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20 de set de 2012

bruxas da luz: SIMPATIAS PARA EMAGRECER

bruxas da luz: SIMPATIAS PARA EMAGRECER: As simpatias estão nos costumes e tradições do povo brasileiro, é um ritual posto em prática para afastar certos males ou conseguir determin...

14 de set de 2012

UM ESPÍRITO TENTOU ME MATAR

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UM ESPÍRITO TENTOU ME MATAR COMO É POSSÍVEL?

TIVE MUITOS PROBLEMAS NA MINHA VIDA DEVI AS COISA QUE EU FIZ FUI PARA A PENITENCIARIA ONDE PERMANECI POUCO MAIS DE 3 ANOS.. E PARA QUEM NÃO CONHECE É DIFÍCIL EXPLICAR MAIS O CLIMA É MEIO PESADO, MUITAS ALMAS VAGAM NO LOCAL... AI COMEÇA A HISTORIA MAIS VOU RESUMIR, LÁ CONHECI UM CARA QUE ERA ESPÍRITA E RECEBIA UNS ESPÍRITOS ALGUNS DIAS DEPOIS ELE FOI TRANS PARA SANTOS E NÃO TIVE MAIS NOTICIA... MAIS ALGUNS DIAS DEPOIS ACONTECEU ALGO MUITO ESTRANHO.. TODO MUNDO FALA QUE UM ESPÍRITO NÃO PODE TOCAR EM NINGUÉM FISICAMENTE... TODA NOITE QUANDO EU IA DORMIR EU FICAVA UNS 30 MINUTOS SO FINGINDO PARA VER SE ESTAVA TUDO NORMAL TINHA MANIA DE POR A CAMISETA NOS OLHOS PORQUE A LUZ NA CARA INCOMODA. ASSIM QUE DEITE FIZ O QUE SEMPRE FAZIA SO QUE QUANDO FUI POR A CAMISETA NO OLHO ALGO ME SEGUROU SENTI ELE SENTADO NO MEU PEITO E ME ENFORCOU... QUANDO CONSEGUI ME SOLTAR ESTAVA TOTALMENTE SEM AR E SO VI O VULTO SUMIR.... UM VELHO QUE ESTAVA COMIGO FALOU QUE ERA NORMAL E QUE JÁ TINHA VISTO ISTO ACONTECER ANTES. MAIS COMO ASSIM NORMAL COMO UM ESPÍRITO PODE MATAR UMA PESSOA ? E OUTRA ELE ESTAVA VAGANDO E ME PEGOU POR ACASO OU ME ESCOLHEU ? OUTRA A ALGUM DIAS UMA PESSOA TINHA MORRIDO ENFORCA DA(SUICÍDIO NO LOCAL MAIS ANTES DE EU CHEGAR PODE TER SIDO O ESPÍRITO DELA?

22 de ago de 2012

Simpatias: IMUNIZAÇÃO ESPIRITUAL

Simpatias: IMUNIZAÇÃO ESPIRITUAL: IMUNIZAÇÃO ESPIRITUAL Emmanuel Raras pessoas percebem que, no mundo, existe um serviço de imunização do espírito que não deve menosprezar...

CARTA DE UM ESPÍRITO PARA UM VICIADO

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CARTA DE UM ESPÍRITO PARA UM VICIADO

Antes de mais nada, devo logo dizer-lhe que está faltando um ingrediente em sua receita de viver! Falta bom humor em sua sopa! E olhe que nem precisa ser muito esperto para ver isso. Basta olhar ao seu redor e ver quantos corações você já machucou com suas loucuras. Sua mãe, seu pai e seus irmãos já não sabem mais o que fazer para agradá-lo. Você criou uma couraça tão forte à sua volta que nem mesmo quem lhe ama consegue chegar até você.

As pessoas o olham de esguio e não sabem discernir o que sentem mais forte por você: pena, medo ou simplesmente raiva por alguém tão jovem ser tão burro. Algumas sabem discernir o que sentem e são mais diretas: simplesmente querem que você se ferre! Você já desperdiçou tantas chances que ninguém mais lhe dá crédito.

Você é muito nervosinho e dramático, mas não corre o risco de arranjar uma úlcera, pois pois você já é a própria. Corroeu o amor da família e dos amigos mais chegados. Brigou com tudo e com todos. E o pior é que você ainda se julga uma vítima. Sabe de uma coisa? Você não precisa comprar drogas, pois já transformou sua vida numa droga tão grande que nem sei como é que você ainda não teve uma overdose de si mesmo.

De vez em quando você diz que pretende se matar, mas eu conheço seu jogo: você quer mesmo é fazer chantagem emocional, pois assim consegue manipular muito bem as pessoas. E, além disso, já sei que você ouviu um palestrante espiritualista dizer que quem se mata, passa muito mal no "Astral". Posso dizer-lhe isso com muito mais cancha, e melhor, usando seu linguajar esperto: "quem se mata, sofre prá cacete!" E, na verdade, você já está se matando um pouquinho a cada dia, pois quem é nervosinho demais, ferra o próprio sistema nervoso a cada explosão emocional.


Nesse exato instante em que estou lhe escrevendo, sua mãe está chorando no quarto mais uma vez. Ela acabou de achar drogas em sua mochila pela enésima vez. Por que você não vai lá dar uma olhada? Garanto que os cabelos dela já embranqueceram mais um pouco.

Estou lhe escrevendo diretamente, mas minha intenção é mais ambiciosa: há muitos idiotas como você aí no mundo e eu pretendo que eles também leiam isso. Não sei se vai ajudá-los, mas estou fazendo meu papel e espero que a natureza faça o dela, isto é, que você e os outros do seu quilate sofram as conseqüências do desastre que impuserem a vocês mesmos.

Há muita gente desencarnada desejando um novo corpo físico para mourejarem novas oportunidades de aprendizado na Terra. Entretanto, gente como você desperdiça as chances que a vida apresenta como lições valiosas.

Atualmente, dois caminhos que levam à morte prematura se abrem à sua frente e eu nem preciso ser um espírito desencarnado para saber o que lhe acontecerá: Seu sistema nervoso explode ou a droga lhe leva.

Se você cair em uma destas coisas, devo avisá-lo que após a morte dois caminhos também se abrirão:

Você sofrerá muito, pois no Astral não existem drogas e leva tempo até o corpo espiritual se desintoxicar das energias densas geradas por elas. Garanto que você nunca pensou nisso, né? Se a própria ciência terrestre afirma que tudo é energia em graus variados de densidade, a droga é, também, um tipo de energia, porém de baixo nível, grossa e que cria sérias lesões no corpo espiritual do usuário.

Os centros energéticos* de seu corpo espiritual podem ficar tão abalados com seu desequilíbrio emocional que o único remédio pode ser uma reencarnação purgativa para limpá-los. Para explicar-lhe isso, uso os ensinamentos do sábio mentor Ramatís, que diz o seguinte: "A reencarnação purgativa se faz necessária para drenar os fuidos perniciosos, aderidos na contextura espiritual do corpo astral, para o novo corpo físico, carregando então o espírito para dentro dos centros energéticos de seu ergástulo** terreno, os venenos psíquicos oriundos de seu descontrole espiritual."

Voltando ao nosso papo, é assim que nasce mais um epiléptico na Terra. Das duas, uma: ou foi usuário de drogas,ou era nervosinho demais na última existência*** (ou melhor, inexistência).

Pois é isso meu chapa: sua vida na Terra é bem lamentosa, infelizmente não só para você, mas também para aqueles que o amam. Não sei se esses escritos lhe farão pensar (coisa que você não faz há muito tempo), mas, de qualquer maneira, é mais um toque que a vida está lhe dando.

Sou um cara desencarnado e já vi muita gente como você se dar muito mal aqui no Astral. Por isso, lhe digo: Saia desta enquanto é tempo, cara! Mostre que você é esperto e enfrente a porra desse vício. Pare de falar em suicídio e vá viver. Pratique algum esporte. Respeite seus pais, pois, de qualquer maneira, eles o ajudaram a crescer. Eles não são perfeitos (ninguém é!), mas o amam. Procure alguém ou alguma instituição que o ajude.

Por aqui, despeço-me, ou como se diz por aí: "vou puxar o carro (espiritual, é claro) e me mandar!"

* * *

Rapaz, como o amigo Lareira disse no início destes escritos, sua sopa é furiosa, mas você pode melhorá-la acrescentando alguns ingredientes especiais.

Coloque algumas pitadas de:

ESPIRITUALIDADE (você é imortal sim!);

RESPONSABILIDADE (assuma as conseqüências de seus atos e conserte seus erros);

AMOR (se amarre numa garota; é bem mais gostoso(a) do que droga);

ALEGRIA (diga sim à vida).

Por: Lareira (Recebido por Wagner Borges)

7 de jun de 2012

Criança acorda e pede água no meio de seu velório,

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Criança acorda e pede água no meio de seu velório,
Criança acorda e pede água no meio de seu velório, diz família
Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado (2), em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.
A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da "primeira morte", mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório.
Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira (1). À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação.
As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um "lençol de cadáver", que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária.
Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico.
Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele "estava se mexendo o tempo todo".
O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca.
Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse "Pai, água".
"O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes", disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto.
INVESTIGAÇÃO
O pai do menino diz acreditar que a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório.
A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado.
De acordo com a Polícia Civil, a depender dos depoimentos colhidos na fase preliminar da investigação pode ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação.
O hospital deixou a investigação a cargo da polícia. "Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tamponada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação", afirmou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, Vera Cecim.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1101381-crianca-acorda-e-pede-agua-no-meio-de-seu-velorio-diz-familia.shtml

SIGNIFICADO DOS NOMES JAPONESES

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SIGNIFICADO DOS NOMES JAPONESES

Incluindo nomes japoneses e orientais como Chineses, Coreanos e Vietnamitas

Ai:Japonês:Amor.
Aika:Japonês:Canção De Amor.
Aiko:Japonês:Amado / Criança Amorosa.
Aiko:Japonês:Filho Do Amor.
Aimi:Japonês:Amor Beleza.
Akane:Japonês:Brilhante Vermelha.
Akemi:Japonês:Brilhante Beleza.

30 de mai de 2012

Ritual de limpeza espiritual

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 Ritual de limpeza espiritual.Este ritual após ter sido realizado elimina da sua aura (energia) qualquer tipo de energia negativa e conseqüentemente purifica-o (a) e torna-o (a) mais forte. A nível espiritual engrandece-o (a) e torna-o (a) mais preparado para enfrentar as diversidades do dia-a-dia. Ritual para conseguir Emprego e Prosperar Este tem como objetivo conseguir um novo trabalho ou prosperar e engrandecer no emprego atual. Ritual para Reverter o Mal Este Ritual serve para enviar de volta à origem o mal que nos foi enviado. Ritual para Abrir os Caminhos da vida Este Ritual de Alta Magia depois de realizado desfaz todos os obstáculos e problemas da sua vida, abrindo assim os seus caminhos ao amor, ao dinheiro, à saúde ao sucesso e realização pessoal. Ritual para Afastar Inimigos do seu Amor Este ritual depois de realizado anula a má influencia que alguém esteja a exercer sobre a pessoa que ama. Para assim afastar essa pessoa da vossa vida e não prejudicar o relacionamento. A partir de agora tem ao seu dispor o trabalho de Amarração em Alta Magia mais completo e eficaz de todos os trabalhos existentes no mercado. Somos um grupo de três elementos, que trabalham incansavelmente para que possa obter resultados positivos e concretos, em pouco tempo. O trabalho de amarração que realizamos consiste em vários rituais e anula todos e quaisquer tipos de magias realizadas anteriormente. Não pense que são meras "simpatias" ou "rezinhas caseiras". Aqui você vai entrar no mundo da ALTA MAGIA DA AMARRAÇÃO.

Vidência Online

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 Quais são as suas preocupações!? Dinheiro, Amor, Família...
O pedido de ajuda é gratuito e sem compromisso.

Vidência Online
Quais são as soluções para ser feliz no amor? Alcance a prosperidade financeira! Encontre o caminho para a felicidade... Veja aqui os testemunhos de quem recorreu à ajuda das videntes parceiras da Vidência Online:
Testemunhos
«Fenômeno nunca visto», «Dom milagroso», «Visões infalíveis»... São o testemunho de quem pediu ajuda às nossas videntes.
Amor
«Devolveu-me o meu bem mais precioso... a minha mulher. Soube descobrir o que a tinha afastado de mim. É uma nova vida para a minha vivência a dois. Ficar-lhe-ei eternamente grato.»
Finanças
«Não sei como é que faz, mas as suas previsões são extraordinárias. Há 15 anos que tento a minha sorte no jogo sem resultado. Na semana seguinte ao contacto com a vidente, ganhei o jackpot. No entanto, tinha as minhas dúvidas, mas os resultados estão à vista... Sinceramente, estou muito grato ! »
Sorte
Uma sorte extraordinária ! ... Nunca acreditaria poder dizer isto um dia, mas é preciso reconhecê-lo. Desde pedi ajuda que atraio a Sorte como um íman... Agora tenho imensos projetos na cabeça. Isso faz muito bem. Obrigado » 
 
 

16 de mai de 2012

ouviu vozes estranhas, (relato)

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esse acontecimento e' 100% veridico, aconteceu com a familia da minha mae num sitio no Bau'-SC, tem muitas testemunhas que ate' hoje contam suas experiencias nesse lugar.
minha mae usou a historia pra fazer uma redaçao nos tempos de escola dela. por isso o texto abaixo vai parecer meio livro.. copiei exatamente o que tava no caderno dela, e' longo,mas acho q vale a pena:

"Meus avos residiam num enorme e maravilhoso sitio. La encontravamos paz, tranquilidade e pureza. Tudo que ansiamos nas grandes cidades.
Tudo começou no dia 8 de fevereiro de 1979. Neste dia apenas vovô estava em casa, vovo' estava viajando. Quando anoiteceu como de costume, vovô foi alimentar suas criaçoes de porcos,galinhas e vacas. Estava quase terminando a tarefa habitual quando ouviu um barulho estridente. Notou que uma telha do rancho fora quebrada por uma pedra. Imediatamente saiu do rancho para descobrir quem jogou, mas nao teve sorte pois a noite ja' estava presente. E mais pedras caiam sobre as telhas, provocando um barulho assustador. Uma hora depois cessara a loucura das pedras.
Na manha seguinte vovô levantou quase que esquecido do incidente. Levantou da cama, tomou seu cafe' e foi alimentar as criaçoes. Chegando perto do rancho teve um certo receio mas entrou. Quando entrou foi quase atingido por uma pedra. Assustado, foi averiguar de onde surgiam, ficou abismado: elas surgiam no ar fazendo piruetas.
Ao meio dia vovo' chegou de viagem, quando soube do sucedido ficou muito abalada. Imediatamente veio a Blumenau(cidade proxima) avisar o papai(de minha mae) que fosse ao sitio e tentasse descobrir o motivo das pedras. Papai foi acompanhado pelo seu irmao, tio Joao, que foi armado com uma pistola em caso de emergencia. Quando chegaram foram diretamente ao rancho, quando, de repente, PLOM!, mais uma telha quebrada. Tio Joao saiu imediatamente e começou a gritar "Se ha' alguem jogando essa pedra, pare ou ira' se arrepender". De nada adiantou o aviso, pois as pedras continuavam a cair.
Tio Joao apontou a pistola contra o mato, descarregando a pistola pra nada.
Todos os dias aconteciam a mesma coisa, ao amanhecer, meio dia e ao anoitecer. Era so colocar os pes no rancho que começava a decolagem das pedras.
Surgiram pessoas de toda parte, os chamados curiosos pra ver o misterio. Havia aqueles que diziam q se tratava de um tesouro enterrado debaixo do rancho, outros diziam que vovô estava devendo dinheiro a um irmao falecido, e agora o falecido estava cobrando as dividas. E ha' os que falavam que o vizinho mais proximo de vovô quis um dia comprar o sitio e o vovô recusou-se a vender e, assim, para colocar medo nos meus avos eles fizeram o jogo das pedras.
As pedras cairam durante uma semana cessando ate' um certo tempo.
Um primo de vovo' levou ao sitio um homem que se dizia ser missionario e que saberia dizer o que realmente estava acontecendo no sitio. Dizia ele que o espirito de um demonio estava impregnado nas redondezas do sitio. Ele fez oraçoes, cantou e gritou para os maus espiritos se afastarem. Mais da metade da familia achou isso uma verdadeira loucura.
Passou-se 1 mes de tranquilidade, depois desse tempo novamente a intranquilidade reinava no sitio. A guerra das pedras começava novamente durante apenas 3 dias, mas mesmo assim vovo' muito desanimada e com certo receio de viver naquele sitio isolado e assustador pos o sitio a venda, e assim apareceram alguns compradores, mas com proposta inequivalentes as enormes terras existentes no sitio. Meus tios, inclusive papai, nao concordaram com a venda do sitio, pois achavam um patrimonio valioso ,e foi la onde nasceram e viveram ate' formar uma nova familia… e assim passaram-se 2 meses e nunca mais ouvi-se falar em pedras.

Em meados de maio um primo de segundo grau de papai foi visitar meus avos. Vovô que e' uma pessoa muito calma e conversadeira contava o fato dos acontecimentos ocorridos nos ultimos meses.
Vovô foi ate' o rancho descrevendo a historia e mostrando os estragos que ficaram no rancho, e no transcorrer da conversa o primo do papai ouviu vozes estranhas, era alguem se enforcando, gemidos horriveis, e por incrivel que pareça vovô nao ouvia absolutamente nada porque ele conversava normalmente. O primo para nao assustar meus avos nao comentou nada sobre o ocorrido, apenas papai e meus tos ficaram sabendo.
Depois de um mes, tia Erci, cunhada de papai, foi passar um fim de semana com a familia no sitio. Ela como gostava muito de andar a pe pelo sitio foi colher goiabas acompanhada por dona Maria, vizinha de vovo'. Enquanto elas colhiam goiabas, tia Erci relatava o caso das vozes estranhas. Como a tia era uma pessoa ativa e muito brincalhona começou a imitar as vozes estranhas, de repente ela percebeu que estava sendo acompanhada num ritual de vozes. O medo ponderou-se nas duas mulheres. Eram vozes assustadoras por todos os lados. A partir daquele dia meus avos ficaram sabendo do caso das vozes estranhas, e assim quando apareceu o primeiro comprador o sitio foi vendido. E ate' hoje as vozes assustadoras e pedras continuam um misterio…"
eh isso ai'., minha mae disse que a familia que comprou o sitio nao durou 3 meses la'. varias familias comparam e venderam. minha familia,inclusive, tentou comprar o sitio de novo por causa das terras e da abundancia de agua,mas nao conseguiram…ainda bem kkk vai que coisas bizarras acontecessem de novo!
mas todos dizem que podem garantir que nao era algo desse mundo. 2 tias da minha mae(filhas do avô dela) viam as pedras saindo do chao, como se fosse alguem pegando e jogando nas telhas de raiva. ela tambem contou que um outro tio dela la' no sitio falava que nao acreditava nessas baboseiras paranormais, e assim q ele falou a corrente que meu bisavô tinha acabado de fechar começou a se mover Oo
tem muito mais historias que ela nao relatou nesse texto dela. e' so' perguntar para os tios dela q todos saberao alguma..
e nessa cidade onde ocorreu tudo isso tem a lenda de um padre que jogou praga na cidade. mataram ele, nao sei por qual motivo exatamente. mas antes de morrer ele disse "essa cidade jamais crescera'. vai ser pequena pra sempre!" e assim foi…a cidade quando tava ate' q crescendo foi praticamente destruida pela enchente de 2008 que ocorreu em SC. cidade bizarra….

vejo umas coisas meio estranhas (relato)


Alguns casos pessoais
Desde pequena vejo umas coisas meio estranhas aqui em casa (o surpreendente é q é SÓ aqui em casa), então resolvi relatar alguns dos q eu me lembro.

Na infância: Haviam 2 lugares em q eu via mta coisa: a sala de tv e meu quarto.

Sala - 1º caso: Antigamente havia um colchão (exclusivamente meu ) de frente pra porta. Essa porta era o acesso ao corredor, aos demais quartos e ao andar debaixo. Quando uma pessoa ficava no lugar em que o colchão se posicionava dava pra ver a grade e o corrimão da escada. Sempre quando eu deitava no colchão, à noite, com a janela totalmente fechada e olhava pro corredor eu via lá no alto, no vão da porta, o rosto de um homem todo branco, arregalando os olhos com a testa franzida e arreganhando os dentes pra eu.
Nota: a sala ficava uma escuridão só, então não havia a possibilidade de ser reflexo.

2º caso: É meio bizarro, mas na época me deu mó medão (e olha q dificilmente algo me deixava com medo). Eu tinha aquela bonecona q anda da Angélica, peguei tanta pirraça pra minha mãe me dar a boneca no meu aniversário q minha mãe acabou comprando aquela praga. Os dias se passaram e fui notando o quanto aquela boneca me dava medo, aliás, não só em mim como em todo mundo (tanto é q minha avó tacou fogo nela). Ninguém mais queria aquela boneca medonha por perto, ficava só encarando com aquele sorriso "diabólico". Numa bela noite estávamos eu e meu irmão na sala assistindo TV (coincidência ou não, estava passando o filme do Chucky ) e a boneca estava encostada no sofá perto da porta. Acabou a energia elétrica por uns instantes, mas logo voltou (tem gerador aqui em casa XD) e pro espanto meu e do meu irmão lá estava aquele encosto uns 2m de
distância da gente e, ainda por cima, com os braços esticados. Foi no dia seguinte q minha avó tacou fogo nela.

Na adolescência: 1º caso - Há, no corredor de cima, um banheiro no qual o basculante é de frente pra porta e do outro lado do basculante é a escada q vai pra laje (um dos degrais é grudado no vidro do basculante, resultado do "excelente" serviço do pedreiro). Uma vez, estávamos eu, minhas 2 irmãs e mais 1 amiga fazendo guerra de almofadas nesse corredor à noite. Então eu olhei, repentinamente, pro basculante e vi um par de botinas subindo pra laje. A gente estranhou isso, pq estávamos sozinhas em casa. Então fui na laje ver quem tinha subido: não havia ninguém lá e muito menos botina alguma. Se alguém tivesse entrado em casa os cães iam fazer uma latição danada, pq eles eram mto barulhentos.

2º caso: Não é de aparição, mas tá valendo.
Uma vez tive um sonho muito estranho e tal, então acordei, de manhã, pra arrumar pra ir pro colégio. O sinistro é que eu não conseguia me mexer, só via as coisas à minha volta, parecia que o lençol estava me segurando (e olha q ele tava soltinho na
cama), tentei gritar e não conseguia. Depois de muito tempo é que consegui me levantar, mas quando tentei me colocar de pé caí que nem abóbora madura no chão. Não conseguia sentir minhas pernas, fui tentando me apoiar na escrivaninha mas acabei derrubando tudo no chão e tornei a cair. Só depois consegui ficar de pé normalmente.

Nos tempos de hoje: 1º caso - Na cozinha daqui de casa há 2 portas: uma que dá acesso ao lado de fora da casa e outra que dá acesso ao corredor da escada pro 1º andar. Na parede que fica a porta que dá acesso ao lado de fora tem um relógio (que é uma das primeiras coisas que vejo quando entro na cozinha pq tenho mania de ficar olhando as horas) e entre as duas portas tem uma mesa retangular grande. Certo dia quando estava me adentrando na cozinha pela porta do corredor vi uma menininha de uns 2 ou 3 anos, loira, de vestido, sentada na mesa da cozinha de frente pro relógio. Achei que devia ser a filha de algum dos fornecedores da fábrica (nos fundos de casa meu pai tem uma fábrida de bebida), então virei pra fechar a porta e quando olho de novo pra mesa (já ia começar a brincar com a menininha) ela sumiu. Fui lá fora ver se ela estava lá e não estava, perguntei pros fornecedores se era filha de um deles e se eles viram ela por aí e disseram que não. Em fim, procurei a menina em tudo qnto é canto e não achei.
Nota: minha irmã está grávida e ainda não sabe se é menino ou menina. Diz um amigo meu q isso seria, digamos, um "palpite".

2º caso (ainda na cozinha) - Estava chegando em casa e assim que entrei na cozinha vi meu irmão correndo pro banheiro, que fica no lado direito da cozinha (ou seja, correu da porta do corredor). Eu tinha um recado pra dar a ele, então bati à porta do banheiro e chamei. Silêncio. Chamei denovo. Silêncio. Então fui abrindo a porta do banheiro pra ver quem estava lá e pra minha surpresa não havia ninguém. Perguntei pra todo mundo lá em casa pelo meu irmão e disseram que ele estava na casa de um
amigo.


A gente se mudou pra cá quando eu ia fazer 2 anos (em 1990). Meu pai vive dizendo que antes quem morava nela era uma enfermeira q foi embora de lá por causas estranhas, e que antes dela, quem morava lá era um macumbeiro, mas pra mim isso não faz diferença.



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amiga ao telefone! (relato)

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Historia de uma amiga ao telefone!
Apenas...Mumiaas...Samara Morgaan...Fantasmaas...E etc e Talls!

Maiis tendo medo vcê só esta aliimentando sua mente sobre coiisas que não existem...ou que exiistem e que poucaas pessoas viiram...uahuahuahuahuahuahuah

Maiis ok...uma amiiga miinha pediiu para eu postaar para vcês o que aconteceu com ela ontem...Diia 10/12/2011

Ela disse que estava soziinha em casa e que estava na web com a priima dela, maiis uma hora, ela foii pegar o saquinho de pipoca do micro-ondas e quando ela voltou tiinha uma menina na sala deitada no chão ela virou a meniina mais era fruto da imagiinação dela porque quando o menino passou do lado da janela e viiu ela mexendo no nada, e bateu na janela e ela se destraiu e virou, quando ela olhou para o chão devolta a menina não estava mais la, ela diisse que olhou assustada para o amigo e viiu a menina atras dele e aviisou...
Quando ele virou a menina estava com a cara toda rabiscada escrito...Morte...E ela sumiiu...
Hoje minha amiiga me ligou dizendo que aviia um tempo que não viia o amigo... e que estava a camiinho da casa dele e que quando chegou la ele estava deitado no chão com a cara rabiscada morte e ela saiu correndo...
Seja o que for não espero que acreditem... maiis foi o que ela me disse hoje de manhã!

E Hoje as 14:53 da tarde um amigo me ligou e disse a mesma coiisa pra miim...não se assustem é só um aviso pode acontecer com vcê tambem!

Obrigado Por lerem!

DONO DA NOITE (relato)

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DONO DA NOITE
Foi falado aí sobre a entidade de roupas e chapéu preto, e eu já havia
postado sobre o tal "Dono da noite" aqui, só que meu perfil foi apagado
pelos ditadores do orkut e meu post sumiu.  Trata-se tbm de uma entidade
tipo um sujeito alto, do tamanho de um poste de luz, magrelo e todo
vestido de branco, não dá pra ver seu rosto, apenas os buracos negros
dos olhos.  Eu tenho aqui umas vizinhas que foram a uma festa a noite e
de madrugada voltando para casa, como na porta da casa delas tem um
poste, elas disseram que ele estava encostado no poste da entrada da
casa e apenas perguntou a elas: _"Isso é hora de estar na rua?"  A casa
delas é de frente com a minha, porém eu nunca vi esse cara, mas é como o
homem do chapéu preto, muita gente inclusive de interior já disse que
viu esse tal Dono da noite.  Agora é com vcs, cada um pode expor o que
quiser, se acredita ou não.  Eu posso afirmar que já fui muito cético,
mas aconteceram algumas coisas na minha vida e eu passei a não duvidar
de mais NADA.

CASO REAL DE VAMPIRISMO (relato)

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CASO REAL DE VAMPIRISMO

OS VAMPIROS DE MIKONOS! Mikonos é uma pequena ilha da Grécia.  Nessa
ilha existe um pequeno cemitério abandonado onde os túmulos não tem nome
nem cruz.  Na entrada do cemitério lê-se uma inscrição numa placa
corroída pelo tempo: "1700-1702" - Aqui jazem criaturas que não são
deste mundo.Os habitantes de Mikonos acreditavam que ali estavam
enterrados os gigantes mortos por Hércules.  Em 1701, encontrava-se na
ilha o escritor francês Joseph Pitton de tournefort.  Eis o que ele
relatou: "A loucura parece ter penetrado em todas as mentes.  ao cair da
noite, famílias inteiras preparam-se freneticamente para resistir em
suas casas.  todos se lamentam do contato com os vampiros e ostentam
marcas rubras de mordidas nos seios das mulheres,nas costas e ombros das
crianças e nos pescoços dos homens.  O escritor que acreditava serem os
vampiros pequenos animais, passou a desconfiar quando teve seu auxpilio
recusado por várias "Expedições de caça".  Certo dia, resolveu seguir, à
distância uma daquelas patrulhas. O grupo tomou o rumo do cemitério. 
"A princípio não estranhei porque os animais habitavam os túmulos
abandonados diz Joseph. Só compreendi a verdade quando assisiti oculto à
exumação de um corpo.  Escudados em grossos colares de alho, os homens
trespassaram o coração do cadáver com uma lança de madeira.  O monstro
pareceu morrer em definitivo depois de lançar urros que me fizeram gelar
o sangue nas veias.  compreendi então, o pudor daquela gente:  era-lhes
difícil admitir que os monstros que os atacavam à noite eram, nada
mais, nada menos, que seus queridos parentes...  As vítimas das noites
anteriores..."

APANHOU SEM VER QUEM BATIA (relato)

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APANHOU SEM VER QUEM BATIA...
Quando criança, eu morava no interior, e nesse interior, perto de
Esmeraldas (MG), praticamente na divisa com Esmeraldas, havia um local muito
sinistro chamado "Morro branco".   Enfim, nessa cidade tinha um tal de Sr. Chico que era
famoso por abusar de tudo, dar uma de ateu, de fodão.  O Morro branco
era e é até hoje mal assombrado, todos que passavam ali a noite viam
coisas, teve um episódio que uma pessoa passava e no momento caiu uma
árvore quase em cima da pessoa.  Então, esse tal Sr. Chico falou que ia
passar lá de madrugada de cavalo para provar que não existia nada.  Lá
vai o Sr. Chico todo aparecido com seu cavalo pelo morro branco, e do
nada, ao passar por uma árvore, algo pulou na garupa do cavalo e começou
a bater no Sr. Chico, o cavalo disparou na hora e foi embora, mas o Sr,
Chico tomou um coro, mas foi um couro e o pior é que foi embora e o
bicho foi correndo atrás dele.  Disseram que quando ele entrou todo
sangrando em casa, algo ficou do lado de fora esmurrando a porta e
arranhando as janelas.  A família dele é desse povo conservador do
interior e jamais inventaria isso, e só sei que depois desse fato, o Sr.
Chico foi a missa TODOS OS DOMINGOS até morrer e ficou uma pessoa
calada, sem graça, parecendo um depressivo.  Gente, alguém pode visitar
meu perfil e ver que eu coloquei que não creio em deus, não obedeço
mandamentos e tudo, porém, acho o início do mundo um mistério e creio eu
que possa sim existir outro plano onde vivem coisas desconhecidas e até
entre nós mesmo aqui na terra tem lá os mistérios, porém, eu sou da
religião satanista e procuro viver minha vida sem regras, porém, sem
debochar igual eu ficava antes porque muita coisa mudou na minha vida. 
Eu sou satanista desde os 14 anos, estou com 36 e aconselho a quem for
ateu, a não debochar e não se achar o "sabe tudo" porque qualquer hora o
jogo vira...  E vira bem virado.

EU SOU UM MORTO VIVO (relato)

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui


EU SOU UM MORTO VIVO
EU SOU UM MORTO VIVO.... ACREDITEM SE QUISER.

Vcs devem saber que os zumbis existem na África e em alguns locais da
Ásia.  São feitos com magia vodu pesada, são enterrados, porém, depois
de algum tempo são desenterrados e com magia negra são reanimados e
vivem sem consciência, como robôs sem vontade própria, então, alguns
fazendeiros os aproveitam para trabalhar na lavoura, haja vista que eles
apenas obedecem e sequer tem identidade.  Acontece, que comigo ocorreu
um fato em 2008 que eu tbm me tornei um morto vivo, só não fiquei como
robô igual os zumbis porque não cheguei a ser enterrado, porque quando
se enterra uma pessoa, mesmo que esteja viva, a falta de oxigênio
naquele caixão abafado debaixo da terra danifica os neurônios e o
indivíduo reanimado vira tipo um robô e isso é fato, existe mesmo
inclusive no Haiti.  Depois vou postar aqui uma filmagem que irá
estarrecer alguns, outros que já se acham ateus e donos da verdade virão
com explicaçõezinhas científicas que não convencem nem mesmo um asno
porque eu vou postar um vídeo que é um fato comprovado... 
 

15 de mai de 2012

Testemunho do Dennis Jernigan - Ex-homossexual - Completo


Dennis Jernigan é um ex homossequal no qual Foi liberto pelo poder da mão de Deus!!!!! Ele pode fazer o mesmo com vc! Ele pode mudar a sua história. Sua Palavra tem o poder de transformar vidas!!! Se deixe ser transformado pelo Senhor!!!


 
Olhando atrás, eu percebo que era uma criança muito egoísta. Mesmo em minhas primeiras lembranças eu achava difícil acreditar que alguém me amava. Eu me achava indigno. Já que eu não acreditava que alguém me amava, eu realmente não podia receber amor. O que eu descobri, assim, foi que se eu fizesse alguma coisa bem, as pessoas gostariam de mim. Então, eu tentei ser o melhor em qualquer coisa que fiz: trabalhos da escola, basquete, música e tudo o mais. Mas eu fiquei frustrado porque não importava o quão bem eu me saísse, parecia que nunca era bom o suficiente. Eu era muito miserável e me sentia sempre sozinho (embora não estivesse). Os esportes e a escola não estavam me dando nenhuma esperança, nem a música.
Justamente porque eu fiz escolhas baseado em como ou no que eu percebia que as pessoas pensavam de mim, eu me tornei uma pessoa muito egoísta – usualmente às custas dos outros e mais freqüentemente às custas de meus irmãos menores. O que as pessoas pensavam era tão bom que minha performance externa logo começou a esconder as dores e falhas mais profundas do meu coração. E eu devo acrescentar que meu pai e mãe nunca perderam um evento sequer em que eu estivesse envolvido enquanto eu crescia. Isso deveria ter me deixado orgulhoso, mas eu ainda preferi acreditar em uma mentira.


  Agora eu preciso lhe contar sobre o que eu considero a mais dolorosa parte de minha vida, uma parte que eu tentei esconder. Já que eu me sentia rejeitado, eu permiti que isso permeasse cada parte de minha vida (o que eu não percebia era que Satanás estava mentindo para mim enquanto tentava me afastar do plano de Deus para a minha vida). Isso incluiu a parte sexual de minha vida.
Quando eu tinha cerca de 5 anos de idade eu tive um dos meus primeiros encontros sexuais com outro homem. Em um banheiro público, um homem adulto se expôs para mim de maneira ameaçadora. Ainda que eu tenha feito a coisa certa correndo dali, eu ainda me remetia de volta àquele encontro e me perguntava: “Por que ele me escolheu para fazer aquilo? O que está errado comigo? O que o atraiu a mim?” Outro aspecto que me levou a esse processo mental foi o pensamento de que meu pai não me amava, porque ele não me dizia isso. E ele não me tocava de outras formas que pudessem demonstrar isso. Nós não éramos os mais afeiçoados como homens Jernigan! Não é necessário dizer que minha identidade – minha sexualidade – foi afetada pela forma que eu pensava que os outros me notavam e, porque isso aconteceu tão cedo, eu acreditei que tinha simplesmente nascido deste jeito.
Nesta área eu me sentia tão tímido e com medo de rejeição que me tornei ainda mais egoísta e pervertido em meu jeito de pensar. Enquanto garoto eu precisava de um modelo que me mostrasse a correta masculinidade, mas porque me sentia rejeitado pelo principal homem de minha vida eu, em retorno, o rejeitei e comecei a desejar intimidade com um homem de uma forma pervertida. Por causa desses pensamentos errados eu passei a acreditar que era homossexual.
Isto deve ter começado bem cedo em minha vida, porque eu me lembro de ter aqueles sentimentos pelo mesmo sexo quando era muito novo. Eu escondi isso dos outros durante meu tempo no colégio e durante os meus quarto anos na Universidade Batista de Oklahoma, ainda que não me escondesse daqueles com quem tinha relações. Devo acrescentar que mesmo envolvido com homossexualismo durante meus dias de colegial eu ainda me recordo daquele tempo com carinho. É olhando atrás que posso ver a formidável e poderosa mão de Deus ministrando Seu amor a mim no meio de meu pecado e confusão. Por causa de minha falta de treino musical enquanto crescia, meus estudos musicais na Universidade Batista de Oklahoma foram como aprender toda uma nova linguagem. Estar apto a ler e escrever a música que eu podia ver e ouvir era como todo um novo mundo se abrindo para mim. Isso seria muito valioso mais tarde em minha vida, quando comecei a expressar meu coração e sentimentos em canção.
 Uma das mais dolorosas partes de minha história veio durante o mês de Janeiro de 1981. Sendo um jovem com necessidade de afirmação e atenção masculina, eu fiquei muito entusiasmado quando um homem que eu respeitava muito começou a prestar atenção em mim. Vinte anos mais velho, casado, com filhos e respeitado na comunidade; eu olhei para esta pessoa. Sendo um “Cristão”, ele se aproximou de mim com uma atitude de cuidado com relação ao meu bem-estar. Sendo alguém que se sentia tão rejeitado como eu era, ter alguém que me ligava e perguntava regularmente como as coisas iam comigo fazia minha vida deprimente, de alguma forma, mais “dentro do rumo”.
Depois de muitas semanas ganhando minha confiança através de saídas para uma Coca-cola ou simplesmente dirigindo pela cidade me perguntando como ele poderia orar por mim, comecei a confiar nesta pessoa imensamente; tanto que cheguei ao ponto de perguntar a ele se eu poderia dividir meu mais profundo e negro segredo. Então eu descarreguei meu fardo – e imediatamente sento o peso do mundo sobre os meus ombros, por alguns momentos, até perceber que ele estava avançando sexualmente. Naqueles poucos momentos, senti completo desespero enquanto desistia tanto de obter ajuda para o meu problema quanto da perversão.
 Eu saí daquele encontro tão usado e imprestável que decidi tirar minha própria vida. Eu desejava paz mais do que desejava viver. Então, fui para casa, liguei o gás e me deitei para morrer. Enquanto pensava sobre como isso seria melhor para mim assim como para minha família e amigos – a paz finalmente viria – , meus pensamentos de paz foram interrompidos por pensamentos de “O que a eternidade realmente deve ser? Você está pronto para o que está lá?” E eu não poderia ir adiante com o suicídio. Saí daquele episódio e decidi simplesmente viver como eu tinha obviamente sido criado para ser: um homossexual.
Viajei com um grupo promovendo a universidade para o resto do verão de 1981 e vivi em um relacionamento pervertido com outro homem. Não me orgulho desse fato; só não sei de que outra forma contar a você. Eu pensei que conhecia a miséria antes, mas este verão provou ser ainda mais doloroso. Eu tinha me dado o que eu pensava ser minha real identidade e me tornei ainda mais miserável do que nunca! Então, sendo um bom rapaz batista, decidi que não tinha dado a Deus todas as oportunidades para me curar; então decidi entrar no seminário. Em minha mente, era o suicídio ou o seminário, mas Deus tinha outros planos.
A partir da graduação na Universidade Batista de Oklahoma em 1981, passei o verão viajando com um time promocional da universidade. Durante aquele período em minha vida me tornei muito depressivo na maioria do tempo. Ali eu tinha finalmente terminado a faculdade e não tinha o desejo de desenvolver a verdadeira vocação para a qual eu tinha estudado: música na igreja. Acrescente a isso o sentimento de que tudo o que eu tinha guardado por segurança não estaria mais disponível para mim aliado a uma nada saudável dependência emocional de outra pessoa, e você tem a receita da desesperança. Eu me lembro desse sentimento muito bem.

  Sendo um bom garoto batista do Sul, me inscrevi no seminário para continuar minha educação. Para mim, isso era como cara-ou-coroa: suicídio ou seminário. Percebi isso desde que vi que não tinha direção para o próximo passo de minha vida, e deveria, assim, adquirir minha educação – e lá no fundo senti que poderia recapturar um pouco daquela segurança perdida que encontrei na faculdade. O único problema era que mesmo tendo me inscrito no seminário eu ainda não tinha paz. Percebi, naquela hora, que eu simplesmente deveria ter escolhido o seminário errado! Então, adivinhe: me inscrevi em outro e ainda assegurei um colega de quarto – um colega da faculdade. Ainda não tinha paz.
Três dias antes do dia que eu deveria partir para Louisville, Kentucky, um amigo formado da UBO me ligou e começou a dividir algumas idéias muito interessantes comigo. Em poucas palavras, esse amigo tinha se graduado um ano antes de mim. No tempo entre sua graduação e a minha, Deus tinha começado a impactar sua vida grandemente. À medida que ele começou a buscar Deus, ele começou a experimentar níveis mais e mais profundos de intimidade com o Pai, e começou a ouvir a voz do Senhor falando ao seu coração. Ele me contou muitas das coisas que Deus estava fazendo em sua vida. Eu poderia dizer, por sua voz e por sua paixão, que isso era algo diferente – ou mais profundo – do que eu tinha conhecido na faculdade. Ele teve a minha atenção. À medida que ele falava, a conversa se tornou a razão de sua ligação. Deus esteve falando com ele sobre mim.
Ele me disse que Deus tinha vindo a ele em sonho e mostrado muitas coisas em minha vida que Deus queria fazer. No sonho, Deus estava me dando muitas, muitas canções, e ele, eu e outro aluno mais chegado da UBO estávamos ao redor de um piano cantando-as. Fui movido pelo que ele compartilhou porque suas palavras tinham tocado em algo guardado no profundo de meu coração: o anseio de liberar a música que eu sabia que estava lá!
Mas ele não parou ali. Ele prosseguiu em contar que, em seu sonho, eu estava vivendo com ele e sua mãe em Del City, Oklahoma, e que se sentiu impelido a me convidar para ir e viver com eles! Isso por si só era algo impressionante. Mas o que ele compartilhou depois basicamente selou meu “destino”, se assim posso dizer. Ele me disse que sua mãe tinha sido visitada pelo Senhor com o mesmo sonho e eles dois queriam oficializar o convite para que eu fosse, vivesse com eles e visse o que Deus iria fazer. Essa idéia soou louca suficiente para ser a vontade de Deus! Então, fui até meus pais e contei sobre o convite de meu amigo. Eles sabiam que eu não estava particularmente feliz com minha vida e que algo não estava certo. Eles sentiram que uma quebra com a escola seria bom para mim. Então, três dias depois eu estava vivendo em Del City, Oklahoma, começando o cumprimento do sonho de um amigo e da jornada espiritual de descoberta do meu próprio caminho com Deus.
Três dias depois daquela conversa com meu amigo, eu me encontrei no caminho para Del City, Oklahoma. Minha primeira prioridade era encontrar um emprego. Depois de várias buscas infrutíferas, eu me tornei, de certa forma, aflito. Eu sabia um pouco que Deus estava preste a me dar um dom precioso e compartilhar comigo um “relance” do que era o seu senso de humor! Se você já trabalhou em busca de uma graduação musical ou conhece alguém que já fez isso, você deve entender esse “relance” do senso de humor de Deus. Tendo minha graduação em música, eu rapidamente encontrei um trabalho – dirigindo um ônibus escolar. Tudo bem. O único trabalho que eu pude arranjar foi de motorista de ônibus escolar. Isso realmente pareceu fútil para mim: tendo gastado 4 anos de minha vida para conseguir uma graduação que me habilitasse a obter um trabalho dirigindo um ônibus? Não demorou muito até que eu começasse a perceber o plano de Deus e sua sabedoria naquela situação. Eu tinha uma rota bem cedo e outra à tarde, com várias horas para matar entre elas. Justamente porque eu não tinha idéia da verdade de minha identidade e porque não tinha ninguém para me ensinar, eu simplesmente colocava minha Bíblia sobre o piano durante esse meio-tempo, abria nos Salmos e fazia o que Davi fazia. Eu simplesmente fui honesto com Deus. Foi aí que aprendi a ser um recebedor de canções, a esperar em Deus e cantar o que eu sentia ou queria que o sensibilizasse em adoração.

Todas as manhãs eu tinha duas rotas com 25 minutos entre elas. Durante aqueles 25 minutos eu estacionava meu ônibus escolar em um lugar reservado e escrevia em meu diário. Esse diário foi o método que achei mais eficaz para expressar meus pensamentos mais profundos, negros e íntimos – sobre nada além de me abrir para Deus. Todos os dias eu escrevia sobre dores, desilusões, falhas, emoções e qualquer outro “dado da alma” que achei que precisava sair. O que eu descobri neste processo é que Deus realmente estava interessado em meus sentimentos, fossem eles o que fossem e não importa o quão negros poderiam parecer para mim.
Encontrei um Pai “aproximável” e desejoso de minha presença. De fato, eu comecei a entender que Deus se deleitava com minha presença mais do que eu jamais poderia me deleitar com a dele! Depois daquele primeiro ano de anotações no diário, senti que Deus me impelia a queimá-lo. Página por página, eu queimei os mais profundos clamores de minha alma e mais horrendos segredos. Gentilmente e ternamente, o Pai me disse que assim como aquele retrato de meu passado estava sendo queimado, da mesma forma Ele tinha limpado o meu passado – e presente e futuro – e para sempre perdoado e esquecido os pecados de meu coração.
Continuei clamando a Deus no piano dia após dia, muitas vezes literalmente em lágrimas, porque eu tinha tentado viver para Deus muitas vezes no passado somente para me aprofundar cada vez mais nas trincheiras do pecado. Meu conceito de Deus era algo como um policial cósmico – um Deus distante, apenas esperando que eu bagunçasse tudo para que ele pudesse dar um passo atrás em minha vida e me dar um tapa na cabeça. Me senti envergonhado e indigno de Seu amor. Sentia que Deus era “inaproximável”. Mesmo assim, eu não poderia desistir.
Dia após dia, à medida em que clamava a Deus, comecei a fazer o que eu vi Davi fazer. Não apenas me tornei absolutamente honesto com Deus, mas também comecei a escrever minhas orações, que, para mim, aconteciam em forma de canções. Logo percebi que o amor de Deus por mim não era baseado em quão bem eu me saísse nesta vida, mas em meu reconhecimento de Sua presença em minha vida; não importa quão fundo eu tenha ido no pecado ou quão inconsistente eu tenha sido em meu amor por Ele. Meu coração foi quebrantado quando percebi que não há nada que eu possa fazer para merecer Seu amor, porque Ele me ama incondicionalmente!
Desde minha formatura na UBO, Deus começou a se mover de formas sobrenaturais, que eu nunca tinha visto! Um desses instantes foi um simples concerto de música. Um grupo chamado “Second Chapter of Acts” (Segundo Capítulo de Atos) iria estar em um concerto em Norman, Oklahoma, e eu soube que deveria ir. Naquele momento de minha vida eu estava procurando alguém que tivesse uma real caminhada com o Senhor. E entre músicos cristãos, eu estava procurando por mais do que entretenimento. Então, fui àquele concerto. Eu sabia, pelas palavras que eles falavam e pelas músicas que cantavam, que aquelas pessoas eram genuínas e a mensagem nasceu de tempos de desespero em suas próprias vidas. Eu precisava de esperança.
Ouvindo Annie Herring falando e cantando, fiquei estupefato pelo amor do qual ela falava. Esse era o amor com o qual eu tinha sonhado mas ainda não acreditava que estava disponível para mim! Então eu escutei muito atentamente e com grande expectative, até que ela começou a cantar a canção “MansionBuilder” (Construidor de Mansões). Esta canção chamou profundamente minha atenção por causa da simples frase: “Por que eu deveria me preocupar? Porque eu deveria ficar amedrontado? Eu tenho um Construidor de Mansões que ainda não terminou a sua obra em mim!” Repentinamente ela parou no meio da canção e disse: “Há alguns de vocês que estão lidando com coisas que vocês nunca disseram a ninguém, e vocês estão carregando esses fardos. Isto está errado, é pecado e vocês precisam deixar essas dores irem embora e as entregarem a Deus. Vamos cantar essa canção novamente, e eu quero que vocês ergam suas mãos ao Senhor. Todos esses fardos que vocês estão carregando, eu quero que vocês os coloquem em suas mãos e ergam suas dores para o Senhor.”
Isso tudo era novo para mim em louvor e adoração. Eu antes pensava que isso era somente uma resposta emocional, que realmente não significava nada. Mas você sabe o que isso fez por mim? Assim que levantei minhas mãos, Deus se tornou mais real para mim do que eu jamais tinha imaginado! Meu levantar de mãos foi mais do que um ato físico; minhas mãos eram uma extensão do meu coração. Lembrei-me que Jesus tinha erguido suas mãos por mim – na cruz. Percebi que Ele realmente estava comigo, ao meu lado, desejando andar comigo, me carregar e somente ser honesto comigo. E eu podia ser honesto com Ele! Naquele momento, eu clamei a Deus, ergui aqueles fardos ao Senhor e disse: “Senhor Jesus, eu não posso mudar a mim mesmo ou a bagunça em que me meti, mas tu podes!”
Naquele momento eu reconheci o fato de que estava totalmente desamparado e voltei tudo em minha vida para Jesus – meus pensamentos, minhas emoções, meu corpo físico e meu passado. Basicamente, tomei a responsabilidade por meus próprios pecados e concedi todo direito a Jesus: meu direito de ser amado e até mesmo à vida. Por causa de minha escolha em pecar, eu merecia a morte e o inferno, e é aí que Jesus entra. Naquele ponto, algo maravilhoso começou a tomar lugar em minha vida… Eu comecei a ouvir o Senhor falar ao meu coração: “Dennis, eu te amo. Eu sempre te amei. Dennis, você é minha criança e eu te amo não importa o que aconteça. Eu sempre te amarei.” Foi então que perdi a necessidade de ser aceito ou amado pelos outros, porque percebi que Jesus me amaria e aceitaria sempre, mesmo quando eu fosse rejeitado pelos outros! Foi também naquele mesmo momento que aqueles pensamentos sexuais e desejos pervertidos foram mudados, e Ele começou a colocar no lugar deles pensamentos santos e puros sobre o que é o amor sexual. Veja, o caminho sexual é um caminho criativo, e Satanás sabe que se ele puder perverter esse caminho, ele poderá perverter e matar a criatividade de Deus em nós.
À medida que as canções começaram a fluir, eu comecei a procurar outros para as cantarem e para cantar com elas. Logo percebi que se eu simplesmente entrasse com intensidade em Sua presença, não faria diferença se os outros me seguissem. Duas coisas rapidamente se tornaram aparentes para mim. Primeiro, percebi que meu trabalho era simplesmente buscar o coração de Deus. Segundo, entendi que Deus, o Pastor, jamais batia em suas ovelhas ou as forçava a adorá-lo. Enquanto me tornava mais e mais livre em minha expressão a Ele, outros pareceram se aproximar dEle comigo.

Lembra-se do sonho que meu amigo teve? Assim como em seu sonho, ele e outra amiga (uma contralto) começaram a aprender as músicas comigo em harmonia de três partes, algo muito parecido com o Second Chapter. Logo as pessoas estavam nos pedindo para cantar em encontros ao redor de Oklahoma City. Logo nós estávamos viajando por todo o estado e até estendemos uma viagem para a Virgínia, compartilhando as canções que Deus tinha feito nascer em meu coração. Mesmo compartilhando canções que nasceram de minha libertação do homossexualismo, eu ainda não me sentia livre para dividir abertamente a natureza específica de minha libertação. Aquilo viria no tempo certo! Eu cantei com aquele trio por pouco mais de dois anos e posso dizer honestamente que aquelas sempre serão algumas de minhas mais preciosas memórias.
Foi durante aquele mesmo tempo que me envolvi com um casal da Igreja Batista em Oklahoma City. Seu lugar em minha vida era o de mentores. Eles se tornaram como pais para mim, e ambos eram ainda muito mais. Eles foram algumas das primeiras pessoas que pareciam querer gastar tempo comigo, despejando suas vidas em minha vida. Eles entusiasticamente demonstraram meu valor e me fizeram sentir como se não houvesse nada que eu não pudesse fazer na força do Senhor. Não demorou muito tempo, depois que os conheci, até que eu pudesse ser achado quase toda noite em sua casa, absorvendo a vida de Jesus que eles tão livremente me davam. Em diversas ocasiões, eu me lembro de conversar toda a noite sobre aspectos espirituais em minha vida e observar o nascer do sol, no outro dia, na mesma conversa!
Não demorou muito até que estivéssemos nos encontrando toda semana para ter o que chamávamos de “Campfire Meetings” (algo como encontro social de escoteiros) em sua sala. Passávamos tempo estudando a Palavra de Deus e orando um pelo outro. Tínhamos momentos de adoração na garagem, ao redor do piano de armário. Olhando para aqueles tempos eu percebo que Deus estava usando aqueles reuniões para me ensinar a liderar outros em adoração, e eu não tive dicas de “como”. Eu estava somente usando meus dons particulares em um grupo de pessoas onde todos estavam buscando uma intimidade mais profunda com Cristo da única forma que eu conhecia. Eu sabia apenas 3 ou 4 cânticos de adoração. Aqueles foram tempos maravilhosos com o Senhor. Olhando atrás, vejo que esse relacionamento era como algo precioso dado a mim durante um tempo de grande necessidade de “nutrição”. Mas assim como um filhote de águia crescendo, vem o dia em que é tempo de deixar o ninho.
O tempo de “ser chutado para fora do ninho” veio pela mão de Deus e foi expedido por meu casamento com Melinda Marie Hewitt em 1983. Esse tempo em minha vida não foi o mais fácil… Eu tentava me ajustar à vida de casado e ainda tentava manter o mesmo tipo de relacionamento de antes com os meus mentores. Isso simplesmente não era possível. Olhando para aquele tempo, é fácil ver que Deus estava trabalhando para me livrar de minha dependência dos outros para adquirir força emocional. É sempre mais fácil e perceber isso do que estar no meio de um tempo como aquele e discernir o que estava realmente acontecendo.
À medida que o tempo foi passando, aquele casal e eu fomos nos afastando. Não considero esse afastamento uma coisa ruim, mas uma coisa necessária. Para eu crescer, eu precisava deixar o ninho. Para que outros “bebês” fossem erguidos a uma caminhada mais madura, eu precisava deixar o ninho e fazer um quarto para elas. A separação dói, mas ela (se nós permitirmos) pode ser como um bisturi, cortando for a todas as dependências emocionais desnecessárias – o que nos ajuda a lançar o foco de nossa dependência para o dono dela: O Senhor Jesus Cristo. Deus usou aqueles anos em Oklahoma City para lançar fora grande parte da bagagem que eu tinha acumulado através dos anos… Mas ele estava somente começando!
Isso tudo parecia servir exatamente para mim agora. Quando eu tinha cerca de nove anos, senti o Senhor me dizer que eu teria, um dia, uma grande família… Com nove filhos! Eu pensei: “Deus, você deve estar louco. Como eu posso ter nove filhos se eu tenho desejos homossexuais?” Você vê o que Satanás estava tentando fazer? Deus não estava apenas me abençoando com um casamento maravilhoso e muitas crianças; Ele continuava colocando Sua música em meu coração. A gratidão ao Senhor em meu coração por isso é tão grande que terei todos os filhos com os quais Ele me abençoar e nunca deixarei de cantar louvor ao Seu nome!
O segredo – a chave, para mim – é saber que Jesus me ama, que eu preciso dEle desesperadamente mais a cada dia e perceber que Ele quer me mudar, mudar meu coração, todo dia. Meu desejo é ir até a Sua presença, me prostrar no altar, de forma que Ele possa me transformar à Sua própria imagem. Veja, quando eu tinha nove anos, Jesus começou a me chamar para Ele. Em 8 de Setembro de 1968 eu perguntei à minha mãe sobre como ser salvo. Ela me explicou o plano da salvação: que todos éramos pecadores e que merecíamos perecer no inferno. Eu fui salvo naquela tarde de Domingo e batizado na mesma tarde. Acredito que fui salvo quando tinha nove anos, mas porque eu olhava e percebia meu Pai celestial através de minha imagem pervertida de meu pai terreno, eu não podia receber plenamente tudo o que Ele guardava para mim, como aceitação e perdão.
É incrível para mim que Ele tenha me amado o suficiente para preservar a minha vida da forma que fez nesses dias e épocas de promiscuidade, perversão e doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS. Uma coisa que me manteve caminhando durante aqueles anos de minha vida, quando eu sentia que iria desistir e vivia em pecado, foi o fato de que Jesus continuou me chamando. Se Ele era Deus, então havia esperança para mim! A coisa mais preciosa disso tudo é que Ele me ama com todo o Seu coração, e é como eu quero amá-lo. Por causa deste relacionamento com Jesus, minha cura tem sido e continuará sendo um processo continuo, até que eu morra e possa vê-lo face a face!
Outro ponto prioritário de mudança para mim veio durante esse mesmo tempo em 1981 – ainda outra coisa arranjada por Deus! Um amigo íntimo descobriu sobre o meu passado. Eu sabia que seria desgraçado e rejeitado! Quando ele me confrontou, eu corri da casa e continuei correndo até não poder mais. Naquele ponto, eu simplesmente clamei a Deus que falasse comigo. Na mesma hora, meus olhos foram direcionados a olhar para a escuridão do céu do entardecer, onde eu fui atraído a uma nuvem fofa e branca que flutuava logo acima. Aquela nuvem parecia um homem velho, de barba e com os braços estendidos. Perto daquela nuvem estava outra menor, em forma de cordeiro. Enquanto eu observava, o homem barbado envolvia o pequeno cordeiro em seus braços. Eu soube imediatamente que Deus estava falando comigo: isso era o que Ele queria fazer por mim naquele tempo de necessidade. Então, eu tive a graça para retornar e encarar o problema. Mas isso não aconteceu! Aquele amigo era um amigo verdadeiro. Ele disse que me amava e queria estar comigo enquanto eu caminhava naquele tempo de libertação em minha vida. E sabe o que mais aconteceu? Deus começou a trazer outras pessoas em minha vida, que queriam me amar incondicionalmente e andar comigo através das trilhas de minha vida – não importa o que fossem – para minha cura completa.

 Em 1983, Deus me chamou para me casar com minha esposa, Melinda. Presumi que, já que eu me considerava curado, não havia necessidade de compartilhar meu passado com ela. Mas logo percebi que eu estava ainda tentando me esconder, o que significava que eu ainda carregava um fardo e que ainda me importava mais com o que o homem pensaria de mim do que com o que Deus pensava. Logo depois de nos casarmos, os bebês começaram a vir! E, com os bebês, a pressão acrescentada da responsabilidade de lidar com os aspectos reais da cura total em minha vida. Esconder a verdade me afastaria da cura que Deus queria para mim. Justamente porque eu escondi essas coisas dos outros, meus relacionamentos nunca seriam verdadeiramente o que Deus queria que fossem, porque no verdadeiro amor não há medo. Eu sempre tinha medo de contar isso para qualquer um, porque eu pensava que ninguém me amaria.
Por que estou contando isso a você agora? Bem, em 18 de Julho de 1988, percebi que Deus queria tirar as grandes falhas e fraquezas de minha vida e fazer delas minha grande força – as coisas que Satanás queria que eu mantivesse escondidas para ele poder usá-las contra mim. Mas assim como a prostituta Maria Madalena, percebi que esconder essas coisas me afastava da comunhão e de amar livremente aquele a quem amo mais, Jesus. E não apenas isso: se eu confessasse meu passado livremente, Satanás não teria munição contra mim.
Então, aqui está o que eu fiz. Em Julho de 1988 eu dividi o que acabei de lhe contar (de forma muito mais resumida!) com minha igreja, e algo lindo aconteceu. As pessoas começaram a compartilhar que tinham sido feridas como eu… E muito mais! Homens e mulheres que estiveram envolvidos em homossexualismo (sodomia), mulheres que foram abusadas por seus pais, aqueles que foram estuprados e nunca disseram a ninguém, e até aquelas que abortaram. À medida que confessavam seus pecados e dores, Jesus pôde começar a curar todo o seu passado. Naquele dia, eu publicamente coloquei minha vida e reputação a serviço de Jesus, de forma tremenda. Assim, eu quis que minha vida fosse quebrada e despejada como o perfume que Maria Madalena usou para lavar os pés de Jesus, mesmo com as pessoas dizendo que ela estava sendo fútil. Quero prostrar minha vida e reputação para os outros, assim como meu Senhor Jesus fez por mim. Imagine aquilo: o perfeito Rei do Universo se humilhou e abriu mão de todo o Seu poder e glória porque Ele me ama! Eu não posso fazer menos!
Desde o dia em que dividi meu passado publicamente pela primeira vez, Deus tem me chamado para contar a outros o que Ele tem feito por mim: liderar e chamar outras pessoas para a intimidade com Jesus através da avenida da música e da adoração. Foi depois de um tempo de compartilhamento como esse, em minha cidade natal, Boynton, em 1989, que eu comecei a perceber a verdadeira profundidade e extensão do grande amor de Deus por mim e o chamado para minha vida – e o papel da visão e oração de minha avó Jernigan sobre meu ministério. Depois de liderar a adoração no Boynton Community Center, uma das velhas companheiras de oração de minha avó me disse: “Não é maravilhoso como as orações de sua avó têm sido respondidas?” Em meio a sentimentos de choque e lágrimas de alegria, eu perguntei: “Que orações?” E ela respondeu: “Você não sabe? Sua avó me contou como ela ficava ao seu lado enquanto você praticava piano em sua casa todos os dias, e como ela pedia a Deus para usá-lo poderosamente em Seu Reino para liderar em música e adoração! E Ele tem respondido suas orações!”
Suas circunstâncias, seus pecados, suas feridas podem ser diferentes das minhas, mas a resposta é ainda a mesma: Jesus. Você pode ter sido ferido profundamente. Por aqueles tempos você não é culpado! Se você foi usado ou abusado de alguma forma, você pode ser curado. Não receba a falsa culpa que Satanás tenta colocar em você por causa de circunstâncias que estiveram além do seu controle. Eu estimulo você a sondar o seu coração e as coisas pelas quais você foi (e é) responsável: atitudes, ações, pensamentos e sentimentos. Há esperança para o ferido. Se você é como eu, você precisa de uma cirurgia radical. Cirurgias podem tomar mais tempo do que leva para colocar um band-aid em uma ferida, mas geralmente levam à causa em vez de simplesmente cobrir ou amenizar os sintomas da ferida. Se você deseja isso, você pode voltar à rota do(s) seu(s) pecado(s). Estimulo você a fazer isso e lidar com o que você possa estar visualizando. Eu já estive lá e encontrei o caminho para fora, e preciso dividir minha história – a história de Jesus – com aqueles que estão feridos. Todos nós não fomos feridos de alguma forma?
A “formula” é esta: eu não posso fazer isso um dia sem o Senhor. Eu peço a Ele para me encher com o Seu Espírito dia após dia, momento após momento, e para me guiar. Veja, nós somos indefesos e necessitados de que Deus cuide de nós. E Ele é o Pai que jamais nos deixará ou nos abandonará. Ele é o Pai que aprecia a nossa presença mais do qeu nós jamais poderemos apreciar a dEle! Não tenho mais medo do que os outros possam falar de mim (no momento, estou pedindo ao Senhor que me ajudem nesta área!). Por favor, orem por mim e por minha família enquanto buscamos direção de Deus para nossas vidas. Amo vocês. Na graça e no amor de Deus,


Dennis.
 Eu sou o que o Senhor diz que eu sou!

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14 de mai de 2012

classes de anjos




Algumas classes de anjos
Bnei Elohins
Filhos dos Elohins, pois não são anjos de cima e sim pessoas evoluidas de planetas que venceram o Dragão e agora lutam ao lado dos anjos.

Estes Bnei Elohins porem não são todos confiaveis, pois alguns destes seres humanos angelicos de outros mundos, trairam Yeshua.


Mas 70% deles são confiaveis.




Todas estas classes de anjos esta nas Sephiroth, peça ao irmão Red que ele explica para vocês com detalhes.


Malachins são reinados, anjos dos reinados que combatem quase a nivel de terra, anjos sem graduação superior, anjos soldados.

Elohins você já sabe que são anjos criadores, de dimensões celestes superiores que DEUS envia para criar mundos, pois o universo esta sendo criado a cada momento, é so estudar astronomia que verão isso.

O processo de criação o universo nunca acaba, sempre tem uma supernova e um buraco negro trocando materia no cosmos, etc.

Hashemalins, são anjos de dimensões celestes superiores que interagem na terra em guerras terriveis.

Boiaba


envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

21 de mar de 2012

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5 de mar de 2012

Rito de Exorcismo do Ritual Romano


Apresentação do Rito de Exorcismo do Ritual Romano

Cardeal Jorge Arturo Medina Estévez

26 de janeiro de 1999

(Esta é uma tradução não oficial da apresentação que em conferência de imprensa fez em Roma o Cardeal Jorge Medina ao novo Ritual do Exorcismo, em 26 de janeiro de 1999. As notas foram acrescentadas).

Para entender o que é o exorcismo devemos partir de Jesus Cristo e de sua própria práxis.

Jesus Cristo veio para anunciar e inaugurar o Reino de Deus no mundo e nos homens. Os homens têm uma capacidade de acolher a Deus em seus corações (Rm 5,5). Esta capacidade de acolher a Deus está, entretanto, ofuscada pelo pecado; e às vezes no homem o mal ocupa o lugar onde Deus quer viver. Por isto Jesus Cristo veio libertar o ser humano do domínio do mal e do pecado, e assim também de todas as formas de domínio do maligno, isto é, do diabo e de seus espíritos malignos chamados demônios, que querem desviar o sentido da vida do homem. Por esta razão, Jesus Cristo expulsava os demônios e livrava os homens da possessão dos espíritos malignos, para abrir espaço no homem, de maneira que, este último, tenha a liberdade para Deus. Ele quer dar seu Espírito Santo ao homem que é chamado a converter-0se em templo (cf. 1Cor 6,19; 1Pe 2,5) para dirigir seus passos (cf. Rm 8,1-17; 1Cor 12,1-11; Gl 5,16-26) para a paz e a salvação.

O ministério da Igreja

- É aqui que entra a Igreja e seu ministério.

A Igreja está chamada a seguir a Jesus Cristo e recebeu o poder, da parte de Cristo, de continuar sua missão em seu nome. Assim a ação de Cristo para libertar o homem do mal será exercida através do serviço da Igreja e de seus ministros ordenados, delegados do Bispo para cumprir os sagrados ritos dirigidos a libertar os homens da possessão do maligno.

O exorcismo é, pois, uma antiga e particular forma de oração que a Igreja utiliza contra o poder do diabo. Eis aqui como o Catecismo da Igreja Católica explica o que é o exorcismo e como se exerce:

"Quando a Igreja pede publicamente e com autoridade, em nome de Jesus Cristo, que uma pessoa ou um objeto seja protegido contra as armadilhas do maligno e subtraída de seu domínio, fala-se de exorcismo. Jesus o praticou (Mc 1,25s), dEle tem a Igreja o poder e o ofício de exorcizar (cf. Mc 3,15; 6,7.13; 16,17). De forma simples, o exorcismo tem lugar na celebração do Batismo. O exorcismo solene só pode ser praticado por um sacerdote e com permissão do bispo. Nesses casos é preciso proceder com prudência, observando estritamente as regras estabelecidas pela Igreja. O exorcismo tenta expulsar os demônios ou libertar do domínio demoníaco graças à autoridade espiritual que Jesus confiou à sua Igreja. Muito diferente é o caso das doenças, principalmente psíquicas, cujo cuidado pertence à ciência médica. Portanto, é importante assegurar-se, antes de celebrar o exorcismo, de que se trata de uma presença do Maligno e não de uma doença (cf. Código de Direito Canônico, cân. 1172)". (Catecismo da Igreja Católica, n. 1673).

A obsessão e suas características

A Sagrada Escritura nos ensina que os espíritos malignos, inimigos de Deus e do homem, desenvolvem sua ação de diversas maneiras; entre elas está a obsessão diabólica chamada também possessão diabólica. Entretanto, a obsessão diabólica não é o modo mais freqüente como o espírito das trevas exerce sua influência.

A obsessão tem características de espetacularidade e nela o demônio se apodera, de um certo modo, das forças e das atividades físicas da pessoa que padece a possessão. Não pode, entretanto, apoderar-se da livre vontade do sujeito, e por isso o demônio não pode comprometer a vontade livre da pessoa possuída até o ponto de faze-la pecar. Esta violência física que o diabo exerce no obsesso é uma incitação ao pecado, que é o que o diabo busca lograr. O ritual do exorcismo indica diversos critério e indícios que permitem chegar, com prudente certeza, à convicção de quando se tem diante de si uma possessão diabólica. Então o exorcista autorizado poderá realizar o solene rito do exorcismo. Entre estes critérios encontram-se: falar ou entender muitas palavras em línguas desconhecidas, evidenciar coisas distantes ou inclusive escondidas, demonstrar forças além da própria condição, e isto junto com a aversão veemente a Deus, à Virgem, aos Santos, à Cruz e às imagens santas.

Vale a pena destacar que para poder realizar o exorcismo é necessária autorização do Bispo diocesano, autorização que pode ser concedida para um caso específico ou também de modo geral e permanente ao Sacerdote que exerce na diocese o ministério de exorcista.

O Ritual do Exorcismo

O Ritual Romano continha, em um capítulo específico, as indicações e o texto litúrgico dos exorcismos. Este capítulo era o último e ficou sem ser revisado depois do Concílio Vaticano II. a redação final deste Rito dos Exorcismos exigiu muitos estudos, revisões, atualizações e modificações com várias consultas das Conferências Episcopais, depois de uma análise de parte de uma Assembléia Ordinária da Congregação para o Culto Divino. O trabalho exigiu 10 anos e deu como resultado o texto atual, aprovado pelo Sumo Pontífice, que está publicado e à disposição dos Pastores e dos fieis da Igreja. Ficará ainda pendente um trabalho que compete às respectivas Conferências Episcopais: e é o da tradução deste Ritual às línguas faladas nos respectivos territórios; estas traduções deverão ser exatas e fiéis ao original em latim e deverão ser postas, segundo a norma canônica, à "recognitio" (ao reconhecimento) da Congregação para o Culto Divino.

O exorcismo

No ritual que hoje apresentamos encontra-se, antes de tudo, o rito do exorcismo propriamente dito, a ser exercitado sobre uma pessoa possessa. Seguem as orações a recitar-se publicamente por um sacerdote, com a permissão do Bispo, quando se julga prudentemente que existe uma influência de Satanás sobre lugares, objetos ou pessoas, sem chegar ao estado de uma possessão própria e verdadeira. Há, além disso, uma coleção de orações para recitar de forma privada por parte dos fiéis, quando estes suspeitam com fundamento de estarem sujeitos ou sob influência diabólica.

O exorcismo tem como ponto de partida a fé da Igreja, segundo a qual existem Satanás e os outros espíritos malignos, e que sua atividade consiste em afastar os homens do caminho da salvação. A doutrina católica nos ensina que os demônios são anjo caído por causa do pecado, que são espíritos de grande inteligência e poder: "Entretanto, o poder de Satanás não é infinito. Não é mais do que uma criatura, poderosa pelo fato de ser puramente espírito, mas sempre criatura: não pode impedir a edificação do Reino de Deus. Embora Satanás atue no mundo por ódio contra Deus e seu Reino em Jesus Cristo, e embora sua ação cause graves danos -de natureza espiritual e indiretamente inclusive de natureza física – em cada homem e na sociedade, esta ação é permitida pela divina providência que com força e doçura dirige a história do homem e do mundo. Porque Deus permite a atividade diabólica é um grande mistério, mas "nós sabemos que em todas as coisas Deus intervém para bem dos que o amam" (Rm 8, 28)" (Catecismo da Igreja Católica, n. 395).

Influência através da mentira

Gostaria de destacar que a influência nefasta do demônio e de seus sequazes é habitualmente exercitado através do engano, o embuste, a mentira e a confusão. Como Jesus é a Verdade (cf. Jo. 8,44), assim o diabo é o mentiroso por excelência. Desde sempre, desde o princípio, o engano tem sido sua estratégia preferida. Não há dúvida de que o diabo consiga enredar tantas pessoas nas redes de suas mentiras, pequenas ou clamorosas. Engana os homens fazendo-os crer que a felicidade se encontra no dinheiro, no poder e na concupiscência carnal. Engana os homens persudadindo-os de que não têm necessidade de Deus e que são auto-suficientes, sem necessidade da graça e da salvação. Inclusive engana os homens diminuindo, e mais, fazendo desaparecer o sentido do pecado, substituindo a lei de Deus como critério de moralidade, pelos costumes ou as convenções da maioria. Persuade as crianças de que a mentira é um modo apropriado para resolver diversos problemas, e assim, pouco a pouco cria entre os homens uma atmosfera de desconfiança e de suspeita. Por detrás das mentiras e dos enganos, que trazem consigo a imagem do Grande Mentiroso, desenvolvem-se as incertezas, as dúvidas, um mundo onde não ha mais segurança nem Verdade e onde, ao contrário, reina o relativismo e a convicção de que a liberdade consiste no fazer o que quiser: assim não se entende mais que a verdadeira liberdade é a identificação com a vontade de Deus, fonte do bem e da única felicidade possível.

Luta, graça e vitória

A presença do diabo e de sua ação, explica a advertência do Catecismo da Igreja Católica : "Esta situação dramática do mundo que "jaz inteiramente sob o poder do maligno" (1 Jo 5, 19), faz da vida do homem um combate: "Através de toda a história do homem estende-se na dura batalha contra os poderes das trevas que, iniciada já na origem do mundo, durará até o último dia segundo diz o Senhor. Nesta luta, o homem deve combater continuamente para aderir-se ao bem, e não sem grandes trabalhos, com a ajuda da graça de Deus, é capaz de alcançar a unidade em si mesmo” (Concilio Ecumênico Vaticano II, Constituição Pastoral sobre a Igreja no Mundo Atual, Gaudium et spes, n. 37,2)" (Catecismo da Igreja Católica, n. 409).

A Igreja está segura da vitória final de Cristo e portanto, não se deixa levar pelo medo ou pelo pessimismo, mas ao mesmo tempo é consciente da ação do maligno que busca nos desanimar e semear a confusão. "Tenham fé -diz o Senhor- Eu venci o mundo!" (Jo. 16,33). Nesse marco encontram seu lugar os exorcismos, expressão importante, embora não única, da luta contra o maligno.



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OBSESSÃO E VAMPIRISMO


VAMPIRISMO

http://ideal.andreluiz.vilabol.uol.com.br/vampirismo_espiritual.html



"Muitos acometem os adversários que ainda se entrosam no corpo terrestre,
empolgando-lhes a imaginação com formas mentais monstruosas,
operando perturbações que podemos classificar como "infecções fluídicas"
e que determinam o colapso cerebral com arrasadora loucura."

PARASITISMO NOS REINOS INFERIORES - Comentando as ocorrências da obsessão e do vampirismo no veículo fisiopsicossomático, é importante lembrar os fenômenos do parasitismo nos reinos inferiores da Natureza.
Sem nos reportarmos às simbioses fisiológicas, em que microorganismos se albergam no trato intestinal dos seus hospedadores, apropriando-se-lhes dos sucos nutritivos, mas gerando substâncias úteis à existência dos anfitriões, encontraremos a associação parasitária, no domínio dos animais, à maneira de uma sociedade, na qual um das partes, quase sempre após insinuar-se com astúcia, criou para si mesma vantagens especiais, com manifesto prejuízo para a outra, que passa, em seguida, à condição de vítima.
Em semelhante desequilíbrio, as vítimas se acomodam, por tempo indeterminado, à pressão externa dos verdugos; contudo, em outras eventualidades, sofrem-lhe a intromissão direta na intimidade dos próprios tecidos, em ocupação impertinente que, às vezes, se degenera em conflito destruidor e, na maioria dos casos, se transforma num acordo de tolerância, por necessidade de adaptação, perdurando até a morte dos hospedeiros espoliados, chegando mesmo a originar os remanescentes das agregações imensamente demoradas no tempo, interferindo nos princípios da hereditariedade, como raízes do conquistador, a se entranharem nas células que lhes padecem a invasão nos componentes protoplasmáticos, para além da geração em que o consórcio parasitário começa.
Em razão disso, apreciando a situação dos parasitas, perante os hospedeiros, temo-los por ectoparasitas, quando limitam a própria ação às zonas de superfície, e endoparasitas, quando se alojam nas reentr6ancias do corpo a que se impõem.
Não será lícito esquecer, porém, que toda simbiose exploradora de longo curso, principalmente a que se verifica no campo interno, resulta de adaptação progressiva entre o hospedador e o parasita, os quais, não obstante reagindo um sobre o outro, lentamente concordam na sociedade em que persistem, sem que o hospedador considere os riscos e perdas a que se expõe, comprometendo não apenas a própria vida, mas a existência da própria espécie.

OBSESSÃO E VAMPIRISMO - Em processos diferentes, mas atendendo aos mesmos princípios de simbiose prejudicial (Vide "Parasitismo nos Reinos Inferiores", mesmo cap.), encontramos os circuitos de obsessão e de vampirismo entre encarnados e desencarnados, desde as eras recuadas em que o espírito humano, iluminado pela razão, foi chamado pelos princípios da Lei Divina e renunciar ao egoísmo e à crueldade, à ignorância e ao crime.
Rebelando-se, no entanto, em grande maioria, contra as sagradas convocações, e livres para escolher o próprio caminho, as criaturas humanas desencarnadas, em grande número, começaram a oprimir os companheiros da retaguarda, disputando afeições e riquezas que ficavam na carne, ou tentando empreitadas de vingança e delinqüência, quando sofriam o processo liberatório da desencarnação em circunstâncias delituosas.
As vítimas de homicídio e violência, brutalidade manifesta ou perseguição disfarçada, fora do vaso físico, entram na faixa mental dos ofensores, e conhecendo-lhe a enormidade das faltas ocultas, e, ao invés do perdão, com que se exonerariam da cadeia de trevas, empenham-se em vinditas atrozes, retribuindo golpe a golpe e mal por mal.

INFECÇÕES FLUÍDICAS - Muitos acometem os adversários que ainda se entrosam no corpo terrestre, empolgando-lhes a imaginação com formas mentais monstruosas, operando perturbações que podemos classificar como "infecções fluídicas" e que determinam o colapso cerebral com arrasadora loucura.
E ainda muitos outros, imobilizados nas paixões egoísticas desse ou daquele teor, descansam em pesado monoideísmo, ao pé dos encarnados, de cuja presença não se sentem capazes de afastar-se.
Alguns, como os ectoparasitas temporários, procedem à semelhança dos mosquitos e dos ácaros, absorvendo as emanações vitais dos encarnados que com eles se harmonizam, aqui e ali; mas outros muitos, quais endoparasitas conscientes, após se inteirarem dos pontos vulneráveis de suas vítimas, segregam sobre elas determinados produtos, filiados ao quimismo do Espírito, e que podemos nomear como simpatinas ou aglutininas mentais, produtos esses que, sub-repticiamente, lhes modificam a essência dos próprios pensamentos a verterem, contínuos, dos fulcros energéticos do tálamo, no diencéfalo.
Estabelecida essa operação de ajuste, que os desencarnados e encarnados, comprometidos em aviltamento mútuo, realizam em franco automatismo, à maneira dos animais em absoluto primitivismo nas linhas da Natureza, os verdugos comumente senhoreiam os neurônios do hipotálamo, acentuando a própria dominação sobre o feixe amielínico que liga o córtex frontal, controlando as estações sensíveis do centro coronário que aí se fixam para o governo das excitações, e produzem nas suas vítimas, quando contrariados em seus desígnios, inibições de funções viscerais diversas, mediante influência mecânica sobre o simpático e o parassimpático. Tais manobras, em processos intrincados de vampirismo, prestigiam o regime de medo ou de guerra nervosa nas criaturas de que se vingam, alterando-lhes a tela psíquica ou impondo prejuízos constantes aos tecidos somáticos.

PARASITAS OVÓIDES - Inúmeros infelizes, obstinados na idéia de fazerem justiça pelas próprias mãos ou confiados a vicioso apego, quando desafivelados do carro físico, envolvem sutilmente aqueles que se lhe fazem objeto de calculada atenção e, auto-hipnotizados por imagens de afetividade ou desforço, infinitamente repetidas por eles próprios, acabam em deplorável fixação monoideísta, fora das noções de espaço e tempo, acusando, passo a passo, enormes transformações na morfologia do veículo espiritual, porquanto, de órgãos psicossomáticos retraídos, por falta de função, assemelham-se a ovóides, vinculados às próprias vítimas que, de modo geral, lhes aceitam, mecanicamente, a influenciação, à face dos pensamentos de remorso ou arrependimento tardio, ódio voraz ou egoísmo exigente que alimentam no próprio cérebro, através de ondas mentais incessantes.
Nessas condições, o obsessor ou parasita espiritual pode ser comparado, de certo modo, à Sacculina carcini, que, provida de órgãos perfeitamente diferenciados na fase de vida livre, enraiza-se, depois, nos tecidos do crustáceo hospedador, perdendo as caracterísitcas morfológicas primitivas, para converter-se em massa celular parasitária.
No tocante à criatura humana, o obsessor passa a viver no clima pessoal da vítima, em perfeita simbiose mórbida, absorvendo-lhe as forças psíquicas, situação essa que, em muitos casos, se prolonga para além da morte física do hospedeiro, conforme a natureza e a extensão dos compromissos morais entre credor e devedor.

Obsessores semelhantes aos ovóides, mas em um nível menos extremo. O espírito obsessor-vampirizador, ao definir seu perseguido -- por questões cármicas ou por simples prazer em exercer o mal --, põe-se a sugar-lhe as forças. O vampirismo se faz ainda mais presente no caso em que:

o indivíduo é fumante,

alcoólatra,

come em demasia,

é usuário de drogas, etc.

O espírito-vampiro segue-lhe os passos, "alimentando-se" das emanações, sejam do fumo, da bebida, etc., ou até mesmo do próprio fluido vital. Há vários graus de subjugação em uma relação vampirizante. Há vampiros que drenam apenas emanações de fumo, bebida, etc., mas há aqueles que têm a capacidade de vampirizar a um tal ponto que o obsidiado vê se minguarem-lhe as forças, emagrecendo, adoecendo e não raro -- se não é efetuado um trabalho de desobsessão -- o indivíduo pode acabar por morrer. O nome "vampiro" foi dado apenas pelo ato de o espírito sugar as forças do outro e, não pela forma de seu perispírito, que não apresenta semelhança com a figura conhecida do vampiro terrestre. No entanto, um obsessor, dado o seu rebaixamento moral, adquire muitas vezes formas grotescas de monstros e demônios, sempre de acordo com seu baixo nível moral.

http://www.plenus.net/arquivos/glossario.html

OBSESSÃO E VAMPIRISMO

Em processos diferentes, mas atendendo aos mesmos princípios de simbiose prejudicial, encontramos os circuitos de obsessão e de vampirismo entre encarnados e desencarnados, desde as eras recuadas em que o espírito humano, iluminado pela razão, foi chamado pelos princípios da Lei Divina a renunciar:

ao egoísmo e à crueldade,

à ignorância e ao crime.

Rebelando-se, no entanto, em grande maioria, contra as sagradas convocações, e livres para escolher o próprio caminho, as criaturas humanas desencarnadas, em alto número, começaram a oprimir os companheiros da retaguarda, disputando afeições e riquezas que ficavam na carne, ou tentando empreitadas de vingança e delinqüência, quando sofriam o processo liberatório da desencarnação em circunstâncias delituosas.

As vítimas de homicídio, e violência, brutalidade manifesta ou perseguição disfarçada, fora do vaso físico, entram na faixa mental dos ofensores, conhecendo-lhes a enormidade das faltas ocultas, e, ao invés do perdão, com que se exonerariam da cadeia de trevas, empenham-se em vinditas atrozes, retribuindo golpe a golpe e mal por mal.

Outros desencarnados, exigindo que Deus lhes providencie solução aos caprichos pueris e proclamando-se inabilitados para o resgate do preço devido à evolução que lhes é necessária, tomam-se madraços e gozadores, e, alegando a suposta impossibilidade de a Sabedoria Divina dirimir os padecimentos dos homens, pelos próprios homens criados, fogem, acovardados e preguiçosos, aos deveres e serviços que lhes competem.

[56 - página 114] Uberaba, 19-3-58

PARASITOSE MENTAL

Na reunião da noite de 28 de outubro de 1954, fomos novamente felicitados com a palavra do nosso Instrutor Espiritual Doutor Francisco de Menezes Dias da Cruz, que nos enriqueceu os estudos, palestrando em torno do tema que ele próprio definiu por “parasitose mental”.
Observações claras e precisas, estabelecendo um paralelo entre:

o parasitismo no campo físico

e o vampirismo no campo espiritual

O Doutor Dias da Cruz, na condição de médico que é, no-las fornece, aconselhando-nos os elementos curativos do Divino Médico, através do Evangelho, a fim de que estejamos em guarda contra a exploração da sombra.
Avançando em nossos ligeiros apontamentos acerca da obsessão, cremos seja de nosso interesse apreciar o vampirismo, ainda mesmo superficialmente, para figurá-lo como sendo inquietante fenômeno de parasitose mental.
Sabemos que a parasitogenia abarca em si todas as ocorrências fisiopatológicas, dentro das quais os organismos vivos, quando negligenciados ou desnutridos, se habilitam à hospedagem e à reprodução dos helmintos e dos ácaros que escravizam homens e animais.
Não ignoramos também que o parasitismo pode ser externo ou interno.

Nas manifestações do primeiro, temos o assalto de elementos carnívoros, como por exemplo as variadas espécies do aracnídeo acarino sobre o campo epidérmico e,

nas expressões do segundo, encontramos a infestação de elementos saprófagos, como, por exemplo, as diversas classes de platielmíntios, em que se destacam os cestóides no equipamento intestinal.

E, para evitar as múltiplas formas de degradação orgânica, que o parasitismo impõe às suas vítimas, mobiliza o homem largamente os vermífugos, as pastas sul-furadas, as loções mercuriais, o pó de estafiságria e recursos outros, suscetíveis de atenuar-lhe os efeitos e extinguir-lhe as causas.
No vampirismo, devemos considerar igualmente os fatores externos e internos, compreendendo, porém, que, na esfera da alma, os primeiros dependem dos segundos, porquanto não há influenciação exterior deprimente para a criatura, quando a própria criatura não se deprime.
É que pelo ímã do pensamento doentio e descontrolado, o homem provoca sobre si a contaminação fluídica de entidades em desequilíbrio, capazes de conduzi-lo:

à escabiose e à ulceração,

à dipsomania e à loucura,

à cirrose e aos tumores benignos ou malignos de variada procedência,

tanto quanto aos vícios que corroem a vida moral,

e, através do próprio pensamento desgovernado, pode fabricar para si mesmo as mais graves eclosões de alienação mental, como sejam:

as psicoses de angústia e ódio,

vaidade e orgulho,

usura e delinqüência,

desânimo e egocentrismo, impondo ao veículo orgânico processos patogênicos indefiníveis, que lhe favorecem a derrocada ou a morte.

Imprescindível, assim, viver em guarda contra as Idéias fixas (Fixação mental), opressivas ou aviltantes, que estabelecem, ao redor de nós, maiores ou menores perturbações, sentenciando-nos à vala comum da frustração.
Toda forma de vampirismo está vinculada à mente deficitária, ociosa ou inerte, que se rende, desajustada, às sugestões inferiores que a exploram sem defensiva.
Usemos, desse modo, na garantia de nossa higiene mento-psíquica, os antissépticos do Evangelho.

Bondade para com todos,

trabalho incansável no bem,

otimismo operante,

dever irrepreensivelmente cumprido,

sinceridade,

boa-vontade,

esquecimento integral das ofensas recebidas

e fraternidade simples e pura, constituem sustentáculo de nossa saúde espiritual.

— «Amai-vos uns aos outros como eu vos amei» recomendou o Divino Mestre.
— «Caminhai como filhos da luz» — ensinou o apóstolo da gentilidade.
Procurando, pois, o Senhor e aqueles que o seguem valorosamente, pela reta conduta de cristãos leais ao Cristo, vacinemos nossas almas contra as flagelações externas ou internas da parasitose mental.

[79 - página 159] - 1954



(Instruções Psicofônicas, FCXavier - 28 de outubro de 1954 - pelo Doutor Francisco de Menezes Dias da Cruz, médico e trabalhador espírita, desencarnado em 1937, Presidente da Federação Espírita Brasileira no período de 1889 a 1895)

http://www.institutoandreluiz.org/estudo_das_enfermidades.html



VAMPIRISMO PSIQUICO




Em geral quando as pessoas pensam em vampiros lembram os filmes americanos sobre uma raça “chupadora de sangue humano”. Os vampiros aos quais nos referiremos são os vampiros psíquicos entre outros. Os vampiros psíquicos são as pessoas que conseguem drenar ou envenenar nosso campo energético (aura).

Esses vampiros podem realizar o ato consciente ou inconscientemente.

O vampirismo consiste na retirada de energias de um ser por outro em detrimento do primeiro. Podemos detectar o vampirismo em geral pelos seguintes sintomas; cansaço, vazio no plexo solar, mal estar, fraqueza, sensação de peso generalizado ou nos ombros ou na nuca, impaciência, insônia, pesadelos, acordar assustado, entre outros.


TIPOS DE VAMPIROS PSIQUICOS.

O bom amigo. É o vampiro que faz tudo pelos outros. Mesmo que nada se peça a ele. O que faz com que suas vitimas sintam-se na obrigação de retribuir “tanta gentileza”. No fim das contas a vitima fica super envolvida com o vampiro e termina por fazer tudo o que ele quer.

O depressivo. São pessoas que estão sempre de baixo astral. E como você é seu amigo deve está sempre a posto para elevar o seu estado de ânimo.

Vampiros alegres. São pessoas envolventes que fazem os amigos sorrirem e se divertirem. Porém, fora à diversão passageira eles não têm nada a oferecer. Cairão fora após ter sugado tudo o que puderem ou a sua vitima começar a passar por uma fase de dificuldades.

Vampiros narcisistas. São os “eu sou maior, melhor, mais bonito etc, etc, etc.”. Sempre querem todos os louros da vitória, os quais não dividem com ninguém, pelo contrario usurpam a glória dos outros. Fazem os amigos se sentirem inferiores, dependentes ou aborrecidos.

Vampiros consumistas. Esses são pessoas muito ligadas a sua vitima, em geral parentes, como cônjuge ou filhos. Jamais estão satisfeitos com o que recebem. Dão extremo valor ao dinheiro. E retira tudo que puder dos outros.

Vampiro coitadinho. É aquele super infeliz. E que através do “reconhecimento” da sua infelicidade pela vitima a manipula como bem lhe aprouver.

Existem outros tipos de vampirismos: de encarnados para desencarnados, de amigos e parentes que se foram para as pessoas que eles ainda amam, obsessões carmáticas, vampirismo por magia, vampirismo por seres não ligados a rede de evolução humana, etc. Cada caso é um caso e merece estudo e cuidado. Pois, o vampirismo levado aos graus profundos pode causar da loucura até a morte.

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