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terça-feira, maio 14, 2019

Garota do Incêndio

Em 19 de novembro de 1995, a prefeitura da cidade inglesa de Wen foi destruída pelas chamas. O fotógrafo amador Tony O'Rahilly empunhou sua máquina e tirou diversas fotos deste acontecimento.
Sua surpresa foi que, ao revelar as fotos, ele constatou que em uma delas havia nitidamente uma menina, envolta pelas chamas.
As pessoas começaram a especular que seria o espírito de Jane Churm, uma menina que morrei queimada na região, quando um grande incêndio destruiu diversas casa e vitimou várias pessoas no ano de 1677.
Tentei procurar mais informações, como por exemplo, por que a foto está em preto e branco, já que ela foi tirada no ano de 1995.... Caso alguém saiba o porque, deixe uma mensagem nas opiniões.

Veja a garota na porta, em meio as chamas do incêndio
Abaixo você pode assistir 2 vídeos, em inglês, que conta toda a história desta tragédia e tenta solucionar o mistério desta fotografia.
Fontes:
- Revista Mundo Estranho, Edição 83 - Janeiro/2009
- Youtube

segunda-feira, maio 13, 2019

O Barril de Amontilado

O Barril de Amontilado

Suportei o melhor que pude as mil e uma injúrias de Fortunato; mas quando começou a entrar pelo insulto, jurei vingança. Vós, que tão bem conheceis a natureza da minha índole, não ireis supor que me limitei a ameaçar. Acabaria por vingar-me; isto era ponto definitivamente assente, e a própria determinação com que o decidi afastava toda e qualquer ideia de risco. Devia não só castigar, mas castigar ficando impune. Um agravo não é vingado quando a vingança surpreende o vingador. E fica igualmente por vingar quando o vingador não consegue fazer-se reconhecer como tal àquele que o ofendeu.

Deve compreender-se que nem por palavras, nem por atos, dei motivos a Fortunato para duvidar da minha afeição. Continuei, como era meu desejo, a rir-me para ele, que não compreendia que o meu sorriso resultava agora da ideia da sua imolação.

Tinha um ponto fraco, este Fortunato sendo embora, sob outros aspectos, homem digno de respeito e mesmo de receio. Orgulhava-se da sua qualidade de entendido em vinhos. Poucos italianos possuem o verdadeiro espírito de virtuosidade. Na sua maior parte, o seu entusiasmo é adaptado às circunstâncias de tempo e de oportunidade para ludibriar milionários britânicos e austríacos. Em pintura e pedras preciosas, Fortunato, à semelhança dos seus concidadãos, era um charlatão, mas na questão de vinhos era entendido. Neste aspecto eu não diferia substancialmente dele: eu próprio era entendido em vinhos de reserva italianos, e comprava-os em grandes quantidades sempre que podia.

Foi ao escurecer, numa tarde de grande loucura pelo carnaval, que encontrei o meu amigo. Acolheu-me com excessivo calor, pois bebera demais. Trajava de bufão; uma roupa justa e parcialmente às tiras, levando na cabeça um barrete cônico com guizos. Fiquei tão contente de o ver que julguei que nunca mais parava de lhe apertar a mão.

- Meu caro Fortunato - disse eu -, ainda bem que o encontro. Você tem hoje uma aparência notável! Saiba que recebi um barril de um vinho que passa por ser Amontilado; mas tenho cá as minhas dúvidas.

- O quê? - disse ele - Amontilado? Um barril? Impossível! E em pleno Carnaval!

- Tenho as minhas dúvidas - respondi -, e estupidamente paguei o verdadeiro preço do Amontilado sem ter consultado o meu amigo. Não o consegui encontrar e tinha receio de perder o negócio!

- Amontilado!

- Tenho as minhas dúvidas - insisti.

- Amontilado!

- E tenho de as resolver.

- Amontilado!

- Como vejo que está ocupado, vou procurar Luchesi. Se existe alguém com espírito crítico, é ele. Ele me dirá.

- Luchesi não distingue Amontilado de xerez.

- No entanto, há muito idiota que acha que o seu gosto desafia o do meu amigo.

- Venha, vamos lá.

- Aonde?

- À sua cave.

- Não, meu amigo, não exigiria tanto da sua bondade. Vejo que tem compromissos. Luchesi...

- Não tenho compromisso nenhum, vamos.

- Não, meu amigo. Não será o compromisso, mas aquele frio terrível que bem sei que o aflige. A cave é insuportavelmente húmida. Está coberta de salitre.

- Mesmo assim, vamos lá. O frio não é nada. Amontilado! Você foi ludibriado. E quanto a Luchesi, não distingue xerez de Amontilado.

Assim falando, Fortunato pegou-me pelo braço. Depois de pôr uma máscara de seda preta e de envergar um roquelaire cingido ao corpo, tive que suportar-lhe a pressa que levava a caminho do meu palacete. Não havia criados em casa; tinham desaparecido todos para festejar aquela quadra. Eu tinha-lhes dito que não voltaria senão de manhã e dera-lhes ordens explícitas para se não afastarem de casa. Ordens essas que foram o suficiente, disso estava eu certo, para assegurar o rápido desaparecimento de todos eles, mal voltara costas.

Retirei das arandelas dois archotes e, dando um a Fortunato, conduzi-o através de diversos compartimentos até à entrada das caves. Desci uma grande escada em caracol e pedi-lhe que se acautelasse enquanto me seguia. Quando chegamos ao fim da descida encontrávamo-nos ambos sobre o chão húmido das catacumbas dos Montresores. O andar do meu amigo era irregular e os guizos da capa tilintavam quando se movia.

- O barril? - perguntou.

- Está lá mais para diante - disse eu -, mas veja a teia branca de aranha que cintila nas paredes da cave.

Voltou-se para mim e pousou nos meus olhos duas órbitas enevoadas pelos fumos da intoxicação.

- Salitre? - perguntou por fim.

- Sim - respondi. - Há quanto tempo tem essa tosse?

- Hâg!, hâg!, hâg! Hâg!, hâg!, hâg!

O meu amigo ficou sem poder responder-me durante bastante tempo.

- Não é nada - acabou por dizer.

- Venha - disse-lhe com decisão. - Retrocedamos, a sua saúde é preciosa. Você é rico, respeitado, admirado, amado; você é feliz como eu já o fui em tempos. Você é um homem cuja falta se sentiria. Quanto a mim, não importa. Retrocedamos. Ainda é capaz de adoecer e não quero assumir tal responsabilidade. Além disso, há Luchesi...

- Basta! - replicou. - A tosse não é nada, não me vai matar. Não vou morrer por causa da tosse.

- Pois decerto que não, pois decerto - respondi -; não é minha intenção alarmá-lo desnecessariamente, mas deve usar de cautela. Um gole deste médoc defender-nos-á da humidade. Quebrei o gargalo de uma garrafa que retirei de uma longa fila de muitas outras iguais que jaziam no bolor.

- Beba - disse, apresentando-lhe o vinho.

Levou-o aos lábios, olhando-me de soslaio. Fez uma pausa e abanou a cabeça significativamente, enquanto os guizos tilintavam.

- Bebo - disse - aos mortos que repousam à nossa volta.

- E eu para que você viva muito.

Novamente me tomou pelo braço e prosseguimos.

- Estas catacumbas são enormes - disse ele.

- Os Montresores - respondi - constituíam uma família grande e numerosa.

- Não me lembro do vosso brasão.

- Um enorme pé humano, de ouro, em campo azul; o pé esmaga uma serpente rampante cujas presas estão ferradas no calcanhar.

- E a divisa?

- Nemo me impune lacessit.

- Ótimo! - disse ele.

O vinho brilhava no seu olhar e os guizos tilintavam. A minha própria disposição melhorara com o médoc. Tinha passado por entre paredes de ossos empilhados, à mistura com pipas e barris, nos mais recônditos escaninhos das catacumbas. Parei novamente e desta vez fiz questão de segurar Fortunato por um braço, acima do cotovelo.

- Salitre! - disse eu -, veja como aumenta. Parece musgo nas abóbadas. Estamos sob o leito do rio. As gotas de humidade escorrem por entre os ossos. Venha, vamo-nos embora que já é muito tarde. A sua tosse...

- Não faz mal - retorquiu -, continuaremos. Antes, porém, mais um trago de médoc. Abri e passei-lhe uma garrafa de De Grâve. Despejou-a de um trago. Os olhos brilharam-lhe com um fulgor feroz. Riu e atirou a garrafa ao ar, com uns gestos que não entendi. Olhei-o surpreso. Repetiu o movimento grotesco.

- Não compreende?

- Não, não compreendo - respondi.

- Então não pertence à irmandade.

- Como?

- Quero eu dizer que não pertence à Maçonaria.

- Sim, sim - disse -, sim, pertenço.

- Você? Impossível! Um maçom?

- Sim, um maçom - respondi.

- Um sinal - disse ele.

- Aqui o tem - retorqui, mostrando uma colher de pedreiro que retirei das dobras do meu roquelaire.

- Está brincando - exclamou, recuando alguns passos. - Mas vamos lá, ao Amontilado.

- Assim seja - disse eu, tornando a colocar a ferramenta sob a capa e tornando a oferecer-lhe o meu braço. Apoiou-se nele pesadamente. Continuamos o nosso caminho à procura do Amontilado. Passamos por uma série de arcos baixos, descemos, atravessamos outros, descemos novamente e chegamos a uma profunda cripta na qual a rarefacção do ar fazia com que os archotes reluzissem em vez de arderem em chama. No ponto mais afastado da cripta havia uma outra cripta menos espaçosa. As paredes tinham sido forradas com despojos humanos, empilhados até à abóbada, à maneira das grandes catacumbas de Paris. Três das paredes desta cripta interior estavam ainda ornamentadas desta maneira. Na quarta parede, os ossos tinham sido derrubados e jaziam promiscuamente no solo, formando num ponto um montículo de certo vulto. Nessa parede assim exposta pela remoção dos ossos, percebia-se um recesso ainda mais recôndito, com um metro e vinte centímetros de fundo, noventa centímetros de largo e um metro e oitenta a dois metros e dez de alto. Parecia não ter sido construído com qualquer fim específico, constituindo apenas o intervalo entre dois dos colossais suportes do teto das catacumbas, e era limitado, ao fundo, por uma das paredes circundantes em granito sólido. Foi em vão que Fortunato, levantando o seu tíbio archote, tentou sondar a profundidade do recesso. A enfraquecida luz não nos permitia ver-lhe o fim.

- Continue - disse eu -, o Amontilado está aí dentro. Quanto a Luchesi...

- É um ignorante - interrompeu o meu amigo, enquanto avançava, vacilante, seguido por mim. Num instante atingira o extremo do nicho, e vendo que não podia continuar por causa da rocha, ficou estupidamente desorientado. Um momento mais e tinha-o agrilhoado ao granito. Havia na parede dois grampos de ferro, distantes um do outro, na horizontal, cerca de sessenta centímetros. De um deles pendia uma pequena corrente e do outro um cadeado. Lançar-lhe a corrente em volta da cintura e fechá-la foi obra de poucos segundos. Ficara demasiado surpreendido para oferecer resistência. Retirei a chave e recuei.

- Passe a mão pela parede - disse eu. - Não deixará de sentir o salitre. Na realidade está muito húmido. Mais uma vez lhe suplico que nos retiremos. Não lhe convém? Nesse caso, tenho realmente de o deixar. Mas, primeiro, quero prestar-lhe todas as pequenas atenções ao meu alcance.

- O Amontilado! - berrou o meu amigo, que se não recompusera ainda do espanto em que se encontrava.

- É verdade - respondi. - O Amontilado.

Ao dizer isto, pus-me a procurar com todo o afã por entre as pilhas de ossos de que já falei. Atirando com eles para o lado, pus a descoberto uma quantidade de pedras e argamassa. Com estes materiais e com a ajuda da minha trolha, comecei a entaipar com todo o vigor a entrada do nicho. Mal tinha colocado a primeira fiada de pedras quando descobri que a embriaguez de Fortunato tinha em grande parte desaparecido. A este respeito, o primeiro indício foi-me dado por um longo gemido vindo da profundidade do recesso. Não era o gemido de um ébrio. Sucedeu-se um prolongado e obstinado silêncio. Pus a segunda fiada de pedras, a terceira e a quarta. Em seguida ouvi as vibrações furiosas da corrente. O ruído prolongou-se por alguns minutos, durante os quais, para me ser possível ouvi-lo com maior satisfação, suspendi a minha tarefa e sentei-me no montículo de ossos. Quando finalmente cessou o tilintar, retomei a trolha e completei sem interrupção a quinta, a sexta e a sétima fiadas. A parede estava agora quase ao nível do meu peito. Parei novamente e, elevando o archote acima do parapeito, fiz incidir alguns raios de luz sobre a figura que lá estava dentro.

Uma sucessão de gritos altos e agudos, irrompendo de súbito da garganta da figura agrilhoada, quase me atirou violentamente para trás. Por um breve momento hesitei, tremi. Desembainhei o florete e com ele comecei a tatear o recesso, mas bastou pensar um momento para voltar a sentir-me seguro. Coloquei a mão sobre a sólida construção das catacumbas e fiquei satisfeito. Tornei a aproximar-me da parede. Respondi aos gritos daquele que clamava. Repeti-os como um eco, juntei-me a eles, ultrapassei-os em volume e força. Depois disto, o outro sossegou.

Era agora meia-noite e a minha tarefa aproximava-se do fim. Completara já a oitava, a nona e a décima fiadas. Tinha acabado uma porção da décima primeira e última; faltava apenas colocar e fixar uma pequena pedra. Lutava com o seu peso; coloquei-a parcialmente na posição que lhe cabia. Soltou-se então do nicho um riso abafado que me arrepiou os cabelos. Seguiu-se uma voz triste que tive dificuldade em reconhecer como sendo a do nobre Fortunato. Dizia aquela voz:

- Ah!, ah!, ah!, eh!, eh!, boa piada, de fato, excelente gracejo. Havemos de rir bastante acerca disto, lá no palácio, eh!, eh!, eh!, acerca do nosso vinho, eh!, eh!, eh!

- O Amontilado? - disse eu.

- Eh!, eh!, eh!, eh!, eh!, eh!, sim, o Amontilado. Mas não estará a fazer-se tarde? Não estarão à nossa espera no palácio lady Fortunato e os convidados? Vamo-nos embora.

- Sim - disse eu -, vamo-nos.

- Pelo amor de Deus, Montresor!

- Sim - disse eu -, pelo amor de Deus!

Em vão esperei uma resposta a estas palavras. Comecei a ficar impaciente. Chamei em voz alta:

- Fortunato!

Não obtive resposta. Chamei novamente:

- Fortunato!

Continuei sem resposta. Meti um archote pela pequena abertura e deixei-o cair lá dentro. Em resposta ouvi apenas um tilintar de guizos. Senti o coração oprimido, dada a forte humidade das catacumbas. Apressei-me a pôr fim à minha tarefa. Forcei a última pedra no buraco, e fixei-a com a argamassa. De encontro a esta nova parede tornei a colocar a velha muralha de ossos. Durante meio século nenhum mortal os perturbou. In pace requiescat!


por Edgar Allan Poe

Tire proveito do lado bom da Raiva .

Tire proveito do lado bom da Raiva .

http://www.youtube.com/watch?v=Ls-90yl7x1g&feature=related clic no link para ver tela inteira vale a pena




texto de Rosana Ferreira


A raiva não parece nada positiva quando a gente se depara com uma pessoa descontrolada ou quando o sentimento chega e a vontade é sair batendo no primeiro que estiver pela frente.

Mas, acredite, esse movimento pode ser transformado em força e usado para o seu bem.

Portanto, da próxima vez que você ficar bravo, pare e pense antes de qualquer reação.



Isso pode valer a sua saúde.


Se a raiva surgir por motivos corretos, ficar bravo pode ser bom para solucionar problemas, agir com rapidez ou produzir mais. "Ela nos torna muito produtivos", disse a psicóloga. Mas isso acontece quando se sabe lidar com esse sentimento, fazendo com que toda a energia provocada por ele se transforme em força motriz para resolver o problema de forma controlada, sem explosões de fúria. Afinal, atitudes intempestivas tiram a razão de qualquer um.


Em primeiro lugar, a raiva está longe de ser algo sem função, que deve ser combatido. É um sinal e visa proteger as pessoas. No embate do certo e errado no dia a dia, a raiva avisa que algo está errado e é preciso reagir. "É o sentimento da força e da ação, como um motor", disse a psicóloga e consultora organizacional Edna Peracini.

Lidar com o problema



Se a raiva se manifesta por razões pelas quais não se tem controle, é improdutiva. Se diante de um problema você começa a ficar irritado, seu sangue é bombeado mais rápido, fica vermelho, com as mãos umedecidas e o punho cerrado, você está com raiva. Há três modos de lidar com a situação, que determinam se ela pode ser boa para você: controlá-la, expressá-la ou retê-la.

No primeiro caso, a psicóloga ensina que ficar com raiva de situações que não se pode mudar não leva a lugar algum. Se você não pode fazer desaparecer todos os carros da sua frente no trânsito para chegar a tempo no compromisso, por exemplo, respire fundo, ouça uma música legal, leia o jornal do dia enquanto está parado ou pense em alguém de que gosta. "As pessoas acumulam a raiva sentida em situações irreversíveis porque não desenvolvem esse recurso de autocontrole. É preciso voltar a mente para o que você consegue mudar." Em situações passíveis de mudanças, portanto, é importante transformar a força da raiva em ação e comunicar o seu sentimento para reverter o que incomoda. "Se tem um problema com alguém, encontre a melhor forma de falar. Não precisa fazer escândalo. Fale algo do tipo: 'A sua atitude me fez ficar com raiva'", disse.

A segunda alternativa se manifesta na forma de fúria, o que não é bom para você nem para quem está ao seu lado, porque há uma grande chance de perder o controle da situação. "A explosão também pode ser causada depois de engolir muitos sapos", disse.
Aliás, há muitas pessoas que "engolem o sapo" o tempo todo e deixam por isso mesmo, retendo o sentimento. "Elas têm dificuldade de expressar a raiva e vivem emburradas e enfezadas. Guardam esse sentimento que pode se transformar numa doença, como gastrite, úlcera, depressão e até infarto", disse Edna.

Isso explica uma pesquisa feita na Southern California University e no Centro Médico Cedars-Sinai, nos Estados Unidos, que mostrou que a raiva pode levar a doenças do coração devido a alterações no fluxo sanguíneo. O principal órgão afetado pela raiva é o fígado, que pode "reclamar" em forma de dor, amargor na boca ou dor de cabeça. 

Dicas



.


A psicóloga dá sugestões para o autoconhecimento e a tentativa de lidar com problema sozinho.


Muitas pessoas, porém, não conseguem e precisam de ajuda profissional.


Na terapia, são aplicadas também técnicas para extravasar a raiva, como gritar, esmurrar um travesseiro e fazer movimentos com braços e pernas.

É importante perceber em que momento esses sintomas aparecem e identificar as situações que interferem nos sentimentos e na saúde.

Para isso, pergunte-se:


1: Se faça é raiva mesmo ou outro sentimento (angústia ou medo).


2: Se há solução para o problema.


3: Se pode crescer com tudo isso.


Fonte: Noticias Terra


http://www.youtube.com/watch?v=bHUH8cP7p90

dicas .Quer ficar com a aparência mais jovem?


Quer ficar com a aparência mais jovem?


Quando os seus dentes estão na posição correta, os músculos do rosto estarão realizando o trabalho necessário e esta dupla dentes e músculos proporcionarão o aspecto jovial e saudável que você tanto procura.
Com o passar dos anos a pele perde colágeno e elastina que conferem a ela força e elasticidade respectivamente, o sentido do envelhecimento no rosto é da raiz do cabelo para as sobrancelhas e das orelhas para a boca e queixo. Ao trabalharmos a musculatura da face e pescoço é possível que esta musculatura que se encontra alongada volte ao seu estado normal tornando seu rosto mais jovial e se além deste procedimento você cuidar do encaixe das arcadas dentárias o resultado será melhor ainda.
Confira na tabela abaixo o que o fonoaudiólogo e o dentista podem fazer para ajudá-lo a ficar mais jovem:  
PÁLPEBRAS
CAÍDAS

As arcadas superior e inferior têm influência direta no feixe de músculo que contorna os olhos, caso o encaixe esteja errado as pálpebras caem, o olhar fica inexpressivo e você ficará com a aparência envelhecida. Além de trabalhar a musculatura da face com o fonoaudiólogo é interessante que o dentista avalie o encaixe das suas arcadas.

SULCOS
AO LADO DA
BOCA

Os músculos faciais mais alongados acentuam os sulcos do nariz até o canto da boca, o trabalho muscular irá devolver a estes músculos seu estado normal de contração enquanto que o dentista irá restaurar a altura dos dentes e a inclinação dos dentes da frente.

BOCHECHAS
FLÁCIDAS

Ao mastigarmos apenas de um lado a musculatura do outro lado do rosto fica flácida é importante verificar a posição da mandíbula, o contato prematuro de alguns dentes antes dos demais, aqui cabe um grande estudo, podendo ser necessário aparelho ortodôntico ou próteses ou implantes entre outros.

PAPADA

Com o tempo há desgaste dos dentes, principalmente os do fundo, a musculatura do rosto fica mais flácida assim como a musculatura da língua, é recomendável mastigarmos alimentos mais duros além de engolir utilizando a musculatura da língua evitando utilizar também a musculatura ao redor da boca. O encaixe das arcadas, a altura dos dentes, a restauração de determinados dentes além de outros procedimentos odontológicos aliados a uma mastigação e deglutição eficientes poderão resolver o seu problema de papada.


prazeres que deixam nossa vida melhor

Alguns prazeres que deixam nossa vida melhor

Dormir em um dia chuvoso:

Enquanto a chuva bate de leve contra a janela, você coxilar com a cabeça mergulhada naquele travesseiro. O som é suave e sua cama se sente como um santuário. Não há nenhum lugar onde você preferiria estar (ou não)
Encontrar dinheiro que você não sabia que tinha:

Encontrando o dinheiro que Você não sabia que você tinha: Você chega em seu bolso e encontrar uma nota de vinte Reais desde a última vez que você usou esses jeans. Você não é rico, mas você é mais rico do que você estava um segundo mais cedo.
Olhada Fatal:

Fazendo aquele contacto visual com alguém do sexo oposto: você passar por ela na rua ou no metrô. Ela(ele) olha para você momentaneamente, fazer contato visual direto de uma forma que parece comunicar uma curiosidade sutil. Por uma fração de segundo, ele te faz pensar ... e então ele se foi.
Receber um pacote um carta por Correio:

E-mail se tornou a principal fonte de comunicação escrita. A maioria dos email estes dias é lixo eletrônico. Quando você verificar o correio e encontrar uma verdadeira carta ou pacote a partir de alguém que você conhece, a emoção toma conta de você, que você ja rasga o pacote.
Contar uma história engraçada ou interessante:

Um dos papéis mais atraentes que você leva da vida é a do contador de histórias. Você adora compartilhar histórias, especialmente aquelas que irá cativar o seu público com uma curiosidade profunda e humor. Existem poucas coisas mais satisfatório do que contar uma história verdadeira que os outros gostam de ouvir.
Ouvir a Musica Certa no Momento Certo:

Não importa qual ritmo é, ao ouvir a música certa no momento certo é um desses prazeres simples da vida que imediatamente levanta o seu espírito. Você poderia estar dirigindo para casa do trabalho, saindo de um bar com os amigos, ou de bobeira. Quando a canção chocalhos seus 
tímpanos, todo o significado da vida parece simples. 
O primeiro gole de uma bebida Quando você está sedento:

Você acabou de suar muito ou fazer uma caminhada longa. A única coisa em sua mente é um copo gelado de água. Quando você está realmente, realmente sedento, que o primeiro gole de qualquer bebida líquido é felicidade pura.
Dar uma olhada a mais do que deveria no sexo oposto:

Para os rapazes, que é quando a garçonete se inclina um pouco longe demais. Para as meninas que está vendo aquele cara aficionado em um Speedo. De qualquer maneira, quando você vê um pouco de pele mais do que você estava esperando no sexo oposto, você não pode deixar de sorrir por dentro.
Perceber que você tem mais tempo para dormir:

Algo desperta abruptamente e você acha que é hora de se levantar. Então você esta sonolento mais em seu despertador consegue perceber que você ainda tem mais duas horas para dormir. Um caloroso, eufórico, sentimento que o seu corpo gera enquanto você desliza graciosamente de volta para seus sonhos.
Uma bela vista:

Quando o carro vira em torno, do lado da montanha, você pode olhar para fora da janela do passageiro. É um dia claro, ensolarado e você pode ver todo o vale abaixo cheios de flores e vegetação verde brilhante. O cenário lembra de algo que você viu uma vez na National Geographic. Mas aqui está vivo, bem diante dos seus olhos.

a mais bela flor

O estacionamento estava deserto quando me sentei para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho.
Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois o mundo estava tentando me afundar.
E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar. Ele parou
na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:
- "Veja o que encontrei".
Na sua mão uma flor, e que visão lamentável, pétalas caídas, pouca água ou luz.
Querendo me ver livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e me virei. Mas ao invés de recuar ele se
sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:
- "O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei;
ei-la, é sua."
A flor à minha frente estava morta ou morrendo, nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho,
mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá.
Então me estendi para pegá-la e respondi:
- O que eu precisava.
Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão. Nessa hora notei, pela
primeira vez, que o garoto era cego, que não podia ver o que tinha nas mãos.
Ouvi minha voz sumir, lágrimas despontaram ao sol enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele
jardim.
- "De nada", ele sorriu.
E então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve em meu dia. Me sentei e pus-me a pensar como ele
conseguiu enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho.
Como ele sabia do meu sofrimento auto-indulgente?
Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão.
Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU.
E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciei cada segundo
que é só meu.
E então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela rosa, e sorri enquanto via aquele
garoto, com outra flor em suas mãos, prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade.

Instruções para uma vida feliz

Instruções para toda a vida


1. Leve em consideração que grandes amores e
conquistas envolvem grande risco.

2. Quando você perde, não perca a lição.


3. Siga os três R's:
* Respeito a si mesmo
* Respeito aos outros
* Responsabilidade por todas suas ações

4. Lembre-se que não conseguir o que você quer é
algumas vezes um grande lance de sorte.

5. Aprenda as regras de maneira a saber
quebrá-las da maneira mais
apropriada.

6. Não deixe uma disputa por questões menores
ferir um grande amigo.

7. Quando você perceber que cometeu um erro,
tome providências imediatas para corrigi-lo.

8. Passe algum tempo sozinho todos os dias.

9. Abra seus braços para mudanças, sem abrir mão
de seus valores.

10. Lembre-se que o silêncio é algumas vezes a
melhor resposta.

11. Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando
você ficar mais velho e
pensar no passado, poderá obter prazer uma
segunda vez.

12. Uma atmosfera de amor em sua casa é o
fundamento para sua vida.

13. Em discordâncias com entes queridos, trate
apenas da situação
corrente.Não levante questões passadas.

14. Compartilhe o seu conhecimento. Esta é uma
maneira de alcançar a
imortalidade.

15. Seja gentil com a terra.

16. Uma vez por ano, vá a algum lugar que você
nunca esteve antes.

17. Lembre-se que o melhor relacionamento é
aquele em que o amor mútuo excede o amor que cada um precisa do outro.

18. Julgue o seu sucesso por aquilo que você
teve que abrir mão para
consegui-lo.

19. Entregue-se total e irrestritamente ao amor
e a cozinha.

Horóscopo Previsão de hoje para 18/06

Áries

A Lua ingressa hoje no signo de Touro o adverte para que controle seus impulsos principalmente para gastar dinheiro. A área financeira merece essa atenção especial. Evite sair gastando compulsivamente, para satisfazer seus desejos.

Touro

Bom dia para você dar uma mudada geral no seu visual quando a Lua ingressar em seu signo. Mesmo que seja um corte de cabelo, ou um toque diferente no seu modo de se pentear, pode ser o que você está precisando para ficar mais atraente.

Gêmeos
Quando hoje a Lua entrar no signo de Touro, tenha um dia diferente do que está habituado, quietinho. O melhor a fazer neste dia, é ficar mais calmo, recolhido no seu canto, curtindo uma música tranqüila. Faça uma revisão dos últimos dias.

Câncer

Toda iniciativa que tomar hoje, especialmente com grupos e amigos, pode ser positiva já que a Lua ocupa esta área de seu mapa. De qualquer forma, é importante que você se dedique a assuntos de ordem comum e sentido humanitário.

Leão

A Lua ingressa no signo de Touro em perfeita harmonia com Plutão e dá a você hoje posição de destaque no trabalho. É bem possível que receba elogios de pessoas por seu desempenho nas atividades que vem desenvolvendo.

Virgem

O virginiano tem um dia em que novas metas estarão tomando forma. Plutão com Lua o ajuda na concretização de seus projetos. Você precisa ser mais alegre e acreditar que está num momento novo com mais espaço para seu crescimento.

Libra

A posição dos planetas hoje no céu atinge seu signo de modo profundo. Procure repensar sobre os valores e os valores das pessoas diretamente ligadas a você. Veja também qual papel a pessoa amada exerce em sua vida. Seja sensato.

Escorpião
Sua área de relacionamentos está em destaque hoje com Lua ocupando o signo oposto ao seu, mas é fundamental que você coloque tenha a visão real de sua relação a dois. Deixe as emoções abrandarem para evitar conflito com a pessoa amada.

Sagitário

Uma mudança na sua rotina, dando espaço às novas vibrações, é o que tem de melhor para lhe acontecer num dia como o de hoje. Aproveite que tudo favorece esta questão, e tente começar algo novo, mas com seriedade e perseverança.

Capricórnio

Para ter um namoro gostoso, o conservador capricorniano deve dar prioridade à liberdade de cada um na relação em que vivem. Se tiver clara esta idéia de individualidade, o dia será ótimo para namorar. Saiba olhar o lado bom da vida.

Aquário

Touro recebe a Lua na sua área doméstica e pede que você observe suas raízes. Hoje é um ótimo dia para começar a fazer mudanças em assuntos que envolvem sua família e você tem energia para isso. Aproveite para renovar os relacionamentos.

Peixes

Pisciano, cuidado ao falar hoje para usar as palavras adequadas no que precisar. Você é distraído demais porém Plutão hoje o aconselha a estar atento para evitar mal-entendidos. O dia é bom para assinar papéis concluindo negócios.

SAIBA QUAIS SERÃO OS ESTADOS ATINGIDOS.. CARLINHOS VIDENTE



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Alforría

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Alforría
Pelo espírito de Pai João de Aruanda.
Cap. 8 - Um planejamento para realizar sua felicidade.

por Maria Rodrigues do Amaral
Meus filhos costumam presumir que as pessoas realizadas, felizes ou com sucesso na vida já nascem assim, prontas. Mas há grande engano nessa forma de pensar. Ninguém no mundo nasce pronto ou realizado. Tudo o que somos ou possuímos é resultado de trabalho e muito empenho, mesmo que ninguém saiba de nosso individual ou esforço permanentes. Outros ainda julgam, que as pessoas infelizes são predestinadas à infelicidade ou que, então, já nasceram assim. É outro engano.
Os que são classificados como felizes em seus empreendimentos,meu filho, são indivíduos que se permitiram viver vitoriosamente. Adotaram uma forma de ver a vida, e suas atitude apenas intensifica e reafirma seu estado de espírito.A vitória, sob todos os aspectos, é um estado de espírito, que pode ser cultivado,incentivado, mas jamais creditado na conta de quem não se esforçou.
Para que qualquer negocio de certo é preciso um planejamento, uma estratégia que faça com que os planos sejam realizados um a um. Passe a observar as pessoas que você admira, portadoras de sucesso profissional, financeiro ou espiritual. Elas planejam suas ações de forma minuciosa. Mesmo a vida espiritual ou emocional de meu filho requer um plano de ação; do contrário, você ficará a deriva indefinidamente.
Vamos analisar um exemplo. Quando Deus nosso Senhor fez o Mundo, houve um Divino Planejamento. Se reparar bem, todas as coisas no Universo guardam em si certo mapa de ação, que qualquer observador atento poderá descobrir. Os átomos, como a ciência de meus filhos sabe hoje tem, a mesma configuração dos astros que estão no espaço.- tal a realidade dos mundos no espaço, tal a realidade das coisas simples e pequenas da Terra. Isso mostra a existência de um plano diretor, de uma estratégia utilizada pelo Criador para a realização da vida no palco do Universo. Ao descrever a criação do mundo em sete dias, seis de trabalho e um de repouso, pode-se entender que o Gênesis quis mostrar que a tarefa foi dividida em etapas. Note-se ainda que a sucessão de eventos obedece a uma seqüência coerente e a um planejamento- iniciando pela criação do Céu e da Terra.
O que podemos extrair disso tudo, meu filho ?
Sem duvida, o mundo à nossa volta deixa patente que há necessidade de fazer um planejamento e de ter uma estratégia para alcançar qualquer objetivo que seja. Por que motivo seria diferente com você meu filho, que está procurando realizar sua felicidade?
Nego- velho quer dizer que planejar significa organizar as idéias, definir o que você deseja da vida. Não se pode ir investindo na vida de maneire desorganizada, Quem semeia desordem, colhe infelicidade e complicações.
O essencial, meu filho, é que você peça a Deus sabedoria para perceber em que sentido fluem as águas da vida. Depois basta investir numa estratégia para realçar aquilo de bom que sabe fazer, realizar com satisfação e qualidade o que for possível e então colher os frutos do empreendimento. No tocante ao aspecto espiritual, por que você se inquieta procurando ser algo, se não foi programado para isso pela providencia Divina? Isso é nadar contra as correntes da harmonia!
Reconheça em você, aquilo que sabe fazer. Cada peça e todas juntas desempenhando corretamente sua função, são importantes ao bom funcionamento da engrenagem.
É comum ver pessoas boas que se dão mal na vida a pensar que alguém está boicotando sua felicidade ou que algo acontece com ela para impedir que sejam vitoriosas. Dizem:- “Que fiz eu para merecer isso?” Avalie bem, meu filho! Jogar a culpa sobre os outros é algo que há milhares de anos os homens tem feito; tornaram-se especialistas nisso. No entanto nenhum deles alcançou a felicidade, adotando esse comportamento. Ao invés disso, ficaram presos num circulo vicioso de culpa. Sentimento de traição e busca de um bode expiatório para despejar sua insatisfação.
Por outro lado, aqueles que tiverem a coragem de admitir a sua falta de planejamento e refletir sobre novas estratégias, tomando atitudes mais sadias e adultas, conseguiram superar os momentos de crise e hoje são conhecidos como vencedores. Que tal meu filho, ponderar um pouco esse assunto e, na medida de suas necessidades, planejar melhor sua vida e encontrar uma maneira de realizar os seus projetos?

BIBLIOGRAFIA

Pai João De Aruanda – Espírito.
Robson Pinheiro – Médium.
Livro: Alforria.
Editora Casa Dos Espíritos 2005.
Contagem, Minas Gerais, Brasil.
Cap. 8: “Um planejamento para realizar sua felicidade”.
“Meus filhos costumam presumir...”.

Mude a energia da sua casa com rituais simples e poderosos.

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