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5 de mar de 2012

menino assassinado. que ressuscitou“(relato)

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No vilarejo de Alaj Deo, situado próximo a 17 e 40, vivia o menino Ibn Kolya. Ele fora enviado pelos seus pais aos 12, para avançar nos estudos na escola do vilarejo. Assim vivia Ibn Kolya, longe do amor de seus pais, familiares e amigos, e somente tendo os anjos como seus protetores.
Na escola, ele fez de Naje, um colega de classe, seu amigo. Naje era uma criança solitária e problemática, devido ao relacionamento de seus pais.
O pai era conhecido na vila, pois era dono da única farmácia da cidade e também trabalhava como cura, fazendo trabalho de médico, de enfermeira, de parteira etc. Natuvil era um homem pequeno, vivia com sua esposa mulata, o filho Naje e uma menina bebê.
Ibn Kolya após as aulas escolares, almoçava e descia a rua calçada de paralelepípedos de granito até a farmácia de Natuvil, entrava porta adentro e passava as tardes brincando com seu colega de escola Naje.
Certo dia, combinaram sob ordens dos demônios, com Natuvil e sua esposa para assassinar Ibn Kolya. Segundo eles, o menino era portador de um grande sinal, acreditava os fanáticos que ele nascera para destruir seu mundo e sua religião, ele tinha de ser morto custasse o que for.
Então decidiram. Quando o menino chegasse na farmácia, Naje o convidaria para ir até certo local e lá, um assassino atiraria pondo fim no destino do menino.
Assim aconteceu, no período da tarde após voltar da escola e comer o almoço, Ibn Kolya foi ao encontro de Naje. Quando chegou a farmácia, Naje conforme orientação de seus pais o convidou para junto com sua mãe colher frutas.
Kolya foi levado a um local longe dos olhares de pessoas onde não tivesse testemunhas. Naje foi afastado astuciosamente pela sua mãe e Ibn Kolya foi orietando pela mulher a ficar esperando, enquanto eles faziam a colheita.
Conforme o combinado entre eles, cada um tomou sua posição no matagal para não ter erro, e a armadilha seria perfeita. O plano foi perfeito, o assassino era um caçador experiente, ex-militar e exímio atirador.
Ibn Kolya sozinho naquele matagal ficou sem entender as razões que seu amigo e mãe o deixaram ali, desaparecendo tão rapidamente, porém, os esperavam impaciente.
Foi então que sentiu como uma ferroada na cabeça, ele gritou sem saber na solidão: – “quem atirou esta pedra em mim”? Mal sabia ele que já estava morto no astral e seu espírito ainda não tinha se dado conta da morte.
Natuvil, experiente em ajudar como enfermeiro as pessoas da vila na hora da morte, foi até o corpo do menino e conferiu o pulso para ter certeza de sua morte – não havia vida naquele corpo. Um tiro certeiro pôs fim à vida de Ibn Kolya.
O corpo branco do menino franzino ficou jogado no matagal de grama alta. A sombra das árvores frutíferas fazia escurecer o local, o vento frio das sombras naquela região fazia a tarde mais soturna. Ibn Kolya estava morto por assassinato vil e covarde.
Por ali tinha uma mulher que ao ver o movimento das pessoas, escondeu-se para não ser vista, e assistiu todo movimento.
Então Kolya sem perceber que estava morto pensou: – “Naje e sua mãe não vão voltar para me levar de volta, preciso voltar para casa, vão ficar preocupados comigo”.
Ele fez um esforço mental… e procurou uma saída. Avistou a velha que ajuntava gravetos para vender como lenha na rua e foi até ela. Perguntou-lhe a direção da saída. Ele estava perdido, e a mulher paralisada, branca e gelada de susto, como se tivesse visto um fantasma, resolveu dirigir-lhe a palavra: – “eu vi matarem você, vi você morto, você não pode ir para a cidade, seu lugar é no céu, se ficares aqui vais-te tornar uma alma penada“. O menino insistiu e pediu a direção da cidade. Ela, então, mostrou a saída daquele matagal.
Ao entrar pelas limpas ruas de Alaj Deo alguns diziam: – “veja é o menino assassinado. Ele ressuscitou“!
Ibn Kolya sem entender o que acontecia, respondia a eles: – “Eu estou vivo. Veja! Ninguém me matou”! A notícia tinha corrido uma parte da cidade.
Algumas pessoas confusas olhavam para Ibn Kolya, que fugia correndo amedrontado delas e afirmava antecipadamente aos que o assistiam: – “Eu estou vivo, não sou fantasma, veja não tenho ferimento, sou de carne e osso como todo mundo”.
O assunto foi encerrado porque ninguém estava morto e não houve, segundo eles, a necessidade de as autoridades levarem o caso adiante.
Texto publicado em: http://jar.io

24 de jan de 2012

Reuniões Mediúnicas CEEM


Reuniões Mediúnicas CEEM


A FEIG realiza diversas reuniões de educação e de desenvolvimento mediúnico, assim como reuniões de tratamento espiritual. O acesso a essas reuniões, seja como médium ou como paciente, conforme for o caso, somente é possível por indicação direta do Mentor Glacus, através de orientação mediúnica. As pessoas que se julgam com questões de ordem mediúnica podem conversar a respeito com nosso pessoal no Atendimento Fraterno, de segunda a sexta-feira e aos domingos, a partir de 19:30h.

 http://www.feig.org.br/content/reuni%C3%B5es-medi%C3%BAnicas-ceem

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21 de jan de 2012

Aprenda Cartomancia gratis

   Aprenda Cartomancia
Quem não gosta de, de vez em quando, saber com antecedência aquilo que o destino está reservando para si?

Quem nunca se sentiu tentado a prever o seu próprio futuro?

Desde tempos muito antigos, as cartas de um baralho comum já eram usadas com a finalidade de previsão de acontecimentos.

Não que elas devam substituir seu livre arbítrio, mas sim serem usadas como coadjuvantes, como conselheiras nos momentos de incerteza.

Aprenda você mesma a utilizar este recurso. Não é difícil. Você irá precisar apenas de um baralho comum, do tipo usado em jogos de salão.

Adquira um baralho novo e não o use para outra finalidade que não seja a da leitura. Passe-o pela fumaça de um incenso, para limpá-lo de quaisquer energias que tenham se agregado a ele. A partir daí, guarde-o embrulhado em um lenço quando não o estiver usando. Este mesmo lenço poderá ser usado como toalha para que você o arrume na hora da leitura.

  • ESPADAS:
    Representa ação. Gera impulsos e movimentos rápidos, impensados.
    A espada corta e separa. Indica rompimento e falsas amizades. Regida pelo Sol.
    • Ás: Solidão. Clareza nas decisões. Determinação nas atitudes.
    • 2: Separação de um casal, de amigos ou de sociedade comercial. Incapacidade de tomar decisões.
    • 3: Derrota de nossos projetos. Separação. Sentimentos feridos.
    • 4: Luta comercial, inveja, traição. Doença grave. Solidão. Repouso forçado.
    • 5: Falsidade, delírio, loucura. Adversário. Humilhações.
    • 6: Rivalidade amorosa e infidelidade. Busca de novos horizontes.
    • 7: Momentos difíceis que se aproximam. Mesquinharia. Falsidade
    • 8: Calúnias e desespero. Má notícia. Obstáculo. Inibição.
    • 9: Perda de emprego ou prestígio. Preocupação. Ansiedade.
    • 10: Falência e acidentes. Saúde abalada. Desilusão. Sofrimento

  • COPAS:
    Dedicado ao amor, às amizades profundas, ao encontro. Regido pela Lua.
    • Ás:O amor próximo; perspectivas favoráveis; promessas amorosas e amor correspondido.
    • 2: União, casamento, alianças duradouras. Afinidade. Amor correspondido.
    • 3: Representa o brilho pessoal, o reconhecimento social. Nascimento. Bom resultado.
    • 4: Apatia. Insatisfação. Desinteresse.
    • 5: Lágrimas. Depressão e mágoa. Despedida. Relação incompleta.
    • 6: Representa a felicidade, a alegria e o encontro esperado.
    • 7: Ilusão. Fuga da realidade. Aventura amorosa.
    • 8: Abandono. Projeto que não chega ao final. Despedidas.
    • 9: Bem estar. Prazer de viver. Reconhecimento dos esforços.
    • 10: Harmonia familiar. Tranqüilidade. Alegria. Concretização de projetos.

  • PAUS:
    Indica instabilidade, lutas permanentes. Regido pelo Fogo.
    • Ás: Oportunidade de crescimento. Realização das esperanças
    • 2: Indiferença. Apatia. Enfraquecimento numa relação.
    • 3: Nova atividade. Empreendimentos bem sucedidos.
    • 4: Triunfo. Segurança nos relacionamentos. Sociabilidade.
    • 5: Autoritarismo. Competitividade. Antagonismo.
    • 6: Sucesso e reconhecimento. Vitória. Desejo realizado.
    • 7: Parceria ameaçada. Adversários. Concorrentes invejosos.
    • 8: Felicidade assegurada. Novidades. Indica acontecimentos rápidos.
    • 9: Demora. Obstinação. Medo das novidades. Prudência excessiva.
    • 10: Opressão. Falta de perspectivas. Tensão.

  • OUROS:
    Indica abundância e multiplicação. Ë regido pela terra.
    • Ás: Sucesso. Sorte. Realização.
    • 2: Inconstância. Leviandade. Despreocupação.
    • 3: nossa grande oportunidade, o momento certo de arriscar.
    • 4: Obsessão em guardar dinheiro. Egoísmo. Avareza.
    • 5: Fracasso. União por interesse. Crise.
    • 6: Generosidade. Tolerância e compreensão. Apoio recebido.
    • 7: Boa oportunidade. Sucesso nos negócios. Esforço recompensado.
    • 8: Criatividade. Aprendizagem. Início de uma atividade ou relacionamento
    • 9: Realização. Satisfação. Lucro.
    • 10: Prosperidade. Segurança. Tranqüilidade.
FIGURAS
  ESPADAS COPAS PAUS OUROS
Reis Despotismo tirania proteção Conquista Realização material
Damas Severidade; frieza. Êxito.Intuição Realização.Liberdade. Riqueza. Segurança
Valetes Traição; ciúme; falsidade. Amor sincero Sucesso.Notícia importante Responsabilidade. Concentração nos objetivos.
AS FIGURAS REPRESENTANDO PESSOAS
  ESPADAS COPAS PAUS OUROS
REIS (homem) Intelectual; egoísta; dominador. Generoso; sensível; sedutor. Protetor; severo; leal. Dinâmico; teimoso; prático.
DAMAS (mulher) Inteligente; triste; fria. Amorosa; generosa. Protetora; compreensiva; amorosa. Amável, sofisticada; interesseira.
VALETES (pessoa jovem) Ciumento; desonesto; fofoqueiro. Romântico; tímido. Companheiro; amigo. Organizado; sensual; ambicioso.
As figuras são mais importantes quando aparecem. As outras cartas agravam ou amenizam o impacto das figuras
MODO DE JOGAR:
(panorama geral)
Embaralhe e coloque sobre a mesa todas as cartas fechadas.
A pessoa para quem se está jogando escolherá livremente 20 cartas, uma a uma. Apanhe as 20 escolhidas e arrume-as da seguinte forma:
1 2 3 4 5 6   19 20
7 8 9 10 11 12      
13 14 15 16 17 18      
  • As cartas continuam fechadas. Serão abertas por linhas horizontais.
  • A primeira linha horizontal (cartas de 1 a 6 ) representa a situação amorosa e afetiva do consulente.
  • As colunas 1 e 2 referem-se ao passado. As colunas 3 e 4 referem-se ao presente e as 5 e 6 mostram o futuro próximo.
  • A segunda linha horizontal mostra a saúde do consulente.
  • A última irá falar sobre as finanças, trabalho, realizações pessoais, bens materiais.
  • As cartas 19 e 20 falam da regência do momento, ou seja, das energias favoráveis ou desfavoráveis que comandarão o caminho do consulente nos próximos 6 meses.



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20 de jan de 2012

A Sinhá Desaparecida (relato)


 A Sinhá Desaparecida

Há mais de 200 anos, havia uma fazenda de café na região de Barra Velha, no município de Ilhabela, litoral norte de São Paulo. O dono desta fazenda era um velho coronel aposentado, de índole questionável, e casado com uma mulher bem mais jovem que ele.

Depois do almoço, o coronel tinha o hábito de tirar um cochilo, e nesta hora, a Sinhá se encaminhava para o meio do matagal que rodeava a fazenda para se banhar na cachoeira, que ficava a curta distância da propriedade de seu marido.

No século XVIII, as fazendas de café funcionavam baseadas no trabalho escravo e os negros, propriedades dos barões, eram marcados com argolas de ferro no nariz ou nos calcanhares. Isso para garantir que não fugiriam ou se passariam por alforriados, ainda raros nesta época.

E eis que um dos escravos da fazenda a qual nos referíamos, mais rebelde, encontrava-se justamente próximo à cachoeira quando a Sinhá se aproximou para o banho. Tirou a roupa e, completamente nua, pôs-se a se refrescar debaixo d’água.

Tomado de desejo e após um tempo observando aquela bela silhueta se banhando, o escravo não agüentou e se revelou perante a Sinhá. E sem dizer nada, avançou em sua direção e abusou dela, saciou-se de seu desejo à força, contra a vontade da Sinhá. Quando ela colocava a roupa para i embora, chorando e muito assustada, foi que o escravo se deu conta do que havia feito. E temendo um castigo mais duro do seu cruel senhor, pegou um pedaço de pau e bateu com toda a força na cabeça da Sinhá, pelas costas, perfurando o crânio dela.

O escravo empurrou o corpo da Sinhá para a água e fugiu mata adentro, com medo de ser descoberto pelo coronel e nunca mais foi visto. O corpo desapareceu na cachoeira e nenhum vestígio da Sinhá foi encontrado.

Hoje dizem os que ousaram se banhar na cachoeira, é que bem ao longe, dá pra ouvir os gritos e as súplicas da Sinhá, desesperada, gritando por socorro. Dizem também que é possível escutar o escravo, que apesar de continuar desaparecido, parece continuar vivendo na mata.

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12 de jan de 2012

descubra quem sao seus inimigos


 No terceiro dia de Lua cheia e à meia-noite em ponto, deve-se colocar diante de nós uma caneca ou alguidar com água e conjurar sobre a água tendo a Lua espelhada na superfície da água.
Devemos proferir o seguinte:
Em nome do Deus todo-poderoso, peço que apareça a pessoa que me faz ou fez mal!
Se imediatamente não se formar a imagem na água, o mais provável é que aparecerá nos seus sonhos a figura da pessoa que lhe faz mal, se mesmo assim não aparecer nos seus sonhos, deverá refazer esta simpatia na próxima Lua cheia por três dias seguidos, se ao fim destes três dias não ter sonho algum, poderá ficar descansada que não existem pessoas a fazer-lhe mal.
Este método é muito simples, mas muito eficaz para podermos saber quem nos deseja prejudicar e de esta maneira conseguirmos prevenir e tomar os cuidados necessários para evitar a tentativa de nos causarem mal. Se descobrir que alguém lhe faz, sugiro-lhe ler a nossa categoria de simpatias e feitiços de proteção e fazer por exemplo uma Cruz de São Cipriano contra feitiços e magia negra para se proteger.
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19 de dez de 2011

TESTEMUNHO DA EX-PAQUITA DA XUXA

 http://ierconline.com/testemunhos/180-testemunho-da-ex-paquita-ana-paula-almeida.html

 Meu nome é Ana Paula Martins de Almeida. Meu primeiro testemunho é o meu próprio nascimento.
Minha mãe não tinha intenção de ter mais filhos, quando após retirada de uma pedra nos rins, foi submetida a mais de 10 raios-x, porque o médico disse que ainda havia uma que não parava de crescer. Foi quando resolveu ir a outro médico que disse não tratar-se de uma pedra, e sim, estar grávida de 5 meses. E que devido a radiação excessiva, a criança nasceria com algum tipo de deficiência. Foi então que minha mãe procurou um padre em busca de aconselhamento e ele falou que ela não deveria abortar, que se a criança viesse com problemas ela teria que cuidar e amar. E por promessa, Deus me enviou perfeita.

Aceitei a Jesus quando eu tinha nove anos de idade, através da minha vizinha. Na ocasião, todos da minha família eram espíritas, principalmente minha avó que era mãe de santo. Eu tinha verdadeiro pavor de ir até o terreiro (como eles chamam). As poucas vezes em que minha mãe me levou eu ficava no porão, onde eles guardavam os tambores e instrumentos musicais, pois eu não queria ter contato com ninguém e nem ouvir as músicas. Eu ficava lá, brincando de boneca.

Então, quando essa vizinha nos convidou a conhecer a primeira igreja batista da Penha, eu e minha mãe fomos felizes da vida já que ela também não gostava de ser espírita. Era, mas por insistência da minha avó. Bem quando chegamos na igreja, fui encaminhada para a escola dominical e minha mãe para o culto. E em meios aos louvores infantis e orações, o tio como nós chamávamos o obreiro, perguntou quem gostaria de ter Jesus Cristo no coração. Eu na mesma hora levantei o braço e aceitei a Jesus. Fiquei muito feliz e comecei chorar de felicidade e também de medo, pois eu acreditava que minha mãe fosse brigar comigo. Mas pra minha surpresa ela também estava chorando e tinha aceitado a Jesus no culto e me abraçou dizendo que foi a melhor coisa que eu tinha feito na minha vida.

Apenas 1 anos após minha conversão, minha irmã mais velha, sabendo da minha paixão pela Xuxa, mandou uma única carta para a produção do programa. Por plano de Deus, foi parar diretamente nas mãos da Marlene Mattos. Recebi uma ligação me chamando pra fazer os testes e quase não acreditei. Lá chegando, a Marlene me perguntou qual era o meu sonho. Respondi que era ver a Xuxa passar de carro na minha rua. Sendo tão pobre como era, que jamais imaginaria ver algum artista passando por lá. Foi quando ela me disse que naquele mesmo dia eu viria a conhecer a Xuxa. Recordo que chorei muito, de tanta emoção por ver de perto aquela que viria a me ensinar tudo que hoje sei. Me tornei a paquita Pituxita Bonequinha, como carinhosamente era chamada, e permaneci por 15 anos ao lado dela. Nove como paquita e os seguintes como atriz em quadros do programa, em 6 filmes, em shows pelo Brasil, como assistente de palco e na produção de seus programas. E muitas vezes DEUS me usou tremendamente, como em uma viagem internacional em que uma das paquitas que não cria em DEUS, se sentiu mal. Teve uma crise de asma e já tinha usado todas as suas bombinhas (remédio). Já era de madrugada e ela estava sem ar. Sabendo da minha fé, pediu para que eu orasse por ela e depois de ajoelharmos orando e clamando a Deus pela cura, ela voltou a respirar e disse: Eu não conheço o seu Deus, mas ele é muito poderoso e me curou. Glórias á Deus!!! Fico feliz por ser um instrumento nas mãos Dele.

Uma das maiores bênçãos que Deus fez através da minha vida, foi a cura de Elizabeth. Sua mãe, sabendo que ela me admirava muito, foi até mim. Sua filha havia sofrido um acidente de carro onde morreram seus tios. Ela, única sobrevivente, ficou tetraplégica. Depois de muitas tentativas, de ficar internada nos Estados Unidos, os médicos a aconselharam a mexer e apelar pro seu emocional e que esta poderia ser a última saída. Chegando lá, encontrei uma menina linda, mas frágil, em uma cama de hospital. Conversei, orei, pedi para ela responder e nada, ela não teve nenhuma reação. Então, depois de sete semanas indo lá e fazendo campanha na igreja pela sua cura, eu voltei lá e disse pra Deus que era chegada a hora de operar o milagre, pois eu tinha que ir pra Argentina e não poderia mais ficar visitando a Elizabeth. Clamei a Deus! Todos estavam de mãos dadas pedindo um milagre, foi quando eu disse a Elizabeth que se ela tivesse sentido a presença de Deus e a sua cura, que mexesse alguma parte do seu corpo. E para honra e glória do nome do Senhor, ela mexeu o dedinho da mão. A mãe desmaiou de emoção e Deus operou a cura. Hoje ela está curada e sem sequelas. Ela e sua família servem a Deus.

Depois de três anos pedindo um grande amor, fui apresentada pelo meu irmão, a duas varoas, são intercessoras e missionárias muito usadas por Deus. Quando eu cheguei lá, em meio a orações, uma delas me disse que Deus me amava muito, que eu sou preciosa para Ele. E que me daria um grande amor, um varão abençoado, e que não adiantava procurar em festas ou em outros lugares. Disse que o meu marido viria da parte do SENHOR e que seria no Seu tempo, não no meu. E que quando chegasse a hora, receberia um sinal. Que teríamos uma família linda, abençoada e que cresceria debaixo dos ensinamentos e do temor de Deus.

Depois de três anos de muita santidade, entrega, campanhas e intimidade com Deus, passei o reveillon de joelhos na igreja e pedi a ELE que até julho me enviasse o tal varão que a irmã disse. E como Deus tem prazer em realizar os desejos do nosso coração, conheci o meu marido no dia seguinte, dia dois de janeiro, apresentado por um antigo médico da família.

Outro grande milagre foi o meu filho. Eu tinha uma tireóide que o máximo da taxa era 30, e a minha estava 600 e, além disso, eu tinha os ovários poli-císticos. Os médicos diziam que mesmo com tratamentos demoraria três anos no mínimo a engravidar. E logo depois de uma campanha na igreja, clamando e pedindo a cura para Deus, ELE me concedeu. Tive cinco dias de hemorragia, em que tenho certeza que foi uma limpeza de Deus, pois ELE tirou todos os meus cistos, pude constatar depois de uma ultra-sonografia. E logo após uma semana, engravidei do meu filho Davi, o escolhido de Deus.

Nesses anos com Deus pude conhecê-lo intimamente, e entender que o nosso tempo não é o Dele, e que Seus planos para nossa vida são muito melhores que os nossos. Aprendi a buscá-lo, a agradecê-lo e recebi bênçãos sem medidas, revelações por parte do Senhor, que jamais acredite ser capaz de recebê-las.

E para agradecer a esse Deus poderoso, resolvi louvar todos os dias da minha vida, e cumprir o Seu propósito em ser um grande instrumento usado em Suas mãos.

Ana Paula Almeida
 http://ierconline.com/testemunhos/180-testemunho-da-ex-paquita-ana-paula-almeida.html

TESTEMUNHO DA EX-PAQUITA DA XUXA


 aqui -http://www.youtube.com/watch?v=OHIB0hEyjcs&feature=related

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15 de dez de 2011

Bater na madeira 3 vezes neutraliza o mal


Bater na madeira.
Durante muitos século antes do cristianismo, os Celtas rendiam culto às árvores por considerá-las os templo da santidade e a principal apresentação dos deuses na Terra. A árvore servia com meio para enviar a doença, ou o mal à terra. Também se recorria a ela se a má sorte visitava um homem sob a forma de demônios. Nestes e outros casos o sacerdote druída celebrava uma série de ritos e cultos nas chamadas ramadas sagradas, locais equivalentes às igrejas atuais.

Existe ainda quem diz que as crendices referentes à madeira também advêm do material que foi feita a cruz de Jesus. O resultado destas crenças é o nosso costume de bater na madeira como sinal de boa sorte.





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14 de dez de 2011

Menina de vestido branco no meu quarto...(RELATO)

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Menina de vestido branco no meu quarto...

caramba...ha algum tempo aconteceu uma parada muitu estranho comigu....eu tava morta de sono pela tarde e fui durmir...kuandu mi deitei ouvi a voz de um homen mi chamar...bem baixinho...bem dôce...duas vezes...axava ki fosse meu pai...fingi ki não ouvi e fui durmir...kuando acordei...assim ki abri os olhos...ao lado da minha cama vi uma menininha...loirinha,do cabelo londo...e dos olhos azuis vestida de branco...som as mão juntinhas...kom um olhar estranho pra min...como se estivesse velando meu corpo...assim ki mi deparei kom akela sena esfreguei os olhos...e kuandu olhei de novo...não a vi mais....depois perguntei e minha mãe se papai estava em casa na hora ki eu ia durmir...ele disse ki não...ki ele tinha saído desde cedo....caramba...fikei kom muitu medo...isso foi muitu estranho!!!!


13 de dez de 2011

Pokemon green

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Pokemon green

Durante os primeiros dias desde o lançamento de Pokemon Red e Green no Japão, no dia 27 de fevereiro de 1996, houve um aumento substancial nas mortes de adolescentes entre 10 e 15 anos.
As crianças eram geralmente encontradas mortas por suicídio, quase sempre pulando de alturas vertiginosas. Algumas, no entanto, foram ainda mais bizarras. Em alguns casos crianças serraram seus lábios, outros colocaram o rosto dentro do forno ligado, e umas poucas asfixiaram-se enfiando o braço na própria garganta.
Aquelas que foram salvas antes de cometerem suicídio, mostraram um comportamento disperso e aleatório. Quando questionadas sobre o porquê de tentarem se machucar, elas apenas respondiam em gritos caóticos e tentavam arrancar os próprios olhos. Uma das poucas ligações lógicas entre os casos, era o GameBoy. Elas não costumavam falar nada, mas quando alguém mecionava sobre Red ou Green, os gritos surgiriam e elas fariam qualquer coisa para deixar o quarto onde estavam.

As autoridades confirmaram que os jogos suspeitos tinham, de alguma forma, uma conexão com as mortes. Era um caso estranho, por que muitas crianças que possuíam o mesmo jogo não mostravam nenhum comportamento anormal. A polícia não tinha escolha além de seguir esta pista, já que não contavam com outra alternativa.
Coletando todos os cartuchos que as crianças haviam comprado, eles selaram e guardaram tudo, como forte evidência para futuras referências. Decidiram primeiramente falar com os próprios programadores. A pessoa com quem falaram foi o diretor dos jogos originais, Satoshi Taijiri. Quando informado sobre as mortes por trás dos jogos, ele parecia um pouco desconfortável, mas não admitia nada. Ele conduziu os policiais aos principais programadores do jogo, pessoas responsáveis pelo conteúdo.

Os detetives conheceram Takenori Oota, um dos chefes da programação. Direfentemente de Satoshi, ele não parecia desconfortável - apenas muito conservado - explicando que era impossível usar algo como um jogo para causar tantas mortes, também utilizando o argumento de que nem todas as crianças foram afetadas, ele culpou o incidente a algum tipo de coincidência excêntrica, ou histeria em massa. Ele parecia estar escondendo algo, mas não dava chances para suspeitas. Finalmente disse algo interessante.
Takenori ouviu um rumor sobre a música de Lavender Town, um dos lugares no jogo que acabou deixando algumas crianças doentes. Era o único rumor que não tinha explicação.

Ele direcionou os detetives a Junichi Masuda, o compositor das músicas da série. Masuda também ouviu os boatos, mas novamente afirmou que não havia evidência de que sua música era a causa. Para comprovar, ele tocou exatamente o som do jogo e demonstrou que nem os detetives nem ele próprio sentiram algo estranho: a música não afetou ninguém. Apesar de ainda terem suspeitas em Masuda e sua música de Lavender, parecia que chegaram a mais um beco sem saída.
Voltando para os cartuchos que apreenderam das casas das crianças, eles decidiram olhar os jogos mais diretamente. Viram os nomes dos personagens, geralmente "Red", ou outro nome simples, no entanto, o interessante estava no tempo jogado e o número de Pokemons que eles haviam capturado. Os investigadores chegaram à estonteante percepção de que não foi a música de Lavender que causou tantos efeitos maléficos nas crianças, era impossível chegar àquela parte do jogo em tão pouco tempo e com apenas um Pokemon em seu inventário. Isso levou-os a concluir que algo no início do jogo tinha que ser o responsável.

Se não era a música, deveria ser algo dentro dos primeiros minutos do jogo. Eles não possuíam escolha além de deixar os jogos de lado e voltar aos programadores. Pedindo uma lista de toda a equipe para Takenoshi, eles descobriram que, surpreendentemente, um daqueles programadores tinha cometido suicídio logo após a liberação do jogo. Seu nome era Chiro Miura, um homem muito obscuro que contribuiu com pouco para o jogo. Mais interessante ainda, ele pediu que seu nome não aparecesse nos créditos do jogo e assim foi feito.
Procurando por evidências no apartamento de Chiro, eles encontraram muitas anotações em marcador permanente. A maioria estava amassada ou riscada, dificultando a leitura. As poucas palavras que eles conseguiram encontrar na bagunça eram "Não entre", "Cuidado" e "VENHA, SIGA-ME" em negrito. Os detetives não sabiam ao certo que isto significava, mas sabiam que tinha alguma ligação. Pesquisando mais, descobriram que Chiro era grande amigo de um dos designers de mapas, Kohji Nisino. Desde a morte do amigo, ele havia se trancado em seu apartamento, saindo raras vezes durante a noite para buscar algo que poderia precisar. Ele disse aos amigos e familiares que estava em luto pelo seu amigo Chiro, mas não fazia muito sentido, já que os relatos indicavam que ele se trancou pouco antes de Chiro se matar.

Foi complicado, mas as autoridades finalmente persuadiram Nisino a falar. Parecia que ele não havia durmido há dias, com anéis escuros embaixo dos olhos. Ele fedia, suas unhas cresciam sujas e seu cabelo estava oleoso, grudando na testa e nuca. Falava em murmúrios, mas pelo menos tinha algo a dizer. Quando questionado se sabia de alguma coisa sobre as crianças que morreram depois de serem expostas ao jogo e como isso teria conexão, ele respondia cautelosamente, escolhendo bem suas palavras antes de responder. Disse que seu amigo Cirno teve uma idéia interessante para o jogo: algo que ele queria tentar desde que ouviu que o projeto estava começando. Nisino conhecia Takenori, o diretor e programador principal, há muito tempo, então ele poderia facilmente colocar um programador medíocre no projeto com um pouco de persuasão. Chiro convenceu Nisino a colocá-lo no projeto.

Nissino, durante toda a conversa, parecia ficar mais arrasado a cada pergunta. Os detetives forçavam-no mais e mais, procurando totalmente em sua mente por qualquer rascunho de conhecimento que este homem teria sobre o jogo e as intenções de Chiro.
Foi quando perguntaram sobre as anotações encontradas na casa de Chiro que ele entrou em colapso. Debaixo do sofá onde Nisino estava, ele puxou uma pistola, apontando diretamente para a polícia enquanto se afastava alguns passos. Tão rápido como começou, ele levou a pistola ao rosto.
"Não me siga..." murmurou Nissino enquanto enfiava a pistola na boca e puxava o gatilho. Foi muito rápido para a polícia ter qualquer reação. Estava feito. Nisino suicidou-se, repetindo o que estava escrito nos papéis de Chiro.

Parecia que o caso não teria resolução. O time que criou o jogo original estava se dispersando e tornando mais difícil de encontrar. Era como se eles estivessem tentando guardar um segredo. Quando a polícia finalmente conduziu uma conversa com alguns dos programadores ou qualquer outra pessoa que contribuiu com partes do jogo, mesmo os mais obscuros designers de monstros, parecia que eles não tinham nada de interessante a dizer. A maioria nem conhecia Chiro, os poucos que conheciam, só viram uma ou duas vezes enquando ele trabalhava em seu próprio projeto. Ao longo de tudo isso, a única confirmação era que Chiro foi o responsável pelas partes iniciais do jogo.
Passara, alguns meses depois que as primeiras crianças cometeram suicídio e a taxa de mortes diminuiu significativamente. Parecia que o jogo não estava mais causando aqueles efeitos bizarros nas crianças. O recolhimento dos jogos foi cancelado. Eles começaram a acreditar que talvez Takenori estivesse certo e tudo não passava de uma coincidência ou histeria em massa... até que recebram a carta.

Ela foi dada a um dos próprios detetives diretamente na rua. Uma mulher o deu a carta: ela parecia muito fraca, magra e doente. Deu a carta para ele rapidamente, dizendo que era algo que precisavam ver e, sem mais nenhuma palavra, desapareceu na multidão. O detetive levou ao seu escritório, chamou os outros, abriu e leu em voz alta.
Era uma carta escrita pelo próprio Chiro, mas que não foi encontrada em seu apartamento. Eles haviam limpado o local procurando pistas e respostas, então de onde quer que a carta tenha vindo, não foi pêga na casa dele. Estava assinada para ser dada a Nisino. Começou um pouco formal, um "olá", "como vai você", "lembranças à família", essse tipo de coisa. Depois de um ou dois parágrafos normais, eles chegaram a uma parte onde Chiro pedia a Nisino que colocasse-o no time do jogo. Uma posição de programador no Red/Green.

Conforme a carta ia continuando, a caligrafia parecia ficar mais distorcida. Ele falava de uma idéia gloriosa, uma maneira de programar algo nunca visto em nenhum jogo. Disse que certamente não iria revolucionar apenas a indústria dos jogos, mas tudo ao redor. Ele começou a dizer que era muito simples programar essa idéia no jogo. Nem sequer deveria adicionar qualquer programação estrangeira, poderia usar a que já estava no próprio jogo. Neste momento, os detetives percebram que isso tornaria impossível detectar qualquer obscuridade na programação. Era a maneira perfeita de esconder qualquer coisa.
A carta terminava abruptamente. Não havia "adeus", nem "diga oi para a família", sem notas, sem agradecimentos. Não havia nada disso. Era apenas seu nome escrito de maneira tão rígida no papel que quase o rasgou: "Chiro Miura".

Essa foi a peça final que os detetives procuravam. Não havia mais suspeitos no caso. Chiro programou algo nas primeiras partes do jogo - algo enlouquecedor. Para aumentar as chances de sucesso, o time de programação teria que trabalhar em pares, até o próprio Chiro. Seu parceiro era Sousuke Tamada. Se alguém conhecesse o segredo do jogo, esse teria que ser Sousuke. Esta era a última esperança de desvendar todo o caso de uma vez por todas.
Eles descobriram que Sousuke teria providenciado muito da programação do jogo e parecia ser alguém normal, um cara bom e trabalhador. Os detetives foram facilmente recebidos em sua casa, um lugar simpático, entraram pela sala de estar, onde sentaram. Sousuke não sentou, no entanto. Ele estava perto da janela do piso do segundo andar, olhando para a rua movimentada. Sorria um pouco.

Não houve testemunhas para os eventos que se sucederam. A única coisa que sobrou desta conversa foi uma gravação na mesa em frente aos dois detetives que estavam encarregados de falar com Sousuke. O que segue, é a gravação sem edições:

"Sousuke Tamada, por quais partes você foi responsável nos jogos Pokemon Red e Green?", perguntou o primeiro detetive.
"Eu era programador". Sua voz era leve e amigável, quase amigável demais.
"É correta a informação de que os programadores trabalhavam em times?", perguntou o detetive.
Pôde-se ouvir o som de pés se movendo no chão, vagarosamente. "Você está certo", disse Sousuke depois de um momento de silêncio.
"E o nome de seu parceiro era--", o detetive foi interrompido pela voz misteriosa de Sousuke. "Chiro Miura... Este era seu nome, Chiro Miura".
Outro momento de silêncio, parecia que os detetives estavam desconfiados com esse homem. "Você poderia nos dizer se Miura alguma vez agiu estranho? Algum comportamento particular que você observou enquanto trabalhavam juntos?"
"Na verdade, eu não o conheço tão bem. Nós não nos encontrávamos frequentemente, apenas uma vez ou outra para trocar dados, ou quando o time inteiro era chamado para relatório... Eram as únicas vezes que eu realmente o vi. Ele agia normal tanto quanto eu poderia dizer. Ele era um homem baixo, eu acho que isso afetou sua consciência... ele agia de maneira mais fraca do que qualquer outro homem que conheci. Mas ele estava disposto a fazer muito mais trabalho para ganhar reconhecimento, disso eu sei."

Silêncio. "Sim?" perguntou o detetive, forçando-o a continuar. "O que você acha?"
"Eu acho que ele era um home muito fraco. Acho que ele queria provar algo para si mesmo, independentemente do que teria que fazer...acho que ele queria fazer seu próprio reconhecimento por algo especial, algo que pudesse fazer as pessoas esquecerem sobre sua aparência e prestar atenção na poderosa mente que vivia dentro de sua cabeça... Infelizmente, porém... hihi... ele não tinha muita 'mente' para continuar seu projeto."
"Por que você diz isso?", perguntou o segundo detetive.
"Bem, é a verdade", respondeu Sousuke rapidamente. Seus pés poderiam ser ouvidos se movendo pelo piso. "Ele não tinha nada de especial, por mais que quisesse acreditar nisso. Você não pode ter grandeza, mesmo se acreditar nisso. É impossível... de alguma forma, eu acho que o próprio Chiro sabia disso, em algum lugar dentro dele, sabia que era verdade."
Os detetives estavam em silêncio novamente, não sabiam como manter a conversa. Depois de um momento, eles continuaram. "Você poderia nos dizer qual era a parte do jogo que Chiro era encarregado? Em que ele trabalhava exatamente?"
Sousuke respondeu mais rapidamente que antes. "Nada... quero dizer, nada importante. Ele trabalhou em algumas partes obscuras no início do jogo". Uma pausa, então mais um pouco de informação. "Era a parte do Professor Carvalho, para ser exato. Ele trabalhou em algumas peças do Carvalho... quando ele te vê pela primeira vez..."
"O quê mais?" forçou o policial. Sousuke sabia de mais alguma coisa, eles poderia ouvir em sua voz. "Sabemos que você tem conhecimento sobre as mortes das crianças. Sabemos que foi Chiro o responsável, ele programou alguma coisa no jogo."

"O que você está insinuando?" perguntou Sousuke. Parecia que ele estava tentando manter a voz.
"Estamos insinuando que, se você foi parceiro de Chiro, então tem mais informações. Se está escondendo algo de nós, você poderia ser responsável pelas mortes daquelas crianças tanto quanto o próprio Chiro!"
"Vocês não podem provar nada!", gritou Sousuke.
"Diga-nos o que Chiro fez ao jogo!"
"ELE FEZ O QUE EU O MANDEI FAZER!!!"

Silêncio. Completo silêncio.

"Vocês querem saber, huh?", perguntou Sousuke finalmente quebrando o terrível silêncio. "Vocês querem saber sobre o quê tudo isso se trata? Chiro era um idiota! Ele faria qualquer coisa por um pouco de atenção, QUALQUER COISA. Ele não poderia programar uma m*rda sequer. No entanto, a única coisa que ele sabia fazer, era ser manipulado. Você diria o que ele deveria fazer e ele o faria. Nem mesmo questionaria. Apenas ouvir aquele agradecimento quando ele recebe o produto acabado era sua maior satisfação. Tudo que ele queria."

Dois clicks vieram dos detetives, armas poderia ser ouvidas.

"Eu poderia controlá-lo sem problemas. Ele era muito parecido com Takenori... vocês não sabiam disso, é claro, mas eu fui quem trouxe toda a idéia do jogo. A idéia da operação inteira. Eu apenas disse ao meu companheiro o que fazer, e ele me seguiu sem questionar, Ele não sabia de nada, assim como Chiro."

O som de uma janela abrindo poderia ser ouvido. Os detetives apontaram as armas para Sousuke

"Não se mova! Ou iremos atirar!"
"Deixe-me contar uma coisa sobre a mecânica do jogo", continuou o suspeito. Sua voz estava mais apressada, mas ainda mantinha o vigor. "Considere isso uma dica, ok? Se cvocê andar ao redor das áreas com grama, um Pokemon pode aparecer e você terá a chance de batalhar com ele. É uma parte necessária do jogo todo, sabe?"
"Saia de perto da janela! Nós não avisaremos novamente!"
"No começo do jogo, você tem que andar na grama antes de Carvalho aparecer e você receber seu primeiro Pokemon, entende? Em circuntâncias normais, foi programado que enquanto você estiver nessa área, nenhum Pokemon irá aparecer... eu modifiquei. Manipulei aquele Chiro, disse a ele o que colocar no programa, dei a ele todas as instruções de como proceder. Ele o fez impecavelmente. É raro, mas pode acontecer: ANDAR SOBRE AQUELE GRAMA PODE GERAR..."
"Sousuke, nós não queremos atirar!"
"Atire!!" gritou Sousuke, rindo ao mesmo tempo. "Atirar em MIM? Você é tão patético quanto Chiro! Uma vez que ele encontrou a verdade, não havia volta! Foi tudo sua culpa, no fim das contas. Ele suicidou-se por causa disso! Se você está tão determinado em terminar seu maldito caso, então jogue a porr* do jogo você mesmo! Gire a rode, e quem sabe, você pode descobrir o segredo..."

Um tiro pôde ser ouvido, alto o bastante para distorcer o audio. Sons de gritos e murmúrios. A mesa do gravador estava destruída. Silêncio e então risadas. Sousuke estava rindo, dizendo "Venha, siga-me... venha, siga-me..." e então, nada. O gravador continuou rodando até a fita acabar, mas não havia mais nada.

A polícia havia chegado rapidamente ao local e, para o horror de todos, descobriram Sousuke e os dois detetives mortos. Todos levaram tiros, mas sem depois de lutar. Os detetives tinham sido baleados múltiplas vezes, pelo menos 10 de cada, antes de morrer, levaram tiro no meio dos olhos. O próprio Sousuke estava claramente morto com dois tiros no peito, diretamente no coração. O jogo estava causando um massacre. Pelo menos 100 crianças morreram. Nissino, o amigo inexperado, morto. Chiro, o brinquedo manipulado, morto. Os dois detetives, mortos. E agora, até o criador, o causador desta atrocidade, Sousuke, morto. O jogo estava depurtando todas as intenções originais: ao invéns de entreter, matava a todos que ficavam envolvidos.

O líder da investigação decidiu deixar o caso de lado. Os principais suspeitos estavam mortos, então não havia razões para continuá-lo. Todas as evidências foram trancadas, colocadas na escuridão, onde pertenciam. Durante algum tempo, todos falavam do caso, murmurinhos e fofocas, mas com o passar dos anos, o caso foi se dissolvendo. Eventualmente, ele estava apenas na memória daqueles que o experimentaram de perto.
Dez anos se passaram. 27 de Fevereiro de 2006. O detetive que trancou as evidências anteriormente, estava relembrando o bizarro acontecimento. Na verdade, ele não estava mais no ramo, contudo ainda possuía acesso a todos os arquivos e poderia ajudar quando quisesse. A lembrança o fez voltar e abrir uma caixa selada que escondia todas as provas coletadas.

Ele leu atenciosamente as cartas e as anotações... ele se lembrou da mulher que apareceu na rua segurando aquela carta, que supostamente resolveria o caso inteiro. Imaginou quem ela seria e de onde teria vindo. Talvez fosse a mãe de Chirou ou de Sousuke. Era muito tarde para pensar nisso. Tarde demais...
Selando a caixa novamente, ele viu uma outra atrás dessa. Puxando, ele leu a nota no topo "Evidência #2104A". Abriu e olhou dentro: eram exatamente 104 cartuchos Pokemon Red e Green, todos em perfeito estado... intocados desde o último dia em que foram vistos, 10 anos atrás.

Ele pegou um: Pokemon Red. Não havia visto um por muito tempo. Não sabia o que viria a seguir, mas mesmo assim chegou a uma mesa, pegou um velho GameBoy de dentro da caixa e viu que ainda funcionava. O aparelho era de seu filho, que havia morrido a poucos anos atrás. Sua esposa também partira. Colocando o cartucho na parte de trás do GameBoy, ele ligou o sistema.

A tela inical veio, então a opção "Continue" ou "Start a New Game". 
Tanaka. Esse era o nome da criança. Aquela que jogou priomeiro. Ele estava provavelmnte morto, junto com todos os outros.
"New Game"
Estava normal. Ele andou, falou com a mãe e foi para fora. Começou a andar na grama.
Em sua cabeça, ele ainda ouvia as palavras de Sousuke... "Venha, siga-me.."

Estava chegando gradativamente mais perto. Talvez um passo ou dois.

"Gire a roda, quem sabe você pode descobrir o segredo..."

Ele entrou na grama. A tela não fez nada. Nada mesmo. Estava apenas lá, e o detetive completamente paralizado, como se o tempo ao seu redor estivesse congelado. A tela ficou escura e então acendeu novamente. O fundo verde com um texto aparecendo:

"Come follow me, come follow me, come follow me. I miss you dad, I miss you my husband. I miss you so much."

Lágrimas desceram de seus olhos, caindo no peitoral. Telas e mais telas de textos apareciam, ele rapidamente apertava o botão A para continuá-lo. Era sua esposa e seu filho. Eles estavam falando, chamando-o, chorando. Eles queriam vê-lo, eles amavam-no, e ele também.

"Eu também amo vocês", murmurava o homem em um sussurro, a voz rachando.
"Venha, siga-me. Renasça. Nós queremos vê-lo, abraçá-lo e estar com você para todo o sempre e sempre e sempre e sempre."
"E SEMPRE E SEMPRE..."
"Não nos deixe, nós podemos te ver. Sentimos saudades. Venha, siga-me. Nós amamos voc---"

A tela escureceu. Os olhos do detetive se arregalaram. A tela acendeu novamente e Carvalho estava tirando-o da grama. "Venha, siga-me", dizia Oak.
"NÃO", gritou o homem, jogando o aparelho no chão. Ele rapidamente voltou atrás, procurando o GameBoy, trazendo a tela de volta para seu rosto. "Traga-os, traga-os de volta para mim". O jogo continuou normalmente. "Traga minha esposa, meu filho, ME ESUTE! Traga-os de volta para mim AGORA!!!"
Vozes... ele ouvia vozes, centenas de vozes. Virou-se, olhando para trás. Na pequena sala, estavam crianças, muitas crianças. Algumas sem olhos, algumas com feridas na garganta, com o corpo completamente queimado. Todas estavam gritando, gemendo, aproximando-se.

"Traga de volta minha mãe, traga de volta meu pai, traga de volta meu bichinho, TRAGA DE VOLTA MINHA ALMA". Todas gritavam, procurando pelo jogo; as bocas exalando profundo ódio e horror. "Eu não quero que eles partam, traga-os de volta, traga-os de volta para mim!"
"Não." falou o detetive. "É MEU! MINHA família está aqui, não toque!". O terror estampado em seu rosto. 
"Venha, siga-me..." disse uma voz. O detetive olhou ao redor e, próximo a uma velha mesa, estava Sousuke. Ele estava em pé, era alto, lindo e radiante. Com um leve sorriso "Venha, siga-me..."
O homem pulou, tentando escapar das crianças. Levantando o GameBoy com as mãos. "O-o que está acontecendo? Onde está minha família?"

Sousuke sorria generosamente. "Eu te mostrarei. Eu te ajudarei a ficar longe destes monstros. Apenas siga-me". Sousuke se abaixou e abriu uma gaveta na mesa velha. O detetive, empurrando as crianças tentando se fastar, olhou para dentro.
Coberta em poeira, lá estava sua velha arma, de quando ele ainda trabalhava na polícia. Ele não a usava há muitos anos, por isso a deixou de lado, não queria se lembrar das coisas que fez com ela..
Mas agora, aquilo não era apenas um objeto que causava dor e agonia. Era brilhante, era a própria luz. Era algo que poderia libertá-lo. "Apenas siga-me", disse Sousuke, sacando a arma e colocando nas mãos do detetive. Ele segurou e então levou às têmporas. "Apenas puxe o gatinho. É tudo."
O detetive se virou. As crinças estavam agarrando-o, segurando suas pernas e puxando. Elas chegaram ao jogo, ele se virou para Sousuke, e sorriu.

"Minha família... eu irei seguí-los." 
Puxou o gatinho.
Seu cérebro espatifou na a parede e ele caiu no chão, morto. Alguns dias depois o corpo foi achado. Estava no chão, sangue por toda parte. Em uma mão, segurava uma arma vazia, e na outra, um GameBoy com Pokemon Red. A bateria tinha acabado, estava vazia, apenas a tela escura permanecia.
Este era a última morte que as autoridades iriam permitir. Todos os 104 cartuchos foram queimados. Eles não iriam mais provocar ninguém.

No entando, este não é o fim da história. É dito que o código sobreviveu, e até mesmo passou para outras línguas do jogo. Se você tem um velho jogo de Pokemon, apenas ponha-o em um clássico GameBoy, ative o sistema e gire a roda. Quem sabe, talvez você descubra o segredo...



Nota:Eu acredito nos suicidios e q tenha algo no jogo q seja mal mais naum na historia do detetive q fico doido.pq realmente ouvi suicidio no japao pesquise se não acredita em min

30 de nov de 2011

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Existe tambem a teoria ( Carl Yung) que todos viveriamos juntos no Inconsciente Colectivo, uma especie de universo a que todos teriamos acesso através do nosso inconsciente , e ao qual estariamos ligados., partilhando sensações, emoções e estados, religiosos e outros, com toda a humanidade.
Não é disso que trata esta página assim iremos pressupor que o "céu" ocupa o mesmo espaço que nós, apenas noutra dimensão, vamos lhe chamar "astral", que é uma designação compreendida e aceite por quase toda a gente, Esse mundo astral pode ser acedido pelos sentidos das pessoas a que se designou chamar "mediuns", que ou nasceram com essas capacidades ou as adquiriram através do treino, estudo e meditação.
Esse contacto é feito através de fundamentalmente 3 formas :

CLARIVIDÊNCIA - O médium vë imagens que lhe enviam, dentro ou fora da sua mente, podendo assim interpreta-las facilmente quando são de caracter objectivo, e mais dificilmente quando são simbolicas. Um ramo de rosas por exemplo é um simbolismo fácil de comprender, se for a imagem de um ser humano conhecido, um artista .. já é mais dificil pois podera querer dizer apenas o nome, a altura, a profissão, o caracter etc...

CLAURIAUDIÊNCIA - Nesta capacidade psíquica ouvimos palavras ou frases que estarão ligadas ao espirito e que são indicações para a pessoa que esta a consultar .

CLARISIÊNCIA - Esta é sem dúvida a comunicação mais forte pois fazem sentir no nosso sistema nervoso, tudo o que sentiram em vida e que querem transmitir, como por exemplo, amor, saudade, tristeza, dúvidas mas tambem dores que tiveram para indicar a forma da morte, e os orgãos que foram afectados. Essa é uma parte pouco agradável para o medium embora eles tenham o cuidado de suavizar essa transmissão.

DO OUTRO LADO ......

O nosso mundo material e denso exige muita energia para que algo possa ocorrer, mesmo o simples contacto mediunico é feito através da energia do medium e das pessoas presentes, sendo normal um grande cansaço após as sessões.
Sendo assim as intervenções espontaneas do mundo astral na nossas vidas são muito limitadas e resumem-se a pequenos sinais, possiveis de serem recebidos por todas as pessoas, que geralmente se enquandram na seguinte tipologia :

Sinais psíquicos -
De repente sem nenhum motivo lembramo-nos de alguem nosso conhecido que já "morreu"

Sonhar com pessoas que já partiram, tambem é uma forma comum de contacto, pois com a pessoas adormecida ou no instante antes de acordar ou adormecer, é facil comunicar

Sentir cheiros como perfume, tabaco, flores,sabonete ou qualquer outro cheiro que nos faça lembrar essa pessoa.

Sinais físicos
Mais comuns são através da alteração dos circuitos electricos, como por exemplo as luzes apagarem ou diminuirem a intensidade, a televisão acender-se. apagar-se ou mudar de canal sozinha.. Ás vezes fazem explodir as lâmpadas, mas é menos comum.
Pequenos objectos que caiem sem motivo, outros que desaparecem e vão aparecer em lugares inusitados,
Quadros que se entortam, objectos pertencentes a pessoa desaparecida que mudam de lugar ou caiem.
Se vê vultos pelo canto do olho ou ouve estalos nas mobílias ou
aparecem ORBS nas fotos

SE RECONHECE ALGUNS DESTES SINAIS PROCURE-NOS, PODEREMOS REUNIR OUTRAS VEZ, ENERGIAS FAMILIARES QUE SE PENSAVAM PERDIDAS PARA SEMPRE OU ACABAR COM ESSAS MANIFESTAÇÕES
TELEFONES 96 2780 766 e 91 8717 146
http://espiritualismo.homestead.com/sinais.html

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