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segunda-feira, setembro 30, 2019

Aconteçeu e tenho prova! (relato)

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Aconteçeu e tenho prova!



bom num lembro o ano mas axo q era 1999 ou 2000 por ai, minha mae muito legal junto dinhero um ano inteiro pra fazer um tour pelo sul do país, o legal eh q ela nao me levou! hehehe mas nem da nda, ai ela paro um dos hoteis pra durmi curti e se divertir, ai ela tava tirando foto do hotel feliz, tirando foto de tudo e todos, ai ela tira uma foto da frente do hotel, onde q na jenela no ultimo andar






(hotel divia ter uns 4 andares)apareçe um krinha olhando pra ela, ai ela tira otra foto do krinha e sai feliz, depois de um tempo ela pergunta quem q tava nakele apto, ai a muiezinha da portaria responde q la nao tinha como ter niguem pq akele apto tava fexado fazia anos, q ninguem tinha a xave e tals e num tinha como ter alguem la, hehehehe ai minha mae no memo dia sumiu do hotel heheeheh ai eu vi a foto e tem mesmo um krinha feio olhando pra ela mas o rosto do krainha eh meio estranho sei la heheh lala essa foto ta com ela... vou pedi-la pra mostrar-lhes =]

O BOZO APARECEU PARA MIM (RELATO)

GENTE DO CEU

O BOZO AQUELE BONECO PALHAÇO APARECEU EM CIMA DA MINHA CAMA DANDO RISADA QUERENDO ME PEGAR

MINHA AVÓ TAMBÉM VIU , ELE RIU TÃO ALTO Q MINHA VÓ FOI VER O QUE TAVA ACONTECENDO , MINHA SORTE E LUTO KARATÉ






PEGUEI AQUELE BICHO PELOS OS CABELOS E MANDEI LONGE ,MINHA VÓ ESPERTINHA JA PEGOU O CRUCIFIXO  E DEU NELE UMA CRUCIFICADA PELA A TESTA ADENTRO

O BICHO NUM QUERIA DESENCARNAR DA MINHA CAMA NÃO . POR FIM MEU PAI VEIO COM UMA VASSOURA DEU UMAS CABADAS NELE SÓ ASSIM ELE RESOLVEU VOLTA PRO INFERNO DENOVO

É CADA UMA VIU AGORA A GENTE TEM QUE ATE LUTAR KARATÉ COM O CAPETA

FUIIII  



I-Ching Online

I-Ching, o Livro das Mutações, foi criado há cerca de 3.000 anos na China. Um poderoso oráculo que usa as imagens do Céu, da Terra, dos elementos e da natureza para prever as mudanças do tempo na vida dos humanos, a linguagem do I-Ching é, para a nós ocidentais do século XXI, um tanto quanto cifrada. Mas não se deixe abater: para entender o que o I-Ching está dizendo, é necessário adaptar a mensagem à pergunta e à linguagem dos dias de hoje.



Você vai digitar a sua pergunta e jogar as moedas seis vezes. O hexagrama é formado de baixo para cima, ou seja, a primeira vez que você jogar as moedas estará formando a linha de baixo. E assim vai até a sexta linha - a última, ou linha de cima. Preste atenção no pequeno número que aparece ao lado de cada linha. Se tiver algum seis, ou nove, leia a interpretação correspondente a este número na posição em que ele aparece no seu hexagrama.Sobre o hexagrama futuro: se não há nenhuma linha seis ou nove (linhas mutantes) no primeiro hexagrama, não haverá um hexagrama futuro.

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O ESPIRITO ME MASSAGEOU (RELATO )

Desde já boa noite a todos, e o caso que venho aqui falar passou se num pinhal aqui perto de minha casa. eu tenho uma cadela pittbull, e todos dias de manha ou a tarde consoante o meu tempo eu costumo ir dar uma corrida com a minha cadela nesse pinhal, isso passou se mais ou menos a 2 meses. Eram mais ou menos 17h eu fui dar uma corrida com a mina Nair, a gente estava mesmo no meio do pinhal, não sei se foi mera curiosidade minha, eu olhei para uma rocha e aquilo chamou me atenção, algo havia lá. Eu fui lá e tinha la um buraco com meio metro de profundidade e 2 metros de largura, eu chamei a minha cadela para minha beira mas ela simplesmente se sentou a olhar para mim. Eu saltei para dentro desse buraco.



Eu simplesmente congelei com aquilo que eu senti. Não tinha explicação, eu fiquei arrepiado senti frieza e transpirei imenso pelo corpo todo, senti um mal tão grande que não existe forma de descrever.
 Eu sai e fiquei a olhar para todos os cantos. Estava alguém a vigiar me, eu senti algo a olhar para mim. a minha cadela estava super assustada. Eu não pensei 2 vezes e sai logo dali para fora. A minha cadela viu me a correr dali ela foi a minha frente, eu segui ela e só parou a porta de minha casa. Ela nunca me fez aquilo.
 Esse local sintua em ol.Douro. V.N.Gaia. E conhecido como o Monte da Virgem.

salmos do dia




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Entrega os teus caminhos ao Senhor, Confia Nele e Ele tudo fará Eu quero te dizer neste dia que para alcançarmos à vitória é preciso uma total entrega nas mãos de Deus mesmo que você sinta se desanimado e sem forças para caminhar.
Eu te digo não deixe de crer no Deus do impossível, A bíblia diz operando Eu quem impedirá?Mesmo que às vezes você não tenha forças, E sente tentado a não crer nas promessas de Deus, porque ele está demorando muito. Ou não estamos vendo nenhum sinal vindo da parte de Deus, Eu te digo deixe Deus trabalhar.






Ele nunca chega atrasado Deus é pontual. Vá em frente porque Deus no tempo certo te concederá,o desejo do teu coração Ele te diz assim Deixa em minhas mãos aquilo que você colocou, Verás que Eu farei o que te prometi e meu nome será honrado através de tua vida, Todos verão a tua vitória então creia.

Oração a Nossa Senhora Aparecida - II

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Oração a Nossa Senhora Aparecida - II










Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida,
Mãe de Deus, Rainha dos Anjos,
Advogada dos pecadores,
refúgio e consolação dos aflitos e atribulados,
Virgem Santíssima,
cheia de poder e de bondade,
lançai sobre nós um olhar favorável,









para que sejamos socorridos por vós,
em todas as necessidades em que nos acharmos.
Lembrai-vos, ó clementíssima Mãe Aparecida,
que nunca se ouviu dizer
que algum daqueles que têm a vós recorrido,
invocado vosso santíssimo nome
e implorado a vossa singular protecção,
fosse por vós abandonado.
Animados com esta confiança,
a vós recorremos.






Tomamo-vos para sempre por nossa Mãe,
nossa protectora, consolação e guia,
esperança e luz na hora da morte.
Livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos
e ao vosso Santíssimo Filho, Jesus.
Preservai-nos de todos os perigos
da alma e do corpo;
dirigi-nos em todos os assuntos espirituais e temporais.
Livrai-nos da tentação do demónio,
para que, trilhando o caminho da virtude,
possamos um dia ver-vos e amar-vos
na eterna glória, por todos os séculos dos séculos. Amen.

parece que ela nunca existiu.(relato)

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Quando em minha adolescência, eu era uma garota que não possuía muitos amigos.
Era meu jeito. Eu não gostava muito de sair, e ficava mais em casa lendo, assistindo filmes e estudando.
Muitos achavam estranho minha atitude, mas eu não fazia por mal, eu gostava de ser assim.
Tudo começou quando certo dia na escola no horário do intervalo uma garota se aproximou de mim e começou a puxar conversa.
Ela era muito simpática e se mostrou muito amiga. Ela disse que se chamava Luiza.
Conversando, descobri que tínhamos muitas coisas em comum. Ela dizia que também não gostava muito de sair,e ficava mais em casa fazendo atividades, como ler livros e assistir filmes.
Devido à isso, e também à assuntos em comum, ficamos amigas, e começamos a nos encontrar na escola e conversar quando possível.
Apesar de construirmos uma bela amizade, ela se esquivava em me dizer onde morava. Sempre mudava de assunto.
Dizia apenas que morava perto de uma Igreja em outro bairro.
Talvez pela idade que eu tinha na época, não ligava muito para as coisas, e nem liguei em descobrir os detalhes de onde ela morava.

Uma coisa que eu notava, é que a Luiza só conversava comigo.
Nunca a vi conversando com outras pessoas na escola, mas como eu também era um tanto retraída, não dei muita importância para esse comportamento dela.

O tempo foi passando, e chegaram as férias.
No último dia de aula nós nos despedimos, e nesse momento senti uma tristeza muito grande nela.
Eu disse à ela que eu iria viajar, mas no retorno das férias nós nos veríamos novamente e então teríamos muito o que conversar.
Então ela apenas me olhou com um olhar de despedida e foi embora de cabeça baixa.

Eu fiquei muito triste com aquela cena. Não entendi muito bem o porque que ela se comportou daquela forma.
Fiquei até alguns dias com aquela imagem triste da minha amiga.
Naquele tempo nem todas as pessoas possuiam telefone, e os celulares nem existiam no Brasil, motivo pelo qual era mais difícil as pessoas se comunicarem, então não conversei mais com minha amiga especial durante as férias.

Alguns dias após o início das férias, viajei com meus pais, sendo que fomos passar algum tempo no sítio do meu avô no interior.
Lá era um lugar muito lindo e gostoso, o que fez com que o tempo passasse rápido.
Quando menos percebi as férias já estavam acabando.
Retornamos então para casa, onde passei o restante das férias, como sempre, lendo e assistindo alguns filmes.
Passaram-se alguns dias, e finalmente chegou o dia do reinício das aulas. E eu não via hora de rever minha grande amiga.
Quando cheguei na escola, procurei por ela, mas não à vi na entrada. Chegando o intervalo, também não à vi.
Então pensei que, como nem todos voltam no primeiro dia de aula, ela poderia também ter faltado.
Mas eu também não a encontrei no segundo dia de aula, e nem no terceiro.
Fiquei então preocupada e fui pesquisar nas salas de aula próximas. Mas não à encontrei.
Perguntei para os outros alunos sobre minha amiga, e perguntei se alguém à tinha visto, mas todos disseram que não conheciam ninguém com aquela descrição.



Eu fiquei preocupada e assustada ao mesmo tempo. Então recorri à secretaria da escola e perguntei sobre ela.
Na secretaria me perguntaram como era minha amiga.
E eu a descrevi com detalhes: "cabelos castanhos, olhos castanhos, pele branca, etc...."
E perguntaram seu nome, e eu disse que ela se chamava Luiza.
As pessoas da secretaria perguntaram se eu tinha certeza sobre o nome e descrição da minha amiga, e eu disse que sim.






Então eles me disseram que a única Luiza que estudava na escola, era uma garota da 5ª série.
Eu disse que não podia ser, pois a minha amiga disse que estudava na 7ª séria.
Fui então até a 5ª série e verifiquei eu mesma que a Luiza de lá não era minha amiga.
Procurei, pesquisei, perguntei, mas ninguém conhecia Luiza, minha amiga.
Eu fiquei confusa, em pânico e assustada, pois tudo indicava que a minha amiga Luiza nunca esteve na minha escola.
Eu nunca mais vi, encontrei ou tive notícias da minha amiga, e até hoje fico imaginando o que aconteceu, pois parece que ela nunca existiu.
Eu evito comentar isso com muitas pessoas, pois nem todos acreditam, mas foi real e aconteceu comigo.






O que será que foi aquilo? De onde veio minha amiga Luiza e para onde ela foi?
Hoje, com mais conhecimento e consciência, eu fico imaginando:
Será que a minha amiga veio de outra dimensão ou de outra época, e quando nos separamos nas férias ela voltou para o seu lugar de origem?
Acredito que nunca saberei a resposta.
Só sei que foi algo que me marcou profundamente, fazendo com que esse fato fosse uma experiência sobrenatural em minha vida, tendo sonhos com isso até hoje. Foi algo, conforme o site diz: "Além da Imaginação"!

48 Horas no Inferno relato de um homem que esteve lá.

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Como é o Inferno? 48 Horas no Inferno, relato de um homem que esteve lá.




48 Horas no Inferno

Por John W. Reynolds
(Disponibilizado para Download e compilado por Rosaine Dalila Scruff)

Um dos casos mais interessantes de uma pessoa aparentemente morta que tornou a viver, que eu conheço, é de George Lennox, um ladrão de cavalos de notoriedade no condado de Jefferson (EUA). Isto aconteceu enquanto ele estava cumprindo pena pela segunda vez na prisão. A primeira pena que cumpriu foi quando o judiciário do condado de Sedwick o condenara pela mesma ofensa: furto de cavalos.

Sendo que sua sentença condenatória estipulava trabalhos forçados, no inverno de 1887 ele trabalhava nas minas de carvão. Foi obrigado a trabalhar num lugar que lhe parecia bastante perigoso, chegando inclusive, a comunicar este fato ao guarda responsável. Este, após uma investigação disse que não havia perigo, mandando que continuasse trabalhando no mesmo lugar. O detento obedeceu, mas antes de completar uma hora de serviço, o teto desabou, deixando-o totalmente soterrado. Permaneceu assim durante duas horas.




Foi na hora do almoço que deram conta de sua ausência, sendo iniciada, logo em seguida, uma busca. Descobriram-no debaixo de um monte de escombros. Tudo indicava que estava morto. Levado para fora da mina, o médico daquela instituição o examinou, também dando-o por morto. Seu corpo foi retirado para o hospital onde o banharam e vestiram para o enterro. Foi confeccionada uma urna na própria prisão e levada para o hospital.

O capelão chegou para cumprir suas obrigações fúnebres. Um enfermeiro pediu a dois detentos que tirassem o cadáver da maca e o colocassem na urna, que estava no outro lado da sala. Cumpriram a ordem, um deles pegando nos seus pés e o outro nos ombros. Haviam andado mais ou menos a metade da distância quando aquele que lhe segurava pelos ombros tropeçou num cuspidor. Desequilibrou-se, deixando o cadáver cair no chão, e, para a surpresa de todos, ouviu-se um profundo gemido. Logo em seguida seus olhos abriram-se e os demais sinais de vida foram aparecendo. Chamou-se imediatamente o médico, e, quando este chegou, no espaço de uns trinta minutos, o "defunto" estava tomando a água que acabara de pedir.



Foi guardada a urna e utilizada posteriormente para enterrar outro detento. Trocou de roupa, colocando novamente o uniforme de praxe daquela instituição. O exame médico acusou duas fraturas numa de suas pernas e escoriações generalizadas. Permaneceu hospitalizado durante seis meses, para em seguida voltar ao serviço.

Fiquei sabendo através de outro mineiro da experiência inusitada que George tivera enquanto morto. Estimulado pela minha curiosidade, desejei muito conhecê-lo e ouvir de sua boca o ocorrido. Esta oportunidade não se deu durante uns poucos meses, mas finalmente deu certo. Fui transferido das minas para o escritório da prisão onde lavrei uns relatórios de fim de ano. A ressuscitação deste homem estava sendo discutida entre nós, quando, por acaso alguém passou à porta de nossa sala. Disseram-me que era ele. Logo mandei um bilhete a ele, pedindo que viesse ao meu local de trabalho. Foi isso que ele fez e nos conhecemos. Foi de sua boca que ouvi esta história maravilhosa.

Ele é um jovem que não passa dos trinta anos de idade.
Apesar de muito inteligente e bem estudado, tornou-se um criminoso aparentemente incorrigível. A parte que mais gostei da sua história foi o que ocorrera durante sua 'morte'. Sendo taquígrafo, registrei fielmente as suas palavras:




"Naquela manhã toda tive um pressentimento que algo terrível iria acontecer. Isto me incomodou ao ponto de procurar o meu supervisor de minas, Mr. Grason. Disse a ele o que estava sentindo e pedi que vistoriasse o meu local de trabalho onde estava escavando carvão.

Ele veio, e a meu ver, fez uma vistoria bem feita. Mandou que eu voltasse a trabalhar e disse que tudo indicava que eu não estava "regulando bem". Voltei a trabalhar e depois de aproximadamente uma hora, de repente tudo ficou muito escuro. No mesmo instante, parecia que uma grande porta de ferro estava abrindo, onde eu entrei. Logo me veio o pensamento de que eu estava morto e me encontrava no mundo do além.

Não pude ver a ninguém por algum motivo que eu próprio desconheço, comecei a me afastar da porta. Depois de andar bastante, cheguei às margens de um rio bem largo. Não estava escuro e tampouco era de dia. Havia uma luminosidade semelhante à que se vê numa noite estrelada. Estive nas margens do rio pouco tempo quando ouvi o rumor de remos cortando a água. Então foi chegando até onde eu estava uma embarcação, cujo ocupante estava remando.



Perdi a fala. Depois de me olhar durante uns instantes, ele me disse que tinha vindo me buscar. Pediu que eu entrasse na embarcação e remasse até a outra margem do rio. Obedeci. Não trocamos palavra alguma. Queria tanto perguntar quem ele era e onde estávamos. Parecia que minha língua estava grudada ao céu da boca. Não conseguia falar. Ao chegarmos à outra margem, desembarquei e o homem que me conduziu, simplesmente desapareceu.



Novamente sozinho, não sabia o que fazer. Olhando mais adiante, vi dois caminhos por um vale escuro. Um deles era largo e tinha o aspecto de ser bastante utilizado. O outro era estreito e saía para outro rumo. Instintivamente escolhi o caminho mais utilizado. Tinha andado pouco quando percebi que estava ficando cada vez mais escuro.

De quando em quando, bem adiante, via-se uma espécie de relâmpago, através do qual eu conseguia enxergar o caminho.
Andei mais uma certa distância quando me dei com um ser que sou totalmente incapaz de descrever. O máximo que posso fazer é apenas dar uma idéia bem vaga quanto ao seu aspecto aterrorizante. Parecia ligeiramente com um homem, embora muito maior. Devia ter no mínimo três metros de altura. Nas suas costas havia grandes asas. Era preto como o carvão que eu retirava da mina e estava totalmente nu.






Na sua mão havia uma imensa lança de pelo menos cinco metros de comprimento. Seus olhos brilhavam como bolas de fogo. Seus dentes, brancos como pérola, pareciam medir quase três centímetros. Seu nariz, se bem que nem parecia nariz, era enorme, largo e achatado. Seu cabelo era grosso, pesado, e comprido. Descia sobre os ombros maciços. Sua voz parecia mais com o rugir de um leão engaiolado do que com qualquer outra coisa.

Foi durante um destes relâmpagos que primeiramente o vi. Comecei a tremer como uma folha de buriti no vento. A mão que segurava a lança estava erguida como se estivesse na iminência de me traspassar. Parei. Com voz muito mais horripilante do que se pode imaginar, mandou que o seguisse.


Disse que tinha ordens para ser meu guia durante esta viagem. Segui no seu encalço. Que mais eu podia fazer? Depois de andarmos uma certa distância, vi à minha frente uma grande montanha, cuja face parecia ser vertical. Na verdade parecia ter sido cortada no meio e uma metade retirada. Nesta face vertical vi distintamente as palavras: ESTE É O INFERNO.
Meu guia se aproximou da montanha e com sua lança bateu com força três vezes. Abriu-se uma porta enorme e nós entramos. Fui conduzido por uma espécie de corredor dentro da montanha.



Durante algum tempo caminhamos em trevas absolutas. Me orientei pelos passos ruidosos e pesados de meu guia. O tempo todo eu ouvia gemidos angustiantes, como de um moribundo. À medida que andávamos, estes gemidos aumentavam em intensidade, e agora, ouvia-se claramente alguém clamar: "água! água! água!".
Passei por outra porta, e pude ouvir o que parecia ser o clamor de um milhão de vozes que clamavam: água, água... Chegamos à outra porta. Meu guia bateu e esta abriu-se. Vi agora que havíamos transposto a montanha e na minha frente havia uma planície extensa.


Foi aí que meu guia me deixou e voltou para mostrar o caminho para outros espíritos perdidos. Fiquei parado nesta planície durante algum tempo quando um ser,semelhante ao primeiro,se aproximou de mim.

Este, ao invés de carregar uma lança, carregava uma espada enorme. Sua missão era de me comunicar qual seria meu destino eterno. Sua voz encheu a minha alma de terror.

Disse: "Tu estás no inferno! Para ti não há mais esperança! Ao passar pela montanha ouviste os gemidos e gritos dos perdidos que estavam pedindo água para aliviar a sequidão de suas línguas. Naquele corredor há uma porta que dá para um lago de fogo. Este será agora mesmo teu destino. Antes de seres conduzido a este lugar de tormento, de onde nunca mais sairás - pois não há mais esperança para aqueles que entram - tu poderás permanecer nesta planície, onde todos os perdidos têm o privilégio de contemplar os prazeres que gozariam se não estivessem aqui”.

Agora eu estava sozinho. Não sei se foi em conseqüência do grande medo que passei, mas tornei-me insensível às coisas. Meu corpo ficou inerte. Fiquei sem força alguma e minhas pernas não agüentavam mais o peso do meu corpo. Assim, dominado, fui caindo no chão. Uma sonolência apoderou-se de mim. Meio acordado, meio adormecido, parecia sonhar. Olhando para cima, bem distante de mim, vi a Linda Cidade, sobre a qual lemos na Bíblia.

Como eram formosas suas muralhas de jaspe! Olhando além disso, vi vastas planícies cobertas de linda flores. Vi também o Rio da Vida e o Mar de Cristal. Miríades de anjos entravam e saíam pelas portas desta cidade, cantando e oh! Como tudo era maravilhoso!




Entre estes anjos vi minha querida mãe que há poucos anos havia falecido, seu coração esmagado pela minha maldade. Olhou para mim e parecia estar me chamando. Mas não tinha condições de me levantar. Sentia-me como se tivesse um grande peso me imobilizando. Um ventinho trouxe para mim a fragrância daquelas lindas flores, e agora ouvia-se com mais nitidez a doce melodia das vozes angélicas. Eu disse comigo mesmo, 'Oh!Como queria fazer parte daquela multidão'

Enquanto me deliciava com este cálice de gozo tão perfeito, de repente ele foi-me arrebatado dos lábios. Acordei do meu sono. Um dos habitantes deste lugar de trevas me trouxe de volta daquele lindo lugar e me informou que havia chegado a hora de ir para o lugar de meu destino eterno. Ordenou-me que o seguisse. Voltando pelo mesmo caminho, entramos novamente no mesmo corredor. Fui seguindo meu guia durante um tempo até chegar numa porta lateral. Passamos por esta, e logo em seguida por outra. Então vi, na minha frente, um lago de fogo.

Olhei, e até onde meu olho enxergava, vi um lago literal de fogo e enxofre. Grandes vagalhões de fogo se amontoavam por cima um do outro e grandes ondas de chamas se chocavam impetuosamente elevando-se a grandes alturas, como as ondas do mar num imenso furacão. Na crista das ondas viam-se seres humanos lançados para cima, para logo em seguida, se afundarem até as profundezas deste lago medonho de fogo. Ao serem levadas para a crista dos vagalhões, estas almas amaldiçoavam o Deus justo, na mesma hora em que clamavam angustiosamente, pedindo água. Esta imensidão de fogo repercutia os gemidos destas almas perdidas.

Depois de algum tempo olhei para trás e, por cima da porta onde entrara, vi as palavras: "Este é o teu destino! A eternidade não tem fim".

Daí a pouco, senti que o chão debaixo dos meus pés estava começando a ceder em e vi afundando no lago de fogo. Sobreveio-me uma sede que as palavras não são capazes de descrever. Pedi água e neste instante meus olhos abriram no hospital da prisão.



Nunca contei esta experiência para os oficiais da prisão, acreditando que me julgassem louco e me fechassem numa cela especial para os detentos que sofrem das faculdades mentais. Mas vi tudo isso e tenho certeza que o Céu e o Inferno existem, e que este inferno é fogo literal assim como lemos na Bíblia. E tenho certeza de outra coisa: Nunca irei para aquele lugar.

Assim que abri meus olhos no hospital e vi que estava vivo, imediatamente entreguei meu coração a Deus. Vou viver e morrer como Cristão. É verdade que nunca me esquecerei das cenas terríveis do inferno, mas tampouco sairão da minha memória as lindas coisas que vi no Céu. Em breve pretendo me encontrar com minha querida mãe. Irei me sentar nas margens daquele belo rio e passear com os anjos nas planícies que vi. Vou andar pelos vales e pelos montes acarpetados com flores fragrantes, cuja beleza excede qualquer coisa que o ser mortal é capaz de imaginar, e ouvirei as canções dos salvos.

Isto me recompensará muitas vezes pela minha vida aqui sobre a Terra, mesmo tendo que me negar dos muitos prazeres mundanos que faziam parte do meu viver antes de vir para esta prisão. Não quero ter mais intimidade com meus comparsas do mundo vil do crime. Assim que sair deste lugar, quero ficar na companhia de pessoas boas."
Repasso para o leitor esta experiência de George assim como a ouvi. É uma das experiências mais lindas que jamais li. Que Deus abençoe esta mensagem de George, para que através dela muitas almas perdidas ainda despertem da morte espiritual!



Oh, como as pessoas conseguem duvidar da existência de um inferno literal! Diga-me como é possível, quando têm em suas mãos a Palavra de Deus, e mais ainda quando ficamos sabendo de uma revelação dessas. Homens e mulheres, parem! Virem-se! Peçam a Deus que lhes dê uma experiência de salvação que modifique os seus corações. Caso contrário, poderão passar não apenas 48 horas no inferno, mas toda a eternidade!*******
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"Estranhas aparições de Homens de Preto ou Vultos, os quais emanam um horrível cheiro "podre",

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"Estranhas aparições de Homens de Preto ou Vultos, os quais emanam um horrível cheiro "podre", são relatadas por toda parte do planeta. Até hoje esse misterioso fenômeno não foi decifrado, gerando um mistério que assombra até os mais experientes estudiosos do assunto. "O que" seria essa estranha aparição e o que desejaria?"







O Relato a seguir é sobre um desses assustadores avistamentos!
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Eu nasci e morei em São Paulo a minha vida toda e nunca vi nada de sobrenatural ou algo que eu não pudesse explicar, até um certo dia.

Eu moro e trabalho na região do Campo Belo, e como eu trabalho perto de casa eu vou todo dia para o trabalho a pé, e também volto a pé, e parte do meu caminho é atravessar o viaduto vereador José Diniz, que passa por cima da avenida águas espraiadas.
Pode não ser um lugar muito seguro, mas nunca vi nada de sobrenatural ali.






Como eu moro perto do trabalho, é normal pro chefe me pedir para ficar até mais tarde pra terminar alguns serviços.
Só que um dia a coisa extrapolou.
Nesse dia, eu tive que ficar até mais tarde para resolver uma coisa que tinha que estar pronta para o dia seguinte até nove horas da manhã. Então acabei ficando lá até três e meia da madrugada.
E lá fui eu pra casa no meio da madrugada.
Quando eu chego na ponte eu olho pra um lado, olho pro outro, tento ver se tem alguém vindo mas não vejo ninguém.
Então lá fui eu atravessar a ponte. Quando eu andei um pedaço da ponte eu vejo alguém vindo na outra direção.






Como ali não é um lugar muito seguro eu hesitei um pouco pensando se eu dava a volta e fazia um outro caminho mais comprido ou se ia em frente.
No que eu dei uma parada a outra pessoa também deu.
Ai eu pensei "Deve ser outro pobre coitado voltando do trabalho", então fui em frente.
Quando eu comecei a andar a outra pessoa também começou a andar.
Eu falei comigo mesmo "Não se preocupa, é só alguém indo pra casa, só passa reto e nem olha pra ele".




Então apertei o passo e fui. No que eu olho pra frente ele esta correndo na minha direção.
Isso realmente me assustou, por que um cara correndo na sua direção, na rua, no meio da madrugada não é uma coisa muito agradável.
Mas ele parou no meio da ponte e encostou no corrimão. Eu continuei andando normalmente.
Conforme eu fui chegando perto, era para começar a ver como o cara era, mas a única coisa que eu percebi é que o cara parecia estar com uma espécie de capa que cobria o corpo todo e ela não ficava parada, era como se fosse feita de fumaça.



Eu pensei comigo mesmo "é o sono que ta te fazendo ver coisas", e "só continuar em frente, não olha pro cara e se ele falar algo não da trela e nem para".
No que eu tava chegando perto, uns vinte metros pelo menos, o cara deu um pulo e ficou de pé no corrimão.
Mas ele não estava segurado em nada, não dava para ver os braços ou as mãos dele.
Ele estava se equilibrando em cima do corrimão. Eu só conseguia ver aquela coisa que parecia uma capa preta de fumaça em volta dele.






Quando ele fez isso, (pulou no corrimão sem usar as mãos) eu fiquei sem reação, e a única coisa que eu pensei foi "passa reto e finge que o cara não ta ai", mas quando eu ia chegando perto bateu um cheiro tão ruim, mas tão ruim que eu fiquei totalmente nauseado.
Um cheiro de coisa podre, mofada, meio asfixiante. E o som que aquilo fazia, era um som de ossos estalando, com uma respiração chiada.



No que eu estava passando por ele (até hoje eu não sei por que raios eu resolvi continuar em frente) eu só pensava "Não olha pra ele, não olha pra ele, não olha pra ele".
Mas a curiosidade foi tão grande que eu não resisti e olhei pro rosto dele.
No que eu fiz isso eu não consegui ver o rosto dele, só os olhos. Mais nada.
Eu não consegui olhar pro resto, só aqueles olhos negros e penetrantes que davam uma agonia só de olhar.
Ele soltou uma gargalhada estridente quase que insana. Eu cai pra trás, indo parar na via e sai correndo.



No que eu olhei pra trás, pra ver se ele estava me seguindo, ele simplesmente não estava mais lá.
Eu estava sozinho na aponte agora. Eu voltei para a calçada e olhei lá embaixo na avenida águas espraiadas e não tinha nada.
De repente aquele cheiro nauseante começou a aparecer, bem fraco.
Eu não esperei o cheiro ficar mais forte para sair correndo.
Eu nunca cheguei em casa tão rápido.







Não sei o que era aquilo, mas daquela noite em diante, eu sempre faço o caminho mais comprido para ir de casa pro trabalho e voltar.
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A cachorra que vê espíritos




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A cachorra que vê espíritos

"Minha cachorra tem uma mania muito feia de arranhar a porta do quarto no meio da noite. Um dia ela não parava de arranhar a porta de jeito nenhum. Depois de chamar ela umas cinco vezes, joguei um travesseiro na porta pra fazer ela parar. Aí foi quando ela latiu. Do meu lado. Ela tava do meu lado o tempo todo", Victória Koehler - via Facebook.


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