Viagem ao Passado (Relato Mal-Assombrado)
Existem lugares que guardam muito mais do que apenas poeira e recordações; eles guardam segredos que desafiam a nossa razão. Quem decide olhar para trás e revisitar certas memórias precisa estar preparado para o que pode encontrar nas sombras do tempo. Muitas vezes, uma simples viagem ao passado deixa de ser uma jornada de saudades para se tornar um encontro arrepiante com o inexplicável. Neste relato real, convido você a entrar em um cenário onde o passado recusa-se a morrer, e onde os sussurros, os passos no escuro e os vultos mostram que certas portas, uma vez abertas, nunca mais se fecham. Prepare-se para conhecer o lado mais obscuro e assombrado dessa história.
Continuei andando e derrepente pude ver duas meninas e um menino brincando de bolinha de gude. As meninas estavam com uma espécie de "vestido macacão" com pregas, e o menino usava uma bermuda com suspensórios e uma meia até a altura dos joelhos. Mais a frente haviam várias pessoas vestidas com roupas da época (1950), as mulheres com vestidos rodados e os homens de terno e os carros eram lindos. Todos que eu passava perto, me olhavam de forma estranha, como se eu não fosse daquele mundo. Eu, assustado, corri de volta até a minha casa e chagando na porta do prédio subi as escadas, abri a porta do apartamento da minha avó e lá os móveis estavam do jeito que eu saí, assim como o quarto onde eu e meus primos dormimos quando vamos pra lá. Resolvi então olhar pela janela, mas já estava tudo normal... acreditem. Os taxis parados aonde sempre ficam e as pessoas normais, com roupas de hoje de em dia.
Bom, espero que vocês tenham uma explicação científica ou paranormal para me dar. Por favor, quaisquer que sejam, mas por favor me escrevam. Meu e-mail é leandromajf@hotmail.com.
P.S.: COMENTEM!!! Por favor! Valeu!
Relato 1: O Quarto 4 do Casarão Antigo
Enviado por: Carlos Eduardo S. – Ouro Preto / MG
"Olha, eu nunca fui de acreditar em assombração, sempre fui um cara muito cético. Mas em 2024 eu fiz uma viagem para Tiradentes com a minha namorada e resolvemos nos hospedar em uma pousada que parecia um casarão do século dezoito. O lugar era lindo, cheio de móveis de época, mas assim que pisei no Quarto 4, senti um arrepio congelante na nuca, mesmo estando um calor danado do lado de fora.
Na primeira noite, acordei exatamente às três da manhã com um barulho de passos pesados caminhando de um lado para o outro no assoalho de madeira, bem no pé da nossa cama. Pensei que era impressão, mas aí eu vi claramente: a cadeira de balanço que ficava no canto do quarto começou a se mexer sozinha, bem devagar. O ar ficou tão pesado que parecia que tinha alguém sentado no meu peito, eu não conseguia gritar e nem mexer as pernas. Minha namorada acordou assustada dizendo que sonhou com uma mulher de preto chorando alto do lado dela. Não conseguimos dormir mais nenhuma hora naquela pousada. Saímos de manhã bem cedo, sem nem tomar o café. Quem tiver coragem que vá, mas ali eu sei que o passado ainda está vivo."
Relato 2: A Carona na Estrada Deserta
Enviado por: Anônimo – Paraná
"Prefiro não colocar meu nome porque até hoje minha família acha que eu fiquei louco, mas o que aconteceu comigo na BR-116 foi real e me persegue até hoje. Eu sou caminhoneiro e viajo muito sozinho pela madrugada. Passava das duas da manhã quando vi uma moça jovem, vestida com um casaco claro, andando sozinha no acostamento, num trecho completamente deserto e sem iluminação nenhuma. Fiquei com pena e parei o caminhão para oferecer carona.
Ela entrou, me agradeceu com uma voz muito mansa, muito fria, e sentou no banco do carona. Conversamos por uns dez minutos sobre o tempo e a estrada. Ela me disse que morava num vilarejo um pouco mais adiante. Quando eu olhei de relance para o lado para perguntar o nome dela, o banco estava completamente vazio. O cinto de segurança ainda estava afivelado, a porta trancada por dentro, e o cheiro de perfume de flores que ela exalava ainda estava impregnado na cabine. Meu corpo tremeu inteiro, encostei o caminhão no primeiro posto que encontrei e passei a noite chorando sem entender o que vi. Eu dei carona para uma alma que ficou presa naquela rodovia."
Relato 3: O Povo do Vilarejo Invisível
Enviado por: Mariana Albuquerque – Recife / PE
"O meu relato aconteceu quando fui fazer uma trilha ecológica com um grupo de amigos no interior do Nordeste. A gente acabou se perdendo na mata no final da tarde, a bateria dos celulares acabou e começou a escurecer muito rápido. Bateu aquele desespero. De repente, avistamos fumaça e algumas luzes de lamparina ao longe. Andamos até lá e encontramos um pequeno vilarejo, com casinhas de taipa e algumas pessoas idosas conversando na calçada. Elas foram extremamente gentis, deram água para a gente, comida e apontaram o caminho exato para voltarmos para a estrada principal de terra.
Andamos cerca de vinte minutos na direção que nos ensinaram e finalmente achamos o nosso carro de apoio. No dia seguinte, comentamos com os moradores locais sobre a bondade do povo daquele vilarejo. O dono do comércio da cidade ficou pálido na hora. Ele nos disse que aquele vilarejo que descrevemos pegou fogo e foi completamente destruído em um incêndio terrível há mais de oitenta anos, e que ninguém sobrou vivo ali. Até hoje eu me pergunto: quem foi que nos deu água e salvou as nossas vidas no meio daquela mata?"


vc so voltou na época ond um antepassado seu morreu e viveu em seu sonho tudo o ke ele keria te mostrar so tome cuidado com algumas atitudes suas porke podem mudar todo o seu futuro
ResponderExcluirSonhei que estava em um terminal de metrô e atrás havia uma catedral antiga, quando avistei um rapaz que já amei muito, o qual não vejo há oito anos, mas que há uns 2 meses fiz contato, ele estava aparentemente indo para o trabalho e quando fui atrás para poder falar com ele, ele havia dobrado a esquina e o perdi de vista...
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