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sexta-feira, novembro 01, 2019

valor da amizade


Que é bom estar junto dos amigos ninguém duvida. Mas será que refletimos sobre os significados mais profundos da verdadeira amizade? Que sentimento é esse que une pessoas diferentes, que ultrapassa limites e distâncias?





O verdadeiro amigo é alguém com quem podemos expressar nossos sentimentos mais íntimos. Ao mesmo tempo é aquele com quem somos capazes de compartilhar o silêncio sem constrangimento. É a pessoa com quem se deseja estar nos piores e nos melhores momentos. A verdadeira amizade é terapêutica em muitos sentidos, mas não se mantém pela utilidade que venha a ter. Porque chamamos de amigo aquele a quem simplesmente amamos e somos por ele amados. Assim, sem grandes explicações, não cabendo em predefinições.






No laço de amizade queremos ver o outro bem, queremos presenciar seu crescimento, compartilhamos suas dores e alegrias, estamos ao lado. O amigo é aquele que nos aponta o que precisa de cuidados, que nos diz às vezes palavras duras com a intenção de que sejamos pessoas mais plenas. Em outros momentos ele nos traz palavras doces, equilibrando nosso modo duro demais diante de algumas situações. O amigo é aquele que parece sondar o mais profundo em nós, ele vem com seu jeito único e nos apresenta um outro lado. Ou simplesmente cala para que nós possamos ouvir nossas próprias palavras ecoarem. Oferece o ombro, os ouvidos e o coração.





Companhia que faz crescer
O amigo é aquela pessoa que faz parte de nossa vida, porém não o possuímos. Com ele aprendemos que o outro é como é, aprendemos a aceitar e a amar incondicionalmente. Nesse vínculo vamos aprendendo as relações de paridade, em que não há autoridade a seguir, mas sim respeito a compartilhar. Aprendemos a resolver questões em conjunto, a expor o que sentimos, a perceber melhor quem somos. Com a troca de experiências o humano se revela e percebemos que somos parte de um todo muito maior, que não somos os únicos a sentir, a sofrer, a sorrir. A amizade nos faz amadurecer e nos ajuda a rever nossos modos de relacionar."A amizade nos faz amadurecer e nos ajuda a rever nossos modos de relacionar."



Nessa relação deixamos de ser mais um na multidão que se espreme nas ruas da cidade. Somos mais que números, registros e letras. Somos pessoa, carregamos uma história. Temos uma testemunha. Ele vê os degraus que subimos, as pedras em que tropeçamos, a hesitação, a coragem. Ele acompanha, oferece seu olhar, a sua opinião ou o necessário apoio. No vínculo de amizade sabemos que a existência do amigo é a garantia de um "Estou aqui", uma frase aparentemente simples, no entanto, permeada de presença e companhia.








Cultive e veja florescer
Por tudo isso (e por tudo o mais que não cabe em palavras) é que lhe convido a refletir: Você está próximo de seus amigos com a frequência desejada? Você encontra tempo para estar com eles, assim como reserva tempo para outras atividades cotidianas? Ou o amigo deixou de ser parte de seu cotidiano? Passou a integrar o campo do extraordinário só participando de datas marcadas? Precisamos instaurar espaço em nossas vidas para momentos de prazer, de troca, para rir e chorar junto, para escolher promover a participação mútua nos acontecimentos.
Por mais que nasça sem grandes explicações, sem motivos explícitos e declaráveis, a amizade só se mantém quando cultivada. Ela se renova a cada momento de presença. Um telefonema, um encontro mensal, enviar um e-mail, marcar um almoço no meio da semana, sem motivo utilitário além da grande razão: queremos nutrir algo que é especial, queremos ver a amizade florescer, queremos estar junto.



Precisamos encontrar espaço para a vida social, que na origem etimológica da palavra carrega o sentido de associação, de fraternidade, de comunhão entre iguais. Vida social em sua concepção mais ampla, de estar junto dos que são nossos irmãos da alma. Isso faz bem para nosso coração, para o coração amigo e para a amizade que se fortalece - gerando mais e mais frutos.





O Pacto (relato)




envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.com os relatos serão divulgado aqui

O Pacto










Esse relato ocorreu com minha irmã, em Maio de 2001, quando meu pai faleceu.

Minha irmã caçula tinha a imagem do meu pai como seu amigo e protetor, e ele não fazia por menos. Era um homem dedicado à família e à oração, e ela por ser a caçula recebia mais atenção e cuidados.

Ele estava trabalhando, quando subitamente teve um enfarte fulminante e veio a falecer. Tentamos esconder dela, dizendo que papai estava internado, mas ela gritava e dizia que ouviu uma voz lhe falando que papai havia morrido.





O corpo de meu pai foi levado ao IML, por ter falecido fora do hospital. Nesta noite meu irmão casado e meu noivo (na época) dormiram aqui em casa para de manhã, bem cedo, darem entrada nos papéis do óbito. Minha mãe desesperada não quis dormir em sua cama, trocando com minha irmã.



De madrugada acordamos com minha irmã gritando muito, fomos ao quarto de meus pais, aonde ela dormia naquela noite. Ela estava trêmula e apavorada. Contou-nos que um ser parecendo um homem em estado de putrefação, seco, com terra pelo corpo, cheirando a podre, pulou em cima dela e tentava beijá-la, segurando seus braços. Ela não conseguia gritar e lutou muito com ele, que se desmanchava em pedaços de ossos exalando um fedor horrível. Esse ser dizia que agora ela estava desprotegida. Quando finalmente ela teve forças de gritar ele desapareceu. Foi difícil convencê-la a voltar a dormir. Não demorou nada, e acordamos com ela gritando novamente. Voltamos ao quarto e ela relatou que via o necrotério e papai passando pela autópsia. Ela descreveu com detalhes os procedimentos todos. Fiquei assustada, pois sou da área de saúde e conheço os procedimentos e instrumentos usados nestes casos, mas ela não os conhecia e eu nunca havia comentado sobre isto. Preferi acreditar que ela viu isto em algum filme policial e se impressionou. Resultado: passamos a noite em claro.






Dias após, ela começou a ter visões de um espírito muito alto, vestido com um manto negro de capuz e seu rosto era semelhante a uma caveira. Ela chorava o tempo todo pela falta de papai e dizia ser perseguida por esta entidade. Nos relatou que esta entidade se identificou a ela como sendo o espírito pelo qual meu avô fizera um pacto, dando sua alma a ele. Como meu avô não cumpriu o pacto, se suicidando dias após, esse espírito então queria que ela o seguisse, pois teria planos para ela; porque ela seria o terceiro neto, do terceiro filho de meu avô. Só não veio antes pelas orações de meu pai, que a protegia... Ficamos assustados.

Quando minha tia, irmã de meu pai soube o que acontecia com minha irmã; abriu o jogo contando a história de família que não sabíamos:





Meu avô, quando meu pai ainda era criança, teve câncer e sofria muito, pois não tinha condições financeiras de se tratar em outra cidade. Era uma época remota e ele morava em uma pequena cidade do interior de São Paulo. Meu avô, no desespero, foi até um feiticeiro que morava nas imediações e fez um pacto de sangue pedindo saúde e riqueza. Mas por ser muito devoto se arrependeu e se confessou com o padre, mas a angustia do pacto e sofrimento da doença foi tanto que no jardim da igreja, ele tirou uma navalha do bolso cortando a jugular de seu pescoço, vindo a falecer ali mesmo. Isto foi muito vergonhoso para a família na época, sofreram muito e decidiram guardar este segredo. Meu pai era muito carinhoso, mas nunca falava sobre sua infância e nem sobre seus pais. Ficamos todos pasmos! E mais assustados ainda.

Não entendíamos na época como agir, nem mesmo se era possível espíritos virem requerer dívidas. Decidimos que só Deus poderia dar jeito. Ajuntamos nossa família na casa de meu irmão mais velho, e chamamos um senhor para nos ajudar com as orações. Reunimos-nos na sala. Minha irmã ficou sentada em uma cadeira e fizemos um círculo de mãos dadas em torno dela. Em meio à prece um quadro de vidro com a foto de meu sobrinho menor pulou da estante como sendo jogado contra nós, espatifando no chão. Ela então começou a gritar e dizer repetidamente: "Ele está aqui! Ele está aqui!" Ficamos assustados, mas não paramos as orações, e nem soltamos as mãos. Seu rosto se transfigurou e começou a falar com uma voz grossa, que não era dela, amaldiçoando a todos e fazendo ameaças. Meu sobrinho mais velho viu o espírito que a perseguia e começou a descrevê-lo em voz alta, batendo os pés no chão, assustadíssimo. Foi difícil continuar as preces, mas ela foi se acalmando, se aquietou, voltando ao normal.




Passados dias, ela nos contou que sonhara com papai, e que ele estava muito feliz num lugar lindo conversando com um grupo de pessoas, e que um homem de roupas bem claras se aproximou dela e lhe disse para não chorar mais, que meu pai estaria sempre com ela a protegendo, juntamente com outros amigos que lhe queriam muito bem.

Graças a Deus ela nunca mais voltou a ver o homem que a perseguia.




DECRETO PARA O PERDÃO




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DECRETO PARA O PERDÃO

Agora, permita-se curar e perdoar colectivamente todos esses aspectos de ti que fizeram os acordos e a todos os que participaram em tua limitação de qualquer forma. Por favor, inclua nesta oração de perdão a quem quer que necessites perdoar conscientemente, assim como aqueles desconhecidos para ti.







Repita o seguinte:

"Ao Universo e à Mente de Deus inteira e a cada ser nela, a todos os lugares aonde tenha estado, experiências nas que tenha participado e todos os seres que necessitam esta cura, já sejam conhecidos ou desconhecidos para mim.




Qualquer coisa que se mantenha entre nós, Eu agora curo e perdoo.
Eu agora apelo ao Santo Espírito Shekinah, ao Senhor Metatron, ao Senhor Maitreya e a Saint Germain para que ajudem e testemunhem esta cura.
Queridos, Eu os perdoo, por tudo o que necessite ser perdoado entre vocês e eu.







Eu lhes peço que me perdoem, por tudo o que necessite ser perdoado entre vocês e eu.
O mais importante, Eu me perdoo a mim mesmo, por tudo o que necessite ser perdoado entre minhas encarnações passadas e meu Ser Superior".
Estamos agora colectivamente curados e perdoados, curados e perdoados, curados e perdoados.
Todos estamos agora elevados a nossos seres Crísticos.

Nós estamos plenos e rodeados com o amor dourado de Cristo.
Nós estamos plenos e rodeados da dourada Luz de Cristo.




Nós somos livres de todas a vibrações de terceira e quarta dimensões de medo, dor e ira.
Todos os cordões e laços psíquicos unidos a essas entidades, dispositivos implantados, contratos ou energias semeadas, estão agora libertados e curados.
Eu agora apelo a Saint Germain para que transmute e rectifique com a Chama Violeta todas minhas energias que me foram tiradas e as regresse a mim agora em seu estado purificado.
Uma vez que estas energias regressaram a mim, Eu peço que esses canais através dos quais se drenava minha energia sejam dissolvidos completamente.
Eu peço ao Senhor Metatron que nos liberte das cadeias da dualidade.
Eu peço que o selo do Domínio do Cristo seja colocado sobre mim. Eu peço ao Espírito Santo que testemunhe que isto se cumpra.
E assim é.







Eu agora peço ao Cristo que esteja comigo e cure minhas feridas e cicatrizes.
Eu também peço ao Arcanjo Miguel que me marque com seu selo, que Eu seja protegido para sempre das influências que me impedem fazer a vontade de nosso Criador.
E assim seja!
Eu dou graças a Deus, aos Mestres Ascensionados, ao Comando Ashtar, aos Anjos e Arcanjos e a todos os demais que tem participado nesta cura e elevação contínua de meu ser.







Selah. Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do Universo!"
APOS O DECRETO

Não te movas por uma hora e meia. Descansa nos braços do Radiante enquanto os Cirurgiões Etéreos do Comando Ashtar removem os implantes completamente. Podes desejar dormir, descansando seguro de que estás no caminho da Ascensão e ninguém pode interferir com a obtenção da Mestria!

CERTOS BENEFÍCIOS DESTE PROCESSO INCLUEM:

1) Sentimentos de calma interna e claridade;
2) A conversação mental interna está mais tranquila;
3) A tensão interna se foi;
4) Se ganha ou se melhora a habilidade de canalizar;
5) Um sentimento de um novo sentido de propósito e significado na




vida;
6) Sentimentos de amor, paz e júbilo;
7) A vida melhora em todas as áreas;
8) Sentido de Unidade, consciência espiritual elevada;
9) Dissolução de relações não produtivas.

Anhangá, o protetor das florestas

Depois da publicação de um texto no Blog sobre o Papa João Paulo II e o Angangabaú, recebemos alguns pedidos para falar um pouco mais sobre a entidade do folclore brasileiro, o Anhangá.

Anhangá é um espírito que vive na floresta e que pode tomar a forma do que quiser. Além de boi, peixe, pessoa ou macaco, o mais comum é sua aparição na forma de um veado branco com olhos de fogo.




Os registros de sua presença aparecem em cartas de José de Anchieta, Manuel da Nóbrega e Fernão Cardim no século XVI. Seus relatos tratam Anhangá como um espírito mau, temido pelos povos indígenas. Outros relatos, como o do alemão Hans Staden, comentam do medo dos indígenas ao sair à noite:

"Os indígenas não gostam de sair das cabanas sem luz, tanto medo têm do Diabo, a quem chamam Ingange, o qual freqüentemente lhes aparece."

Para os povos indígenas, Anhangá é considerado o deus da caça e do campo. Ele protege os animais contra caçadores. Algumas lendas contam que caçadores faziam tratos com Anhangá, pedindo ajuda na caça em troca de tabaco.



Já para os jesuítas que chegaram aqui no Brasil, Anhangá era considerada uma figura maligna, comparado demônio da teologia cristã.

Anhangá é muito citado na obra As Aventuras de Tibicurea, de Érico Veríssimo:

"Aos cinco anos fiz minha primeira caçada de tucanos. Mas não me meti fundo no mato, porque tinha medo de encontrar Anhangá, Curupira e os outros espíritos maus."

"O mato todo riu com ele. Riu de mim. Depois o diabo virou três cambalhotas no ar e começou a dançar com toda a velocidade em meu redor. Senti que meus olhos escureciam. Eu mal e mal ouvia a voz de Anhangá, berrando:

- Ninguém pode comigo! Ninguém me vence, nem Tupã!"


Foi dessa figura mitológica que surgiu o nome "rio Anhangabaú" para um ribeirão que corta o estado de São Paulo.

Inicialmente conhecido como Rio das Almas, o rio Anhangabaú era muito temido pelos indígenas da região. Os índios acreditavam que suas águas traziam doenças ao corpo e ao espírito. Essa crença leva a suspeita de que suas águas não eram potáveis.



Teodoro Sampaio, historiador brasileiro, escreveu em uma de suas publicações que o rio era considerado pelos índios como "debedouro das assombrações".

Dizem que você pode ver um Anhangá se andar pela Floresta Amazônica em noite de lua cheia, se você passar por algum lugar mal-assombrado.



A lenda do Anhangá permanece viva até hoje e deve ser mantida para que as futuras gerações conheçam um pouco mais sobre as histórias do nosso país pré-colonização.

Brincando com os mortos

Brincando com os mortos

 

Em uma noite iluminada por uma lua minguante num céu sem estrelas, quatro jovens resolvem fazer o famoso "jogo do copo".

Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa.

- Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma.

O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada.

- O que você quer? Pergunta o segundo jovem:

P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro:

- Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona?

- Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem.

Todos vão embora da casa do rapaz, indignados coma brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas.

Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa:

- Maldito. Porquê você fez isso?

O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho.

Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas gargalhadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa.




Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode.



Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M.

No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça.


por Reinaldo Ferraz

A Lenda do Ouija

 

 

ergunte ao Ouija

 
 


 

A Lenda do Ouija

A palavra Ouija parece vir de uma mistura entre a Alemanha ea França, que nos dá o próprio termo a ser definido. Oui (Sim) e Ja (Sim) são dois termos semelhantes em suas respectivas línguas e não mais uma declaração contundente, daí o seu nome.
La Ouija é uma placa em que estão gravadas e representar todos os caracteres do alfabeto, números de 0-9 e um lugar de destaque em Sim e Não. Essa é a placa de base com a qual é normalmente realizada Ouija em nossa sociedade e cultura, é claro que tudo está sujeito a alterações e acrescentar frases para outros profissionais encurtar o tempo de formação da mensagem e fazer o mais rápido da sessão.
Como um guia de usar uma placa (prancheta) terminou em um ponto ou uma seta, uma máquina de lavar ou outro aparelho que podem desempenhar um papel de apontar. O popular Ouija é aquele que é praticado no nosso casa, desenhada no papel e, como uma prancheta ou splint é usado um copo.
Muitas pessoas se mover neste mundo enigmático de Ouija falta de mínimos conhecimentos essenciais que podem fazer uma sessão de trauma real Ouija para os participantes, Ouija prática pode ser muito perigoso se a sessão não é guiado por um experiente e conhecedor na arte que pode acalmar o humor ea emoção da multidão.
sessões de Ouija prática normalmente muito calma em volta da mesa e com um mínimo quatro participantes, o que não implica uma regra geral. Geralmente a escolha de um quarto silencioso porém, preferem praticar a mais ousada em locais abandonados, cemitérios e outros sombrio locais para criar uma atmosfera.
Os participantes devem assistir às sessões Ouija com um mínimo de segurança e confiança, eles não devem ir com o medo e ter a sessão como um passatempo, para ser dominada pelo contato evento pode ter graves conseqüências. O número de participantes é recomendado normalmente quatro sessões, mas pode ir como um observador para aqueles que praticam o Ouija não encontrá-lo atraente ou não participar.

Preparação para a consulta do Ouija

Há aqueles que tentam purificar o ar queimando incenso ou ervas, outras invocar os anjos guardiães e os santos, há quem já fez uma roda de poder cobrar a estadia energia positiva para cobrir o lugar de defesa contra as más influências e contatos.
Contacto, relaxamento mental depois que os participantes começou com uma pergunta, a pergunta normalmente é o seguinte: Há alguém aí? e se não houver resposta iniciar as perguntas e respostas entre os participantes ea entidade contactada. O conselho vai passar letra por letra, indicando o conteúdo final da mensagem. Em muitos casos, é uma das participantes que, voluntária ou involuntariamente, consciente ou inconscientemente, move e cria o conselho ou distorce a mensagem, neste caso, o contato não é real.
Deve ter um impacto diário de nossas sessões de Ouija recorrer a ele em caso de dúvida ou se em contato com diferentes entidades. O ideal recomendado é sempre ter um especialista neste tipo de meios de contato. O oposto pode ser perigoso.

Veracidade das mensagens recebidas com o Ouija

Algumas pessoas se referem ao tabuleiro Ouija como o amaldiçoado, outros falam de fraude e de histórias de Ouija, bons e maus, quase sempre com admiração como pano de fundo. Há uma variedade de histórias sobre Ouija lenda negra, histórias que têm medo semeadas e medos psicológicos criados entre os seus participantes, medos, em seguida, declarou que no mais inesperado.



A crença na veracidade das mensagens recebidas com o Ouija é uma questão de fé cega, é verdade que em muitos Às vezes, a entidade contatou parece saber muito bem, também é possível, e acontece em muitos casos, contactou a entidade é realmente um dos participantes na sessão. A Ouija não deve ser tomado como uma brincadeira, mas ela está participando de um jogo, é sempre o melhor para atender que é ocupado de um jogo, com uma pesada dose de temor e medo. Nestes casos, a sugestão de que a ficção faz tornar-se uma dura realidade.



Nas sessões de Ouija geralmente contacto entidades diferentes, alguns dizem que são espíritos desencarnados tentando comunicar algo às suas famílias, outros afirmam ser entidades extraterrestres com claro conteúdo contato verde-Pacífico e outras é uma entidade de outra dimensão. No entanto, em diversas ocasiões contato é devido a fraude, ou seja, que a mensagem da entidade alegado é realmente uma mensagem de os participantes ou, simplesmente, a sugestão da psicocinética faz mover o tabuleiro. Menos interessante é o que justifica o movimento do tablet, atribuindo-os aos anjos ou demônios.



Conselhos práticos para aqueles que começam no Ouija:

  • Iniciar as sessões liderada por um especialista sobre o tabuleiro Ouija.
  • Não permitir que as crianças para a prática.
  • Use um copo ao invés de plástico.
  • A paz de espírito.
  • Não se deixe levar pela mensagem do que deve ser um jogo.
As forças astrais inferiores, as forças elementares, ou os espíritos desencarnados são entidades que habitam entre placas de Ouija, mas talvez o verdadeiro perigo está dentro de nossas próprias mentes.

Ouija Virtual | O tabuleiro Ouija

A rua das três meninas

A rua das três meninas

Estava na "Rua das Três Meninas", como popularmente chamavam aquele beco. Deviam ser oito da noite, mas o relógio insistia em assinalar nove e meia. Encostei me num poste apagado. Ajeitei-me entre as sombras, procurando uma maneira de me tornar invisível. Quando consegui, calei. Fiz um silêncio profundo, um vazio de tumba secular. Possivelmente meu coração tenha cessado naquele momento. Então, o mais difícil: esperar.




Sempre compreendi a mente dos assassinos. O sorriso sádico escondido atrás de uma máscara, o ansioso segundo que precede o grito, a paz que o silêncio eterno traz. Justificativas, impulsos e prazer. Todos têm um assassino dentro de si, embora nem todos tenham coragem de libertá-lo. Eu o fiz. Porém, quando meu assassino interior viu seu rosto refletido no meu, deixou-me no chão do banheiro, a faca que usara, ainda ensangüentada, posta ao meu lado. Nunca mais voltou, por mais que eu quisesse. Compreendia os assassinos, e o medo que cada um deles sentia de si mesmo.

A noite precipitara sobre os telhados um pouco mais. Avistei uma estrela agonizante debatendo-se em vão contra a chuva que começava. Um homem dobrou a esquina. Seus passos confessavam a pressa que o pavor provoca. Aquela rua era evitada por quase todos, mesmo durante o dia. Ali, poucos anos atrás, três meninas que haviam se perdido de uma excursão escolar foram brutalmente assassinadas. Os suplícios sofridos por elas e as lendas que foram contadas em torno disso fizeram daquela quase que uma rua deserta. Por isso, causou-me surpresa ver aquela figura solitária, principalmente pela hora avançada.



O homem parou. Encostando-se na parede, aproveitou para tomar fôlego. Claramente fugia de alguém. Porém, como eu descobrira pouco tempo antes, não há aonde ir quando se foge de si mesmo. Era essa a minha dor, era esse o motivo de eu estar ali. Vi uma mancha escorrer pela parede branca quando ele dela se afastou: sangue. Saltei de meu esconderijo de trevas. Era o momento que eu esperava. A palidez de seu rosto ao me ver destacou-o da escuridão. Aparentava pouco mais de quarenta anos. Era magro, e vestia uma camisa imunda e calças já muito velhas. O susto inicial transformou-se em pavor quando comecei a caminhar na direção dele. Teria corrido na direção oposta a que eu vinha, mas a lembrança daquilo de que fugia ainda estava recente. Ao me aproximar, vi que o branco original da camisa que ele vestia havia sido quase que totalmente consumido pelo vermelho de um sangue ainda pulsante. Quase me esquecera de como sangue combinava bem com aquela rua.

Cumprimentei-o, mas minha voz foi diluída pelo ruído da chuva que aumentava. Num impulso, o homem saltou de onde estava e me derrubou. Jogando-se sobre mim, demonstrava força muito maior do que seu tipo aparentava. Atingiu-me diversas vezes no rosto e cabeça. Sentia-me sufocado pelo meu próprio sangue, quando o homem parou subitamente. Apoiou-se contra a parede, e lançou no ar um gemido que me pareceu um misto de dor e desespero. Quando se encontrou sentado, começou a chorar. Dizia coisas desconexas, e mais me pareceu uma criança perdida. Então, vendo-o chorar, lembrei-me daquelas três meninas.




Eram belas, e nada pareciam com aquele idiota que estava na minha frente. Tinham um frescor incomparável, eram doces e singelas. Mas o choro era idêntico ao que eu ouvia agora. Como naquele dia, nada me interessava a não ser nunca mais ouvir aquele som. Ergui-me na chuva, e caminhei até meu oponente desconhecido. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, agarrei-o pelo pescoço, como fizera com a segunda menina. Apertei com força, mas percebi que precisei de muito mais força do que naquele dia.



Saí aquela noite convicto de que nunca mais retornaria para minha casa. Entretanto, fui algoz daquele que deveria ter me libertado de minha prisão carnal. Talvez tenha sido a lembrança, o choro, a camisa dele suja de sangue. Não sei se me redimi ou pequei novamente naquela noite. Só sei que após acordar de uma noite sono tranqüilo como há muito eu não tinha, li no jornal a estranha notícia de um homem encontrado morto na "Rua das Três Meninas". Ele fora estrangulado momentos após estuprar e esquartejar a própria filha.


por ANDREAS DE OLIVEIRA

Desabafo de uma alma perturbada

Desabafo de uma alma perturbada

Definitivamente não acredito em espiritos. Acredito em fantasmas. Pode parecer estranho, mas deixe-me contar minha história para que possa me entender... antes que eles cheguem.




Amanheceu um dia lindo de sol. Abri a janela, respirei fundo e... ouvi dois tiros. Me abaixei rapidamente. Fiquei trêmulo. Permaneci imóvel por uns cinco minutos, de olhos fechados e tapando os ouvidos. Quando abri os olhos, ele estava lá. Olhando para mim com seu rosto pálido e assustador.

Tudo começou nesse dia. Minha mãe voltou correndo para casa para ver se eu estava bem. Disse que um homem tentou assaltar uma moça. O bandido acabou assassinando a jovem e seu filho de dez anos.



Todos os dias ele está ao meu lado. Seu nome era Robson e, como eu já disse, tinha dez anos. Nunca mais dormi uma noite completa de sono depois daqueles dois tiros. Robson fica todas as noites de pé, ao lado da minha cama, me olhando. Ele não fala nada, mas faz muito barulho. Ele bate as portas do guarda roupa, acende as luzes do quarto e espalha minhas roupas.

Já falei com minha mãe sobre ele, mas ela acha que estou inventando desculpas para minha bagunça.

Meu tormento tornou-se maior quando Robson começou a tentar se comunicar comigo. Um dia ele rasgou uma foto dos meus pais ao meio, separando-os. Chorei de raiva e de desespero, mas ele não entendia. Seus olhos ficaram vermelhos de ódio e de sua boca saia um líquido espumoso, que manchava o carpete de casa. Ele avançou contra meu pescoço, mas minha mãe chegou a tempo e ele desapareceu antes que ela o visse. Em outra ocasião, ele pegou a metade da foto com minha mãe e tentou colocar fogo. Por muito pouco não causa um incêndio em meu quarto.




Certa noite, acordei com um som metálico batendo nos móveis. Quando pude perceber, Robson estava de pé, ao lado da minha cama, apontando uma arma para minha cabeça. Não tive tempo de pensar. Ele apertou o gatilho sete vezes e desapareceu. A pistola caiu no chão. Por sorte, não havia munição na arma.

Resolvi mostrar para meus pais a arma e tentar contar o que aconteceu. Durante o café da manhã, mostrei a arma para eles. Minha mãe ficou apavorada. Deixou cair a xícara de café que tomava. Meu pai, um pouco mais calmo, me perguntou onde peguei a arma. Eu apenas disse:

- Uma criança, chamada Robson me deu.

Dessa vez foi meu pai quem ficou nervoso. Suas mãos tremiam sobre as migalhas de pão. Ele me pediu a arma, deixou-a sobre a mesa e disse já com lágrimas nos olhos:

- Preciso contar uma coisa a vocês. Essa criança, o Robson, que te acompanha, é seu irmão. Ele era filho daquela moça que morreu há alguns meses atrás. Eu traí sua mãe, meu filho, e voltei a traí-la há algum tempo atrás, até que o destino acabou com a traição da pior forma possível. Não consigo mais esconder isso. Essa criança me perturba todas as noites. Não posso mais conviver com isso. Peço perdão, minha querid...



Antes de terminar a frase, minha mãe já havia enviado a faca de pão pelo pescoço do meu pai.

- Pensa que não sei, seu desgraçado? Fui eu quem pegou a arma e matou aquela vagabunda e o pivete que você teve com ela! Não agüentava mais isso! Eu precisava por um fim nisso! E hoje eu o farei!

Minha mãe passou a faca nos olhos do papai. Ele tentava gritar, mas o sangue que escorria de sua garganta o impedia de fazer qualquer movimento. Ela mordia suas orelhas, arrancando pedaço por pedaço da carne de seu rosto. Não eram mais meus pais. Eram dois demônios encarnados em pessoas. Corri para meu quarto e me tranquei. Lá, encontrei Robson segurando três cartuchos de munição para a arma. Não tive dúvida: Corri para a cozinha, peguei a arma, carreguei-a e atirei nas costas da minha mãe.




A polícia chegou ao local e não teve dúvidas: Matei meus pais. Hoje vivo trancado aqui no hospital psiquiátrico de Natal. Longe de tudo, da família que me resta, dos amigos e da sanidade mental que eu tinha antes.
por Reinaldo Ferraz
Tenho que encerrar essa história por aqui. Meu pai está aqui do meu lado e me pede para que eu seja breve, pois eles já sabem onde eu estou. Robson e minha mãe estão ai com você, parados do seu lado direito lendo minhas palavras.

Adeus

PADRE MARCELO ROSSI - AS DORES DO SILÊNCIO

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quinta-feira, outubro 31, 2019

Missa Negra

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Missa Negra




Nenhuma simples invenção tem sido tão associada ao satanismo quanto a missa negra. Para dizer que a maior blasfêmia de todas as cerimônias religiosas e nada mais do que uma invenção literária e certamente uma declaração que necessita esclarecimento - mas nada poderia ser mais verdadeiro. O conceito popular da missa negra e assim: um padre depravado permanece em pe diante de um altar consistindo numa mulher nua, seus pernas numa posição de asas de águia e vagina fortemente aberta, em cada uma delas estendidas sôfregas se amoldando uma vela negra feita da gordura de bebes sem batismo, e um cálice contendo a urina de uma prostituta (ou sangue) repousando sobre a sua barriga. Uma cruz invertida suspensa acima do altar e hóstias triangulares de pão de centeio pesado ou nabo manchado de negro eram metodicamente benzidos quando o padre obsequiosamente colocava-os dentro e fora do altar formado pelos lábios genitais da dama.














 Então, como nos narramos, uma invocação de Satã e vários demônios era seguida por um conjunto de rezas e salmos cantados para trás e intercalados com obscenidades... tudo realizado dentro dos limites do desenho de um pentagrama protetor no solo. Se o demônio aparecia era invariavelmente na forma de um homem zeloso com a cabeça de cabra negra sobre os ombros. Então seguia um potpourri de flagelação, da queima
de um livro sagrado, cunilingua, felação, e beijos gerais nas nádegas - tudo feito atrás de recitações chulas da Bíblia Sagrada e cuspições audíveis sobre a cruz! Se um bebe podia ser fragelizado durante o ritual, então muito melhor; como todos sabem, este e o esporte favorito do satanista! Se isto soa repugnante, dai o sucesso das informações da missa negra, em guardar o devoto na igreja, e fácil de entender. Nenhuma pessoa decente podia falhar ao lado dos inquisidores quando eles contavam estas blasfêmias. Os propagandistas da igreja fizeram bem o seu trabalho, informando ao publico uma historia ou outra das heresias e atos abomináveis dos Pagãos,















Cataros, Bogomils, Templarios e outros que, por causa da sua filosofia dualística e algumas lógicas satânicas, tiveram de ser erradicados. A historia de bebes sem batismo sendo seqüestrados por satanistas para uso na missa foram não somente uma propaganda efetiva extensa, mas também supriu uma constante fonte de renda para a Igreja, na forma de pagamento dos batismos. Nenhuma mãe crista poderia, ao ouvir destes diabólicos seqüestradores, deixar de dar o apropriado batismo ao seu filho, rapidamente. Outra faceta da natureza humana foi manifestada no fato de que o escritor ou artista com pensamentos lascivos podia exercitar suas predileções mais obscenas na representação das atividades dos heréticos. O censor que examina toda pornografia na condição de saber o que advertir aos outros e o equivalente moderno do cronista medieval das obras obscenas dos satanistas (e, e claro, de seus modernos jornalistas adversários). Acredita-se que a mais completa livraria de pornografia no mundo esta guardada no Vaticano. O beijo no traseiro do demônio durante a missa negra tradicional e facilmente reconhecida como o precursor do termo moderno usado para descrever alguém que, através do apelo ao outro ego, ganhara materialmente dele. Todas as cerimônias satânicas foram realizadas em direção a muitas metas verdadeiras e materiais,













o oscularam infame (ou beijo da vergonha) foi considerado um requisito simbólico em direção ao sucesso material, antes do que ao espiritual. A suposição usual e que a cerimônia ou ritual satânico e sempre denominado missa negra. Uma missa negra não e a cerimônia mágica praticada pelo satanismo. O satanista poderia empregar o uso de uma missa negra como uma forma de psicodrama. Alem disso, uma missa negra não implica necessariamente que os realizadores são satanistas. Uma missa negra e essencialmente uma parodia dos rituais religiosos da Igreja Romana Católica, mas pode ser livremente aplicada para satirizar qualquer cerimônia religiosa. Para o satanista, a missa negra, em sua blasfêmia dos ritos ortodoxos, nada mais e do que uma redundância. Os ritos de todas as religiões estabelecidas são atualmente parodias de rituais antigos realizados pelos adoradores da terra e da matéria. Na tentativa de assexuar e tirar o aspecto humano dos credos pagãos, mais tarde o homem de fé espiritual ocultou os significados honestos por detrás dos rituais, através de suaves eufemismos agora considerados a "verdadeira missa". Mesmo se o satanista fosse gastar cada noite realizando uma missa negra, ele não estaria realizando uma caricatura mais do que o devoto paroquiano que inconscientemente assiste sua própria "missa negra" - sua trapaça ao honesto e emocionalmente sonoro ritos da antiguidade paga. Qualquer cerimônia considerada missa negra deve efetivamente chocar e ultrajar, pois isto parece ser a medida do seu sucesso. Na Idade Media, blasfemar a santa igreja era terrível. Agora, de qualquer modo, a igreja não apresenta uma imagem inspirando a reverencia feita durante a inquisição. A tradicional missa negra não e mais do que um ultrajante espetáculo para o padre diletante ou renegado que uma vez foi. Se o satanista deseja criar um ritual para blasfemar uma














instituição aceita, para o propósito de psicodrama, ele e cuidadoso em escolher um que não esta em voga para parodiar. Deste modo, ele esta verdadeiramente trilhando a vaca sagrada. Uma missa negra, atualmente, consistiria da blasfêmia de tópicos sagrados como misticismo oriental, psiquiatria, movimentos psicodélicos, ultraliberalismo etc. Patriotismo seria vitorioso, drogas e seus gurus seriam corrompidos, militantes culturais seriam defecados, e a decadência das teologias eclesiásticas poderiam igualmente serem dados ao auxilio satânico. O mágico satânico foi sempre o catalisador da dicotomia necessária para modelar os credos populares e, neste caso, uma cerimônia da natureza da missa negra pode servir como um propósito mágico de alta influência. No ano de 1666, alguns interessantes eventos ocorreram na Franca. Com a morte de François Mansart, o arquiteto do trapezóide, cuja geometria se tornou o protótipo das casas assombradas, o Palácio de Versailles estava sendo construído de acordo com seus planos. A ultima das fascinantes sacerdotisas de Satan, Jeanne-Marie Bouvier (Madame Guyon) estava para ser ofuscada pela oportunista astuta e endurecida mulher de negócios conhecida como Catherine Deshayes, também conhecida por LaVoisin. Neste lugar estava uma embelezadora do passado que, enquanto driblava entre abortos e fornecimento dos mais eficientes venenos para as damas desejosas de eliminar maridos ou amantes indesejados, encontrou nas relatos luxuriosos das "messes noir" uma proverbial solução. E seguro dizer que 1666 foi o ano da primeira missa negra

















comercial! Na região sul de St. Denis, que e chamada agora LaGarenne, uma grande casa murada foi comprada por LaVoisin e adaptada com dispensários, celas, laboratórios e... uma capela. Tão logo se tornou de rigueur para a realeza e diletantes inferiores comparecer e participar de qualquer tipo de ritual mencionado de madrugada na capela. A fraude organizada perpetrada nestas cerimônias se tornou a marca indelével na historia como a "verdadeira missa negra". Quando LaVoisin foi presa em 13 de março de 1679 (na Igreja da Nossa Senhora Abençoadas das Boas Novas, incidentalmente), a morte já tinha sido lançada. As atividades degradadas de LaVoisin suprimiram a majestade do satanismo por muitos anos vindouros. A moda do satanismo para diversão e jogos apareceu na Inglaterra no meio do século dezoito na forma da ordem de Sir Francis Dashwood dos "Medmanham Franciscans", popularmente conhecido como The Hell-Fire Club. Enquanto iluminou o sangue, chifre e velas de gordura de criança das missas dos séculos anteriores, Sir Francis orientou a condução de rituais repletos de diversão bem suja, e certamente o proveu de um colorido e inofensivo psicodrama para muitos guias espirituais do período. Uma interessante peculiaridade de Sir Francis, que emprestou um vestígio de mistério ao clima do Hell-Fire Club, foi um grupo chamado Dilletanti Club, do qual ele foi o fundador. Foi o século dezenove que trouxe confusão ao satanismo, na fraca tentativa de magos brancos tentarem realizar a magia negra. Este foi um período muito paradoxal para o satanismo, com escritores como Baudelaire e Huysmans que, apesar de sua aparente obsessão com o demônio, dando uma boa impressão de seguidores. O demônio desenvolveu sua personalidade luciferiana para o publico ver e, gradualmente, se desenvolveu numa espécie de sala de visitas de cavalheiros.
















Esta era a época dos experts em artes negras, como Eliphas Levi e incontáveis médiuns em transe que, cuidadosamente, delimitava espíritos e demônios, tendo também sucesso em vincular as mentes de muitos que se denominaram parapsicólogos até hoje. Tão longe quanto o satanismo fosse interessante, os sinais mais externos dele foram os ritos neo-pagãos conduzidos por MacGregor Mathers da Hermetic Order of the Golden Dawn e Aleister Crowley na posterior Order of the Silver Star (A. A. - Argentinum Astrum) e Order of Oriental Templars (O. T. O.), que paranoicamente condenou qualquer associação com o satanismo, apesar de Crowley se auto-imposto a imagem da revelação da besta. Ao par de algumas poesias charmosas e conhecimento superficial de antigos objetos mágicos, quando não escalava montanhas Crowley gastava a maior parte do seu tempo como um posado por excelência e trabalhava extraordinariamente em atos pecaminosos. Como seu contemporâneo, Rev. (?) Montague Summers, Crowley obviamente gastou uma grande parte da sua vida com sua língua firmemente enrolada na sua bochecha, mas seus seguidores, hoje, estão de algum modo capazes de ler significados esotéricos dentro de cada palavra. Permanentemente em concorrência com estas sociedades forma os clubes de sexo usando o satanismo como racional - que persiste hoje em dia, para os quais os escritores de jornais populares tem sido gratos. Se parece que a missa negra desenvolvida da invenção literária da igreja, para o comercio depravado da realidade, para um psicodrama de diletantes e iconoclastas, para um ás no buraco da mídia popular... então onde se encontra a verdadeira natureza do satanismo - e quem estava praticando mágica satânica naqueles anos depois de 1666? A resposta deste enigma se assenta em outro. E geralmente a pessoa considerada ser um satanista realmente praticando satanismo em seu verdadeiro senso, ou antes, do ponto de vista tomado pelos















fazedores de opinião da persuasão celestial? Tem sido freqüentemente dito, e certamente e, que todos os livros sobre o demônio tem sido escritos pelos agentes de Deus. E, alem disso, completamente fácil entender como uma certa espécie de adoradores do demônio foi criada através das invenções dos teólogos. O vocábulo equivocado "evil" não e necessariamente pratica do verdadeiro satanismo. Nem e ele a vivida incorporação do elemento do orgulho irrestrito ou majestade de si que lhe deu o mundo pos-pagão a definição sacerdotal de "evil". Ele é o produto pelo qual se elaborou posterior e mais propaganda. O pseudo-satanista sempre dirigiu seu aparecimento através da historia moderna, com missas negras de variados graus de blasfêmia; mas o real satanista não e totalmente fácil de ser reconhecido como um. Seria uma excessiva simplificação dizer que todo homem e mulher cheio de sucesso na terra e, sem saber disto, um satanista praticante; mas a sede do sucesso terreno e a realização do seu objetivo são certamente o terreno para Saint Peter sair do tumulo. Se a entrada do homem rico no céu parece tão difícil quanto o camelo passar pelo olho de uma agulha, então devemos pelo menos assumir que o homem mais poderoso da terra seja o maior satanista. Isto se aplica a financeiros, industriais, papas, poetas, ditadores, e todas os variados fazedores de opinião e marechais de campo das atividades mundiais. Ocasionalmente, através de vazamentos, um destes homens ou mulheres enigmáticos da terra serão encontrados tendo feito artes negras. Estes, e claro, são trazidos à luz como homens misteriosos da historia. Nomes como Rasputin, Zaharoff, Cagliostro, Rosenberg e suas














espécies são elos - indícios, assim dizendo, do verdadeiro legado de Satan... um legado que transcende as diferenças éticas, raciais e econômicas e as ideologias temporais muito bem. O satanista sempre regeu a terra... e sempre o fará, por qualquer nome que ele seja chamado. Uma coisa permanece certa: os padrões, filosofia e praticas assentadas nestas paginas são aquelas empregadas pelos homens mais auto-realizados e poderosos da terra. No segredo do pensamento de cada homem ou mulher, ainda motivado pelas mentes sadias e sem nevoas, reside o potencial do satanista, como sempre tem sido. O sinal dos chifres deve aparecer para muitos, agora, melhor que poucos; e o mágico seguira adiante para que possa ser reconhecido.

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