pesquisa magos da luz

Pesquisa personalizada
-------------------

29 de jul de 2010

Previs�o da Morte de um �dolo

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Previs�o da Morte de um �dolo

-- A previs�o que vou fazer � que um cantor muito famoso do rock ter� morte prematura, e isso poder� acontecer a qualquer momento, apartir de agora.
Assim come�ou num programa de r�dio chamado Unexplained Phenomena (Fen�menos Inexplic�veis) em 8 de setembro de 1980, a entrevista do m�dium Alex Tanous.
-- Falo de morte prematura, porque existe algo estranho com seu pensamento. Este caso ir� afetar a consci�ncia de muitas pessoas, por conta de sua fama -- declarou Tanous ao seu entrevistador, Lee Speigel.
O m�dium declarou ainda que o astro podia ser estrangeiro, entretanto morava nos Estados Unidos.
Tr�s meses depois o cantor ingl�s John Lennon dirigia-se a seu apartamento localizado no Edif�cio Dakota. Foi interceptado por um f� louco que o matou a tiros na entrada deste pr�dio, cuja vista podia ser observada pelo escrit�rio da NBC, onde Tanous concedeu a entrevista.

A Hora da Morte

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

A Hora da Morte

A dra. Louisa Rhine, pesquisadora do laborat�rio de parapsicologia da universidade de Duke, estudou v�rios casos de rel�gios que pararam de funcionar no momento da morte do seu dono. Num desses casos, um morador do Canad� relatou � dra. Rhine o que ocorreu em sua fam�lia, quando � morte do irm�o de sua cunhada.
Quando o doente terminal morreu, �s 6:24, o dito canadense, telefonou para a fam�lia e para o m�dico. Em seguida, preparou algo para que os visitantes pudessem comer. Al�m disso, era necess�rio ficar observando o rel�gio, porque a ag�ncia funer�ria chegaria �s 9:30. Durante o caf�, um dos visitantes perguntou as horas; a cunhada do depoente consultou um rel�gio de bolso que lhe foi dado pelo seu irm�o falecido. Ao ver o rel�gio, ela teve uma terr�vel surpresa: este marcava exatamente a hora e os minutos em que seu irm�o morrera.
Para ter certeza de que aquilo n�o era uma estranha coincid�ncia, ela pediu ao seu outro irm�o que desse corda, para saber se ele parara por falta desta. O rel�gio ainda tinha tr�s quartos de corda.

Mother Shipton

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Mother Shipton

Ursula Sonhteil, mais conhecida como Mother Shipton, viveu de 1488 a 1561. Portadora de uma deformidade f�sica, a jovem Ursula aprendeu a ler e a escrever com not�vel facilidade. Mas foi como profetisa que ganhou not�vel popularidade. Ela antecipou a morte de reis, a cria��o do autom�vel, do submarino e do telefone. 
Quanto � cria��o do autom�vel profetizou: 
"Carrugens sem cavalos trafegar�o,  e os acidente de ang�stia o mundo encher�o."
Quanto ao advento do submarino e de navios de ferro: 
"O homem sobre e sob as �guas caminhar�.  O ferro na �gua flutuar�."
Previu tamb�m o uso da televis�o e do telefone por sat�lites: 
"Por todo o mundo voar�o os pensamentos  com a rapidez de uns poucos momentos."
Ela tamb�m falou sobre a futura derrota da Invenc�vel Armada espanhola em 1588: 
"E os cavalos de madeira do monarca ocidental  ser�o destru�dos pelas for�as de Drake, afinal."
Mother Shipton previu ainda, com exatid�o, o dia e a hora de sua morte, com alguns anos de anteced�ncia.

A Marca do Erro

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

A Marca do Erro

Durante vinte anos, no per�odo de 1860 a 1880, os trabalhadores das minas de carv�o dos Estados Unidos foram oprimidos com as desumanas condi��es de trabalho impostas pelos seus chefes, de maioria descendentes de ingleses e galeses.
Os mineiros, quase todos irlandeses, criaram a Mollie Maguires, uma sociedade secreta que tinha como objetivo reduzir os desmandos dos propriet�rios das minas de carv�o da Pennsylvania.
A Mollie Maguires realizou manifesta��es e, tamb�m, tumultos, onde morreram cerca de 150 pessoas. Os propriet�rios das minas resolveram contra-atacar, solicitando os servi�os de uma ag�ncia de detetives, que colocou um dos seus agentes infiltrado entre os oper�rios. Logo, esse agente se tornava um dos membros da Mollie Maguires. Com os seus relatos, doze integrantes da sociedade secreta foram condenados � forca em 1877.
Entre os condenados estava Alexander Campbell, que jurara ser inocente pelo assassinato de um supervisor de uma das minas. Por�m seus algozes n�o levaram em conta a sua declara��o e o mataram.
Enquanto era arrastado para a cela 17, de onde aguardaria o momento de sua morte, Campbell esfregou a sua m�o esquerda no ch�o e pressionou-a contra a parede, declarando aos gritos:
-- Esta impress�o permanecer� aqui para sempre, como prova de minha inoc�ncia.
A profecia de Campbell se cumpriu. Ainda hoje, pode ser vista a sua impress�o palmar crivada na cela onde aguardou, inconformado, a morte.
Nenhum dos v�rios esfor�os para retirar a marca teve �xito. Em 1930, um xerife recentemente eleito, prometeu retirar a impress�o, mandando substituir o peda�o de reboco que continha a marca de Campbell por um novo. Na manh� seguinte, o xerife voltou a Cela 17 e a impress�o de Campbell novamente se encontrava na parede. Em 1978, um pintor de paredes entrou �s escondidas e pintou aquele peda�o do reboco, mas, para seu espanto, a impress�o voltou a ficar vis�vel na tinta fresca, para mostrar a todos os seus observadores o erro que implicou no sacrif�cio de uma vida.

Cheiro, o Grande

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Cheiro, o Grande

Em 1893, um homem que autodenominava-se Cheiro, o Grande, era o mais bem pago vidente do mundo. Isso porque foi desafiado a provar suas habilidades.
Alguns jornalistas de Nova York propuseram-lhe um desafio: olhar para treze impress�es digitais diferentes e apontar os respectivos portadores.
Cheiro, o Grande, aceitou o desafio.
Dez minutos lhes bastaram para apontar corretamente doze dos autores das impress�es digitais. Entre essas estava a da artista Lilian Russell, que Cheiro, o Grande chegou at� a apontar, com acerto, alguns tra�os de sua personalidade.
Por�m ele recusou-se a identificar um dos portadores.
-- Recuso-me a identificar essa impress�o para qualquer outra pessoa, a n�o ser para a pr�pria, porque � a marca de um assassino. Ele ir� se revelar atrav�s de confiss�o e morrer� no pres�dio -- declarou ele.
A impress�o digital era do dr. Henry Meyer, que alguns dias depois confessou-se culpado por um assassinato. Sendo condenado, Meyer, morreu alguns meses depois no pres�dio.

O "Divino" Sonho

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

O "Divino" Sonho

Dante Alighieri � considerado um dos maiores poetas da literatura universal, principalmente por conta de A Divina Com�dia, poema que fala da vida ap�s � morte. O que pouco se sabe � que para ser publicada, a obra precisou de uma ajuda vinda do al�m.
Quando morreu, em 1321, Dante n�o havia informado aos seus filhos, Jacopo e Pietro, onde pusera o original da obra. Desesperados, seus filhos reviraram a casa, � procura deste. Certo dia, por�m, Jacopo teve um sonho. No sonho, via seu pai entrar no quarto, vestindo roupas brancas. Jacopo lhe perguntara se ele havia terminado a obra. Dante balan�ou a cabe�a afirmativamente e lhe mostrou o local onde podiam ser encontradas o restante do original.
Jacopo, acompanhado de um advogado amigo de seu pai, procurou no local indicado por ele no sonho, um biombo junto � parede no quarto de Dante, e l� achou as partes faltantes da Divina Com�dia.

Guerreiros Fantasmas da Colina Cadbury

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Guerreiros Fantasmas da Colina Cadbury    
Existem centenas de Lendas que envolvem o tranq�ilo Oeste Bret�o, com  Fadas, Duendes e Fantasmas transitando pelas Colinas e tamb�m com  C�es  Sobrenaturais que vagam pelos P�ntanos de Dartmoor. Mas talvez a mais poderosa das Lendas da Regi�o seja a do Castelo Cadbury, no Condado de Solertes. O forte abandonado da Idade do Ferro fica no topo de um morro que tem a fama de ser n�o s� oco, como habitado.
Uma professora prim�ria contribuiu para a fama misteriosa da regi�o ao relatar ter visto uma estranha prociss�o na Colina Cadbury, na d�cada de 30. Ao passar de autom�vel no sop� da Colina com seu amigo, afirmou ter visto v�rias luzes incandescentes em linha descendo o morro lentamente. Aproximando-se mais do local, puderam constatar que tais luzes eram provenientes de tochas presas � ponta das lan�as de dezenas de cavaleiros, estes liderados por um "grande" cavaleiro negro que os guiaria novamente para a escurid�o.
Esse relato fant�stico seria apenas mais uma hist�ria de fantasmas se n�o fosse corroborado posteriormente por v�rias pessoas em �pocas diferentes. Tais "Cavaleiros do Fogo" seriam os ocupantes de Cadbury. Segundo a Lenda local, a Colina havia sido sede da Corte de Arthur. Arque�logos confirmam que o antigo forte pode ter sido a morada de algum chefe do s�culo VI, na �poca em que o Rei Arthur lutou contra os Sax�es. H� s�culos que os moradores do local afirmam que o espectro de Arthur e de  seus cavaleiros moram no interior da Colina Cadbury e que patrulham o forte nas noites de luar.
Pois para eles, a Guerra ainda n�o terminou, e pode ser que a Inglaterra precise de seus guerreiros novamente.

Esse texto � baseado no folclore da regi�o citada
.

Recado do Al�m

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Recado do Al�m

Na cidade de Garanhuns - PE existe um senhor conhecido por Zezinho Barros excelente m�sico (acordeom) que  na d�cada de 60 tocava nos p�s de serra, fazendas, e bares do interior de Pernambuco. Na mesma �poca ele conheceu uma menina com quem come�ou a namorar, e anos ap�s casou. Um ano depois de terem casado tiveram o primeiro filho que passou a ter o mesmo nome do pai, quatro anos se passaram quando a esposa de Zezinho come�ou a sentir dores muito fortes, e ap�s um exame ela descobriu que estava com um tipo de c�ncer incur�vel, trazendo muita tristeza para toda a fam�lia, mas como era de uma fam�lia muito religiosa tinha esperan�a de uma cura, porem tudo em v�o um ano ap�s a descoberta da doen�a ela morreu com 22 anos deixando o marido revoltado, e que n�o se conformava com aquela situa��o.
Zezinho passou a viver sozinho com o filho, e alguns meses ap�s a morte de sua esposa ele conheceu outra mo�a com quem come�ou um novo relacionamento para tentar uma vida normal, s� que n�o queria casar novamente, apenas passariam a viver juntos e de uma forma tranq�ila tentou convencer a mo�a, ela era de boa fam�lia e talvez seus pais n�o aceitassem ent�o pediu um tempo para tentar convencer os pais.
Nessa mesma noite quando se preparava para dormir levantou assustado com os gritos de seu filho o chamando que gritava pedindo para tirar sua m�e de cima dele, Zezinho achou apenas se tratar de um pesadelo, mas quando entrou o quarto sentiu que o quarto estava muito frio e notou que ao lado do menino tinha um vulto um pouco claro, ao chegar mais perto viu sua esposa falecida segurando a m�o de seu filho, ele ficou paralisado com a cena enquanto a crian�a chorava dizendo "papai pe�a para mam�e me soltar, a m�o dela esta muito gelada" ap�s estas palavras o vulto seguiu em sua dire��o segurou em sua m�o e disse "Por favor se case com a mo�a, ficarei aqui por alguns dias e se n�o haver o casamento minha alma vai para o inferno" falou estas palavras em seguida deu 7 tapinhas em sua m�o e desapareceu se transformando em uma nuvem branca, Zezinho n�o conseguiu dormir preocupado com aquela apari��o.
Ele conseguiu fazer o que sua esposa pediu, casou, mas confessou que na igreja durante o seu casamento sentiu a presen�a de sua esposa falecida. Zezinho Barros hoje ainda mora em Garanhuns, � casado, e se lembra perfeitamente de toda hist�ria, Zezinho Filho tamb�m � m�sico e n�o se lembra de sua m�e.

Historia ver�dica enviada por Silv�rio Vieira da Radio Oliven�a FM

Vivo!

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Vivo!

Max Hoffman foi declarado clinicamente morto com a idade de cinco anos. Foi ent�o sepultado.
Na noite seguinte ao enterro, sua m�e se inquietava com um sonho que a pouco tivera. No sonho via seu filho se revirando no caix�o, lutado desesperadamente para manter sua vida. A morte o ca�ava; era visto pela m�e com as m�os atravessadas abaixo da face direita.
A sra. Hoffman, depois de acordar do pesadelo, tentava convencer seu marido a resgatar o ata�de, mas ele recusou o plano; tinha a id�ia de que sua esposa ainda n�o aceitava a morte do filho.
Outra noite chega, e a ela traz de volta o mesmo pertubardor sonho. Seu marido agora concorda em exumar o corpo do filho. Foram ao cemit�rio � uma hora da madrugada e, com a ajuda de um vizinho, desenterram e abrem o caix�o. A posi��o do corpo parece demonstrar que o sonho da sra. Hoffman fora real -- tinha as duas m�os cruzadas sob a bochecha direita, conforme o sonho mostrara; n�o tinha sinal algum de vida.
Para diminuir a inquieta��o da sua mulher, que acreditava piamente que o filho ainda estivesse vivo, o sr. Hoffman concordou em levar o corpo do filho a um m�dico a fim de reanim�-lo. Levaram-no ao mesmo m�dico que assinara o atestado de �bito do menino. Embora a princ�pio resistisse, o m�dico come�o a tentar reviver o garoto. Uma hora depois, uma p�lpebra se abre, Max estava vivo!
Uma semana depois, Max estava totalmente recuperado, s� morrendo aos 89 anos de idade.

Momo - O Monstro de Missouri

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Momo - O Monstro de Missouri

A primeira vez que se ouviu falar do Momo data de julho de 1971. Duas mulheres faziam um piquenique num bosque da cidade de Louisiana, quando viram um "meio-macaco, meio-homem", que exalava um cheiro terr�vel. A criatura saiu de um matagal e aproximou-se delas, emitindo um "leve ru�do de gargarejo". As duas mulheres correram dali, se dirigindo ao carro. A criatura comeu os alimentos do piquenique e voltou ao mato. As duas registraram queixa na delegacia daquela cidade, mas s� tornaram o fato p�blico em 1972, depois que casos semelhantes foram declarados por outras pessoas.
Naquele ano, 1972, tr�s crian�as brincavam quando viram um animal em p�, ao lado de uma �rvore. De acordo com as crian�as, a criatura possu�a de 1,80 a 2,10 metros de altura e possu�a uma densa pelagem negra; carregava debaixo do bra�o um cachorro morto.
Edgar Harrison, pai das tr�s crian�as, viu, tr�s dias depois, uma bola de fogo pousar atr�s de um col�gio, localizado do outro lado de sua rua. Cinco minutos depois, viu outra bola de fogo cruzar o c�u, escutando em seguida um grunhido forte, provindo da colina Marzolf -- situada na redondeza da escola --, que parecia descer sobre os observadores, embora nada estivesse vis�vel.
Algumas horas depois, Harrison e alguns amigos decidiram verificar, deslocando-se � escola. Ao passarem por um pr�dio antigo, sentiram um mau-cheiro, embora nada encontrassem.
Por mais duas semanas, v�rias pessoas disseram ter visto o Momo. Algumas delas ouviram vozes fantasmag�ricas. Uma das vozes dizia "afastem-se da floresta" e outra pedia uma x�cara de caf�.
A criatura recebeu o nome Momo por conta da abrevia��o americana de Missouri --  Estado onde houve as apari��es --: "MO", e as duas letras iniciais de "monster" -- monstro, em portugu�s .

Telepatia Salvou um Trabalhador (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui


O soldador John H. Sullivan passou por uma experi�ncia incomum. Em 14 de junho de 1955, quando soldava um cano de �gua em West Roxbury, bairro de Boston, a valeta na qual estava afundou de repente. Ele foi soterrado, ficando apenas a m�o vis�vel.
Thomas Whittalker, amigo e colega de Sullivan, trabalhava em outro local. Algo lhe perturbara a mente. Ele comentou com outro empregado que alguma coisa estava acontecendo em Roxbury. Whittaker resolveu parar com o trabalho e verificar o que estava acontecendo, para tirar o estranho pressentimento da cabe�a.
Whittaker deslocou-se �quela regi�o, fazendo um caminho que normalmente evitaria. Chegando ao local, Whittaker viu que um dos ve�culos de sua companhia estava no local, vazio e com o gerador funcionando. Aproximando-se cerca de 4 metros da valeta, primeiro percebeu que houvera acontecido ali um desmoronamento, logo depois pode ver uma m�o aparecendo no entulho.
Vendo que o homem ainda estava vivo, Whittaker come�ou a cavar, pedindo depois auxilio aos Bombeiros. Rapidamente eles chegaram ao local para resgatar Sullivan, que estava seriamente ferido. Se o resgate demorasse um pouco mais ele teria morrido.

comunico-me com desencarnados através de sonho (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

enho me deparado e me identificado com situações cotidianas que acontecem com muitas pessoas, mas a grande maioria, por algum motivo, não acredita.
Bom, o que vou relatar ocorreu comigo quando eu tinha por volta dos 15 anos.
Normalmente, comunico-me com desencarnados através de sonho, e isto me acontece desde pequena, não sei precisar com que idade começou, mas sempre conversei com pessoas "invisíveis".
Pois bem, estava dormindo e sonhando com um senhor que estava abatido e pedia socorro. No meu sonho ele estava preso num lugar que não havia luz, água ou comida, havia muito sofrimento e ele batia desesperadamente na porta, chegava a tentar arranhar a porta para sair desse quarto.
No mesmo sonho, lembro que pedi a Deus para ajudá-lo a lhe mostrar a saída, pois também estava aflita com o seu sofrimento.
Foi então que acordei com uma batida forte. Acordei e pensei: "Estou sonhando, já passou." No entanto, houve mais uma batida, olhei em direção à porta e não vi nada. Ouvi mais uma batida, agora acordada tinha certeza que a situação era real.
A batida se intensificava, e agora identificava o som, vinha debaixo da minha cama.
Com medo e com receio, abaixei a minha cabeça para ver o que tinha debaixo da minha cama, e ouvi uma voz desesperada dizendo: "Me ajuda, me tira daqui. Não aguento mais, me ajuda!"
O vulto parecia ser de uma criança acuada, mas na verdade, se tratava de um senhor de baixa estatura e com aparência de desnutrido.
Mais que depressa, ainda em cima da minha cama, roguei a Deus esclarecimento e libertação para aquela alma em oração. Poucos minutos depois o silêncio reinava, foi então que ouvi um suspiro e um...: "Muito obrigado, agora vejo a luz!"
Tranquilizei-me e voltei a dormir, pois a missão havia sido cumprida e mais um resgate concretizado.
Os desencarnados estão misturados aos encarnados, sem consciência da sua condição atual, e às vezes só procuram a luz que você, em oração, pode irradiar.
Brevemente relatarei outros episódios que acontecem comigo.

o ursinho (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Sempre acompanho os relatos contados aqui, até porque desde pequeno que tenho contatos com fatos sobrenaturais. Mas agora decidi relatar um fato recente... Aconteceu na segunda-feira (19/07/2010), por volta das 2 horas da manhã.
No dia anterior, fiz um passeio com minha esposa e meu filho de três anos. Nesse passeio comprei um urso de pelúcia pra ele, desses que fala, que ri ao apertamos um botão.
Bem... acordei de madrugada escutando o ursinho rindo. A princípio pensei que eu tinha sonhado, mas logo depois riu de novo, daí minha esposa também acordou assustada. Me levantei e fui olhar. Meu medo era se fosse algum ladrão que tivesse entrado, mas ao chegar na sala, estava lá, quieto, do jeito que deixamos na noite anterior. Então voltei para a cama, mas ao deitar o ursinho riu novamente. Nisso a minha esposa ficou apavorada. De repente um luz começou a brilhar em cima de nós, do tamanho de uma bola de bilhar, percebemos que havia outra luz mais pra fora do quarto. Quando elas se apagaram o ursinho riu novamente, e fui à sala novamente... chegando lá o ursinho não estava mais em cima do sofá, mas sim sentado no chão encostado no outro sofá!
Bem... esse foi, até agora, o último acontecimento que considero sobrenatural. Quem sabe depois eu possa relatar os mais intrigantes que aconteceram em meus 28 anos de vida. Um abraço a todos.

sinistro.(relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Meu esposo me contou esse relato que eu acho muito sinistro.
Ele estava no computador teclando no msn. Então, ele ouve alguém abrindo o portão e entrando. Do quarto dele, quando a porta está aberta, dá para ver todos que entram. A pessoa que entrou foi a tia dele. Uns 30min depois o telefone tocou... a tia dele que estava dentro do quarto dela abriu a porta e botou só a cabeça para fora (mais pálida do que o normal) e disse: "Vê se é pra mim", e fechou a porta novamente.
Quando ele atendeu o telefone, era a mãe dele querendo falar com a tia. Ele foi e falou: "Tia, é pra você", mas ela não apareceu. Ele bateu na porta, mas ela não respondeu. Ele então abriu a porta e estava tudo escuro. Quando ele acendeu a luz, não tinha ninguém! E a tia verdadeira, agora sim, entrava pelo portão... E viu ele branco feito papel. Perguntou o que era, ele só respondeu que a mãe estava no telefone. Depois que ela desligou ele contou o ocorrido... A tia ficou tão assustada quanto ele.

um sonho que eu tive quando menina. (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Olá! Esse é o meu primeiro relato aqui. E vou contar um sonho que eu tive quando menina.
Não lembro que idade eu tinha na época... Acho que era uns 6 ou 7 anos. Meu Pai estava com começo de câncer (ele ainda não sabia). Como ele estava fazendo uns exames, aproveitava pra ir logo pro trabalho. Ele saia bem cedo.
Pois bem, numa noite eu estava dormindo quando tive esse sonho... Nele eu estava passando numa rua e via o meu pai caido no chão, morto. Tinha um homem do lado dele cortando ele em pedaços. Entrei em desespero e saí do lugar onde ele se encontrava. Quando fui pra rua eu vi um prédio laranja, azul e branco, era um prédio de apartamentos, olhei para os dois lados da rua e vi do lado direito um estacionamento enorme e do lado esquerdo dois guarda-volumes, uma entrada de hotel e outro prédio.
Bom, eu acordei desesperada, pois sempre fui muito ligada ao meu pai. Minha mãe se assustou e disse que ele estava na sala. Quando ele me viu ficou abismado, pois eu estava em desespero mesmo.
Contei pra ele o sonho e ele me tranquilizou falando que não iria acontecer nada daquilo, que eu sonhei e que ele não estava tão doente assim. Voltei a dormir, e acordei mais sossegada, mas o sonho não saia da minha cabeça.
Quando foi no ano de 2001, nós nos mudamos aqui para o centro e fomos morar num prédio, nisso eu tinha 9 anos.
Quando eu olhei pra esse prédio tive a impressão de que já tinha visto ele em algum lugar, alias não só o prédio, mas a rua toda.
Meu pai já sabia que estava com câncer e era maligno. Teve uma noite, era uma sexta, que o meu pai passou muito mal. O câncer tinha chegado ao pulmão e ele estava com falta de ar. Minha mãe é Adventista e nesse dia umas amigas dela chegaram na casa onde nós morávamos e começaram a orar pelo meu pai que gritava de dor.
Não aguentando mais ele pediu que chamássemos uma ambulância. Quando meu pai estava entrando na ambulância eu lembrei do sonho e fui até o outro lado da rua, era a mesma visão do sonho. O lugar que eu disse que o meu pai estava no sonho era um bar.
Bom, eu fiquei besta. Não sabia o que pensar, e uma vozinha que sempre está comigo falou para eu me despedir, pois meu pai não iria voltar. Eu só falei pro meu pai que eu amava ele muito e que ele fosse com Deus.
Minha mãe fala que estava com as duas mãos dele no colo, e que não tinha como, mas eu vi ele me dar um tchalzinho com a mão, não vi o rosto, só a palma da mão mesmo.
No dia seguinte o telefone toca e eu sinto um aperto no peito, quando fui atender minha mãe falou que ele não tinha resistido.
Depois disso eu e meu irmão começamos a vê-lo na casa e tivemos que nos mudar, pois meu irmão não aguentava ver ele. Meu irmão é três anos mais novo do que eu, então praticamente nem conheceu o meu pai.
A ultima vez que vi o meu pai foi na casa onde moro hoje. Eu tinha pintado o cabelo e enquanto eu secava o cabelo eu o vi sorrindo pra mim na frente da geladeira, só vi metade do rosto, mas foi o suficiente pra saber que ele sempre vai estar comigo aonde eu for.
Bom, espero que vocês gostem do meu relato. Mais pra frente vou falar de outras coisas que já aconteceram comigo e com conhecidos.
Abraços!

16º Andar (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Meu irmão me contou isso, agora vou divulgar para o Sobrenatural...
"Em janeiro de 2003, eu e uma turma de amigos partimos para a cidade de Porto Alegre com o objetivo de freqüentar o Fórum Social Mundial, sendo que ficamos durante o período de uma semana. Em nossa estadia ficamos no apartamento de uma amiga em um prédio da cidade. E foi ali que tudo aconteceu.
O centro da história não se baseia no objetivo da viagem, mas sim no prédio em que ficamos.
Como o prédio em que nossa amiga mora se localiza bem na zona central da cidade, ele possui uma história muito longa, sendo muito antigo e muito grande. Sua estrutura interna, como as paredes, eram de madeira, dando um ar antigo porém clássico; parecia que muita coisa já havia acontecido ali. O ar também não era comum, dando a impressão que ao entrar no prédio, nos sentíamos em outro mundo, mas o que mais marcou mesmo foram os dois elevadores de madeira quebrando o silêncio por misteriosos estalos, que a princípio, pensávamos ser causados pela sua mecânica bem antiga.
Nenhum dos companheiros da turma tinha claustrofobia, mas quase que inevitavelmente, ao entrarmos no elevador, sentíamos uma horrível sensação de sufocamento e mal-estar.
No meio daquela semana, em uma noite faltou bebida no quarto, sendo que eu e mais dois amigos ficamos encarregados de comprar cerveja às 3 horas da madrugada (sabe como é, a famosa bagunça em turma). No momento em que voltamos da nossa busca frustrada, entramos no elevador da direita, pois já estava esperando no térreo (curiosidade: descemos com o elevador da esquerda). Entramos, e todos são testemunha de que pressionei o botão do 7º andar. Me manifestei por demorar demais até chegarmos em nosso andar.
Quando começamos a contar os pilares, notamos mais de 10 andares passando por nós. Misteriosamente o elevador parou no 16º andar, sem abrir as espessas portas de madeira oca.
Um terrível silêncio tomou conta do ambiente, enquanto olhávamos um para o outro abismados e ao mesmo tempo buscando alguma explicação para tudo aquilo.
De repente, ouvimos um motor acionando, com o ruído bem próximo da gente e deduzimos que estávamos perto do último andar do prédio. Conseguimos também ouvir que o elevador da esquerda parou no mesmo andar que o nosso; abrindo suas portas, e segundos depois, abrem-se as portas do nosso elevador. Todos apavorados saem imediatamente do elevador e observam que não tem nenhuma pessoa conduzindo o outro elevador. Descemos rapidamente pelas escadas até o 7º andar.
Dois dias depois, ficamos no prédio novamente durante a noite, e em todo o tempo em que não conseguíamos dormir, ouvimos claramente que os elevadores não pararam de funcionar, e isso tudo já era de conhecimento de toda a turma. Às vezes alguns ruídos mais altos me despertavam novamente.
Na manhã seguinte resolvemos comentar os fatos para o dono do bar onde tomávamos nosso café da manhã. Ele nos olhou com seriedade e ao mesmo tempo com um ar de quem já tinha ouvido muitas vezes a mesma história. Nos contou que no século passado o prédio era um hotel, e nele trabalhava um homem que dedicara a vida ao bem-estar e limpeza do local. Era responsável por toda a manutenção do prédio, bem como dos elevadores. Mas um fato horroroso acabou com a história do hotel. O homem, cujo nome ninguém se recordava, no dia da manutenção dos elevadores, estava ajustando a altura que o aparelho pára em relação aos andares. Seu alinhamento estava muito acima do normal. Não se sabe como, mas dizem que ele acabou caindo do 16º andar quando entrou no espaço destinado à ocupação do elevador, mas este não estava no mesmo andar.
Enfim, dentro da realidade... a gente até hoje se pergunta: 'Isso foi uma simples coincidência?'
Achamos que sim, mas a partir dessa temporada, todos nós passamos a usar as escadas..."
Fonte: Além da Imaginação

Declaração Post Mortem (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Há muitos anos atrás, quando eu tinha 15 anos, eu me apaixonei por um garoto. A paixão foi o que chamam "amor platônico", pois apesar do clima que existia entre nós, nunca houve por parte de nenhum dos dois uma declaração de sentimento.
Sempre havia desencontros, coisas estranhas... nunca davam certo as tentativas de qualquer coisa no sentido da minha declaração se efetivar.
Éramos de cidades diferentes. Conhecemo-nos num curso pré-vestibular. Após concluído o cursinho, cada um foi para um lado e nunca foi possível eu dizer nada o que sentia por ele...
Não sei explicar, mas esse garoto era tão lindo, tão meigo, que parecia um anjo. Tinha uma aura dourada que nunca vi em ninguém mais nessa vida.
Passaram-se anos. E vivi muitas coisas na vida. Conheci muitos outros amores e desamores. A vida seguiu o rumo comum.
E numa certa noite, eu já adulta, sonhei com esse garoto da minha adolescência. Não sei exatamente o sonho, sei apenas que o vi no meu sonho.
Então de manhã, por ocasião do sonho, eu reabri uma memória esquecida. Senti vontade de saber onde é que ele andava, o que fazia. E como na internet tudo é possível encontrar, pela primeira vez eu fiz uma pesquisa básica no google procurando pelo nome inteiro dele.
Eis que eu encontrei. Infelizmente más notícias... Na verdade o nome dele estava num site, num convite de missa de sétimo ano de seu falecimento. Dramático, mas real. No convite tinha a foto dele e um poema, dessas coisas bem tristes, sabem? E eu nem lembrava mais do rosto dele exatamente como era... fui rever justamente naquela situação!
Confesso que fiquei muito triste, muito triste mesmo. Era estranho... pois não havia nenhum vínculo entre nós, porém aquela notícia me deixou muito estarrecida. Fiquei pensando no fato de nunca eu ter dito nada, e agora... nunca mais iria mesmo dizer. E que importância tinha? Não sei... Apenas achei triste saber que deixamos de fazer certas coisas por bobagens e a vida é tão curta...
Não sei explicar...
Então quando eu voltava do trabalho eu passava sempre perto de uma igreja, e resolvi entrar e rezar para a alma dele (Sempre que havia tempo eu dava jeito de entrar lá e rezar, ou por algum motivo especial, como foi o caso).
E me concentrei, pedi muito onde quer que ele estivesse que soubesse que eu tinha gostado muito dele, e contei tudo e como soube da notícia da morte.
No outro dia, durante a noite aconteceu algo estranho que eu acabei conectando com essa oração que eu fiz.
Durante a noite, quando eu fui dormir, de repente eu senti algo se mexer debaixo do meu corpo. Despertei pensando que era um bicho, sei lá... Foi como se existisse alguém entre eu e o colchão, logo abaixo do lençol.
Eu acordei, continuei sentindo o movimento e não consegui mexer um músculo sequer, a não ser meus olhos abertos. Fiquei paralisada. Eu senti uma angústia, pois estava muito acordada, de forma que eu ouvia tudo que acontecia na rua (tem vários bares aqui perto, música tocando, pessoas conversando...) e não conseguia me mexer.
Foi então que com um esforço eu me livrei da paralisia e olhei para minha cama: nada de errado. Acendi a luz, não havia nada diferente. Nem debaixo da cama, nem sobre ela, nem nada estranho no quarto. Imaginei: Deve ser algum pesadelo "lúcido", sei lá o que... E voltei para cama.
Na hora, eu achei muito estranho, mas não liguei com a história da minha oração que falei.
Só me dei conta disso, quando eu, voltando a deitar, senti nitidamente uma mão suave acariciar meus cabelos. Novamente eu não consegui me mexer. Apenas, como da outra vez, apenas conseguira abrir os olhos. Só que não senti nenhuma aflição. Senti uma paz.
Foi então que eu imediatamente concluí: "Foi 'ele' que veio agradecer a oração e dizer que estava sabendo da minha confissão tanto tempo depois e daquela forma."
Parece uma história de filme... mas é real. Confesso que é triste, mas não de todo...
O mundo é poético, basta prestarmos a atenção.
Apenas deixo meu relato para que pensem um pouco sobre isso... se há algo a dizer para alguém, pedir desculpas, qualquer coisa, faça-o logo... enquanto puder.
Acredito que é uma boa oportunidade para propor isso a vocês! ;)

24 de jul de 2010

Como é feito um exorcismo

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Como é feito um exorcismo


Antes do ritual, o padre verifica se a pessoa está mesmo possuída. Geralmente, há quatro sinais de possessão: domínio de línguas desconhecidas, conhecimento de assuntos improváveis (detalhes da vida do exorcista, por exemplo), força incompatível com a condição física e a idade do sujeito, e aversão ao sagrado. Com a possessão confirmada, o padre dá início ao ritual, que segue o livro Ritual de Exorcismo e Outras Súplicas, publicado pelo Vaticano e reproduzido no Brasil pela Editora Paulus.

PEDE PARA SAIR!
Receita católica para expulsar o Diabo inclui reza, água benta e cruz

1- O exorcismo deve ser discreto, em casa ou em um oratório, com a presença de familiares. Se a vítima apresentar força anormal, pode ficar amarrada em uma cama ou cadeira. O local deve ter um crucifixo e uma imagem da Virgem Maria

2- O rito começa com aspersão de água benta, que pode ser adicionada de sal. A água, jogada sobre o atormentado e sobre os demais presentes, recorda a purificação recebida no batismo. Depois, o sacerdote convida todos a orar

3- Agora é hora da reza brava. O padre recita um ou mais salmos que exaltam a vitória de Cristo sobre o Maligno e lê trechos do Evangelho. O passo seguinte é impor as mãos sobre o fiel atormentado e ler mais palavras de fé

4- Não poderia faltar a principal oração, o Pai-Nosso, que todos rezam de mãos dadas. O padre faz o sinal-da-cruz e assopra a face do fiel possuído, dizendo mais palavras sagradas contra o demônio

5- As “fórmulas de exorcismo” são as orações finais. Há dois tipos: a deprecativa, mais “light”, e a imperativa, usada em casos mais extremos. O rito termina com canto de ação de graças, oração e benção
6- Depois da reza e da água benta, o padre avalia se o Diabo saiu ou não pelo semblante da pessoa: se ela estiver calma e demonstrar paz de espírito, sucesso! Se não der certo, rolam novas sessões

Fonte:Mundo Estranho(adoro essa revista!):http://mundoestranho.abril.com.br/home/
Podem postar!

Quem eu sou?

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Quem eu sou?
Penso em Deus, penso na vida, penso em tudo que me cerca e me interrogo a respeito da função de tudo quanto vibra, de tudo quanto existe sob os céus e guardo grande ansiedade de saber sobre mim mesmo.

Quem sou eu no contexto do Universo?

Serei, tão-somente, um corpo que desfila inteligentes quão misteriosas habilidades?

Serei um caminhante solitário, em meio à gigantesca massa humana, destinado a encarar complicados problemas, a enfrentar desafios?

Serei um átomo excitado diante dos esplendores das incontáveis galáxias?

Serei, porventura, produto da casualidade sem projeto, sem programa, sem razão de ser?

Como explicar-me, a mim próprio, como um itinerante aprendiz das pautas do infindo Cosmo?

Serei alguém fadado ao sofrimento, a chorar de pesar em todos os momentos?

Serei um ser destinado à intensa dor, duradoura, sem esperança de tempos melhores, de felicidade?

Serei um indivíduo levado pelas mãos do desencanto à estalagem das ansiedades e das frustrações?

Somente há dor e fel por onde eu possa trilhar, como se toda a existência não passasse de um fumo entediante, asfixiante, a sugar-me a vontade de avançar, de sorrir, de louvar.

Retorno à fonte do meu senso interno e vejo que há lucidez em cada coisa que existe, em cada ser que erra.

Sinto que não nascemos p’ra ser tristes e viver entre dor, gemido e pranto, mas, aqui estamos para alcançar o bem mais santo, e avançar para o progresso e conquistar o encanto de agir com Deus nas lutas do Mundo, de vibrar na alegria, no júbilo fecundo, até o tempo longínquo da áurea plenitude.

Sinto que sou caminhante do Infinito, e, não obstante o horror, a amargura, o choro, o grito, embora estando na Terra entre teimosias, aflito, o meu destino é, sem dúvida, estelar.

Agora sei que nasci para servir, p’ra ser feliz, crescer e amar.

Cheguei ao Mundo nos planos do Criador, que espera que me faça um lavrador a semear nos corações, em redor dos meus passos, as sementes de esperança, de alegria e de paz, que aonde eu vá me transforme num servidor da verdade, do trabalho e da harmonia.

Sei que sou cidadão universal, irmão da Humanidade, indubitavelmente, filho do Deus altíssimo, bom, justo e clemente, dotado do melhor recurso para fazer brilhar a Divina luz em mim.

E, ante os desafios terrenos, dizer não ou dizer sim, com responsabilidade, com razão e com ternura.

Sou caminhante da eternidade.

Sou dedicado aprendiz buscando disciplina, revestido de um manto de matéria fina, quintessência, formosura que impulsiona para Deus.

E agora que me vejo repleto de certezas que me asseguram a estabilidade na consciência do que sou, sei que imerso no hálito paterno do Criador da vida me completo, a cada dia vivendo virtudes, transformando em ternuras gestos rudes, suavizando o que sou para o futuro, obra-prima de Deus, luz coagulada, a galgar a evolução em toda estrada, o que é do Senhor sagrado fim, ver-me, astro a brilhar, nas rotas do Infinito.

* * *

Nesta bela página ditada pelo Espírito Ivan de Albuquerque, através da mediunidade de Raul Teixeira, encontramos a resposta transcendente para a pergunta que cala fundo em nós: "Quem sou eu?"



Redação do Momento Espírita, com base na mensagem Quem eu sou?, do Espírito Ivan de Albuquerque, psicografada por Raul Teixeira, em 3 de julho de 2002, na Sociedade Espírita Fraternidade, em Niterói,RJ.

21 de jul de 2010

O Sino (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

O Sino

Meu nome é Luis Fernando, tenho 15 anos, moro em Brasília e já enviei um relato para o site.

Há poucos dias estava lembrando de quando eu e minhas primas nos reuníamos para falar bizarrices. Numa dessas lembranças me veio um dia muito agitado:

Quando eu tinha por volta dos 12 anos (não me lembro exatamente), estava na casa da minha prima, Flávia. Era a época que esses assuntos, fantasmas, mensagens subliminares e etc., estavam no auge. Eu e minha prima, Rebecca, tínhamos o costume de ir sempre lá para ficarmos discutindo sobre o assunto, histórias de terror, mensagens subliminares, mais histórias de terror e coisas do tipo. Certo dia, era tarde, e estava começando a anoitecer, começando mesmo!Eu fui passar da cozinha para uma área atrás da casa que do lado esquerdo tinha uma parede e do lado direito era livre, tínhamos conversado o dia todo e estávamos todos muito apavorados. Vi um vulto passar do lado esquerdo para o direito, ou seja, da parede para o pátio. Não passei na porta e chamei o pessoal pra dentro de casa. Eles ficaram zombando de mim e falando que era mentira para colocar medo neles! A minha outra prima, Aliene (irmã da Flávia), decidiu ir pro quarto, estávamos em silêncio, todos muito assustados e, de repente, ela aparece correndo para fora da casa e gritando "SAI DA CASA, SAI DA CASA QUE TEM ALGUMA COISA LÁ ATRÁS". Todos corremos imediatamente pra fora e Aliene aos prantos tentava explicar, gagejando ela falou: "A única luminária móvel (a pilha) aqui de casa é a do nosso quarto Flávia, e ela está lá, a do Rômulo (irmão da Flávia e da Aliene que tem o quarto atrás da cozinha, ou seja, na parede de onde eu vi sair o vulto) é ligada na tomada. Mas na janela do nosso quarto apareceu uma luz!" Nisso, ela voltou a chorar desesperadamente. Tentamos acalma-la e decidimos ir para a minha casa. Estávamos saindo quando lembrei que o portão tinha ficado aberto, voltamos todos juntos para fechar, menos a Aliene que ficou esperando longe. A Flávia estava com a chave e, quando ela estava terminando de rodar a chave, ouvimos o barulho de um sino tocar, tem um sino em cima da mesa da sala, que tinha sido arrumada no mesmo dia pela gente. Fomos até a minha casa, esperamos a minha tia chegar e voltamos a casa das minhas primas, chegando lá o sino estava caído no chão, o que nos assustou muito durante muito tempo! Depois desse dia nunca mais nos reunimos para falar sobre o assunto. Pensei muito nesse dia e acabei por esquece-lo na minha cabeça lotada de coisas, lembrei e enviei, e até hoje me pergunto: foi realidade ou puro fruto da imaginação? Lembrem que todos ouvimos os últimos acontecimentos!


Luis Fernando - RJ

Quase-morte (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Quase-morte

Eu vinha andando de bicicleta e olhei para o outro lado do asfalto, quando olhei pra frente novamente vinha um carro que devia estar a uns três metros de distância de mim. Quando vi o carro, tive cem por cento de certeza que minha alma estava saindo do meu corpo. Sentia um vento puxando algo de dentro de mim. Meu corpo ficava, só sentia a minha alma saindo um pouco de mim. Quando derrapei para fugir do carro, notei o que iria acontecer comigo, se eu não visse o carro...

Achei a sensação inexplicável!


Guilherme Vieira - 13 anos, Rio das Ostras, RJ

Estranho Animal? (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Estranho Animal?

Moro em Fortaleza e certa tarde fui até a Unifor, Universidade de Fortaleza para me inscrever no vestibular. Quando lá cheguei, peguei os formulários de inscrição e fui preencher em um local mais tranqüilo, sob uma árvore enorme (fícus benjamim), próximo de um lago.

Já eram mais ou menos 16h00 e não havia muita gente, quando ouvi um barulho de alguém caminhando sobre as folhas secas. Olhei pra ver quem era e vi uma espécie de cachorro de cor preta, muito magro, esquelético, se esgueirando, vindo do lago, ainda molhado. Vendo aquilo me assustei, pois pensei que podia ser um cão doente de calazar (umas doenças horríveis que ataca os cães e os deixam muito magros).

Levantei-me e me afastei o mais que pude sem tirar os olhos da criatura. Quando olhei mais de perto, vi que ele estava de pé nas patas traseiras, andando como uma pessoa medindo mais ou menos 1.60 de altura. Ele então subiu na árvore agora já parecendo com um macaco.

Com muito medo ainda olhei quando ele subiu muito alto na arvore e se escondeu entre as folhas. Se fosse um cachorro não subiria em arvores daquela maneira, nem andaria em pé. Um macaco de 1.60 de altura seria do conhecimento de todos e aqui no ceará não existem macacos deste porte, muito menos em áreas urbanas. Não sei o que poderia ser. Sei que vi.

Chamei um homem que trabalha na limpeza do campus e relatei a ele o fato e ele disse que nem havia cachorros e muito menos, macacos no campus, pois a direção havia proibido o acesso de animais. Ele disse que eu havia imaginado tudo e até pensou que eu queria passar algum trote. Voltei lá outras vezes para averiguar, mas, nada descobri.

Alguém já viu algo assim?


Newton Silva

férias macabra (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui



Meu nome é Marcos Pereira, tenho 27 anos, e o que passo a relatar aqui deixou-me muitíssimo assustado. Meu tio Afrânio sempre foi apaixonado pela vida rural (ele cresceu na fazenda do meu avô). Então, foi com muito gosto que ele foi passar as férias como "caseiro" na chácara de um amigo nosso. A chácara fica uns 80 km de Campo Grande. Nela há uma pequena criação de gado, um roçado e um pomar. Eu sei disso porque várias vezes passei finais de semana e feriadões nela. E nunca vi nada de anormal.

Pois bem, meu tio iria cuidar dessa chácara e estava muito contente... até que num domingo à noite (fazia uma semana que ele estava lá), o telefone toca: era meu tio desesperado pedindo para que fôssemos buscá-lo imediatamente porque tinha sofrido um acidente e não conseguia dirigir o carro. Fomos eu e meu pai buscá-lo. Quando chegamos vimos que ele estava muito pálido e com um corte muito profundo no braço direito. Assustados, eu e meu pai corremos para o hospital pois achávamos que ele tinha perdido muito sangue. No caminho perguntamos o que tinha acontecido, mas meu tio só respondia que nunca mais pisaria naquele lugar.

Na manhã seguinte, liberado pelo hospital, meu tio implorou para que eu e meu pai buscássemos suas coisas. Nós iríamos somente se ele nos dissesse o que tinha acontecido. Com lágrimas nos olhos e tremendo muito, meu tio contou que já estava muito escuro quando ele percebeu que o gado estava meio agitado. Com uma lanterna na mão e um revólver na outra ele foi verificar o que era. Não achando nada no curral, foi verificar a cerca. Ele disse que escutou um barulho como se fosse de um animal muito pesado correndo às suas costas. Quando foi se virar, sentiu uma trombada e foi jogado na cerca de arame farpado, onde cortou o braço. Ainda no chão tentou enxergar o que o acertara, qual não foi seu espanto ao ver um animal do tamanho de um touro, só que muito peludo e sem chifre, com algo que parecia ser duas orelhas grandes, atravessar toda a extensão da chácara arrebentado tudo por onde passava.

Quando eu e meu pai fomos buscar as coisas de meu tio, notamos que realmente as cercas e um barracão que servia de depósito estavam tudo arrebentado, como se um animal grande tivesse passado por ali... o problema é que não havia rastro do animal... Perguntamos ao dono da chácara e ele dizia que nunca ouviu falar de algo parecido. O fato é que eu nunca mais voltei àquele lugar, meu tio morre de medo de ficar em lugares no meio do mato e o dono da chácara acabou por vendê-la. Já fazem uns 8 anos que isso aconteceu e o novo dono nunca reclamou de nada. Até hoje não entendemos o que realmente aconteceu.


Marcos Pereira - Campo Grande/MS

Mistérios de Diamantina (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Mistérios de Diamantina

Queria compartilhar com vocês coisas inacreditáveis! Eu, quando era criança, morava em uma rua onde foi um cemitério, lá escutamos passos de pessoas que nunca apareciam. E vi uma vez uma mulher transparente, com vestido amarelo e flores, atravessar a parede e, um dia com minha mãe, vi uma sombra sem corpo sozinha correndo na parede de uma escola do lado desta casa.

Eu já vi dois OVNIS (Objetos Voadores Não Identificados), um sobrevoando algumas casas (esse eu vi sozinho) e o outro (estava com meu colega) passou em uma velocidade assustadora "perto" da Lua e de um avião. Meu irmão viu uma luz azulada que parecia estar observando a cidade, outra vez, de madrugada, eu, ele e um colega vimos uma luz em uma serra perto de casa, ela crescia e diminuía. Nessa serra é intransitável carro ou moto.

Minha mãe já viu um OVNIS também, pousado em um cruzeiro e decolar de uma forma estranha. Meu pai, às 2h00 da manhã, voltado para casa, viu um ser semelhante ao de varginha. A criatura estava agachada e escorada no poste e em um muro. Meu pai até pensou que era o diabo! Ele chamou minha mãe para ver também, mas ela não quis ver. Isso ocorreu 2 anos antes do "Caso Varginha".


HomemX - 15 anos - Diamantina/MG

A antiga casa da avó

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

A antiga casa da avó

Bom, a historia começa em 1975, uma antiga moradora da casa da minha avó, em Rio Verde se matou com um tiro na cabeça. Seguindo dois meses depois, minha avó se mudou para casa e começaram a acontecer coisas estranhas. Certo dia, minha prima Maria estava dormindo na casa sozinha e avistou uma bola de fogo passando dentro do quarto. Ela ficou completamente assustada! Ninguém soube explicar o ocorrido. Outro fato, isso já em 1999: minha tia dormia na sala e diz ter avistado a ex-moradora da casa que se matou, flutuando sem cabeça em um lençol branco. Simplesmente o fantasma ''andou'' toda a casa e desapareceu.

Depois desse ocorrido, nunca mais eu escutei alguém falar da casa da minha avó!


Gabriel De Oliveira Bello
Ponto Porã/MS

A foto (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui


A foto

Eu morava em Brasília, na cidade satélite de Ceilândia, tinha 10 anos de idade, e como qualquer criança naquele tempo era iniciada a frequentar a igreja, para ver se me mantinha longe de encrencas, coisa que era impossível de ser impedida.

Pois bem, tinha um evento em que as beatas se reuniam para rezar, todas as manhãs. Minha mãe praticamente me obrigava a participar de tal evento para me afastar de problemas. É claro que nunca deu certo! Mas como sempre nesses grupos, existe aquelas pessoas que tem mais sensibilidade espiritual, que servem como instrumento de algo superior, seu nome era Maria (fictício). Ela, numa noite anterior a uma quarta-feira, foi visitada para fazer a seguinte tarefa: pegar uma folha da Bíblia (aquela branca que fica no meio dela) arrancá-la e levá-la a um fotógrafo para que o papiro santo fosse revelado! Isso mesmo: revelado! É claro que ela ficou com receio de ser chamada de louca pelo fotógrafo, por que o papel nem era fotográfico, e temia que quando levasse o papel ele riria dela mandando-a ir embora, que parasse de brincar com o serviço dele, fazendo-o perder tempo. Pois bem, por três semanas ela evitou fazer o que fora pedido. Então, começou a adoecer e ficar fraca, até que tomou coragem e levou o papel. Como temia, foi chacoteada pelo profissional, que só fez o serviço por que ela pagou o equivalente a cem fotos, disse para fazer o mesmo mecanismo que ele fazia para revelar fotos normais... Então, após 3 dias, ela foi buscar a encomenda, e para sua surpresa o profissional a esperava, com uma fisionomia nada agradável. Parecia estar com raiva dela, mas estava era atemorizado. Com o envelope em mãos entregou a ela, dizendo que esta era uma brincadeira muito sem graça, que não se deve brincar com o sobrenatural e nem quis receber o pagamento. Então, chegando em casa, abriu o envelope com temor, pois não sabia o que estava revelado. Seu coração foi tomado de grande temor e desespero, pois o que estava revelado era uma foto panorâmica do dia do Arrebatamento da Igreja de Cristo (ver o filme "Os Esquecidos" com a atriz Julianne Moore)!

Nota:
Este relato é verídico! Pois eu toquei na foto, vi feições humanas aterrorizadas na superfície da terra e corpos transformados no céu, felizes e retumbantes. E o pior: a foto não era um desenho, era como uma cena de filme. Conheço muitos filmes e não poderia, naquele tempo, colar em uma folha de papel uma cena daquelas.


A briga

Este fato ocorreu quando nos mudamos de Ceilândia. A nova casa em que fomos era pitoresca mas dava pra morar e conviver todos juntos. Recordo-me que um dia estávamos na cozinha, eu e meus irmãos, um mais velho e outro mais novo. Conversávamos sobre as tarefas que deveriam ser feitas até o regresso de nossa mãe, pois estava trabalhando. Então, começamos a discutir sem nenhum motivo aparente, nos empurramos e uma fúria começou a tomar conta de mim e do mais novo, enquanto o mais velho pedia para pararmos de brigar, senão íamos acabar nos machucando. Ai, meu irmão mais novo saiu para a rua esbravejando e eu fui para o meu quarto. À noite, meu irmão mais novo me disse que quando estávamos brigando, haviam dois demônios sobre nossas cabeças, atiçando-nos a brigar e nos agredir. Ficavam rindo de nós e quando viram que meu irmão mais velho podia vê-los, foram embora!


na pescaria (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

eu gostaria de compartilhar com vocês a experiência que tive a oportunidade de presenciar. Gostaria de dizer que foi algo incrível que jamais irei esquecer.
Esse fato ocorreu mais ou menos em 2001 ou 2002, não lembro o ano ao certo, mas recordo que foi nesta época pois eu tinha 12 anos.
Estávamos pescando no Rio São Gonçalo, na cidade de Pelotas, junto estavam meu avô e mais dois amigos pescando, eu estava mais distanciado dos demais. Um dos nossos amigos estava a uns cinco metros de mim e eu estava tranqüilo pescando no canal do rio. O canal era bem mais estreito que o rio, devia ter uns sete ou oito metros de largura, e do outro lado do canal havia somente um banhado, com a vegetação típica de banhado (junco, santa fé, chapéu de couro etc...), porém havia um detalhe: no mesmo lado do banhado havia um "pique", que é um pedaço de tronco de eucalipto usado para fazer as cercas de alambrado, aquelas cercas de arame que usamos para prender as vacas, bois, cavalos...
Eu estava distraído, olhando para a bóia do meu canisso. Meu amigo não estava muito longe de mim... Quando eu levanto a cabeça e olho em direção ao banhado, do outro lado do canal, eu vejo do lado do "pique" a figura de um homem todo de preto, com um poncho que tapava todo seu corpo, ele estava montado em um cavalo também preto. Na hora eu fiquei gelado, fiquei espantado, com medo, mas ao mesmo tempo deslumbrado pois nunca havia visto algo tão fascinante. A figura andava lentamente em seu cavalo sobre o pouco espaço de terra que se encontrava no banhado, pois o resto tudo era junco. Eu ainda gritei para o meu colega para mostrar para ele o tal homem no cavalo, mas no momento em que virei para chamá-lo, ele olhou na direção que eu apontava, mas disse que não viu nada, e foi no tempo de eu olhar de volta para o lugar que ele estava e eu também não enxerguei mais aquela silhueta.
O meu amigo ainda mexeu comigo, disse que estava imaginando coisas, mas eu tenho certeza que não imaginei, pois eu estava muito lúcido e me recordo até hoje desse fato. Contei para o meu avô, mas ele também não deu importância. O único que acreditou em mim foi o meu irmão, pois ele disse que também já passou por uma experiência parecida.
Espero que gostem. Em breve postarei outro caso que também vivi e gostaria de compartilhar com vocês... Um forte abraço a todos e obrigado.
"Que o homem não tenha medo de ir além dos seus limites, pois o sobrenatural nos observa e nos aguarda, para desvendarmos os seus mistérios"

o trator guiou-se sozinho (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui


Quando garoto, costumava passar as férias sempre na casa dos meus avós. Era um casarão antigo do século XVIII que outrora pertencera a um rico senhor de engenho, que ficou famoso na região por conta de sua crueldade com os seus criados, na época em que os escravos negros ainda viviam em senzalas. Por sinal, a vila que até hoje se encontra em frente ao terreno dessa casa é chamada de Senzala.
Desde sempre eu ouvia as mais intrigantes e aterrorizantes narrativas a respeito daquele lugar. Quase todo mundo da casa tinha uma história pra contar e até hoje muitas pessoas da cidade costumam evitar passar pela estrada que fica em frente ao terreno onde ela se encontra. No entanto, pelos fatos sempre acontecerem com pessoas que se encontravam sozinhas na ocasião, ficava fácil julgar que tudo não passava de lorota ou que fora fruto da imaginação de quem contava os "causos".
Mas um fato em especial chama a atenção por que aconteceu à vista de quatro testemunhas: o dia em que o trator ligou sozinho.
Tal fato ocorreu quando eu ainda nem era nascido. Na ocasião se encontravam meus avós na porta de casa, minha tia mais velha e seu namorado (hoje marido). Na frente da casa existe um calçamento de paralelepípedos onde freqüentemente meu avô deixava o trator estacionado. E tarde da noite, ouviu-se o barulho do motor ligando. Todos os quatro ficaram mudos com a cena. Mas o mais inacreditável aconteceu a seguir: o trator aparentemente engatou marcha e pôs-se a andar diante da vista dos quatro. Ele seguiu até chegar perto da cerca e então parou. Daí, voltou de ré até o lugar onde estava estacionado e o motor apagou. O silêncio voltou a reinar então.
Quando ouvi essa história pela primeira vez da boca de outra tia minha, fiquei incrédulo com aquilo e resolvi tirar a prova: perguntei a cada um dos que presenciaram a cena se aquilo realmente aconteceu. E pra minha surpresa, todos eles contaram a mesma história. Realmente aconteceu. E meu avô é daqueles homens muito honrados e nunca o vi sequer falar um palavrão ou contar mentiras.
Não sou mecânico de autos, mas julgo ser quase impossível um veículo estacionado e desligado engatar marcha, acelerar sozinho, depois engatar marcha à ré e voltar para o mesmo lugar em que se encontrava antes.
Sobre a casa, que na verdade é uma granja, existe uma lenda de que o antigo senhor de engenho faleceu deixando uma espécie de tesouro (botija) enterrado em algum lugar do terreno. E que esse é o motivo pelo qual o lugar é assombrado.
Existem muitas histórias sobre gente que viu coisas aterrorizantes por lá. Um deles foi um primo meu que certo dia chegou em casa pálido e todo arrepiado dizendo que viu alguém sair correndo de dentro do milharal com a cabeça virada pra trás na direção dele. Outros falam de fantasmas de antigos escravos que aparecem no lugar.
Meu avô mudou-se daquela casa quando eu tinha 10 anos e hoje vive na cidade. Poucos anos depois que ele saiu, parte do telhado antigo ruiu e hoje o casarão encontra-se fechado.
O endereço do local é fácil: fica no início da PE 53, no município de Carpina, a cerca de 40 minutos de Recife. É fácil identificar porque o portão de aço lembra aqueles que nós vemos nos filmes de ficção sobre casarões mal assombrados.

A empresa (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Olá! Em primeiro, agradeço a todos que postaram em meus relatos e também os que deixaram recados. Abraços e luz para todos vocês!
Hoje vou narrar um fato que aconteceu comigo em uma empresa que eu trabalhava aqui em BH. Nessa empresa tínhamos dois horários de almoço, um de 11:00 às 12:00 (pessoal da produção e parte do escritório) e outro de 12:00 às 13:00 (horário que eu, minha colega e o pessoal da outra empresa do grupo, almoçávamos). No primeiro horário de almoço era costume eu e minha colega fecharmos a empresa e descermos até o chão de fábrica, para prepararmos as mercadorias que seriam despachadas na volta do pessoal. Um dia, eu precisei ir ao estoque da empresa para conferir umas peças e também separar outras para embalagem e posterior envio.
Estava eu conferindo as peças de costas para a porta que dava acesso ao estoque quando senti que alguém me olhava. Parei, muito incomodada com a sensação e me virei para a porta. Muito espantada, vi que se tratava de um homem moreno, bem arrumado, trajando roupas em estilo social. Quando me deparei com aquilo, comecei a caminhar na direção dele, muito "P" da vida. Pois queria saber como aquele homem havia conseguido entrar na empresa, já que os portões dos galpões estavam fechados e só se encontravam eu e a minha colega dentro do recinto. Imaginei mil coisas. Saí correndo atrás dele (correndo, porque ao me aproximar dele, ele saiu apressado galpão afora). Lembro-me de te-lo visto parar de correr perto da minha colega, olhado para ela, e quando viu que eu estava chegando perto saiu apressadamente. Parei perto da minha colega e perguntei se ela tinha visto para onde tinha ido o homem que veio correndo do galpão, parado ao lado dela e saido. Ela me olhou com cara de espantada e me perguntou se eu estava brincando, pois ali não havia estado nenhum homem. Mal ouvi o término da frase, pois estava subindo as escadas às pressas imaginando se tratar de algum ladrão que havia subido as escadas e ido assaltar a empresa. Chequei o segundo andar e nada estava errado. Tudo vazio. Sem ninguém por perto.
A minha colega, que nessa altura já havia parado de fazer o que estava fazendo, e vindo atrás de mim, me pediu para eu descrever o homem. Feita a descrição, ela ficou em silêncio e após refeita do susto, ela me disse que eu não era a unica a ver este homem na empresa. Me disse que se tratava de um antigo funcionário da empresa que era extremamente dedicado ao estoque (local onde eu o vi), mas que havia falecido anos antes.
O fato caiu na rede de clientes, dos quais três clientes me informaram que já tinham visto diversas vezes este mesmo homem, bem como sentido sensações desagradáveis dentro da empresa (vale aqui ressaltar que o ambiente da empresa era muito estranho, principalmente ao cair da tarde - podia estar o calor que estivesse, o clima dentro da empresa ficava gelado). O dono da empresa (ser carente de luz) debochava de tudo isso, até que um dia a opinião dele mudaria drasticamente a respeito da vida além túmulo...
Por hoje é só. Espero que tenham gostado!

aparição discreta (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Era uma noite comum, eu estava na chácara da minha mãe, em São Pedro, interior de São Paulo. Estava toda a minha família na varanda da chácara conversando. Eu e meu irmão sentamos em uma mesa um pouquinho afastada e estávamos conversando sobre os vídeos de fantasmas no You Tube, pois no dia anterior ele havia me mandado o link de um vídeo um tanto aterrador. E eu estava contando a ele de algumas experiências estranhas que eu havia passado na minha casa em Campinas.
Na chácara da minha mãe, a varanda onde estávamos dá de frente para um enorme quintal e, ao fundo, fica o galinheiro e a horta da família. Eu estava sentada de frente para o quintal, e meu irmão de frente comigo, logo ele estava de costas para o quintal.
Quando o papo estava bem "quente", eu estava olhando para ele, quando vi, no quintal, metade na sombra e metade na luz, um rapaz de bermuda (a cor da bermuda não me atentei) e de camisa branca, passando (como se estivesse agachado, escondido) devagar atrás do meu irmão, tipo a uns 15 metros de onde estávamos.
Na hora eu gelei! Me arrepiei inteira!
Na hora que eu contei para o meu irmão, ele faltou montar em mim, de tanto que ria...
Minha mãe é espírita, e quando viu que eu estava apavorada me chamou na sala da chácara para conversar comigo, me trouxe um copo d´água e disse que acreditava em mim.
Pediu que eu ficasse ali e assistisse à TV para me acalmar um pouco... minha filha sentou do meu lado no sofá para assistir à TV (ela tinha 1 aninho e meio na época). Foi quando eu vi o vulto encostado na parede próximo à TV.
Na hora eu fiquei dura e gelada... achei que era coisa da minha cabeça (quem dera!), pois ainda estava assustada. Mas quase dei um berro quando olhei para minha filha e vi que ela estava olhando na direção do vulto, quietinha... só olhando.
Peguei ela no colo, chorando, e saí correndo lá para fora...
Minha mãe veio correndo ao meu encontro e contei a ela. Ela sorriu, e muito calma, pediu que eu me acalmasse, pois eu estava assustando a minha filha.
Desde então, não vi mais o vulto desse rapaz...
Mas tive muitos pesadelos depois disso....

escola (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui


Bom, como já disse, moro em Porto Velho - Rondônia, embora nunca tenha presenciado de fato fenômenos sobrenaturais, mas já cheguei bem próximo (o que é estranho, porque nunca vi nada).
Isso aconteceu na escola onde eu estudava, a pelo menos 6 anos atrás, em 2004, no colégio Salesiano, Dom Bosco ou CDB como é conhecido por aqui. Bem, eu tinha 14 anos e havia acabado de mudar para essa escola, onde meu amigo/irmão de infância, Marcos, estudava também. Pois bem, entramos juntos no basket da escola (esporte pelo qual somos apaixonados).
Ao entrar na Escola você se depara com um grande Hall, e seguindo em frente terá um corredor que dará a uns banheiros, e virando a direita, outro corredor onde havia vários setores da escola (administrativo, pedagógico etc.) e ligava as salas de aula, e no final desse corredor havia uns bebedouros que ficavam bem embaixo da escada de acesso ao segundo andar. Entre esses dois corredores havia o pátio, onde tinha as quadras poliesportivas e que dava acesso a outros pontos da escola.
Certo dia de treino de basket, que acontecia toda segunda, quarta e sexta, às 19:00 horas, estávamos treinando e por volta das 20:00 horas o treinador liberou para irmos ao banheiro e bebermos água. Alguns ficaram na quadra batendo bola, outros foram no banheiro e poucos foram beber água. Eu e o Marcos ficamos na quadra (éramos viciados), então poucos segundos depois ouvimos uma gritaria vindo da direção dos bebedouros. Corremos para ver o que era e encontramos três meninas e um garoto, todos sentados tremendo no corredor. Após algum tempo o treinador perguntou o que havia acontecido. A resposta veio de uma das meninas que falava entre o choro:
- Eu não sei bem, estávamos conversando e bebendo água, e quando eu me viro, vejo uma sombra estranha na parede, andando na direção da porta dos fundos. Gritei, e foi quando todos olharam também, senti uma tremedera enorme e meu coração doeu muito. Lembro depois só de ser puxada por uma das meninas.
Lembro-me muito bem que os quatro estavam tremendo muito até a hora de ir embora. O garoto parecia estar em estado de choque, e nada falou, só ficava com os olhos bem abertos, e às vezes abria a boca e fechava, como se estivesse perdido em pensamentos.
Na manhã seguinte, poucos ainda sabiam da historia, porque não eram muitos os que participavam do basket, e o ocorrido da noite passada ainda estava sendo passado de boca a boca. Lembro-me de ser mais ou menos 8:30, estávamos em sala de aula, tendo aula de história se não me engano (lembro-me pelo fato do professor ser muito gordo, mas um ótimo professor), e todos nós ouvimos uma barulheira de gente vindo do lado de fora. O professor saiu para verificar, e nós, não conseguindo ficar quietos, saímos junto.
Quando chegamos no andar de baixo, vimos uma aglomeração de pessoas, alunos e professores, e alguns médicos carregando alguém na maca. Um professor que estava na sala dos professores ao lado disse:
- As meninas desceram rindo, conversando sobre alguma coisa, e estavam bebendo água no bebedouro, quando derrepente eu vejo as duas caindo no chão. Quando chego até elas, estavam as duas desmaiadas e não acordavam de jeito nenhum.
Foi o que bastou para o assunto virar lenda, que até hoje deve ser contada na escola. Porém ninguém sabe ao certo o que aconteceu. Os pais das crianças que presenciaram a "sombra" tiraram seus filhos da escola, com exeção de uma das meninas, aparentemente por pedido dos próprios filhos que disseram não conseguir mais voltar à escola. Infelizmente perdi o contato com eles e não sei mais por onde andam. Espero que estejam bem...

panela da minha tia (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

Pois bem, pelo fato de nunca ter tido experiências reais com o sobrenatural, imaginava que não havia historias na minha família, nunca tinha perguntado sobre isso a eles, mas estava enganado.
Por motivo do meu crescente interesse no assunto, fui perguntando a todos que conhecia se já haviam presenciado algo do gênero, e o que me pegou de surpresa é que essa pesquisa rendeu algumas historias dentro da minha família. Contarei uma que aconteceu com minha tia.
Na casa dessa minha tia, pela época que ela me contou (1994) eu deveria ter 4 anos e minha prima (filha dela) 7 anos. Pois bem... meu tio e minha prima saiam de manhã para o trabalho e escola, e minha tia ficava sozinha, cuidando da casa e preparando o almoço.
Certo dia, tendo ela acabado de limpar a casa, resolveu começar a preparar o almoço. Decidiu então fazer uma carne, cozida, acho... não sei bem, mas que utilizava a panela de pressão. Após preparar e temperar tudo, colocou na panela e deixou pronto para cozinhar, porém, como havia acabado de limpar a casa e ainda estava um pouco cedo, resolvera que iria tomar um banho primeiro, deixando as coisas lá em cima do fogão como estava.
Ao sair do banheiro ela escuta um barulho estranho vindo da cozinha, corre para verificar. Ao chegar, percebe que todas as 6 bocas do fogão estavam ligadas e a panela estava fervendo, fazendo aquele barulho de pressão. Ela, assustada, tenta desligar as bocas, mas o fogo não cessa, nem quando ela desliga o fornecimento de gás! Disse ela que só conseguiu apagar o fogo jogando água.
Nunca tinha escutado essa historia. Minha tia disse que não ficou muito assustada, pensando não ser algo sobrenatural nem nada, ficou mais é intrigada (e a carne não havia se estragado)

grays no meu quarto (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui
Vou relatar o que aconteceu comigo a quatro anos atrás...
Sempre durmo tarde vendo TV, moro no sétimo andar, próximo à praia. Adormeci, mas não sei por quanto tempo. Ao acordar com minha TV ligada e a luz do quarto apagada, vi três seres parecidos com os "Grays" ou "Cinzas" na frente da TV, parados, olhando para mim em completo silêncio. Não senti medo algum, e ao tentar sentar na cama, eles praticamente sumiram na minha frente.
Levantei, fui até a janela que dava para a praia e não vi nada. Olhei no relógio, já passava da meia noite. Tomei um pouco de água e bastante calmo pensei: "O que eles queriam? E por que não mantiveram contato comigo?"
Amigos, guardo este fato há muito tempo... Senti a necessidade de divulgar a todos.
Breve contarei outro fato acontecido no mesmo horário, mas em outro dia.
Abraços!

19 de jul de 2010

estrada do terror (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui
"O que o Além nos reserva no próximo segundo de nossas vidas? Que mistérios guarda nos caminhos mais distantes e isolados? Muitas vezes os trajetos que surgem em nossas viagens e andanças, podem nos levar à algo
"Além da Imaginação"!
O Relato a seguir é sobre um desses misteriosos acontecimentos!
====================================================================================
Tudo começou em uma noite que estava muito quente, e escura.
Era uma noite de verão com uma lua nova, a única coisa que iluminava o céu, eram as estrelas.

Nós estávamos no carro, sem rumo, tentando matar o tédio. Coisa difícil quando se mora em uma pequena cidade do interior paulista. Éramos em cinco no total, minha namorada, o irmão mais novo (que não desgrudava dela), a prima deles, um amigo meu e eu, todos apertados dentro daquele Palio.

Depois de andar um pouco pela cidade, resolvemos sair da região mais urbana e pegar as estradas que circulam a cidade.
Depois de um tempo já estávamos em uma estrada de terra completamente escura, sem poste ou identificação nenhuma.
"Eu acho que a gente nunca passou por aqui antes" a minha namorada falou, e realmente eu não me lembrava de ter estado por lá antes. Como era um lugar "novo" resolvemos continuar em frente, e ver onde ia dar.
Depois de uns 20 minutos naquela estradinha, chegamos a uma bifurcação.
Uma das estradas que saía de lá, estava bem mal cuidada, parecia não passar carro por lá já fazia muito tempo, com o matagal já tomando a estrada de novo.
A outra estrada que saía da bifurcação, parecia ser a continuação da estrada que estávamos.
Como estávamos nos sentindo aventureiros, o meu amigo sugeriu pegarmos a estrada mais mal conservada, e foi o que fizemos.

Como ela estava muito ruim não pude ir muito rápido. A estrada passava por um terreno com uma vegetação baixa, mas a cerca de uns 20 metros à direita dela o matagal já virava uma floresta mais densa com árvores grandes, à esquerda a distância entre a floresta e a estrada já era uns 10 metros. Cerca de uns 40 minutos depois ainda estávamos passando pela estrada.
Então alguma coisa na nossa frente chamou a nossa atenção. Haviam umas árvores caídas no chão, bloqueando a estrada.
Nós pensamos o que fazer e depois de alguns minutos resolvemos tirar as árvores e continuar em frente.
Eu e o meu amigo descemos do carro e com algum esforço conseguimos limpar o caminho.
Então voltamos para o carro e continuamos a seguir a estrada.

Menos de 20 minutos depois, acabamos chegando no fim da estrada. Ela ia parar em uma casa.
Um casarão para ser mais exato. Nós achamos estranho ter uma casa daquelas ali, tão longe da cidade, quase escondida no meio do mato. E que casa! Tinha dois andares e um monte de janelas espalhadas por toda a fachada, contamos 8 em baixo e 9 janelas no andar de cima.
A porta de entrada era imensa, com uns degraus de pedra na frente, assim como os batentes.
A casa estava completamente acabada, as janelas pareciam estar podres.

Já que tínhamos tido tanto trabalho para chegar lá, resolvemos dar uma olhada dentro da casa. Só que como não tínhamos uma lanterna, eu deixei o carro apontando para as janelas e liguei o farol alto.
Apesar da aparência de podridão, a porta era bem sólida e pesada, e estava muito bem trancada.
O jeito foi tentar uma das janelas. Sem muito esforço, conseguimos abrir uma, que quase desmanchou quando puxamos.
O meu amigo entrou primeiro, para dar uma olhada lá dentro, ver se o chão não tava podre, se o teto ou as paredes não pareciam que ia cair ou qualquer coisa assim do gênero.
Depois de algum tempo ele apareceu na janela de novo, falando que estava tudo bem.
Então o irmão mais novo da minha namorada entrou, depois a prima da minha namorada, depois a minha namorada e então eu.

Nós tínhamos entrado em uma sala, que parecia ser uma sala de jantar. Ela estava quase vazia, a não ser por umas cadeiras velhas de madeira jogadas em um canto. O chão também era de madeira e rangia e estalava muito enquanto andávamos.
Abrimos mais duas janelas para iluminar melhor lá dentro.
Depois de dar uma boa olhada nessa sala, resolvemos dar uma olhada no resto da casa.
Essa sala tinha duas portas, uma porta dupla à direita, que ia para uma outra sala, onde estava a porta de entrada e uma porta menor à frente, que levava para a cozinha. Nós fomos pela porta dupla, indo parar em uma sala muito grande, a sala de entrada. Esta sala tinha a porta de entrada à nossa direita (frente da casa) e uma escada à esquerda que levava ao segundo andar, mas a escada estava completamente podre e quebrada, o que impedia que subíssemos para o segundo andar.

Nós abrimos algumas janelas para iluminar essa sala também. Nós só estávamos conversando e andando pela sala quando o irmão da minha namorada falou que escutou um barulho vindo do andar de cima.
Nós pensamos que ele queria simplesmente assustar a gente, então todos nós ouvimos o barulho.
Era o mesmo barulho que o chão fazia quando a gente pisava nele. "Deve ser a o barulho da casa acentando" o meu amigo falou, "é só a casa estalando, ela já está velha". Então ouvimos o som de novo, e de novo.
Pareciam passos, em algum lugar lá em cima. Não dava para dizer direito de onde vinha.
Então todos, menos a prima da minha namorada, nos aproximamos da escada, para tentar ver se conseguia ouvir alguma coisa lá de cima. Então ouvimos o som de novo, três passos e de repente parou.

O irmão da minha namorada falou "será que tem alguém lá em cima?" mas ninguém respondeu.
Então nós ouvimos um grito estridente, mas não estava vindo de lá de cima, e sim da janela. Era a prima da minha namorada. Enquanto nós fomos ver a escada ela ficou na janela, olhando lá fora. Ela veio correndo na nossa direção e começou a falar que tinha alguém o lado do carro.
Quando ela falou isso, eu senti o meu sangue esfriar e todos os pelos do meu corpo se arrepiaram.
A minha namorada grudou em mim e tremia toda.
"Você tem certeza que você viu alguém do lado do carro?" o meu amigo perguntou. "Tenho, eu vi.
Eu não vi de onde veio, mas estava parado do lado da porta do passageiro!" Ninguém estava com a mínima coragem de ir ver se realmente tinha alguém lá. Então as luzes do farol começaram a ficar fracas.
"O que é isso? O que está acontecendo?" o irmão da minha namorada perguntou. "Acho que a bateria do carro esta acabando." eu respondi. A minha namorada começou a apertar a minha mão e a chorar falando que aquilo não era hora para a bateria do carro acabar. Nós todos estávamos com medo.

Alguns segundos depois, a luz do farol do carro apagou completamente. Nós cinco ficamos no mais completo silêncio.
Então o meu amigo falou "alguém vai ter que ir lá no carro ver o que aconteceu, ou pelo menos ligar ele", e claro que esse alguém era eu. Algum tempo depois eu resolvi que não tinha outro jeito, eu ia ter que ir lá fora mesmo, no escuro.
Eu falei que eu ia, e que era para eles ficarem onde estavam. Eu tentei fazer o mínimo de barulho possível, até chegar na janela. Mesmo com os olhos acostumados com a escuridão, eu não conseguia ver nada, só uma sombra mais escura que eu esperava ser o carro, e só o carro. Eu pulei a janela e fui devagar, segurando a chave do carro. Quando eu cheguei no carro, eu abri a porta e a luz interna acendeu. Eu achei isso estranho, já que se a bateria tivesse acabado, a luz de dentro do carro não acenderia.
Então eu vi que o farol estava desligado. Ai eu senti aquele arrepio subir a coluna de novo.
Apesar do carro estar destrancado, nós não ouvimos a porta abrir ou fechar, como é que alguém ia conseguir desligar o farol sem abrir a porta? E por que ao invés do farol simplesmente apagar, ele foi ficando fraco até apagar?

Eu acendi o farol e antes que eu pudesse pensar no que estava acontecendo, o resto do pessoal saiu voando pela janela da casa, berrando de pavor. A minha namorada e o irmão dela estavam chorando, a prima deles estava com uma cara de completo pavor e o meu amigo estava mais branco que uma vela. Eles praticamente se jogaram dentro do carro e começaram a gritar para eu trancar as portas e ir embora.
Sem entender nada, mas já completamente apavorado, foi exatamente o que eu fiz. Foi um alívio quando o carro pegou de primeira. Eu fiz a volta e disparamos pela estrada de novo. Eu perguntava o que tinha acontecido, mas a minha namorada só estava tentando acalmar o irmão dela, que estava chorando (assim como ela).
A prima deles estava muda e o meu amigo só falava para eu não parar, para continuar em frente.

Quando todos já estavam começando a ficar mais calmos de novo, a minha namorada e o irmão dela já tinham parado de chorar, a prima deles já estava falando (ela só falava "já estou melhor" e mais nada), eu virei para o meu amigo que estava no bando de trás e perguntei o que tinha acontecido. Quando eu estava olhando para trás, a minha namorada que estava no bando do meu lado berrou "PARA!!!!" Com o susto eu sentei o pé no freio. O carro derrapou um pouco, mas parou.
Todo mundo dentro dele voou para frente. Quando nos arrumamos dentro do carro de novo eu olhei para a minha namorada e perguntei o que era. Então eu vi que ela estava chorando de novo, apontando o dedo para a frente.
A mão dela tremia. Então eu vi o que era. A estrada estava cheia de árvores de novo, tampando o caminho.
"Vocês não tinha tirado as árvores do caminho?" a prima da minha namorada perguntou.
Eu falei que sim, que a gente tinha tirado. Isso foi o suficiente para o irmão da minha namorada começar a chorar de novo.
Eu comecei a olhar em volta, para ver se eu via alguém, ou alguma coisa.
Depois de um tempo eu olhei para o meu amigo e falei "A gente vai ter que sair para limpar a estrada.
Não tem outro jeito." ele falou par eu passar por cima das árvores mesmo.
"Se eu for com tudo, o carro vai bater nos troncos, e ou vai ficar preso e a gente não sai, ou vai furar pneu, ou vai arrebentar alguma coisa e a gente também não vai sair daqui.
A única opção é a gente limpar a estrada". Depois de um tempo em silencio ele concordou.

Nós dois saímos e fomos em direção às árvores tombadas no chão. A minha namorada fechou a porta do carro e as trancou (e ainda por cima com a chave dentro, legal ela, né?).
Dessa vez tinha muito mais árvores do que antes. Com muito cuidado e prestando atenção em tudo em volta nós começamos a arrastar as árvores para fora do caminho. Quando finalmente limpamos o caminho, olhamos um para o outro, com um olhar no rosto que dizia, vamos embora daqui.
Quando estávamos voltando para o carro, nós ouvimos um barulho no mato.
Nós paramos no lugar e olhamos à nossa esquerda. Não dava para ver nada, ainda mais com o farol do carro na nossa cara.
Então de repente alguns passarinho saíram voando de onde o barulho estava vindo.
Isso foi o suficiente para nós dispararmos em direção ao carro. O pior foi que quando chegamos lá, ninguém queria abrir a porta para a gente. A gente ficou batendo na janela, mas o pessoal dentro do carro só estava chorando e berrando.
Eu e o meu amigo já estávamos quase entrando em pânico, ele já estava procurando uma pedra para quebrar a janela para entrar no carro quando a prima da minha namorada finalmente destrancou a porta.

O meu amigo entrou pela porta do motorista mesmo e se jogou no banco de trás e eu fui atrás dele.
Mal eu sentei no banco já meti o pé no acelerador, a porta fechou com o carro disparando.
Mas apesar da velocidade com que a gente saiu, nós ainda conseguimos ver, saindo do meio do mato, alguma coisa, parecia uma mancha escura com formato humano. E era muito alto aquilo, parecia ter mais de 2,5 metros. A minha namorada e a corajosa família dela se desesperaram quando viram aquilo. Começaram a chorar feito bebê assustado.
Desde aquele ponto até chegar na estrada de terra eu não diminui a velocidade, estava indo com o pé no fundo.
O carro estava pulando mais do que boi bravo, naquela estrada esburacada e mal conservada.
Quando chegamos na estrada de terra melhor conservada, eu entrei com tudo e também não diminui a velocidade.
Chegando na estrada de asfalto, já estávamos um pouco mais calmos, e eu finalmente relaxei o pé no acelerador.
Ninguém falou nada até chegarmos na cidade.

Quando chegamos fomos direto para a casa da minha namorada. Os pais dela tinham saído.
Enquanto ela, o irmão dela e a prima deles entravam na casa, eu puxei o meu amigo para o canto e perguntei o que tinha acontecido dentro da casa para eles saírem correndo daquele jeito. Ele falou que quando eu estava lá fora no carro eles ouviram mais alguns passos no andar de cima.
Eles ficaram prestando atenção se conseguiam descobrir o que era, quando de repente veio um som, do topo da escada, de como se alguém estivesse segurando a respiração e soltasse de repente.
Ele falou que depois disso veio um cheiro de podridão, como se tivesse algum bicho morto lá a mais de uma semana.
O barulho daquela respiração estranha já tinha assustados eles o suficiente para saírem correndo, mas bem nessa hora eu liguei os faróis do carro, então eles viram uma coisa meio sem forma que estava saindo da cozinha, mas parece que quando eu liguei o farol do carro, a luz assustou ela, por que ela voltou para a cozinha na hora. Foi ai que eles entraram em pânico e saíram correndo.
Ele falou que não deu para ver o que era direito, eles praticamente viram um mancha preta voltando para a cozinha só.

Até hoje eu não sei no que foi que a gente esbarrou. O irmão da minha namorada tem pesadelos até hoje com aquela noite e não gosta nem um pouco de falar no assunto. A minha namorada fica muito brava se eu tento fazer ela falar algo sobre aquela noite.
A prima deles é a única que fala alguma coisa mas também não gosta de falar muito no assunto.
Eu sei que além do susto todo que a gente tomou, a suspensão do meu carro ficou completamente arruinada depois da nossa fuga. Eu tive que mandar refazer ela toda.


Eu nunca mais voltei para aquele lugar e nunca mais quero voltar.
As vezes me perguntam onde é que fica, por que ninguém acredita na minha história, mas eu não falo.
Se aquela estrada estava bloqueada, deve ser por um bom motivo.

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Marcadores

Follow by Email

Recent Posts

Postagens populares

Minha lista de blogs