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30 de set de 2009

O que torna uma mulher irresistível?

O que torna uma mulher irresistível?

Tem certas coisas que só elas fazem (ou dotes que só elas têm) e que podem parar trânsito. Para descobrir o que deixa os homens realmente loucos, batemos um papo com oito caras que revelam a você o que torna uma mulher simplesmente irresistível




Foto: Getty Images

Usar as roupas dele
Depois de uma noite de sexo ou simplesmente após aquele cochilo abraçadinho em um domingo de chuva, eles se derretem quando você levanta vestida com a camisa gigante dele.


Adoro acordar e encontrar a minha namorada com cara de sono, dentro da camisa que eu tirei para dormir. Ela fica linda. Nem dá vontade de levantar e enfrentar o trabalho, conta o engenheiro de alimentos Carlos Antonini, 28 anos. Viu só? Às vezes você nem precisa perder horas se preocupando com que lingerie ou modelito tem que deixar na casa dele. A velha e boa camisa mal abotoada pode fazer muito mais sucesso.


Esbanjar simpatia
Não adianta ter a beleza de uma Miss Brasil se você não tiver também a simpatia típica delas. Mulher tem que ser extrovertida, engraçada, ter um sorriso bonito, garante o designer gráfico Alan Dainovskas, 29 anos. Por isso, nada de achar que o seu corpo escultural é capaz de deixar qualquer homem babando.


Vale mais investir em deixar o ar blasé de lado e soltar o seu humor do que ficar neurótica com a academia em busca de perder as gordurinhas extras. Fazer o cara que está com você rir e se divertir é capaz de render horas e horas de conversas interessantíssimas.


Ter cabelos bem-cuidados
Gastar uma fortuna com xampus, condicionadores, máscaras de tratamento e banho de creme tem lá suas vantagens: além de deixar os seus cabelos mais gritantes do que da Angelina Jolie, eles garantem que esse cuidado a mais pode fazer toda a diferença.

Independentemente do tipo, cabelos limpos e bem cuidados atraem muito, garante o publicitário Charles Caan, 32 anos.


Ostentar uma tatuagem
Já foi o tempo em que tatuagem não era bem-vinda. Hoje, ela é até uma potente arma de sedução – nada de achar que só os moderninhos de plantão se amarram nos desenhos do seu corpo.


Especialmente aquelas mais delicadas e discretas, estrategicamente posicionadas – no pescoço, na barriga. É um detalhe a mais que realça um belo corpo feminino, confessa o turismólogo Sérgio Nery, 28 anos.


Ter boa memória
Lembrar o dia do primeiro encontro, a data de aniversário da mãe dele ou organizar o próximo encontro entre amigos também é encantador. É um cuidado a mais que eles acham incrível (claro, homens parecem não se entender com as folhinhas do calendário).


Acho super delicado elas se lembrarem de detalhes, de datas, dos dias especiais. Uma vez uma namorada me deu de presente uma camiseta igualzinha a que eu estava usando na primeira vez que saímos juntos. Foi bem legal. Fiquei emocionado, conta o psicólogo Leonardo Carranhas, 32 anos.


Pilotar o fogão com classe
Você não precisa ser chef de cozinha ou uma gourmet de primeira linha. Preparar um simples macarrão ou o clássico arroz e feijão também tem o seu charme. Adoro ver uma mulher segurando uma faca com firmeza e mandando ver na cozinha. Ela, os ingredientes e a pia formam um cenário com muito fetiche. Adoro, garante o estudante de música João Salles, 34 anos.


No próximo encontro, esqueça os telefones do delivery e prepare você mesma o jantar. Para deixar o clima mais quente, chame o seu pretendente para ajudar a colocar a mão na massa.


Ter cuidados com as unhas
No meio da correria do dia a dia, às vezes não sobra tempo de deixar as unhas das mãos e pés sempre em ordem. Mas elas não precisam estar tão impecáveis assim. Basta mantê-las sem o esmalte descascando para deixar alguns marmanjos de queixo caído.


Adoro mãos e pés. Não precisa estar com aquela cor exata de esmalte e nem ir ao salão todos os dias. Se tiver bem cuidada, já acho super charmoso. Olhar a mão bonita de uma mulher numa mesa de bar pode decidir o fim da noite, garante o lutador de boxe Tales Tunes Filho, 36 anos.


E a tal preferência nacional?
Não é unanimidade, mas quase todos os homens não dispensam aquela olhadinha para, literalmente, um rabo de saia. É, o bumbum em forma não podia estar fora dessa lista feita por eles...


A uma bela bunda não há quem não resista, conta o empresário José Maria Faustino, 49 anos. E a admiração por essa parte do corpo é tão grande que até as saidinhas para as compras deixam de ser um tormento. Não ligo de sair com a minha namorada para fazer compras. Fico louco de vê-la experimentando milhares de calças jeans. Ela tem uma bunda linda. Eu passo mal, ri o auxiliar administrativo Jean Silveira, 25 anos.

relato de quem já fez sexo a tres

Sexo a três

Você já pensou em fazer um ménage a trois? Confira o relato de quem já fez e veja como lidar com a inusitada experiência




Foto: Getty Images

Não se sinta bizarra, muito menos pervertida, por pensar em sexo a três

Transar com dois ou mais parceiros sempre esteve no imaginário das pessoas, embora a maioria tenha pudores em falar sobre o assunto. “É muito difícil assumir algo que a sociedade monogâmica construiu como errado ou anormal. Há muitos tabus em torno do tema”, comenta o psicólogo Rubens Fonseca. No entanto, nem todo mundo dá conta dos sentimentos que uma experiência dessas pode trazer, seja por conta de ciúmes, medo ou simplesmente por não saber ao certo como agir.

Quem se permite provar corre o risco de gostar – ou não. Independentemente de a experiência agradar, o importante é manter o respeito consigo própria. “É possível ter diferentes experiências sexuais, mas nem todo mundo segura a onda. Querendo ou não, somos produtos da cultura que vivemos e é difícil se libertar dela”, explica Fonseca.

Muita calma nessa hora
Portanto, se você estiver pensando em um ménage, vá com calma. Não adianta se envolver numa historia dessa se você não se sente à vontade. Não dá pra querer ser “moderna” e passar por cima de valores que depois te façam mal. Para a funcionária pública Edna F., de 34 anos, a experiencia foi inesquecível. “Fui eu que tive a ideia, em uma festa de aniversário. Claro que depois de vários drinks... Escolhi a garota e chamei meu namorado. Deu tudo certo até o momento que percebi que eu não era tão moderna assim... aí fui embora! Mas nunca me arrependi de ter experimentado”, conta ela.

A experiência pode ser muito interessante para quem estiver aberta a ela. Então é melhor se soltar mesmo. Se você entra nessa, não dá para ter pudores. Tem que deixar fluir.

Performance zero
A estudante Tamy M., 24 anos, já testou e provou de várias formas. “Algumas valeram a pena e foram muito legais e prazerosas, outras não. Como namorava uma pessoa tão aberta e curiosa quanto eu, nos permitimos testar sexo com outros homens, mulheres e casais, mas claro, sem perder ou deixar de lado o respeito de nossa relação”, diz ela.

A escolha dos parceiros
Conhecidos ou estranhos? É difícil, às vezes saber quem escolher para experimentar. Tamy já teve experiência com estranhos e conhecidos. “Algumas foram bem chatas e o prazer, que era para ser o objetivo, foi deixado de lado. As pessoas ficam preocupadas em mostrar uma grande performance e esquecem o principal. Há também o problema de algumas quererem sexo somente com uma das partes, aí não dá certo. Tem que cortar porque alguém vai se sentir excluído!”, relata. Portanto, não queira fazer uma performance e se esquecer do prazer. A satisfação de todos os envolvidos é o principal nessa experiência.

Decepção
O professor Flavio Costa, 30 anos, conta que sempre fantasiou transar com duas mulheres. Mas na hora H, tudo saiu diferente do planejado. “A primeira vez elas não se tocavam, tinham vergonha. Não dava para ter prazer. Depois, tentei de novo, mas as duas me deixaram de lado. Me senti péssimo!”, desabafa.

Se você acha que não tem estrutura para isso e não consegue deixar o pudor de lado, melhor não se machucar. Mas, se acha que dá para encarar a curiosidade, prepare-se e lembre-se da dica do psicólogo: “No sexo não há certo ou errado, existe o que te dá ou não prazer, quem te satisfaz ou não”.

Lembre-se que você não está ali para estrelar um filme pornô, mas para se divertir com a nova experiência. “Não tente ser o que você não é”, conclui o especialista.

o tamanho do penis importa?

Afinal, o tamanho importa?

Umas acham que sim, outras garantem que não. O que realmente dá mais prazer: um instrumento bem grande ou aquele com mais funções?




Foto: Getty Images Ampliar

Tamanho realmente importa?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, o tamanho do pênis normal no homem brasileiro foi pouco estudado. Acredita-se que qualquer tamanho entre 4 a 18 centímetros (em repouso) e 7 a 27 centímetros (quando ereto) esteja dentro do normal. E é exatamente por ter uma variação tão grande (de 7 cm a 27 cm tem uma diferença gritante) que a mulherada nunca entra num consenso. Será que o tamanho importa ou o que vale é a função sexual?

Tem gente que acha que uns centímetros a mais dentro da cueca podem fazer milagres. Mas só isso não traz felicidade. “Ser abençoado pela natureza nesse aspecto pode tornar um homem imbatível no quesito sexo, mas é importante lembrar que saber o que fazer com a ferramenta é ainda mais importante, já que este tipo de apetrecho não tem câmbio automático”, ri a produtora Carlota Joaquina, 24 anos.

Por outro lado, ser mestre na ginga e no rebolado pode ser extremamente frustrante se na hora do vamos ver elas não sentirem um certo volume. “Imagina, isso pra mim é fundamental. Claro que não precisa ser uma coisa enorme, que não caiba em mim. Mas tem que dar pro gasto, né? Se for pequeno demais, prefiro que ele se vire de outras formas”, conta a escriturária Maria Adelaide S., 39 anos.

A discussão é polêmica e envolve aspectos culturais, emocionais e íntimos. Será que não é o homem que se preocupa demais com isso e se esquece do que é fundamental? “Eles é que se preocupam demais com o tamanho. Devem passar a vida com uma fita métrica a tira colo conferindo quanto mede o pênis. E aí esquecem que tamanho sem prazer é quase uma coca-cola sem gás”, garante a estudante de direito Nina Ramos, 27 anos.

Efeito placebo?
A terapeuta sexual Anita Herbea defende a tese que diz que os homens se sentem o próprio Super-Homem quando apresentam um volume considerável entre as pernas. “O prazer da mulher não cresce na mesma proporção em que se aumenta o tamanho do órgão genital masculino. Mas a segurança dos homens, sim. Eles se sentem frágeis quando acham que o pênis é pequeno e não está de acordo com o que esperavam”, explica a especialista.

Mas será que só uma grande atração e sintonia entre o casal é capaz de dar conta, quando o tamanho do pênis é desproporcional à expectativa? “O tamanho não faz diferença. Às vezes você acha que vai ser enorme e quando o cara tira a roupa é uma surpresa. Pode ser que seja grande ou pequeno. O que vale mesmo é a química entre os dois. Tem alguns que são maiores e não adianta nada”, conta a bióloga Maria Garcia, 29 anos.

Parte também dessa linha de raciocínio quem defende a eficácia da relação sexual como ponto importante. “A gente tem que sacudir alguns marmanjos para explicar que o primordial é o que ele vai fazer com seu instrumento. Só isso é o que realmente importa. Tipo pequenas empresas, grandes negócios, sabe?”, ri a professora Karen O., 31 anos.

Pequenos, médios ou grandes?
Cada um tem lá a sua preferência. Mas, para os homens, vale o recado da Sociedade Brasileira de Urologia: desde que vocês consigam obter e manter ereções suficientes para penetração, que permitam levar a relação sexual até o final, não há necessidade de se preocuparem com o tamanho do pênis. Elas agradecem!

Seu ciúme é obsessivo?

Seu ciúme é obsessivo? Descubra e saiba como sair dessa

Um pouco de ciúmes tempera a relação. Mas, ao chegar na obsessão, o sentimento só faz mal para quem sente e quem convive com ele




Foto: Flickr/ alles schlumpf

Ciúmes: não deixe virar uma obsessão

A secretária Ana Paula A., 37 anos, estava casada com o empresário Carlos A. há três anos quando, motivada por excesso de ciúme, teve o seu pior surto. Depois de muitas brigas e discussões sem fundamentos, ela perdeu o controle de vez quando o marido chegou muito tarde do trabalho. “O celular dele estava desligado e logo comecei a imaginar besteiras. Rasguei todas as roupas dele, destruí livros, quebrei as bebidas que ele guardava no bar. Parecia que estava tomada por algo maior que eu. Não me reconheci”, conta ela. O casamento? Terminou, claro.

Essa paranoia geralmente aparece quando a pessoa sente que um rival (real ou imaginário) passa a receber as atenções da pessoa amada. E aí, qualquer motivo simples pode ser o estopim para um descontrole. “O ciúme está relacionado com fantasias negativas, o que pode gerar certo nível de paranoia”, explica o psicólogo e especialista em sexualidade humana Paulo Bonança.

Até o limite
A vendedora Regina*, 32 anos, precisou chegar ao limite extremo para procurar ajuda. Sentada com o namorado em um bar na Zona Leste de São Paulo, ela se descontrolou quando, após voltar do banheiro, encontrou o namorado conversando com uma vizinha do bairro. “Não lembro direito o que aconteceu. Minha vista escureceu e só percebi o que fiz depois que o nervosismo passou. Agredi violentamente a mulher, feito um bicho. Eu já era extremamente ciumenta. Com a bebida, tudo ficou pior”. A vendedora deu duas facadas que, por sorte, não atingiram a vítima fatalmente. A pena foi de cinco anos de prisão e toda uma vida de culpa.

“O ciúme pode mostrar sua face horrenda, pode irromper a fúria e os conflitos se tornam praticamente inevitáveis”, explicam os psicólogos Masters e Jonhson, autores do livro Relacionamento Amoroso (Ed. Nova Fronteira). E saber o que leva a essa demonstração horrível e doentia é o primeiro passo para procurar ajuda.

Por ser infiel e extremamente insegura, a dentista Rosa Maria, 28 anos, projetou a sua vida na relação que mantinha com o médico Luís Souza, 33 anos. Diante dos seus pulinhos extraconjugais e suas encanações pessoais, Rosa passou a ter ciúme de todas as ações do namorado. Reclamava de falta de atenção, não permitia saídas com os amigos e controlava emails e a agenda do celular.

“O estopim foi quando, completamente descontrolada, proibi que ele saísse de casa para trabalhar. Retalhei os pneus do carro num acesso de fúria e ainda contratei um detetive para me manter informada de cada passo. A nossa relação terminou após esses episódios, durante uma discussão marcada por muita violência física”, relembra ela.

É doença?
O histórico de cada um e os anseios pessoais são excelentes mapas para diagnosticar a origem do ciúme patológico. “Pode ser que ele surja devido à insegurança, baixa autoestima, imaturidade emocional ou outros aspectos emocionais relacionados à história afetiva de um ou ambos os sujeitos da relação” , explica Paulo Bonança. “Depois, pode surgir pelo medo do abandono, da solidão, da sensação de perda emocional, de controle, da forma como o casal construiu seu espaço de intimidade e diálogo e, sobretudo, a forma como o casal enfrenta suas dificuldades”, completa.

Quem é o alvo desses destemperos emocionais também sofre com os ataques. Mas nem sempre consegue segurar a barra em tempo de salvar a relação e a vida de cada um. Depois de ver a mãe ser agredida pela ex-mulher, o feirante João Ramalho, 34 anos, não teve mais forças para ajudar a esposa.

“Presenciei cenas horríveis da minha mulher. Em casa, no meu trabalho, na frente dos amigos. Percebi que ela precisava de ajuda e tentei até o meu limite. Até o dia em que ela agrediu minha mãe fisicamente por achar que ela encobria alguma coisa minha. Foi muito triste pra mim, porque eu amava muito aquela mulher”, desabafa o feirante.

O antídoto
O processo de melhora não é fácil e geralmente precisa de acompanhamento profissional. A auto-avaliação emocional é super importante, mas nem sempre há coragem de fazê-la. “Pode se instalar o desejo de mudar para não perder a pessoa amada e, por outro lado, pode se instalar o medo de analisar, de se olhar, de deixar a superficialidade da “flor da pele” e buscar afetos, sentimentos e emoções mais profundos, de trabalhar as causas e não somente os efeitos”, explica o psicólogo.

Mulheres que amam demais
Para dar uma força e ajudar a se descobrir é que grupos como o MADA (www.grupomada.com.br) (Mulheres que Amam Demais) recebem com frequência casos de mulheres que se descontrolam por ciúmes. Lá, provavelmente alguém falará de alguma situação que se assemelhe à sua.

Mesmo que não encontre ninguém nas mesmas condições, você poderá se identificar com a forma com que muitas das mulheres sentem os efeitos que a dependência de pessoas produz em suas vidas.

Se você acha que tem um problema, invista em si mesma e tenha coragem para resolvê-lo, com ou sem ajuda. “Acredito sempre na capacidade que as pessoas têm de crescer, de aprender de seus atos, palavras e sentimentos, mesmo que seja um processo difícil” conta Paulo.

Homens são todos iguais

Homens são todos iguais

Cansada de ouvir os homens reclamando das mulheres, colunista relaciona todas as coisas irritantes que eles fazem




Toda mulher sabe que é única. Algumas adoram ser paparicadas, outras preferem uma certa distância; umas gostam de exercício físico, outras detestam. Não seria arriscado dizer que isso vale para tudo o que diz respeito ao universo feminino.

Se existe semelhança entre as mulheres ela é apenas física, mas mesmo assim não se pode pensar que a igualdade existe. O que é uma bênção, na medida em que ninguém nunca sabe ao certo que tipo de mulher vai encontrar pelo caminho.

Mas para os homens, apesar das diferenças, as mulheres são todas iguais: adoram reclamar de tudo, gostam de usar o tempo livre para discutir a relação, são choronas e às vezes muito dependentes.

Pensando nisso, comecei a procurar as semelhanças também entre os homens. Afinal de contas, não é possível que só o sexo feminino tenha as mesmas falhas. Assim, dei início a uma pequena lista com detalhes do comportamento masculino que sempre incomodam as mulheres.

Este levantamento está longe de ser definitivo – e pode ser aumentado com a contribuição de todas à medida que forem lembrando de outras falhas de comportamento que incomodam.

A intenção não é taxar os homens de incapazes ou desajustados, mas é uma tentativa de dar algumas dicas que podem colaborar para melhorar o relacionamento com as mulheres.

Então, mãos à obra:

- Não avisar que vai atrasar para o jantar: terrivelmente irritante, faz com que a mulher faça papel de boba enquanto o companheiro não dá a mínima. Lembrar de ligar não custa, além de ser muito educado.

- Deixar cuecas, toalhas molhadas, meias, jornal ou revistas jogados em qualquer lugar ou no chão: quem ensinou isso para eles deveria ser fuzilado! Imaginar que a mulher vai pegar o que está jogado é falta de respeito. Mas isso deve ser ensinado no primeiro dia de relacionamento.

- Esquecer datas importantes e resolver o problema de forma infantil: esquecer aniversário de casamento, namoro, primeiro beijo ou coisas parecidas, além de incomodar, mostra pouco caso com a vida sentimental do casal. Para piorar, acreditar que o perdão pode ser negociado é infantilidade. O correto é deixar gravadas essas datas.

- Paquerar outra mulher e achar que ninguém percebeu: mesmo de brincadeira, incomoda e magoa muito, dependendo do estado emocional da mulher. Manda o bom senso que, ao sair com uma mulher, ele deve manter-se fiel, pelo menos naquele momento!

- Ver as crianças se matando e fazer de conta que não está enxergando: a educação das crianças é papel do pai e da mãe. Isso inclui chamar a atenção e colocar de castigo quando a situação exige. Deixar a mulher fazendo papel de bruxa e dar uma de bacana é falta de lealdade com a parceira.

- Não conseguir achar nada do que está guardado: a dificuldade dos homens para encontrar objetos já foi estudada pela neurociências e sabe-se que não tem jeito de melhorar, é uma deficiência física, aceitar é o melhor remédio.

- Decretar o que a mulher deve ou não vestir: machões ou não, todos eles gostam de dar palpite e são poucos os que não tem nada para reclamar. O melhor para a mulher é ensinar desde o primeiro dia que, nesta seara, ninguém mete a colher.

- Não prestar atenção quando a mulher está falando: a falta de atenção pode ser tanta que há mulheres que contam, respondem, perguntam e, se precisar, dão risada sozinha. Isso é aprendido desde a mais tenra infância com o pai; seria preciso mudar a história da família.

- Esquecer de abaixar a tampa da privada e ajeitar as partes íntimas fingindo que está arrumando alguma coisa no bolso: detestável, doloroso para a visão feminina. Recuperar um homem que faz isso não é fácil, mas vale chamar a atenção em público toda vez que acontecer.

Entender que os homens não são perfeitos é uma das funções do universo feminino e exige da mulher paciência, muito carinho, fechar os olhos e dedicação. Mas pensando bem, vale a pena: existem homens com quem o convívio é simplesmente maravilhoso.

Não desejo mais meu marido. O que faço?

Não desejo mais meu marido. O que faço?

Dúvidas como esta são mais comuns do que se pensa. Para sair deste dilema, você pode tentar algumas atitudes para reacender o fogo




Foto: Getty Images

"Perdi o tesão pelo meu marido. E agora?"

“Estamos juntos há quase 12 anos e não tenho mais tesão pelo meu marido. Um dia, ele chegou todo cheio de amor para dar. O clima começou a esquentar e já nas preliminares senti que não era aquilo que eu estava querendo. Achei que fosse cansaço, pois minha filha era recém-nascida. O tempo passou e as coisas não mudaram”, conta Amanda*.

Dramas como o desta mãe de duas crianças é mais comum do que se pensa. “Os parceiros se apaixonam e, no começo, o sexo é muito diferente, pois ambos estão se conhecendo. O sexo se alimenta sempre da novidade, do inesperado. Quando a relação existe há tempos, o tesão precisa ser nutrido”, comenta o psicólogo Paulo Tessarioli, especialista em sexualidade.

Afeto e autoconhecimento
Ninguém duvida que o afeto é o grande alimento do tesão. Com ele, estabelecemos uma relação de intimidade com o outro e esta situação, mesmo que o prazer esteja em baixa, auxilia os parceiros a se posicionarem de maneira franca e aberta, proporcionando saídas para reativar o desejo.

“Afazeres do dia-a-dia, filhos, trabalho começam a interferir nas relações e é comum a sexualidade ficar fora dela. Isso tanto para homem quanto mulheres. A rotina é um horror para acabar com a relação”, acrescenta a psicoterapeuta Maura de Albanesi.

A perda de prazer pode estar ainda relacionada aos hormônios, menopausa ou mesmo a uma gravidez. “Apesar de não ser uma doença, a queda da libido pode promover mudanças no humor, que deixam a pessoa com menos desejo por não conseguir lidar com isso”, explica a psicóloga Sandra Vasques, coordenadora do Instituto Kaplan.

Perda de emprego, morte de um ente querido, traição, brigas mal resolvidas, não se sentir bem consigo mesma ou a vida perder a graça são alguns dos motivos que também levam à perda de apetite sexual. Portanto, é bom parar um minuto e verificar se seu “esfriamento” tem origem em alguma destas fontes, ou se está mesmo ligada diretamente ao seu marido.

Vale a pena continuar?
Essa é a pergunta a se fazer em momentos como este. Amanda sempre sentiu prazer com seu marido. “Transamos até um dia antes do meu primeiro filho nascer e era prazeroso. Depois, não conseguimos nem esperar o tempo da dieta. Só que na segunda gravidez foi diferente e nos meses finais não fazíamos mais sexo.”

Em seu relato, Amanda conta que passou a se sentir feia e deprimida. “Um relacionamento não é constituído apenas de sexo. Há outros aspectos na vida de um casal que contam. Se a mulher se sente apoiada e estimulada pelo marido, em uma relação de respeito, amizade e parceria, com pequenos conflitos, então o problema está localizado na área sexual. Neste caso vale a pena tentar, fazer uma reflexão de como começou a falta de tesão, se houve situação mal resolvida e que deixou mágoas que possam afastar os parceiros”, diz Sandra Vasques.

Somente quem está dentro do relacionamento saberá se vale a pena continuar investindo ou não. “Se existe admiração, sentimento de orgulho e amor. Agora, se o outro se tornou um ser desprezível, é melhor pular fora”, acrescenta Maura de Albanesi.

Vale ressaltar que ninguém está pronto para se relacionar com ninguém. “Os relacionamentos são construídos a partir do investimento de ambos. Pense no seguinte: 50% é a sua cota de participação nesta empreitada. Os outros 50% tem que vir do outro lado”, completa Paulo Tessarioli. Agora, desrespeito e agressividade são indícios de que o casal não se tolera mais.

Um pouco de pimenta
Algumas atitudes podem ajudar a reverter a situação. “Para sentir prazer é preciso procurar seduzir um ao outro, com criatividade, romantismo e erotismo”, diz Sandra Vasques. Além disso, cuidar do corpo, ter saúde e estar bem apresentável ajudam a recuperar a autoestima e o prazer durante o sexo. “Saia da rotina, procure fazer coisas diferentes. Marque encontros, crie um clima de romantismo. Vale tudo, até mesmo roupinhas, fantasias e jogos”, brinca Maura de Albanesi.

Já Paulo Tessarioli recomenda o diálogo sempre. “Comunicação franca e direta é o que dita a qualidade de uma relação a dois. Pense em procurar seu marido e conversar sobre isso. Quem sabe ele também esteja enfrentando o mesmo problema? Os homens não são máquinas de sexo como muitos pensam. Ambos podem sofrer com isto”.


*O nome foi trocado a pedido da entrevistada

Consultoria
Sandra Vasques, psicóloga e coordenadora do Instituto Kaplan - sandra@kaplan.org.br
Maura de Albanesi, psicoterapeuta – www.mauradealbanesi.com.br
Paulo Tessarioli, psicólog especialista em sexualidade – www.vivendomelhor.com.br

15 dicas quentes para prolongar o prazer na cama

15 dicas quentes para prolongar o prazer na cama

Aumentar o tempo do sexo pode ser uma boa pedida para esquentar o relacionamento que anda meio murcho. Já pensou nisso?




Foto: Getty Images

Prolongar o prazer sexual é uma maneira de inovar na cama

Com o tempo, é comum o sexo dar uma esfriada e as “rapidinhas” tomarem conta do relacionamento. Motivos no nosso dia-a-dia não faltam para nos privar de momentos mais prazerosos com o parceiro. Pode ser a falta de tempo, de paixão ou até mesmo a rotina, que acaba com qualquer casal.

O que fazer para mudar a situação? Em primeiro lugar, se gostar e querer dar prazer. “Cada casal tem sua performance e seus truques. O ideal é que o clima seja de carinho. Algumas fantasias fazem bem, mas tem que ser de comum acordo”, alerta a terapeuta sexual Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan.

Estar ali só de corpo presente também não facilita nada. Se o que você quer é ter momentos mais agradáveis, é melhor se dedicar ao assunto. “Prolongar o prazer depende de uma compreensão sobre nosso funcionamento psico-fisiológico. A maioria dos homens denomina prazer ao orgasmo e ejaculação”, comenta o terapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Júnior, do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex).

Mas é claro que uma transa não se resume a isso. Se você está interessada em prolongar o prazer na cama, é preciso rever os conceitos – e ajudar seu parceiro a rever os dele também. Veja a seguir alguns truques.

Para os dois

1. Treine seus sentidos. Dirija suas atenções para as sensações que trazem bem-estar sensorial, classificando os variados prazeres diários.

2. Compartilhe seus desejos. “Converse sobre as fantasias, ensine segredos do corpo e toque o outro do jeito que lhe agrada. Descubra o caminho do prazer”, completa Maria Helena Vilela.

3. Invista nas preliminares. “Elas são muito importantes e devem ter a atenção especial do casal. Um beijo, uma carícia especial... O cérebro é invadido por uma onda gigantesca de excitação que leva a pessoa ao prazer sexual”, diz a terapeuta sexual.

4. Programe jogos eróticos pré-penetração. Dê as regras para o corpo desejar prolongar o ato sexual. “Dê atenção aos cinco sentidos, de como cada um será estimulado, focando a atenção nestes prazeres”, explica Oswaldo Rodrigues Júnior.

5. Brinque e faça carícias como cócegas. Sinta o corpo dele tremer e se entregue a esta sensação. Permita que o prazer aumente e não pare este processo.

6. Planeje o sexo analisando os dias mais favoráveis (e com tempo) para se entregar às carícias prolongadas. “Ter pouco tempo ou saber que os filhos vão bater à porta vai tornar a relação mais curta e ansiosa. Para que se prolongue, devemos deixar de lado qualquer discussão e se colocar por inteiro”, orienta a urologista e terapeuta sexual Sylvia Faria Marzano.

7. Não se cobre, nem cobre o desempenho do outro. Isso só gera frustrações.

Para ela

1. Use e abuse da sensualidade natural. Identifique pontos positivos e como melhorar algumas qualidades importantes. “Estar feliz com você é imprescindível para que se valorize. Confie em você e desperte a atenção e o interesse da pessoa amada”, comenta Maria Helena Vilela.

2. Identifique as fantasias que tem e divida com o parceiro, de modo claro e aberto. “Pensar em sexo durante o dia favorece o planejamento em prol das atividades sexuais e com variação, não apenas dedicada ao romantismo que é mais comum às mulheres”, explica Oswaldo Rodrigues Júnior.

3. Outra dica: não deixe que a ereção dele se acabe. E entre uma penetração e outra, use a criatividade para deixar a barraca armada. Vale pés, mãos, lábios, joguinhos, peitos e o que mais a imaginação e o desejo permitirem.

4. Não tenha medo “do que ele vai pensar se eu pedir isso”. “Faça tudo o que tiver vontade e se dispuser a conversar com o parceiro. Leia sobre o assunto, aprenda sobre sexo”, diz Sylvia Marzano.

Para ele

1. Evite gozar. Sim, quanto mais tempo demorar para ejacular, maior será seu prazer. E para isso vale interromper quando estiver quase lá e dar uma respirada. Ficar dois ou três dias sem ejacular também ajuda a ficar com todo o vigor.

2. Dedique-se ao prazer sensorial. “Mas sem exacerbar o pensado, as ideias fantasiosas que lhe são mais comuns, mas que seja de encontro com as necessidades femininas”, orienta Oswaldo Rodrigues Júnior.

3. Deixe-a gozar quantas vezes quiser. Isso não significa que você também tenha que ir para a lua junto. Espere e recomece tudo novamente.

4. “Mulheres têm dois pontos G: um em cada ouvido”, brinca Sylvia Marzano. Converse bastante, provoque. Vai valer a pena.

Vinganças femininas: mulheres contam como se vingaram dos ex-parceiros

Vinganças femininas: mulheres contam como se vingaram dos ex-parceiros

A vingança não diminui a dor; mas, para as entrevistadas a seguir, ela foi capaz de ao menos propiciar uma boa noite de sono






Foto: Getty Images
Mulheres contam como se vingaram dos ex-parceiros
A personagem de quadrinhos Radical Chic, criada pelo cartunista Miguel Paiva, disse certa vez que “para os homens, a vingança é um prato que se come frio. Para as mulheres, é um prato que se come bem quente, com um bom vinho, à luz de velas e em ótima companhia”. Há quem endosse a ideia do ‘perdoar uns aos outros’, mas tem quem não abra mão de uma boa e bem planejada vingança para retribuir aquela safadeza do parceiro. Nos relatos a seguir, elas preferiram a segunda opção: a doce vingança.
Cartas e mais cartas
A cabeleireira catarinense Marie Amperas, 36 anos, passou três meses para conseguir colocar seu plano de vingança em prática. Tudo começou com um bilhetinho estranho que Marie encontrou na carteira do ex-namorado.
“O Toni esqueceu a carteira em casa e me ligou para pedir o numero do cartão de crédito dele. Ao abrir, percebi que um dos compartimentos estava abarrotado de papéis. Puxei um deles para ver o que era e descobri que ele trocava bilhetinhos de amor com uma prima minha, casada com o chefe dele. Durante três meses, enquanto ele dormia, escaneei cada um deles. Em seguida fui em uma gráfica e pedi para imprimir um por um no tamanho de uma folha de sulfite. Foram 213 folhas! Coloquei cada uma em um envelope e postei todas no correio, aos cuidados do chefe de gabinete do Toni. O fim? O otário foi despedido e humilhado na frente de todos os colegas de trabalho. Isso não curou o meu sofrimento, mas me fez sorrir ao menos por um dia”.
Adeus, perfil
A consultora de negócios, Mariana*, 33 anos, resolveu usar a internet como arma potente para chacoalhar a vida do ex-marido. Com a ajuda das amigas, ela detonou o Orkut dele, depois de descobrir que ele não era tão bonzinho como parecia.
“Saí de uma reunião e fui jantar com duas amigas na casa de uma delas. Depois de uns vinhos, fomos xeretar a vida dos outros no Orkut. Minha amiga abriu o perfil dela e rapidinho fechou a janela. Mas não adiantou, mesmo com essa rapidez eu vi a foto do meu marido, naquele espacinho de testemunho. Eles estavam trocando flertes. Meu mundo desabou. Fui pra casa arrasada e, claro, desfiz o casamento. Logo que ele saiu de casa, coloquei meu plano em prática. Consegui a senha dele do Orkut com um amigo nosso, em troca de uma graninha. Apaguei todas as fotos, todos os scraps, todos os testemunhos, todas as comunidades e, claro, removi todos os contatos”.
Sem rodas
Neide T., 38 anos, trabalha com pesquisa de mercado na cidade de Curitiba. Enquanto estava casada, sempre viajava de moto com o ainda marido, um aficionado por essas máquinas. Quando descobriu a traição, foi exatamente a moto o seu alvo principal.
“Ele era gerente de uma multinacional. Descobri que ele me traía com a mesma mulher há 4 anos. Inventou viagens, reuniões, temporadas no exterior. Mas um dia a casa cai. E caiu no dia em que liguei no trabalho dele para pedir o numero do hotel que ele estaria, na Europa, e me disseram que ele havia saído de férias. Logo que descobri tudo resolvi devolver um pouquinho do que ele fez comigo. Um mês depois que voltou de viagem e nos separamos, fui até o estacionamento do trabalho. Ele sempre deixava uma cópia da chave da moto e do cadeado em casa. Fui com um amigo mecânico, que arrancou as duas rodas e tirou o motor. Deixei lá só a carcaça, com um bilhetinho: ‘Foi assim que você me deixou, sem alma’“.
Mãos de tesoura
Foi com os dotes de costura que a costureira Paula*, 41 anos, pregou uma peça na vida do ex-namorado. Após receber uma ligação da amante, 20 anos mais nova, ela não pensou duas vezes antes de agir. E antes que ele chegasse em casa.
“Abri o guarda roupa dele e desfiz as costuras de todas as peças. Calça, camisa, bermudas e até cuecas. Tirei botão, arranquei bolsos, abri laterais de calças. Puxei até os fios das malhas. Não sobrou uma peça inteira para ele vestir. Pra fechar, deixei um kit de costura no meio da gaveta e coloquei um recado no guarda-roupa dizendo pra ele pedir pra amante não se esquecer de colocar os botões que faltavam nas camisas. Fui embora pra casa da minha mãe. Agradeço não ter me casado legalmente com ele. Isso evitou um reencontro e dinheiro com divórcio. No dia seguinte, ele deve ter ido trabalhar pelado”.
Obra de arte
Ao descobrir que o parceiro havia saído com a vizinha dele, a dentista Suzanna Martins, 29 anos, entrou em choque. E, para ela, a única forma de pensar em melhora, seria depois de uma bela vingança.
“O Daniel parecia ser o cara perfeito. Inteligente, romântico e muito companheiro. Ele morava num condomínio perto da minha casa, mas a gente já fazia planos de morar junto. Ele é artista gráfico e, como sempre dormia aqui em casa, alguns dos seus materiais de trabalho ficavam por aqui. Uma amiga minha encontrou com os dois numa casa de swing. Foi super traumático saber disso. Um dia, juntando as tralhas que ele deixou pra trás, achei umas latinhas dele de tinta em spray. Botei na bolsa e segui em direção a casa dele. Como os porteiros do condomínio me conheciam, entrei sem dificuldades. Estacionei meu carro na frente do muro para que ninguém me enxergasse da guarita. Pichei todo o muro dele, o portão, a calçada. Escrevi até palavrões. Na casa dela, só escrevi um único recado: aqui mora uma vaca. Depois desse dia, procurei ajuda profissional e me recuperei da depressão. Ele me processou. Mas isso foi tranquilo perto do que eu senti e tive que suportar”.

Como lidar com as taras do seu parceiro

Como lidar com as taras do seu parceiro

Ele insiste propostas que soam estranhas pra você? Basta um boa conversa, e essas fantasias podem render um prazer imenso aos dois




Todo mundo tem pensamentos e desejos obscuros quando o assunto é sexo. Acontece que nem sempre a gente tem coragem de colocar isso pra fora e expor esses segredinhos para o parceiro. Mas tem muita gente que não esconde nada e está bem a fim de convencer o outro a experimentar uma novidade.

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Com uma boa conversa, essas fantasias dele podem sim fazer parte da brincadeira e render um prazer imenso para você. Por mais bizarras que possam parecer...

De acordo com pesquisa realizada pela psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo, 10,7% das mulheres e 15,4% dos homens fazem uso regular de fetiches. Então, não estranhe se seu parceiro fizer um pedido que possa parecer fora dos padrões. Mudando o seu olhar, pode ser que o que ele quer na cama nem seja tão estranho assim.

O que você pode fazer se ele disser que, na hora H, quer...

Vestir sua calcinha
Pode parecer estranho, mas existe muito marmanjo por aí que fica super excitado ao vestir a lingerie da namorada. É isso mesmo, adoram colocar a calcinha dela e ter uma noite de sexo delirante. Se você for pega de surpresa com um pedido como esse, não estranhe. O legal é que não existam padrões de normal e anormal entre vocês. Deixe o cara vivenciar esse momento tranquilamente. O aumento da excitação dele só vai trazer benefícios para você. E quem sabe você também não descobre que fica louca com um homem vestindo sua calcinha?

Claro que tudo isso tem que ser leve, sem desgaste para qualquer uma das partes. Se for para criar um clima de tensão (e não de tesão), melhor conversar com o parceiro e trocar a brincadeira. Mas estar aberta aos desejos alheios é sempre uma surpresa prazerosa.

Ver você transando com outro(a)
Imaginar a namorada ou a esposa fazendo um sexo tórrido com outro é desejo bastante comum entre os homens. Se for com outra mulher, então, é quase uma unanimidade. Como a fantasia exige que um terceiro elemento entre em jogo, é preciso tomar alguns cuidados. Converse com o seu parceiro abertamente sobre seus limites, suas dúvidas e até seus medos.

Uma situação como essa não pode ser realizada depois de encher a cara na balada e resolver levar pra casa aquela menina que ele achou bonitinha, ou o cara saradão que dava em cima de você. Bater um papo legal antes ajuda a derrubar algumas encanações, suas e dele. E se você achar que não dá conta, não pense duas vezes em dizer que não quer participar disso. Sexo bom é o que tem prazer dos dois lados.

Transar com outra mulher e deixar você de vouyeur
Aqui, novamente, entra um elemento estranho na relação do casal e conversar antes sobre a possibilidade ou não de você entrar nesse jogo é essencial. Ver o seu parceiro indo a loucura com outra mulher pode não ser tão agradável, se você não estiver preparada e também curtir esse tipo de fetiche. Outro ponto que merece atenção é a escolha da parceira.

Tem gente que prefere incluir pessoas completamente estranhas, outros ficam mais a vontade com alguém que já conhece a sintonia do casal. Por isso, pra não causar uma tempestade, é melhor que os dois concordem com o terceiro elemento. E se ele bater o pé e der chilique porque só quer se for com uma fulaninha específica, não abra mão do que é importante pra você.

Que você use o seu vibrador nele
Ter um brinquedinho desses na gaveta sempre pode apimentar e dar um up na relação do casal. Mas ele pedir para você usar o vibrador nele pode causar um estranhamento inicial. Muitos homens sentem um prazer absurdo na região do ânus e adoram receber carícias e sentir contato por ali. E isso não implica em preferência ou opção sexual, vale ressaltar.

Alguns adoram que você comece com os dedos e, por que não, depois passe para o vibrador. Além da sensação delirante causada pelo estímulo na região, ele pode ficar ainda mais excitado com o fato de você ser a dominadora e controlar a situação. E aí você também pode descobrir que deixá-lo de quatro por você pode ser incrivelmente bom!

Ir a uma casa de swing
Que tal variar um pouquinho, sair da mesmice e trocar de parceiro por uma noite? Essa proposta não precisa soar indecente, se você estiver realmente aberta para encarar a situação. Quando seu namorado lançar essa ideia, não titubeie e coloque na mesa o que vale e o que não vale durante esse jogo. Isso evita discussões durante a noite e um enorme problema quando vocês voltarem pra casa.

É legal que pedidos como esse não sejam colocados como uma imposição. Você não é obrigada a gostar e a participar de uma experiência como essa. Até porque, se não for sua praia, vai ser ruim para os dois. Mas se a ideia também desperta tesão em você, vá em frente! Acertem o que pode ou não pode durante a permanência na casa de swing e divirtam-se!

Sexo estilo sadomasoquista (S/M) e dominação
Apertões mais fortes, mordidinhas, arranhões. Tudo isso já faz parte da sua rotina sexual. A surpresa vem quando ele quer fugir dessas pequenas dores e pede para deixara noite típica de S/M, com direito a escravinho e tudo. A ideia aqui é que você controle toda a situação e faça o cara de gato e sapato.

Qualquer desejo seu deve ser atendido ou... Punição! Você não gosta desse lance de dor, mesmo que não seja em você? Então explique isso numa boa pra ele. Sem ficar constrangida, sugira outra fantasia ou troque a punição. Ao invés de rolar chicotadas e tapinhas, invente outras formas de deixá-lo de castigo, como obrigá-lo a fazer uma massagem, preparar um banho...

Filmar cada detalhe da performance
Ele insiste em pedir para que a noite caliente seja toda documentada em vídeo? Bom, se você não tem problemas com câmera e vai ficar excitada na hora de fazer a edição das imagens, o pedido pode ser muito bem-vindo. Realizar esse desejo dele vai render vários momentos de excitação para o casal. Desde a escolha das roupas até o momento da estreia do filme.

Rever juntinho cada cena já é motivo suficiente para começar de novo e, quem sabe, já preparar uma parte 2. Mas não se atenha só na performance diante da filmadora, sem se preocupar com o seu prazer. Além de ficar com cara de filme pornô fake, você vai achar entediante e não vai rolar tesão nenhum.

E, mais importante de tudo, garanta sua segurança: nada de baixar o vídeo para o computador, menos ainda enviar por mail. Assista, divirta-se e apague tudo.

Adultério: como as diferentes culturas encaram a questão

Adultério: como as diferentes culturas encaram a questão

No Japão é bastante comum; na Rússia quase não é problema: como as pessoas, em diferentes países, encaram a infidelidade




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Traição: como cada país encara a prática

Infidelidade, traição, adultério. Palavras que provocam arrepios em muita gente que mantém um relacionamento amoroso. E, apesar desse temor, o assunto é sempre pontuado em qualquer conversa com amigas, parceiros, família. Todo mundo sempre discute o que é ou não é um ato de traição. Como disse certa vez o escritor Nelson Rodrigues, “Tudo passa, menos a adúltera. Nos botecos e nos velórios, na esquina e nas farmácias, há sempre alguém falando nas senhoras que traem. O amor bem-sucedido não interessa a ninguém”.

Mas se você pensa que em qualquer lugar do mundo as pessoas encaram essas ‘escapadinhas’ da mesma forma, está muito enganada. A jornalista americana Pamela Druckerman, autora do livro “Na Ponta da Língua” (Ed. Record), percorreu 24 cidades, em 10 países, para traçar um mapa da infidelidade nos 4 cantos do planeta.

O primeiro ponto é definir o que entendemos por infidelidade. A doutora Ana Maria Fonseca Zampieri, autora do livro “Erotismo, Sexualidade, Casamento e Infidelidade” (Ed. Ágora), considera infidelidade “uma quebra de confiança e o rompimento do acordo conjugal sobre a exclusividade sexual nos relacionamentos monogâmicos”.

A jornalista americana também concorda que é infiel e traidor quem está numa relação com base na monogamia e dá umas escapulidas para fazer sexo secretamente. Mas não é só uma noite louca de sexo que leva o peso de ser traição. “Sexo oral também conta. Na verdade, qualquer coisa que eles não querem que o seu parceiro/a descubra (de uma única escapada a uma farra ruidosa) merece discussão”, diz. E aí, claro, não necessariamente a pessoa precisa estar casada legalmente. Ainda mais hoje em dia em que o casamento não anda muito em alta.

Mapa da infidelidade: como os países encaram o adultério

Brasil
Apesar da pesquisa dela não ter incluído o Brasil, Pamela Druckerman conhece muito bem o país. Inclusive, a ideia da pesquisa surgiu após o tempo que ela passou aqui e na Argentina, como correspondente do Wall Street Journal. Pamela ficou surpresa com a quantidade de cantadas e pedidos que recebeu de homens casados. “A impressão que dá é que todo mundo trai. E os brasileiros parecem ser fatalistas em relação ao impulso para a traição. Os homens casados se vangloriam de suas traições com os amigos”, conta Pamela.

Como o Brasil é enorme e com uma desigualdade social e econômica gritante, há uma diferença de postura dependendo da região onde se vive. A jornalista diz que a traição depende muito se são brasileiros que vivem no sul ou no norte do país. De acordo com ela, o Sul é mais rico e menos adúltero. Já o Norte é mais pobre e “sexualmente desenfreado”.

Em pesquisa realizada pela psiquiatra Camila Abdo, em 2004, o gênero também interfere muito nos dados. O estado com mulheres que mais traem é o Rio de Janeiro. 34,8% das pesquisadas casadas admitiram ter um caso extraconjugal. Já com os marmanjos, a Bahia sai na frente: 64% dos baianos casados admitiram ter um caso fora do casamento.

E por aqui a internet pode ser motivo de discórdia. Uma tecladinha aparentemente inofensiva, num momento de crise na relação, pode acabar em motivo pra divórcio: cerca de 60% dos casos de traição virtual termina em sexo real.

Estados Unidos
No tempo da Era Kennedy, onde as mulheres eram financeiramente mais dependentes e conseguir um divórcio dava uma trabalheira danada, o país apresentava altos índices de traições. Não é à toa que John Kennedy, no início dos anos 60, quando ainda era presidente, teve tantos casos extraconjugais, sem ter todos os holofotes em cima do moço bonitão.

Hoje em dia, o tempo é outro. O adultério na terra do Tio Sam provoca mais polêmicas que em qualquer outro país. O comportamento sexual de um político é praticamente assunto público. A culpa, com influência do protestantismo, pesa feito chumbo em que vive por lá. “Os americanos são os que mais sofrem com a infidelidade, tanto na posição de culpado quanto na de vítima”, conta a jornalista. E emenda: “Nos Estados Unidos, o melhor é sequer pensar em outra mulher, além da sua esposa”.

França
Os franceses têm a fama de serem bastante infiéis. Com toda a beleza e glamour das mulheres e homens franceses, o flerte por lá é realmente parte do jogo. Mas essas olhadinhas para o parceiro alheio não é sinônimo de traição e muito menos um motivo para terminar a noite na cama dele. “Na França, a fidelidade parece uma ideia com a qual você pode brincar, sem escorregar inexoravelmente para o pecado”, explica Pamela.

E, indo na contramão do rótulo que o país tem de ser tão infiel, a maioria dos adultos franceses são fiéis. Começam a namorar, depois resolvem morar juntos e passam o resto da vida fazendo sexo com o mesmo parceiro, sem nenhuma escorregadinha. Pesquisas realizadas por lá mostram que a fidelidade é a qualidade mais importante que as francesas procuram num parceiro. Apesar disso, “eles veem a infidelidade como a parte desagradável do conto de fadas, e não necessariamente o fim da história”, conta a jornalista.

Japão
Nada de king size para deitar e rolar. As camas no Japão são separadas. Isso mesmo, cada um no seu futon. Com base ainda em tradições antigas, há algumas relações taxadas de “casamento sem sexo” (com muito pouco ou nenhum sexo). Aflige casais jovens de 20 e 30 anos e pode durar um tempão ou até ser eterno, sem nenhum dos dois tocar no assunto. Então imagina: se não fazem em casa, vão fazer com quem?

Os homens frequentam os bares de cortesãs, onde pagam por hora para conversarem com mulheres mais jovens. “As cortesãs parecem ser um misto de garota de programa e terapeuta”, explica Pamela. Para o sexo caprichado, eles frequentam os clubes de sexo. Por lá, sexo pago não é considerado adultério legal. Há, inclusive, um ditado muito conhecido no Japão: “Se você paga por isso, não é traição”.

As japonesas também mantêm amantes, sem o menor sinal do peso de pecado judaico-cristão. Culpa é uma palavra desconhecida. A regra é apenas não contar. Se você tem um caso, precisa deixá-lo escondido. Mas algumas coisas começam a mudar. O ideal de amor romântico parece ser o novo lema das novas gerações.

China
No tempo de Mao, amar era proibido, então a população resolveu protestar praticando bastante a infidelidade. E a famosa história do concubinato, homem com uma segunda esposa, ainda é bem presente na China. “O concubinato, homens com mais de um casamento, está presente em toda a História chinesa, por isso eles se convenceram de que esse comportamento é “autenticamente chinês”, que não deve ser julgado por padrões estrangeiros. Naturalmente as esposas oficiais não concordam muito”, conta a jornalista.

Atualmente, o governo central tenta mudar um pouco a visão do adultério e criar punições para a prática. Uma das teorias é que o aumento da corrupção está relacionado a essas escapadinhas. É que, para eles, os políticos e funcionários públicos precisam de mais dinheiro para sustentar a esposa e uma amante.

Rússia
Antes da União Soviética cair, em 1991, o sexo no país era velado. Quando tudo desabou, os russos resolveram sair do armário. “É um dos países mais permissivos do mundo em relação à infidelidade. O adultério é tratado como um vício muito leve, como fumar um cigarro ocasionalmente ou, ainda, como uma maneira de relaxar”, explica a americana.

As mulheres não se sentem culpadas em seduzirem homens casados e fecham bem os olhos para os encontros fora de casa do marido. As russas realmente não esperam fidelidade de quem divide a vida com elas.

Indonésia
No país mulçumano, a poligamia é permitida. Os homens podem ter duas, três, quatro esposas. Claro que, para as mulheres, tudo isso não é tão simples assim. Nenhuma delas gosta de não ser a primeira. E, nas últimas décadas, parece que pouca gente se mostra favorável a isso. Pessoas com menos de 40 anos tem avôs e pais com várias esposas, mas não conhecem gente com a mesma idade que seja adepta da poligamia.

“Embora uma minoria de indonésios pratique a poligamia, o fato de ela ser legal torna a infidelidade mais fácil de se justificar”, explica Pamela. E esse é o grande lema deles por lá: homens com uma esposa só estão mais propensos à traição.

Confira as expressões para descrever casos extraconjugais em diferentes lugares do mundo

No Brasil, uma das expressões para trair é “pular a cerca”. Mas cada país tem seus próprios eufemismos para o ato.

- Suécia e Rússia: “virar furtivamente à esquerda”
- Israel: “comer de lado”
- Japão: “sair da estrada”
- Irlanda: “jogar à direita”
- Inglaterra: “jogar fora”
- França: “ir ver em outro lugar”
- Indonésia: “intervalo maravilhoso”
- Japão: “amigos sexuais”
- África do Sul: “homem que corre”
- Finlândia: “relações paralelas”

Como não cair no papo dos cafajestes

Como não cair no papo dos cafajestes

Eles estão por toda parte e parecem escolher suas vítimas a dedo. Mas será que você não está contribuindo e atraindo este tipinho?





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Cafajestes: aprenda a escapar deles
Segundo o Houaiss, um dos significados da palavra cafajeste é: indivíduo sem nobreza de sentimentos, com má-formação de caráter, em quem não se pode confiar; canalha, velhaco. É isso mesmo, ele é espertão e a única coisa que importa é o seu bem-estar. Cuidado, você pode ser vítima do jeitnho ‘sem-noção’ desse conhecido malandro. Conheça alguns casos.
Conto do vigário
A vendedora Gabriela Loretta, 34 anos, caiu no conto do vigário e viu a sua vida desmoronar depois que resolveu juntar as tralhas e morar com o novo namorado. Infelizmente, foi só quando passou a conviver com ele diariamente que percebeu que o cafajeste abusava (e muito) da sua boa vontade.
“Ele não fazia nada o dia inteiro. Acordava às 11h e passava a tarde toda na frente do videogame ou no computador. Não lavava um copo sequer e muito menos cuidava da manutenção da casa, como comprar comida, papel higiênico e água. Além, claro, de não se preocupar em pagar nenhuma conta. A única coisa que nunca faltava era a cerveja gelada dele na geladeira”, conta ela.
Acorda!
Às vezes, parar de engolir os problemas e fazer com que ele perceba que a vida não anda se passar o dia no sofá pode ser um bom chacoalhão. “Deixe a pia transbordar, a geladeira esvaziar e as roupas sujas dele empilhadas na lavanderia. Ele precisa perceber que você não é uma funcionária dele”, explica a psicóloga Manuela Mendes.
Quando não resolve
Mas nem sempre essa tática funciona. Muitas vezes, parar de executar algumas tarefas acaba só trazendo mais trabalho. “Tentei deixar de fazer algumas coisas, mas ficou complicado privar o meu conforto em nome da sem-vergonhice dele”, conta Gabriela.
Aí não tem jeito. Se nem com puxão de orelha e corte de água ele funciona, é melhor arrumar a mala – dele, é claro! “Muitas vezes é muito mais positivo para os dois terminar a relação ou morar separado. Esse jeito folgado e esperto causa um enorme desgaste para vocês e é muito desrespeitoso”, explica a especialista.
Só para impressionar
Para a advogada Nery C. Correa, 42 anos, a máscara do ‘cafa’ (como ela se refere a ele), caiu rapidinho. “Nas duas primeiras semanas era um romântico perfeito. Me levou para sair num restaurante super charmoso, fomos ao cinema umas quatro vezes e até me mandou flores. Mas durou só duas semanas”, conta ela.
Depois desse tempo, Nery descobriu que tudo aquilo era uma farsa. “Passou a sair todos os dias com os amigos, após o trabalho. Chegava em casa fedendo cerveja, sem disposição alguma pra ficar comigo. E isso não era um programinha eventual. Ele fazia isso nos 7 dias da semana, sem exceção. Piorava no fim de semana, quando ele saía de casa as 9h para andar de kart e voltava só depois das 23h”, relembra a advogada.

Mas o que comprovava o namorado de Nery como um cafajeste de primeira categoria era que ele sempre aparecia quando precisava de alguns favores, geralmente financeiros. “Quando o dinheiro dele acabava ou precisava de alguma ajuda, usava sempre aquele jeitinho doce dele para me convencer que ele era uma boa pessoa e precisava de mim. No começo eu sempre cedia, mas aí descobri que eu era apenas o banco 24 horas dele e terminei a relação”, relembra ela.
Avalie você mesma
Mas não adianta só ficar de olho nas aprontadas e nos golpes que ele aplica em você. Nessas horas, é tão importante quanto olhar para você mesma. “Muitas vezes a mulher permite que o homem aja com esperteza e consiga tudo o que ele quer. Você não é obrigada a ceder, a suportar e realizar todos os pedidos acompanhados com flores. Preste atenção se não é você que deixou o cara mal acostumado”, explica Manuela.
A professora de educação física Tânia Tesuki, 35 anos, achou que passaria a vida toda sendo vitima de cafajestes e até já se conformava com isso. “Meus namorados nunca prestavam. O primeiro só queria saber de sexo, o segundo só pensava no meu dinheiro e nas coisas boas que eu propiciava pra ele. Mas depois do terceiro golpe, aprendi a lição”, conta ela.
O namorado, cafajeste expert, na verdade procurava era uma babá para os filhos do casamento anterior, não uma namorada. “Ele deixava os filhos comigo e sempre inventava viagens nos fim de semana. A gota d’água veio quando ele me deixou sem notícias por uma semana, cuidando das crias dele. Não aguentei. Percebi que estava sendo usada mais uma vez e acabei com o namoro”, relembra a professora.
Para-raios
A reincidência pode não ser mera coincidência. “Veja se você não procura esse tipo de homem sem se dar conta. Há mulheres que sentem prazer inconscientemente em cuidar, e ser quase uma segunda mãe. E, claro, há muitos homens por aí procurando esse tipo de “vitima”. Ajuda profissional pode ser uma saída urgente nessa hora”, explica a psicóloga.
Tânia recorreu à análise e agora não cai mais nos golpes e nas armadilhas que ela mesma corria atrás. “Depois de começar a fazer as sessões, descobri as minhas faltas e percebi que era a pessoa perfeita para atrair esse tipo de homem. Cafajestes se aproximavam de mim porque eu também permitia e, de certa forma, queria alguém assim. Agora não caio mais. Se quer alguém pra lavar as roupas, cuidar das crianças ou dar dinheiro, mando logo voltar pra casa da mãe. Se quer só sexo e eu também estiver nessa mesma onda, ótimo. Se não, saio de fininho e vou cuidar da minha vida”, ri a professora.

Mulheres contam como saíram de saias justas no primeiro encontro

Mulheres contam como saíram de saias justas no primeiro encontro

Bebeu demais? Falou mal do time dele? Calma, isso não acontece só com você. Veja histórias e saiba evitar os foras da primeira vez





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Passou vergonha no primeiro encontro? Aprenda a não perder o rebolado

O primeiro encontro é sempre tenso e carregado de ansiedade dos dois lados – pode acreditar, eles também ficam super ansiosos na hora do cara a cara. Principalmente se for planejado, com hora marcada, lugar escolhido a dedo e dia separado exclusivamente para o encontro.

Mas não precisa se descabelar, roer as unhas e passar a noite em claro. Agir com naturalidade e segurança é ponto fundamental para não comer bola. E, se alguma coisa der errado, nada de enfiar a cabeça embaixo da mesa. Com jogo de cintura dá para não perder o pretendente mesmo com um fora homérico. Conheça as histórias de algumas mulheres e as dicas de especialistas no tema para contornar as eventuais saias justas de um primeiro encontro.

Beber demais
A publicitária Carolina L. Manelli, 29 anos, conheceu Rodolfo em uma reunião entre agências e logo trocaram e-mails para se conhecerem melhor. Aquela boa e velha cervejinha num bar descontraído, no meio da Vila Madalena, bairro boêmio de São Paulo. “Claro que eu estava nervosa, ele era lindo, 10 anos mais velho e, pra piorar, ocupava um cargo super importante em uma agência que eu queria muito trabalhar”, relembra ela.

Para não ser pega de surpresa, foi a própria Carolina que escolheu o local do encontro: um boteco sem muitas frescuras e legal para conversar. “Separei um modelito despojado e não atrasei. Ele já estava lá me esperando. O problema é que sou megatímida e, quando fico nervosa, não consigo abrir a boca”.

Para descontrair, a publicitária caprichou nas doses de pingas mineiras. E aí perdeu a linha, claro. “Quando percebi, já estava falando feito uma louca, rindo sozinha das minhas piadas, derrubando bebida na mesa”, ri Carol.

Recuperar a sobriedade em minutos é impossível. Por isso, não dá pra exagerar na bebida. “No primeiro encontro, não dá para beber demais. Tem gente que, para descontrair, bebe muito e acaba ficando chata, além de dar uma enorme mão de obra para o outro”, explica Sérgio Savian (www.sergiosavian.com.br), terapeuta e consultor de relacionamentos.

Para não perder a noite e o futuro affair, a publicitária tirou uma desculpa da cartola, que rendeu até mais do que ela esperava. “Falei que tinha tomado um remédio e a mistura com a bebida não caiu bem. Ele ficou todo preocupado e me ofereceu uma carona pra casa. Se colou? Bom, estamos juntos até hoje. Já faz 7 meses”, comemora Carolina.


Escolher a comida errada
Mas nem sempre um descuido é a catástrofe da noite. Às vezes não dá para imaginar que um simples lanche temperado com alho pode ser o grande vilão da noite. A arquiteta Bianca Maroni, 32 anos, quase teve um infarto quando percebeu que o tempero da comida ia destruir a sua noite.

“Primeiro encontro é sempre tenso. Mas eu estava tranquila até escolher a pior opção do cardápio. Um lanche temperado com uma maldita maionese de alho”, lembra ela. Claro que ela não imaginava que uma simples mordida causaria tanto estrago.

“Um pedaço só e já senti aquele cheiro super forte saindo da minha boca. Corri para o banheiro e tentei procurar um antisséptico (alguns bares disponibilizam o produto no banheiro). Nada. Lotei o dedo com uma pasta de dente que eu tinha na bolsa e tentei dar uma limpadinha. Não tinha outra saída. Mas não adiantou”, conta Bianca.

Muito alho, cebola, ou um mau hálito natural não são bem vindos em um primeiro encontro e podem causar uma grande saia justa. “Tem que ter cuidado com o hálito. Afinal de contas, o primeiro encontro promete um beijo e ninguém vai querer beijá-la se a sua boca não estiver em ordem”, comenta Sérgio Savian.

A arquiteta foi pega de surpresa, porém conseguiu sair dessa não só com um bom beijo, mas com o resto da noite acompanhada. “Ele sacou meu desespero (ou o cheiro do alho) e logo lançou que adorava o lanche que eu pedi. Deu uma mordida e caímos na risada. Foi um alívio”, relembra ela.

Falar demais
Às vezes, um pequeno comentário, que soa tão bobo para você, pode ser terrível. Ainda mais quando ele escapa antes de você conhecer um pouco mais o pretendente. A estudante de educação física Lisandra Correa, 26 anos, entende tudo de futebol e usou esse truque no dia em que foi conhecer um amigo do irmão dela.

“Tudo estava perfeito até eu começar a discorrer sobre os trunfos do Corinthians. O problema? Ele era palmeirense roxo. E eu estava dando uma aula da história do futebol”, ri a professora.

Por isso, fique atenta: é melhor esperar a noite correr um pouco mais antes de dar opiniões muito pessoais ou errar no assunto. “Primeiro conheça o rapaz e deixe que ele a conheça, antes de falar de certas coisas. E não esqueça que a postura de quem sabe tudo é extremamente broxante para um homem”.

A solução que Lisandra encontrou? “Pedi desculpas. Não sabia onde enfiar a minha cara. Acho que falei demais”, conta ela. Mas atenção: pedido de desculpas nem sempre é a melhor saída. “Não aconselho a pessoa ficar pedindo desculpas, a não ser que sem querer você pisou no pé da pessoa ou algo do tipo. Na sedução, temos que nos comportar como prêmio e, mesmo cometendo gafes ou erros, temos que ser seguros e autênticos”, explica Daniel Madeira (www.personalpaquera.com.br), que é pesquisador de sedução e relacionamento amorosos, além de ministrar workshops e palestras em Marketing Pessoal.

Para você anotar no caderninho e não ficar perdida no primeiro encontro, os especialistas separaram algumas dicas fundamentais:

- Saiba quais são seus talentos e exerça-os com alegria;
- Seja generosa, mas saiba também receber e agradecer quando é presenteada;
- Seja agradável, simpática, charmosa e sensual na medida certa. Na hora da despedida você deve deixar sempre a sensação de que o melhor virá depois;
- É importantíssimo ser atraente fisicamente e na escolha da conversa;
- Nada de olhar para o chão, para a parede ou para quem entra no bar. Agora é a hora do olho no olho;
- Ficar atenta à sua linguagem corporal também é fundamental. Assim você não só evita se jogar com muita agressividade em cima do moço, como também não derruba a taça de vinho no paletó dele

pimenta demais na relação pode da errado

Apimentar a relação pode dar errado

Criar uma noite especial para seu parceiro pode dar um up na vida sexual de vocês dois. Mas antes de colocar em prática todas aquelas idéias mirabolantes, é bom tomar alguns cuidados para não pecar pelo excesso e acordar sozinha no edredon




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Dizem que na hora do sexo vale tudo. E vale mesmo, mas é preciso ter um pouco de bom senso. Não dá para encher a noite de efeitos especiais sem ao menos saber o que o parceiro gosta e o que combina com você. Exagerar na decoração, na roupa e nas surpresas pode ser constrangedor. A consultora em Terapias Sensuais Glauciane Lourenço separou algumas dicas para você não pecar por excesso e ver que nem tudo funciona como deveria.

O susto
Foi na época em que bairros da cidade de Belo Horizonte (MG) passavam por uma onda de assaltos, que uma das alunas de Glauciane resolveu fazer uma surpresinha para o marido. Fantasiou-se de ninja (um fetiche dela), apagou as luzes e esperou o parceiro entrar em casa. Logo que a porta se abriu, ela pulou nas costas dele, louca para que a noite começasse ali. Assustado e inseguro com a situação, o marido reagiu com golpes!

Nunca deixe de avisar ao seu companheiro que você vai fazer algo especial, o elemento surpresa nem sempre é tempero para uma noite agradável e sensual, explica a especialista.

Excesso

Velas, incensos, pétalas. Em outro caso apresentado nas aulas de Glauciane, o abuso de incrementos foi uma catástrofe. O marido, um daqueles machões típicos, chegou em casa achando que não tinham pago a conta de luz e que a mulher estava fazendo um ritual de macumba, conta ela. É aí que entra o bom senso e a importância de conhecer bem o seu parceiro. Além disso, vale lembrar que existem outros valores a serem resgatados como: amor, afeto, carinho, respeito e dedicação.

Demi Moore fora de contexto

Uma aluna fez um curso comigo de strip-tease módulo avançado; aprendeu coreografias maravilhosas e como realmente se despir com sensualidade, relata a especialista. O probleminha dela foi usar o truque cedo demais. Depois de conhecer um cara na balada, resolveu ir com ele para o motel. Para impressioná-lo logo de cara, fez um strip-tease que nem mesmo a Demi Moore conseguiria tal performance. O moço ficou chocado, assustado e acabou saindo de lá às pressas dizendo que não queria se envolver com garota de programa e nem mesmo com uma stripper profissional.

Uma experiência dessa só deve ser feita com aquele gato com que você já tenha uma intimidade maior. Nunca com um desconhecido e nem na primeira noite, explica a consultora.

Luzes!

Jantar à luz de velas parece ser um artifício que agrada todo mundo e impossível de errar. Pois é, dependendo para quem você prepara, pode ser uma escolha infeliz. Ela preparou um jantar à luz de velas para o marido e sabe qual foi sua reação? Acendeu todas as luzes e disse que gostava de ver o que ele estava comendo, conta Glauciane. Um tanto insensível, claro. Por isso é sempre bom sondar, perguntar para amigos ou jogar um verde para ele antes de inovar durante a sua noite. Isso evita que você atire o prato de comida na cara do sujeito e tenha um acesso de raiva homérico.

Comentários exagerados

Elogiar o parceiro é sempre muito bom para a autoestima e funciona direitinho para levantar o astral da noite. Mas exagerar demais e mentir pode ser um prato cheio para dar tudo errado. Uma aluna disse ao marido que ele ficaria lindo, super gostoso, um deus grego se ficasse nu somente com uma jaqueta de couro. Claro que ele foi ao banheiro e caprichou na preparação. A grande surpresa: esqueceu de tirar as meias pretas. Ela teve vontade de correr dali e nunca mais voltar, mas preferiu continuar elogiando, conta a especialista. O erro? O cara não tirou mais a jaqueta, mesmo com um calor de 40 graus. Por isso, não exagere nos elogios e não diga coisas que você não acha. Assim você não precisa se deparar com algumas cenas novamente.

Na vida íntima, é preciso muito bom senso. Mas também não precisa se travar e morrer de medo de fazer qualquer coisa diferente. As mulheres têm um poder sensual inato. Devemos usá-lo para educar, conduzir, ensinar utilizando a nossa inteligência amorosa para que o dia-a-dia não fique tão difícil de se levar, lembra Glauciane.

como se dar bem com a sogra

Conselhos deles para você se dar bem com a sogra

Há quem tenha arrepios só de pensar na mãe do parceiro. E o que mais deseja é que ela viva a sua vida a milhares de quilômetros de distância... Mas você pode fazer melhor: o iG convidou alguns homens “santos” que dão dicas ótimas para você conseguir ao menos tomar um cafezinho com ela





Foto: Getty Images
Não tem jeito: para que o seu relacionamento não seja uma catástrofe você precisa se dar bem com a sua sogra. O segredo é tirar todos os preconceitos que a palavra já carrega. Não é porque ela é mãe do seu companheiro que automaticamente odeia você e jogará pragas eternas para que o seu casamento chegue ao fim. Se existe algum conflito entre vocês, o ideal é resolvê-los com o mínimo de desgaste possível.
Ciúmes
Nada do que você faz está bom? Ela sempre arruma um jeito de te alfinetar com comentários do tipo: Nossa, que comida sem sal; Seu café é muito forte; O sofá que você escolheu não combina com a sala?
Segundo o engenheiro civil Carlos S. Travinsky, de 35 anos, o melhor a fazer é deixar os comentários entrarem por um ouvido e saírem pelo outro. A dica é apertar a tecla off e desligá-la do seu mundo. Sogras como a minha mãe vão morrer achando que a nora é uma eterna catástrofe. Faça suas coisas, acredite em você e abstraia os comentários dela, conta.
Dona do seu lar
Ela chega para uma visita e, em 15 minutos, já conseguiu rearranjar todos os móveis da sua sala. Sem a sua permissão, claro. É capaz de jogar fora as suas louças simplesmente porque ela acha cafona. Hora de acabar com essa festa!
Depois que a minha mãe jogou no lixo os vinis antigos da minha esposa, percebi que eu quem tinha que resolver essa situação. Conversei com ela e deixei muito claro que a minha casa não era uma extensão da casa dela., conta o professor Fábio Luis Álvares, 29 anos.
E ele dá uma ótima dica para você eliminar de uma vez por todas os palpites chatos: É melhor o homem dizer para a mãe dele que o quadro que ela odeia é o preferido dele, que a cor da parede foi ele que escolheu. Assim ela para de achar que aquelas ideias das quais ela reclama tanto são coisas da nora, garante o professor.
A falsa boa sogra
Ela diz que você é um amor, leva flores e chocolate quando resolve fazer uma visita. Mas, quando você não está por perto, ela se transforma em uma bruxa má, metralhando seus defeitos para todo o mundo.
Minha mãe era um espetáculo na frente da minha namorada. Mas era só ela ir ao banheiro que a Dona Emília descia a lenha nela, relata o dentista João Salles, 31 anos. Como você nunca está presente quando isso acontece (mas percebe a orelha queimar por horas), quem tem que tomar uma solução é o seu parceiro.
Não tenha medo de criticar a sua mãe. Resolva essa parada dizendo que ela não precisa idolatrar a sua esposa. O que não dá é pra usar sempre uma máscara. Se não gosta, apenas aceite o fato, sugere o dentista.
E nada de fazer joguinhos de intriga. Dizer para a sua sogra que você já sabe que ela fala mal de você aos quatro cantos pode gerar uma confusão enorme. Ela com certeza vai achar que o seu marido é o delator e aí a sua relação com ela vai virar um inferno. Jogo de intriga entre os três é praticamente pedir o início da terceira guerra mundial, garante João.
Adora a ex
A antiga namorada ou esposa de seu marido parece ser a perfeição em pessoa, uma verdadeira criação divina aos olhos da sua sogra. Isso enfurece qualquer uma e cria um mal estar horrível entre o casal.
Minha mãe não perdia tempo. Sempre fazia um comentário sobre a minha ex, nas piores horas possíveis. E aí minha esposa virava um bicho comigo, porque achava que eu é que era o culpado por isso, que eu devia falar da ex para a minha mãe, conta o fisioterapeuta Daniel Donato Silveira, 37 anos.
Calma, seu marido não tem nada a ver com essa história. É claro que, se ele sempre tece comentários gloriosos sobre a relação antiga na frente da mãe, pode sim estar dando asa para cobra. Por isso é importante verificar a causa dessa atitude dela.
Pergunte para o seu namorado se isso é só com você ou se a mãe dele sempre fez comentários das relações antigas com a atual. No meu caso foi muito simples. Já fui casado três vezes e minha mãe sempre elogiava a namorada anterior à que eu estava. Parecia até piada, ri Daniel.
Dicas para você viver em paz com a sogra e, consequentemente, ter um casamento mais tranquilo:
- Retire o preconceito e lembre-se que sua sogra não é uma chata simplesmente por ser sogra;
- Tente entender os motivos por trás das atitudes dela com você. Isso a ajuda a perceber em quem você tem que dar um puxão de orelha: no marido ou na mãe dele;
- Imponha seus limites e desejos e respeite os dela;
- Não exija que o seu parceiro desapareça da vida da mãe dele. Isso vai afundar a sua relação e causar uma imensa dor de cabeça. Ela veio antes de você e não há nada que altere esse fato;
- Está com saudade da comidinha da mamãe? Não adianta jogar a panela de feijão na cabeça dela quando você tem que aguentar comentários como esse. É de bom tom que o seu marido responda algo do tipo: Só daquele bolo de cenoura. É que a minha esposa cozinha muito bem. Isso evita que ela morra de ciúmes ou, caso ele não dissesse nada, que você mudasse o alvo da panela e mirasse o feijão na cabeça dele.

por que os homems traem .

Por que, afinal, eles traem?

Procuramos a opinião de especialistas em relacionamento e psicologia – e comparamos com o que os próprios homens dizem sobre o assunto




Foto: Getty Images

Quem acha que traição é uma coisa natural no comportamento masculino pode ganhar o título de ultrapassado. Afinal, esse comportamento não está predefinido no homem. Marina Vasconcellos, psicóloga de São Paulo, diz que a traição não é compreensível só porque ele é homem, não. Se está compromissado, você escolheu estar com aquela pessoa. A gente tem o desejo, sim, mas tem o poder de controlá-lo, afirma ela.

Mas Marina concorda que é mais fácil o homem trair do que a mulher. Eles têm mais permissão de abordar as pessoas, por isso têm mais chances. As mulheres costumam ficar na espera. Porém, a especialista não condena exclusivamente o homem. Se ele trai, algo não está legal na relação. A não ser os casos de compulsivos sexuais, que precisam ser tratados.

A primeira dica da psicóloga, portanto, é manter a relação interessante para ele. O homem precisa se sentir admirado. Eles têm uma necessidade de ter seus méritos reconhecidos... Se ele não se sente assim, procura uma amante que o admire, mesmo que ele ainda goste da mulher.

Outro motivo comum é quando o desejo sexual dos dois não está em sintonia. Há muitos casais em que o homem tem muito mais necessidade de sexo do que a mulher. E é bom descobrir o motivo disso, aconselha Marina. Descubra quais são os problemas da relação que refletem no sexo para poder resolvê-los.

Outra dica de Marina é valorizar as coisas boas da relação e demonstrar isso. Evite reclamar de tudo. Faça com que ele se sinta querido e importante. E mais: Cuide-se, da mente e do corpo, e tome a iniciativa no sexo. Eles adoram. Dedique-se à relação, converse, saia, se divirta... não fale com ele apenas para discutir a relação.

A culpa também é delas

A psicanalista Elizandra Souza também alivia um pouco o lado dos homens. Não é possível dizer se eles são mais infiéis. O que sabemos é que, hoje, as traições – femininas e masculinas – estão mais descaradas, diz ela. E, culturalmente, eles traem mais. Por outro lado, as mulheres reclamam da falta de solteiros, mas aceitam sair com os casados. Talvez por isso a traição masculina seja mais aceita pela sociedade.

Outro argumento falho é dizer que faz parte da natureza do homem a infidelidade. Estaríamos visualizando um homem irracional, que sucumbe imediatamente aos seus desejos, sem se preocupar com as consequências. E isso não é verdade. Se um homem pode administrar um negócio, por que não conseguiria administrar seus instintos?, questiona Elizandra.

Para a psicanalista, é importante destacar que nenhuma mulher precisa se sentir inferiorizada quando acontece a traição, mas sim usar os sinais da infidelidade para entender o que está havendo. Ela pode avaliar a relação, antes que a traição se torne um transtorno. Não é preciso fazer escândalo. É melhor conversar.

E ninguém nega que uma conversa sincera pode levar o casal a entender suas dificuldades e superar os obstáculos que estão passando. Não precisamos achar que os homens são simplesmente canalhas, pois eles também querem uma relação madura e duradoura, com respeito, companheirismo e amor, encerra Elizandra.

Com a palavra, eles
Paulo* diz que já traiu sua namorada, mas não concorda com os argumentos da psicóloga. Traí por diversão, para ter uma boa transa, sem compromisso, diz o homem de 29 anos. E faz uma lista de reclamações sobre a namorada. Por qualquer coisinha, ela faz um carnaval. Acho que é bom, às vezes, a gente ter uma transa com a intenção de ter prazer. Sem ter que se preocupar se você terá sono depois ou se vai ter que ir embora em seguida. Cansa pensar em todas essas coisas sem importância que elas valorizam tanto.

Outro que traiu foi Fábio*, de 32 anos, mas garante que não é um hábito. Traí minha mulher antes de casarmos e foi uma única vez. Foi uma noite puramente sexual, animalesca, diz. E ele discorda que havia algo de errado com seu relacionamento para buscar outra. Não procurei. Rolou. Amo minha mulher e nos damos muito bem. Foi apenas uma aventura sexual, de um jovem que sabia que ia se casar e ficaria amarrado, teoricamente, para sempre.

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