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6 de out de 2016

que saber o singnificado do teu sonho ? entre aqui

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Interpretação de Sonhos

 Quem foi que nunca teve um sonho diferente e ficou pensando neste o dia inteiro? A linguagem dos sonhos é simbólica, o que instiga ainda mais a nossa curiosidade sobre o que eles querem dizer. E não há limite para quem sonha. Durante o sono, mesmo deitados em nossas camas, podemos voar, nos transformar, e viajar por mundos imaginários inimagináveis. Por vezes, são sonhos tão positivos que quando acordamos, tentamos até dormir de novo. De acordo com a psicanálise, os nossos desejos reprimidos podem, de certa forma, ser realizados durante o sonho. Outras vezes, temos pesadelos, às vezes recorrentes, dos quais temos muito medo, e despertamos assustados.

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AMARGURA:UMA DOENÇA DA ALMA!

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Resultado de imagem para AMARGURA:UMA DOENÇA DA ALMA!
A amargura é uma doença na alma. O amargurado é o tipo de pessoa cujo coração não bombeia sangue, mas veneno. Tudo que ela faz ou fala é contaminado pelo vírus da infelicidade e do descontentamento. Suas memórias são amargas e desagradáveis. Suas emoções f e sem vida. Seus olhos... uma vitrine da tristeza tenta mostra alegria mas no fundo so tem fel , em seu mais elevado grau. Sua língua é uma máquina de matar. Ninguém presta. Tudo é ruim. Nada é bom.
A presença de uma pessoa amargura contamina o ambientee o torna tão sombrio que até os pássaros deixam de cantar. As plantam murcham
as crianças se afastam de tais pessoas como se fossem monstros vestidos de gente.A amargura é a morte lenta de uma pessoa que não vive, mas apenas sobrevive em um estado de deplorável miséria existencial.O que me impressiona é que existem muitas pessoas assim. Gente de mal com a vida. Pessoas que há muito tempo não tem o prazer de sorrir e se alegrar. Gente que perdeu a capacidade de admirar, de elogiar, de se encantar, de amar... nada mais o encanta. Tudo  o irrita, até mesmo o canto dos pássaros e o brilho da lua. Na angústia do seu travesseiro, toda noite é um pesadelo, uma tristeza mórbida. Tenho encontrado pessoas amarguradas nos mais variados lugares,Gente cujo corpo está ali, mas a alma já está em estado de putrefação. São pessoas azedas, de linguagem cáustica e vida infeliz. Algumas são assim por conta de experiências traumáticas, cujas marcas são tão profundas que fazem a alma sangrar. Mulheres mal amadas, meninas violentadas, filhos rejeitados, rapazes desprezados, homens fracassados, esposas traídas, maridos abandonados. Por todo lado vemos miséria, desolação, decepção, frustração, abandono e pecado.
Quando o coração é ferido, mutilado em mil pedaços, a tendência humana, é juntar a sobra, escondê-lo e torná-lo inacessível. Cria-se uma blindagem emocional tornando o coração refratário ao amor. Quando isso acontece a morte é apenas uma formalidade, pois a vida já não existe.
Se você está vivendo no submundo da amargura, escravizado pelo rancor, dominado pela tristeza, subjugado pelo desespero e refém da desesperança, quero lhe encorajar a falar com Deus: “Senhor, cura a minha alma; faz de mim uma nova pessoa”. Medite na Palavra de Deus, que diz: “Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria; à tua mão direita há delícias perpetuamente”. Salmo 16.11

voce é um amagurado sem alegrias de viver ? odeia ver a alegria dos outros ? tudo te imcomoda ? saiba tem soluçao entre aqui vamos bate um papo

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24 de set de 2016

Carta Psicografada de Cristiano Araújo Set/2016

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 carta psicografada de Cristiano Araujo Galera, agora em setembro de 2016, psicografada pelo instituto espirita de goiânia e confirmada pelos mesmos, muito bonita.

Cristiano conta alguns detalhes sobre seu estado e vida no mundo espiritual, reconforta a família e os fãs.
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Carta psicografada de Cássia Eller no inferno

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Cássia Eller teria enviado uma mensagem a um médium no Rio de Janeiro! Será verdade!
Carta enviada pelo espírito da cantora morta em 2001 teria sido psicografada por um médium no centro espírita Lar Frei Luiz! Será verdade?
A notícia apareceu na internet na segunda semana de junho de 2015 e afirma que um médium do Lar Frei Luiz teria recebido uma carta emocionante do espírito da cantora Cássia Eller – que morreu em dezembro de 2001 – onde ela teria afirmado que chegou a conhecer o inferno e que, após passar por uma regeneração em um “umbral”, teria encontrado a paz.
O fenômeno teria sido registrado por um médio na noite de 7 de maio de 2015, durante uma reunião de auxílio a dependentes químicos, num centro espírita que fica no Rio de Janeiro.
O conteúdo emocionante da carta supostamente atribuída ao espírito da cantora Cássia Eller foi compartilhado centenas de milhares de vezes no Facebook, além de ser publicada em inúmeros sites e blogs. Mas será que essa notícia é real?
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mulher afirma ter ido ao inferno encontrado “vale dos homossexuais

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Pastora Yonara Santo afirma ter ido ao inferno 15 vezes e encontrado “vale dos homossexuais e dos levitas atuantes”; Assista na íntegra


A pastora Yonara Santo afirma ter ido ao inferno quinze vezes e encontrado lá áreas específicas para cada tipo de pecado.
Segundo seu testemunho, Yonara teria visitado o céu por sete vezes, depois das quinze viagens ao inferno.
Na descrição de seu vídeo n Youtube, a pastora afirma que viveu uma vida agitada no pecado: “fui levada a Deus depois de 19 anos de homossexualismo, 11 anos de drogas e um período contadora do trafico, uma overdose e uma vez ressuscitada.Levada pelo Senhor ao Inferno três vezes, depois de alguns anos, Deus completou a visão e me levou, mais doze vezes ao Inferno, e depois sete vezes ao Céu. Também fazia satanismo via internet, dentro de muitas salas de bate papos, levando um maior numero de pessoas a imoralidade sexual do mais alto nível”, afirma.
Segundo Yonara, no inferno existe o “vale dos levitas atuantes” e o “vale dos homossexuais”, entre outros. Ela descreve esses vales como áreas de quilômetros de comprimento, onde os pecadores ficam “ardendo num fogo que nunca apaga e sendo comido por um verme que nunca morre”.
Yonara Santo afirma que há espaços exclusivos para “pastores e líderes evangélicos que em vida brincavam de servir a Deus, profetas mentirosos, desviados, suicidas, idólatras, feiticeiros, satanistas, políticos, apresentadores e proprietários de emissoras de TV e prostitutas”.
Ela descreve as cenas vistas em suas quinze idas ao inferno: “Vi um monte de buraco, e muita gente sendo torturada pelos demônios por conta de seus pecados, os demônios escarneciam com seus cânticos e os espancavam, mutilando-os”.
Confira no vídeo abaixo a íntegra do testemunho da pastora Yonara Santo:


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48 Horas no Inferno relato de um homem que esteve lá.

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Como é o Inferno? 48 Horas no Inferno, relato de um homem que esteve lá.

48 Horas no Inferno

Por John W. Reynolds
(Disponibilizado para Download e compilado por Rosaine Dalila Scruff)

Um dos casos mais interessantes de uma pessoa aparentemente morta que tornou a viver, que eu conheço, é de George Lennox, um ladrão de cavalos de notoriedade no condado de Jefferson (EUA). Isto aconteceu enquanto ele estava cumprindo pena pela segunda vez na prisão. A primeira pena que cumpriu foi quando o judiciário do condado de Sedwick o condenara pela mesma ofensa: furto de cavalos.

Sendo que sua sentença condenatória estipulava trabalhos forçados, no inverno de 1887 ele trabalhava nas minas de carvão. Foi obrigado a trabalhar num lugar que lhe parecia bastante perigoso, chegando inclusive, a comunicar este fato ao guarda responsável. Este, após uma investigação disse que não havia perigo, mandando que continuasse trabalhando no mesmo lugar. O detento obedeceu, mas antes de completar uma hora de serviço, o teto desabou, deixando-o totalmente soterrado. Permaneceu assim durante duas horas.

Foi na hora do almoço que deram conta de sua ausência, sendo iniciada, logo em seguida, uma busca. Descobriram-no debaixo de um monte de escombros. Tudo indicava que estava morto. Levado para fora da mina, o médico daquela instituição o examinou, também dando-o por morto. Seu corpo foi retirado para o hospital onde o banharam e vestiram para o enterro. Foi confeccionada uma urna na própria prisão e levada para o hospital.

O capelão chegou para cumprir suas obrigações fúnebres. Um enfermeiro pediu a dois detentos que tirassem o cadáver da maca e o colocassem na urna, que estava no outro lado da sala. Cumpriram a ordem, um deles pegando nos seus pés e o outro nos ombros. Haviam andado mais ou menos a metade da distância quando aquele que lhe segurava pelos ombros tropeçou num cuspidor. Desequilibrou-se, deixando o cadáver cair no chão, e, para a surpresa de todos, ouviu-se um profundo gemido. Logo em seguida seus olhos abriram-se e os demais sinais de vida foram aparecendo. Chamou-se imediatamente o médico, e, quando este chegou, no espaço de uns trinta minutos, o "defunto" estava tomando a água que acabara de pedir.

Foi guardada a urna e utilizada posteriormente para enterrar outro detento. Trocou de roupa, colocando novamente o uniforme de praxe daquela instituição. O exame médico acusou duas fraturas numa de suas pernas e escoriações generalizadas. Permaneceu hospitalizado durante seis meses, para em seguida voltar ao serviço.

Fiquei sabendo através de outro mineiro da experiência inusitada que George tivera enquanto morto. Estimulado pela minha curiosidade, desejei muito conhecê-lo e ouvir de sua boca o ocorrido. Esta oportunidade não se deu durante uns poucos meses, mas finalmente deu certo. Fui transferido das minas para o escritório da prisão onde lavrei uns relatórios de fim de ano. A ressuscitação deste homem estava sendo discutida entre nós, quando, por acaso alguém passou à porta de nossa sala. Disseram-me que era ele. Logo mandei um bilhete a ele, pedindo que viesse ao meu local de trabalho. Foi isso que ele fez e nos conhecemos. Foi de sua boca que ouvi esta história maravilhosa.

Ele é um jovem que não passa dos trinta anos de idade.
Apesar de muito inteligente e bem estudado, tornou-se um criminoso aparentemente incorrigível. A parte que mais gostei da sua história foi o que ocorrera durante sua 'morte'. Sendo taquígrafo, registrei fielmente as suas palavras:

"Naquela manhã toda tive um pressentimento que algo terrível iria acontecer. Isto me incomodou ao ponto de procurar o meu supervisor de minas, Mr. Grason. Disse a ele o que estava sentindo e pedi que vistoriasse o meu local de trabalho onde estava escavando carvão.

Ele veio, e a meu ver, fez uma vistoria bem feita. Mandou que eu voltasse a trabalhar e disse que tudo indicava que eu não estava "regulando bem". Voltei a trabalhar e depois de aproximadamente uma hora, de repente tudo ficou muito escuro. No mesmo instante, parecia que uma grande porta de ferro estava abrindo, onde eu entrei. Logo me veio o pensamento de que eu estava morto e me encontrava no mundo do além.

Não pude ver a ninguém por algum motivo que eu próprio desconheço, comecei a me afastar da porta. Depois de andar bastante, cheguei às margens de um rio bem largo. Não estava escuro e tampouco era de dia. Havia uma luminosidade semelhante à que se vê numa noite estrelada. Estive nas margens do rio pouco tempo quando ouvi o rumor de remos cortando a água. Então foi chegando até onde eu estava uma embarcação, cujo ocupante estava remando.

Perdi a fala. Depois de me olhar durante uns instantes, ele me disse que tinha vindo me buscar. Pediu que eu entrasse na embarcação e remasse até a outra margem do rio. Obedeci. Não trocamos palavra alguma. Queria tanto perguntar quem ele era e onde estávamos. Parecia que minha língua estava grudada ao céu da boca. Não conseguia falar. Ao chegarmos à outra margem, desembarquei e o homem que me conduziu, simplesmente desapareceu.

Novamente sozinho, não sabia o que fazer. Olhando mais adiante, vi dois caminhos por um vale escuro. Um deles era largo e tinha o aspecto de ser bastante utilizado. O outro era estreito e saía para outro rumo. Instintivamente escolhi o caminho mais utilizado. Tinha andado pouco quando percebi que estava ficando cada vez mais escuro.

De quando em quando, bem adiante, via-se uma espécie de relâmpago, através do qual eu conseguia enxergar o caminho.
Andei mais uma certa distância quando me dei com um ser que sou totalmente incapaz de descrever. O máximo que posso fazer é apenas dar uma idéia bem vaga quanto ao seu aspecto aterrorizante. Parecia ligeiramente com um homem, embora muito maior. Devia ter no mínimo três metros de altura. Nas suas costas havia grandes asas. Era preto como o carvão que eu retirava da mina e estava totalmente nu.
Na sua mão havia uma imensa lança de pelo menos cinco metros de comprimento. Seus olhos brilhavam como bolas de fogo. Seus dentes, brancos como pérola, pareciam medir quase três centímetros. Seu nariz, se bem que nem parecia nariz, era enorme, largo e achatado. Seu cabelo era grosso, pesado, e comprido. Descia sobre os ombros maciços. Sua voz parecia mais com o rugir de um leão engaiolado do que com qualquer outra coisa.

Foi durante um destes relâmpagos que primeiramente o vi. Comecei a tremer como uma folha de buriti no vento. A mão que segurava a lança estava erguida como se estivesse na iminência de me traspassar. Parei. Com voz muito mais horripilante do que se pode imaginar, mandou que o seguisse.


Disse que tinha ordens para ser meu guia durante esta viagem. Segui no seu encalço. Que mais eu podia fazer? Depois de andarmos uma certa distância, vi à minha frente uma grande montanha, cuja face parecia ser vertical. Na verdade parecia ter sido cortada no meio e uma metade retirada. Nesta face vertical vi distintamente as palavras: ESTE É O INFERNO.
Meu guia se aproximou da montanha e com sua lança bateu com força três vezes. Abriu-se uma porta enorme e nós entramos. Fui conduzido por uma espécie de corredor dentro da montanha.

Durante algum tempo caminhamos em trevas absolutas. Me orientei pelos passos ruidosos e pesados de meu guia. O tempo todo eu ouvia gemidos angustiantes, como de um moribundo. À medida que andávamos, estes gemidos aumentavam em intensidade, e agora, ouvia-se claramente alguém clamar: "água! água! água!".
Passei por outra porta, e pude ouvir o que parecia ser o clamor de um milhão de vozes que clamavam: água, água... Chegamos à outra porta. Meu guia bateu e esta abriu-se. Vi agora que havíamos transposto a montanha e na minha frente havia uma planície extensa.


Foi aí que meu guia me deixou e voltou para mostrar o caminho para outros espíritos perdidos. Fiquei parado nesta planície durante algum tempo quando um ser,semelhante ao primeiro,se aproximou de mim.

Este, ao invés de carregar uma lança, carregava uma espada enorme. Sua missão era de me comunicar qual seria meu destino eterno. Sua voz encheu a minha alma de terror.

Disse: "Tu estás no inferno! Para ti não há mais esperança! Ao passar pela montanha ouviste os gemidos e gritos dos perdidos que estavam pedindo água para aliviar a sequidão de suas línguas. Naquele corredor há uma porta que dá para um lago de fogo. Este será agora mesmo teu destino. Antes de seres conduzido a este lugar de tormento, de onde nunca mais sairás - pois não há mais esperança para aqueles que entram - tu poderás permanecer nesta planície, onde todos os perdidos têm o privilégio de contemplar os prazeres que gozariam se não estivessem aqui”.

Agora eu estava sozinho. Não sei se foi em conseqüência do grande medo que passei, mas tornei-me insensível às coisas. Meu corpo ficou inerte. Fiquei sem força alguma e minhas pernas não agüentavam mais o peso do meu corpo. Assim, dominado, fui caindo no chão. Uma sonolência apoderou-se de mim. Meio acordado, meio adormecido, parecia sonhar. Olhando para cima, bem distante de mim, vi a Linda Cidade, sobre a qual lemos na Bíblia.

Como eram formosas suas muralhas de jaspe! Olhando além disso, vi vastas planícies cobertas de linda flores. Vi também o Rio da Vida e o Mar de Cristal. Miríades de anjos entravam e saíam pelas portas desta cidade, cantando e oh! Como tudo era maravilhoso!

Entre estes anjos vi minha querida mãe que há poucos anos havia falecido, seu coração esmagado pela minha maldade. Olhou para mim e parecia estar me chamando. Mas não tinha condições de me levantar. Sentia-me como se tivesse um grande peso me imobilizando. Um ventinho trouxe para mim a fragrância daquelas lindas flores, e agora ouvia-se com mais nitidez a doce melodia das vozes angélicas. Eu disse comigo mesmo, 'Oh!Como queria fazer parte daquela multidão'

Enquanto me deliciava com este cálice de gozo tão perfeito, de repente ele foi-me arrebatado dos lábios. Acordei do meu sono. Um dos habitantes deste lugar de trevas me trouxe de volta daquele lindo lugar e me informou que havia chegado a hora de ir para o lugar de meu destino eterno. Ordenou-me que o seguisse. Voltando pelo mesmo caminho, entramos novamente no mesmo corredor. Fui seguindo meu guia durante um tempo até chegar numa porta lateral. Passamos por esta, e logo em seguida por outra. Então vi, na minha frente, um lago de fogo.

Olhei, e até onde meu olho enxergava, vi um lago literal de fogo e enxofre. Grandes vagalhões de fogo se amontoavam por cima um do outro e grandes ondas de chamas se chocavam impetuosamente elevando-se a grandes alturas, como as ondas do mar num imenso furacão. Na crista das ondas viam-se seres humanos lançados para cima, para logo em seguida, se afundarem até as profundezas deste lago medonho de fogo. Ao serem levadas para a crista dos vagalhões, estas almas amaldiçoavam o Deus justo, na mesma hora em que clamavam angustiosamente, pedindo água. Esta imensidão de fogo repercutia os gemidos destas almas perdidas.

Depois de algum tempo olhei para trás e, por cima da porta onde entrara, vi as palavras: "Este é o teu destino! A eternidade não tem fim".

Daí a pouco, senti que o chão debaixo dos meus pés estava começando a ceder em e vi afundando no lago de fogo. Sobreveio-me uma sede que as palavras não são capazes de descrever. Pedi água e neste instante meus olhos abriram no hospital da prisão.

Nunca contei esta experiência para os oficiais da prisão, acreditando que me julgassem louco e me fechassem numa cela especial para os detentos que sofrem das faculdades mentais. Mas vi tudo isso e tenho certeza que o Céu e o Inferno existem, e que este inferno é fogo literal assim como lemos na Bíblia. E tenho certeza de outra coisa: Nunca irei para aquele lugar.

Assim que abri meus olhos no hospital e vi que estava vivo, imediatamente entreguei meu coração a Deus. Vou viver e morrer como Cristão. É verdade que nunca me esquecerei das cenas terríveis do inferno, mas tampouco sairão da minha memória as lindas coisas que vi no Céu. Em breve pretendo me encontrar com minha querida mãe. Irei me sentar nas margens daquele belo rio e passear com os anjos nas planícies que vi. Vou andar pelos vales e pelos montes acarpetados com flores fragrantes, cuja beleza excede qualquer coisa que o ser mortal é capaz de imaginar, e ouvirei as canções dos salvos.

Isto me recompensará muitas vezes pela minha vida aqui sobre a Terra, mesmo tendo que me negar dos muitos prazeres mundanos que faziam parte do meu viver antes de vir para esta prisão. Não quero ter mais intimidade com meus comparsas do mundo vil do crime. Assim que sair deste lugar, quero ficar na companhia de pessoas boas."
Repasso para o leitor esta experiência de George assim como a ouvi. É uma das experiências mais lindas que jamais li. Que Deus abençoe esta mensagem de George, para que através dela muitas almas perdidas ainda despertem da morte espiritual!

Oh, como as pessoas conseguem duvidar da existência de um inferno literal! Diga-me como é possível, quando têm em suas mãos a Palavra de Deus, e mais ainda quando ficamos sabendo de uma revelação dessas. Homens e mulheres, parem! Virem-se! Peçam a Deus que lhes dê uma experiência de salvação que modifique os seus corações. Caso contrário, poderão passar não apenas 48 horas no inferno, mas toda a eternidade!*******
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sorriso da caveira (RELATO)

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Em alguns casos, não importa a idade em que a pessoa esteja, um fato pode marcar profundamente sua vida, principalmente sendo algo "Além da Imaginação"!

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Bem, é o seguinte.....quando eu tinha tinha 4 anos, em 1982, eu morava com minha avó materna, meus tios (irmãos da minha mãe).
Nesta época a minha mãe estava separando do meu pai e mesmo assim os dois eram funcionários públicos, então como minha mãe e avó eram praticamente vizinhas, minha mãe ao ir trabalhar me deixava com ela, e assim acabei por ficar de vez na casa da minha avó, mas todas as noites após o trabalho minha mãe ia jantar lá e me ver.

Por estar se separando do meu pai, a minha mãe começou a beber muito aos finais de semana e em várias ocasiões eu vi ela bêbada.
Nós morávamos em um sobrado de 3 quartos, em uma atravessa da Av. Morumbi, no Brooklin, em SP, próximo ao Shopping Morumbi.
Eu era uma criança alegre, adorava brincar com as crianças da vizinhança e com minhas bonecas.
Era muito paparicada, afinal era a primeira filha e neta.
Só que as vezes eu tinha dificuldade de dormir a noite e minha avó me dava chá de erva cidreira.

No sobrado cada tio meu dormia num quarto e eu e minha querida avó dormíamos no quarto da frente.
Na maioria das vezes minha avó dormia primeiro que eu, pois eu a escutava roncar e eu ficava virando de um lado pro outro até pegar no sono.
Na cama comigo tinha uma boneca amiguinha, daquelas grandonas da Estrela e um urso de pelúcia.
O quarto nunca ficava totalmente escuro, tinha um abajur, ou seja, ficava uma penumbra.
Um determinado dia eu rolando de um lado pro outro tentando dormir, eu estava com a cara pra parede, quando fui virar pro outro lado, apesar de criança, eu não quis acreditar no que estava vendo.......

Em frente à minha cama tinha uma pessoa muito magra, alta, com uma capa preta e o cabelo dele me chamou muito atenção, era um corte Chanel, daqueles da década de 20 e 30 e ruivo, totalmente ruivo.
O cabelo era hiper liso e tinha uma franjinha, ele apareceu sorrindo pra mim, e o rosto dele era quase de uma caveira, mas ainda tinha traços humanos, mas era cadavérico.
Na hora eu queria berrar, imagine até um adulto se assustaria, imagine uma criança de 4 anos, só que eu berrava e a voz não saia, era como se eu tivesse ficado muda, queria me mexer, mas estava paralisada !!!!!!!!!!!!

ELE conseguiu falar comigo, mas não pela boca, é como se o pensamento dele estivesse entrado na minha cabeça.
Ele disse que eu era uma criança bobona e medrosa, mas que ele jamais faria nenhum mal pra mim, e que eu me lembraria dele até o meu último minuto de vida nessa Terra.
EU pus o urso de pelúcia na cara pra me esconder dele, mas a imagem dele passava pelo urso e não sumia.
De repente ele esfumaçou e sumiu, ai eu levantei da cama, com as pernas bambas, acendi a luz e corri aos berros pra cama da minha avó.
A gritaria foi tanta que meus tios acordaram e invadiram o nosso quarto achando que fosse um ladrão.

Tremendo, contei para minha avó que tinha uma caveira de capa preta do quarto e de cabelos vermelhos, eu chorava, soluçava, fui a cozinha com minha avó e ela me deu chá de erva cidreira.
QUERO DEIXAR CLARO, MINHA AVÓ PEGOU UM TERÇO E FOI NESSE DIA, AOS 4 ANOS QUE APRENDI A ORAÇÃO DO PAI NOSSO E AVE MARIA, e de lá pra cá, eu toda vez que ia dormir, rezava com minha avó.
Minha avó era super amiga da vizinha que morava no sobrado ao lado.
As duas adoravam comidas e cozinhas e sempre estavam trocando receitas.

No dia seguinte, minha avó saiu no portão pra levar o lixo e essa vizinha veio perguntar o que tinha acontecido de madrugada, pois o sobrado era um encostado no outro e ela ouviu meus berros.
Minha avó me chamou e disse pra eu contar pra tia Constância (esse era o nome da vizinha e amiga da minha avó) o que eu tinha visto, e eu contei tudo pra ela, e fui brincar.
A dona Constância disse o seguinte pra minha avó: Benedita, essa menina tem mediunidade e já está se manifestando muito cedo, e quando ela estiver maior ela vai precisar desenvolver esse dom.

Minha avó perguntou o que eu poderia ter visto, e como a dona Constância frequentava um centro de Umbanda, ela disse pra minha avó que eu tinha visto uma entidade de esquerda, ou seja, EXU CAVEIRA, e que provavelmente quando adulta eu seria médium e teria q desenvolver na Umbanda.
Minha avó não gostou muito, ela não gostava dessas coisas e era muito católica.
Ela contou pra minha mãe que achou que fosse um pesadelo que eu tinha tido, mas eu passei a escutar vozes e ver vultos.
Minha mãe então contou para meu avô, e ELE era Espírita Kardecista, dava passes na Federação Espírita e já tinha ido a Uberaba conhecer Chico Xavier.

Na hora meu avô me levou na Federação e passei a frequentar lá, sendo que depois de adulta fiz alguns cursos.
A minha mãe que achou que fosse pesadelo meu, passou a acreditar que eu realmente vi aquilo, porque ela disse que se fosse um simples pesadelo eu não ia ter isso na memória e contar os detalhes, depois de adulta.
Minha mãe teve mais duas filhas e minhas irmãs quando tinham 9 e 10 anos pediam para que eu contasse o que eu tinha visto.
Aí sim minha mãe acreditou em mim.

Hoje é meu aniversário e estou fazendo 38 anos..............jamais esquecerei disso.
Hoje não frequento mais a Federação, respeito todas as religiões, mas hoje sou membro da Igreja Universal do Reino de Deus.
Gostaria muito que fosse publicada minha história nos relatos do site além da imaginação. Agradeço desde já e Parabéns pelo site de vocês.
 
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boneca de terror (RELATO)

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"Poderiam inocentes bonecas de brinquedo serem utilizadas como instrumentos de terror por criaturas sobrenaturais do além?
Seriam os inúmeros relatos de acontecimentos misteriosos envolvendo pequenas bonecas, atos realizados por entidades do mal?"

 
O relato a seguir é sobre um desses incríveis e misteriosos acontecimentos!
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Olá. O que vou contar é uma história antiga, a qual foi contada diversas vezes pela minha falecida avó "Nair Maria da Silveira", sendo que sempre fiquei assustada em cada vez que ouvia esse relato. Minha avó sempre afirmou categoricamente que esse fato foi verídico.
Minha avó Nair morava na cidade de Óleo, estado de São Paulo [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 22°56'32.55"S, 49°20'29.92"W], onde eu tabém nasci, sendo que lá ela tinha uma amiga e sua família que moravam perto de sua casa.
Essa amiga da minha avó contou para ela que tempos antes, sua filha ganhou uma boneca de pano de presente.
Naquele época nem todas as pessoas tinham dinheiro para comprar brinquedos para as crianças, então era normal a construção de pequenos brinquedos, tanto pelos pais, como também pelas próprias crianças, utilizando materiais caseiros, como latas e outras bugigangas. Então imagina-se a alegria daquela garotinha ao ganhar uma boneca de pano de verdade. Era algo incrível.
A menina ficou muito apegada com a boneca, sendo que não a largava mais.
O tempo passoul, sendo que certo dia a mãe da garotinha notou que sua pequena camisola, a qual ela utilizava para dormir, estava chamuscada, como se tivesse sido exposta à fogo ou a um calor muito grande.
Então a mãe resolveu perguntar para a filha o que havia acontecido com a camisola para ter ficado daquele jeito.
A garotinha então inocentemente disse para sua mãe que sua boneca a havia levado para um lugar muito quente, e que ela disse que era o inferno.
A mãe assustada, claro, não acreditou, mas ficou cismada com aquilo.
Passados mais alguns dias outra camisola surgiu chamuscada novamente como a primeira, e a garotinha insistia que foi a boneca que havia saído com ela e a levado para o inferno durante a noite.
A mãe já assustada resolve então ficar de vigia durante algumas noites para ver o que acontecia.
Durante os primeiros dias nada a aconteceu, até que em uma certa noite, após a garotinha ir dormir, a mãe ouviu um barulho e foi ver o que estava acontecendo.

Qual não foi sua surpresa quando ela olha horrorizada pela fresta de uma porta e vê a boneca andando de mãos dadas com sua filha e saindo pela porta afora.
Assustada e terrificada, a mãe não fez nada no momento com medo de algo pior acontecer com sua filha.
Já com o amanhecer do dia e estando sua filha de volta para casa, a mãe pega a boneca a rasga totalemente e coloca fogo no que restou de seus destroços pondo fim naquele incrível pesadelo, sendo que nunca mais esqueceria aquela horrível experiência.
Muitos podem não acreditar em fatos como esse, mas nunca se devemos esquecer que em nosso mundo acontecem fatos impressionantes, os quais nunca foram desvendados e que desafiam a sobriedade dos mais céticos e dos mais estudados cientistas.


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