas são possíveis somente no plano humano. A Natureza emprega os processos das formas no desenvolvimento das espécies animais e no crescimento das criaturas humanas, sempre no âmbito de cada espécie e segundo as leis das lentas variações da formação dos seres. Jamais o Espiritismo admitiu os excessos de imaginação que o fariam perder de vista as regras do bom senso e a firmeza com que avança na conquista dos mais graves conhecimentos de que a Humanidade necessita para prosseguir na sua evolução moral e espiritual.

As pesquisas parapsicológicas atuais demonstram a percepção extra-sensorial no animal que lhes permite perceber (enxergar, ouvir) vibrações de ondas não passíveis de serem captadas pelo sensório humano.
Certas faculdades dos animais são agudas como a visão na águia e no lince, a do olfato e da audição nos cães, a da direção nas aves e animais marinhos; faculdades estas desenvolvidas na medida das necessidades de sobrevivência de certas espécies.
As nossas faculdades correspondentes são menos acentuadas, porque já possuímos outros meios para aferir a realidade, usando faculdades superiores de que temos maior necessidade no campo da evolução espiritual. A percepção extra-sensorial é muito difundida no reino animal, e os espíritos incumbidos de zelar por esse reino, em certos casos podem excitar suas percepções para atender a circunstâncias especiais. Os casos de animais que se recusam a passar num trecho da estrada porque este é assombrado - segundo lendas, nada tem que ver com a mediunidade. Muitas vezes o animal se recusa porque percebeu não um espírito, mas sim a presença de uma serpente no mato.
Na Revista Espírita, Junho de 1860, pg 179, no artigo - O Espírito e o Cãozinho - é relatado o caso de um cão que percebia a presença do Espírito de seu dono, desencarnado havia pouco. É perguntado ao Espírito do rapaz por que meios o cão o reconhece, e ele responde:
“A extrema finura dos sentidos do cão”.
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Posteriormente o Espírito Charles comunica-se explicando:
“A vontade humana atinge e adverte o instinto dos animais, sobretudo dos cães, antes que algum sinal exterior o revele. Por suas fibras nervosas o cão é colocado em relação direta conosco, Espíritos, quase tanto quanto com os homens: percebe as aparições; dá-se conta da diferença existente entre elas e as coisas reais ou terrenas, e lhes tem muito medo”.
“(...) Acrescentarei que seu órgão visual é menos desenvolvido do que as suas sensações; ele vê menos do que sente; o fluido elétrico o penetra quase que habitualmente”.

Desse modo, compreendemos que o cão percebe a presença de Espíritos, não através da mediunidade, mas através da percepção peculiar acentuada e por ser, em princípio, constituído do mesmo fluido que os Espíritos.
Outros casos comentados são as aparições de animais - fantasmas. Na Revista Espírita - Maio de 1865, pg 125 a 129, é relatada a aparição de uma cachorra chamada Mika.

Será que o princípio inteligente, que deve sobreviver nos animais como no homem, possuiria, em certo grau, a faculdade de comunicação como o Espírito humano?
Posteriormente, é recebida a seguinte comunicação de um Espírito, sobre o assunto (transcrevemos parte dela):
 
“(...) Assim, a manifestação pode dar-se, mas é passageira, porque o animal para subir um degrau, necessita de um trabalho latente que aniquila, em todos, qualquer sinal exterior de vida. Esse estado é a crisálida espiritual, onde se elabora a alma, perispírito informe, não tendo nenhuma figura reprodutiva de traços (...)“.
 
“(...) que o animal, seja qual for, não pode traduzir seu pensamento pela linguagem humana, suas idéias são apenas rudimentares; para ter a possibilidade de exprimir-se como faria o Espírito de um homem, ele necessitaria ter idéias, conhecimentos e um desenvolvimento que não tem, nem pode ter. Tende, pois,como certo, que nem o cão, o gato, o burro, o cavalo ou o elefante, podem manifestar-se por via mediúnica. Os Espíritos chegados ao grau da humanidade, e só eles, podem fazê-lo, e ainda em razão do seu adiantamento porque o Espírito de um selvagem não vos poderá falar como o de um homem civilizado”.
 
As manifestações de fantasmas-animais não são naturalmente conscientes como as de criaturas humanas, mas são produzidas por entidades espirituais interessadas nessas demonstrações, seja para incentivar o maior respeito pelos animais na Terra, seja por motivos científicos.
Continuando nossa análise, recorremos aos capítulos XIX e XXII de O Livro dos Médiuns e juntos, analisemos fatores que nos permitam compreender o papel dos médiuns nas comunicações, excluindo assim a possibilidade dos animais serem médiuns.
 
O Livro dos Médiuns
• cap XIX - Papel dos Médiuns nas Comunicações;
• Cap XXII – Da Mediunidade nos animais, questão 236
”(...) que é um Médium? É o ser, é o indivíduo que serve de traço de união aos Espíritos para que estes possam comunicar-se facilmente com os homens, Espíritos encarnados. Por conseguinte, sem médium, não há comunicações tangíveis, mentais, escritas, físicas, de qualquer natureza que seja”.
“(...) os semelhantes agem através de seus semelhantes e como os seus semelhantes. Ora, quais são os semelhantes dos Espíritos, senão os Espíritos, encarnados ou não? (...) o vosso perispírito e o nosso procedem do mesmo meio, são de natureza idêntica, são, numa palavra, semelhantes. Possuem uma propriedade de assimilação mais ou menos desenvolvida, de magnetização mais ou menos vigorosa, que nos permite aos Espíritos e aos encarnados entrar facilmente em relação. Enfim, o que pertence especificamente aos médiuns, à essência mesma de sua individualidade, é uma afinidade especial, e ao mesmo tempo, uma força de expansão particular, que anulam neles toda possibilidade de rejeição, estabelecendo entre eles e nós, uma espécie de corrente ou fusão, que facilita as nossas comunicações. É, de resto, essa possibilidade de rejeição, própria da matéria, que se opõe ao desenvolvimento da mediunidade, na maior parte dos que não são médiuns”.
“(. ..) o fogo que anima os irracionais, o sopro que os faz agir, mover, e falar na linguagem que lhes é própria, não tem quanto ao presente, nenhuma aptidão para se mesclar, unir, fundir com o sopro divino, a alma etérea, o Espírito em uma palavra, que anima o ser essencialmente perfectível: o homem (...)“.

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“(...) não mediunizamos diretamente nem os animais, nem a matéria inerte. Precisamos sempre do concurso consciente ou inconsciente, de um médium humano, porque precisamos da união de fluidos similares, o que não achamos nem nos animais nem na matéria bruta”.
O Sr. T..., diz-se, magnetizou o seu cão. A que resultado chegou? Matou-o, porquanto o infeliz animal morreu, depois de haver caído numa espécie de atonia, de langor, conseqüência de sua magnetização. Com efeito, saturando de um fluido haurido numa essência superior à essência especial da sua natureza de cão, ele o esmagou, agindo sobre ele, embora mais lentamente, à semelhança do raio. Assim, não havendo nenhuma possibilidade de assimilação entre o nosso perispírito e o envoltório fluídico dos animais, propriamente ditos, nós os esmagaríamos imediatamente ao mediunizá-los.

"(...)sabeis que tiramos do cérebro do médium os elementos necessários para dar ao nosso pensamento a forma sensível e apreensível para vós. É com o auxílio dos seus próprios materiais que o médium traduz o nosso pensamento em linguagem vulgar. Pois bem: que elementos encontraríamos no cérebro de um animal? Haveria ali palavras, números, letras, alguns sinais semelhantes aos que encontramos no homem, mesmo o mais ignorante? Entretanto, direis, os animais compreendem o pensamento do homem, chegam mesmo a adivinhá-lo. Sim, os animais amestrados compreendem certos pensamentos, mas já os vistes reproduzi-los? Não. Concluí, pois, que os animais não podem servir-nos de intérpretes".

Resumindo: os fenômenos mediúnicos não podem produzir-se sem o concurso consciente ou inconsciente dos médiuns, e é somente entre os encarnados, Espíritos como nós, que encontramos os que podem servir-nos de médiuns. Quanto a ensinar cães, pássaros e outros animais, para fazerem estes ou aqueles serviços, é problema vosso e não nosso. – ERASTO”

Assim concluímos ser a Mediunidade uma faculdade natural do Espírito. Querer encontrá-la nos animais significa não entender seu mecanismo, finalidade e função, ignorando-lhe a essência para só encará-la através dos efeitos. Os principais elementos que permitem o desabrochar dessa faculdade só apareceram no homem: a sensibilidade aprimorada ao extremo das possibilidades materiais, o psiquismo requintado e sutil, a afetividade elaborada aos impulsos da transcendência, a vontade dirigida por finalidades superiores, a mente racional e perquiridora , a consciência discriminadora e analítica, o juízo disciplinador e avaliador que avalia a si mesmo, a memória arquivada nas profundezas do inconsciente, o pensamento criador e dominador do espaço e do tempo, a intuição inata de Deus como o selo vivo e atuante do Criador na criatura.


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BIBLIOGRAFIA:
1. KARDEC, Allan - O Livro dos Médiuns: 2.ed. São Paulo:FEESP, 1989 - Cap. XIX e XXII
2. KARDEC, Allan - O Livro dos Espíritos: ed. especial São Paulo:EME, 1997 - Cap. XI q. 592 a 613
3. KARDEC, Allan – Revista Espírita: Sobradinho-DF: EDICEL,
• Junho de 1860 – O Espírito e o Cãozinho
• Julho de 1861 – Papel dos médiuns nas comunicações, Erasto e Timóteo
• Agosto de 1861 – Os animais médiuns, Erasto
• Setembro de 1861 – Carta do Sr Mathieu sobre mediunidade das aves
• Maio de 1865 – Manifestação do Espírito dos animais
4. PIRES, J. Herculano - Mediunidade: 2. ed. São Paulo: PAIDÉIA, 1992 - Cap XI, Mediunidade Zoológica
 
Sinônimos:
Os médiuns, aqueles que tem o dom da mediunidade, foram chamados das mais diversas formas durante o correr da história:
Pítons, pitonisas, siblilas, profetas, videntes,  sacerdotes, oráculos, magos, bruxas, hierofantes, Rishis, feiticeiros, curandeiros, adivinhos, necromantes, etc.
Importância na História:
Eram consultados para as mais tolas decisões e muitas vezes viviam profissionalmente desse dom. Foram conselheiros de Reis e dirigentes de grupos religiosos poderosos.
Na Idade Média, muitos médiuns foram perseguidos, torturados,  queimados vivos nas fogueiras da inquisição sob a acusação de bruxaria, o exemplo mais conhecido é da guerreira francesa Joana D’arc.
Mediunidade na Bíblia:
É interessante observarmos que na própria história bíblica, história do povo hebreu, está documentada a mudança do substantivo que era usado para designar o indivíduo portador do dom da mediunidade. Inicialmente eram conhecidos como videntes. Mais tarde, aqueles que permitiam o contato do mundo físico com o mundo espiritual, foram conhecidos como profetas.
“Antigamente em Israel,todos que iam consultar Iahvéh assim diziam:Vinde vamos ter com o vidente (roêh); por que aquele que hoje se chama profeta (navi), se chamava outrora vidente(roêh).”“.
I Samuel 9,9
O termo profeta é derivado do grego prophétes que significa alguém que fala diante dos outros, no idioma hebraico o termo têm um significado mais amplo: aquele que anuncia.
Em inúmeras passagens Bíblicas os profetas dialogam com anjos, ou os vêem. Anjo no idioma hebraico tem o sentido de mensageiro. Então vemos que os profetas viam ou ouviam os mensageiros de Deus.
Isso, em linguagem contemporânea traduz-se por: médiuns que vêem ou ouvem Espíritos. Espíritos esses que, muitas vezes, são realmente mensageiros da Luz Divina, outras vezes não. São responsáveis pela transmissão, para o mundo físico, dos ensinamentos Divinos necessários à redenção da alma humana.
Na Bíblia encontramos documentados vários tipos de mediunidade, citaremos apenas alguns exemplos como ilustração. Mediunidade de audiência, Noé, Gênesis 6,13; mediunidade de clariaudiência, Abrahão, Gênesis 12; mediunidade de vidência e audiência, Agar, Gênesis 16, 7-12; mediunidade e materialização, Abrahão, Gênesis 18,1-3 e Jacob 32, 23-33; mediunidade onírica, Jacob, Gênesis 28,10-19; mediunidade de efeito físico (voz direta), Êxodo 3, 1-22.
Existe uma corrente de pensamento no meio cristão tradicional que defende a tese de que Moisés teria condenado a mediunidade ou os médiuns. Teria ainda condenado a comunicação com os Espíritos. Isso não é o que efetivamente encontramos no texto bíblico.
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Moisés saiu e disse ao povo as palavras de Iahweh. Em seguida reuniu setenta anciãos dentre o povo e os colocou ao redor da Tenda. Iahweh desceu na Nuvem.
 Falou-lhe e tomou do Espírito que repousava sobre ele e o colocou nos setenta anciãos.
Quando o Espírito repousou sobre eles, profetizaram; porém, nunca mais o fizeram.
Dois homens haviam permanecido no acampamento:
um deles se chamava Eldad e o outro Medad.
O Espírito repousou sobre eles; ainda que não tivessem vindo à Tenda, estavam entre os inscritos.
Puseram-se a profetizar no acampamento.
Um jovem correu e foi anunciar a Moisés:
 “Eis que Eldad e Medad”, disse ele, “estão profetizando no acampamento”. Josué, filho de Nun, que desde a sua infância servia a Moisés, tomou a palavra e disse: “Moisés, meu senhor, proíbe-os!”
 Respondeu-lhe Moisés:
“Estás ciumento por minha causa?
 Oxalá todo o povo de Iahweh fosse profeta, dando-lhe Iahweh o seu Espírito!”
A seguir Moisés voltou ao acampamento e com ele os anciãos de Israel.

Números 11, 24-30

Observem ainda a história bíblica abaixo transcrita:
Samuel tinha morrido.
Todo o Israel participara dos funerais, e o enterraram em Ramá, sua cidade. De outro lado, Saul tinha expulsado do país os necromantes e adivinhos.
Os filisteus se concentraram e acamparam em Sunam. Saul reuniu todo o Israel e acamparam em Gelboé.
Quando viu o acampamento dos filisteus, Saul teve medo e começou a tremer. Consultou a Javé, porém Javé não lhe respondeu, nem por sonhos, nem pela sorte, nem pelos profetas.
Então Saul disse a seus servos: "Procurem uma necromante, para que eu faça uma consulta".
Os servos responderam: "Há uma necromante em Endor".
Saul se disfarçou, vestiu roupa de outro, e à noite, acompanhado de dois homens, foi encontrar-se com a mulher.
- Saul disse a ela: "Quero que você me adivinhe o futuro, evocando os mortos.Faça aparecer a pessoa que eu lhe disser”.
- A mulher, porém, respondeu: "Você sabe o que fez Saul, expulsando do país os necromantes e adivinhos.Por que está armando uma cilada, para eu ser morta?"
- Então Saul jurou por Javé:"Pela vida de Javé
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, nenhum mal vai lhe acontecer por causa disso".
- A mulher perguntou:"Quem você quer que eu chame?"
- Saul respondeu: "Chame Samuel”.
- Quando a mulher viu Samuel aparecer, deu um grito e falou para Saul: "Por que você me enganou? Você é Saul! "
- O rei a tranqüilizou: "Não tenha medo.O que você está vendo?"
- A mulher respondeu:"Vejo um espírito subindo da terra".
- Saul perguntou: "Qual é a aparência dele?" - A mulher respondeu:"É a de um ancião que sobe, vestido com um manto".
- Então Saul compreendeu que era Samuel, e se prostrou com o rosto por terra. Samuel perguntou a Saul: "Por que você me chamou, perturbando o meu descanso?"
- Saul respondeu: "É que estou em situação desesperadora:os filisteus estão guerreando contra mim.Deus se afastou de mim e não me responde mais, nem pelos profetas, nem por sonhos.Por isso, eu vim chamar você, para que me diga o que devo fazer”.
- Samuel respondeu: "Por que você veio me consultar, se Javé se afastou de você e se tornou seu inimigo? Javé fez com você o que já lhe foi anunciado por mim: tirou de você a realeza e a entregou para Davi. Porque você não obedeceu a Javé e não executou o ardor da ira dele contra Amalec.É por isso que Javé hoje trata você desse modo.E Javé vai entregar aos filisteus tanto você, como seu povo Israel. Amanhã mesmo, você e seus filhos estarão comigo, e o acampamento de Israel também: Javé o entregará nas mãos dos filisteus”.

I Samuel 28,7-17

Alegam os mesmos cristãos tradicionais que o senhor determinou que Saul fosse morto por ter consultado a pitonisa. Não é o que o texto claramente afirma. Neste texto o Espírito de Samuel deixa claro que Saul foi morto por não ter obedecido a ordem divina de executar Amalec.
 Eclesiástico é um dos livros que não foram aceitos pelos reformistas, por isso consta apenas das Bíblias católicas. Neste livro, no capítulo 46, versículo 23,  encontramos a confirmação de que efetivamente Samuel se manifestou naquela oportunidade, como Espírito, vindo das “profundezas da terra”. O texto bíblico vai além disso, ele comprova e ressalta a importância do fato que a predição do Espírito Samuel foi cumprida.
Mesmo Depois de morrer Samuel profetizou,anunciou ao rei o seu fim;Do seio da terra ele elevou a sua voz para profetizar, para apagar a iniqüidade do povo.
Eclesiástico 46,23
Outras traduções assim traduzem o mesmo versículo:
Depois disso, adormeceu e apareceu ao rei, e lhe mostrou seu fim (próximo); levantou a sua voz do seio da terra para profetizar a destruição da impiedade do povo.
Eclesiástico 46,23.
 
Nesta época os hebreus criam que os espíritos habitavam as profundezas da terra, o sheol, que algumas vezes foi traduzido como inferno, por isso usavam a expressão: fazer subir.
O rigor e a disciplina exigidos de um médium, para que este seja capaz de manter-se em sintonia com as esferas superiores, permanentemente ocupadas com o exercício do bem, foram bem exemplificados pelo Mestre Jesus. Especialmente, no episódio da transfiguração, quando ele recebeu apoio e orientação dos Espíritos de Elias e Moisés. O recolhimento, o respeito e a prece foram os recursos usados pelo mestre para contatar os profetas já desencarnados.
Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro,  os irmãos Tiago e João, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. E se transfigurou diante deles:o seu rosto brilhou como o sol,  e as suas roupas ficaram brancas como a luz.
Nisso lhes apareceram Moisés e Elias, conversando com Jesus. Então Pedro tomou a palavra, e disse a Jesus: "Senhor, é bom ficarmos aqui. Se quiseres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias."
 Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra,  e da nuvem saiu uma voz que dizia:
 "Este é o meu Filho amado, que muito me agrada.Escutem o que ele diz."
- Quando ouviram isso, os discípulos ficaram muito assustados,  e caíram com o rosto por terra. Jesus se aproximou, tocou neles e disse:
"Levantem-se, e não tenham medo. "  - Os discípulos ergueram os olhos,  e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. Ao descerem da montanha, Jesus ordenou-lhes:
"Não contem a ninguém essa visão, até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos".
Mateus 17,1-9
Outro trecho que é impressionante pela clareza com que se refere á mediunidade é o alerta de João, em sua primeira Epístola, trata-se de uma advertência extremamente importante e atual.
Amados, não creiais a todo Espírito, mas provai se os espíritos são de Deus porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.
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João, I Epístola 4,1

Muitos outros exemplos de mediunidade profética e de cura são encontrados tanto no Novo quanto no Velho Testamento. Entre os ensinamentos de cristo encontramos o estímulo para a prática responsável e caridosa da mediunidade.
O livro, “Atos dos Apóstolos” que relata a história do Cristianismo primitivo, têm inúmeras passagens referentes aos fenômenos mediúnicos, a mais clara e espetacular delas relata o dia de Pentecostes.
E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo,as quais pousaram sobre cada um deles.E todos foram cheios do Espírito Santo,  e começaram a falar noutras línguas,  conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
 Atos dos apóstolos 1,3-4.
No capítulo 6 de Atos dos Apóstolos, versículo 8, Estevão é descrito como cheio de fé e poder. E por isso, fazia prodígios diante do povo.
A libertação de Pedro da prisão é organizada por um Anjo do Senhor que nada mais é que um espírito superior materializado. Ele o conduz pelos obstáculos e pelos guardas sem que haja qualquer dificuldade. Chega a libertá-lo das correntes que o prendiam. A clareza deste trecho é emocionante.
 
E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro na ilharga, o despertou, dizendo:Levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias.
Atos dos Apóstolos12, 7
Como nosso tempo é curto somos obrigados a encerrar esse estudo. A análise de outros trechos das escrituras seria muito engrandecedora, pois reforçaria os exemplos citados neste breve resumo e nos faria admirar ainda mais a sabedoria e as revelações contidas em relatos tão antigos.
Podemos concluir que só não admitem como mediunidade os fenômenos descritos acima, aqueles que se recusam a aceitar que um vocábulo novo pode ter um significado mais preciso para descrição de um fato ou objeto. Esse novo vocábulo, criado por Allan Kardec, descreve perfeitamente o que aconteceu nos tempos bíblicos e o que continua acontecendo.
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As revelações não foram suspensas. A misericórdia Divina continua existindo e nos confortando através das mensagens que chegam do além, por intermédio dos profetas modernos, os médiuns.
O conhecimento atual permite que desmistifiquemos o papel desses intermediários e que os vejamos como são realmente. Humanos, falíveis, dotados de um dom que pode ser usado adequadamente ou pode ser desperdiçado no exercício da leviandade. Assim, não corremos o risco de nos iludirmos com falsas mensagens. As mensagens de origem Divina são sempre brandas, úteis e benéficas. A razão é o instrumento a ser usado nessa crítica.
Autora: Giselle Fachetti Machado.

Segundo a doutrina espírita, a psicografia seria uma das múltiplas possibilidades de expressão mediúnica existentes. Allan Kardec classificou-a como um tipo de manifestação inteligente, por consistir na comunicação discursiva escrita de uma suposta entidade sobrenatural ou espírito, por intermédio de um homem.

O mecanismo de funcionamento da psicografia, ainda segundo Kardec, pode ser consciente, semi-mecânico ou mecânico, a depender do grau de consciência do médium durante o processo de escrita.
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No primeiro caso, o menos passível de validação experimental, o médium tem plena consciência daquilo que escreve, apesar de não reconhecer em si a autoria das idéias contidas no texto. Tem a capacidade de influir nos escritos, evitando informações que lhe pareçam inconvenientes ou formas de se expressar inadequadas.

No segundo, o médium poderia até estar consciente da ocorrência do fenômeno, perceber o influxo de idéias, mas seria incapaz de influenciar o texto, que basicamente lhe escorreria das mãos. O impulso de escrita é mais forte do que sua vontade de parar ou conduzir voluntariamente o processo.

No terceiro caso, o mais adequado para uma averiguação experimental controlada, o médium poderia escrever sem sequer se dar conta do que está fazendo, incluindo-se aí a possibilidade de conversar com interlocutores sobre determinado tema enquanto psicografa um texto completamente alheio ao assunto em pauta[carece de fontes?]. Isso porque, segundo Kardec, esses médiuns permitiriam ao espírito agir diretamente sobre sua mão ou seu braço, sem recorrer à mente.

Além da doutrina espírita, há várias correntes místicas e religiosas que admitem a possibilidade da ocorrência desse fenómeno, como a Umbanda e a Teosofia.

Entre os textos ditos psicografados encontram-se obras atribuídas a autores conhecidos — uns adeptos, em vida, de doutrinas compatíveis com esta prática, como Allan Kardec ou Arthur Conan Doyle, outros nem tanto, como Camilo Castelo Branco ou Albert Einstein.

A psicografia nos tribunais:
No Brasil, em alguns casos, a psicografia foi utilizada como prova em tribunal. Um dos casos mais recentes registrou-se em maio de 2006, em Porto Alegre (RS), tendo a ré, Iara Marques Barcelos sido inocentada do assassinato do ex-amante, Ercy da Silva Cardoso, graças a uma carta que teria sido ditada pelo falecido. Mais recentemente, em 17 de maio de 2007, o julgamento do réu, Milton dos Santos, pelo assassinato de Paulo Roberto Pires (o "Paulinho do Estacionamento") em abril de 1997, foi suspenso devido a uma carta recebida pelo médium Rogério Leite em uma sessão espírita realizada em 2004, na qual Paulinho inocenta o acusado. Fotografias da sessão espírita foram anexadas aos autos do processo.

No entanto, o advogado Roberto Selva da Silva Maia indicou em um artigo[2] que os documentos psicografados podem ser aceitos no tribunal como documento particular, mas não como prova judicial. Isso se dá porque a lei estabelece que a morte extingue a personalidade humana, logo um morto não poderia gerar documento legal. Segundo, a psicografia depende da aceitação de premissas religiosas, e o judiciário não é religioso visto que nosso estado é laico e, por fim, não haveria forma de se usufruir do princípio do contraditório e da ampla defesa .

Bibliografia:
AMORIM, Deolindo. Espiritismo e Criminologia. Rio de Janeiro: CELD, . 224p.
NOBRE, Freitas. O Crime, a Psicografia e os Transplantes.
PARANHOS, Adalberto. O Espírita diante da Lei.
TIMPONI, Miguel. A Psicografia ante os Tribunais (5a. ed.). Rio de Janeiro: FEB, 1978.

Psicofonia (do grego psyké, alma e phoné, som, voz), de acordo com a Doutrina Espírita, é o fenômeno mediúnico no qual um espírito se comunica através da voz de um médium.

A Doutrina Espírita identifica duas classe principais de psicofonia:

a consciente - quando o médium afirma ter percebido mentalmente ou escutado uma fala proveniente de um espírito que desejava se comunicar, tendo-a reproduzido com o seu aparelho fonador;

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e inconsciente ou sonambúlica - quando o médium afirma não saber o que disse, fazendo entender, neste caso, que o espírito comunicante ter-se-ia utilizado diretamente de seu aparelho fonador, por estar ele, médium, inconsciente.
Como se verifica em toda classificação espírita, esta deve ser entendida como didática, sabendo-se haver uma diversidade de nuances entre uma e outra classe.

Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns chama os médiuns psicofônicos inconscientes de médiuns falantes.
 
fonte: Wikipedia
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