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ontar mais uma que alguns e até eu mesmo, poderia julgar como crendice, mas existem testemunhas oculares ainda vivas das quais ouvi da própria boca dizer o que vou contar-lhes agora:
Minha família migrou do norte-fluminense para a capital do Estado, que na época também era a do país. Ao chegarem conseguiram se instalar no subúrbio do Rio que na época tinha um aspecto de cidade rural. Encontraram uma casa e nela fixaram moradia, apesar do lugar ser calmo e pouco habitado o sossego deles começou a ser perturbado por um espírito maligno que constantemente os ameaçava de morte.
Essa aparição dizia ser a alma de um combatente morto na revolução integralista de 1932 e que a casa era sua e meus antepassados deveriam sair dela, caso contrário seriam mortos. Segundo as testemunhas, ele parecia ser uma pessoa mesmo, porém aparecia diariamente em determinada hora pra semear o terror dizendo sempre as mesmas coisas.
Temendo pela segurança deles, minha família chamou uma espécie de exorcista para expulsar aquele habitante indesejável. Ele veio. Quando se iniciou o ritual para purificar o local o espírito apareceu tão agressivo quanto das outras vezes, repetindo as mesmas palavras.
Mas o ritual lhe incomodou de tal forma que, diante dos olhos atônitos dos meus familiares, ele se transfigurou, e aquela forma humana (por trás da qual afirmava ser do combatente morto) esvaneceu-se, mostrando a sua verdadeira forma: escuro como uma sombra... e de repente ele começou a voar freneticamente em volta da casa com asas semelhantes as de Morcego até desaparecer deixando um rastro de pavor para os que presenciaram tudo. Isso aconteceu nos idos do final da década de 40 e início da de 50. O tio da minha mãe é uma das poucas testemunhas oculares desse fato ainda vivas. Numa reunião de família em 29 de agosto passado ele contou essa história:
"Nós moramos numa casa que aparecia um espírito dizendo ser de um homem morto na revolução integralista ameaçando a gente de morte. Chamamos um rezador para lhe exorcisar e enquanto ele fazia as rezas o espírito assumiu uma forma escura e voava em volta da casa bem rápido, até sumir". Afirmou ele .
Com o passar do tempo aconteceram outros fatos estranhos como esses:
- Após a morte da sua sogra, meu avô zombava dela, logo após a cerimônia fúnebre, quando de repente algo como uma pessoa caiu em cima do telhado fazendo um enorme estrondo.
- Há quem afirme até hoje ter ouvido por várias vezes, à noite, um ruído de um exército em marcha no quintal onde eles moravam.
- Minha tia acordou uma vez no meio da noite enquanto todos dormiam, com cartas de baralho em cima dela em forma de cruz.
- Várias pessoas afirmavam ter ouvido uma voz de uma criança que vinha do meio de um arvoredo que tinha no terreno.
- Nos dias seguintes à morte da minha avó, meu primo que tinha dois anos e era uma criança hiperativa, olhava fixamente para o interior da casa onde ela morava e sorria, quando entrava lá saía com uma moeda na mão e ao ser perguntado quem tinha lhe dado a resposta era:"Foi vovó"
- Anos depois, quando ainda éramos crianças, eu e esse meu primo dormíamos profundamente e, por volta das onze da noite minha tia se deitou para dormir quando ouviu um forte gemido de dor com uma voz de criança vindo de baixo da cama.
Seria o mesmo espírito? Porém desta vez se passando por bom?
Abraços a todos!
ontar mais uma que alguns e até eu mesmo, poderia julgar como crendice, mas existem testemunhas oculares ainda vivas das quais ouvi da própria boca dizer o que vou contar-lhes agora:
Minha família migrou do norte-fluminense para a capital do Estado, que na época também era a do país. Ao chegarem conseguiram se instalar no subúrbio do Rio que na época tinha um aspecto de cidade rural. Encontraram uma casa e nela fixaram moradia, apesar do lugar ser calmo e pouco habitado o sossego deles começou a ser perturbado por um espírito maligno que constantemente os ameaçava de morte.
Essa aparição dizia ser a alma de um combatente morto na revolução integralista de 1932 e que a casa era sua e meus antepassados deveriam sair dela, caso contrário seriam mortos. Segundo as testemunhas, ele parecia ser uma pessoa mesmo, porém aparecia diariamente em determinada hora pra semear o terror dizendo sempre as mesmas coisas.
Temendo pela segurança deles, minha família chamou uma espécie de exorcista para expulsar aquele habitante indesejável. Ele veio. Quando se iniciou o ritual para purificar o local o espírito apareceu tão agressivo quanto das outras vezes, repetindo as mesmas palavras.
Mas o ritual lhe incomodou de tal forma que, diante dos olhos atônitos dos meus familiares, ele se transfigurou, e aquela forma humana (por trás da qual afirmava ser do combatente morto) esvaneceu-se, mostrando a sua verdadeira forma: escuro como uma sombra... e de repente ele começou a voar freneticamente em volta da casa com asas semelhantes as de Morcego até desaparecer deixando um rastro de pavor para os que presenciaram tudo. Isso aconteceu nos idos do final da década de 40 e início da de 50. O tio da minha mãe é uma das poucas testemunhas oculares desse fato ainda vivas. Numa reunião de família em 29 de agosto passado ele contou essa história:
"Nós moramos numa casa que aparecia um espírito dizendo ser de um homem morto na revolução integralista ameaçando a gente de morte. Chamamos um rezador para lhe exorcisar e enquanto ele fazia as rezas o espírito assumiu uma forma escura e voava em volta da casa bem rápido, até sumir". Afirmou ele .
Com o passar do tempo aconteceram outros fatos estranhos como esses:
- Após a morte da sua sogra, meu avô zombava dela, logo após a cerimônia fúnebre, quando de repente algo como uma pessoa caiu em cima do telhado fazendo um enorme estrondo.
- Há quem afirme até hoje ter ouvido por várias vezes, à noite, um ruído de um exército em marcha no quintal onde eles moravam.
- Minha tia acordou uma vez no meio da noite enquanto todos dormiam, com cartas de baralho em cima dela em forma de cruz.
- Várias pessoas afirmavam ter ouvido uma voz de uma criança que vinha do meio de um arvoredo que tinha no terreno.
- Nos dias seguintes à morte da minha avó, meu primo que tinha dois anos e era uma criança hiperativa, olhava fixamente para o interior da casa onde ela morava e sorria, quando entrava lá saía com uma moeda na mão e ao ser perguntado quem tinha lhe dado a resposta era:"Foi vovó"
- Anos depois, quando ainda éramos crianças, eu e esse meu primo dormíamos profundamente e, por volta das onze da noite minha tia se deitou para dormir quando ouviu um forte gemido de dor com uma voz de criança vindo de baixo da cama.
Seria o mesmo espírito? Porém desta vez se passando por bom?
Abraços a todos!
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