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11/09/2011

ORAÇÃO A SEU PENA BRANCA

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

ORAÇÃO A SEU PENA BRANCA
(rezada no Caribe)
Em nome de Deus Todo Poderoso,
Eu invoco o grande Pena Branca,
fiel espírito índio, grande herói,
zelador de meu altar e morada.
A você que me guia e conhece minhas necessidades,
peço proteção e luz.
Livra-me de toda má intenção e inimigos, ocultos ou manifestados.
Vigia meus caminhos e que nenhum feiticeiro ou bruxo malvado,
possa cruzar comigo.
Grande espírito, te ofereço esta vela (acender uma vela verde) e chamo seu nome.
Amém !
RECEITAS TRADICIONAIS
BANHO DE PROTEÇÃO PENA BRANCA
(utilizado no Caribe)
4 litros de água,
Um pouco de erva cidreira,
Um pouco alfavaca,
Algumas pétalas de rosa branca.
Ferver as ervas, esperar esfriar um pouco e acrescentar as pétalas.
Acender uma vela verde antes do banho.
ÁGUA DE PENA BRANCA PARA PURIFICAR A RESIDÊNCIA (receita da Obeah).
1 litro de água mineral,
Um pouco de erva cidreira,
Um pouco de arruda,
Um pouco de verbena,
Sete gotas de essência de almíscar.
Misturar as ervas e ferver. Deixar esfriar e adicionar a essência.
Acender uma vela verde e pedir a Pena Branca para benzer a água.
Depois que a vela acabar, borrifar os cantos da casa, cama e objetos pessoais.
VELA MÁGICA DE PENA BRANCA PARA TRAZER PAZ
(receita do culto Maria Lionza).
Uma vela de sete dias branca,
Um pouco de melaço de cana,
Um pouco de açúcar cândi,
Sete cravos-da-índia,
Sete gotas de essência de rosas,
Sete gotas de essência de verbena.
Misturar em um prato o melaço, açúcar e as essências. Untar a vela (mas não o pavio) e espetar os cravos nela, formando uma cruz (pode fazer os furinhos com a ajuda de um prego fino). A vela deve estar sem a capa de plástico. Acender a vela e pedir a ajuda deste caboclo.
Pontos Cantados
Saravá Seu Pena Branca
Saravá seu abacé
Traz na frente o seu bodoque
Pra defender filhos de fé.

Ele vem de Aruanda
Trabalhar neste abaça
Saravá Seu Pena Branca
Um guerreiro de Oxalá

Sua flecha vai certeira
Vai pegar o feiticeiro
Que fez juras e mandingas
Para os filhos do terreiro

Pega o arco, atira a flecha
Que esse bicho é corredor
Mas deve ser castigado
Ele é merecedor



Um grito na mata ecoou
Foi Seu Pena Branca que chegou
Com sua flecha com seu cocar
Seu Pena Branca vem nos ajudar



Seu Pena Branca puxa a corimba
A sua banda manda chamar
Ajuda Seu Pena Branca
Pra todo mal destes filhos levar



Que penacho é esse que eu vejo brilhar
É Seu Pena Branca que aqui vai chegar
Firma seu ponto ora veja seu cocar
É Seu Pena Branca que aqui vai chegar

Mas que Luz é essa que eu vejo brilhar
É Seu Pena Branca que aqui vai chegar
Firma seu ponto saravá Pai Oxalá
É Seu Pena Branca que aqui vai chegar



Vem oh caboclo
Vem Pena Branca
Vem trabalhar
Vem dar esperança
És caboclo da fé e esperança
Da luz vibrante
Da força branca



Xamanismo
História do Caboclo e Mestre Pena Branca2
Pena Branca nasceu em aproximadamente 1425, na região central do Brasil, hoje, entre Brasília e Goiás, onde seu pai era o Cacique da tribo. Era o filho mais velho de seus pais e desde cedo se mostrou com um diferencial entre os outros índios da mesma tribo, era de uma extraordinária inteligência. Na época não havia o costume de fazer intercâmbios e trocas de alimentos entre tribos, apenas algumas tribos faziam isto, pois havia uma cultura de subsistência, mas o Cacique Pena Branca foi um dos primeiros a incentivar a melhora de condições das tribos, e por isso assumiu a tarefa de fazer intercâmbios com outras tribos, entre elas a Jê ou Tapuia e Nuaruaque ou Caríba. Quando fazia uma de suas peregrinações ele conheceu na região do nordeste brasileiro (hoje Bahia), uma índia Tupinambá que viria a ser a sua mulher, chamava-se “Flor da Manhã” a qual foi sempre o seu apoio. Como Cacique Tupinambá, foi respeitado pela sua tribo de tupis, assim como por todas as outras tribos e principalmente a maior rival, os Caramurus, que após a chegada dos portugueses se uniram aos Tupinambás, nascendo então outra nação indígena, a nação Caramurú-Tupinambá, na qual Pena Branca passou a ser o Cacique Geral, apesar disso, continuou seu trabalho de itinerante por todo o Brasil na tentativa de fortalecer e unir a cultura indígena. Certo dia Pena Branca estava em cima do Monte Pascoal no sul da Bahia, e foi o primeiro a avistar a chegada dos portugueses nas suas naus, com grandes cruzes vermelhas no leme. Esteve presente na primeira missa realizada no Brasil pelos Jesuítas, na figura de Frei Henrique de Coimbra. Desde então procurou ser o porta-voz entre índios e os portugueses, sendo precavido pela desconfiança das intenções daqueles homens brancos que ofereciam objetos, como espelhos e pentes, para agradá-los. Aprendeu rapidamente o português e a cultura cristã com os jesuítas. Teve grande contato com os corsários franceses que conseguiram penetrar (sem o conhecimento dos portugueses) na costa brasileira – muito antes das grandes invasões de 1555 – aprendeu também a falar o francês. Os escambos, comércio de pau-brasil entre índios e portugueses, eram vistos com reservas por Pena Branca, pois ali começaram as épocas de escravidão indígena e a intenção de Pena Branca sempre foi a de progredir culturalmente com a chegada desses novos povos, aos quais ele chamava de amigos. O Cacique Pena Branca faleceu no ano de 1529, com 104 anos de idade, deixando grande saudade a todos os índios do Brasil, sendo reconhecido na espiritualidade como servidor na assistência aos índios brasileiros, junto com outros grandes espíritos, como o Cacique Cobra Coral e Cacique Tupinambá. Apesar de não ter conhecido o Padre José de Anchieta em vida, já que este chegou ao Brasil em meados de 1554, Pena Branca foi um dos espíritos que ajudou este abnegado jesuíta no seu desligamento desencarnatório e por isso Padre José de Anchieta trabalha atualmente em conjunto com Mestre Pena Branca
Referências


Um comentário:

  1. Oh! Bendito Caboclo Pena Branca (Xamã, Mestre)! Saravá, Salve! Ave! Viva! Okê Caboclo! Malê, Maleime, Agô! Saúde, a mim! Sempre! Assim Seja! Axé, Axé, muito Axé!...

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