O BLOG É FEITO DE RELATOS ENVIADO PELOS OS LEITORES ,NÃO SABEMOS FAZER NENHUM TIPO DE RITUAL ,
SOMOS APENAS BLOGUEIROS
E POSTAMOS OS RELATOS AQUI.
O EMAIL É APENAS PARA QUEM QUEIRA ENVIA O SEU RELATO PARA SER POSTADO ,
OBRIGADA PELA ATENÇÃO
-------------
MOTHMAN – O Homem Mariposa
Será
que uma criatura alienígena apareceu na Virginia Ocidental? Este nome
foi dado a uma criatura que alegadamente apareceu em Point Pleasant,
área da Virginia Ocidental. Os avistamentos ocorreram em meados de
novembro de 1966 a meados de dezembro de 1967, o que faz de 1996 o
trigésimo aniversário do aparecimento da criatura. Poderia ela ser um
alienígena deixado por um UFO? Uma estranheza da natureza? Algum tipo
de ave mal identificada? Ou foi simplesmente uma farsa bem preparada?
Infelizmente
não existem fotografias da criatura – exatamente como um filme de
monstro mal estraga a câmera ou o filme não é exposto apropriadamente.
Segundo as narrativas das testemunhas oculares, Mothman fica de pé
[bípede] mais alto do que um homem, de altura entre 1.82 metros e 2.13
metros, talvez mais alto. Suas características mais proeminentes são as
enormes asas sem penas cuja envergadura é de aproximadamente três
metros; até mesmo mais não usual são os enormes olhos vermelhos
brilhantes em uma face geralmente sem feições. Algumas testemunhas
oculares foram incapazes de se recordar de terem visto uma cabeça;
estes relatos afirmam que os olhos estavam realmente na área dos
ombros, onde um pescoço e a cabeça deviam estar. Poucos, se algum,
podem se lembrar de detalhes sobre a presença ou tipo de pés que a
criatura possuia. As testemunhas oculares alegaram que o Mothman podia
voar sem bater as asas e podia alcançar a velocidade de um autmóvel que
tentava fugir a 100 milhas por hora. A criatura nunca foi vista bater
as asas quando se elevava do solo – ela evidentemente era capaz de se
elevar e flutuar acima da superfície da terra com pouco ou nenhum
esforço, não fazendo qualquer som ou barulho.

Um
mapa e uma descrição da área onde foi pela primeira avistada a
criatura foi na Usina de Energia Elétrica de Ordnance Works North da
Virginia Ocidental por dois casais que passeavam em meados de novembro
de 1966. Este usina foi criada durante a segunda guerra mundial para
fornecer TNT para o esforço de guerra dos EUA. Localizada a
aproximadamente seis milhas ao norte de Point Pleasant, na Virginia
Ocidental, a área agora serve como uma área pública para caça e pesca e é
conhecieda localmente como “a área TNT” ou apenas “TNT.” Construida
durante a guerra, a usina era ostensivamente preparada para evitar um
possível ataque japonês ou alemão. O armazenamento de explosivos
perigosos foi realizado por uma série de bunkers de concreto construidos
sobre o solo. Estes bunkers, ou “iglus,” eram enormes estruturas de
concreto em forma de domos, cobertas com um pé ou mais de terra e
espaçados em um padrão de grade para reduzir as chances de todos os
iglus serem destruídos em uma reação em cadeia de uma bomba inimiga. A
porta em cada iglu é sólida e de um pé de espessura. A cobertura de
terra também servia como camuflagem já que a grama pôde crescer sobre o
inteiro complexo embora do ar a instalação deve ter parecido estranha.
Foram construídas usinas elétricas gêmeas para fornecer energia para a
istalação manufatureira. Uma série de bunkers subterrâneos, túneis e
esgotos tambem ligavam o inteiro complexo. Algum tempo depois da guerra,
as plantas do layout da fábrica foram destruídas em um ato de típica
eficiência de Washington, DC. A fábrica deixou de operar em 1945. Os
iglus mais tarde foram usados para armazenamento de explosivos
comerciais [talvez ainda sejam] e há rumores que isto tenha nos níveis
inferiores resíduos nucleares. Virtualmente todos os iglus são fechados e
inacessíveis, a menos que alguém que tenha transpassado e tente abrir;
e isto não é aconselhável e potencialmente muito perigoso, até mesmo
um risco de vida, por causa das cobras, ratos, gambás, possivel resíduo
nuclear, explosivos [e mais tarde resíduo de explosivos mais perigosos
do que o TNT] mais os resíduos industriais das usinas até hoje. Na
década de 1980 algumas camaradas estavam pescando em um dos designados
lagos de pesca quando perceberam um líquido vermelho borbulhando para a
superfície. Isto mostrou ser um composto de tolueno. Testes
subsequentes determinaram que a área é dos lugares mais poluídos nos
EUA. Ele tem seu lugar garantido no “Top 10 Superfundo para Limpeza”.
Durante a operação da fábrica os produtos residuais eram permitidos
serem depositados em reservatórios para “evaporação”; estes poços eram
cavados sob a vegetação que eventualmente cresciam novamente. Esta
ação, acoplado com os possíveis esgotos, levaram a um envenenamento da
área. Os Corpos do Exército estão ocupados remediando o local; o
monitoramento perpétuo e permanente da água do solo será necesário
agora e até para sempre! Os lagos afetados tem sido drenados, encapados
com uma cobertura de revestimento interno e poços de monitoramentos
tem sido instalados. Por causa da destruição das plantas da fábrica, os
Corpos do Exército tem tido que anunciar publicamente por informação
de qualquer um com experiência de trabalho na fábrica. Isto foi feito
para tentar e recuperar alguma informação sobre os locais dos esgotos e
dos túneis. É desconhecido se todas as instalações remanescentes serão
encontradas.

Mais
ocorrências não usuais ao redor de Point Pleasant, Virginia Ocidental.
Point Pleasant tem visto sua parte de enchentes e incêndios
devastadores; alguns atribuem isto a uma praga durante a agonia do
antigo chefe Shawnee, Cornstalk. Em 10 de outubro de 1774 uma grande
batalha aconteceu entre os homens da milícia da Virginia liderados por
Andrew Lewis, e uma confederação multi-tribal liderada pelo guerreiro
Shawnee, Cornstalk; esta batalha aconteceu na confluência dos rios
Kanawha e Ohio, mais tarde incorporados em 1794 como a cidade de Point
Pleasant. Os homens tribais nativo-americanos foram enganados pelo
governador da Virginia [leal aos britânicos], Lord Dunmore, para
acreditarem que os homens da milícia estavam vindo para assinar um
tratado de paz. A confederação sofreu uma maciça derrota e nunca voltou a
área para lutar novamente; os homens da milícia também sofreram
pesadas baixas. O intento de Dunmore era desviar a atenção dos
colonialistas para longe da independência da Bretanha ao estimular o
ódio entre os colonos e os nativo-americanos. Por causa dos interesses
britânicos na batalha, alguns tem declarado que esta batalha foi a
primeira da revolução americana; os detratores rotulam esta batalha
como a última das guerras de fronteira com os índios. Depois da derrota
de Cornstalk como resultado de uma emboscada, ele relatadamente com
sua respiração agonizante amaldiçoou a área por 200 anos. Suas palavras
despertam muita discussão depois de cada ocorrência desafortunada na
cidade durante este período, incluindo enchentes e incêndios severos
que pareceram praguear o centro da cidade durante anos, além da
situação de refém covarde e assassina da Côrte do Condado de Mason em
1976. O desastre do desabamento da Ponte Silver em 15 de dezembro de
1967 que atingiu o Rio Ohio entre Point Pleasant e Kanauga, Ohio; 46
pessoas morreram na tragédia. Os viajantes da hora do rush estavam indo
em suas vidas diárias, se preparando para os feriados do Natal quando a
estrutura desabou sobre eles. A ponte foi construída em 1928 como uma
ponte suspensa significando que tinha cabos como aqueles encontrados na
ponte Golden Gate. Nos meses depois do desabamento, as peças da ponte
foram recuperadas e postas como um grande quebra-cabeças em um campo
exatamente ao sul de Point Pleasant; tudo, menos o leito da estrada foi
recuperado. A análise final realizada pelo Departamento de Transportes
dos EUA disse que a falha foi no pino 13 da barra reta sobre o lado
norte da ponte e a oeste da torre de Ohio, tinha falhado e feito a
cadeia de barra reta cair sob a rodovia. A cadeia de barra reta rio
abaixo ao sul foi incapaz de suportar o peso da inteira estrutura o que
resultou na falha completa e imediata. Levando a rota 35 dos EUA
naquele tempo, a ponte tinha duas estruturas gêmeas: uma exatamente no
rio acima em St. Marys, Virginia Ocidental e uma no Brasil. A de St.
Mary foi imeditamente fechada, destruída e substituida. Em 1969, uma
nova ponte foi completada exatamente ao sul de Point Pleasant e a Rota
35 foi relocada para o lado sul do Rio Kanawha, seguindo o caminho da
antiga Rota Estadual 17. A antiga Rota 35 foi renomeada Rota Estadual
62.

MOTHMAN e o Fator C.U.T.E.
de Robert A. Goerman
Relatos
de testemunhas oculares, realmente de mais de cem pessoas, de novembro
de 1966 a dezembro de 1967, descreveram uma criatura alada que
permanecia em pé, mais alta e mais larga que um homem, andando com
pernas de aparência humana, decolando reto como um helicóptero, caçando
carros, e emitindo sons de zumbido e guinchos. Os olhos vermelhos
brilhantes, colocados nos ombros, pareciam ainda mais aterrorizantes do
que o tamanho da criatura ou a envergadura de três metros de suas asas.
Os
incidentes começaram em 15 de novembro de 1966. As 11:30 p.m., um
clássico chevrolet 1957 dirigia vagarosamente ao redor de uma área
abandonada da segunda guerra mundial, conhecida localmente como área
TNT, a seis milhas ao norte de Point Pleasant, Virginia Ocidental.
O
fácil acesso e o isolamento desta área de TNT a tornaram um lugar
popular para a juventude local. Dentro do chevrolet 1957 estavam dois
jovens casais casados, Roger, 18, e Linda Scarberry e Steve, 20, e Mary
Mallette. Eles estavam procurando amigos que também podiam estar fora
naquela noite. A busca deles fez uma pausa na Usina de Energia Norte.
“Era
a forma de um homem, mas muito maior. Talvez de 1.90 a 2.13 metros de
altura. E ele tinha grandes asas dobradas em suas costas”, disse Roger
Scarberry.
“Mas foram os olhos que nos atrairam. Isto
tinha dois olhos como faróis de um carro”, acrescentou Linda Scarberry.
“Eles eram hipnóticos. Por um minuto, apenas podiamos encara-los. Não
podia tirar meus olhos disso.”
Roger Scarberry, que
estava dirigindo, pisou no acelerador e fugiu, dizendo que a um ponto o
chevrolet tenha alcançado cem milhas por hora. Para horror de todo
mundo, a criatura abriu as asas e voou atrás do carro. Ela não parecia
bater as asas e a envergadura era de uns três metros.
A criatura seguiu o carro deles até os limites da cidade de Point Pleasant antes de parar a perseguição.
Os casais aterrorizados relataram a experiência deles ao Xerife substituto Millard Halstead.
Linda estava em um tal estado que foi levada a um hospital.
O
Xerife do condado de Mason George Johnson chamou uma conferência de
imprensa no dia seguinte. Os repórteres entrevistaram todas as
testemunhas. A história foi captada pelos serviços de cabo. Um homem do
notíciário apelidou a criatura de “Mothman.”
Os céus
ajudem os inocentes que se deparam com monstros. Muitos cultos homens
de ciência apenas sabem que estes fenômenos estão relacionados a
delírios ou uso de álcool. O autor rotula esta reação perpétua de Fator
da Necessidade Compulsiva de Explicar (C.U.T.E.). A despeito do
acrônimo, isto não é bonito.
Embora o Xerife do condado
de Mason George Johnson admitisse que as testemunhas tinham “visto
algo” incomum o suficiente para aterroriza-las, ele rapidamente
teorizou [sem o menor traço de evidência] que isto possa ter sido um
“Shitepoke” exagerado, possivelmente uma estranheza da natureza.”
Segundo
a história do “Point Pleasant Register” da quinta-feira, 17 de
novembro de 1966: “Este pássaro é também conhecido como um Shagpoke’ e
realmente é uma grande ave com pernas finas e estreitas, asas longas e
amplas, pés membranosos e vive perto da água e faz um barulho
rouquenho,’ eles dizem. A ave… é algumas vezes referida como uma garça
verde que descansa de dia e se alimenta de noite.”
Uma
outra divulgação da United Press International, com data e local de
Point Pleasant, esclareceu as coisas: “Johnson disse que ele sente que
seja o que for que alguém viu nada mais é que um ’estranho shitepoke,’
um grande pássaro da família das garças. O shitepoke, ou corvo marinho
como ele algumas vezes é conhecido, é a menor garça do hemisfério
ocidental”.

Vamos
estabelecer o registro direto. Estes “especialistas” estão confundindo
duas aves inteiramente diferentes. A Graça Verde é o anão da família
das garças geralmente diurnas, medindo terríveis até meio metro de
comprimento. A Graça noturna Negra Coroada é o suspeito noturno a que
estão se referindo estes “especialistas”. Ela é descrito como tendo uma
constituição pesada, com um capacete preto e as costas e a barriga
branca, asas de um cinza pálido, e olhos vermelhos que não piscam e que
brilham como brasas esmaecidas. Seu nome científico, Nycticorax,
significa “corvo da noite.” e em muitos lugares, esta garça noturna é
conhecida como ” squawk” por causa de seu grito curto e rouquenho.
Aborde esta ave tímida e ela escapole com um frenético bater de asas e
seus gritos rouquenhos. A garça noturna negra coroada mede no máximo
setenta centimetros de comprimento. Uma coisa muito distante de algo tão
“maior do que um homem” no livro de qualquer um.
Ralph
Turner, um professor de jornalismo e comunicações de massa da
Universidade Marshall, era um repórter do The Herald-Dispatch
(Huntingdon, Virginia Ocidental) quando apareceu a história do Mothman.
Ele veio com a brilhante idéia que um repórter deve passar a noite na
área TNT onde pela primeira vez foi relatado o Mothman. o editor da
cidade Bill Wild concordou com o plano e entregou a história para Turner
e o repórter/fotógrafo Mike Hoback.
“Lembro-me de
falar com as pessoas nas primeiras horas da manhã”, disse Turner.
“Também me lembro de me sentir frio e úmido e ligeiramente tolo. Isto
não era uma “coisa quente” naquele tempo, Turner explicou. “Não sei se
muitas pessoas pensavam nisso seriamente, mas era uma boa peça de
conversa. Queríamos levar isto a alguma conclusão. Realmente nunca
acreditei que houvese algo como o Mothman.” Turner confessou.

Quatro
dias depois do avistamento inicial do Mothman em 15 de novembro de
1966, seu artigo de notícias começou: “o caso do monstro do condado de
Mason pode ter sido resolvido sexta-feira por um professor da
Universidade da Virginia Ocidental. O Dr. Robert L. Smith, professor
associado de biologia da vida selvagem na divisão da universidade de
florestas, disse ao Xerife de Mason George Johnson em Point Pleasant que
ele acredita que a “coisa” que tem estado assustando pessoas na área
de Point Pleasant desde terça-feira é uma grande ave que fez uma parada
enquanto migra para o sul. ‘De todas as descrições que tenho lido
sobre esta “COISA’ isto combina perfeitamente com o grou-canadense”,
disse o professor Smith. “Acredito definitivamente que isto é o que
estas pessoas estão vendo”.
Duane Pursley, biólogo de
vida selvagem e gerente da Estação de Vida Selvagem McClintic disse que
ele não acredita que uma ave grande, se ela existiu, estivesse na área
com toda a comoção de centenas de pessoas procurando por ela. Ele
sugeriu que talvez a ‘coisa”, grou, ou seja o que for que as pessoas
relataram terem visto, não era tão grande como elas pensaram em sua
excitação. ‘Temos montes de gansos canadenses por aqui durante os
períodos de migração”.
Um recorte do “The Athens (Ohio)
Messenger” terminou um relato de má vontade sobre o Mothman com “um
número de caçadores tem relatado ter visto corujas, maiores que do
tamanho normal, na área do condado de Mason.”
“Coruja?
Ganso? Brincadeira: Ou Faça Sua Escolha” diz uma outra manchete do The
Herald-Dispatch. Ele elaborou, “A despeito da confusão, os relatos são
divertidos, disse hoje um assistente do xerife. Ele disse que quase
todo mundo tinha expressado sua opinião sobre o que eles acreditavam
que as pessoas realmente viram. Elas incluiam: uma grande coruja, um
ganso migrante e garotos pregando peças com algum tipo de aparelho
falsificado.”
Edward Pritchard, conselheiro do Clube de
Interesse em Ciências na Escola Secundária de Proctorville , disse aos
repórteres dos jornais que o Mothman podia apenas ser um dos balões
atmosféricos liberados pelos estudantes dele. “Os ventos prevalecentes
os levariam sobre o condado de Mason”, riu Pritchard . “A luz pega
estas coisas em ângulos estranhos e a imaginação faz o resto.”
“Autoridades
aqui tem concluido que o chamado monstro do condado de Mason era uma
grande ave de algum tipo…” relatou o “The Herald-Dispatch”, esperando
colocar um fim nisto.
Certamente é tempo de colocar um fim nesta falta de lógica.
Nunca
este autor até mesmo momentaneamente confundiria uma marmota ereta com
um Sasquatch ou uma Grande Garça Azul com algum ameaçador pterodactito
ou com o pássaro do trovão.
Muitos anos de experiência
pessoal ditam o reconhecimento de pequenas e fugidias criaturas
[raposas, coelhos, gambás, racuns] brevemente entrando nos raios do
farol do carro e isso nem toma mais que um esforço muito pequeno. Até
mesmo dirigindo ao longo de mais de cinquenta milhas por hora, a
identificação animal é mais fácil ainda com espécies maiores, como
cervos e ursos.
Algumas dessas testemunhas oculares deram uma boa olhada no Mothman.
Uma
das famílias vivendo na desolada área TNT era a Ralph Thomas. Por
volta das 9:00 p.m., 16 de novembro de 1966, Mr. Raymond Wamsley, 19, e
Mrs. Cathy Wamsley, 18, com Mrs. Marcella Bennett, 21, levando sua
jovem filha estavam terminando uma visita social e andavam de volta
para seu carro quando foram perturbadas por algo muito perto delas na
propriedade de Thomas ao longo da Estrada White Church
“Isto
se levantou vagarosamente do solo. Uma coisa grande e cinza. Maior que
um homem, com terríveis olhos vermelhos brilhantes”, relatou Marcella
Bennett, que gritou e tomada pelo pânico deixou cair seu bebê e caiu no
chão em choque. Na medida em que a criatura desdobrava suas asas,
Raymond Wamsley agarrou a criança e orientou as testemunhas a correrem
de volta para a segurança da casa, onde elas foram deixadas entrar por
Ricky Thomas, 15, e as irmãs Connie e Vickie. A figura arrastou-se
atrás deles, chegando a entrada e espiando pela janela. Eles chamaram a
polícia, mas a criatura tinha desaparecido quando a polícia chegou.
Marcella Bennett estava tão traumatizada que precisou de atenção
médica. Convidando a ridicularização e a zombaria, estas testemunhas
oculares contaram a todo mundo o que viram.
O que elas
encontraram não era algum grou canadense de pernas finas, visto como um
dos mais cautelosos pássaros da vida selvagem americana.
“Maior que um homem… olhos vermelhos que brilhavam como fogo quando as luzes os atingiam… asas enormes.”
Que gansos canadenses!
Até
mesmo décadas mais tarde, pessoas supostamente inteligentes e educadas
ainda sugerem explicações completamente ridículas para o inexplicável.
Uma tal “explicação lógica” foi recentemente oferecida: ´
Os clássicos avistamentos do Mothman foram inspirados por uma comum coruja de celeiro.
A
Coruja de Celeiro (também conhecida variadamente como “Coruja
Branca,” “Coruja Fantasma,” “Coruja Espírito,” “Coruja Dourada,” e
“Cujua Cara de Macaco”) é facilmente reconhecida. Estas espécies
distintas de corujas chegam ao comprimento de meio metro com uma
envergadura de 1,10 metro. Pesa por volta de uma libra. As fêmeas são
maiores do que os machos. Ela tem longas pernas emplumadas e fazem um
assovio irritante e alto, muito mais que uma buzina. Ele chega a ter 40
centimetros de altura.
40 centímetros altura mal alcança os joelhos da maioria das pessoas.
O Encontro com o Homem-Mariposa [Mothman]
uma criatura desconhecida que aterroriza dois jovens em um campo de milho da Virginia
de Stephen Wagner
Em
meados da década de 1960, uma criatura misteriosa que se tornou
conhecida como Mothman assustou os residentes ao redor da cidade de
Point Pleasant, Virginia Ocidental. Descrita como tendo grandes olhos
vermelhos e asas enormes e silenciosas, a criatura tem se tornado uma
lenda na área, e os avistamentos são declarados até hoje. No verão de
2005, Matt e sua meio-irmã encontraram algo desconhecido e eles
supuseram que fosse o monstro Mothman. Esta é a história de Matt:
Minha
meia-irmã Lynn e eu estávamos visitando os avós dela na Virginia. A
casa dos avós dela é no interior com um campo de milho de 20 acres
próximo a ela. Aproximadamente a 50 jardas por trás da casa ficam milhas
de floresta.
Na primeira noite que estávamos lá,
desfaziamos as malas e ficavamos prontos para dormir. Havia uma cama
beliche no quarto de hóspedes que nossos irmãos mais novos iriam
dormir. Havia um sofá e uma cama de puxar na sala de estar, que eu e
Lynn decidimos dormir lá. Ficamos trocando os canais da televisão e
chegamos a um show de lendas urbanas nos EUA. Já que minha meia irmã e
eu sempre estivemos interessados em acontecimentos paranormais,
decidimos assistir por alguns minutos. Era algo sobre uma criatura
chamada “Mothman.” Segundo o show, os avistamentos do Mothman eram
ditos ocorrerem principalmente na Virginia (onde nós estávamos) e no
Kentucky. Assim minha meia irmã e eu nos olhamos de queixo caido porque
sempre pareciamos acreditar neste tipo de coisas.
Na
manhã seguinte, estavamos brincando por lá com uma bola de futebol.
Minha irmã é de um time de futebol e ele leva sua bola onde quer que vá.
Ela apontou a bola para o campo de milho.
“Oops,” ela sorriu.
Procuramos
por horas e horas mas não pudemos encontrar a bola, não importa o
quanto procuramos. Minha irmã estava muito desapontada porque era sua
bola favorita.
Algo devolve a bola
Na
noite seguinte, Lynn, nossos irmãos e eu estávamos asistindo televisão
na sala de estar. Repentinamente, ouvimos uma tremenda queda no teto
da casa. Nós todos gritamos de medo e nos lançamos sob o esconderijo
das cobertas da cama. Então ouvimos passos; passos altos, como se algo
anormalmente grande estivesse andando sobre nosso teto. Nossos pais
vieram com olhos assustados e perguntaram se nós tinhamos deixado cair
alguma coisa, mas gelaram quando eles também ouviram os passos no
telhado. .
Meu padrasto foi até a janela e olhou para o
campo de milho que por alguma razão parecia particularmente sinistro
naquela noite. Enquanto ele olhava, ele viu a bola de minha irmã cair
do telhado!
Ele olhou para baixo, agora sabendo bem
porque ela tinha caido tão rapidamente. Ele correu lá para fora e
trouxe a bola para dentro. Minha irmã agarrou a bola, rindo feliz por
te-la de volta. Meu padrasto e minha mãe voltaram para o outro quarto
depois de nos darem boa noite.
Repetinamente, minha
irmã olhou a bola e ficou zangada. Furiosa, ela gritou, “olhe!”. Todos
olhamos e vimos quatro furos perfeitamente redondos nela. Dois muitos
grandes aproximadamente do tamanho de um quarto e meio de uma polegada e
os dois menores do tamanho da moeda de dez centavos de dólar. Isto me
deu arrepios. E subitamente tive uma lembrança do show que haviamos
assistido na noite passada.
Olhei para Josh e Ashley
(nossos irmãos mais novos) e disse a eles para sairem da sala. Eles
sairam reclamando. Olhei para Lynn e disse: “não pode ter sido o
Mothman?”
Ela fez um muchocho e disse, “não seja tolo”
Nada
mais de peculiar aconteceu naquela noite. Mas coisas mais estranhas
ainda viriam. Por uma semana, as coisas foram pacíficas. Pela próxima
quinta e sexta-feiras todos já tinhamos esquecido o inteiro incidente
com a bola de futebol. De manhã, acordamos, tomamos café, lavamos os
pratos e fomos passear no campo de milho.
Depois de
andar por uns quinze minutos, começamos a ouvir barulhos farfalhantes
nas plantações de milho vizinhas. Olhamos um para o outro, intrigados.
Dentro de mais uns poucos segundos, ouvimos um som guinchante e de
raspagem, de alguma forma similar a unhas em um quadro negro. Ficamos
de joelhos, cobrindo os ouvidos. Depois que isto parou, Lynn estava tão
assustada que as lágrimas corriam pelo rosto dela. Ele dizia em
pãnico, “temos que voltar”.
Ouvimos o barulho começar
novamente e ela gritou e caimos novamente de joelhos. O barulho parecia
vir de cima de nós, e antes que qualquer um de nós tivesse tempo para
pensar duas vezes sobre isso, olhamos para cima e vimos algo se lançar
nos ultrapassando, rápido como um flash. Estado de joelhos em um campo
de milho, não demos uma boa olhada nisso. Isto tinha que ter tido um
comprimento de asas de ao menos dez pés [três metros]! Mais tarde ambos
concordamos que isto tinha uma figura de tipo humano e asas enormes.
Enquanto
corriamos de volta para casa, encontramos um bebê cervo, mal vivo. Nos
inclinamos mais perto do cervo e repentinamente Lynn gritou “oh, meus
Deus!” e ficou pálida. Eu perguntei o que era e olhei para onde ela
estava apontando e vi quatro buracos perfeitamente redondos na barriga
do cervo, exatamente iguais aos buracos na bola de Lynn.
Corremos
de volta para casa e contamos a história para nossa família. Eles não
acreditaram em nós. E provavelmente nunca acreditarão. Mas penso que
tudo isso foi real demais para que não acreditemos e isto ainda
assombra a mim e a Lynn desde aquele dia.
Fonte:CONSPIRE ASSIM