Há muitos, muitos anos atrás, era eu pequenino (não me recordo que idade
tinha), vim passar férias a Portugal, a Olhão (terra dos meus pais),
acompanhado da minha mãe e do único irmão que tinha na altura. Os amigos
desse tempo, antigos companheiros de escola dos meus pais, quando
souberam que estavamos de férias lá na terra, fizeram uma autêntica
"romaria", para nos visitarem.
Os meus pais eram pessoas muito queridas por todas as pessoas, e os amigos estavam sempre presentes. Um desses amigos, grande tocador de acordeon, foi muito amigo do meu falecido Avô materno, que a par da sua profissão, era um exímio tocador de acordeon e de outros instrumentos musicais. Esse amigo dos meus pais tratava o meu Avô por "Mestre" e o meu Avô estava sempre a "dar-lhe nas orelhas", porque ele não se aplicava como devia ser, na aprendizagem do acordeon, ao ponto de todos os amigos dele dizerem por graça que "o fole do C.... tem falta de azeite". A casa dos meus Avós era uma casa típica algarvia, com uma açoteia e várias divisões amplas, todas interligadas entre si. Apenas um quarto, aquele onde eu dormia com a minha mãe e o meu irmão,
era um quarto interior. Mas voltando à história que ia contar, esse tal amigo tocador de acordeon foi visitar-nos e passou o serão connosco, a tocar acordeon e a cantar, como se fazia nos tempos em que o meu Avô era vivo. A dado momento, a conversa derivou para o meu Avô e esse amigo exprimiu um desejo que nunca devia ter formulado naquelas circunstâncias. Disse ele "Ai Mestre, que saudades que eu tenho de si. Quem me dera que estivesse aqui, para lhe poder dar um abraço.". Passados uns escassos minutos de ter proferido estas palavras, o homem começou a suar em "bica" e a dizer que queria ir para casa e se alguém podia ir levá-lo. Um dos meus tios acompanhou-o e ele estava aterrorizado. Ficou em casa várias semanas, gravemente doente e nunca mais quis vir a nossa casa.
Soubemos depois, contado pela família dele, que ele ouviu a voz do meu Avô, na sala, a dizer: "Vem dar-me um abraço, então". Resta acrescentar que, nessa noite, depois de termos todos ido para a cama, a minha mãe viu entrar no nosso quarto, uma luz que parecia a chama de uma vela, que entrou pela porta, percorreu as paredes do quarto e veio parar ao lado do meu irmão. Escusado será dizer que ninguém dormiu nessa noite, por causa do sucedido.
Os meus pais eram pessoas muito queridas por todas as pessoas, e os amigos estavam sempre presentes. Um desses amigos, grande tocador de acordeon, foi muito amigo do meu falecido Avô materno, que a par da sua profissão, era um exímio tocador de acordeon e de outros instrumentos musicais. Esse amigo dos meus pais tratava o meu Avô por "Mestre" e o meu Avô estava sempre a "dar-lhe nas orelhas", porque ele não se aplicava como devia ser, na aprendizagem do acordeon, ao ponto de todos os amigos dele dizerem por graça que "o fole do C.... tem falta de azeite". A casa dos meus Avós era uma casa típica algarvia, com uma açoteia e várias divisões amplas, todas interligadas entre si. Apenas um quarto, aquele onde eu dormia com a minha mãe e o meu irmão,
era um quarto interior. Mas voltando à história que ia contar, esse tal amigo tocador de acordeon foi visitar-nos e passou o serão connosco, a tocar acordeon e a cantar, como se fazia nos tempos em que o meu Avô era vivo. A dado momento, a conversa derivou para o meu Avô e esse amigo exprimiu um desejo que nunca devia ter formulado naquelas circunstâncias. Disse ele "Ai Mestre, que saudades que eu tenho de si. Quem me dera que estivesse aqui, para lhe poder dar um abraço.". Passados uns escassos minutos de ter proferido estas palavras, o homem começou a suar em "bica" e a dizer que queria ir para casa e se alguém podia ir levá-lo. Um dos meus tios acompanhou-o e ele estava aterrorizado. Ficou em casa várias semanas, gravemente doente e nunca mais quis vir a nossa casa.
Soubemos depois, contado pela família dele, que ele ouviu a voz do meu Avô, na sala, a dizer: "Vem dar-me um abraço, então". Resta acrescentar que, nessa noite, depois de termos todos ido para a cama, a minha mãe viu entrar no nosso quarto, uma luz que parecia a chama de uma vela, que entrou pela porta, percorreu as paredes do quarto e veio parar ao lado do meu irmão. Escusado será dizer que ninguém dormiu nessa noite, por causa do sucedido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
🔮 Sobre Rituais: Não realizo rituais somos blogueiros criadores de conteudos . Aqui, você encontrará dicas, significados e relatos fascinantes sobre o mundo místico. Deixe sua história nos comentários
✨ Participe! Deixe seus comentários e compartilhe suas experiências. Vamos juntos explorar os mistérios do incosientes
Apoie o Conteúdo Independente e faça sua doação para nos ajudar qualquer quantia e válida
Pix 31987490598
Paypal piresvale@gmail.com